Notas do autor:
Fico feliz em saber que tem gente que curtiu meu pequeno experimento com a história interativa.http://www.poringa.net/posts/relatos/2568665/Decisiones-Inicia-la-aventura.htmlMas concordo que é uma história bem longa, então por um tempo vou escrever algumas histórias curtas, mas serão histórias reais que aconteceram comigo. Talvez depois eu escreva outras que amigos e familiares me contaram. E talvez no futuro eu faça outra história interativa.
Se tem que começar por algum lugar, vai ser com a minha primeira vez. Se você tá interessado nos detalhes da história, leia o prólogo.PrólogoMinha primeira vez foi algo muito especial, e não digo isso porque tenha sido romântico, isso seria super brega. Mas foi especial porque foi no meu aniversário e tive a chance de experimentar com minha parceira. Então vou começar apresentando a Grécia. Quando a conheci, eu tinha uns seis ou sete anos e ela era uns 4 anos mais velha. Na minha infância era normal todas as crianças e jovens do quarteirão saírem pra brincar na rua, então praticamente todo dia a gente se via e brincava. Obviamente conforme fomos crescendo, a gente se via cada vez menos. Além disso, muitos dos moleques com quem brincávamos se mudaram. Mas eu e a Grécia mantínhamos contato, já que morando um do lado do outro era difícil não nos vermos de manhã quando saíamos pra aula, ou no meio do dia quando voltávamos.
Às vezes, até quando eu saía pra ir na vendinha da esquina, via ela sentada na porta de casa lendo ou ouvindo música, e normalmente eu ficava um tempinho pra conversar ou perguntar o que ela tava lendo ou ouvindo.
Na real, posso dizer que em vários momentos da minha vida eu desenvolvi uma queda por ela, mas nunca levei a sério, ela era mais velha e sempre achei que me via mais como um menino. Além do mais, ela quase sempre tinha namorado e eu sempre fui inseguro o bastante naquela época pra me dizer "Você não pode tê-la". E bem, é normal pra um garoto de quinze anos, né?A primeira e a última
Agora vou ser honesto na descrição física dela, porque, pra falar a verdade, quando lembro agora, não era nada demais… quer dizer, a Grécia era uma mina normal. A gente tinha mais ou menos a mesma altura, mas não lembro exatamente quanto ela media. Ela tinha cabelo castanho escuro e comprido. O rosto… bem, aqui vem a parte peculiar, na real não tinha nada de especial; não era feia, mas também não chegava nem perto de ser a garota mais bonita com quem já fiquei. Era bem comum nesse aspecto, o único que salvava era que ela tinha uns lábios bem bonitos. A pele era levemente morena. Falando de corpo, ela tinha o tipo pera, ou seja, da cintura pra cima era mais magra que a parte de baixo, provavelmente porque ela corria e tinha as pernas bem tonificadas. Pra falar a verdade, ela praticamente não tinha peito, mas tinha uma bunda bem redonda e firme, que na minha opinião era a parte mais suculenta dela. No geral, era magrinha, mas comparado com o quanto eu era franzino, ela tinha uma carne boa.
Enfim, passaram alguns anos e, um dia antes do meu aniversário de 18 anos, esbarrei com ela quando ela tava saindo pro trabalho (ela já tinha terminado a faculdade e devia ter uns 21) e ela me perguntou se a gente podia conversar à tarde, e eu disse que sim. Não parecia nada estranho, não era a primeira vez que ela pedia.
Normalmente, esses papos de tarde eram só pra passar o tempo, a gente comia uns lanches e às vezes via filmes ou alguns episódios de alguma série, mas geralmente a gente falava dos nossos assuntos e dizia besteira, coisas normais. Mas naquele dia a conversa passou de algo formal pra algo mais íntimo de um jeito bem abrupto. Ela começou a me perguntar sobre meus relacionamentos com outras garotas.
Até então, eu tinha tido algumas namoradas, mas nada muito sério e, óbvio, nunca tinha transado com nenhuma delas. Não contei isso pra Grécia de cara, porque não queria que ela soubesse o quanto eu era O que era, meu orgulho de homem teria sido arruinado.
