Os protagonistas da história a seguir são "Fósforo" e "Lâmpada", que eram filhos de uma boa amiga. Por isso, resolvi não usar os nomes reais deles. Os irmãos eram tão terríveis que já tinham passado por várias escolas; eu dava aulas de reforço de Inglês pra eles... mas tudo mudou numa tarde de quarta-feira...Vamos começar dizendo que os protagonistas eram gêmeos, os dois com cabelo ruivo e olhos verdes, a única diferença entre eles era o físico, já que o Palito era magro; enquanto o Lâmpada era alto, mas bem gordinho, sendo o Palito o mais velho por alguns minutos.
A pele cheia de sardas dava um toque fofo e bonachão quando eram crianças, mas com o passar dos anos, aqueles garotos hiperativos se transformaram num par de canalhas, vítimas do abandono dos pais, já que o pai é médico e a mãe administradora, os moleques cresceram quase sozinhos; e naquele momento, com seus 18 anos completos, já tinham sido expulsos de várias escolas por mau comportamento e baixo rendimento.
Então a mãe contratou vários tutores pra regularizar eles, entre os quais eu estava, todos os dias diferentes professores, engenheiros e outros profissionais desfilavam pela casa dos gêmeos.
Vários tutores tinham desistido na primeira aula, porque o Palito e o Lâmpada eram realmente terríveis. Vocês devem se perguntar por que falo deles no passado, bom, no final do relato vocês vão saber.
Comigo os garotos se comportavam um pouco melhor, já que me conheciam desde sempre. Mas isso começou a mudar com o passar dos dias, numa ocasião enquanto eu tomava um copo d'água na cozinha; ouvi o Palito dizer pro Lâmpada:
- Cara, já viu como a Geo tá gostosa?... ela se mantém bem…
- Sim, pô… adoro os peitos dela… parecem os da mamãe… - respondeu o Lâmpada -
- Qualé, cara, tu tá olhando pras tetas da mamãe… hahaha… - disse o Palito -
- Que nada, mano… ela tem uns peitos deliciosos… - disse o Lâmpada irritado -
Saí da cozinha e rapidamente eles ficaram sérios, aqueles comentários me pareceram os típicos de um par de garotos tarados da idade deles, mas as coisas mudaram naquele mesmo dia. Durante a aula, eu sentia como os dois garotos olhavam lascivamente pro meu corpo, aquilo começou a me incomodar; embora eu deva confessar que também me senti excitada.
Várias vezes Peguei o Bombilla me encarando a bunda toda vez que me abaixava pra corrigir o caderno dele, enquanto o Cerilla não perdia chance de olhar pela abertura da minha blusa. Mas nunca insinuaram nada nem tentaram me tocar.
Uma tarde, enquanto dava aula e revisava umas anotações de trabalho, senti o olhar de um dos caras no meu corpo. Quando levantei a vista, vi o Bombilla largado na cadeira, olhando fixamente pros meus peitos e se tocando por cima da calça.
Aquilo me irritou pra caralho, porque uma coisa era as punhetas mentais e verbais, outra era se tocar na minha frente. Então chamei a atenção dele e, dando a aula por encerrada, saí de casa. Mais tarde naquela noite, liguei pra mãe dele pra contar o que tinha rolado. Ela pediu desculpas pelo que aconteceu à tarde, me implorou pra não pedir demissão e prometeu que o Cerilla e o Bombilla iam se desculpar na aula seguinte.
Na semana seguinte, cheguei na casa dela no horário de sempre. Lá dentro, me esperavam o Cerilla, o Bombilla e a mãe deles. Os caras se desculparam comigo, e aí a aula começou. Durante a aula, notei que os dois trocavam segredinhos e cochichavam coisas que eu não conseguia entender, enquanto me olhavam de um jeito safado.
A aula terminou e eu me senti aliviada. Voltei pra casa e não conseguia parar de pensar no jeito que aqueles canalhas me olhavam. Me senti meio intimidada, mas depois de uns minutos, falei comigo mesma:
— Não tem medo deles, Georgina... porque se tiver, vai se foder...
Na semana seguinte, algo estranho aconteceu. A aula não seria na casa da mãe deles, mas na da avó, que ficava a duas quadras da minha casa. Achei bizarro, já que a casa tava abandonada desde que a mãe da minha amiga morreu, mas era mais cômodo porque eu não teria que dirigir até a casa deles. Como ia sair tarde, decidi levar meu carro.
Quando cheguei, vi o carro dos gêmeos estacionado na frente da casa. Toquei a campainha e o Cerilla veio abrir a porta; cumprimentando-me muito cordialmente, me convidou para entrar. Entramos na casa e notei que não parecia abandonada, pelo contrário, estava limpa e arrumada.
- Gente, quem mora aqui?... – perguntei –
- Ninguém, Geo, minha mãe mantém assim sempre... talvez para lembrar da avó – respondeu Cerilla –
Passamos para a mesa da sala de jantar e nos sentamos, começando a aula. Não tinham passado mais de cinco minutos quando Bombilla gentilmente me ofereceu um refrigerante, que aceitei porque a tarde estava quente. Bombilla se levantou da mesa e foi para a cozinha, enquanto Cerilla estava nervoso e impaciente.
Bombilla voltou depois de alguns minutos com três refrigerantes: dois diet e um normal. Um dos diet colocou ao meu lado e disse:
- Pronto, Geo...
Agradeci o gesto, dando um gole no refrigerante que estava gelado. Assim que coloquei a lata na mesa, vi os garotos se olhando e sorrindo. A aula continuou, assim como os goles de refrigerante. Não demorou muito para eu perceber que sentia muito calor no corpo todo, as letras do livro de exercícios estavam borradas, então tentei me levantar. Mas foi inútil, minhas pernas pareciam de borracha, e caí de volta na cadeira, dizendo:
- O que vocês me fizeram, garotos?...
Olhei os rostos borrados dos dois se aproximando de mim e dizendo:
- O que você achou, Geo, que só porque é amiga da minha mãe não pagaria pelo que fez?... – disse Cerilla –
- Por sua culpa, minha mãe me castigou e meu pai me deu um tapa... agora você vai pagar, sua gostosa... – disse Bombilla, irritado –
- Garotos, esperem... vocês não vão me machucar... – falei, morrendo de medo –
- Haha... e quem falou em te machucar?... Não, Geo; vamos te fazer gozar... – respondeu Bombilla –
Meu coração pulava dentro do peito ao saber o que estava prestes a acontecer.
- Então não vão... – falei num tom irritado –
Os gêmeos riram alto e Cerilla respondeu:
- Ha ha ha... Geo, não seja ingênua... não é a primeira vez que fazemos isso... te dei uma droga que vai te deixar muito quente e complacente...
- Vocês estão Loucos… não podem fazer isso comigo, caras, por favor… — falei tentando convencê-los.
— Tanto faz… agora cala a boca, raposa… — disse Bombilla.
Cerilla pegou algo da minha bolsa e saiu, voltando em seguida e dizendo:
— Pronto, mano, temos que tirar ela daqui…
Eles me seguraram pelos braços e os passaram pelos pescoços deles, me levantando da cadeira. Me levaram até a garagem da casa, minha visão clareava a cada minuto, mas meu corpo continuava sem responder e, como Bombilla tinha dito, eu começava a me sentir desejosa e muito tarada. Olhei e vi minha minivan dentro da garagem. Cerilla abriu a porta deslizante e me fizeram entrar, me deitando no banco de trás. Bombilla fechou a porta da minivan e Cerilla assumiu o volante, começando a dirigir por vários minutos; nesse tempo, meu nível de tesão só aumentava.
Em certo momento, Cerilla me olhou pelo retrovisor e disse:
— Slutty… como você está?… Você tá com cara de tarada…
Ah, meu Deus, estava na cara ou ele só adivinhou.
— É verdade, você tá gostosa, slutty… — disse Bombilla.
