Marina, minha cunhada, me ligou no trampo pra pedir pra eu passar no apartamento dela porque tava tendo uns problemas com a instalação elétrica.
Moro em La Plata e trampo em La Boca. Como ela mora em Villa Urquiza, não curti muito fazer essa viagem às seis da tarde, mas fui.
Cheguei umas sete e pouco e comecei a ver o que ela tava pedindo. Como era muita coisa e precisava cortar a energia, falei que no sábado, quando eu não tivesse trampando, ia com as ferramentas e resolvia.
A gente ficou batendo papo um pouco enquanto tomava uns mates, e de repente toca a campainha.
Marina levanta, atende e volta pra cozinha com uma mina na casa dos trinta, igual ela, bonita e magrinha, com roupa de recepcionista: calça azul, bem justinha na parte de cima, e blusa branca com um logozinho em cima de um dos peitos. A blusa, meio transparente, deixava ver de leve um sutiã de renda sofisticado segurando uns peitos que combinavam com o corpo dela.
Olhei com insistência e quase sem perceber pro logo na blusa, e o olhar dela me fez baixar a vista na hora, sentindo um pouco de vergonha, porque eu só queria ler, não tava olhando pras tetas dela, embora tenha dado essa impressão.
Mesmo assim, não foi um olhar de bronca, até me pareceu ver um toque de cumplicidade nela.
— Te apresento a Sofía, minha amiga do segundo andar — falou minha cunhada. Levantei e dei um beijo nela, me apresentando: — Muito prazer... Leonardo! Sou o cunhado.
— Ela veio ver a bagunça que tô com a eletricidade.
— Ahhhh! — ela exclamou — então ele pode ver o que rola em casa, que a corrente cai toda hora. Moro sozinha e não tenho ninguém de confiança pra dar uma olhada nisso.
— Tenho muito medo de deixar estranhos entrarem em casa — ela disse, com uma voz de menina que me pareceu meio fingida.
— Não, agora não dá, porque moro em La Plata e tenho uma viagem longa pra caralho — respondi, tentando me desculpar.
— Ele vem no sábado arrumar o meu — falou Marina, e Sofía, interrompendo, comentou: — Bom, então no sábado ele... Ves!
—Vou deixar vocês, pensei que você tava sozinha, por isso subi — ele disse, virando-se pra porta.
—Não, fica! — ela já ia saindo.
—Prazer em te conhecer, e sábado passa lá no meu apartamento pra ver se consegue resolver a bagunça que eu tenho — cortou Sofia, chegando o rosto perto e se abaixando na minha direção, enquanto eu tava sentado, com mais um botão da blusa desabotoado, o que me deixou ver todo o renda rosa do sutiã e a separação provocante dos peitos dela.
Sem mais, ela se afastou em direção à porta e o que consegui ouvir foi —depois te vejo— e o som dos trincos fechando.
Marina voltou e sentenciou —cuidado com a Sofia, ela é bem puta!—
Surpreso, porque não me pareceu, perguntei —Sério?—. Bom, é um jeito de falar, puta ela não é, mas é meio ninfomaníaca, ela esclareceu.
Terminei de tomar o chimarrão e peguei a longa viagem pra La Plata.
No sábado, peguei o trem pra Capital, com minha mala de ferramentas, e uma sensação ambígua de ansiedade e aventura.
Faz vinte anos que sou casado com a mãe dos meus filhos e nunca estive com outra mulher.
É, parece estranho, mas é assim, tive oportunidades e sempre fui fiel à minha mulher.
Sei lá, talvez seja medo dela descobrir, talvez porque eu amo muito ela e sinto que não merece levar gaia, seja o que for, mas é verdade que nunca fiz isso, assim como também é verdade que a Sofia, com aqueles dois segundos de olhar cúmplice quando eu olhava pro logo no peito dela, e a indireta da minha cunhada sobre a ninfomania dela, me deixaram meio atordoado.
