Con secretaria argentina de omint

Fala, poringuer@s! Essa é a primeira história que vou postar... na real, era galeno, mas já foi.
Sempre tive a fantasia de pegar uma secretária, e uma coroa, mas nunca imaginei que, pelas coisas da vida, ia acabar comendo as duas fantasias numa mulher só...Um dia tive que acompanhar um parente na clínica, não de boa vontade, digamos kkk, desde o momento que entramos e perguntamos umas coisas na recepção, fiquei de olho numa magrinha, uns 40 anos, cabelo castanho meio ondulado, magra, maquiagem formal, era uma gatinha comum, nada de outro mundo... sorriso vai, sorriso vem, quase parecia que ela sabia que eu tava atraído de um jeito descomunal (o tesão de comer uma secretária veterana).

O tempo todo que a gente esperou a consulta até meu parente entrar, eu fiquei encarando ela, não tava nem aí se passasse uma médica com uma bunda perfeita, outros pacientes, nada... eu só olhava pra ela. Ela levantou umas duas vezes, tava de jeans justinho meio solto (ou meio apertado...), mas que marcava a silhueta dela, bota, e uma espécie de regata lisa comprida apertada que tampava a raba como se fosse uma minissaia, muito sexy e estilosa, não sou um cara que liga pra moda nem nada (sou um bagaço), mas me deixa doido uma gatinha com um look formal.

Fiquei sentado sozinho olhando ela de canto, enquanto ela falava umas coisas com a colega, até que num momento ela ficou sozinha, foi quando vi a chance de atacar, então criei coragem e me aproximei pra tentar puxar papo. Também não me acho um desses caras que sabem que tão na vantagem, só gosto de arriscar, não importa o resultado (que geralmente é um não...). Quando cheguei perto, pude ver as pernas cruzadas, o sorriso, minha libido explodia... então, com tudo contra, pergunto: "Como cê tá?" — "Bem, e você?" — ela respondeu sorrindo e com uma risadinha leve, quase debochada mas amigável. Fiz um comentário sobre o clima, falei que não era da capital, ela disse que era nova, que tinha custado a achar emprego mas já tava feliz, e aí a gente já entrou numa confiança, ela me contou que tinha duas filhas, etc., etc., que era separada. SEPARADA!! (a palavra ecoou na minha cabeça!!) Soltei que sou solteiro, que com minha ex tinha terminado por causa... diferença de idade... aah, você gosta das mais velhas, hein? - ela me fala (como se estivesse me provocando, claro, era uma coroa, eu bem mais novo)... e sim! - respondo rindo
Como sempre acontecia comigo, depois do ataque vinha o momento decisivo da vitória, e eu ficava nervoso, meu amigo já estava quase saindo, eu era um pouco mais novo pra essa gostosa, e chegava a hora da pergunta, ela estava linda pra mim... então solto de uma vez: não quer que a gente se encontre um dia? - falo - você me caiu muito bem... e... bom - ela me interrompe.
Trocamos celular, e na hora sai o otário do meu parente, então dou um beijo nela e a gente se despede.

À noite comecei a mandar WhatsApp pra ela, e assim por vários dias. Percebi que era muito reservada, no Facebook dela só fotos de família, filhos, sempre se vestia formalmente sexy mas não postava foto dela em rede social nenhuma, não gostava de falar do ex, parecia querer passar uma sensação de estabilidade através das fotos, do jeito de falar, e claro, isso só podia significar o contrário, ela devia ter muita dor ou ressentimento talvez, que expressava, com certeza, eu supus, sexualmente, tava na cara, eu imaginei... era uma putinha festeira...
Suposição que confirmei quando expliquei minha situação e marcamos um encontro.

Como tinha filhas, me disse que não tinha muito tempo livre pra sair pra dançar, mas que a gente podia fazer "algo mais" outro dia - trepar - penso eu na minha cabeça... Então marcamos pra um sábado à noite, conversa típica, ela solta a frase da vadia qualificada - sou muito sociável... - puta, haha - falo pra mim mesmo.
Garrafas vão, garrafas vêm, ela comenta que precisa voltar pra casa mais cedo por causa dos filhos, então sugiro - que tal a gente ir pra "algum lugar"? - Ela confirma com a cabeça... essa mulher bebia tudo!!

