Un dia en la oficina

Isso aconteceu num sábado de manhã, quando eu estava sozinho no escritório, pois dei saída mais cedo para minha colega de trabalho. Trabalhamos numa empresa de ônibus como administrativos, e ela precisava levar o filho ao médico. Para continuar minha história, direi que naquela época meu escritório ficava de frente para a rua e, pelas características da empresa, atendíamos o público em geral. Por razões óbvias, não vou me aprofundar nesse assunto. O fato é que desde as duas da tarde fiquei sozinho no meu escritório.

Estava preparando uma documentação quando ouvi a campainha tocar. Ao sair para a recepção, vi através da janela uma garota de mais ou menos 18 anos. Deixei ela entrar, mas não sem antes tê-la olhado de cima a baixo. Ela realmente não estava bem vestida: usava uma calça que parecia bem velha e não muito limpa, mas chamava atenção como marcava sua virilha. A blusa era igualmente velha, com um decote não muito pronunciado. Ela tinha uns peitos bem pequenos, então na aparência não chamava muita atenção. Ao deixá-la entrar, quase tinha certeza de que ela ia pedir dinheiro, como costumam fazer. No entanto, sem deixá-la falar, não a deixei na recepção, mas a fiz entrar direto no meu escritório, dizendo para ela passar. Puxei uma das cadeiras da mesa de reuniões para ela sentar e perguntei o que ela precisava. Ela respondeu imediatamente dizendo que precisava de um dinheiro para comer algo e para chegar em casa, ou seja, para transporte. Confirmou que estava com problemas financeiros e perguntou se eu podia dar também para ela levar para casa. Percebi que ela estava atrás de grana para o vício. Eu disse para ela se acalmar enquanto servia um copo de refrigerante com uns biscoitinhos que minha secretária tinha deixado. Ao me aproximar da mesa, vi que sob a blusa ela tinha um decote profundo, permitindo que eu visse seus peitinhos macios. Disse com duplo sentido que quando a deixei entrar estava pensando que ela vinha com outro motivo... ela respondeu o que podia fazer para que eu a ajudasse, foi muito insinuante mas nada direta e eu não quis me arriscar porque estávamos nos escritórios da empresa. Tentei sondar para que ela fosse mais direta, mas não deu resultado. Pedi que me esperasse enquanto eu ia ao banheiro. Ao sair, vi que ela estava escondendo uma faca entre os seios, então imediatamente tirei dela, dizendo que parecia que ela ia me assaltar e que teria que chamar a polícia. Ela ficou nervosa e me disse que não, que um amigo tinha dado a faca para ela guardar, mas que ela não era assaltante. Insisti, perguntando se ela tinha mais armas escondidas. Ela disse que não. Eu disse que isso a polícia verificaria quando a revistasse. Ela me pediu para não chamar a polícia, que não queria problemas, que eu a revistasse para ver que ela não tinha armas de nenhum tipo. Então me aproximei, sabendo que podia ser perigoso, e fiz ela ficar de costas com as mãos na parede e as pernas abertas. Passei minhas mãos por seus braços, depois pelos lados do corpo, pelos seios e depois me ajoelhei. Peguei primeiro uma perna com minhas duas mãos e deslizei de baixo para cima, deixando minha mão bater na sua virilha. Depois fiz o mesmo na outra perna. Após isso, disse que mesmo assim não confiava, pois não era especialista em revistas e teria que ver o que ela tinha sob a blusa e a calça. Ela protestou, mas diante da minha ameaça de chamar a polícia, aceitou e levantou a blusa. Por baixo do sutiã, os mamilos estavam perfeitamente marcados, e no lado direito estava rasgado, parte do mamilo aparecia perfeitamente. Ela imediatamente abaixou a blusa. Eu disse que faltava a outra parte, então ela abaixou a calça até os joelhos. Insisti que ela podia ter algo sob a calcinha. Ela, sem murmurar, puxou a calcinha de lado, dizendo que a única coisa que tinha era um protetor, que tirou. Disse para ela se virar e ela obedeceu imediatamente. Que tesão me deu. Quando vi seu bumbum durinho e empinado, meu olhar deve ter me traído, porque ela logo puxou a calça pra cima e me pediu pra devolver o canivete, que a gente esqueceria o que aconteceu e ela iria embora. Eu disse que se a polícia visse aquele canivete, ela ficaria um tempinho trancada por porte de arma, e que eu achava perigoso soltá-la assim. Ela podia ir, mas eu não devolveria o canivete.

