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Compêndio IO gostoso de ser casado com a Marisol é que a gente divide um mundo particular. Algo que não posso compartilhar com a Verónica, nem com a Amelia, muito menos com a Sonia ou a Pamela… ou com a maioria das pessoas.
O mangá e o anime são algo que nos une. Não tem diferença de idade quando a gente assiste, porque tanto ela quanto eu gritamos pra tela da TV, se alguma coisa que acontece não agrada… ou como sempre rola, se nos deixam no suspense até o próximo capítulo, que quase sempre demora um mês pra sair.
A gente conversa sobre isso no almoço, pelo Skype, antes de dormir…
Nós dois sofremos com os triângulos amorosos, com as decepções, com as intrigas, com os duelos por honra…
Até as vezes que a gente ficou mais pegando fogo fazendo amor foi por esperar algum capítulo, já que a ansiedade toma conta dos dois.
Marisol é mais de romances entre colegiais, de amores sofridos e impossíveis…
Eu sou mais de samurais, ronins e sabres. De heróis inúteis e fracos, que se levantam pra situação, através do treino, disciplina e submissão.
E acho que o anime também nos uniu.
Antes de nos conhecermos, a Marisol tinha uma referência horrível sobre os homens: o pai dela é um cara mesquinho, egoísta e abusador, que nunca reconheceu as virtudes da minha sogra nem agradeceu pela família que teve.
Também tinham os amigos do pai dela, que viviam bêbados e não hesitavam em passar a mão nela, na irmã ou na mãe, sem consentimento.
E claro, tinham os vários e instáveis namorados que a Pamela tinha… dos quais ela também não tinha comentários muito legais.
Pra ela, bastavam os mangás. Estudava numa escola de moças e, diferente das amigas, que saíam "caçando" assim que as aulas terminavam, a Marisol preferia voltar pra casa, já que os caras com quem elas se juntavam eram fumantes ou bebuns, algo que sempre irritou meu rouxinol.
Nos mangás, ela encontrava caras certos e decentes: heróis guiados pelo sentimento de honra e cavalheirismo.
Homens que, apesar de não terem a atração, a força, a riqueza, a coragem ou nem mesmo o amor da mulher que amavam, não hesitavam em se sacrificar por um ideal maior.
E foi isso que ela encontrou em mim, naquela tarde no jardim da casa dela, enquanto o cachorro Pepito mastigava meu braço.
Na minha casa, fomos criados assim: solidários, respeitosos, honestos.
Meu pai é um cara imponente e corajoso. Tem uma cara de poucos amigos, que intimida qualquer um, mas no fundo é bonachão e brincalhão.
Minha mãe, por outro lado, é mais inteligente e carinhosa. Ela segura o ímpeto do meu pai. Sempre pensa bastante antes de tomar uma decisão e, em momentos difíceis, ela mantém a sangue frio, algo que, sem querer, me ensinou.
Além disso, tinha a referência do meu irmão, que era um farrista desenfreado, então cresci indo para o outro extremo.
Muito reservado, tímido e ponderado…
E por que estou trazendo isso à tona?
Porque naquele sábado, eu queria passar um dia especial com minha esposa.
Desde que nos mudamos para Adelaide, não tivemos muito tempo para sair em encontros, já que vivemos correndo, seja pela universidade, meu trabalho e as pequenas.
E queria dar um agrado a ela. Algo que tivesse significado para ela, como a pedrinha da irmã dela…
Enquanto almoçávamos, pedi permissão para a Verónica…
“Minha querida Rainha!”, falei, com muita calma. “Desejo consultar algo…”
As filhas dela sorriam, contemplando o espetáculo. Sabem que faço essas bobagens quando estamos em família e fazia tempo que não atuava.
“Diga, meu querido Príncipe Encantado! Em que posso ajudá-lo?”, respondeu ela, também atuando.
Tínhamos conversado na noite anterior e ela concordava comigo.
