— Ah… não… Como você ficou sabendo…? — disse Kameko, se lamentando por ter sido descoberta, mas sabia que no fundo estava feliz. Eu só consegui abrir meu bento e começar a comer, enquanto observava o que ia rolar.
— Você sabe, as notícias correm… entre as do primeiro ano… Agora vou ter que te punir… vem, senta aqui — disse Etsuko de forma dominante, mas com aquele rostinho corado tão lindo. Na hora, Kameko me entregou os salgadinhos que tinha comprado e sentou do meu lado.
Kameko me deu os salgadinhos e logo Etsuko se ajoelhou na frente dela, levantou a saia devagar enquanto olhava a calcinha de Kameko. Na mesma hora, o rosto dela ficou todo vermelho. Eu nem pensei em que tipo de castigo seria, embora não sentisse nada naquele momento — estava completamente relaxada depois da manhã. Tava morrendo de curiosidade pra ver o que ela ia fazer, mesmo já imaginando.
— Que calcinha mais linda… Hehehe… preta com renda… — disse Etsuko, toda corada, enquanto puxava a calcinha pelas pernas dela, sem pressa nenhuma.
— A gente não devia ficar sozinha… seria melhor… — disse Kameko, tentando dar uma desculpa pra eu ir embora.
— Relaxa… além do mais, isso é atividade do clube… Hehehe… — disse Etsuko com um sorriso bem safado e cheio de tesão, enquanto olhava pra boceta que aos poucos ia voltando a ficar ereta, e só de olhar já provocava aquilo.
Etsuko logo colocou a mão, agarrando com força. De onde eu estava, dava pra ver as veias pulsando e aquele grelo grande, grosso e duro. Na hora, ela passou a língua devagar, banhando tudo com saliva, percorrendo cada centímetro de pele, aproveitando cada pedaço, enquanto Kameko começava a respirar mais rápido. Dava pra ver os peitos dela se mexendo num ritmo e os biquinhos marcando na blusa. Aos poucos, ela começou a gemer enquanto Etsuko continuava lambendo tudo, até que num instante enfiou o grelo na boquinha dela e começou a chupar. lentamente pra cima e pra baixo por todo o comprimento que tinha, quase parecia que não cabia na boca dela, dava pra ver o formato do sexo marcado no rosto dela e como parte da saliva escorria pra fora da boca, banhando o sexo da Kameko e deixando ele brilhando com o sol, mas a mão dela não parava de apertar, impedindo que ela chegasse ao orgasmo, isso acelerou ainda mais a respiração da Kameko, ela tentou agarrar a cabeça da Etsuko, mas ela não deixou e na hora tirou ele da boca, um fio de saliva ligou o sexo da Kameko com a Etsuko, que passou a língua nos lábios com gosto.
-- Não é justo... termina o que você começou... -- disse a Kameko reclamando que ela sempre a excitava até o limite e quase nunca deixava ela gozar.
A Etsuko só olhou pra ela e abaixou a parte de cima, muito fofa, rosa clarinho e cheia de moranguinhos, era uma graça, na hora empurrou a Kameko fazendo ela cair de costas com as pernas levantadas e abertas, a Etsuko tinha vista total do sexo dela que estava escorrendo e ansioso, enquanto as coxas brilhavam com os fluidos, embora o rosto dela mostrasse que estava meio brava com aquilo.
-- Você sabe que hoje seu sexo... é meu por completo e eu vou me vingar... -- disse a Etsuko enquanto o sexo dela ficava ereto, era pequeno e cheio de veias, mas ela sabia que podia se comparar ao meu na hora de gozar.
A Etsuko se aproximou devagar da Kameko e colocou o sexo dela na entrada já escorrendo da Kameko e de uma só vez pareceu que engoliu ele lá dentro, a Kameko não conseguiu fazer nada além de soltar um grito de prazer, a Etsuko se agarrou na cintura dela e começou a se mover devagar, no começo sem pressa e aproveitando cada gemido que a Kameko soltava, os peitos dela começavam a ficar marcados pelo calor que fazia e os mamilos estavam muito duros, embora a Etsuko parecesse não ter pressa nenhuma pra aquilo acabar, ela começou a mexer os quadris num ritmo mais acelerado, a respiração das duas se tornou uma só, dava pra ouvir o barulho dos corpos se batendo levando o ritmo daquilo, os gemidos delas... intensificaram de sobremaneira, Kameko estava no seu limite, até fechou as mãos com força. Pude ver que Kameko também semicerrava os olhos no momento em que ambas tensionaram seus corpos. Pude ver o rosto de Kameko como se estivesse desfigurado por tudo que Etsuko estaria descarregando dentro dela. Aos poucos, vi como o abdômen de Kameko foi aumentando de volume — não podia acreditar, era impressionante. A expressão de Etsuko era de felicidade plena, até tinha os olhos fechados e a buceta dela estava completamente enfiada dentro da outra. No momento em que tirou, o esperma começou a sair para fora em pequenos jorros, formando poças.
— Nossa, pareço uma grávida... — disse Kameko com uma expressão de prazer no rosto, mas sabia que aquilo não terminaria ali.
— Ufff... foi genial, mas sabe que posso gozar mais... e ainda tô com mais vontade, então vira de costas... Akemi... Você pode me dar uma goma se tiver? — perguntou Etsuko enquanto piscava um olho para mim com cumplicidade. Eu não pude fazer nada além de olhar nos meus bolsos, mas não encontrei nada. Na hora, desfiz um dos meus rabos de cabelo e entreguei a ela, pensando no que ela estaria tramando, enquanto via Kameko, que já tinha virado de costas e estava de quatro, mostrando a buceta que ainda escorria o esperma de Etsuko por fora, escorrendo pelas pernas misturado com os fluidos dela, enquanto caía no chão formando pequenas poças.
— Claro... toma... — falei enquanto desfazia o rabo de cabelo.
— Não aguento mais... — disse Kameko, sabendo que tudo aquilo ia sair de um momento para o outro.
Assim que Etsuko pegou a goma, ela se colocou por cima de Kameko e, com um movimento, colocou a goma em volta da buceta dela, apertando-a.
— Mas o que você tá fazendo...? — perguntou Kameko, estranhando aquilo, tão repentino e algo que nunca tinha feito.
— É algo especial, você vai ver... — disse Kameko sorrindo de forma safada e ao mesmo tempo inocente, enquanto colocava a buceta dela na entrada do cu da outra. Devagar, ela molhava com o próprio sêmen para lubrificar.
— Nem pense em... — disse Kameko com cara de medo do que estava por vir.
Num instante, Etsuko deu um empurrão que fez Kameko gritar, embora eu não soubesse se foi de dor. Logo depois, ela deitou seu corpinho magro sobre Kameko e se abraçou à barriga dela, inchada pela quantidade de porra que tinha descarregado lá dentro. Em seguida, começou a mexer os quadris devagar, dava pra ver a cara de Kameko aguentando aquilo como podia, mas também como o prazer ia tomando conta das duas.
— Isso, você é minha grávida... Ji, ji, ji... — disse Etsuko rindo com luxúria e ao mesmo tempo com um tom de inocência, enquanto continuava mexendo os quadris. Dava pra ouvir os gemidos das duas ficando mais intensos, enquanto eu via os peitos de Kameko balançando de um lado pro outro por baixo da roupa, junto com os bicos dos peitos das duas marcando, dava pra adivinhar.
Etsuko continuava empurrando sem parar, com toda a força que tinha, até que num último empurrão deixou enterrado dentro dela. Reparei como o corpo dela ficou meio duro e apertou com força a barriga de Kameko, enquanto esta dava um grito de prazer enorme e ao mesmo tempo de dor. Eu sentia de novo Etsuko se descarregando e enchendo ela outra vez, mas ela ainda não conseguia gozar. Dava pra ver a buceta dela inchada e as veias marcadas pela pressão da borracha, pulsando.
O rosto de Etsuko era de pura felicidade, de olhos fechados, e num instante ela caiu no chão, sentando, enquanto Kameko tombava no chão e o esperma que tinha dentro começava a sair dos dois buracos em jatos, sujando o lugar e deixando uma poça grande no chão. Eu vi a buceta de Etsuko ainda banhada no próprio sêmen e a expressão dela alegre e meio tonta.
— Foi maravilhoso... hoje gozei demais... — disse Etsuko enxugando o suor enquanto via Kameko descansar por uns instantes. Quando a barriga dela abaixou por causa da... A carga que ela carregava se desfez, a borracha do sexo dela caiu, e ela se levantou. Olhou para Etsuko com uma expressão irritada e foi na direção dela, colocou a mão na cabeça dela e começou a bagunçar o cabelo com força.
— Isso eu não vou te perdoar... e não pense que vai escapar... — disse Kameko com raiva, enquanto colocava minha borracha no pequeno sexo dela, que lentamente começava a endurecer. Pegou ela no colo com as pernas em volta da cintura e apontou o sexo dela para a entrada. Observei como o sexo dela estava inchado e muito grande, parecia que ia explodir a qualquer momento, até a glande estava enorme. Embora Etsuko chutasse bastante, não adiantou nada, mesmo sabendo que isso ia acontecer.
