Faz menos de um ano que tenho uma vontade incontrolável de encontrar um homem mais velho na rua, que puxe papo comigo e me convide pra casa dele, pra no final eu chupar a rola dele e engolir todo o leite que ele jorrar. Uma fantasia meio incomum pra um garoto de dezoito anos. Todo dia acordo pensando que alguém vai bater na minha porta, pedir um copo d'água ou usar o telefone, e acabar chupando a rola dele até gozar, contanto que seja um homem com mais de quarenta. Mas nunca acontece, e eu acabo vendo pornô ou saindo pra malhar.
Um dia voltei pra casa depois de correr uns minutos e não tinha internet, o serviço tava falhando. Liguei pra empresa e disseram que iam resolver o mais rápido possível. Uma hora depois, um homem alto, meio forte, branco, sem barba mas com uns fios grisalhos enfeitando a cabeça, bateu na minha porta pra consertar a conexão. Eu tava sozinho naquele dia, meus pais tinham viajado, e ele não tinha colega de trabalho, então era só nós dois. O uniforme deixava ele ainda mais forte do que já era: botas grossas e um macacão que eles usavam.
— Me mandaram aqui por causa de um problema na conexão — ele disse.
— É, é aqui. Cheguei e não tinha sinal — respondi na hora. — Entra.
Ele me seguiu até meu quarto. Eu tava usando uma calça de tecido que marcava minha bunda a cada passo, porque não tava de cueca, e uma camisa branca bem macia. Subindo as escadas, senti o olhar dele no meu rabo redondo e duro, e vi como ele ajustava o pacotão que carregava entre as pernas. Me senti lisonjeado por excitar um homem daquele porte. Quando passamos pelo quarto dos meus pais, ele viu as calcinhas fio dental da minha mãe e as camisinhas do meu pai. Seguimos até meu quarto, onde tava o problema.
Me abaixei e apontei: — Aqui o cabo tá meio roído, vai dar problema?
— Deixa eu ver — ele disse, colocando a mão nas minhas costas pra me afastar.
Depois de alguns minutos, ele... Ele se levantou e disse: "Verifica se funciona."
E eu fiz isso, entrando num site pornô do dia anterior.
"A gente não encontra mulheres que chupam a gente e engolem todo o sêmen, né?" — ele me disse enquanto colocava um vídeo de boquete.
Eu sorri e falei: "Precisa ser uma mulher?"
Naquele momento, ele me segurou forte pelos pulsos e me apertou contra a parede, me olhou e me beijou de língua. Senti o enorme volume dele subindo e pressionando minha barriga. Quando ele tirou a língua da minha boca, peguei na rola dele e abri o macacão — naquela parte tinha um zíper pra quando ele quisesse mijar.
Saiu um pau mole que media uns 10 cm. Comecei a acariciar ele e a rebolar a bunda, enquanto ele sussurrava coisas sujas e excitantes no meu ouvido. Quando tentei enfiar o pau na boca, ele já tinha uns 20 cm de comprimento e estava quase tão molhado quanto minha boca. Lambi várias vezes e apertei os ovos dele, que estavam recém-depilados. A rola dele ficava cada vez mais dura, e os ovos, prestes a explodir, pediam pra eu enfiar tudo na boca. E foi o que eu fiz: coloquei, pela primeira vez na minha vida, 20 cm de rola na boca até a garganta, sentindo o gosto e o cheiro. A saliva e o líquido pré-seminal escorriam pela minha garganta e pelo meu pescoço, deixando o momento ainda mais excitante. Durante 20 minutos, eu só enfiava e tirava aquele martelão da boca, curtindo o gosto e esperando o sêmen no meu estômago.
Dois minutos depois, senti a mão dele dando um tapa forte na minha bunda. As nádegas dele se contraíram, e a rola não aguentou mais. Senti a pressão do sêmen dele jorrando no meu céu da boca, e o resto escorrendo pelos meus lábios e caindo no meu peito branco. Deixei ele limpo e seco — o melhor boquete da vida dele, e tinha sido dado por alguém virgem.
Depois disso, tudo ficou em silêncio. Ele arrumou a roupa, eu me vesti, passei o sêmen com vinho, ele foi embora, e eu continuei curtindo o pornô até gozar nas calcinhas da minha mãe.