“Gostaria de convidar uma de suas filhas para um encontro…”, falei, fazendo uma reverência.
Amélia ficou vermelha até a raiz dos cabelos, enquanto Violeta seguia ansiosa nosso teatro e Marisol sorria satisfeita.
“Acho ótimo, porque você é todo um cavalheiro!”, respondeu ela. piscando pra menorzinha. "E qual das minhas princesas você quer convidar pra sair? Será a pequena Violeta?"
Violetinha ria de brincadeira…
"Não, minha rainha!... Embora seja muito bonitinha, a princesa Violeta é nova demais…"
"Ah, já entendi!" respondeu ela, me dando um sorrisinho. "Então… deve ser a princesa Amélia, não é?"
Amélia tentava não olhar pra mim, enquanto Marisol sorria pra ela.
"Sem dúvida, a princesa Amélia é uma das mais gostosas…" respondi. "Porém, majestade, quero convidar a princesa Marisol…"
"Eu?" exclamou surpresa. "Por que eu?"
"Bom, porque com você meu coração quer compartilhar o dia…" respondi.
Violeta tava feliz e Amélia mais aliviada.
Marisol, por outro lado, tava nervosa e se recusava…
"Não, Marco! Escolhe a Amélia! Não seja idiota!... Você nunca vê ela!"
Mas Amélia mostrou maturidade pra irmã…
"Tá tudo bem, Marisol!" disse ela, já mais calma. "Sei que ele nos ama… mas é seu marido e quer ficar com você…"
"Mas Amélia…"
"Sem mas!" disse ela, tapando a boca da irmã com a mão. "Sabemos que ele nos ama muito, mas também vai sentir sua falta quando for trabalhar."
Mesmo assim, Marisol me olhou com uma cara complicada…
"E elas? O que vão fazer?"
"Ai, Marisol, não seja chata!" a mãe repreendeu. "Ele quer um tempo a sós com você! Por que tem que implorar?"
"Mas mãe…" exclamou ela, bem desanimada. "Vocês… vão ficar sozinhas…"
"Eu vou cuidar das pequenas, Marisol!" respondeu a mãe, com carinho. "Faz tempo que quero cuidar de um bebezinho e agora, graças a vocês, posso cuidar de dois."
"E a gente vai pro clube de iates." respondeu Amélia. "Certo, Violeta, que você quer ver os barcos?"
"Sim! Vamos ver os barcos!"
Subimos na caminhonete. Ela ainda se recusava.
"Non devíamos fazer isso! Somos os donos da casa!" me dizia, enquanto eu ligava o motor.
Suspirando, peguei a caixa branca do banco de trás.
"Toma!" falei, entregando o presente. "Ia ser uma… surpresa, mas se você vai ficar assim…”
Era um chapéu de punheta, branco, com uma fita rosa e uma margarida colada na frente.
Marisol não precisa de presentes caros pra ser feliz. Mesmo tendo comprado perfumes e joias pra ela, as coisas que ela mais gosta são as simbólicas, tipo o anel de noivado dela, por exemplo.
“Pra onde a gente vai?” ela perguntou, ao ver que não pegávamos o caminho de sempre, enquanto experimentava o chapéu num humor muito melhor.
“Pra um lugar que só você e eu podemos curtir…” respondi, sorrindo pra ela.
Minha esposa tava linda, como sempre quando a gente sai. Um vestido rosa, com gola de camisa, salto branco e aquele chapéu deixavam ela uma graça.
Eu tava de calça e camisa de manga curta.
“Vamos comer?” ela perguntou, mais curiosa com nosso destino.
“É, Marisol! Vamos comer!” respondi com sarcasmo. “Diferente de você, sua mãe e suas irmãs não têm boca…”
Ela riu. Sabe que saídas assim são especiais.
Depois de uma longa hora de viagem, ela reconheceu nosso destino…
Nosso “parque de diversões”… Penfield Park.