— Não é justo... hoje é a minha vez... — disse Etsuko protestando com força, mas aquilo pareceu irritar ainda mais Kameko, que investiu com força e deixou Etsuko de olhos virados num instante quando sentiu ela se abrindo caminho lá dentro com toda aquela potência.
— Você sabe que adora sentir ela dentro... — disse Kameko enquanto enfiava de uma vez lá dentro. Dava pra ouvir o choque dos corpos, mas também o gozo de Kameko escorrendo pelas coxas dela, brilhando sob o sol.
Kameko começou a meter com força, uma vez atrás da outra, sem descanso. Estava perfurando ela de um jeito que dava pra ver o rosto de Etsuko desfigurado de prazer, enquanto ela gemia sem controle, agarrada ao corpo de Kameko, enquanto os fluidos dela molhavam o sexo de Kameko. Ela começou a gemer de novo, num ritmo mais acelerado. Dava pra ver os mamilos se roçando através da roupa por causa do suor. Nesse momento, ouvi a porta abrir, mas não podia mandar elas pararem, então me apressei pra ver quem era. Por sorte, era Aoi, que trazia as chaves do clube nas mãos.
— Nossa... Aconteceu alguma coisa?... Você tá pálida...? — perguntou Aoi ao me ver chegar toda apressada e com medo na cara de sermos pegas.
— Ainda bem que é você... — falei quase sem fôlego, com o medo na minha rosto pra caso descobrissem a gente e isso seria fatal.
— Deixa eu adivinhar... Kameko e Etsuko tão... praticando pro clube... Né?... — disse Aoi, perspicaz, e não tava errada em falar isso.
— Sim, ...vamos... — falei, já mais calmo, enquanto voltávamos pra perto das duas. Kameko ainda tava castigando ela sem pena, dava pra ver o corpo quase moído da Etsuko apoiado nos ombros dela, gemendo sem controle e com a língua pra fora.
— Que legal... Posso entrar?... — perguntou Aoi, o que me surpreendeu pra caralho, mas não liguei enquanto continuava comendo.
— Pode sim, hoje quero... castigar ela com tudo... — disse Kameko, apertando a bunda da Etsuko com as mãos e abrindo a entrada dela pra Aoi ver inteirinha. Nessa hora, Aoi começou a tirar a calcinha e puxou a buceta dela pra fora, já toda lubrificada, com a glande brilhando. Na mesma hora, Etsuko reagiu por um instante.
— Não... não... não vou aguentar isso... — disse Etsuko reclamando, mas as palavras dela caíram no vazio. Na hora, sentiu aquilo na entrada do cu e, conforme ia perfurando ela devagar, não conseguiu fazer nada além de abrir os olhos o máximo que podia e escancarar a boca, sem soltar um gemido sequer. Na mesma hora, Aoi abraçou a cintura da Etsuko e começou a se mexer devagar, como se quisesse que o corpinho dela se acostumasse com aquilo, mas logo se encaixou no ritmo das estocadas da Kameko. As três começaram a gemer forte — se a gente tivesse em outro lugar, iam nos ouvir, mas aquele lugar era perfeito. Dava pra ver os membros entrando e saindo no mesmo ritmo, perfurando a Etsuko naquela dança, enquanto as bucetas saíam completamente molhadas dos fluidos delas e voltavam a entrar, deixando a coitada da Etsuko parecendo um pano, quase nem conseguindo ficar acordada. Num segundo, Kameko deu uma última estocada que entrou fundo, enquanto Aoi, por sua vez, enfiou tudo que tinha. conseguiu enfiar dentro dela deixando metade pra fora, ambas tensionaram os corpos enquanto Kameko levantou a cabeça olhando pro céu aberto e soltaram um gemido em uníssono, pude ver como os membros delas se moviam soltando a carga dentro dela que até chegava a sair pra fora em jatos molhando as coxas e se misturando com os fluidos de Etsuko, assim ficaram por um momento, até a barriga de Etsuko cresceu quase que na hora pela quantidade que foi introduzida, num instante o rosto dela se desfigurou um pouco aguentando tudo aquilo, depois de alguns minutos quando terminaram Aoi tirou o pau do cu de Etsuko bem devagar e pude ver como começava a sair o esperma dela em jatos como se fosse quase uma fonte de tão dilatada que ela tava.
Kameko deixou Etsuko no chão bem delicadamente pra ela descansar e da buceta dela começou a sair jatos de porra enquanto o corpo dela se contorcia e o pau amarrado com a borracha dava pequenos movimentos, ao mesmo tempo pude ver as veias bem inchadas.
— Por...favor...a borracha...desa...mara... — disse Etsuko entrecortado enquanto o corpo dela continuava soltando esperma e se contorcendo, estendi a mão pra desamarrar enquanto Kameko descansava igual a Aoi sentadas, na hora tirei a borracha e o semen de Etsuko jorrou como uma fonte molhando quase todo o chão, nesse momento ela deu um grito de prazer que foi incrível ecoando nos nossos ouvidos.
— Foi demais... — disse Kameko enquanto se arrumava um pouco e se preparava pra comer um dos sanduíches.
— Uma boa descansada... — disse Aoi sorrindo enquanto se arrumava um pouco e sentava do meu lado.
Fiquei um momento ao lado de Etsuko enquanto ela aos poucos se recuperava daquilo e eu arrumava meu rabo de cavalo, assim que terminei vi Etsuko começando a se levantar com as pernas tremendo e tentando não cair enquanto se arrumava devagar e na hora se colocou do lado de Kameko abraçando ela, essa na hora deu um dos sanduíches pra ela e começaram a comê-los juntos.
— Não é justo... o que você fez... mas hoje... vou acabar te castigando, lembra que a gente saiu antes... — disse Etsuko, pensando que no final a vingança seria dela.
— Vim avisar vocês que já temos as chaves do clube... assim que terminarmos de comer... a gente vai lá dar uma olhada, sorte que também temos um banheiro, podemos relaxar graças à Akemi... — disse Aoi enquanto me abraçava carinhosamente, e na hora eu dei um pouco de arroz com os hashis pra ela, baixando a cabeça.
— Valeu... você é demais... — disse Aoi de novo enquanto saboreava o arroz, mas mesmo ela tendo dito aquilo que me alegrava, eu sabia que algo dentro de mim estava prestes a sair e eu não saberia o que fazer se conseguisse.
Na hora a sirene tocou e eu guardei o bento enquanto Aoi nos mostrava as novas chaves, mas aquela felicidade acabou rápido quando vi a cara de Kameko com raiva, pensando no que viria agora.
— Merda... agora é natação... — disse Kameko irritada com o que podia rolar, e não parecia gostar nada daquilo.
— Tentei falar com a enfermeira... mas ela não sabe se vai conseguir dar um jeito de vir, desculpa... vamos ter que fazer alguma coisa, pelo menos a Akemi pode ir... — disse Aoi sorrindo pra mim enquanto me olhava.
Fiquei por um momento me olhando, pensativa, mas sabia que aquilo não daria certo, se só com o cheiro aquela coisa já acordava, imagine se visse todas as minhas colegas de biquíni.
— Acho que não vou conseguir controlar isso... — falei séria enquanto me observava e hesitava, pensativa, tentando saber o que fazer.
Naquele momento a sirene tocou de novo e saímos de lá, Kameko e eu fomos pros vestiários e a Etsuko pra aula dela, enquanto a Aoi voltava a ver a enfermeira pra ver se conseguia resolver de algum jeito, e eu esperava que desse certo.
Passamos pelos corredores lotados de gente indo de um lado pro outro, os caras ficavam me encarando por um momento, vi o Steve que cumprimentava a Kameko mas ela ignorou ele, parecia que não queria nem ver ele, entramos por um corredor e abrimos uma porta dupla com uma vigia de vidro, logo vi outras portas que abrimos e vi um cômodo bem grande com vários armários espalhados, fui até o meu mas no caminho parei por um instante enquanto via as garotas se trocando e começava a ver suas roupas íntimas, o cheiro daquele lugar começava a me embriagar de um jeito absurdo, tentei pensar em outra coisa, por sorte a Kameko me empurrou até meu armário me tirando daquele estado, mas sabia que não ia aguentar por muito tempo.
-- Ei... Akemi, acorda, é melhor não deixar a imaginação te levar... vou te acompanhar até seu armário... por sorte temos um lugar mais afastado... mas mesmo assim temos que tomar cuidado... -- disse Kameko enquanto me empurrava para o armário, eu praticamente não conseguia desviar o olhar daqueles corpos semidespidos se trocando, era quase como um afrodisíaco pra mim.
Entramos quase no canto da sala, lá abrimos os armários, abri o meu e enfiei a cabeça pra dentro tentando me controlar, meu coração tava batendo a mil e tentei resolver uns problemas de álgebra mentalmente.
-- Akemi... pode me fazer um favor...? ...pode vigiar por um momento...? ...enquanto eu me troco...? -- disse Kameko com a voz trêmula de medo do que pudesse acontecer.
