Inverno de 2013, o tempo passava numa cidadezinha da província de Santa Fé. Gonzalo, como sempre, vinha me buscar de carro pra ir pro colégio. A gente tava cursando o último ano do ensino médio.
- E aí, Martín, tudo bem? Fez aquele trabalho de geografia que tinha que entregar hoje?
- Não acredito, esqueci. Mas tranquilo, naquela hora a gente foge e vai pro banheiro, a profe nem percebe.
A manhã passou como de costume. Quando tocou o sinal do fim do recreio, a gente foi junto pro banheiro, como tinha combinado. Entramos naqueles cubículos minúsculos onde mal cabe o vaso e começamos a falar de mulher e sexo, como sempre fazemos.
- Quando foi a última vez que você comeu alguém? – perguntou Gonzalo, animado na conversa.
- Ontem, comi sua irmã, mas queria mesmo era te comer. – respondi brincando, já tentando esquentar o clima.
- E você, qual é a sua nessa parada? É viado ou só tá de zoeira?
- Nunca fiquei com um cara, mas queria experimentar, sabe? Sou daquele tipo de pessoa que gosta de provar de tudo.
- Vem, prova meu pau – ele disse, segurando o volume entre risadas.
- Gonza, mais que teu pau, quero provar teu rabo… tem cara de quem gosta de levar.
- Nãao! – ele exclamou, ao mesmo tempo intrigado e envergonhado – mas, pra falar a verdade, tenho a fantasia de chupar um pau.
Passei a mão na perna dele e com a outra no rosto dele… – chupa pra mim? – falei com a voz meio trêmula. Ele se abaixou como deu e começou a chupar como podia, típico de quem não tinha experiência. Enfiava a cabeça do meu pau na boca e tentava colocar um pouco mais da metade, depois passava a língua na cabeça. Depois de um tempo, eu já tava quase gozando. Entrou gente no banheiro e a gente se levantou na mesma hora. Guardei o pau na calça e saímos como se nada tivesse acontecido.
- Quer que a gente se encontre hoje à noite pra fazer o trabalho de geografia e, de quebra, terminar o que ficou pendente? – ele perguntou enquanto a gente saía do prédio.
- Fechou. Fechamos pelo WhatsApp, que tal?
Fiquei a tarde inteira com meu pau durasso, esperando a hora de ver ele de novo pra continuar o que a gente tinha começado.
Ele é um cara de 1,60, pele branca igual papel, não tem corpo de academia mas se mantém. Tem uma bunda bem redonda, pequenininha e empinada, até aquele momento bem fechadinha. De pau ele vem bem, mas isso tava pouco me importando.
[21:09] Gonza diz:
Que horas vou? Levo as coisas de geografia ou a gente faz outro dia, afinal temos até semana que vem.
[21:14] Eu:
Quando quiser. Traz camisinha só, porque não tenho.
[21:28] Gonza diz:
Ok, vou às 11
Pouco antes das onze da noite ele chega na minha casa, cumprimenta toda a minha família como de costume e a gente foi pro meu quarto. Ficamos de bobeira no pc ouvindo música até todo mundo ir dormir, não passou das doze da noite quando pedi pra ele continuar chupando meu pau.
Me joguei na cama, tirei a calça jeans e a cueca, fiquei só com uma camiseta e ele começou a me chupar muito melhor e mais solto do que naquela manhã no banheiro.
— Passa a língua em volta da cabeça… assim, bem… — eu falava enquanto curtia aquela boquinha. — Já chupou pau antes? — ele não respondeu, só balançou a cabeça com meu pau entre os lábios. Comecei a acariciar a bunda dele devagar, procurando aquele buraquinho fechado, acariciando enquanto ele me mamava.
— Você se anima? — perguntei num tom desafiador.
— Pra quê?
— Pra dar o cu. — respondi com um tom de obviedade.
— Não, ainda não. Se quiser, encosta em mim, mas não enfia — ele falou com uma voz submissa que me deixou ainda mais tesudo do que já tava.
Coloquei ele de lado e comecei a brincar com meu pau na bunda dele, encostando a cabeça e, bem devagarinho, enfiando até ele pedir pra meter tudo. Mal entrava a cabeça no buraquinho virgem dele e ele suspirava de prazer.
— Gonza, deixa eu meter que não aguento mais, por favor.
— Devagar.
— Coloco camisinha ou quer assim?
— Assim.
Sem mais palavras. comecei a fazer pressão de pouquinho e a bunda minúscula dele foi se abrindo bem devagar. Primeiro a cabeça que entrava e saía. Ele me excitava muito com seus suspiros de prazer e dor ao mesmo tempo.
- Quer que eu pare? – perguntei enquanto tentava enfiar mais.
- Não. Mas não enfia mais que tá doendo.
- Vou gozar se continuar assim.
- Então! Melhor acabar logo porque tá doendo.
Uns últimos movimentos e enchi a bunda dele de porra.
- Você deixou meu cu todo aberto – ele disse, me culpando e procurando proteção.
- Pois é, comparado com o que tava, tá bem aberto mesmo. Cuidado pra não vazar a porra. Faz força e leva pra casa – falei rindo. – Quando quiser mais pica, já sabe onde encontrar. – comentei enquanto ia pro banheiro.
Quando voltei do banheiro, ele já estava vestido e me deu um beijo na boca, daqueles beijos que até hoje lembro o sabor, e combinamos de nos ver no dia seguinte, como sempre, pra ir pro colégio.