Viajava no trem sonhando com uma aventura que no fundo sabia que nunca ia rolar, teria que estar muito louco ou desesperado pra pegar uma amiga da irmã da minha mulher, no prédio dela e sabendo que ela ia ficar sabendo.
Mesmo assim, continuei imaginando coisas e situações, só na punheta mesmo e por causa do desgaste natural na relação sexual com minha mulher, depois de vinte anos não é a mesma coisa, a rotina e o costume tiram toda a magia do sexo e só deixam aquela Sensação de descarga física e emocional quando você termina.
Os problemas do dia seguinte chegam rápido demais, você nem terminou o cigarro quando o sono embalado na rotina de todos os dias te leva pros braços de Morfeu. E quantas vezes você terminou o baseado, falou com ela e ela não respondeu porque já tava dormindo. Mas nem por isso você deixa de amá-la, ela dormiu porque passou o dia inteiro lutando com as crianças, a casa, as compras e mil coisas que todo dia envolvem sua vida. E aí que tá o verdadeiro amor.
Mas – dizia meu velho – "Um pelo de buceta puxa mais que uma junta de bois"
Mesmo assim, não ia rolar nada.
Não eram nem nove da manhã quando eu tava tocando a campainha em Villa Urquiza.
Comecei com o meu trampo e minha cunhada me fala que precisa sair e não volta até o fim da tarde, e que quando eu terminar, deixe a chave com o porteiro.
Antes de ir, com o dedinho levantado, sentenciou – "Não vai na casa da Sofia!" – e esclareceu – "Ela ficou depois que você foi embora, perguntando sobre você e tá afim de você. Eu cortei ela porque não vou ser culpada pela galhada da minha irmã."
Eu queria me concentrar no trabalho, mas minha cabeça tava em outro lugar, imaginando cenas de algum filme pornô ou fantasias que eu mesmo inventei.
Perto do meio-dia, tava quase terminando quando toca a campainha. Pensei em não atender porque, sinceramente, me deu um pouco de medo de ser a Sofia. Abri e era a Sofia.
– "Oi! Você vai vir?"
Ela disse isso ou eu imaginei que disse num tom tão sensual que respondi sem pensar – "Termino aqui e desço."
– "Apartamento 'C', demora muito?" – "Não, não... já vou."
Entrei no chuveiro e em menos de dez minutos tava no segundo "C" tocando a campainha.
Demorou bastante pra abrir, mas quando a porta se abriu, eu soube que ia ser "violentado" e que ia me deixar repetidamente.
Sofia tinha vestido uma mini saia jeans, muito, muito curta, tão subida que o montinho da buceta dela aparecia, prendendo meu olhar, em cima. sem sutiã, uma regata bem decotada de um tecido tão fino que dava pra ver não só os biquinhos durinhos, mas também aquele milímetro da auréola inchadinha que as mulheres taradas têm.
Não quero pensar na minha cara de surpresa, confusão e talvez um medinho meio estranho, por estar numa situação que não tava acostumado.
Feito um idiota e sei lá por quê, tentei disfarçar o óbvio e perguntei qual era o problema.
Ela me olhou meio desconcertada e me levou pra cozinha.
Que otário que eu sou! — pensei — ela deve estar achando que sou viado.
Ela me mostrou uma tomada perto do chão e disse que quando ligava alguma coisa, a luz caía. Enquanto eu desmontava ela, ela puxou um banquinho, fingindo que se interessava pelo que eu tava fazendo, e apoiando os dois braços nele, deixou o decote da regata cair na minha frente, mostrando as tetas inteiras, e até balançou elas de leve pra chamar mais minha atenção.
A única idiotice que me veio na cabeça foi falar: — Que tetas lindas que você tem!
— Gostou? E são bem durinhas — vem, toca!
Ela se endireitou, estufando o peito, e eu peguei as tetas dela com cuidado, sentindo aquela firmeza que ela tinha dito, e acariciando com prazer. Senti, ou achei que senti, ela toda tremer por um instante.