-- Claro... vou tentar... -- falei enquanto tirava a cabeça do meu armário e ficava de olho pra ver se alguém vinha, mas por enquanto ninguém parecia ter notado a nossa presença, continuavam na deles, Kameko começou a se trocar o mais rápido que podia, quando já tava de meio biquíni vi que a Alex, vestida com o uniforme de cheerleader, se aproximava dela.
-- Cuidado... Alguém vem... -- avisei pra ela continuar de costas.
-- Quem é...? ... -- perguntou Kameko com a cara de medo de ser descoberta.
-- É a Alex... -- falei meio pensativa, não sabia o que ela queria agora.
-- Merda... Justo agora... -- disse Kameko. Amaldiçoando ele sem conseguir se mexer.
— Eh... Sua sapatona... Sabe onde a Aoi está...? Preciso falar algo com ela... — perguntou Alex, falando aquilo como se quisesse insultar a Kameko ou irritá-la, mas deu sorte. Dessa vez ela não podia se virar; se tivesse feito, tinha certeza de que teria ido pro chão.
— Não faço ideia... Pra que você quer ela...? ... — perguntou Kameko entre os dentes, puta da vida.
— Pelo que ouvi... O clube de vocês já tá formado e quero falar com ela... sobre o lugar que vão ter pra pescar os retardatários... embora duvide que consigam pegar alguém... O clube de vocês nem se sabe pra que serve... além disso, vou ficar de olho em vocês... — respondeu Alex com malícia, mas não entendi essa história de ficar de olho.
— Por que você diz... que vai ficar de olho na gente...? ... — perguntou Kameko tentando aguentar Alex o máximo que podia; parecia que a simples presença dela já era motivo suficiente pra deixá-la puta.
— Porque sou uma das coordenadoras dos clubes... Então já sabem, e ainda têm que me passar as atividades que fizerem todo mês... Lembra, Akemi... Mas você podia se virar pra falar comigo... — disse Alex quase dando uma ordem, mas sabia que a resposta de Kameko não ia ser nada amigável.
— Eu falo do jeito que quiser e agora vaza... Essa não é sua sala... — disse Kameko enquanto batia a mão na porta do armário com tanta força que várias garotas ali se viraram pra ver o que tava rolando.
— Você é uma mal-educada... — disse Alex enquanto se mandava dali com aquele ar de superioridade dela.
— Parece que vocês não se dão bem... — falei enquanto via Kameko pegar um pareô de dentro do armário e amarrar na cintura, e na hora bateu a porta do armário com força.
— É que não aguento ela... É só ver que já ferve meu sangue... — disse Kameko enquanto arrumava o resto do biquíni; era azul com listras vermelhas de cada lado, embora fosse bem justo no corpo dela, parecia uma... A segunda pele dava pra ver perfeitamente os peitões dela e as curvas já bem provocantes, o problema é que do mesmo jeito que apertava nela, fazia o mesmo na buceta dela, deixando marcado. Por isso ela tinha que usar um pareô mais grosso.
— Por algum motivo em especial...? — perguntei, enquanto dessa vez era ela quem vigiava e eu começava a me trocar.
— Simplesmente quando a gente entrou aqui... conheci o Alex, ele disse que eu seria boa pro clube de esportes... e me inscrevi. Como você sabe, do meu lado sempre tem a Etsuko, somos tipo irmãs... então, ela começou a pegar no pé dela. Quando me contou pela primeira vez, não acreditei... mas aquilo continuou. Um dia decidi... segui-la e vi como ela fazia... elas pregavam peças pesadas na Etsuko e eu não aguentei. Tentei fazer com que as amigas dela me batessem... mas o tiro saiu pela culatra. Pedi desculpas pra Etsuko e ela me perdoou, e agora não consigo nem olhar pra cara dela. Foi aí que ela me colocou o apelido de machorra... por causa da surra que dei nas amigas dela. Ninguém mexe com a Etsuko — disse Kameko, me contando a história toda, e olha, ela tinha muitos motivos. Quando terminei de me trocar, aquela coisa grudou em mim. Por um momento, fiquei olhando pros peitos da Kameko e comparei com os meus, que eram quase minúsculos. Olhei pra baixo e só vi um pequeno volume, quase indistinguível de um caroço normal.
Quando fechei o armário, vi que quase não tinha ninguém ali e suspirei aliviada, mas na mesma hora a professora entrou pra avisar a gente pra sair pra fora. Assim que nos juntamos com as outras, pude ver aqueles corpos apertados naqueles maiôs que marcavam as silhuetas e os corpos perfeitamente contornados. Não consegui fazer nada além de baixar a cabeça enquanto, aos poucos, sentia aquela coisa pulsando, querendo sair e se mostrar pras outras.
Naquele momento, saímos pra piscina. Aquele lugar era enorme e tinha um teto de vidro, com uma claraboia gigante. Além disso, tinha um cheiro bem forte de cloro. Tinha vários trampolins pras... Pistas de natação e outra mais alta pros saltos olímpicos. Do lado da piscina tinha uns bancos pra sentar, junto com uns flutuadores caso acontecesse algo. Era incrível que aquela academia tivesse tanta grana.
— Muito bem, meninas... hoje vamos aprender o básico... então entrem na água... vamos lá... — disse a treinadora nos incentivando. Era uma mulher alta, com o corpo bem torneado de tanto malhar. Usava um apito no pescoço, cabelo curto e loiro. Na hora, quase toda a turma pulou na água e começou a brincar e se divertir. Eu fiquei olhando com inveja de elas conseguirem fazer aquilo, mas tinha certeza de que, se entrasse na água, podia despertar aquela coisa.
— Posso saber o que há com vocês?... A água não vai morder ninguém, vamos... entrem... — disse a treinadora nos animando a entrar.
— Desculpa, treinadora, tô menstruada... não posso entrar... — disse Kameko dando a desculpa clássica que pelo menos pra ela funcionava, mas eu não podia dar essa porque nem menstruada eu era ainda.
— Vai sentar... É inacreditável, já é a segunda vez... na próxima não vou perdoar, lembre-se disso. E tira essa canga... — disse a treinadora enquanto mandava ela pros bancos ao redor da piscina.
— Valeu, treinadora... — disse Kameko enquanto se sentava num dos bancos.
— Então só sobrou você... vamos, entra... — disse a treinadora enquanto me pegava pela mão. Eu senti que era meu fim, não sabia o que fazer. Cada vez tava mais perto da piscina, dava pra sentir aquele adesivo soltando aos poucos, aquilo ia me revelando.
— Um momento, treinadora... — disse uma voz muito familiar. Aquilo tinha sido minha salvação. Quando virei a cabeça pra ver quem era, não podia ser outra: Aoi, sorrindo pra mim.
— Fala, Aoi... — disse a treinadora meio sem vontade enquanto ela se aproximava.
— A enfermeira disse que precisa verificar umas coisas com a Akemi e fazer uns exames no nosso clube. testes... no nosso clube e não podemos tomar banho por enquanto... e que daqui a pouco ela vai vir... — disse Aoi enquanto sorria pra mim como sempre fazia, não poderia ter chegado em melhor hora; a treinadora ficou me encarando com cara de poucos amigos, mas me soltou na hora e fui sentar junto com a Kameko.
— Mas da próxima vez vai pra dentro, lembra disso... — disse a treinadora enquanto me via indo em direção à Kameko, como se aquilo fosse uma ameaça.
Naquele momento, vi o céu aberto e fui sentar ao lado da Kameko. Na mesma hora, a Aoi passou pelo nosso lugar e a Kameko contou pra ela o que o Alex tinha dito. Imediatamente, vi a Aoi pensativa e estranhando aquilo, como se não tivessem tanta liberdade quanto ela queria.
— Bom, é melhor não se preocupar. Daqui a pouco a enfermeira vem e também traz a Etsuko... pelo menos vamos poder tomar banho sossegadas... — disse Aoi, respirando aliviada com aquilo, assim como eu.
— Muito obrigada por ter me salvado... — falei, agradecendo por aquilo, já que começava a sentir que aquilo queria sair.
— E como eu disse, ela vai chegar daqui a pouco... vou ter que ver o Alex... bom, além disso, a Kameko vai ter uma surpresa: a Etsuko também vai vir pra cá... — disse Aoi com malícia, mostrando a língua de forma provocante.
— Mas essa não é a aula dela... — reclamou Kameko, ao ouvir aquilo.
— Eu sei, mas ela pertence ao clube e temos que ficar unidas... — disse Aoi. No fundo, ela não deixava de ter razão, mas pra Kameko, hoje em especial, ia ser um suplício.
— Tá bem... — disse Kameko, abaixando a cabeça, meio corada por ela vir, mas sabia que no fundo gostava de ficar com ela.
— Até mais... — disse Aoi, saindo correndo da piscina.
— Bom, pelo menos por enquanto estamos a salvo... — disse Kameko, aliviada, assim como eu. Podia ter acontecido qualquer coisa, e eu sabia que aquele adesivo não ia aguentar muito mais.