A menos que você seja viciado em carrinhos de controle remoto ou trens elétricos, não é um parque tão, tão divertido.
Na real, o motivo da nossa visita não era pelas atrações que você esperaria. Também não achei que a gente fosse acabar fazendo algo que valesse a pena escrever no diário…
Mas Marisol tava feliz, me beijando sem parar, e o chapéu que eu tinha dado pra ela começava a ganhar um significado no coração dela.
A primeira vez que a gente foi, foi graças ao Kevin. Marisol tava entediada, depois das primeiras semanas depois de nos mudarmos, de ver TV numa língua que ela ainda não entendia bem.
Perguntei ao Kevin se ele conhecia um parque de diversões perto. Ele recomendou dois parques aquáticos, que ficam no caminho da faculdade da Marisol.
Mas perguntei se ele conhecia algum com atrações mais tranquilas. Marisol tava grávida, então eu imaginava algo com um carrusel ou uma roda-gigante.
Ela não lembrava, mas quando era jovem, ia correr com carrinhos de controle remoto no Penfield.
Me disse que tinha outras atrações, como trens em miniatura e que até adultos e crianças podiam andar neles, então, depois de anotar as referências, chegamos lá.
A verdade é que foi um pouco decepcionante, porque, embora eu me interesse por trens em miniatura, o objetivo era distrair a Marisol…
Mas deu que, por cansaço, chegamos a uma área de descanso.
Tinha mesas, churrasqueiras, banheiros… e, para nossa surpresa: uma cabine de fotos!
Na primeira vez que a Marisol viu, ela não acreditou…
“É igualzinha, Marco! Né?” ela me perguntou, toda animada.
O que tem de especial nessa cabine? Para a maioria das pessoas, nada: você coloca um dólar e tira 5 fotos 3x4, sozinho ou acompanhado.
Para a Marisol, o sonho de uma vida inteira…
Marisol me ama porque eu lembro demais o protagonista de “Love Hina”, nosso mangá e anime favorito.
Ele é um cara de bom coração, esforçado e persistente, embora com “azar” com mulheres (que, mesmo gostando dele, viviam abusando e batendo nele de um jeito brutal. Mas o cara é quase imortal, porque não morria com nada)… mas que tinha o costume de tirar fotos em cabines como aquela (obviamente sozinho, porque não tinha namorada), exceto em duas ocasiões, em que tirou com a garota de quem gostava.
Na primeira vez que fomos, tiramos fotos normais: de mãos dadas, abraçados, juntos e sorrindo.
Mas desta vez (e o que deixou a Marisol empolgada), ela foi com um chapéu parecido com o da heroína do anime, na primeira vez que ela tirou foto com o garoto, e a roupa dela era parecida…
Paguei o dólar e, lá dentro, com uma Marisol super nervosa, peguei meus óculos de armação quadrada (parecidos com os do galã dela) e posamos como na foto do mangá…
As primeiras 2 fotos saíram mais ou menos. Nas 3 seguintes, aparece Marisol chorando, agarrada na minha cintura.
E de onde saíram os óculos?... bom, diferente do meu "rival animado", minha visão é 20/20. Mas, como passo muito tempo no computador, quase sempre fico com "olho de coelho", então consultei um oftalmologista e um optometrista pra me receitarem um par de óculos de descanso.
A escolha da armação foi por acaso, já que ainda lembrava da vez que Marisol ficou puta porque a gente não tinha óculos igual os da Sonia.
A gente se beijou.
"Você tá lindo!" ela disse, ainda chorando.
"E você tá uma gracinha..."
Aí ela olhou as fotos.
"Saímos iguais..." ela sorriu.
"É, mas é uma pena que tenham tirado assim..."
Marisol se irritou na hora. Como eu falo, não é bom discutir Anime com ela...
"Como você fala isso? É um dos momentos mais românticos!" ela me encarou brava, ainda emocionada.
"Sim, mas eles se amavam tanto quanto a gente e as únicas 2 fotos que tiraram juntos foram assim."