— Caras, por favor, não façam isso comigo… — falei, tentando convencê-los pela última vez.
— Mas você vai gostar, slutty… não tenha medo… se você se comportar bem, não vamos te machucar… — disse Cerilla, me olhando pelo espelho.
Os rostos deles eram de dois caras frenéticos e cheios de tesão, o que aumentou minha libido por causa da droga que estava no meu corpo.
Depois de mais alguns minutos, vi a luz do sol sumir e muitas lâmpadas piscando enquanto a minivan passava.
— Onde estamos?… — perguntei, inquieta.
— Shhh… calma, raposa… já chegamos… agora não faz barulho… — respondeu Bombilla.
Cerilla desceu da minivan e, depois de alguns minutos, voltou e disse:
— Pronto, mano… vamos subir…
Os dois me tiraram da minivan e entramos num elevador. Eu via as luzes que indicam os andares acendendo até parar no 7º andar. As portas se abriram e nós três saímos do elevador, caminhamos até parar na frente de uma porta com o número 702. Cerilla abriu a porta usando um jogo de chaves e entramos, os caras me sentaram num sofá e o Cerilla falou pro Bombilla:
- Mano, fecha direito, não quero que role igual da última vez...
Pelo amor de Deus, então não tavam brincando, essa não era a primeira vez que faziam algo assim. Esses caras eram doentes mesmo.
- Beleza, slutty... hora do show... - disse o Cerilla -
- Vamos dar um banho nela, mano... porque acho que é uma foxy suja... - disse o Bombilla -
Os dois me pegaram pelos braços e me levaram até o banheiro daquele lugar. Quando entrei, percebi que não era um quarto de hotel, mas um apartamento meio chique.
Me sentaram na privada e rapidamente começaram a se pelar até ficar só de cueca.
- Sua vez, foxy... - exclamou o Cerilla -
- Por favor, caras... não façam isso... - falei implorando, mas isso só animava e excitava eles mais -
- Vai, slut, coopera ou a gente vai te machucar... - disse o Bombilla -
Me colocaram de pé e enquanto o Bombilla me segurava, o Cerilla começou a me despir. As mãos dele passavam por todo o meu corpo, o que aumentava meu tesão e safadeza. O Bombilla, que me segurava pelos ombros, resolveu pegar um dos meus peitos ainda coberto pelo sutiã.
- Mmm!!... você é bem gostosa, foxy... - exclamou o Bombilla enquanto amassava meu peito -
- Tô tão gostosa quanto sua mãe?... - que porra... por que eu disse isso... -
- Olha, olha, então você nos ouviu falar... é uma slut suja, sem dúvida... - disse o Cerilla ao ouvir meu comentário -
- Diz o que você quer, slut... - exclamou o Bombilla -
- Quero que chupe meus peitos... - não!!, pelo amor de Deus, o que eu tava dizendo... -
- Ok... - respondeu o Bombilla -
Ele abaixou a taça do meu sutiã e começou a beijar meus peitos, enquanto o Cerilla beijava meu estômago e barriga cobertos pela minha calcinha. Meus gemidos já estavam altos, e eu notava como isso excitava eles cada vez mais.
- Foxy, você quer que eu chupe aqui embaixo? - perguntou o Cerilla -
- Aham... sim... - respondi já fora de toda sanidade -
O Cerilla abaixou devagar minha calcinha e, colocando uma das minhas pernas sobre o... ombro começou a chupar minha buceta.
- Uyy!!... oommm!!... uuumm!!... – eu gemia enquanto Bombilla sugava meu mamilo e Cerilla cuidava do meu clitóris-
- Quero tocar neles… – falei ofegante-
Bombilla não demorou pra baixar a cueca e deixar o pau dele de fora. Enquanto voltava a chupar meus peitos, eu tentava olhar pro pau dele, mas a barriga escondia; então peguei com a mão e percebi que era meio pequeno, mas grosso, igual a ele.
- Não se acha, foxy… senão vai se dar mal… – disse Bombilla ao sentir minha mão na ferramenta dele-
Devagar, comecei a masturbar ele, porque naquele momento o tesão causado pelas drogas era incontrolável, meu corpo se sentia fraco, mas não mais mole que nem borracha, eu começava a gostar do que há pouco me dava nojo.
- Uy!!... puta, que mãos macias você tem… – exclamou Bombilla-
Olhei pra baixo de novo e vi Cerilla se engasgando com minha boceta já toda molhada, então peguei ele pelos cabelos e levantei a cara dele.
- Tá gostando?... da minha língua, foxy?... – perguntou Cerilla-
- Aham… não para… lambe toda a minha buceta… – não acreditava no que saía da minha boca, eu simplesmente não me reconhecia-
Até aquele momento, só dois homens tinham tocado, lambido e penetrado meu corpo, e isso estava prestes a mudar. Bombilla soltou meus mamilos e subiu até meu pescoço, dando beijinhos leves, depois subiu até minha orelha, lambendo ela toda; aquilo me deixou completamente louca. As mãos dele amassavam meus peitos enquanto os lábios beijavam minha orelha e pescoço, enquanto Cerilla, habilidoso, enfiou dois dedos dentro da minha buceta, o que arrancou um gemido de prazer da minha garganta.
- Ummmm!!... amor… assim… assim…
Vendo que aquilo me deixou ainda mais com tesão, Cerilla começou a mexer os dedos bem rápido, enfiando e tirando da minha buceta. As descargas de prazer causadas pelos dedos e língua de Cerilla e as mãos e boca de Bombilla, junto com o efeito das drogas, provocaram meu primeiro orgasmo.
- Um, um, um, aaaa!!... aaaa!!... eu vou gozar, vou gozar…
- Uy!!... essa puta é muito gostosa… não é, mano?... -disse bombilla-
- Aham… e tem um gostinho delicioso… diferente das outras… -respondeu cerilla-
Meu orgasmo fez meu corpo se contrair e tremer sem parar por alguns segundos, enquanto os caras continuavam na deles. Bombilla me apoiou na pia e parou o que tava fazendo pra abrir o chuveiro.
- Já foi, mano?... –disse pro irmão que ainda tava devorando minha buceta-
Cerilla se levantou, soltou minha perna e, me pegando pela mão, me levaram pra baixo da água, me dando um banho. As mãos deles me acariciavam e ensaboavam o corpo todo; mudando de tarefa. Agora bombilla lavava minha buceta e cerilla meus peitos. Cerilla foi o primeiro que procurou minha boca e me beijou suavemente, a língua dele brincava com a minha e as mãos apertavam meus peitos com força. Eles enxaguaram todo o sabão do meu corpo e se levantaram. Bombilla me entregou o sabão dizendo:
- Sua vez, puta…
Me colocaram de joelhos e me fizeram dar banho nos dois. Só nesse momento pude ver claramente o pau de bombilla, e sim, como eu já tinha dito, era pequeno e grosso, com um par de bolinhas pequenas. Chegou a vez de cerilla, que ainda tava de cueca, então eu abaixei pra olhar um pau igual a ele: magro e comprido, pendurado junto com um par de bolas médias, ambos cobertos de pelos pubianos.
- Puta, como você chupa um pau?... –perguntou cerilla-
Como já falei, nunca fui boa na arte do sexo oral, então respondi com toda honestidade:
- Muito ruim, amor… mas se quiser, eu tento…
Os dois se olharam por um segundo e responderam ao mesmo tempo:
- Então vamos te dar sua primeira lição de chupar pau…
Cerilla pegou o pau mole dele e colocou na frente dos meus lábios, dizendo:
- Abre a boca e lambe meu pau, gostosa, e depois faz o mesmo com o pau do meu irmão…
Ainda de joelhos, abri a boca devagar e, esticando a língua, lambi todo o comprimento do pau de cerilla, enquanto segurava o de bombilla com a outra mão. Depois de percorrer o membro de cerilla, passei al de bombilla.