Mas mesmo assim ela me perguntou e tentei desviar da pergunta, mas ela me pressionou para responder. Menti, obviamente, mas ela percebeu, então acabei dizendo que era virgem. Ela sorriu e me perguntou: “Quer deixar de ser?” e, sem levar muito a sério, eu disse que sim. Supus que era só uma pergunta, não uma proposta. Por isso fiquei surpreso quando ela disse: “Então vem amanhã à noite, que seja seu presente de aniversário.” Ri nervoso e pelo resto do tempo que fiquei com ela, levei como brincadeira, pois era normal em nossas conversas fazer piadas sobre sexo ou falar em duplo sentido. Várias vezes ela disse que era sério, mas continuei sem acreditar, e o fato de ela rir não a tornava convincente.
O dia seguinte chegou. Na verdade, hesitei em ir, porque realmente sentia que ela ia tirar sarro de mim ou algo assim. Talvez tivesse convidado as amigas e, quando eu chegasse na casa dela, iriam rir na minha cara de virgem. No final, me animei, pois me convenci de que ela não era tão cuzona a ponto de fazer uma piada de tão mau gosto. Além disso, se fosse sério, eu ia transar, finalmente! E se não fosse, bem, só teria que passar uma vergonha que com certeza superaria com o tempo (foi o que disse a mim mesmo).
Ainda morava com meus pais, então menti dizendo que ia jantar com uns amigos. Quando cheguei na casa da Grecia, fiquei parado na frente da porta, nervoso e suando como nunca na vida. Suspirei e lembro que senti um terror absoluto quando minha mão tocou a porta. Alguns segundos depois, a Grecia abriu. Ela estava com um vestido azul-marinho sem mangas que ficava bem justo nela. A maquiagem era bem leve e o cabelo estava solto.
Ela sorriu e me abraçou, me parabenizando. Logo em seguida, pegou meu braço e me guiou até o carro do pai dela (ela ainda morava com os pais, por isso não ficaríamos na casa dela). É uma sorte que a menos de A cinco minutos da minha casa tinha um motel, então pelo menos o caminho não seria tão longo, já que eu não sabia o que dizer enquanto ela dirigia. Lembro que ela me disse para não ficar nervoso, que ia ser incrível e tudo mais, mas minha mente estava em branco, mal lembro do que via no caminho até o motel.
Quando chegamos, ela pediu um quarto e fomos direto pra lá. Respirei fundo olhando pra todos os lados, não sabia o que fazer. Por sorte, ela tomou a iniciativa. Pegou meu rosto e me deu um beijo, aquilo me relaxou o suficiente. Enquanto a gente se beijava, ela me guiou de costas até a cama e com um empurrãozinho me fez deitar.
Brincando um pouco, ela começou a dançar e a cantarolar enquanto tirava o vestido. Nessa hora, eu tava preocupado que o pau não fosse subir por causa do nervosismo. Quando ela tirou o vestido, me mostrou a lingerie preta dela, com um rendado simples. Como sempre, as pernas e o quadril dela eram o que mais chamava minha atenção. Logo ela subiu em cima de mim e enfiou os braços por baixo da minha camiseta, me obrigando a tirar. Depois me beijou de novo, mas dessa vez pegou minhas mãos e colocou nas pernas dela, dizendo: "Pode tocar em tudo o que quiser".
Então deslizei meus dedos pelas laterais das coxas dela até chegar nos quadris. Ela se encostou o máximo possível em mim, até que senti a virilha dela tocando na minha. Acertei a bunda dela de leve e ela começou a se mover pra frente e pra trás, esfregando em mim. Apertei a bunda dela enquanto ouvia e sentia o movimento no meu pau. Posso dizer que minha preocupação com ele não subir foi por água abaixo, porque em questão de segundos já tava com o pau duríssimo.