Nunca mais nada foi igual. Desde aquele dia, transamos com frequência e experimentamos coisas diferentes (trisal, quarteto, com minha namorada e mais). Já vou contar novas histórias.
- E aí, Martín, tudo bem? Fez aquele trabalho de geografia que tinha que entregar hoje?
- Não acredito, esqueci. Mas tranquilo, naquela hora a gente foge e vai pro banheiro, a profe nem percebe.
A manhã passou como de costume. Quando tocou o sinal do fim do recreio, a gente foi junto pro banheiro, como tinha combinado. Entramos naqueles cubículos minúsculos onde mal cabe o vaso e começamos a falar de mulher e sexo, como sempre fazemos.
- Quando foi a última vez que você comeu alguém? – perguntou Gonzalo, animado na conversa.
- Ontem, comi sua irmã, mas queria mesmo era te comer. – respondi brincando, já tentando esquentar o clima.
- E você, qual é a sua nessa parada? É viado ou só tá de zoeira?
- Nunca fiquei com um cara, mas queria experimentar, sabe? Sou daquele tipo de pessoa que gosta de provar de tudo.
- Vem, prova meu pau – ele disse, segurando o volume entre risadas.
- Gonza, mais que teu pau, quero provar teu rabo… tem cara de quem gosta de levar.
- Nãao! – ele exclamou, ao mesmo tempo intrigado e envergonhado – mas, pra falar a verdade, tenho a fantasia de chupar um pau.
Passei a mão na perna dele e com a outra no rosto dele… – chupa pra mim? – falei com a voz meio trêmula. Ele se abaixou como deu e começou a chupar como podia, típico de quem não tinha experiência. Enfiava a cabeça do meu pau na boca e tentava colocar um pouco mais da metade, depois passava a língua na cabeça. Depois de um tempo, eu já tava quase gozando. Entrou gente no banheiro e a gente se levantou na mesma hora. Guardei o pau na calça e saímos como se nada tivesse acontecido.
- Quer que a gente se encontre hoje à noite pra fazer o trabalho de geografia e, de quebra, terminar o que ficou pendente? – ele perguntou enquanto a gente saía do prédio.
- Fechou. Fechamos pelo WhatsApp, que tal?
Fiquei a tarde inteira com meu pau durasso, esperando a hora de ver ele de novo pra continuar o que a gente tinha começado.
Ele é um cara de 1,60, pele branca igual papel, não tem corpo de academia mas se mantém. Tem uma bunda bem redonda, pequenininha e empinada, até aquele momento bem fechadinha. De pau ele vem bem, mas isso tava pouco me importando.
[21:09] Gonza diz:
Que horas vou? Levo as coisas de geografia ou a gente faz outro dia, afinal temos até semana que vem.
[21:14] Eu:
Quando quiser. Traz camisinha só, porque não tenho.
[21:28] Gonza diz:
Ok, vou às 11
Pouco antes das onze da noite ele chega na minha casa, cumprimenta toda a minha família como de costume e a gente foi pro meu quarto. Ficamos de bobeira no pc ouvindo música até todo mundo ir dormir, não passou das doze da noite quando pedi pra ele continuar chupando meu pau.
Me joguei na cama, tirei a calça jeans e a cueca, fiquei só com uma camiseta e ele começou a me chupar muito melhor e mais solto do que naquela manhã no banheiro.
— Passa a língua em volta da cabeça… assim, bem… — eu falava enquanto curtia aquela boquinha. — Já chupou pau antes? — ele não respondeu, só balançou a cabeça com meu pau entre os lábios. Comecei a acariciar a bunda dele devagar, procurando aquele buraquinho fechado, acariciando enquanto ele me mamava.
— Você se anima? — perguntei num tom desafiador.
— Pra quê?
— Pra dar o cu. — respondi com um tom de obviedade.
— Não, ainda não. Se quiser, encosta em mim, mas não enfia — ele falou com uma voz submissa que me deixou ainda mais tesudo do que já tava.
Coloquei ele de lado e comecei a brincar com meu pau na bunda dele, encostando a cabeça e, bem devagarinho, enfiando até ele pedir pra meter tudo. Mal entrava a cabeça no buraquinho virgem dele e ele suspirava de prazer.
— Gonza, deixa eu meter que não aguento mais, por favor.
— Devagar.
— Coloco camisinha ou quer assim?
— Assim.
Sem mais palavras. comecei a fazer pressão de pouquinho e a bunda minúscula dele foi se abrindo bem devagar. Primeiro a cabeça que entrava e saía. Ele me excitava muito com seus suspiros de prazer e dor ao mesmo tempo.
- Quer que eu pare? – perguntei enquanto tentava enfiar mais.
- Não. Mas não enfia mais que tá doendo.
- Vou gozar se continuar assim.
- Então! Melhor acabar logo porque tá doendo.
Uns últimos movimentos e enchi a bunda dele de porra.
- Você deixou meu cu todo aberto – ele disse, me culpando e procurando proteção.
- Pois é, comparado com o que tava, tá bem aberto mesmo. Cuidado pra não vazar a porra. Faz força e leva pra casa – falei rindo. – Quando quiser mais pica, já sabe onde encontrar. – comentei enquanto ia pro banheiro.
Quando voltei do banheiro, ele já estava vestido e me deu um beijo na boca, daqueles beijos que até hoje lembro o sabor, e combinamos de nos ver no dia seguinte, como sempre, pra ir pro colégio.
Nunca mais nada foi igual. Desde aquele dia, transamos com frequência e experimentamos coisas diferentes (trisal, quarteto, com minha namorada e mais). Já vou contar novas histórias.
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