Perdi a noção do tempo, voltei a mim quando ela acariciou meu volume por cima da calça e disse:
— Epa! O que que tem aqui embaixo, alguma coisa durinha? Vem, vamos ver o que é — falou e me arrastou pro quarto.
Não sei quando nem como, mas quando ela começou a puxar minha calça pra baixo, comigo deitado de costas na cama, ela já tava pelada.
Ela puxou com calma mas com firmeza, meu pau apontou pros meus joelhos, enroscado entre a cueca e a calça, e de tão duro, quando se soltou, bateu com força na minha barriga.
— Huuuuy, que linda que é! Do jeito que eu gosto. E sem me dar tempo pra nada, já tava ajoelhada em cima de mim, de frente, enfiando na pussy.
Na hora, não soube se ela era muito sem vergonha ou a Ela tava tão babada de tesão que eu percebi que tava dentro dela quando o calor dela chegou até minhas bolas.
Você fica quieto, quietinho, deixa que eu te fodo, papai - você não sabe como é gostoso te foder! fica quietinho
Aí ela subia até a cabeça sair e começava a se masturbar com meu pau, enfiava só a cabeça e depois se esfregava do clitóris até o cu. Colocava na porta do rabo, fingia que tava enfiando, apertava as nádegas e passava de novo na buceta, aí descia devagar até ter ele todo dentro e se esfregava com força, machucando meu púbis com o dela.
Fazia tudo devagar e gozava, sem gemer, em silêncio, mas dava pra ver que gozava pra caralho e não demorou a ter o primeiro orgasmo, se mexeu rápido usando só metade do pau e se deixou cair soltando todo o ar e deixando escapar só uma exclamação. Assim ficou parada com a buceta dela pulsando, apertando e soltando meu pau até eu querer me ajeitar pra gozar porque o gozo já tava vazando.
Ela desceu de repente - Não, papai, você não vai gozar, olha que a mamãe ainda não acabou! -
Ela virou, ajoelhada em cima de mim com as costas viradas pro meu rosto, começou a acariciar minhas bolas. Esticava, torcia, molhava com os suquinhos da buceta dela e apertava até doer. Entendi que ela queria que meu pau baixasse um pouco pra poder continuar me comendo.
De novo enfiou e fazia a mesma coisa, mas descia pelo meu pau com a buceta apertada e quando chegava lá embaixo relaxava, e eu tinha a impressão que ia ainda mais fundo, aí me pegava pelas bolas, levantava e passava no clitóris dela.
Meu pau tava tão duro que já tava doendo, mas ela começou uma sequência de gozadas que parecia que mesmo se tirasse o pau ela ia continuar gozando, devia ser uma por minuto, subia e descia cinco ou seis vezes e quando dilatava porque chegava no fundo, começava a tremer. espasmodicamente e soltando o ar em sopros curtos. Eu não aguentava mais e ela percebeu que eu já ia gozar porque desceu de novo e disse que dentro não. A puta da mãe o cum escorria cada vez mais, eu tava com os ovos duros e subidos, e me chamou a atenção o tamanho da cabeça da pica, nunca tinha visto ela tão gorda. Quer minha bunda? – ela perguntou de repente. Sim, claro – respondi rápido. Devagar que eu tenho ela pequenininha – falou com uma voz pouco convincente – e você tem ela bem gorda. É... você me deixou louco e ela ficou cabeçuda – Tem algum lubrificante? Sim, aqui – disse enfiando os dedos na buceta. Vira – ela falou, eu virei e ela montou nas minhas costas, me fez abrir as pernas e colocou minha pica pra baixo, doendo porque tava dura, e começou de novo com meus ovos, um pouco de masturbação e com os sucos dela molhava meu cu, passava um ou dois dedos na borda, enfiava na buceta e empurrava um pouco, molhava de novo e quando vi a louca enfiou, acho que a mão inteira, desvirginou meu cu e eu gostei, e ela mais ainda porque gozou de novo e já iam umas dez. Agora você – ela disse. Me fez levantar, baixou dois travesseiros pra eu me ajoelhar na beirada da cama e ela deitou de barriga pra cima com a bunda quase saindo da cama, segurando os joelhos, me ofereceu a buceta encharcada e o cu não tão fechado como tinha dito antes. Alarga um pouco – avisou por via das dúvidas. Enfiei dois dedos na buceta dela e tava totalmente encharcada de um líquido viscoso e transparente, tão escorregadio que logo entendi porque ela tinha conseguido enfiar tantos dedos no meu cu de uma vez. Enfiei o indicador e o maior, mexi pra dentro e pra fora, girei umas duas vezes e como não tinha resistência, molhei a cabeça da minha pica na buceta dela e encostei no cu dela. Percebi que ela fechou de propósito e então com os dois Com os polegares, abri ela e enfiei de uma vez até o fundo. Senti um espasmo percorrer o corpo dela e, em vez de reclamar, ela disse: — Vai, fode, me fode forte, arrebenta minha bunda! Vai, papai, me destrói toda!