Ela percebeu, então se afastou do meu rosto e desceu até a altura da minha calça, abriu o botão e pediu para eu me levantar. Quando levantei, ela puxou minhas calças junto com a cueca de uma vez só. Meu pau pulou e ela pegou ele entre os dedos. Estavam frios e por isso dei um salto, mas foi uma sensação incrível. Eu sorri para ela e ela retribuiu o sorriso. Ela se levantou na minha frente e se aproximou de novo, mas sem soltar meu pau. Começou a me masturbar rápido e às vezes fazia algo estranho com os dedos e a cabeça do meu pau, não sei o que era porque ela não me deixava ver, mas a sensação era a melhor possível. E sem muita demora, meu orgasmo estava chegando. Agarrei seus ombros para tentar afastá-la e fazê-la parar, porque não queria gozar tão rápido, mas então ela também me agarrou com a mão livre e disse: "Termina, não se preocupa". E não importava que agora eu tivesse sua "permissão", porque ela continuava me punhetando com força e era inevitável não gozar, mas pelo menos relaxei meu membro e deixei todo o gozo sair.
"Agora não vai ser tão fácil você gozar de novo", ela disse enquanto apertava meu pau para tirar as últimas gotas. Sentei na cama com a respiração ofegante. Ela se ajoelhou e logo levou meu pau à boca, eu fechei os olhos me tensionando todo, tinha acabado de gozar então ainda estava sensível na cabeça e essa putinha logo começou a me chupar como se não houvesse amanhã. Não precisamos esperar muito antes que meu pau ficasse completamente duro de novo, no entanto ela continuou chupando, mas se certificava de lubrificar meu pau com muita saliva.
Ela se levantou e se ajoelhou na cama e me disse para ficar de pé. "Agora mete em mim", ela disse. Novamente respirei fundo e fiquei atrás dela. Ela se deixou cair na cama com a bunda para cima e puxou a calcinha até os joelhos. Peguei meu pau e, respirando profundamente, fui enfiando devagar nela. Que sensação boa. Quando cheguei até o fundo não pude evitar sorrir — tinha perdido minha virgindade!
Agarrei seus quadris, e no começo foi difícil me mexer, me sentia travado. Depois de algumas enfiadas peguei um pouco mais de ritmo e foi muito mais fácil. Ela suspirava em gemidos baixos que me excitavam cada vez mais, porque imaginei que estava fazendo direito. Lentamente fui acelerando. O som das minhas pernas batendo na bunda dela também era super excitante. Eu sabia que se tentasse acelerar o ritmo, ia gozar na hora, então diminui a velocidade e me veio outra ideia. Tirei meu pau completamente e peguei nele, enfiei de volta até o fundo devagar e rapidamente puxei pra fora. Assim, umas quatro ou cinco vezes, tirei meu pau todo e enfiei de volta até o talo. Depois, voltei às estocadas leves, mas dessa vez agarrei a cintura dela para conseguir movê-la contra mim e fazer o impacto entre a gente ser mais rápido. Ela gemeu cada vez mais alto e eu queria ir mais rápido, mas meter era difícil, minhas pernas e meu abdômen estavam dormentes pelo esforço físico, mas mesmo assim continuei bombando.
Teve um momento em que parei para respirar, mas ela continuou se mexendo. Deixei ela continuar assim por um tempo, até que senti aquele formiguinho do orgasmo de novo. Foi aí que peguei meu segundo fôlego e simplesmente comecei a enfiar nela o mais rápido que pude. Ela gemeu forte e, com mais algumas estocadas, gozei, enchendo a buceta dela de porra. Ofeguei e depois deitei na cama tentando recuperar o fôlego. Ela também se jogou na cama me olhando e perguntou: "Gostou?". Então eu sorri e disse que ainda não tinha acabado, na verdade era brincadeira, mas ela levou como um desafio. "Tem certeza que ainda consegue?" ela disse com um tom de sarcasmo, enquanto pegava no meu pau, que ainda estava ereto, mas começando a amolecer.
Ela subiu em cima de mim e colocou meu pau na entrada da buceta. Massageou um pouco e depois enfiou. É uma sensação estranha quando o pau está amolecendo, mas consegui tensionar, enquanto ela subia e descia devagar. Ela sorria como se estivesse me provocando, então fiz de tudo para me excitar o mais rápido que pude. Para me ajudar um pouco, comecei a brincar com a bunda dela e consegui que ele Parou de novo. Depois de um tempo ela se virou de costas pra mim, me mostrando aquele rabão. Começou a pular mais agressivamente e eu só curtia a vista enquanto segurava sua cintura. Dava pra ver ela subindo quase até a cabeça do meu pau e depois se deixando cair, enfiando tudo.
