Paula.
Antes de conhecer a Amanda, tinha saído com ela por algumas semanas, ela tinha acabado de começar a dar aula de história. Conheci ela numa madrugada no L'inferno e um tempo depois tudo terminou no carro dela de forma explosiva. A gente tava se pegando sem controle e ela começou a chupar minha rola, tentei parar ela umas duas vezes, mas ela tava determinada a ir até o fim... depois continuamos nos vendo e eu paguei a dívida com juros, verdade seja dita, a gostosa quando esquentava era um foguete, tinha um pouco de Dr Jekyll e Mr Hyde na versão feminina.
Mas a Amanda apareceu e eu dei um jeito de sair de fininho, ficamos de boa.
Liguei pra ela.
Que surpresa, cadê você, perdido, o que tá fazendo, etc., e sugeri tomar um café.
Minha ideia era sondar, como sempre sondava todas sobre as fantasias delas pra ver qual era. Com ela não tinha tido tempo. Era daquelas gostosas atraentes e discretas nas roupas e no visual em geral, mas peladinha era um inferno, tinha de tudo e tudo lindo. Não parecia ter rodado muito. Diferente da Amanda, a pele dela era bem branquinha e rosada, bem rosadinha nas áreas mais íntimas...
Tava sentado no Filo, esperando ela, e quando ela apareceu quase caí da cadeira, ela tinha mudado o corte e a cor do cabelo e tava usando uma calça branca justa que não só destacava a bunda linda dela como também marcava de um jeito provocante a buceta. Em cima, algo tipo uma blusa justa também, onde os peitinhos dela lutavam pra sair.
Meu plano inicial de só tomar um café e ver qual era tava balançando.
- Uau... que mudança de visual!!
- Gostou?
- Sim... cê tá linda demais...
- Você também, como sempre...
Sim. Foda-se o café, queria pegar ela na hora.
Passamos um tempo conversando sobre generalidades e novidades, mas os dois sabiam como o encontro ia terminar. Inicialmente minha ideia era outra, mas ela veio com toda premeditação pra se esfregar em mim... em mim bateu a vontade quando vi ela... e quando além disso percebi que ela vinha com claras intenções de me dar.
E naquela tarde a gente se acabou.
Adoro quando uma mulher tem, de forma inegável, muita vontade de ficar com um homem. Acho que tive a sorte de ser o sortudo naquele dia, depois ela me contou que não tinha transado desde a última vez comigo. Não ia questionar isso, não me importava e o que tinha acabado de rolar na cama e na cadeira confirmava: ela tava irreconhecível, soltinha e pronta pra qualquer parada.
A gente tava pelado, largado na cama e já relaxado depois da tempestade quando pergunto:
- Pauli... cê tem alguma fantasia?
- Fantasia? Sexual?
- Sim, claro, sexual..
- Nnnão... sei lá... nunca fiz na praia, por exemplo...
- Ahã...
- ...nem num elevador...
- Ahã...
- O que foi?
- Nada... por quê?
- "Ahã ahã"... como se tivesse insinuando que falei besteira!
- Não não... nada a ver.
Dei um beijo nela e abracei.
- Mas eu tava falando de fantasias um pouco mais... intensas, digamos...
- Tipo?
- Tipo dividir a cama com mais alguém.
- Nem fudendo. Jamais me deitaria com dois caras, não só não me excita como me dá uma certa repulsa...
- Ok.
Ficamos em silêncio por um instante e aí eu falei:
- E com uma mulher?
- Também não... por quê?
Não respondi, só fiquei olhando pra ela com cara de "não fui eu".
- Às vezes me dá uma curiosidade mas não, acho que me daria nojo..
Não falei nada. Mas ela ficou pensando.
- E por que cê me pergunta isso?
- Só de curiosidade...
Ela continuou, sozinha.
- Não conseguiria tocar na buceta de uma mina... nem beijar ela...
- Tá bom tá bom... não se adianta...
- O que isso significa??