Ficamos sentadas quase a aula de natação inteira. Falando sobre nossos assuntos, eu nem conseguia levantar o olhar com medo de que o adesivo soltasse a qualquer momento. Por dentro, eu sentia aquela coisa abrindo caminho aos poucos e não podia permitir. O cheiro de cloro misturado com o das garotas na piscina estava me enlouquecendo, até que ouvi a treinadora mandando elas saírem da água. Aquilo foi minha salvação. Vimos todas saindo e indo para os vestiários.
— Bom, hora de entrar na água... vamos... — disse Kameko, me pegando pela mão e mergulhando. Aquilo foi uma delícia completa. Senti a água me refrescar e me acalmar em parte, mas percebia que o adesivo estava cedendo e não demoraria muito para soltar.
Logo vimos Etsuko entrando pela porta, pulando na água como uma bomba e se aproximando nadando até onde estávamos. Eu estava morrendo de vontade de ficar com ela de novo, e aquele biquíni vestia como uma segunda pele, apesar da baixa estatura dela. Ao fundo, pude ver Aoi com o mesmo biquíni, mas com um volume que subia até acima dos peitos, bem no meio deles. Era inacreditável.
— Bom, pronto... podemos nadar tranquilas... — disse Aoi, sorrindo para mim e fazendo sinais para eu me aproximar. Comecei a nadar em direção aos vestiários. Quando cheguei lá, vi a enfermeira ao lado, nos esperando.
— Vocês têm sorte... Aoi me pediu para ser tutora do clube de vocês, assim pelo menos posso ficar de olho em vocês... então não se preocupem. Preciso resolver umas coisas... volto já... — disse Ashley, gentilmente. Agradeci por tudo aquilo. Pelo menos ficaríamos mais tranquilas em certas aulas, e ela poderia nos ajudar no que pudesse.
— Bom, um problema a menos... — disse Aoi, sorrindo para mim de forma maliciosa e, de algum jeito estranho, também com luxúria, como se estivesse pensando em outra coisa, menos em nadar.
Naquele momento, senti o adesivo se soltar e fechei os olhos, sentindo uma tontura. Sabia que aquela personalidade tinha... Acordei, e via tudo de novo de fora, mas estando ali mesmo, senti aquele pau crescendo aos poucos, ficando cada vez maior, e tive que afastar a sunga apertada pra ele ter espaço. Aoi, por sua vez, tirou a dele, que já tava quase duro, pegou na minha mão e sentou num dos bancos do vestiário. Mesmo eu estando de pé, a piroca dele quase batia no meu queixo. Também dava pra sentir meus fluidos começando a escorrer, molhando a sunga, do mesmo jeito que os dele sujavam o chão. Me ajoelhei e comecei a enfiar ele na boca quase que na hora, sentindo o calor e a vibração constante. Na minha boca, sentia o gosto salgado dele, e as veias pulsando na minha língua. Não fiz outra coisa senão me agarrar com as mãos e começar a chupar, banhando ele de saliva. Tentei de tudo pra enfiar ele inteiro na boca, mas não conseguia, não chegava nem na metade. Ouvia a respiração ofegante do Aoi, o movimento dos peitos dele, enquanto ele tentava dar uns pequenos pulinhos com o quadril pra enfiar mais daquela rola na minha boca pequena e apertada. De repente, ele pegou minha cabeça e deu um empurrão forte. Senti o pau dele atravessar minha garganta e ficar lá dentro por um tempo. Dava pra ouvir o gemido intenso do Aoi, como se tivesse acertado o ponto certo. Mas naquele estado, eu não ia aguentar prender a respiração por muito tempo. A pressão dele diminuiu, e eu consegui tirar ele da minha garganta. Tosse um pouco, mas logo enfiei ele de novo na boca, banhando de saliva e brincando com a língua. Enquanto isso, com as mãos, agarrava meu próprio pau com força e apertava. Sentia o calor e o pulsar das veias nas minhas mãos, quase queimando. Comecei a mover minhas mãos pra cima e pra baixo, enquanto continuava chupando o do Aoi com frenesi, num ritmo mais acelerado, igual à respiração dele. Comecei a mover minhas mãos, mas não conseguia gozar, era impossível. No entanto, sabia que o Aoi tava bem perto do dele. Os fluidos dele escorriam pelo banco, molhando o chão, junto com os meus. Nisso, O corpo de Aoi ficou tenso na hora, senti o pau dela ficar mais duro e logo ela tirou da minha boca com um empurrãozinho leve.
— Não quero gozar tão rápido... Ji, ji, ji... — disse Aoi se levantando do lugar. Na hora ela me pegou pelos braços e me colocou por cima da buceta dela como se eu fosse uma marionete. Eu não sabia o que ela pretendia, mas só sorri de forma maliciosa. Foi isso que deu início: ela foi me descendo e, aos poucos, foi se enfiando em mim. Enquanto me perfurava, aquilo parecia não ter fim, ia entrando mais e mais dentro de mim, sentindo como se abria caminho reivindicando seu espaço. Minha respiração ficou ofegante quando cheguei nos ombros dela; já tinha entrado mais da metade, eu estava completamente cheia. Na hora, me agarrei nela com força enquanto sentia aquela vibração dentro de mim, e Aoi me abraçou com força. Começou a se mover devagar pra eu ir me acostumando. Em cada estocada, sentia que batia nas portas do meu útero, querendo se enfiar com força. Minha buceta ficava na altura das nossas bocas, sentia roçando contra o biquíni e os peitos dela num movimento delicioso contra o tecido.
Aoi começou a se mover mais rápido, batendo forte dentro de mim. Dava até pra ver o volume do pau dela subindo e descendo pela minha barriga. Minha respiração estava muito ofegante, igual a dela. Aquele movimento era incrível. Meus fluidos escorriam pra fora, caindo no chão enquanto molhavam a buceta da Aoi e escorriam pelas minhas coxas. Mas Aoi me reservava mais. Ela colocou a boca na minha buceta e começou a chupar a glande vermelha e pulsante, igual eu tinha feito. Aquilo era maravilhoso, sentir aquele prazer por todos os lados, eu estava no céu.
Naquele momento, Aoi ficou parada, ouvindo alguma coisa, como se a porta tivesse se aberto. Parecia ser a voz de uma garota. Aoi começou a olhar pra todos os lados pra nos esconder. Na hora, ela foi comigo até um dos armários e nos trancamos lá dentro. Fiquei em silêncio por uns instantes enquanto... Ouvi duas garotas discutindo lá fora, não aguentava mais, queria sentir ela se mexer, então comecei a me mover bem devagar enquanto sentia a buceta dela vibrar com força dentro de mim. Aquilo me fazia me contorcer de prazer, era insuportável, precisava gritar. Aoi tentava abafar os gemidos enquanto colocava a boca na minha glande, igual eu fazia com ela. Nossos gemidos eram abafados e estávamos num lugar muito apertado, o que nos excitava ainda mais.
Aoi chupava com força, igual eu, e sentia que já estávamos no nosso limite. Não aguentava mais. Senti um empurrão que quase moveu aquilo e notei o pau da Aoi vibrando com toda força, forçando a entrada do meu útero. Não consegui evitar, abri os olhos arregalados na hora. Senti ele rígido, dava até pra sentir minhas veias através do tecido fino. De repente, uma onda de calor nos inundou. Senti o gozo subindo até que finalmente jorrou pra fora com força, enquanto Aoi se derramava dentro de mim com tudo. Senti diretamente ele inundar meu útero com força, enchendo até minha barriga com uma enxurrada quente e grossa, e ao mesmo tempo escorrendo por fora. Minha buceta tentava prender ele dentro de mim pra não sair, enquanto eu provava o gosto do meu próprio gozo que jorrava quase sem controle. Não podia gritar ou seríamos descobertas. Aquilo foi maravilhoso. Por um instante, ouvimos as garotas se despedindo. Na hora, Aoi abriu a porta enquanto eu ainda gozava como uma fonte, sem controle, estava no paraíso. Passaram alguns momentos em que ficamos lá dentro com o rosto desfeito de prazer. Quando terminamos, Aoi tirou o pau de dentro de mim, ainda escorrendo gozo, enquanto eu jorrava em pequenos jatos pra fora, sujando ainda mais aquilo. Logo vi que ela ficou olhando um bilhete que tinham deixado no meu armário.
— Foi... foi... incrível... — falei entrecortado enquanto via minha barriga diminuir de volume devagar, sujando ainda mais. Se dava pra sentir o chão, percebi como aquela coisa voltava ao tamanho original e eu voltava a ser eu mesma.
— Foi uma... experiência única... — disse Aoi enquanto se sentava ao meu lado pra descansar e ficou me olhando nos olhos. Naquele momento, me deu um beijo na testa, bem carinhoso.
— O que é isso...? — perguntei enquanto me levantava devagar, aquela folha de papel me deixava bem intrigada.
— Acabei de encontrar no seu armário... colocaram agora há pouco... acho que nossa voyeur quer se revelar, mas não sabe como — disse Aoi olhando pro pedaço de papel, mas ainda sem ler.
— Não queria que descobrissem... e eu tivesse que mudar de academia... me sinto incrível aqui com vocês, finalmente tenho amigas... O que tá escrito? — falei, baixando a cabeça, furiosa.