Lambendo como se fosse um pirulito do meu sabor favorito, fiquei assim por uns minutos; até ser interrompida pela bombilla, que me puxou pelos cabelos e disse.
- Agora, sua puta, vai abrir bem a boca e enfiar nossas picas na sua boca…
Sabia que não podia errar, ou quem sabe o que aconteceria se esses caras ficassem putos, então me concentrei e o primeiro a entrar na minha boca foi o pau da bombilla.
- Mm!!... assim, puta… assim… deixa ela aberta enquanto eu fodo sua boca... – disse bombilla enquanto me segurava pela cabeça e se masturbava usando minha boca-
- Gua, gua, gua, gua…- era o que saía da minha garganta-
Cerilla se aproximou do meu rosto e colocou o pau na minha bochecha, batendo com o membro em mim. Bombilla se deliciou com minha boca e chegou a vez da cerilla, quando bombilla tirou o pau da minha boca, cerilla enfiou o dele sem me dar tempo de nada. O dele era mais comprido, mas fino, então não entrava completamente.
- Aa!!, aa, aa, ha… que boquinha gostosa… raposinha… você gosta, me fala que você gosta…- gemeu e disse cerilla-
- Mmju… mjju… - respondi sem poder falar-
Cerilla se agarrou na minha cabeça e de repente enfiou o pau todo na minha boca, o que me fez ficar sem ar.
- Guaaawwk… guuuakkk….- se ouviu enquanto minhas mãos o empurravam pelas coxas-
- Aaaa!!... que gostoso… você gostou?...- perguntou cerilla-
- Sim, amei… mais, quero mais…- respondi perdida no desejo e prazer-
- Abre bem a boca, segura a pica dos dois…- disse bombilla-
Fiz o que ele pediu e os dois enfiaram os paus na minha boca, minhas bochechas pareciam as de um esquilo com bolotas dentro, ambos metiam e tiravam os membros ao mesmo tempo, enquanto as mãos deles seguravam minha cabeça.
- Mm, mm, aa, ha, ha, gostoso, gostoso… assim, puta, chupa pica… mmm!!... que gostoso você chupa, mexe a língua, puta …- diziam os irmãos enquanto fodiam minha boca-
Do jeito que dava, tentava mexer a língua para fazer o que pediam, mas era impossível por causa da pouca experiência que eu tinha nessa área. Os irmãos tiraram os paus da minha boca e me levantaram pelos braços.
— Muito bem, puta… você se saiu bem pra uma puta inexperiente… — disse Cerilla.
Os dois continuaram me beijando, lambendo, acariciando e dedando, até que a temperatura da água do chuveiro começou a cair. Cerilla fechou o registro e disse:
— Puta… tá na hora de meter o pau em você…
Eles me tiraram do chuveiro sem puxões, porque nessa altura a droga no meu corpo já me deixava completamente cheia de tesão e submissa, exatamente como Bombilla tinha dito.
— Claro… sim… — respondi.
Pegaram umas toalhas, secaram meio por cima a água do meu corpo e cabelo, saímos do banheiro e atravessamos uma sala ampla até chegar num quarto com vista pra cidade. Durante todo o caminho, os caras não paravam de me beijar, enfiar os dedos na minha buceta, apalpar meus peitos, me morder e fazer outras coisas sujas. Isso só aumentava ainda mais minha excitação e vontade.
Me jogaram na cama e ficaram me olhando por um momento. Bombilla se aproximou, ajoelhou na beira da cama e pediu pra eu levantar as pernas, o que fiz devagar, deixando ele ver minha buceta inteira e toda molhada. Vi que Cerilla olhava pro irmão e mordia os lábios, enquanto se masturbava sozinho.
— Puta suja, que bucetinha bonita você tem… mas eu quero esse buraquinho aqui… — disse Bombilla, colocando o dedo no meu cu.
— Uii!!… não, esse aí eu nunca dei pra ninguém… — respondi.
E era verdade: nem meu marido, nem meu sobrinho nunca tinham tocado no meu cu.
— Olha só, uma virgem de cu… então vamos inaugurar ele, puta… — respondeu Cerilla.
— Não, pelo amor… isso não… — falei, suplicando.
— Calma, calma… não se assusta, a gente não tem um pau tão grande pra te machucar… — disse Bombilla.
Bombilla olhou pro irmão, e ele segurou meus tornozelos, pedindo pra eu masturbá-lo. Peguei o pau dele e comecei a bater umas punhetas. Enquanto isso, o dedo de Bombilla brincava com meu cu. - Ai, ai, não, não… por favor… —dizia ela, tentando impedir que ele colocasse—
- Shhh… putinha… você vai ver que vai gostar… —disse Cerilla—
- Meu irmão não curte tanto a xereca, prefere os peitos e as bundas… —completou Cerilla—
Bombilla colocou o dedo bem em cima do meu cu e começou a empurrar devagar, fazendo meu esfíncter se abrir e dar passagem ao dedo dele.
- Ummm!!... nãooo!!... aaaaaaajaaaa!!... não… —gritei, sem conseguir nada—
Bombilla deixou o dedo dentro do meu cu por uns minutos, enquanto com a outra mão esfregava meu clitóris e lambia meus lábios da buceta. Aos poucos, a dor virou prazer, e aquela sensação desagradável ficou gostosa.
- Omm!!... mmm!!... aaa!!... ummm!!... —eu gemia enquanto Bombilla se afogava com meus fluidos da buceta—
- Tá gostando, putinha… olha só pra você… e não queria… —disse Cerilla ao me ver gozar e me contorcer, enquanto segurava o pau dele na minha mão—
- Me passa aquela parada… —pediu Bombilla para Cerilla—
Ele tirou o pau da minha mão e desceu da cama, indo até uma gaveta do criado-mudo. Pegou um objeto laranja e um vidro transparente. Voltando pra cama, entregou tudo pro irmão, que continuava chupando minha racha e com o dedo no meu cu. Percebi que o objeto era um dildo de plástico em forma de pica e o vidro era lubrificante.
- Beleza, putinha, quero que você relaxe e respire fundo… —disse Bombilla enquanto pegava o dildo e pedia pro irmão passar lubrificante—
Quando ficou pronto, ele tirou devagar o dedo do meu cu e colocou o dildo frio em cima da minha bunda, e disse:
- Respira fundo, putinha…
Tomei todo o ar que consegui ao perceber o que vinha. Cerilla segurou meus peitos e me olhou fixo, dizendo:
- Relaxa e respira… ok… assim não vai doer tanto…
Olhou pro irmão e, com um aceno de cabeça, Bombilla começou a empurrar o dildo no meu cu; a parte fina entrou fácil, mas quando chegou na grossa, a ardência e a dor ficaram insuportáveis, e eu me contorcia afogava meus gemidos dentro da garganta.
- Mmmmmmm!!!... mmmmjjjuuuuu!!.....
- Shhh… respira, putinha… respira… -dizia Cerilla, enquanto me segurava pelos ombros-
Muito lento e doloroso, aquele objeto foi abrindo meu cu até então virgem. Quando finalmente entrou por completo, Bombilla deixou ele ali e, se levantando, disse.
- Você foi muito bem… putinha… já passou… respira…
Cerilla montou em cima de mim e colocou o pau meio mole no meio dos meus peitos, juntando eles, começou a foder meus seios. Bombilla voltou pra minha buceta e me chupava gostoso. Isso me fez esquecer da dor que eu sentia.
- Nossa, putinha… que gostosa você é… e ainda é boazinha… isso eu gosto ainda mais… aaa!!... aaa!!... -dizia Cerilla enquanto macetava meus peitos-
A dor começou a virar prazer, meus gemidos e os deles ficavam mais fortes e constantes. Até que Cerilla largou meus peitos e desceu de cima de mim; disse pro irmão.
- Vou, mano… passa pra cá… quero provar a boceta dessa putinha…
Bombilla saiu de entre minhas pernas, limpando os lábios com a língua, se levantou e subiu na cama. Enquanto isso, Cerilla se colocou na minha frente e, colocando minhas pernas nos ombros dele, me penetrou devagar.