- Que o fato de dividir uma situação com uma mulher não significa que cê tenha que fazer nada... aliás... cê tá imaginando todo mundo se jogando de cabeça na cama contigo e não é assim..
- Ah não?? E como é??
- Esquece, não importa. Não era pra tanto. ...só te perguntei por curiosidade, só isso...
E fingi que ia me levantar pra me vestir e ir embora.
- Calma, calma... pra onde você vai? Agora quero que a gente esclareça esse assunto.
Eu tava de costas pra ela, então sorri, meio convencido, confesso, mas rapidamente voltei ao personagem desinteressado.
- Que assunto?
- O assunto todo. O negócio de compartilhar, de não se jogar de cabeça na cama, etc., etc...
- Acho que você ficou cheia de preconceito. Se tiver curiosidade, a gente pode organizar algo...
- "A gente"?
- Posso convidar uma amiga.
Ela ficou me olhando, meio desconcertada e curiosa ao mesmo tempo.
- E aí, como é que fica?
- Uma noite a gente pode sair os três. Ir tomar algo ou jantar num lugar bom, se divertir sem stress... e aí a gente vê.
- Vê o quê?
- Você me perguntou agora "'e aí, como é que fica?'"... então é isso... a gente vê como é que fica. Ninguém é obrigado a fazer nada, deixa a situação fluir... e quem quiser ir pra casa pode ir na hora que quiser.
Ela ficou em silêncio, mas já tinha mudado a cara. Tava com um olhar safado, olhos semi-cerrados, tinha inclinado a cabecinha e me observava com um começo de sorriso cúmplice.
- Tipo?
- Tipo que a gente sai como três amigos, pra se divertir... depois a gente vê como é que fica.
- Acho que do jeito que você tá falando, pode ser que role...
De noite, tarde, liguei pra Amanda.
- É você?
Ela era assim.
- Sim, linda, sou eu... e tenho uma proposta pra você.
- Adoro saber... mas agora não me conta mais nada...
- Ok.
Antes de conhecer a Amanda, tinha saído com ela por algumas semanas, ela tinha acabado de começar a dar aula de história. Conheci ela numa madrugada no L'inferno e um tempo depois tudo terminou no carro dela de forma explosiva. A gente tava se pegando sem controle e ela começou a chupar minha rola, tentei parar ela umas duas vezes, mas ela tava determinada a ir até o fim... depois continuamos nos vendo e eu paguei a dívida com juros, verdade seja dita, a gostosa quando esquentava era um foguete, tinha um pouco de Dr Jekyll e Mr Hyde na versão feminina.
Mas a Amanda apareceu e eu dei um jeito de sair de fininho, ficamos de boa.
Liguei pra ela.
Que surpresa, cadê você, perdido, o que tá fazendo, etc., e sugeri tomar um café.
Minha ideia era sondar, como sempre sondava todas sobre as fantasias delas pra ver qual era. Com ela não tinha tido tempo. Era daquelas gostosas atraentes e discretas nas roupas e no visual em geral, mas peladinha era um inferno, tinha de tudo e tudo lindo. Não parecia ter rodado muito. Diferente da Amanda, a pele dela era bem branquinha e rosada, bem rosadinha nas áreas mais íntimas...
Tava sentado no Filo, esperando ela, e quando ela apareceu quase caí da cadeira, ela tinha mudado o corte e a cor do cabelo e tava usando uma calça branca justa que não só destacava a bunda linda dela como também marcava de um jeito provocante a buceta. Em cima, algo tipo uma blusa justa também, onde os peitinhos dela lutavam pra sair.
Meu plano inicial de só tomar um café e ver qual era tava balançando.
- Uau... que mudança de visual!!
- Gostou?
- Sim... cê tá linda demais...
- Você também, como sempre...
Sim. Foda-se o café, queria pegar ela na hora.