— "No dia da repescagem... quero falar a sós com Aoi..." — disse Aoi lendo o bilhete, e olha, não faltava muito pra isso acontecer...
— Você sabe, as notícias correm… entre as do primeiro ano… Agora vou ter que te punir… vem, senta aqui — disse Etsuko de forma dominante, mas com aquele rostinho corado tão lindo. Na hora, Kameko me entregou os salgadinhos que tinha comprado e sentou do meu lado.
Kameko me deu os salgadinhos e logo Etsuko se ajoelhou na frente dela, levantou a saia devagar enquanto olhava a calcinha de Kameko. Na mesma hora, o rosto dela ficou todo vermelho. Eu nem pensei em que tipo de castigo seria, embora não sentisse nada naquele momento — estava completamente relaxada depois da manhã. Tava morrendo de curiosidade pra ver o que ela ia fazer, mesmo já imaginando.
— Que calcinha mais linda… Hehehe… preta com renda… — disse Etsuko, toda corada, enquanto puxava a calcinha pelas pernas dela, sem pressa nenhuma.
— A gente não devia ficar sozinha… seria melhor… — disse Kameko, tentando dar uma desculpa pra eu ir embora.
— Relaxa… além do mais, isso é atividade do clube… Hehehe… — disse Etsuko com um sorriso bem safado e cheio de tesão, enquanto olhava pra boceta que aos poucos ia voltando a ficar ereta, e só de olhar já provocava aquilo.
Etsuko logo colocou a mão, agarrando com força. De onde eu estava, dava pra ver as veias pulsando e aquele grelo grande, grosso e duro. Na hora, ela passou a língua devagar, banhando tudo com saliva, percorrendo cada centímetro de pele, aproveitando cada pedaço, enquanto Kameko começava a respirar mais rápido. Dava pra ver os peitos dela se mexendo num ritmo e os biquinhos marcando na blusa. Aos poucos, ela começou a gemer enquanto Etsuko continuava lambendo tudo, até que num instante enfiou o grelo na boquinha dela e começou a chupar. lentamente pra cima e pra baixo por todo o comprimento que tinha, quase parecia que não cabia na boca dela, dava pra ver o formato do sexo marcado no rosto dela e como parte da saliva escorria pra fora da boca, banhando o sexo da Kameko e deixando ele brilhando com o sol, mas a mão dela não parava de apertar, impedindo que ela chegasse ao orgasmo, isso acelerou ainda mais a respiração da Kameko, ela tentou agarrar a cabeça da Etsuko, mas ela não deixou e na hora tirou ele da boca, um fio de saliva ligou o sexo da Kameko com a Etsuko, que passou a língua nos lábios com gosto.
-- Não é justo... termina o que você começou... -- disse a Kameko reclamando que ela sempre a excitava até o limite e quase nunca deixava ela gozar.
A Etsuko só olhou pra ela e abaixou a parte de cima, muito fofa, rosa clarinho e cheia de moranguinhos, era uma graça, na hora empurrou a Kameko fazendo ela cair de costas com as pernas levantadas e abertas, a Etsuko tinha vista total do sexo dela que estava escorrendo e ansioso, enquanto as coxas brilhavam com os fluidos, embora o rosto dela mostrasse que estava meio brava com aquilo.
-- Você sabe que hoje seu sexo... é meu por completo e eu vou me vingar... -- disse a Etsuko enquanto o sexo dela ficava ereto, era pequeno e cheio de veias, mas ela sabia que podia se comparar ao meu na hora de gozar.
A Etsuko se aproximou devagar da Kameko e colocou o sexo dela na entrada já escorrendo da Kameko e de uma só vez pareceu que engoliu ele lá dentro, a Kameko não conseguiu fazer nada além de soltar um grito de prazer, a Etsuko se agarrou na cintura dela e começou a se mover devagar, no começo sem pressa e aproveitando cada gemido que a Kameko soltava, os peitos dela começavam a ficar marcados pelo calor que fazia e os mamilos estavam muito duros, embora a Etsuko parecesse não ter pressa nenhuma pra aquilo acabar, ela começou a mexer os quadris num ritmo mais acelerado, a respiração das duas se tornou uma só, dava pra ouvir o barulho dos corpos se batendo levando o ritmo daquilo, os gemidos delas... intensificaram de sobremaneira, Kameko estava no seu limite, até fechou as mãos com força. Pude ver que Kameko também semicerrava os olhos no momento em que ambas tensionaram seus corpos. Pude ver o rosto de Kameko como se estivesse desfigurado por tudo que Etsuko estaria descarregando dentro dela. Aos poucos, vi como o abdômen de Kameko foi aumentando de volume — não podia acreditar, era impressionante. A expressão de Etsuko era de felicidade plena, até tinha os olhos fechados e a buceta dela estava completamente enfiada dentro da outra. No momento em que tirou, o esperma começou a sair para fora em pequenos jorros, formando poças.
— Nossa, pareço uma grávida... — disse Kameko com uma expressão de prazer no rosto, mas sabia que aquilo não terminaria ali.
— Ufff... foi genial, mas sabe que posso gozar mais... e ainda tô com mais vontade, então vira de costas... Akemi... Você pode me dar uma goma se tiver? — perguntou Etsuko enquanto piscava um olho para mim com cumplicidade. Eu não pude fazer nada além de olhar nos meus bolsos, mas não encontrei nada. Na hora, desfiz um dos meus rabos de cabelo e entreguei a ela, pensando no que ela estaria tramando, enquanto via Kameko, que já tinha virado de costas e estava de quatro, mostrando a buceta que ainda escorria o esperma de Etsuko por fora, escorrendo pelas pernas misturado com os fluidos dela, enquanto caía no chão formando pequenas poças.
— Claro... toma... — falei enquanto desfazia o rabo de cabelo.
— Não aguento mais... — disse Kameko, sabendo que tudo aquilo ia sair de um momento para o outro.
Assim que Etsuko pegou a goma, ela se colocou por cima de Kameko e, com um movimento, colocou a goma em volta da buceta dela, apertando-a.
— Mas o que você tá fazendo...? — perguntou Kameko, estranhando aquilo, tão repentino e algo que nunca tinha feito.
— É algo especial, você vai ver... — disse Kameko sorrindo de forma safada e ao mesmo tempo inocente, enquanto colocava a buceta dela na entrada do cu da outra. Devagar, ela molhava com o próprio sêmen para lubrificar.
— Nem pense em... — disse Kameko com cara de medo do que estava por vir.
Num instante, Etsuko deu um empurrão que fez Kameko gritar, embora eu não soubesse se foi de dor. Logo depois, ela deitou seu corpinho magro sobre Kameko e se abraçou à barriga dela, inchada pela quantidade de porra que tinha descarregado lá dentro. Em seguida, começou a mexer os quadris devagar, dava pra ver a cara de Kameko aguentando aquilo como podia, mas também como o prazer ia tomando conta das duas.
— Isso, você é minha grávida... Ji, ji, ji... — disse Etsuko rindo com luxúria e ao mesmo tempo com um tom de inocência, enquanto continuava mexendo os quadris. Dava pra ouvir os gemidos das duas ficando mais intensos, enquanto eu via os peitos de Kameko balançando de um lado pro outro por baixo da roupa, junto com os bicos dos peitos das duas marcando, dava pra adivinhar.
Etsuko continuava empurrando sem parar, com toda a força que tinha, até que num último empurrão deixou enterrado dentro dela. Reparei como o corpo dela ficou meio duro e apertou com força a barriga de Kameko, enquanto esta dava um grito de prazer enorme e ao mesmo tempo de dor. Eu sentia de novo Etsuko se descarregando e enchendo ela outra vez, mas ela ainda não conseguia gozar. Dava pra ver a buceta dela inchada e as veias marcadas pela pressão da borracha, pulsando.
O rosto de Etsuko era de pura felicidade, de olhos fechados, e num instante ela caiu no chão, sentando, enquanto Kameko tombava no chão e o esperma que tinha dentro começava a sair dos dois buracos em jatos, sujando o lugar e deixando uma poça grande no chão. Eu vi a buceta de Etsuko ainda banhada no próprio sêmen e a expressão dela alegre e meio tonta.
— Foi maravilhoso... hoje gozei demais... — disse Etsuko enxugando o suor enquanto via Kameko descansar por uns instantes. Quando a barriga dela abaixou por causa da... A carga que ela carregava se desfez, a borracha do sexo dela caiu, e ela se levantou. Olhou para Etsuko com uma expressão irritada e foi na direção dela, colocou a mão na cabeça dela e começou a bagunçar o cabelo com força.
— Isso eu não vou te perdoar... e não pense que vai escapar... — disse Kameko com raiva, enquanto colocava minha borracha no pequeno sexo dela, que lentamente começava a endurecer. Pegou ela no colo com as pernas em volta da cintura e apontou o sexo dela para a entrada. Observei como o sexo dela estava inchado e muito grande, parecia que ia explodir a qualquer momento, até a glande estava enorme. Embora Etsuko chutasse bastante, não adiantou nada, mesmo sabendo que isso ia acontecer.