E não arrebentei nada. A putinha começou de novo com um orgasmo atrás do outro. Sentia minhas bolas explodindo e, quando enfiei até o fundo, soltei o primeiro jato. Parecia que ia esvaziar toda porra. Tirei e os próximos três ou quatro quis jogar na barriga dela, mas saíram tão fortes que um chegou no rosto.
Enfiei de novo no cu dela pra terminar de gozar lá dentro e vi que ela abria com as duas mãos a própria buceta, que pulsava loucamente, e começou a mijar e a me mijar. Nunca vi uma gozada assim na minha vida. Acho que dos meus ovos vazios saíram mais uns dois jatos.
Ela ficou inerte, calada, com as pernas penduradas na cama. Tirei ela, escorrendo e dolorida, subi na cama e acho que ficamos desmaiados por umas duas horas.
Moro em La Plata e trampo em La Boca. Como ela mora em Villa Urquiza, não curti muito fazer essa viagem às seis da tarde, mas fui.
Cheguei umas sete e pouco e comecei a ver o que ela tava pedindo. Como era muita coisa e precisava cortar a energia, falei que no sábado, quando eu não tivesse trampando, ia com as ferramentas e resolvia.
A gente ficou batendo papo um pouco enquanto tomava uns mates, e de repente toca a campainha.
Marina levanta, atende e volta pra cozinha com uma mina na casa dos trinta, igual ela, bonita e magrinha, com roupa de recepcionista: calça azul, bem justinha na parte de cima, e blusa branca com um logozinho em cima de um dos peitos. A blusa, meio transparente, deixava ver de leve um sutiã de renda sofisticado segurando uns peitos que combinavam com o corpo dela.
Olhei com insistência e quase sem perceber pro logo na blusa, e o olhar dela me fez baixar a vista na hora, sentindo um pouco de vergonha, porque eu só queria ler, não tava olhando pras tetas dela, embora tenha dado essa impressão.
Mesmo assim, não foi um olhar de bronca, até me pareceu ver um toque de cumplicidade nela.
— Te apresento a Sofía, minha amiga do segundo andar — falou minha cunhada. Levantei e dei um beijo nela, me apresentando: — Muito prazer... Leonardo! Sou o cunhado.
— Ela veio ver a bagunça que tô com a eletricidade.
— Ahhhh! — ela exclamou — então ele pode ver o que rola em casa, que a corrente cai toda hora. Moro sozinha e não tenho ninguém de confiança pra dar uma olhada nisso.
— Tenho muito medo de deixar estranhos entrarem em casa — ela disse, com uma voz de menina que me pareceu meio fingida.
— Não, agora não dá, porque moro em La Plata e tenho uma viagem longa pra caralho — respondi, tentando me desculpar.
— Ele vem no sábado arrumar o meu — falou Marina, e Sofía, interrompendo, comentou: — Bom, então no sábado ele... Ves!