Depois de um tempo, eu queria que fosse mais rápido, então a abracei e fiz ela deitar de lado. Isso a surpreendeu e ela deu uma risada. Abracei ela por trás, de conchinha, e enfiei meu pau. De novo demorei pra pegar o jeito nessa posição, mas consegui me ajustar de um jeito que dava pra meter mais rápido. Não sei quando ela tirou o sutiã, mas quando acariciei seu peito, já não estava mais.
Ajoelhei na cama e fiz ela girar pra ficar de barriga pra cima. Levantei suas pernas e juntei elas pra poder abraçá-las. Comecei a meter de novo com a força que me restava. Tô te falando, eu tava ficando exausto, mas meu pau tava a todo vapor e eu não queria parar. Soltei suas pernas e me deixei cair um pouco pra frente, e ela me abraçou enquanto gemía. Dei meu máximo porque tava quase gozando de novo, então com mais algumas enfiadas, acabei.
Dessa vez eu não aguentei mais e fiquei ali mesmo, em cima dela me abraçando. Acho que depois disso eu até dormi. Acho que passaram umas duas horas, ela me acordou dizendo que a gente tinha que ir embora. Ela sabia que se eu não chegasse em casa, poderia ter problemas com meus pais.
Quando chegamos na casa dela, a gente se despediu só com um abraço e ela me parabenizou de novo, dizendo "espero que você tenha gostado", e eu só concordei com a cabeça.
Posso dizer que essa foi a única vez que transei com ela, mesmo que eu tenha continuado visitando ela por um bom tempo, mas tudo foi como se aquele dia nunca tivesse acontecido. Eu nunca pedi pra gente transar de novo e ela nunca mais deu a entender, então imaginei que aquilo era mesmo só uma vez. Além disso, tenho que agradecer a ela, porque ganhei certa experiência e confiança graças àquela noite, além do que me contaram“primeiras vezes”incomoda, então a minha é bem decente nesse aspecto graças à Grécia.
Fico feliz em saber que tem gente que curtiu meu pequeno experimento com a história interativa.http://www.poringa.net/posts/relatos/2568665/Decisiones-Inicia-la-aventura.htmlMas concordo que é uma história bem longa, então por um tempo vou escrever algumas histórias curtas, mas serão histórias reais que aconteceram comigo. Talvez depois eu escreva outras que amigos e familiares me contaram. E talvez no futuro eu faça outra história interativa.
Se tem que começar por algum lugar, vai ser com a minha primeira vez. Se você tá interessado nos detalhes da história, leia o prólogo.PrólogoMinha primeira vez foi algo muito especial, e não digo isso porque tenha sido romântico, isso seria super brega. Mas foi especial porque foi no meu aniversário e tive a chance de experimentar com minha parceira. Então vou começar apresentando a Grécia. Quando a conheci, eu tinha uns seis ou sete anos e ela era uns 4 anos mais velha. Na minha infância era normal todas as crianças e jovens do quarteirão saírem pra brincar na rua, então praticamente todo dia a gente se via e brincava. Obviamente conforme fomos crescendo, a gente se via cada vez menos. Além disso, muitos dos moleques com quem brincávamos se mudaram. Mas eu e a Grécia mantínhamos contato, já que morando um do lado do outro era difícil não nos vermos de manhã quando saíamos pra aula, ou no meio do dia quando voltávamos.
Às vezes, até quando eu saía pra ir na vendinha da esquina, via ela sentada na porta de casa lendo ou ouvindo música, e normalmente eu ficava um tempinho pra conversar ou perguntar o que ela tava lendo ou ouvindo.