— Não é justo... hoje é a minha vez... — disse Etsuko protestando com força, mas aquilo pareceu irritar ainda mais Kameko, que investiu com força e deixou Etsuko de olhos virados num instante quando sentiu ela se abrindo caminho lá dentro com toda aquela potência.
— Você sabe que adora sentir ela dentro... — disse Kameko enquanto enfiava de uma vez lá dentro. Dava pra ouvir o choque dos corpos, mas também o gozo de Kameko escorrendo pelas coxas dela, brilhando sob o sol.
Kameko começou a meter com força, uma vez atrás da outra, sem descanso. Estava perfurando ela de um jeito que dava pra ver o rosto de Etsuko desfigurado de prazer, enquanto ela gemia sem controle, agarrada ao corpo de Kameko, enquanto os fluidos dela molhavam o sexo de Kameko. Ela começou a gemer de novo, num ritmo mais acelerado. Dava pra ver os mamilos se roçando através da roupa por causa do suor. Nesse momento, ouvi a porta abrir, mas não podia mandar elas pararem, então me apressei pra ver quem era. Por sorte, era Aoi, que trazia as chaves do clube nas mãos.
— Nossa... Aconteceu alguma coisa?... Você tá pálida...? — perguntou Aoi ao me ver chegar toda apressada e com medo na cara de sermos pegas.
— Ainda bem que é você... — falei quase sem fôlego, com o medo na minha rosto pra caso descobrissem a gente e isso seria fatal.
— Deixa eu adivinhar... Kameko e Etsuko tão... praticando pro clube... Né?... — disse Aoi, perspicaz, e não tava errada em falar isso.
— Sim, ...vamos... — falei, já mais calmo, enquanto voltávamos pra perto das duas. Kameko ainda tava castigando ela sem pena, dava pra ver o corpo quase moído da Etsuko apoiado nos ombros dela, gemendo sem controle e com a língua pra fora.
— Que legal... Posso entrar?... — perguntou Aoi, o que me surpreendeu pra caralho, mas não liguei enquanto continuava comendo.
— Pode sim, hoje quero... castigar ela com tudo... — disse Kameko, apertando a bunda da Etsuko com as mãos e abrindo a entrada dela pra Aoi ver inteirinha. Nessa hora, Aoi começou a tirar a calcinha e puxou a buceta dela pra fora, já toda lubrificada, com a glande brilhando. Na mesma hora, Etsuko reagiu por um instante.
— Não... não... não vou aguentar isso... — disse Etsuko reclamando, mas as palavras dela caíram no vazio. Na hora, sentiu aquilo na entrada do cu e, conforme ia perfurando ela devagar, não conseguiu fazer nada além de abrir os olhos o máximo que podia e escancarar a boca, sem soltar um gemido sequer. Na mesma hora, Aoi abraçou a cintura da Etsuko e começou a se mexer devagar, como se quisesse que o corpinho dela se acostumasse com aquilo, mas logo se encaixou no ritmo das estocadas da Kameko. As três começaram a gemer forte — se a gente tivesse em outro lugar, iam nos ouvir, mas aquele lugar era perfeito. Dava pra ver os membros entrando e saindo no mesmo ritmo, perfurando a Etsuko naquela dança, enquanto as bucetas saíam completamente molhadas dos fluidos delas e voltavam a entrar, deixando a coitada da Etsuko parecendo um pano, quase nem conseguindo ficar acordada. Num segundo, Kameko deu uma última estocada que entrou fundo, enquanto Aoi, por sua vez, enfiou tudo que tinha. conseguiu enfiar dentro dela deixando metade pra fora, ambas tensionaram os corpos enquanto Kameko levantou a cabeça olhando pro céu aberto e soltaram um gemido em uníssono, pude ver como os membros delas se moviam soltando a carga dentro dela que até chegava a sair pra fora em jatos molhando as coxas e se misturando com os fluidos de Etsuko, assim ficaram por um momento, até a barriga de Etsuko cresceu quase que na hora pela quantidade que foi introduzida, num instante o rosto dela se desfigurou um pouco aguentando tudo aquilo, depois de alguns minutos quando terminaram Aoi tirou o pau do cu de Etsuko bem devagar e pude ver como começava a sair o esperma dela em jatos como se fosse quase uma fonte de tão dilatada que ela tava.
Kameko deixou Etsuko no chão bem delicadamente pra ela descansar e da buceta dela começou a sair jatos de porra enquanto o corpo dela se contorcia e o pau amarrado com a borracha dava pequenos movimentos, ao mesmo tempo pude ver as veias bem inchadas.
— Por...favor...a borracha...desa...mara... — disse Etsuko entrecortado enquanto o corpo dela continuava soltando esperma e se contorcendo, estendi a mão pra desamarrar enquanto Kameko descansava igual a Aoi sentadas, na hora tirei a borracha e o semen de Etsuko jorrou como uma fonte molhando quase todo o chão, nesse momento ela deu um grito de prazer que foi incrível ecoando nos nossos ouvidos.
— Foi demais... — disse Kameko enquanto se arrumava um pouco e se preparava pra comer um dos sanduíches.
— Uma boa descansada... — disse Aoi sorrindo enquanto se arrumava um pouco e sentava do meu lado.
Fiquei um momento ao lado de Etsuko enquanto ela aos poucos se recuperava daquilo e eu arrumava meu rabo de cavalo, assim que terminei vi Etsuko começando a se levantar com as pernas tremendo e tentando não cair enquanto se arrumava devagar e na hora se colocou do lado de Kameko abraçando ela, essa na hora deu um dos sanduíches pra ela e começaram a comê-los juntos.
— Não é justo... o que você fez... mas hoje... vou acabar te castigando, lembra que a gente saiu antes... — disse Etsuko, pensando que no final a vingança seria dela.
— Vim avisar vocês que já temos as chaves do clube... assim que terminarmos de comer... a gente vai lá dar uma olhada, sorte que também temos um banheiro, podemos relaxar graças à Akemi... — disse Aoi enquanto me abraçava carinhosamente, e na hora eu dei um pouco de arroz com os hashis pra ela, baixando a cabeça.
— Valeu... você é demais... — disse Aoi de novo enquanto saboreava o arroz, mas mesmo ela tendo dito aquilo que me alegrava, eu sabia que algo dentro de mim estava prestes a sair e eu não saberia o que fazer se conseguisse.
Na hora a sirene tocou e eu guardei o bento enquanto Aoi nos mostrava as novas chaves, mas aquela felicidade acabou rápido quando vi a cara de Kameko com raiva, pensando no que viria agora.
— Merda... agora é natação... — disse Kameko irritada com o que podia rolar, e não parecia gostar nada daquilo.
— Tentei falar com a enfermeira... mas ela não sabe se vai conseguir dar um jeito de vir, desculpa... vamos ter que fazer alguma coisa, pelo menos a Akemi pode ir... — disse Aoi sorrindo pra mim enquanto me olhava.
Fiquei por um momento me olhando, pensativa, mas sabia que aquilo não daria certo, se só com o cheiro aquela coisa já acordava, imagine se visse todas as minhas colegas de biquíni.
— Acho que não vou conseguir controlar isso... — falei séria enquanto me observava e hesitava, pensativa, tentando saber o que fazer.
Naquele momento a sirene tocou de novo e saímos de lá, Kameko e eu fomos pros vestiários e a Etsuko pra aula dela, enquanto a Aoi voltava a ver a enfermeira pra ver se conseguia resolver de algum jeito, e eu esperava que desse certo.
Passamos pelos corredores lotados de gente indo de um lado pro outro, os caras ficavam me encarando por um momento, vi o Steve que cumprimentava a Kameko mas ela ignorou ele, parecia que não queria nem ver ele, entramos por um corredor e abrimos uma porta dupla com uma vigia de vidro, logo vi outras portas que abrimos e vi um cômodo bem grande com vários armários espalhados, fui até o meu mas no caminho parei por um instante enquanto via as garotas se trocando e começava a ver suas roupas íntimas, o cheiro daquele lugar começava a me embriagar de um jeito absurdo, tentei pensar em outra coisa, por sorte a Kameko me empurrou até meu armário me tirando daquele estado, mas sabia que não ia aguentar por muito tempo.
-- Ei... Akemi, acorda, é melhor não deixar a imaginação te levar... vou te acompanhar até seu armário... por sorte temos um lugar mais afastado... mas mesmo assim temos que tomar cuidado... -- disse Kameko enquanto me empurrava para o armário, eu praticamente não conseguia desviar o olhar daqueles corpos semidespidos se trocando, era quase como um afrodisíaco pra mim.
Entramos quase no canto da sala, lá abrimos os armários, abri o meu e enfiei a cabeça pra dentro tentando me controlar, meu coração tava batendo a mil e tentei resolver uns problemas de álgebra mentalmente.
-- Akemi... pode me fazer um favor...? ...pode vigiar por um momento...? ...enquanto eu me troco...? -- disse Kameko com a voz trêmula de medo do que pudesse acontecer.
-- Claro... vou tentar... -- falei enquanto tirava a cabeça do meu armário e ficava de olho pra ver se alguém vinha, mas por enquanto ninguém parecia ter notado a nossa presença, continuavam na deles, Kameko começou a se trocar o mais rápido que podia, quando já tava de meio biquíni vi que a Alex, vestida com o uniforme de cheerleader, se aproximava dela.