Ela implorou, disse que não tinha dinheiro e que isso ia dar problema com o tal dono do canivete. Aí me perguntou o que teria que fazer pra eu devolver. Respondi perguntando o que ela propunha. Ela me olhou — e na hora, minha mão estava em cima do meu pau. Então, meio insegura, ela falou: "Vejo que meu corpo te excita. Se quiser, posso deixar você me ver e me tocar, mas me dá o canivete e um dinheiro pro transporte." "Tá bom", eu disse. "Então tira a roupa e me mostra o que você tem pra mim."

Ela começou de baixo pra cima: tirou primeiro a calça e a calcinha fio-dental. Tinha uma penugem rala, e debaixo dava pra ver a buceta, com o clitóris rosado aparecendo. Depois, tirou a blusa e o sutiã. Os peitos eram pequenos, com mamilos pontudos que apontavam pra mim, quase ameaçadores. Nessa hora, eu já tinha tirado meu pau pra fora, que estava totalmente duro. Cheguei perto dela e percebi que os olhos dela se fixaram na minha vara. "Nossa, que pau grande você tem", ela disse. E eu, por minha vez, quando a tive perto, minhas mãos tomaram conta dos peitos firmes dela, e meus dedos apertaram de leve os mamilos. Sem perceber, meu pau encostou nos lábios dela, e ela se afastou na hora: "Era só ver e tocar! Se quiser meter, vai ser caro." Eu disse que não faria isso, que só tocaria pra me excitar (e, pra ser sincero, nem pensava em meter — medo de doença, entre outras coisas). Humm, que rabo gostoso aquela mina tinha! As nádegas, mesmo pequenas, eram durinhas e empinadas. Quando ela abriu as pernas, a buceta apareceu triunfante, e quase imediatamente eu comecei... Acariciando ela, logo estava toda molhada e, mesmo não fazendo parte do acordo, ela agarrou meu pau. Então enfiei um dedo na sua buceta suculenta e ela imediatamente pediu outro. Quando fiz isso, ela pediu mais, até que num momento tinha a mão inteira dentro daquela buceta enorme. Ela se contorcia e gritava como uma louca enquanto me masturbava. De repente, me olhou fixamente e perguntou se eu não teria uma camisinha guardada por ali. Claro que sempre levo algumas, caso algo assim aconteça. Então fomos até a escrivaninha, peguei as camisinhas, ela colocou uma na boca e acabou colocando no meu pau duro. Aí pediu que eu enfiasse aquele pau grande e duro na boca dela. Com a outra mão, comecei a masturbá-la, e na hora me veio a ideia de trabalhar também o seu traseirinho. Com uma caneta Montblanc grossa, atravessei aquele bumbum. Que mulher fogosa! Nunca conheci uma igual. Ela se contorcia como uma cobra até chegar de um jeito descontrolado, soltando gemidos. Seu orgasmo foi fenomenal, a escrivaninha ficou toda melada dos seus fluidos vaginais.

Depois de gozar, ela disse que ninguém nunca a tinha feito sentir daquele jeito e, por isso, eu merecia a oportunidade de penetrá-la na buceta. Meu pau entrou na sua buceta como se nada, estava toda molhada e seus fluidos faziam meu pau escorregar. Depois de um tempo e várias bombadas, senti que ia gozar. Então tirei o pau da sua buceta, removi a camisinha e, acariciando meus ovos, comecei a enfiar um pouco do pau na boca dela. Mas, mesmo tentando enfiar ao máximo, não cabia, e ela ainda segurava meus empurrões com a mão. Adorei ver sua boca com uma saliva grossa nos cantos dos lábios e os olhos marejados. Quando estava prestes a gozar, ela tirou o pau e começou a me punhetar com força, até que jorros de porra quente explodiram da minha vara no rosto dela. e foi quando eu a penetrei de novo para fazer uma limpeza total, foi uma sensação fenomenal. Finalmente, fui ao banheiro lavar o esperma grosso que escorria pelo seu rosto e seios, me vesti, peguei a navalha, o dinheiro e fui embora. Nunca mais a vi de novo, é uma pena, ainda tenho a ilusão de poder ajudá-la outra vez.

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