- Aaaa!!... caralho, mano… que gostosa que essa putinha é… -exclamou Cerilla ao sentir meu calor no pau dele-
- Mmmmm!!!... coração…. Uummm!!... que delícia… -gemi ao sentir o pau dele se enfiar dentro de mim-
- É… ela é boa mesmo?.... -perguntou Bombilla-
- Nossa, sim… maravilhosa… -respondeu Cerilla-
As mãos dele seguravam minhas coxas, me penetrando fundo com aquele pau magro e comprido. Bombilla colocou o pau gordo e mole dele sobre meus lábios, me convidando a chupar, o que eu fiz na hora.
- Mmm, mmm, mmm, assim, putinha… assim… chupa meu pau… ouuu!!... ouuu!!... -gemia Bombilla ao sentir minha língua passar pelo pau dele-
Não demorou muito pro pau dele ficar duro, então, igual ao irmão, ele montou em cima de mim, começando a foder meus peitos por uns minutos. Cerilla continuava me penetrando. devagar, curtindo minha buceta. A cara dele era de puro prazer, enquanto a do Bombilla ficava cheia de suor.
— Assim, assim, papai… me come, me come… hum, hum, hum, hum, hum, au, au, au, au… — eu gemia sentindo o pau do Cerilla entrando e saindo da minha buceta.
Sem esquecer que ainda tinha o dildo no meu cu, o Bombilla enxugava o suor com uma toalhinha e depois pedia pra eu abrir a boca, enfiando o pau dele lá dentro. Eu tava sendo abusada por aqueles dois canalhas, um fodendo minha boca e o outro minha buceta. Nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria uma parada dessas.
— Já, mano… vamos os dois… — falou o Bombilla pro irmão.
O Cerilla parou e respondeu:
— Beleza, mano… como você quer?
— Ela monta em você, pra eu saborear o cu dela… — respondeu o Bombilla.
Os dois tiraram os paus da minha boca e buceta. O Bombilla me pegou pelas mãos, me colocou de joelhos na cama e disse:
— Você vai se comportar, sua putinha… ok? Monta no meu irmão.
O Cerilla se deitou na cama e, me segurando pelas mãos, me ajudou a subir em cima do pau dele. Tive que pegar o membro com a mão pra facilitar a penetração. Ele começou a bombar devagar e com suavidade. Enquanto isso, pelo espelho da cômoda, eu via o Bombilla lubrificando o pau grosso e curto dele.
Quando tudo ficou pronto, o Bombilla se posicionou atrás de mim e disse:
— Inclina pra frente, sua vadiazinha… e se comporta… você vai gozar, pode crer.
Ele colocou a mão nas minhas costas e me inclinou até meus peitos esfregarem no irmão dele. Devagar, ele tirou o dildo do meu cu, o que doeu um pouco. Assim que o brinquedo saiu do meu ânus, ele encostou o pau na entrada e disse:
— Respira fundo, puta… que lá vou eu.
O Cerilla parou de me penetrar e ficou imóvel. O pau do Bombilla começou a entrar devagar. Fechei os olhos e me agarrei nos ombros do Cerilla, que me envolveu com os braços e me apertou pra eu não me mexer. Não demorou muito pro meu cu, já bem dilatado, deixar o pau do Bombilla passar até a virilha dele. com a minha bunda.
- Ouuu!!!... não fode… mano… isso é incrível… aperta como ninguém… -disse a bombilla-
- Verdade que ela é bem gostosa… -respondeu a cerilla-
- Sim, mano… incrível… vamos nessa… -exclamou a bombilla-
Os dois irmãos começaram a meter e tirar seus membros dos meus buracos, a sensação era incrível…
- Au, au, au, mm, mm, mm, mm, mm, mm, aa, aa, aa, aa, aa, aa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, mm, mm, mm, mm, um, um, um, um, assim, assim… deus, deus… que delícia… aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, me fodam… me fodam… ai, ai, ai… -eu gemia sendo duplamente penetrada-
O que começou intimidador e caótico, agora era prazeroso e alucinante.
- foxy, foxy… não fode que delícia que você é… amo sua bunda… mm!!... pa, pap, pap, pap, pap, geme, geme… puta… -dizia a bombilla-
- Au, au, ai, ai, ai, amm, amm, amm, assim, assim, não parem… aa, aa, aa, ha, ha, ha, ui, ui, ui, seus dois filhos da puta me fodam mais… -eu gritava, fora de mim e perdida no prazer que aquele par de canalhas me dava-
A cerilla bombava minha vagina com força, assim como o irmão bombava minha bunda, meus peitos dançavam como loucos, vítimas das penetrações. Ficamos assim por vários minutos até que a cerilla disse.
- Troca, mano… agora é minha vez no cu…
A bombilla parou e tirou o pênis devagar da minha bunda, eu me levantei para deixar o pênis da cerilla sair da minha vagina e agora era a bombilla que ia me penetrar a vagina e a cerilla o cu.
A bombilla me segurou colocando a mão na minha barriga e disse ao irmão.
- Onde vamos gozar?…
- Onde você quer? -perguntou a cerilla, se referindo ao esperma-
- Onde vocês quiserem?… -respondi ofegante-
- Você ainda pode engravidar, puta?… -perguntou a bombilla-
- Aham… ainda posso -respondi-
- Ok, então vamos gozar nos seus peitos e na sua cara… -disse a cerilla-
- Fechou, mano, me avisa quando… -exclamou a bombilla enquanto me penetrava a vagina-
A cerilla me inclinou para frente e me penetrou o cu sem nenhum problema, o pênis dela era fino, então entrou sem dificuldade. dificuldade.
- Não me fode… cê tem razão, mano… que buceta gostosa… essa puta suja… –disse Fósforo entrando no meu cu-
- É, mano… a pepita dela não é ruim, mais molhada e bem quente… uuuh… que gostosa a gente tá comendo ela… –respondeu Lâmpada-
- Geme, puta, geme, grita… aaaa!!... manda ver, mano… manda até ela pedir arrego… –diziam os dois-
- Au, au, au, mm, mm, mm, mm, mm, mm, aa, aa, aa, aa, aa, aa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, mm, mm, mm, mm, um, um, um, um, assim, assim… deus, deus… que gostoso… aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, me comam… me comam… ai, ai, ai… –eu gemia e gritava sentindo os paus deles me penetrando-
Nós três suávamos pra caralho, resultado da puta sessão de sexo sem limites que a gente tava tendo, eu não aguentava mais, tinha tido mais de quatro orgasmos, me sentia quase desmaiando, e de repente Fósforo, entre gemidos, falou:
- Já, mano… já…
Os dois tiraram os paus dos meus buracos e me jogaram na cama, se masturbaram por uns segundos e soltaram a carga…
- Aaaa!!... toma, puta… mmmm!!!...
- Oooouuu!!!... que boa foda que a gente te deu, puta… aaaa!!...
Diziam os dois enquanto o esperma quente deles jorrava nos meus peitos e na minha cara, me deixando igual uma donut glaceada.
Os dois terminaram de gozar e desabaram do meu lado, exaustos e ofegantes. Eu desmaiei, vítima do cansaço e do prazer. Quando voltei a mim, percebi que os dois tinham ido embora, me deixando pelada, coberta de porra e com o cu e a buceta doloridos. Levantei e tomei um banho rápido, saí do apartamento e do prédio, já completamente lúcida e consciente.
E totalmente chocada com o que tinha acabado de acontecer. Tendo que inventar qualquer desculpa pra nunca mais ver aqueles canalhas. Voltei pra casa, subi direto pro meu quarto e dormi igual um bebê.