—Vou deixar vocês, pensei que você tava sozinha, por isso subi — ele disse, virando-se pra porta.
—Não, fica! — ela já ia saindo.
—Prazer em te conhecer, e sábado passa lá no meu apartamento pra ver se consegue resolver a bagunça que eu tenho — cortou Sofia, chegando o rosto perto e se abaixando na minha direção, enquanto eu tava sentado, com mais um botão da blusa desabotoado, o que me deixou ver todo o renda rosa do sutiã e a separação provocante dos peitos dela.
Sem mais, ela se afastou em direção à porta e o que consegui ouvir foi —depois te vejo— e o som dos trincos fechando.
Marina voltou e sentenciou —cuidado com a Sofia, ela é bem puta!—
Surpreso, porque não me pareceu, perguntei —Sério?—. Bom, é um jeito de falar, puta ela não é, mas é meio ninfomaníaca, ela esclareceu.
Terminei de tomar o chimarrão e peguei a longa viagem pra La Plata.
No sábado, peguei o trem pra Capital, com minha mala de ferramentas, e uma sensação ambígua de ansiedade e aventura.
Faz vinte anos que sou casado com a mãe dos meus filhos e nunca estive com outra mulher.
É, parece estranho, mas é assim, tive oportunidades e sempre fui fiel à minha mulher.
Sei lá, talvez seja medo dela descobrir, talvez porque eu amo muito ela e sinto que não merece levar gaia, seja o que for, mas é verdade que nunca fiz isso, assim como também é verdade que a Sofia, com aqueles dois segundos de olhar cúmplice quando eu olhava pro logo no peito dela, e a indireta da minha cunhada sobre a ninfomania dela, me deixaram meio atordoado.
Viajava no trem sonhando com uma aventura que no fundo sabia que nunca ia rolar, teria que estar muito louco ou desesperado pra pegar uma amiga da irmã da minha mulher, no prédio dela e sabendo que ela ia ficar sabendo.
Mesmo assim, continuei imaginando coisas e situações, só na punheta mesmo e por causa do desgaste natural na relação sexual com minha mulher, depois de vinte anos não é a mesma coisa, a rotina e o costume tiram toda a magia do sexo e só deixam aquela Sensação de descarga física e emocional quando você termina.
Os problemas do dia seguinte chegam rápido demais, você nem terminou o cigarro quando o sono embalado na rotina de todos os dias te leva pros braços de Morfeu. E quantas vezes você terminou o baseado, falou com ela e ela não respondeu porque já tava dormindo. Mas nem por isso você deixa de amá-la, ela dormiu porque passou o dia inteiro lutando com as crianças, a casa, as compras e mil coisas que todo dia envolvem sua vida. E aí que tá o verdadeiro amor.
Mas – dizia meu velho – "Um pelo de buceta puxa mais que uma junta de bois"
Mesmo assim, não ia rolar nada.
Não eram nem nove da manhã quando eu tava tocando a campainha em Villa Urquiza.
Comecei com o meu trampo e minha cunhada me fala que precisa sair e não volta até o fim da tarde, e que quando eu terminar, deixe a chave com o porteiro.
Antes de ir, com o dedinho levantado, sentenciou – "Não vai na casa da Sofia!" – e esclareceu – "Ela ficou depois que você foi embora, perguntando sobre você e tá afim de você. Eu cortei ela porque não vou ser culpada pela galhada da minha irmã."
Eu queria me concentrar no trabalho, mas minha cabeça tava em outro lugar, imaginando cenas de algum filme pornô ou fantasias que eu mesmo inventei.
Perto do meio-dia, tava quase terminando quando toca a campainha. Pensei em não atender porque, sinceramente, me deu um pouco de medo de ser a Sofia. Abri e era a Sofia.
– "Oi! Você vai vir?"
Ela disse isso ou eu imaginei que disse num tom tão sensual que respondi sem pensar – "Termino aqui e desço."