Marisol ficou vermelha...
"E se fosse você... como teria tirado?"
"Fácil. Te beijando."
Marisol ficou mais vermelha ainda...
"Marco!... você sabe... que eles não podiam se beijar..." ela disse, fazendo uma cara tão linda. "Eram muito tímidos..."
"Tô falando deles ou da gente?"
"Da gente... mas você sabe..."
"Vamos fazer o teste!" eu falei.
Paguei mais um dólar, fiquei do lado dela e a beijei, do jeito especial que só faço com ela.
5 fotos... todas, eu comendo a boca dela...
"Você não acha que são melhores?"
Ela tinha aquele brilho safado nos olhos...
"Sim... mas a gente... já se beijou... e já fez mais coisas..." ela disse, com aquele olhar gostoso.
Sorri.
"Quer fazer algo aqui?"
"Claro que não!" ela falou, vermelha de vergonha. "Só acho que... você não pode comparar a gente com eles..."
Conhecia aquele olhar. Não via desde que a gente ia ao cinema...
"Então, vamos tentar de novo!"
Outro dólar, outras 5 fotos...
Beijei ela, enquanto minhas mãos percorriam o corpo dela: acariciando os peitos dela, a cintura, roçando a bunda dela...
Ela tava ficando caldeando…
“Melhorou?” perguntei.
Ela nem conseguia me olhar nos olhos…
“Você sabe… que se ele tivesse feito aquilo… ou talvez… algo pior… ela teria batido muito nele…”
Aquele “algo pior” era um convite…
“Mas eu sei que você não me bateria!” falei, sorrindo. “Você me ama mais do que ela ama ele…”
“Não sei!” tentou mentir com um sorriso. “Talvez, a gente tenha que ver…”
Mais um dólar, mais 5 fotos…
Vestido desabotoado nos últimos 4 botões, minhas mãos nos peitos dela e dá pra ver ela acariciando minha virilha.
“Você percebe que fotos como essa a Violetinha não vai poder ver?” falei, mostrando a imagem pra ela.
Mas naquela altura, ela já não queria mais fotos. Só queria eu…
A gente se beijava, enquanto eu desabotoava minha calça.
Eu sorria, conhecendo bem o brilho nos olhos dela, famintos pra devorar.
O que mais gosto na Marisol é que ela é cheia de contradições: com outras mulheres, pode ser sem-vergonha e contar todas as nossas intimidades; num ménage, raramente a vi com ciúmes e não tem problema com incesto.
Mas em momentos como esses, ela não é honesta e não me diz “Sabe o quê, Marco?... Tô meio excitada também…” ou quando escrevo junto com ela, fica envergonhada de eu narrar o que ela faz.
Ela se ajoelhou e, do jeito gostoso que só ela faz, começou a chupar.
Ela adora fazer isso. Brincar com a língua na minha glande, enquanto chupa o gosto dos meus sucos e massageia minhas bolas.
Dá beijinhos dos lados, deslizando a língua de um jeito delicioso e, quando me encontra duro, duro, duro, entra no “modo aspirador”.
Os boquetes que minha mulher me dá são excelentes. A Amelia também chupa, como se fosse um capacete que deixa ela respirar debaixo d’água. Mas o estilo da Marisol não tem igual.
Eu sinto o vácuo que se forma na boca dela quando enfia. Aquela sensação, como se pouco importasse se você tá pronto ou não pra gozar, porque de qualquer jeito, ela vai sugar o leite.
E é que a Marisol tem experiência. Foram poucas vezes que… Já fizemos love várias vezes e eu não quero mais. Mas ela mete na boca, chupa e em poucos minutos, eu volto à ação.
Até chego a achar que é sequencial: ela lambe uma série de pontos no meu pau, como se fosse uma espécie de acupuntura, mas com a língua, e me deixa pronto.