Infelizmente, os gêmeos seriam vítimas dos próprios excessos e da vida louca, já que meses depois morreriam num acidente de carro brutal. A mãe deles e eu mantemos uma Relação de amigas muito próximas, embora nunca tenha conseguido contar pra ela o que rolou com os filhos dela. Mais pra frente vou contar o que aconteceu num fim de semana em que experimentei a vida swinger... e foi assim que aquele par de crianças sardentas e ruivas, que eu vi crescer, me deram minha primeira experiência anal... Fim.
A pele cheia de sardas dava um toque fofo e bonachão quando eram crianças, mas com o passar dos anos, aqueles garotos hiperativos se transformaram num par de canalhas, vítimas do abandono dos pais, já que o pai é médico e a mãe administradora, os moleques cresceram quase sozinhos; e naquele momento, com seus 18 anos completos, já tinham sido expulsos de várias escolas por mau comportamento e baixo rendimento.
Então a mãe contratou vários tutores pra regularizar eles, entre os quais eu estava, todos os dias diferentes professores, engenheiros e outros profissionais desfilavam pela casa dos gêmeos.
Vários tutores tinham desistido na primeira aula, porque o Palito e o Lâmpada eram realmente terríveis. Vocês devem se perguntar por que falo deles no passado, bom, no final do relato vocês vão saber.
Comigo os garotos se comportavam um pouco melhor, já que me conheciam desde sempre. Mas isso começou a mudar com o passar dos dias, numa ocasião enquanto eu tomava um copo d'água na cozinha; ouvi o Palito dizer pro Lâmpada:
- Cara, já viu como a Geo tá gostosa?... ela se mantém bem…
- Sim, pô… adoro os peitos dela… parecem os da mamãe… - respondeu o Lâmpada -
- Qualé, cara, tu tá olhando pras tetas da mamãe… hahaha… - disse o Palito -
- Que nada, mano… ela tem uns peitos deliciosos… - disse o Lâmpada irritado -
Saí da cozinha e rapidamente eles ficaram sérios, aqueles comentários me pareceram os típicos de um par de garotos tarados da idade deles, mas as coisas mudaram naquele mesmo dia. Durante a aula, eu sentia como os dois garotos olhavam lascivamente pro meu corpo, aquilo começou a me incomodar; embora eu deva confessar que também me senti excitada.
Várias vezes Peguei o Bombilla me encarando a bunda toda vez que me abaixava pra corrigir o caderno dele, enquanto o Cerilla não perdia chance de olhar pela abertura da minha blusa. Mas nunca insinuaram nada nem tentaram me tocar.
Uma tarde, enquanto dava aula e revisava umas anotações de trabalho, senti o olhar de um dos caras no meu corpo. Quando levantei a vista, vi o Bombilla largado na cadeira, olhando fixamente pros meus peitos e se tocando por cima da calça.
Aquilo me irritou pra caralho, porque uma coisa era as punhetas mentais e verbais, outra era se tocar na minha frente. Então chamei a atenção dele e, dando a aula por encerrada, saí de casa. Mais tarde naquela noite, liguei pra mãe dele pra contar o que tinha rolado. Ela pediu desculpas pelo que aconteceu à tarde, me implorou pra não pedir demissão e prometeu que o Cerilla e o Bombilla iam se desculpar na aula seguinte.
Na semana seguinte, cheguei na casa dela no horário de sempre. Lá dentro, me esperavam o Cerilla, o Bombilla e a mãe deles. Os caras se desculparam comigo, e aí a aula começou. Durante a aula, notei que os dois trocavam segredinhos e cochichavam coisas que eu não conseguia entender, enquanto me olhavam de um jeito safado.
A aula terminou e eu me senti aliviada. Voltei pra casa e não conseguia parar de pensar no jeito que aqueles canalhas me olhavam. Me senti meio intimidada, mas depois de uns minutos, falei comigo mesma:
— Não tem medo deles, Georgina... porque se tiver, vai se foder...
Na semana seguinte, algo estranho aconteceu. A aula não seria na casa da mãe deles, mas na da avó, que ficava a duas quadras da minha casa. Achei bizarro, já que a casa tava abandonada desde que a mãe da minha amiga morreu, mas era mais cômodo porque eu não teria que dirigir até a casa deles. Como ia sair tarde, decidi levar meu carro.
Quando cheguei, vi o carro dos gêmeos estacionado na frente da casa. Toquei a campainha e o Cerilla veio abrir a porta; cumprimentando-me muito cordialmente, me convidou para entrar. Entramos na casa e notei que não parecia abandonada, pelo contrário, estava limpa e arrumada.
- Gente, quem mora aqui?... – perguntei –
- Ninguém, Geo, minha mãe mantém assim sempre... talvez para lembrar da avó – respondeu Cerilla –
Passamos para a mesa da sala de jantar e nos sentamos, começando a aula. Não tinham passado mais de cinco minutos quando Bombilla gentilmente me ofereceu um refrigerante, que aceitei porque a tarde estava quente. Bombilla se levantou da mesa e foi para a cozinha, enquanto Cerilla estava nervoso e impaciente.
Bombilla voltou depois de alguns minutos com três refrigerantes: dois diet e um normal. Um dos diet colocou ao meu lado e disse:
- Pronto, Geo...
Agradeci o gesto, dando um gole no refrigerante que estava gelado. Assim que coloquei a lata na mesa, vi os garotos se olhando e sorrindo. A aula continuou, assim como os goles de refrigerante. Não demorou muito para eu perceber que sentia muito calor no corpo todo, as letras do livro de exercícios estavam borradas, então tentei me levantar. Mas foi inútil, minhas pernas pareciam de borracha, e caí de volta na cadeira, dizendo:
- O que vocês me fizeram, garotos?...
Olhei os rostos borrados dos dois se aproximando de mim e dizendo:
- O que você achou, Geo, que só porque é amiga da minha mãe não pagaria pelo que fez?... – disse Cerilla –
- Por sua culpa, minha mãe me castigou e meu pai me deu um tapa... agora você vai pagar, sua gostosa... – disse Bombilla, irritado –
- Garotos, esperem... vocês não vão me machucar... – falei, morrendo de medo –
- Haha... e quem falou em te machucar?... Não, Geo; vamos te fazer gozar... – respondeu Bombilla –
Meu coração pulava dentro do peito ao saber o que estava prestes a acontecer.
- Então não vão... – falei num tom irritado –
Os gêmeos riram alto e Cerilla respondeu:
- Ha ha ha... Geo, não seja ingênua... não é a primeira vez que fazemos isso... te dei uma droga que vai te deixar muito quente e complacente...
- Vocês estão Loucos… não podem fazer isso comigo, caras, por favor… — falei tentando convencê-los.
— Tanto faz… agora cala a boca, raposa… — disse Bombilla.
Cerilla pegou algo da minha bolsa e saiu, voltando em seguida e dizendo:
— Pronto, mano, temos que tirar ela daqui…
Eles me seguraram pelos braços e os passaram pelos pescoços deles, me levantando da cadeira. Me levaram até a garagem da casa, minha visão clareava a cada minuto, mas meu corpo continuava sem responder e, como Bombilla tinha dito, eu começava a me sentir desejosa e muito tarada. Olhei e vi minha minivan dentro da garagem. Cerilla abriu a porta deslizante e me fizeram entrar, me deitando no banco de trás. Bombilla fechou a porta da minivan e Cerilla assumiu o volante, começando a dirigir por vários minutos; nesse tempo, meu nível de tesão só aumentava.
Em certo momento, Cerilla me olhou pelo retrovisor e disse:
— Slutty… como você está?… Você tá com cara de tarada…
Ah, meu Deus, estava na cara ou ele só adivinhou.
— É verdade, você tá gostosa, slutty… — disse Bombilla.
— Caras, por favor, não façam isso comigo… — falei, tentando convencê-los pela última vez.
— Mas você vai gostar, slutty… não tenha medo… se você se comportar bem, não vamos te machucar… — disse Cerilla, me olhando pelo espelho.
Os rostos deles eram de dois caras frenéticos e cheios de tesão, o que aumentou minha libido por causa da droga que estava no meu corpo.
