la calentura por mari me atrapo 3

Entramos direto na sala, que era enorme, fiquei parado tipo estátua esperando que dissessem onde acomodar meu corpo. Gladis foi direto pro seu quarto, que ficava lá em cima, e o Mário, junto da Mary, me disse:

"Bom, Daniel, agora estamos aqui. Me segue que vou te mostrar o quarto onde você vai dormir. Espero que seja confortável, tá aqui embaixo. Lá em cima só tem dois: o nosso e o da Mary. Mas aqui embaixo tem outro. Vem que te mostro."

Entramos na cozinha e saímos pro quincho. Era enorme, tipo pra umas 20 pessoas mais ou menos. Bem no meio tinha uma porta, e quando o Mário abriu, eu percebi que era o quarto onde eu ia ficar. Era gigante, com uma cama de casal no meio, um guarda-roupa enorme de um lado e uma TV de LED na parede. Fiquei impressionado.

"Mário, vem cá que te mostro onde fica o banheiro, caso precise."

Quando me virei pra seguir ele, me surpreendi ao ver a Mary do lado dele. Tinha achado que ela tinha subido também, mas não. O Mário abriu a porta do banheiro e depois falou:

"Aqui está. Espero que você se localize bem e, principalmente, que se sinta confortável. Outra coisa: que horas você entra no trabalho amanhã?"

"Às 9."

"Bom, olha, com certeza a essa hora a gente ainda vai tá dormindo. Vem que te mostro por onde sai, assim você vai tranquilo."

"Tá bom, mas como fazemos?"

"Olha", ele disse, caminhando até a saída. "Essa é a porta. Aqui tá o alarme. Eu vou deixar a senha anotada na mesa da sala. Você primeiro digita a senha e depois abre com essa chave. Quando sair, tranca e leva ela com você. A única coisa que peço é que amanhã, quando sair do trampo, você me traga de volta."

"Ok, Mário, muito obrigado e desculpa pelo incômodo."

"Que incômodo nada! Você agora vai descansar que daqui a pouco já sai pro trabalho."

"Valeu, Mário."