Mas naquela tarde, ela queria engolir tudo. E é que quando ela fica assim, me faz soltar gemidos, porque parece que uma aspiradora de verdade tá me chupando.
Incansável. Persistente. Maravilhosa.
Então, eu solto a primeira descarga e ela engole. Sorri com os olhos e, feliz da vida, levanta um pouco e aperta ele com os peitos.
Fico tão contente que ela domina a técnica da Pamela. Em nenhum momento solta minha glande, e a massagem que dá com os peitos macios libera toda minha tensão.
Ela adora fazer isso, porque antes era peituda e sabia que eu gostava dessas coisas. Mas agora, mesmo que os peitos dela não sejam tão grandes quanto os da mãe ou da irmã, são grandes e fofos o suficiente pra me deixar feliz.
É então que eu levanto ela e sento no meu colo. Quero meter, porque sei que ela tá melada por minha causa.
“Sempaí!” ela exclamou, acariciando minhas bochechas, ao me ver de óculos, enquanto eu metia.
Eu sorria pra ela.
“Sim, sou seu sempaí!”
“Baka!” ela exclama em japonês, sorrindo ao me chamar de “Idiota!”…
Meu rouxinol entrava no “modo japonês”…
Nos dias que tô na lida, Marisol se diverte vendo anime e aprendeu bem o idioma. Eu, por outro lado, ainda preciso das legendas e minha pronúncia é horrível.
Por isso, queria ir pro Japão umas duas semanas. Porque assim como eu me viro bem em inglês, Marisol manda muito bem em japonês.
“Motto, Marco-kun!… Onegai!…” ela implora, em japonês estilo hentai.
Ela começa a se mexer com mais força e tenho que beijá-la, porque geme alto. Ela se acostumou a gritar quando fazemos love, mas esquece que, mesmo estando numa cabine fotográfica parecida com a da Personagem favorito, também estamos dentro de um parque de diversões familiar.
Toda vez que ela me diz “Motto”, eu agarro as nádegas dela, porque ela quer me sentir mais fundo. Minha pronúncia em japonês é horrível, mas quando ela fala, fico tão excitado quanto o marido dos “Addams Family” ao ouvir a esposa falando francês.
Ela me diz algo com “Watashi”… e demoro pra lembrar que tá me dizendo que me ama. Algo de “doki, doki” e eu assumo que tem a ver com o coração, como se estivesse acelerado.
Eu só olho pra ela. Admiro ela por tanta coisa e, nesses momentos, me sinto tão inútil quanto um cachorro tentando conversar com o dono.
Mesmo assim, os olhinhos verdes dela me olham com tanta ternura e os lábios beijam com tanta paixão.
Sei que sou uma cópia tosca do Sempaí que ela tanto deseja. Mas não ligo. Pelo menos, ela é feliz comigo… só por eu usar óculos.
Sinto ela gozar. Ela se agarra em mim. Sussurra no meu ouvido em japonês, mas não consigo entender…
Imagino que sejam palavras doces, pelo calor nas minhas orelhas.
Ela enterra o peito dela no meu…
“Sempaí!... Sempaí!... Sempaí!...” ela grita bem alto, enquanto eu solto minha carga dentro dela.
A única coisa que consigo murmurar, sabendo que não vou soar tão ignorante, é dizer…
“Arigato, Marisol-sama…”
Ela ri, com lágrimas de ternura.
“Seu bobo!” ela responde em português. “Isso se fala quando você tá falando com alguém que respeita…”
“E não vale pra você?”
Ela me beija com ternura. Sei que nosso encontro foi um sucesso e a gente se arruma pra voltar.
Mas lá fora tem uma multidão de jovens. Parece que nos ouviram transando e estão torcendo, enquanto a gente sai envergonhado pro estacionamento.
Não preciso de mais problemas com a segurança…
Quando ligo o motor, ela me olha com aqueles olhinhos meigos…
Eu sorri pra ela. De noite, ia satisfazer ela de novo…Próximo post
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