-- Cuidado... Alguém vem... -- avisei pra ela continuar de costas.
-- Quem é...? ... -- perguntou Kameko com a cara de medo de ser descoberta.
-- É a Alex... -- falei meio pensativa, não sabia o que ela queria agora.
-- Merda... Justo agora... -- disse Kameko. Amaldiçoando ele sem conseguir se mexer.
— Eh... Sua sapatona... Sabe onde a Aoi está...? Preciso falar algo com ela... — perguntou Alex, falando aquilo como se quisesse insultar a Kameko ou irritá-la, mas deu sorte. Dessa vez ela não podia se virar; se tivesse feito, tinha certeza de que teria ido pro chão.
— Não faço ideia... Pra que você quer ela...? ... — perguntou Kameko entre os dentes, puta da vida.
— Pelo que ouvi... O clube de vocês já tá formado e quero falar com ela... sobre o lugar que vão ter pra pescar os retardatários... embora duvide que consigam pegar alguém... O clube de vocês nem se sabe pra que serve... além disso, vou ficar de olho em vocês... — respondeu Alex com malícia, mas não entendi essa história de ficar de olho.
— Por que você diz... que vai ficar de olho na gente...? ... — perguntou Kameko tentando aguentar Alex o máximo que podia; parecia que a simples presença dela já era motivo suficiente pra deixá-la puta.
— Porque sou uma das coordenadoras dos clubes... Então já sabem, e ainda têm que me passar as atividades que fizerem todo mês... Lembra, Akemi... Mas você podia se virar pra falar comigo... — disse Alex quase dando uma ordem, mas sabia que a resposta de Kameko não ia ser nada amigável.
— Eu falo do jeito que quiser e agora vaza... Essa não é sua sala... — disse Kameko enquanto batia a mão na porta do armário com tanta força que várias garotas ali se viraram pra ver o que tava rolando.
— Você é uma mal-educada... — disse Alex enquanto se mandava dali com aquele ar de superioridade dela.
— Parece que vocês não se dão bem... — falei enquanto via Kameko pegar um pareô de dentro do armário e amarrar na cintura, e na hora bateu a porta do armário com força.
— É que não aguento ela... É só ver que já ferve meu sangue... — disse Kameko enquanto arrumava o resto do biquíni; era azul com listras vermelhas de cada lado, embora fosse bem justo no corpo dela, parecia uma... A segunda pele dava pra ver perfeitamente os peitões dela e as curvas já bem provocantes, o problema é que do mesmo jeito que apertava nela, fazia o mesmo na buceta dela, deixando marcado. Por isso ela tinha que usar um pareô mais grosso.
— Por algum motivo em especial...? — perguntei, enquanto dessa vez era ela quem vigiava e eu começava a me trocar.
— Simplesmente quando a gente entrou aqui... conheci o Alex, ele disse que eu seria boa pro clube de esportes... e me inscrevi. Como você sabe, do meu lado sempre tem a Etsuko, somos tipo irmãs... então, ela começou a pegar no pé dela. Quando me contou pela primeira vez, não acreditei... mas aquilo continuou. Um dia decidi... segui-la e vi como ela fazia... elas pregavam peças pesadas na Etsuko e eu não aguentei. Tentei fazer com que as amigas dela me batessem... mas o tiro saiu pela culatra. Pedi desculpas pra Etsuko e ela me perdoou, e agora não consigo nem olhar pra cara dela. Foi aí que ela me colocou o apelido de machorra... por causa da surra que dei nas amigas dela. Ninguém mexe com a Etsuko — disse Kameko, me contando a história toda, e olha, ela tinha muitos motivos. Quando terminei de me trocar, aquela coisa grudou em mim. Por um momento, fiquei olhando pros peitos da Kameko e comparei com os meus, que eram quase minúsculos. Olhei pra baixo e só vi um pequeno volume, quase indistinguível de um caroço normal.
Quando fechei o armário, vi que quase não tinha ninguém ali e suspirei aliviada, mas na mesma hora a professora entrou pra avisar a gente pra sair pra fora. Assim que nos juntamos com as outras, pude ver aqueles corpos apertados naqueles maiôs que marcavam as silhuetas e os corpos perfeitamente contornados. Não consegui fazer nada além de baixar a cabeça enquanto, aos poucos, sentia aquela coisa pulsando, querendo sair e se mostrar pras outras.
Naquele momento, saímos pra piscina. Aquele lugar era enorme e tinha um teto de vidro, com uma claraboia gigante. Além disso, tinha um cheiro bem forte de cloro. Tinha vários trampolins pras... Pistas de natação e outra mais alta pros saltos olímpicos. Do lado da piscina tinha uns bancos pra sentar, junto com uns flutuadores caso acontecesse algo. Era incrível que aquela academia tivesse tanta grana.
— Muito bem, meninas... hoje vamos aprender o básico... então entrem na água... vamos lá... — disse a treinadora nos incentivando. Era uma mulher alta, com o corpo bem torneado de tanto malhar. Usava um apito no pescoço, cabelo curto e loiro. Na hora, quase toda a turma pulou na água e começou a brincar e se divertir. Eu fiquei olhando com inveja de elas conseguirem fazer aquilo, mas tinha certeza de que, se entrasse na água, podia despertar aquela coisa.
— Posso saber o que há com vocês?... A água não vai morder ninguém, vamos... entrem... — disse a treinadora nos animando a entrar.
— Desculpa, treinadora, tô menstruada... não posso entrar... — disse Kameko dando a desculpa clássica que pelo menos pra ela funcionava, mas eu não podia dar essa porque nem menstruada eu era ainda.
— Vai sentar... É inacreditável, já é a segunda vez... na próxima não vou perdoar, lembre-se disso. E tira essa canga... — disse a treinadora enquanto mandava ela pros bancos ao redor da piscina.
— Valeu, treinadora... — disse Kameko enquanto se sentava num dos bancos.
— Então só sobrou você... vamos, entra... — disse a treinadora enquanto me pegava pela mão. Eu senti que era meu fim, não sabia o que fazer. Cada vez tava mais perto da piscina, dava pra sentir aquele adesivo soltando aos poucos, aquilo ia me revelando.
— Um momento, treinadora... — disse uma voz muito familiar. Aquilo tinha sido minha salvação. Quando virei a cabeça pra ver quem era, não podia ser outra: Aoi, sorrindo pra mim.
— Fala, Aoi... — disse a treinadora meio sem vontade enquanto ela se aproximava.
— A enfermeira disse que precisa verificar umas coisas com a Akemi e fazer uns exames no nosso clube. testes... no nosso clube e não podemos tomar banho por enquanto... e que daqui a pouco ela vai vir... — disse Aoi enquanto sorria pra mim como sempre fazia, não poderia ter chegado em melhor hora; a treinadora ficou me encarando com cara de poucos amigos, mas me soltou na hora e fui sentar junto com a Kameko.
— Mas da próxima vez vai pra dentro, lembra disso... — disse a treinadora enquanto me via indo em direção à Kameko, como se aquilo fosse uma ameaça.
Naquele momento, vi o céu aberto e fui sentar ao lado da Kameko. Na mesma hora, a Aoi passou pelo nosso lugar e a Kameko contou pra ela o que o Alex tinha dito. Imediatamente, vi a Aoi pensativa e estranhando aquilo, como se não tivessem tanta liberdade quanto ela queria.
— Bom, é melhor não se preocupar. Daqui a pouco a enfermeira vem e também traz a Etsuko... pelo menos vamos poder tomar banho sossegadas... — disse Aoi, respirando aliviada com aquilo, assim como eu.
— Muito obrigada por ter me salvado... — falei, agradecendo por aquilo, já que começava a sentir que aquilo queria sair.
— E como eu disse, ela vai chegar daqui a pouco... vou ter que ver o Alex... bom, além disso, a Kameko vai ter uma surpresa: a Etsuko também vai vir pra cá... — disse Aoi com malícia, mostrando a língua de forma provocante.
— Mas essa não é a aula dela... — reclamou Kameko, ao ouvir aquilo.
— Eu sei, mas ela pertence ao clube e temos que ficar unidas... — disse Aoi. No fundo, ela não deixava de ter razão, mas pra Kameko, hoje em especial, ia ser um suplício.
— Tá bem... — disse Kameko, abaixando a cabeça, meio corada por ela vir, mas sabia que no fundo gostava de ficar com ela.
— Até mais... — disse Aoi, saindo correndo da piscina.
— Bom, pelo menos por enquanto estamos a salvo... — disse Kameko, aliviada, assim como eu. Podia ter acontecido qualquer coisa, e eu sabia que aquele adesivo não ia aguentar muito mais.
Ficamos sentadas quase a aula de natação inteira. Falando sobre nossos assuntos, eu nem conseguia levantar o olhar com medo de que o adesivo soltasse a qualquer momento. Por dentro, eu sentia aquela coisa abrindo caminho aos poucos e não podia permitir. O cheiro de cloro misturado com o das garotas na piscina estava me enlouquecendo, até que ouvi a treinadora mandando elas saírem da água. Aquilo foi minha salvação. Vimos todas saindo e indo para os vestiários.