– "Apartamento 'C', demora muito?" – "Não, não... já vou."
Entrei no chuveiro e em menos de dez minutos tava no segundo "C" tocando a campainha.
Demorou bastante pra abrir, mas quando a porta se abriu, eu soube que ia ser "violentado" e que ia me deixar repetidamente.
Sofia tinha vestido uma mini saia jeans, muito, muito curta, tão subida que o montinho da buceta dela aparecia, prendendo meu olhar, em cima. sem sutiã, uma regata bem decotada de um tecido tão fino que dava pra ver não só os biquinhos durinhos, mas também aquele milímetro da auréola inchadinha que as mulheres taradas têm.
Não quero pensar na minha cara de surpresa, confusão e talvez um medinho meio estranho, por estar numa situação que não tava acostumado.
Feito um idiota e sei lá por quê, tentei disfarçar o óbvio e perguntei qual era o problema.
Ela me olhou meio desconcertada e me levou pra cozinha.
Que otário que eu sou! — pensei — ela deve estar achando que sou viado.
Ela me mostrou uma tomada perto do chão e disse que quando ligava alguma coisa, a luz caía. Enquanto eu desmontava ela, ela puxou um banquinho, fingindo que se interessava pelo que eu tava fazendo, e apoiando os dois braços nele, deixou o decote da regata cair na minha frente, mostrando as tetas inteiras, e até balançou elas de leve pra chamar mais minha atenção.
A única idiotice que me veio na cabeça foi falar: — Que tetas lindas que você tem!
— Gostou? E são bem durinhas — vem, toca!
Ela se endireitou, estufando o peito, e eu peguei as tetas dela com cuidado, sentindo aquela firmeza que ela tinha dito, e acariciando com prazer. Senti, ou achei que senti, ela toda tremer por um instante.
Perdi a noção do tempo, voltei a mim quando ela acariciou meu volume por cima da calça e disse:
— Epa! O que que tem aqui embaixo, alguma coisa durinha? Vem, vamos ver o que é — falou e me arrastou pro quarto.
Não sei quando nem como, mas quando ela começou a puxar minha calça pra baixo, comigo deitado de costas na cama, ela já tava pelada.
Ela puxou com calma mas com firmeza, meu pau apontou pros meus joelhos, enroscado entre a cueca e a calça, e de tão duro, quando se soltou, bateu com força na minha barriga.
— Huuuuy, que linda que é! Do jeito que eu gosto. E sem me dar tempo pra nada, já tava ajoelhada em cima de mim, de frente, enfiando na pussy.
Na hora, não soube se ela era muito sem vergonha ou a Ela tava tão babada de tesão que eu percebi que tava dentro dela quando o calor dela chegou até minhas bolas.
Você fica quieto, quietinho, deixa que eu te fodo, papai - você não sabe como é gostoso te foder! fica quietinho
Aí ela subia até a cabeça sair e começava a se masturbar com meu pau, enfiava só a cabeça e depois se esfregava do clitóris até o cu. Colocava na porta do rabo, fingia que tava enfiando, apertava as nádegas e passava de novo na buceta, aí descia devagar até ter ele todo dentro e se esfregava com força, machucando meu púbis com o dela.
Fazia tudo devagar e gozava, sem gemer, em silêncio, mas dava pra ver que gozava pra caralho e não demorou a ter o primeiro orgasmo, se mexeu rápido usando só metade do pau e se deixou cair soltando todo o ar e deixando escapar só uma exclamação. Assim ficou parada com a buceta dela pulsando, apertando e soltando meu pau até eu querer me ajeitar pra gozar porque o gozo já tava vazando.
Ela desceu de repente - Não, papai, você não vai gozar, olha que a mamãe ainda não acabou! -
Ela virou, ajoelhada em cima de mim com as costas viradas pro meu rosto, começou a acariciar minhas bolas. Esticava, torcia, molhava com os suquinhos da buceta dela e apertava até doer. Entendi que ela queria que meu pau baixasse um pouco pra poder continuar me comendo.