Ao me virar, quase esbarrei na Mary, que tava atrás de mim. O Mário subiu a escada rumo ao quarto dele, nos deixando sozinhos. Eu não aguentei a tentação e, como eles tinham sido testemunhas do nosso beijo, a peguei pela cintura, puxei ela pra perto de mim e dei um beijo longo, bem longo. beijo, que a Mary respondia brincando com a língua na minha boca, abracei ela com força pela cintura enquanto ela segurava minha nuca, minhas mãos foram lentamente até sua bunda, já o Mario não estava e isso me dava liberdade para fazer isso, ela não opunha resistência e eu brincava com sua bunda quando ouvimos uma tosse forte vindo de cima, isso nos parou de repente
MARY melhor vai dormir
Nem a pau
Por quê? Amanhã você trabalha
Sim, mas como faço para dormir olha como estou
Levei a mão dela até meu pau que já estava duro pra caralho
Epa, o que foi, tava atrasado hoje?
Nada a ver Mary isso é culpa sua
Por quê?
Porque é assim que você me deixa gata, desde que te vi entrar no salão
Ah vá, não acredito
Sabe por que eu disse que ia embora?
Sim, porque amanhã trabalha
Não, amanhã vou porque menti, outra não tinha
Então você queria que o babaca do meu cunhado te trouxesse pra casa dele
Sim, para continuar com você gata
Abracei ela de novo e dessa vez fui eu quem brincou com a língua na boca dela, ela se afastou na hora
Para Dany para, melhor vai pro seu quarto eu vou lá pra cima não quero que o Mario nos veja
E o que eu faço com isso aqui?
Uma punhetinha Dany, pensando em mim vai?
Mary se afastou e começou a subir as escadas eu fiquei paralisado ali olhando ela ir embora vendo como ela balançava aquele bumbum lindo que dava pra ver que era de propósito pra me deixar pior
Quando chegou lá em cima me manda um beijo e eu não respondi, estava fervendo, fui direto pro meu quarto passando antes pelo banheiro, me despi e entrei na cama deixando a porta aberta, mas foi inútil, não conseguia dormir, a tesão não me deixava, liguei a TV e procurei algo pra assistir com o volume bem baixo, mas mesmo assim não adiantou, desliguei e fechei os olhos sabendo que não ia dormir, meu pau continuava duro e eu não queria me masturbar já que não adiantaria nada sabendo que ela estava lá em cima, assim o tempo passava e de repente entra uma luz fraca no quarto, de onde viria? Quem seria a essa hora? Fiquei imóvel e lembrei que a cozinha estava perto, o mais provável é que alguém teria descido para comer ou tomar alguma coisa, mas quem? Estou concentrado nisso e vejo uma sombra que aparece, era Mary que de repente surgiu no vão da porta, meu coração explodiu, ela imóvel me observando, deixei que pensasse que eu dormia embora meu corpo quisesse pular nela, estava descalça com um camisolim transparente e sem sutiã, de repente ela se moveu e pensei VAI EMBORA, mas não, entrou no quarto e avançou para a cama, mal se inclinou e a peguei pela cintura fazendo-a cair ao meu lado
— Você estava acordado?
— Sim, claro, não conseguia dormir.
Sem mais, conquistei sua boca de novo, não a deixei continuar falando.
Mmm mmm se ouvia, mas eu seguia em sua boca, segurando-a pela nuca, ela finalmente se rendeu e abriu seus lábios, comecei a brincar com minha língua, soltando sua nuca e buscando suas costas e seus seios, ela apenas se deixava fazer, aproximei ao máximo meu corpo e comecei a acariciar seus seios bem suavemente, ouvi um suspiro profundo e soube que tinha dado no alvo, afastei minha boca da dela e rapidamente baixei minha cabeça para aqueles peitos meio pequenos e comecei a chupá-los.
— Para, para, Dany, por favor.
Eu seguia no meu como se não tivesse ouvido, dei uma virada e a deixei de costas sem parar de mamar seu peito esquerdo, meus lábios prenderam seu mamilo e minha língua brincava desenfreadamente com a ponta dele, sentia como seus gemidos cresciam.
— Vai, filho da puta, vai, assim assim assim siiiim por favor o que você tá fazendo comigo filho da puta, continua continua não para puto, assim assim mais ahhhh você vai me fazer gozar filho da puta, continua assim ahhhhh.
Isso me deixava louco, tinha encontrado o PONTO G dela e o espremia ao máximo.
— Para para por favor para, mete logo que eu não aguento.
Baixei minhas mãos e puxei sua calcinha em um segundo, era impressionante o quanto ela estava molhada, levantei meu corpo e apontei meu pau para sua entrada sem largar seu peito em nenhum momento, assim comecei a penetrá-la, ela não falou mais a partir daí, só eram gemidos cada vez mais violentos, tinha suas unhas cravadas nas minhas costas e com cada gemido sentia como elas... Ela cavou com mais força, o que fez meu pau crescer e crescer, acho que ela teve vários orgasmos seguidos porque ela disse:
"Goza, Dany, goza de uma vez, não aguento mais!"
Isso foi o suficiente para ela soltar meu peito e me deixar cair sobre seu corpo suado, enfiando meus 22 cm até o fundo e enchendo ela de porra que não parava de sair. Ela só abraçou minha nuca e gemeu até sentir que não saía mais. Ela me virou, ficando por cima de mim e, olhando nos meus olhos, disse:
"Agora é a minha vez."
Ela foi para os meus pés e sua cabeça afundou na minha pelve, procurando meu pau que estava mole. Ela pegou com a mão e colocou na boca. Esse foi o começo de um boquete longo que fez ele acordar de novo enquanto eu aproveitava ao máximo, gemendo.
"Se continuar, vou encher sua boca."
Na hora, ela tirou a boca e começou a me masturbar com força.
"Aqui, me dá aqui, quero nas minhas tetas."
Mais 10 segundos e suas tetas estavam inundadas de porra morna.
"Por favorrrrrrrrr, você é um touro, Dany!"
"E você é uma deusa, Mary."
"Uffff", ela disse e deitou ao meu lado me abraçando. Procurei sua boca e novamente nossos lábios se juntaram em um beijo onde nossas línguas dançavam sem parar.

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