Na real, posso dizer que em vários momentos da minha vida eu desenvolvi uma queda por ela, mas nunca levei a sério, ela era mais velha e sempre achei que me via mais como um menino. Além do mais, ela quase sempre tinha namorado e eu sempre fui inseguro o bastante naquela época pra me dizer "Você não pode tê-la". E bem, é normal pra um garoto de quinze anos, né?A primeira e a última
Agora vou ser honesto na descrição física dela, porque, pra falar a verdade, quando lembro agora, não era nada demais… quer dizer, a Grécia era uma mina normal. A gente tinha mais ou menos a mesma altura, mas não lembro exatamente quanto ela media. Ela tinha cabelo castanho escuro e comprido. O rosto… bem, aqui vem a parte peculiar, na real não tinha nada de especial; não era feia, mas também não chegava nem perto de ser a garota mais bonita com quem já fiquei. Era bem comum nesse aspecto, o único que salvava era que ela tinha uns lábios bem bonitos. A pele era levemente morena. Falando de corpo, ela tinha o tipo pera, ou seja, da cintura pra cima era mais magra que a parte de baixo, provavelmente porque ela corria e tinha as pernas bem tonificadas. Pra falar a verdade, ela praticamente não tinha peito, mas tinha uma bunda bem redonda e firme, que na minha opinião era a parte mais suculenta dela. No geral, era magrinha, mas comparado com o quanto eu era franzino, ela tinha uma carne boa.
Enfim, passaram alguns anos e, um dia antes do meu aniversário de 18 anos, esbarrei com ela quando ela tava saindo pro trabalho (ela já tinha terminado a faculdade e devia ter uns 21) e ela me perguntou se a gente podia conversar à tarde, e eu disse que sim. Não parecia nada estranho, não era a primeira vez que ela pedia.
Normalmente, esses papos de tarde eram só pra passar o tempo, a gente comia uns lanches e às vezes via filmes ou alguns episódios de alguma série, mas geralmente a gente falava dos nossos assuntos e dizia besteira, coisas normais. Mas naquele dia a conversa passou de algo formal pra algo mais íntimo de um jeito bem abrupto. Ela começou a me perguntar sobre meus relacionamentos com outras garotas.
Até então, eu tinha tido algumas namoradas, mas nada muito sério e, óbvio, nunca tinha transado com nenhuma delas. Não contei isso pra Grécia de cara, porque não queria que ela soubesse o quanto eu era O que era, meu orgulho de homem teria sido arruinado.
Mas mesmo assim ela me perguntou e tentei desviar da pergunta, mas ela me pressionou para responder. Menti, obviamente, mas ela percebeu, então acabei dizendo que era virgem. Ela sorriu e me perguntou: “Quer deixar de ser?” e, sem levar muito a sério, eu disse que sim. Supus que era só uma pergunta, não uma proposta. Por isso fiquei surpreso quando ela disse: “Então vem amanhã à noite, que seja seu presente de aniversário.” Ri nervoso e pelo resto do tempo que fiquei com ela, levei como brincadeira, pois era normal em nossas conversas fazer piadas sobre sexo ou falar em duplo sentido. Várias vezes ela disse que era sério, mas continuei sem acreditar, e o fato de ela rir não a tornava convincente.
O dia seguinte chegou. Na verdade, hesitei em ir, porque realmente sentia que ela ia tirar sarro de mim ou algo assim. Talvez tivesse convidado as amigas e, quando eu chegasse na casa dela, iriam rir na minha cara de virgem. No final, me animei, pois me convenci de que ela não era tão cuzona a ponto de fazer uma piada de tão mau gosto. Além disso, se fosse sério, eu ia transar, finalmente! E se não fosse, bem, só teria que passar uma vergonha que com certeza superaria com o tempo (foi o que disse a mim mesmo).
Ainda morava com meus pais, então menti dizendo que ia jantar com uns amigos. Quando cheguei na casa da Grecia, fiquei parado na frente da porta, nervoso e suando como nunca na vida. Suspirei e lembro que senti um terror absoluto quando minha mão tocou a porta. Alguns segundos depois, a Grecia abriu. Ela estava com um vestido azul-marinho sem mangas que ficava bem justo nela. A maquiagem era bem leve e o cabelo estava solto.
Ela sorriu e me abraçou, me parabenizando. Logo em seguida, pegou meu braço e me guiou até o carro do pai dela (ela ainda morava com os pais, por isso não ficaríamos na casa dela). É uma sorte que a menos de A cinco minutos da minha casa tinha um motel, então pelo menos o caminho não seria tão longo, já que eu não sabia o que dizer enquanto ela dirigia. Lembro que ela me disse para não ficar nervoso, que ia ser incrível e tudo mais, mas minha mente estava em branco, mal lembro do que via no caminho até o motel.