Passamos um tempo conversando sobre generalidades e novidades, mas os dois sabiam como o encontro ia terminar. Inicialmente minha ideia era outra, mas ela veio com toda premeditação pra se esfregar em mim... em mim bateu a vontade quando vi ela... e quando além disso percebi que ela vinha com claras intenções de me dar.
E naquela tarde a gente se acabou.
Adoro quando uma mulher tem, de forma inegável, muita vontade de ficar com um homem. Acho que tive a sorte de ser o sortudo naquele dia, depois ela me contou que não tinha transado desde a última vez comigo. Não ia questionar isso, não me importava e o que tinha acabado de rolar na cama e na cadeira confirmava: ela tava irreconhecível, soltinha e pronta pra qualquer parada.
A gente tava pelado, largado na cama e já relaxado depois da tempestade quando pergunto:
- Pauli... cê tem alguma fantasia?
- Fantasia? Sexual?
- Sim, claro, sexual..
- Nnnão... sei lá... nunca fiz na praia, por exemplo...
- Ahã...
- ...nem num elevador...
- Ahã...
- O que foi?
- Nada... por quê?
- "Ahã ahã"... como se tivesse insinuando que falei besteira!
- Não não... nada a ver.
Dei um beijo nela e abracei.
- Mas eu tava falando de fantasias um pouco mais... intensas, digamos...
- Tipo?
- Tipo dividir a cama com mais alguém.
- Nem fudendo. Jamais me deitaria com dois caras, não só não me excita como me dá uma certa repulsa...
- Ok.
Ficamos em silêncio por um instante e aí eu falei:
- E com uma mulher?
- Também não... por quê?
Não respondi, só fiquei olhando pra ela com cara de "não fui eu".
- Às vezes me dá uma curiosidade mas não, acho que me daria nojo..
Não falei nada. Mas ela ficou pensando.
- E por que cê me pergunta isso?
- Só de curiosidade...
Ela continuou, sozinha.
- Não conseguiria tocar na buceta de uma mina... nem beijar ela...
- Tá bom tá bom... não se adianta...
- O que isso significa??
- Que o fato de dividir uma situação com uma mulher não significa que cê tenha que fazer nada... aliás... cê tá imaginando todo mundo se jogando de cabeça na cama contigo e não é assim..
- Ah não?? E como é??
- Esquece, não importa. Não era pra tanto. ...só te perguntei por curiosidade, só isso...
E fingi que ia me levantar pra me vestir e ir embora.
- Calma, calma... pra onde você vai? Agora quero que a gente esclareça esse assunto.
Eu tava de costas pra ela, então sorri, meio convencido, confesso, mas rapidamente voltei ao personagem desinteressado.
- Que assunto?
- O assunto todo. O negócio de compartilhar, de não se jogar de cabeça na cama, etc., etc...
- Acho que você ficou cheia de preconceito. Se tiver curiosidade, a gente pode organizar algo...
- "A gente"?
- Posso convidar uma amiga.
Ela ficou me olhando, meio desconcertada e curiosa ao mesmo tempo.
- E aí, como é que fica?
- Uma noite a gente pode sair os três. Ir tomar algo ou jantar num lugar bom, se divertir sem stress... e aí a gente vê.
- Vê o quê?
- Você me perguntou agora "'e aí, como é que fica?'"... então é isso... a gente vê como é que fica. Ninguém é obrigado a fazer nada, deixa a situação fluir... e quem quiser ir pra casa pode ir na hora que quiser.
Ela ficou em silêncio, mas já tinha mudado a cara. Tava com um olhar safado, olhos semi-cerrados, tinha inclinado a cabecinha e me observava com um começo de sorriso cúmplice.
- Tipo?
- Tipo que a gente sai como três amigos, pra se divertir... depois a gente vê como é que fica.
- Acho que do jeito que você tá falando, pode ser que role...
De noite, tarde, liguei pra Amanda.
- É você?
Ela era assim.
- Sim, linda, sou eu... e tenho uma proposta pra você.
- Adoro saber... mas agora não me conta mais nada...
- Ok.
1 comentários - História real (capítulo 5)