— Bom, hora de entrar na água... vamos... — disse Kameko, me pegando pela mão e mergulhando. Aquilo foi uma delícia completa. Senti a água me refrescar e me acalmar em parte, mas percebia que o adesivo estava cedendo e não demoraria muito para soltar.
Logo vimos Etsuko entrando pela porta, pulando na água como uma bomba e se aproximando nadando até onde estávamos. Eu estava morrendo de vontade de ficar com ela de novo, e aquele biquíni vestia como uma segunda pele, apesar da baixa estatura dela. Ao fundo, pude ver Aoi com o mesmo biquíni, mas com um volume que subia até acima dos peitos, bem no meio deles. Era inacreditável.
— Bom, pronto... podemos nadar tranquilas... — disse Aoi, sorrindo para mim e fazendo sinais para eu me aproximar. Comecei a nadar em direção aos vestiários. Quando cheguei lá, vi a enfermeira ao lado, nos esperando.
— Vocês têm sorte... Aoi me pediu para ser tutora do clube de vocês, assim pelo menos posso ficar de olho em vocês... então não se preocupem. Preciso resolver umas coisas... volto já... — disse Ashley, gentilmente. Agradeci por tudo aquilo. Pelo menos ficaríamos mais tranquilas em certas aulas, e ela poderia nos ajudar no que pudesse.
— Bom, um problema a menos... — disse Aoi, sorrindo para mim de forma maliciosa e, de algum jeito estranho, também com luxúria, como se estivesse pensando em outra coisa, menos em nadar.
Naquele momento, senti o adesivo se soltar e fechei os olhos, sentindo uma tontura. Sabia que aquela personalidade tinha... Acordei, e via tudo de novo de fora, mas estando ali mesmo, senti aquele pau crescendo aos poucos, ficando cada vez maior, e tive que afastar a sunga apertada pra ele ter espaço. Aoi, por sua vez, tirou a dele, que já tava quase duro, pegou na minha mão e sentou num dos bancos do vestiário. Mesmo eu estando de pé, a piroca dele quase batia no meu queixo. Também dava pra sentir meus fluidos começando a escorrer, molhando a sunga, do mesmo jeito que os dele sujavam o chão. Me ajoelhei e comecei a enfiar ele na boca quase que na hora, sentindo o calor e a vibração constante. Na minha boca, sentia o gosto salgado dele, e as veias pulsando na minha língua. Não fiz outra coisa senão me agarrar com as mãos e começar a chupar, banhando ele de saliva. Tentei de tudo pra enfiar ele inteiro na boca, mas não conseguia, não chegava nem na metade. Ouvia a respiração ofegante do Aoi, o movimento dos peitos dele, enquanto ele tentava dar uns pequenos pulinhos com o quadril pra enfiar mais daquela rola na minha boca pequena e apertada. De repente, ele pegou minha cabeça e deu um empurrão forte. Senti o pau dele atravessar minha garganta e ficar lá dentro por um tempo. Dava pra ouvir o gemido intenso do Aoi, como se tivesse acertado o ponto certo. Mas naquele estado, eu não ia aguentar prender a respiração por muito tempo. A pressão dele diminuiu, e eu consegui tirar ele da minha garganta. Tosse um pouco, mas logo enfiei ele de novo na boca, banhando de saliva e brincando com a língua. Enquanto isso, com as mãos, agarrava meu próprio pau com força e apertava. Sentia o calor e o pulsar das veias nas minhas mãos, quase queimando. Comecei a mover minhas mãos pra cima e pra baixo, enquanto continuava chupando o do Aoi com frenesi, num ritmo mais acelerado, igual à respiração dele. Comecei a mover minhas mãos, mas não conseguia gozar, era impossível. No entanto, sabia que o Aoi tava bem perto do dele. Os fluidos dele escorriam pelo banco, molhando o chão, junto com os meus. Nisso, O corpo de Aoi ficou tenso na hora, senti o pau dela ficar mais duro e logo ela tirou da minha boca com um empurrãozinho leve.
— Não quero gozar tão rápido... Ji, ji, ji... — disse Aoi se levantando do lugar. Na hora ela me pegou pelos braços e me colocou por cima da buceta dela como se eu fosse uma marionete. Eu não sabia o que ela pretendia, mas só sorri de forma maliciosa. Foi isso que deu início: ela foi me descendo e, aos poucos, foi se enfiando em mim. Enquanto me perfurava, aquilo parecia não ter fim, ia entrando mais e mais dentro de mim, sentindo como se abria caminho reivindicando seu espaço. Minha respiração ficou ofegante quando cheguei nos ombros dela; já tinha entrado mais da metade, eu estava completamente cheia. Na hora, me agarrei nela com força enquanto sentia aquela vibração dentro de mim, e Aoi me abraçou com força. Começou a se mover devagar pra eu ir me acostumando. Em cada estocada, sentia que batia nas portas do meu útero, querendo se enfiar com força. Minha buceta ficava na altura das nossas bocas, sentia roçando contra o biquíni e os peitos dela num movimento delicioso contra o tecido.
Aoi começou a se mover mais rápido, batendo forte dentro de mim. Dava até pra ver o volume do pau dela subindo e descendo pela minha barriga. Minha respiração estava muito ofegante, igual a dela. Aquele movimento era incrível. Meus fluidos escorriam pra fora, caindo no chão enquanto molhavam a buceta da Aoi e escorriam pelas minhas coxas. Mas Aoi me reservava mais. Ela colocou a boca na minha buceta e começou a chupar a glande vermelha e pulsante, igual eu tinha feito. Aquilo era maravilhoso, sentir aquele prazer por todos os lados, eu estava no céu.
Naquele momento, Aoi ficou parada, ouvindo alguma coisa, como se a porta tivesse se aberto. Parecia ser a voz de uma garota. Aoi começou a olhar pra todos os lados pra nos esconder. Na hora, ela foi comigo até um dos armários e nos trancamos lá dentro. Fiquei em silêncio por uns instantes enquanto... Ouvi duas garotas discutindo lá fora, não aguentava mais, queria sentir ela se mexer, então comecei a me mover bem devagar enquanto sentia a buceta dela vibrar com força dentro de mim. Aquilo me fazia me contorcer de prazer, era insuportável, precisava gritar. Aoi tentava abafar os gemidos enquanto colocava a boca na minha glande, igual eu fazia com ela. Nossos gemidos eram abafados e estávamos num lugar muito apertado, o que nos excitava ainda mais.
Aoi chupava com força, igual eu, e sentia que já estávamos no nosso limite. Não aguentava mais. Senti um empurrão que quase moveu aquilo e notei o pau da Aoi vibrando com toda força, forçando a entrada do meu útero. Não consegui evitar, abri os olhos arregalados na hora. Senti ele rígido, dava até pra sentir minhas veias através do tecido fino. De repente, uma onda de calor nos inundou. Senti o gozo subindo até que finalmente jorrou pra fora com força, enquanto Aoi se derramava dentro de mim com tudo. Senti diretamente ele inundar meu útero com força, enchendo até minha barriga com uma enxurrada quente e grossa, e ao mesmo tempo escorrendo por fora. Minha buceta tentava prender ele dentro de mim pra não sair, enquanto eu provava o gosto do meu próprio gozo que jorrava quase sem controle. Não podia gritar ou seríamos descobertas. Aquilo foi maravilhoso. Por um instante, ouvimos as garotas se despedindo. Na hora, Aoi abriu a porta enquanto eu ainda gozava como uma fonte, sem controle, estava no paraíso. Passaram alguns momentos em que ficamos lá dentro com o rosto desfeito de prazer. Quando terminamos, Aoi tirou o pau de dentro de mim, ainda escorrendo gozo, enquanto eu jorrava em pequenos jatos pra fora, sujando ainda mais aquilo. Logo vi que ela ficou olhando um bilhete que tinham deixado no meu armário.
— Foi... foi... incrível... — falei entrecortado enquanto via minha barriga diminuir de volume devagar, sujando ainda mais. Se dava pra sentir o chão, percebi como aquela coisa voltava ao tamanho original e eu voltava a ser eu mesma.
— Foi uma... experiência única... — disse Aoi enquanto se sentava ao meu lado pra descansar e ficou me olhando nos olhos. Naquele momento, me deu um beijo na testa, bem carinhoso.
— O que é isso...? — perguntei enquanto me levantava devagar, aquela folha de papel me deixava bem intrigada.
— Acabei de encontrar no seu armário... colocaram agora há pouco... acho que nossa voyeur quer se revelar, mas não sabe como — disse Aoi olhando pro pedaço de papel, mas ainda sem ler.
— Não queria que descobrissem... e eu tivesse que mudar de academia... me sinto incrível aqui com vocês, finalmente tenho amigas... O que tá escrito? — falei, baixando a cabeça, furiosa.
— "No dia da repescagem... quero falar a sós com Aoi..." — disse Aoi lendo o bilhete, e olha, não faltava muito pra isso acontecer...
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