Quando chegamos, ela pediu um quarto e fomos direto pra lá. Respirei fundo olhando pra todos os lados, não sabia o que fazer. Por sorte, ela tomou a iniciativa. Pegou meu rosto e me deu um beijo, aquilo me relaxou o suficiente. Enquanto a gente se beijava, ela me guiou de costas até a cama e com um empurrãozinho me fez deitar.
Brincando um pouco, ela começou a dançar e a cantarolar enquanto tirava o vestido. Nessa hora, eu tava preocupado que o pau não fosse subir por causa do nervosismo. Quando ela tirou o vestido, me mostrou a lingerie preta dela, com um rendado simples. Como sempre, as pernas e o quadril dela eram o que mais chamava minha atenção. Logo ela subiu em cima de mim e enfiou os braços por baixo da minha camiseta, me obrigando a tirar. Depois me beijou de novo, mas dessa vez pegou minhas mãos e colocou nas pernas dela, dizendo: "Pode tocar em tudo o que quiser".
Então deslizei meus dedos pelas laterais das coxas dela até chegar nos quadris. Ela se encostou o máximo possível em mim, até que senti a virilha dela tocando na minha. Acertei a bunda dela de leve e ela começou a se mover pra frente e pra trás, esfregando em mim. Apertei a bunda dela enquanto ouvia e sentia o movimento no meu pau. Posso dizer que minha preocupação com ele não subir foi por água abaixo, porque em questão de segundos já tava com o pau duríssimo.
Ela percebeu, então se afastou do meu rosto e desceu até a altura da minha calça, abriu o botão e pediu para eu me levantar. Quando levantei, ela puxou minhas calças junto com a cueca de uma vez só. Meu pau pulou e ela pegou ele entre os dedos. Estavam frios e por isso dei um salto, mas foi uma sensação incrível. Eu sorri para ela e ela retribuiu o sorriso. Ela se levantou na minha frente e se aproximou de novo, mas sem soltar meu pau. Começou a me masturbar rápido e às vezes fazia algo estranho com os dedos e a cabeça do meu pau, não sei o que era porque ela não me deixava ver, mas a sensação era a melhor possível. E sem muita demora, meu orgasmo estava chegando. Agarrei seus ombros para tentar afastá-la e fazê-la parar, porque não queria gozar tão rápido, mas então ela também me agarrou com a mão livre e disse: "Termina, não se preocupa". E não importava que agora eu tivesse sua "permissão", porque ela continuava me punhetando com força e era inevitável não gozar, mas pelo menos relaxei meu membro e deixei todo o gozo sair.
"Agora não vai ser tão fácil você gozar de novo", ela disse enquanto apertava meu pau para tirar as últimas gotas. Sentei na cama com a respiração ofegante. Ela se ajoelhou e logo levou meu pau à boca, eu fechei os olhos me tensionando todo, tinha acabado de gozar então ainda estava sensível na cabeça e essa putinha logo começou a me chupar como se não houvesse amanhã. Não precisamos esperar muito antes que meu pau ficasse completamente duro de novo, no entanto ela continuou chupando, mas se certificava de lubrificar meu pau com muita saliva.
Ela se levantou e se ajoelhou na cama e me disse para ficar de pé. "Agora mete em mim", ela disse. Novamente respirei fundo e fiquei atrás dela. Ela se deixou cair na cama com a bunda para cima e puxou a calcinha até os joelhos. Peguei meu pau e, respirando profundamente, fui enfiando devagar nela. Que sensação boa. Quando cheguei até o fundo não pude evitar sorrir — tinha perdido minha virgindade!