Então, se algum coroa quiser provar um boquete, pode me contatar e perguntar. Tô disponível e faço domicílio. Sou de Bucaramanga. Colômbia. Tô esperando vocês pra um serviço.
Um dia voltei pra casa depois de correr uns minutos e não tinha internet, o serviço tava falhando. Liguei pra empresa e disseram que iam resolver o mais rápido possível. Uma hora depois, um homem alto, meio forte, branco, sem barba mas com uns fios grisalhos enfeitando a cabeça, bateu na minha porta pra consertar a conexão. Eu tava sozinho naquele dia, meus pais tinham viajado, e ele não tinha colega de trabalho, então era só nós dois. O uniforme deixava ele ainda mais forte do que já era: botas grossas e um macacão que eles usavam.
— Me mandaram aqui por causa de um problema na conexão — ele disse.
— É, é aqui. Cheguei e não tinha sinal — respondi na hora. — Entra.
Ele me seguiu até meu quarto. Eu tava usando uma calça de tecido que marcava minha bunda a cada passo, porque não tava de cueca, e uma camisa branca bem macia. Subindo as escadas, senti o olhar dele no meu rabo redondo e duro, e vi como ele ajustava o pacotão que carregava entre as pernas. Me senti lisonjeado por excitar um homem daquele porte. Quando passamos pelo quarto dos meus pais, ele viu as calcinhas fio dental da minha mãe e as camisinhas do meu pai. Seguimos até meu quarto, onde tava o problema.
Me abaixei e apontei: — Aqui o cabo tá meio roído, vai dar problema?
— Deixa eu ver — ele disse, colocando a mão nas minhas costas pra me afastar.
Depois de alguns minutos, ele... Ele se levantou e disse: "Verifica se funciona."
E eu fiz isso, entrando num site pornô do dia anterior.
"A gente não encontra mulheres que chupam a gente e engolem todo o sêmen, né?" — ele me disse enquanto colocava um vídeo de boquete.
Eu sorri e falei: "Precisa ser uma mulher?"
Naquele momento, ele me segurou forte pelos pulsos e me apertou contra a parede, me olhou e me beijou de língua. Senti o enorme volume dele subindo e pressionando minha barriga. Quando ele tirou a língua da minha boca, peguei na rola dele e abri o macacão — naquela parte tinha um zíper pra quando ele quisesse mijar.
Saiu um pau mole que media uns 10 cm. Comecei a acariciar ele e a rebolar a bunda, enquanto ele sussurrava coisas sujas e excitantes no meu ouvido. Quando tentei enfiar o pau na boca, ele já tinha uns 20 cm de comprimento e estava quase tão molhado quanto minha boca. Lambi várias vezes e apertei os ovos dele, que estavam recém-depilados. A rola dele ficava cada vez mais dura, e os ovos, prestes a explodir, pediam pra eu enfiar tudo na boca. E foi o que eu fiz: coloquei, pela primeira vez na minha vida, 20 cm de rola na boca até a garganta, sentindo o gosto e o cheiro. A saliva e o líquido pré-seminal escorriam pela minha garganta e pelo meu pescoço, deixando o momento ainda mais excitante. Durante 20 minutos, eu só enfiava e tirava aquele martelão da boca, curtindo o gosto e esperando o sêmen no meu estômago.
Dois minutos depois, senti a mão dele dando um tapa forte na minha bunda. As nádegas dele se contraíram, e a rola não aguentou mais. Senti a pressão do sêmen dele jorrando no meu céu da boca, e o resto escorrendo pelos meus lábios e caindo no meu peito branco. Deixei ele limpo e seco — o melhor boquete da vida dele, e tinha sido dado por alguém virgem.
Depois disso, tudo ficou em silêncio. Ele arrumou a roupa, eu me vesti, passei o sêmen com vinho, ele foi embora, e eu continuei curtindo o pornô até gozar nas calcinhas da minha mãe.
Então, se algum coroa quiser provar um boquete, pode me contatar e perguntar. Tô disponível e faço domicílio. Sou de Bucaramanga. Colômbia. Tô esperando vocês pra um serviço.
3 comentários - Voltei com mais tesão gay