Chegamos num motel, e começo a passar a mão nela, essa lembrança é muito vívida. Como ela é magra, a rata marcava bem, naquele dia Ela tava de legging preta, bota curta branca e uma camiseta largona, daquelas com o símbolo hippie da paz... Entre beijos apaixonados, eu passava a mão nela toda, e ela começou a pegar no meu volume — sabe quanto tempo que eu não como um gostoso igual você? — ela falou...
A luz vermelha destacava as curvas da magrinha, ela já tava sem nada da cintura pra cima, eu masturbava ela por baixo da legging, e comecei a puxar pra baixo, enquanto ela soltava aquele som, sugando o ar entre os dentes, tava molhada. Olhei pro nosso reflexo no espelho, enquanto descia a legging dela, passando as duas mãos pelos quadris, e vi aparecer uma calcinha fio dental preta, beijei a boca dela me olhando no espelho, me agarrando naquelas curvas, ela tinha uns 1,65 mais ou menos, tava adorando a imagem...
Ela se abaixou, puxou minha cueca pra baixo e começou a me chupar, nem muito devagar, nem rápido demais, enquanto eu endurecia na boca dela. Segurei o cabelo dela com uma mão e enfiei um pouco na garganta, enquanto ela tentava me olhar, com os olhos meio lacrimejando. Não aguentei, levantei ela, virei apoiando aquela bunda nua, e levei pra cama, tirei as botas dela e o que sobrou de roupa, coloquei camisinha e meti. Ela abriu bem as pernas, eu acariciava os peitos dela, pequenos, mas redondos e durinhos, enquanto penetrava com uma intensidade moderada, abrindo ainda mais as pernas dela com as mãos. Desci pra provar aquela buceta molhada, procurei o clitóris dela — aí sim, gostoso — ela falou.
Levantei ela (porque era magrinha) e coloquei de quatro — aí sim, assim, bebê... — ela falou toda corada — ajustei a camisinha, abri a vagina dela com os polegares e enfiei. Comecei a meter com tudo naquela posição — assim, assim, assim — ela gritava no ritmo que eu tava penetrando. — mete tudo, tudo, mete tudo em mim — ela pedia — quer que eu meta tudo? Olha que vou meter, hein? — eu falei — quer que eu coma você como seu marido não come? — Tirei a camisinha e joguei fora, enfiei de novo e continuei bombando, sentindo aquela buceta molhada e quente.
Ela gozou. a primeira gozada, e ela volta a me fazer oral —vamos fazer um 69— sugiro. E na hora a gente se ajeita, ela me chupava a mil por hora, tanto que dava uma ardidinha na ponta da cabeça da pica, eu enfiava os dedos e a língua nela como dava, tentava abrir a buceta dela, mas ela me rejeitou com um movimento...
Num momento ela para e se acomoda em cima de mim, de costas parecia uma gostosa de 25, 30 anos, magrinha claro, pega na minha pica e senta enfiando.
Começou a rebolar a mil por hora, enquanto segurava o cabelo com uma mão, eu tava perdido no prazer, e olhava aquela imagem no reflexo do espelho... gozei de novo, mas ela não parou. Pelo contrário, se levantou e sentou de novo com os joelhos dobrados, segurando o cabelo outra vez, rebolando, toda suada...
Peço se ela podia ficar de quatro de novo, ela topa, mas dessa vez coloco a calcinha fio dental nela de novo, e puxo de lado, começo a meter o mais rápido que consigo —continua assim assim assim— ela falava, o tesão que a situação toda me dava me deixava a mil, o som daquela buceta comendo me esquentava ainda mais... —cê gosta da pica, né?— falo —cê é um anjo— ela responde... —toma a porra, aí vai sua porra— falo. Abri ela bem enquanto gozava, e ela empurrava tudo pra trás...
Deito e ela também —você se divertiu?— pergunto —muito bem, bebê— ela responde, como se estivesse falando na recepção onde conheci ela, com aquela voz sensual, meio sonsa...
A gente se veste, se higieniza e vai embora...
Antes de nos despedir, ela comenta que não é de fazer isso (o que claro, não acredito, é puta...), e falo que tá tudo bem, combinamos de nos ver outro dia...
Espero que vocês curtam a história!!/// esses dias vou redigir um pouco melhor...

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