Agarrei seus quadris, e no começo foi difícil me mexer, me sentia travado. Depois de algumas enfiadas peguei um pouco mais de ritmo e foi muito mais fácil. Ela suspirava em gemidos baixos que me excitavam cada vez mais, porque imaginei que estava fazendo direito. Lentamente fui acelerando. O som das minhas pernas batendo na bunda dela também era super excitante. Eu sabia que se tentasse acelerar o ritmo, ia gozar na hora, então diminui a velocidade e me veio outra ideia. Tirei meu pau completamente e peguei nele, enfiei de volta até o fundo devagar e rapidamente puxei pra fora. Assim, umas quatro ou cinco vezes, tirei meu pau todo e enfiei de volta até o talo. Depois, voltei às estocadas leves, mas dessa vez agarrei a cintura dela para conseguir movê-la contra mim e fazer o impacto entre a gente ser mais rápido. Ela gemeu cada vez mais alto e eu queria ir mais rápido, mas meter era difícil, minhas pernas e meu abdômen estavam dormentes pelo esforço físico, mas mesmo assim continuei bombando.
Teve um momento em que parei para respirar, mas ela continuou se mexendo. Deixei ela continuar assim por um tempo, até que senti aquele formiguinho do orgasmo de novo. Foi aí que peguei meu segundo fôlego e simplesmente comecei a enfiar nela o mais rápido que pude. Ela gemeu forte e, com mais algumas estocadas, gozei, enchendo a buceta dela de porra. Ofeguei e depois deitei na cama tentando recuperar o fôlego. Ela também se jogou na cama me olhando e perguntou: "Gostou?". Então eu sorri e disse que ainda não tinha acabado, na verdade era brincadeira, mas ela levou como um desafio. "Tem certeza que ainda consegue?" ela disse com um tom de sarcasmo, enquanto pegava no meu pau, que ainda estava ereto, mas começando a amolecer.
Ela subiu em cima de mim e colocou meu pau na entrada da buceta. Massageou um pouco e depois enfiou. É uma sensação estranha quando o pau está amolecendo, mas consegui tensionar, enquanto ela subia e descia devagar. Ela sorria como se estivesse me provocando, então fiz de tudo para me excitar o mais rápido que pude. Para me ajudar um pouco, comecei a brincar com a bunda dela e consegui que ele Parou de novo. Depois de um tempo ela se virou de costas pra mim, me mostrando aquele rabão. Começou a pular mais agressivamente e eu só curtia a vista enquanto segurava sua cintura. Dava pra ver ela subindo quase até a cabeça do meu pau e depois se deixando cair, enfiando tudo.
Depois de um tempo, eu queria que fosse mais rápido, então a abracei e fiz ela deitar de lado. Isso a surpreendeu e ela deu uma risada. Abracei ela por trás, de conchinha, e enfiei meu pau. De novo demorei pra pegar o jeito nessa posição, mas consegui me ajustar de um jeito que dava pra meter mais rápido. Não sei quando ela tirou o sutiã, mas quando acariciei seu peito, já não estava mais.
Ajoelhei na cama e fiz ela girar pra ficar de barriga pra cima. Levantei suas pernas e juntei elas pra poder abraçá-las. Comecei a meter de novo com a força que me restava. Tô te falando, eu tava ficando exausto, mas meu pau tava a todo vapor e eu não queria parar. Soltei suas pernas e me deixei cair um pouco pra frente, e ela me abraçou enquanto gemía. Dei meu máximo porque tava quase gozando de novo, então com mais algumas enfiadas, acabei.
Dessa vez eu não aguentei mais e fiquei ali mesmo, em cima dela me abraçando. Acho que depois disso eu até dormi. Acho que passaram umas duas horas, ela me acordou dizendo que a gente tinha que ir embora. Ela sabia que se eu não chegasse em casa, poderia ter problemas com meus pais.
Quando chegamos na casa dela, a gente se despediu só com um abraço e ela me parabenizou de novo, dizendo "espero que você tenha gostado", e eu só concordei com a cabeça.
Posso dizer que essa foi a única vez que transei com ela, mesmo que eu tenha continuado visitando ela por um bom tempo, mas tudo foi como se aquele dia nunca tivesse acontecido. Eu nunca pedi pra gente transar de novo e ela nunca mais deu a entender, então imaginei que aquilo era mesmo só uma vez. Além disso, tenho que agradecer a ela, porque ganhei certa experiência e confiança graças àquela noite, além do que me contaram“primeiras vezes”incomoda, então a minha é bem decente nesse aspecto graças à Grécia.
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