Depois de mais alguns minutos, vi a luz do sol sumir e muitas lâmpadas piscando enquanto a minivan passava.
— Onde estamos?… — perguntei, inquieta.
— Shhh… calma, raposa… já chegamos… agora não faz barulho… — respondeu Bombilla.
Cerilla desceu da minivan e, depois de alguns minutos, voltou e disse:
— Pronto, mano… vamos subir…
Os dois me tiraram da minivan e entramos num elevador. Eu via as luzes que indicam os andares acendendo até parar no 7º andar. As portas se abriram e nós três saímos do elevador, caminhamos até parar na frente de uma porta com o número 702. Cerilla abriu a porta usando um jogo de chaves e entramos, os caras me sentaram num sofá e o Cerilla falou pro Bombilla:
- Mano, fecha direito, não quero que role igual da última vez...
Pelo amor de Deus, então não tavam brincando, essa não era a primeira vez que faziam algo assim. Esses caras eram doentes mesmo.
- Beleza, slutty... hora do show... - disse o Cerilla -
- Vamos dar um banho nela, mano... porque acho que é uma foxy suja... - disse o Bombilla -
Os dois me pegaram pelos braços e me levaram até o banheiro daquele lugar. Quando entrei, percebi que não era um quarto de hotel, mas um apartamento meio chique.
Me sentaram na privada e rapidamente começaram a se pelar até ficar só de cueca.
- Sua vez, foxy... - exclamou o Cerilla -
- Por favor, caras... não façam isso... - falei implorando, mas isso só animava e excitava eles mais -
- Vai, slut, coopera ou a gente vai te machucar... - disse o Bombilla -
Me colocaram de pé e enquanto o Bombilla me segurava, o Cerilla começou a me despir. As mãos dele passavam por todo o meu corpo, o que aumentava meu tesão e safadeza. O Bombilla, que me segurava pelos ombros, resolveu pegar um dos meus peitos ainda coberto pelo sutiã.
- Mmm!!... você é bem gostosa, foxy... - exclamou o Bombilla enquanto amassava meu peito -
- Tô tão gostosa quanto sua mãe?... - que porra... por que eu disse isso... -
- Olha, olha, então você nos ouviu falar... é uma slut suja, sem dúvida... - disse o Cerilla ao ouvir meu comentário -
- Diz o que você quer, slut... - exclamou o Bombilla -
- Quero que chupe meus peitos... - não!!, pelo amor de Deus, o que eu tava dizendo... -
- Ok... - respondeu o Bombilla -
Ele abaixou a taça do meu sutiã e começou a beijar meus peitos, enquanto o Cerilla beijava meu estômago e barriga cobertos pela minha calcinha. Meus gemidos já estavam altos, e eu notava como isso excitava eles cada vez mais.
- Foxy, você quer que eu chupe aqui embaixo? - perguntou o Cerilla -
- Aham... sim... - respondi já fora de toda sanidade -
O Cerilla abaixou devagar minha calcinha e, colocando uma das minhas pernas sobre o... ombro começou a chupar minha buceta.
- Uyy!!... oommm!!... uuumm!!... – eu gemia enquanto Bombilla sugava meu mamilo e Cerilla cuidava do meu clitóris-
- Quero tocar neles… – falei ofegante-
Bombilla não demorou pra baixar a cueca e deixar o pau dele de fora. Enquanto voltava a chupar meus peitos, eu tentava olhar pro pau dele, mas a barriga escondia; então peguei com a mão e percebi que era meio pequeno, mas grosso, igual a ele.
- Não se acha, foxy… senão vai se dar mal… – disse Bombilla ao sentir minha mão na ferramenta dele-
Devagar, comecei a masturbar ele, porque naquele momento o tesão causado pelas drogas era incontrolável, meu corpo se sentia fraco, mas não mais mole que nem borracha, eu começava a gostar do que há pouco me dava nojo.
- Uy!!... puta, que mãos macias você tem… – exclamou Bombilla-
Olhei pra baixo de novo e vi Cerilla se engasgando com minha boceta já toda molhada, então peguei ele pelos cabelos e levantei a cara dele.
- Tá gostando?... da minha língua, foxy?... – perguntou Cerilla-
- Aham… não para… lambe toda a minha buceta… – não acreditava no que saía da minha boca, eu simplesmente não me reconhecia-
Até aquele momento, só dois homens tinham tocado, lambido e penetrado meu corpo, e isso estava prestes a mudar. Bombilla soltou meus mamilos e subiu até meu pescoço, dando beijinhos leves, depois subiu até minha orelha, lambendo ela toda; aquilo me deixou completamente louca. As mãos dele amassavam meus peitos enquanto os lábios beijavam minha orelha e pescoço, enquanto Cerilla, habilidoso, enfiou dois dedos dentro da minha buceta, o que arrancou um gemido de prazer da minha garganta.
- Ummmm!!... amor… assim… assim…
Vendo que aquilo me deixou ainda mais com tesão, Cerilla começou a mexer os dedos bem rápido, enfiando e tirando da minha buceta. As descargas de prazer causadas pelos dedos e língua de Cerilla e as mãos e boca de Bombilla, junto com o efeito das drogas, provocaram meu primeiro orgasmo.
- Um, um, um, aaaa!!... aaaa!!... eu vou gozar, vou gozar…
- Uy!!... essa puta é muito gostosa… não é, mano?... -disse bombilla-
- Aham… e tem um gostinho delicioso… diferente das outras… -respondeu cerilla-
Meu orgasmo fez meu corpo se contrair e tremer sem parar por alguns segundos, enquanto os caras continuavam na deles. Bombilla me apoiou na pia e parou o que tava fazendo pra abrir o chuveiro.
- Já foi, mano?... –disse pro irmão que ainda tava devorando minha buceta-
Cerilla se levantou, soltou minha perna e, me pegando pela mão, me levaram pra baixo da água, me dando um banho. As mãos deles me acariciavam e ensaboavam o corpo todo; mudando de tarefa. Agora bombilla lavava minha buceta e cerilla meus peitos. Cerilla foi o primeiro que procurou minha boca e me beijou suavemente, a língua dele brincava com a minha e as mãos apertavam meus peitos com força. Eles enxaguaram todo o sabão do meu corpo e se levantaram. Bombilla me entregou o sabão dizendo:
- Sua vez, puta…
Me colocaram de joelhos e me fizeram dar banho nos dois. Só nesse momento pude ver claramente o pau de bombilla, e sim, como eu já tinha dito, era pequeno e grosso, com um par de bolinhas pequenas. Chegou a vez de cerilla, que ainda tava de cueca, então eu abaixei pra olhar um pau igual a ele: magro e comprido, pendurado junto com um par de bolas médias, ambos cobertos de pelos pubianos.
- Puta, como você chupa um pau?... –perguntou cerilla-
Como já falei, nunca fui boa na arte do sexo oral, então respondi com toda honestidade:
- Muito ruim, amor… mas se quiser, eu tento…
Os dois se olharam por um segundo e responderam ao mesmo tempo:
- Então vamos te dar sua primeira lição de chupar pau…
Cerilla pegou o pau mole dele e colocou na frente dos meus lábios, dizendo:
- Abre a boca e lambe meu pau, gostosa, e depois faz o mesmo com o pau do meu irmão…
Ainda de joelhos, abri a boca devagar e, esticando a língua, lambi todo o comprimento do pau de cerilla, enquanto segurava o de bombilla com a outra mão. Depois de percorrer o membro de cerilla, passei al de bombilla.
Lambendo como se fosse um pirulito do meu sabor favorito, fiquei assim por uns minutos; até ser interrompida pela bombilla, que me puxou pelos cabelos e disse.
- Agora, sua puta, vai abrir bem a boca e enfiar nossas picas na sua boca…
Sabia que não podia errar, ou quem sabe o que aconteceria se esses caras ficassem putos, então me concentrei e o primeiro a entrar na minha boca foi o pau da bombilla.