De novo enfiou e fazia a mesma coisa, mas descia pelo meu pau com a buceta apertada e quando chegava lá embaixo relaxava, e eu tinha a impressão que ia ainda mais fundo, aí me pegava pelas bolas, levantava e passava no clitóris dela.
Meu pau tava tão duro que já tava doendo, mas ela começou uma sequência de gozadas que parecia que mesmo se tirasse o pau ela ia continuar gozando, devia ser uma por minuto, subia e descia cinco ou seis vezes e quando dilatava porque chegava no fundo, começava a tremer. espasmodicamente e soltando o ar em sopros curtos. Eu não aguentava mais e ela percebeu que eu já ia gozar porque desceu de novo e disse que dentro não. A puta da mãe o cum escorria cada vez mais, eu tava com os ovos duros e subidos, e me chamou a atenção o tamanho da cabeça da pica, nunca tinha visto ela tão gorda. Quer minha bunda? – ela perguntou de repente. Sim, claro – respondi rápido. Devagar que eu tenho ela pequenininha – falou com uma voz pouco convincente – e você tem ela bem gorda. É... você me deixou louco e ela ficou cabeçuda – Tem algum lubrificante? Sim, aqui – disse enfiando os dedos na buceta. Vira – ela falou, eu virei e ela montou nas minhas costas, me fez abrir as pernas e colocou minha pica pra baixo, doendo porque tava dura, e começou de novo com meus ovos, um pouco de masturbação e com os sucos dela molhava meu cu, passava um ou dois dedos na borda, enfiava na buceta e empurrava um pouco, molhava de novo e quando vi a louca enfiou, acho que a mão inteira, desvirginou meu cu e eu gostei, e ela mais ainda porque gozou de novo e já iam umas dez. Agora você – ela disse. Me fez levantar, baixou dois travesseiros pra eu me ajoelhar na beirada da cama e ela deitou de barriga pra cima com a bunda quase saindo da cama, segurando os joelhos, me ofereceu a buceta encharcada e o cu não tão fechado como tinha dito antes. Alarga um pouco – avisou por via das dúvidas. Enfiei dois dedos na buceta dela e tava totalmente encharcada de um líquido viscoso e transparente, tão escorregadio que logo entendi porque ela tinha conseguido enfiar tantos dedos no meu cu de uma vez. Enfiei o indicador e o maior, mexi pra dentro e pra fora, girei umas duas vezes e como não tinha resistência, molhei a cabeça da minha pica na buceta dela e encostei no cu dela. Percebi que ela fechou de propósito e então com os dois Com os polegares, abri ela e enfiei de uma vez até o fundo. Senti um espasmo percorrer o corpo dela e, em vez de reclamar, ela disse: — Vai, fode, me fode forte, arrebenta minha bunda! Vai, papai, me destrói toda!
E não arrebentei nada. A putinha começou de novo com um orgasmo atrás do outro. Sentia minhas bolas explodindo e, quando enfiei até o fundo, soltei o primeiro jato. Parecia que ia esvaziar toda porra. Tirei e os próximos três ou quatro quis jogar na barriga dela, mas saíram tão fortes que um chegou no rosto.
Enfiei de novo no cu dela pra terminar de gozar lá dentro e vi que ela abria com as duas mãos a própria buceta, que pulsava loucamente, e começou a mijar e a me mijar. Nunca vi uma gozada assim na minha vida. Acho que dos meus ovos vazios saíram mais uns dois jatos.
Ela ficou inerte, calada, com as pernas penduradas na cama. Tirei ela, escorrendo e dolorida, subi na cama e acho que ficamos desmaiados por umas duas horas.
6 comentários - Serviço em Casa (Primeira Traição)
Es mi primer post y tengo otros relatos que de aqui en mas voy a empezar a subir.
Muchas gracias A TODOS.