- Mm!!... assim, puta… assim… deixa ela aberta enquanto eu fodo sua boca... – disse bombilla enquanto me segurava pela cabeça e se masturbava usando minha boca-
- Gua, gua, gua, gua…- era o que saía da minha garganta-
Cerilla se aproximou do meu rosto e colocou o pau na minha bochecha, batendo com o membro em mim. Bombilla se deliciou com minha boca e chegou a vez da cerilla, quando bombilla tirou o pau da minha boca, cerilla enfiou o dele sem me dar tempo de nada. O dele era mais comprido, mas fino, então não entrava completamente.
- Aa!!, aa, aa, ha… que boquinha gostosa… raposinha… você gosta, me fala que você gosta…- gemeu e disse cerilla-
- Mmju… mjju… - respondi sem poder falar-
Cerilla se agarrou na minha cabeça e de repente enfiou o pau todo na minha boca, o que me fez ficar sem ar.
- Guaaawwk… guuuakkk….- se ouviu enquanto minhas mãos o empurravam pelas coxas-
- Aaaa!!... que gostoso… você gostou?...- perguntou cerilla-
- Sim, amei… mais, quero mais…- respondi perdida no desejo e prazer-
- Abre bem a boca, segura a pica dos dois…- disse bombilla-
Fiz o que ele pediu e os dois enfiaram os paus na minha boca, minhas bochechas pareciam as de um esquilo com bolotas dentro, ambos metiam e tiravam os membros ao mesmo tempo, enquanto as mãos deles seguravam minha cabeça.
- Mm, mm, aa, ha, ha, gostoso, gostoso… assim, puta, chupa pica… mmm!!... que gostoso você chupa, mexe a língua, puta …- diziam os irmãos enquanto fodiam minha boca-
Do jeito que dava, tentava mexer a língua para fazer o que pediam, mas era impossível por causa da pouca experiência que eu tinha nessa área. Os irmãos tiraram os paus da minha boca e me levantaram pelos braços.
— Muito bem, puta… você se saiu bem pra uma puta inexperiente… — disse Cerilla.
Os dois continuaram me beijando, lambendo, acariciando e dedando, até que a temperatura da água do chuveiro começou a cair. Cerilla fechou o registro e disse:
— Puta… tá na hora de meter o pau em você…
Eles me tiraram do chuveiro sem puxões, porque nessa altura a droga no meu corpo já me deixava completamente cheia de tesão e submissa, exatamente como Bombilla tinha dito.
— Claro… sim… — respondi.
Pegaram umas toalhas, secaram meio por cima a água do meu corpo e cabelo, saímos do banheiro e atravessamos uma sala ampla até chegar num quarto com vista pra cidade. Durante todo o caminho, os caras não paravam de me beijar, enfiar os dedos na minha buceta, apalpar meus peitos, me morder e fazer outras coisas sujas. Isso só aumentava ainda mais minha excitação e vontade.
Me jogaram na cama e ficaram me olhando por um momento. Bombilla se aproximou, ajoelhou na beira da cama e pediu pra eu levantar as pernas, o que fiz devagar, deixando ele ver minha buceta inteira e toda molhada. Vi que Cerilla olhava pro irmão e mordia os lábios, enquanto se masturbava sozinho.
— Puta suja, que bucetinha bonita você tem… mas eu quero esse buraquinho aqui… — disse Bombilla, colocando o dedo no meu cu.
— Uii!!… não, esse aí eu nunca dei pra ninguém… — respondi.
E era verdade: nem meu marido, nem meu sobrinho nunca tinham tocado no meu cu.
— Olha só, uma virgem de cu… então vamos inaugurar ele, puta… — respondeu Cerilla.
— Não, pelo amor… isso não… — falei, suplicando.
— Calma, calma… não se assusta, a gente não tem um pau tão grande pra te machucar… — disse Bombilla.
Bombilla olhou pro irmão, e ele segurou meus tornozelos, pedindo pra eu masturbá-lo. Peguei o pau dele e comecei a bater umas punhetas. Enquanto isso, o dedo de Bombilla brincava com meu cu. - Ai, ai, não, não… por favor… —dizia ela, tentando impedir que ele colocasse—
- Shhh… putinha… você vai ver que vai gostar… —disse Cerilla—
- Meu irmão não curte tanto a xereca, prefere os peitos e as bundas… —completou Cerilla—
Bombilla colocou o dedo bem em cima do meu cu e começou a empurrar devagar, fazendo meu esfíncter se abrir e dar passagem ao dedo dele.
- Ummm!!... nãooo!!... aaaaaaajaaaa!!... não… —gritei, sem conseguir nada—
Bombilla deixou o dedo dentro do meu cu por uns minutos, enquanto com a outra mão esfregava meu clitóris e lambia meus lábios da buceta. Aos poucos, a dor virou prazer, e aquela sensação desagradável ficou gostosa.
- Omm!!... mmm!!... aaa!!... ummm!!... —eu gemia enquanto Bombilla se afogava com meus fluidos da buceta—
- Tá gostando, putinha… olha só pra você… e não queria… —disse Cerilla ao me ver gozar e me contorcer, enquanto segurava o pau dele na minha mão—
- Me passa aquela parada… —pediu Bombilla para Cerilla—
Ele tirou o pau da minha mão e desceu da cama, indo até uma gaveta do criado-mudo. Pegou um objeto laranja e um vidro transparente. Voltando pra cama, entregou tudo pro irmão, que continuava chupando minha racha e com o dedo no meu cu. Percebi que o objeto era um dildo de plástico em forma de pica e o vidro era lubrificante.
- Beleza, putinha, quero que você relaxe e respire fundo… —disse Bombilla enquanto pegava o dildo e pedia pro irmão passar lubrificante—
Quando ficou pronto, ele tirou devagar o dedo do meu cu e colocou o dildo frio em cima da minha bunda, e disse:
- Respira fundo, putinha…
Tomei todo o ar que consegui ao perceber o que vinha. Cerilla segurou meus peitos e me olhou fixo, dizendo:
- Relaxa e respira… ok… assim não vai doer tanto…
Olhou pro irmão e, com um aceno de cabeça, Bombilla começou a empurrar o dildo no meu cu; a parte fina entrou fácil, mas quando chegou na grossa, a ardência e a dor ficaram insuportáveis, e eu me contorcia afogava meus gemidos dentro da garganta.
- Mmmmmmm!!!... mmmmjjjuuuuu!!.....
- Shhh… respira, putinha… respira… -dizia Cerilla, enquanto me segurava pelos ombros-
Muito lento e doloroso, aquele objeto foi abrindo meu cu até então virgem. Quando finalmente entrou por completo, Bombilla deixou ele ali e, se levantando, disse.
- Você foi muito bem… putinha… já passou… respira…
Cerilla montou em cima de mim e colocou o pau meio mole no meio dos meus peitos, juntando eles, começou a foder meus seios. Bombilla voltou pra minha buceta e me chupava gostoso. Isso me fez esquecer da dor que eu sentia.
- Nossa, putinha… que gostosa você é… e ainda é boazinha… isso eu gosto ainda mais… aaa!!... aaa!!... -dizia Cerilla enquanto macetava meus peitos-
A dor começou a virar prazer, meus gemidos e os deles ficavam mais fortes e constantes. Até que Cerilla largou meus peitos e desceu de cima de mim; disse pro irmão.
- Vou, mano… passa pra cá… quero provar a boceta dessa putinha…
Bombilla saiu de entre minhas pernas, limpando os lábios com a língua, se levantou e subiu na cama. Enquanto isso, Cerilla se colocou na minha frente e, colocando minhas pernas nos ombros dele, me penetrou devagar.
- Aaaa!!... caralho, mano… que gostosa que essa putinha é… -exclamou Cerilla ao sentir meu calor no pau dele-
- Mmmmm!!!... coração…. Uummm!!... que delícia… -gemi ao sentir o pau dele se enfiar dentro de mim-
- É… ela é boa mesmo?.... -perguntou Bombilla-
- Nossa, sim… maravilhosa… -respondeu Cerilla-
As mãos dele seguravam minhas coxas, me penetrando fundo com aquele pau magro e comprido. Bombilla colocou o pau gordo e mole dele sobre meus lábios, me convidando a chupar, o que eu fiz na hora.
- Mmm, mmm, mmm, assim, putinha… assim… chupa meu pau… ouuu!!... ouuu!!... -gemia Bombilla ao sentir minha língua passar pelo pau dele-
Não demorou muito pro pau dele ficar duro, então, igual ao irmão, ele montou em cima de mim, começando a foder meus peitos por uns minutos. Cerilla continuava me penetrando. devagar, curtindo minha buceta. A cara dele era de puro prazer, enquanto a do Bombilla ficava cheia de suor.
— Assim, assim, papai… me come, me come… hum, hum, hum, hum, hum, au, au, au, au… — eu gemia sentindo o pau do Cerilla entrando e saindo da minha buceta.
Sem esquecer que ainda tinha o dildo no meu cu, o Bombilla enxugava o suor com uma toalhinha e depois pedia pra eu abrir a boca, enfiando o pau dele lá dentro. Eu tava sendo abusada por aqueles dois canalhas, um fodendo minha boca e o outro minha buceta. Nem nos meus sonhos mais loucos eu imaginaria uma parada dessas.
— Já, mano… vamos os dois… — falou o Bombilla pro irmão.
O Cerilla parou e respondeu:
— Beleza, mano… como você quer?
— Ela monta em você, pra eu saborear o cu dela… — respondeu o Bombilla.
Os dois tiraram os paus da minha boca e buceta. O Bombilla me pegou pelas mãos, me colocou de joelhos na cama e disse:
— Você vai se comportar, sua putinha… ok? Monta no meu irmão.
O Cerilla se deitou na cama e, me segurando pelas mãos, me ajudou a subir em cima do pau dele. Tive que pegar o membro com a mão pra facilitar a penetração. Ele começou a bombar devagar e com suavidade. Enquanto isso, pelo espelho da cômoda, eu via o Bombilla lubrificando o pau grosso e curto dele.
Quando tudo ficou pronto, o Bombilla se posicionou atrás de mim e disse:
— Inclina pra frente, sua vadiazinha… e se comporta… você vai gozar, pode crer.
Ele colocou a mão nas minhas costas e me inclinou até meus peitos esfregarem no irmão dele. Devagar, ele tirou o dildo do meu cu, o que doeu um pouco. Assim que o brinquedo saiu do meu ânus, ele encostou o pau na entrada e disse:
— Respira fundo, puta… que lá vou eu.
O Cerilla parou de me penetrar e ficou imóvel. O pau do Bombilla começou a entrar devagar. Fechei os olhos e me agarrei nos ombros do Cerilla, que me envolveu com os braços e me apertou pra eu não me mexer. Não demorou muito pro meu cu, já bem dilatado, deixar o pau do Bombilla passar até a virilha dele. com a minha bunda.
- Ouuu!!!... não fode… mano… isso é incrível… aperta como ninguém… -disse a bombilla-
- Verdade que ela é bem gostosa… -respondeu a cerilla-
- Sim, mano… incrível… vamos nessa… -exclamou a bombilla-
Os dois irmãos começaram a meter e tirar seus membros dos meus buracos, a sensação era incrível…
- Au, au, au, mm, mm, mm, mm, mm, mm, aa, aa, aa, aa, aa, aa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, mm, mm, mm, mm, um, um, um, um, assim, assim… deus, deus… que delícia… aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, me fodam… me fodam… ai, ai, ai… -eu gemia sendo duplamente penetrada-
O que começou intimidador e caótico, agora era prazeroso e alucinante.
- foxy, foxy… não fode que delícia que você é… amo sua bunda… mm!!... pa, pap, pap, pap, pap, geme, geme… puta… -dizia a bombilla-
- Au, au, ai, ai, ai, amm, amm, amm, assim, assim, não parem… aa, aa, aa, ha, ha, ha, ui, ui, ui, seus dois filhos da puta me fodam mais… -eu gritava, fora de mim e perdida no prazer que aquele par de canalhas me dava-
A cerilla bombava minha vagina com força, assim como o irmão bombava minha bunda, meus peitos dançavam como loucos, vítimas das penetrações. Ficamos assim por vários minutos até que a cerilla disse.
- Troca, mano… agora é minha vez no cu…
A bombilla parou e tirou o pênis devagar da minha bunda, eu me levantei para deixar o pênis da cerilla sair da minha vagina e agora era a bombilla que ia me penetrar a vagina e a cerilla o cu.
A bombilla me segurou colocando a mão na minha barriga e disse ao irmão.
- Onde vamos gozar?…
- Onde você quer? -perguntou a cerilla, se referindo ao esperma-
- Onde vocês quiserem?… -respondi ofegante-
- Você ainda pode engravidar, puta?… -perguntou a bombilla-
- Aham… ainda posso -respondi-
- Ok, então vamos gozar nos seus peitos e na sua cara… -disse a cerilla-
- Fechou, mano, me avisa quando… -exclamou a bombilla enquanto me penetrava a vagina-
A cerilla me inclinou para frente e me penetrou o cu sem nenhum problema, o pênis dela era fino, então entrou sem dificuldade. dificuldade.
- Não me fode… cê tem razão, mano… que buceta gostosa… essa puta suja… –disse Fósforo entrando no meu cu-
- É, mano… a pepita dela não é ruim, mais molhada e bem quente… uuuh… que gostosa a gente tá comendo ela… –respondeu Lâmpada-
- Geme, puta, geme, grita… aaaa!!... manda ver, mano… manda até ela pedir arrego… –diziam os dois-
- Au, au, au, mm, mm, mm, mm, mm, mm, aa, aa, aa, aa, aa, aa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, pa, mm, mm, mm, mm, um, um, um, um, assim, assim… deus, deus… que gostoso… aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, me comam… me comam… ai, ai, ai… –eu gemia e gritava sentindo os paus deles me penetrando-
Nós três suávamos pra caralho, resultado da puta sessão de sexo sem limites que a gente tava tendo, eu não aguentava mais, tinha tido mais de quatro orgasmos, me sentia quase desmaiando, e de repente Fósforo, entre gemidos, falou:
- Já, mano… já…
Os dois tiraram os paus dos meus buracos e me jogaram na cama, se masturbaram por uns segundos e soltaram a carga…
- Aaaa!!... toma, puta… mmmm!!!...
- Oooouuu!!!... que boa foda que a gente te deu, puta… aaaa!!...
Diziam os dois enquanto o esperma quente deles jorrava nos meus peitos e na minha cara, me deixando igual uma donut glaceada.
Os dois terminaram de gozar e desabaram do meu lado, exaustos e ofegantes. Eu desmaiei, vítima do cansaço e do prazer. Quando voltei a mim, percebi que os dois tinham ido embora, me deixando pelada, coberta de porra e com o cu e a buceta doloridos. Levantei e tomei um banho rápido, saí do apartamento e do prédio, já completamente lúcida e consciente.
E totalmente chocada com o que tinha acabado de acontecer. Tendo que inventar qualquer desculpa pra nunca mais ver aqueles canalhas. Voltei pra casa, subi direto pro meu quarto e dormi igual um bebê.
Infelizmente, os gêmeos seriam vítimas dos próprios excessos e da vida louca, já que meses depois morreriam num acidente de carro brutal. A mãe deles e eu mantemos uma Relação de amigas muito próximas, embora nunca tenha conseguido contar pra ela o que rolou com os filhos dela. Mais pra frente vou contar o que aconteceu num fim de semana em que experimentei a vida swinger... e foi assim que aquele par de crianças sardentas e ruivas, que eu vi crescer, me deram minha primeira experiência anal... Fim.
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