Como vocês lembram, num conto anterior eu contei que uma vez peguei minha mãe fazendo um boquete no meu pai, ou melhor, no meu padrasto. Desde aquele dia, depois de ter experimentado com um homem mais velho, eu não perdia a chance de espiar meu padrasto quando ele tomava banho ou malhava... e numa dessas vezes, as coisas mudaram...Um sábado como qualquer outro, voltei pra casa depois das 14h. Entrei pela porta, larguei minha mochila na cadeira da sala de jantar, passei pela cozinha e fui pro meu quarto. Ao passar pela porta dos meus pais, ouvi gemidos baixinhos vindo de dentro. Parei pra escutar melhor e reconheci a voz do meu pai dizendo:
- Mmm!! que gostoso você chupa essa pica... faz igualzinho ao primeiro dia... oooh!... assim... chupa esse pauzão...
Sorri, segui meu caminho e entrei no meu quarto sem fazer barulho pra não entregar que tinha chegado. Deitei na minha cama e fiquei imaginando como seria transar com alguém que tivesse um negócio daquele tamanho. Como vocês lembram, meu padrasto tinha uma ferramenta masculina bem dotada, sem nunca ter medido, acho que era uns 18 ou 20 centímetros de comprimento e uns 7 de diâmetro, coberta de veias grossas. As bolas dele pareciam dois ovos de galinha caipira: grandes e cheias de pelo pubiano, ou seja, o cara tinha uma pica de assustar.
Poucos minutos depois, comecei a ouvir gemidos mais altos, que viraram gritos, mas agora era a minha mãe que tava fazendo barulho. Sabia o porquê: a pica enorme do pai tava entrando na buceta dela.
- Oooouh!... auu!... auu!... devagar, amor... devagar... e depois forte... isso... Mmm!!... assim, gostosa... assim... fode essa putinha oriental... - a minha mãe tava dizendo.
Puxa, minha mãe não era tão puritana quanto eu pensava, era mais suja e sem vergonha. Levantei da cama e encostei o ouvido na porta pra escutar melhor. Abaixei um pouco meu short e minha calcinha pra me tocar um pouco na bucetinha... enquanto continuava imaginando coisas sujas com o pai.
- Você gosta, putinha oriental? Gosta da pica grossa e grande dentro? Geme, putinha... geme... - o pai tava dizendo.
- Ooh, eu gosto da pica dura, grossa e gigante bem enfiada na boceta... oouh!... isso, assim mesmo... aah, aah, ah, aah, aah, aah, ah... ui, ui, como você come gostoso, papai... me come duro e gostoso... - a minha mãe gemia.
Eu me contorcia a cada toque da minha mão e a cada gemido que ouvia. escutava.
- Zaz!, zaz!... aaa!!... aaaa!!... uyy!, assim... assim me bate na bunda… uyy!!... sim, papai… mais, me bate mais… zaz!!... zaz!!... zaz!!... zaz!!... você gosta de selvagem, vagabunda? Gosta de forte?... quer mais pau?... aja, aja… mais, mais por favor, monstro… mais…- diziam e gemiam os dois-
Os gemidos e palavras sujas continuaram por um bom tempo, até que não se ouviu mais nada, então decidi sair devagar do meu quarto e caminhar um pouco até a porta deles. Ao me aproximar, percebi uns sons estranhos; como se alguém estivesse vomitando. Por um momento, pensei que mamãe ou papai tinham passado mal, então girei um pouco a maçaneta da porta e entrei abrindo a porta para ver lá dentro. Meu deus, aquela cena me deixou ainda mais excitado; minha mãe de joelhos engolia metade do pau do papai, seus olhos lacrimejantes e muito vermelhos denotavam a falta de ar, pelo pênis do papai escorria um grande fio de baba e cada vez que mamãe tirava ele da boca, uma grande bolha da mesma se formava na glande dele, bem vermelha. Depois de alguns segundos, mamãe tirou o membro do papai da boca e espalhou a saliva por todo ele.
- Muito bem, vagabunda, tá pronta?...- perguntou papai, enquanto mamãe masturbava ele com as duas mãos-
- Sim, amor… como você me quer?...- perguntou mamãe-
- De costas e abre bem as pernas, vou entrar devagar e depois te arrebento o cu…- respondeu papai levantando mamãe-
Porra, ele realmente ia meter aquilo no cu dela… não podia acreditar, então fiquei ali pra ver como ele fazia. Mamãe se deitou na beirada da cama e levantou as pernas segurando-as pelas panturrilhas com ambas as mãos, fazendo tipo um "V", papai passou mais um pouco de saliva na cabeça enorme do pau dele e se colocou na frente de mamãe, bem devagar colocou a glande no cu da minha mãe e começou a apoiar o peso sem parar de segurar o pênis com a mão. Meus olhos se arregalaram e meus lábios se apertaram quando vi a glande dele se cravando no cuzinho apertado de mamãe; ela apertou As panturrilhas dela e o rosto dela refletiam uma dor imensa. Mas ela nunca gritou ou falou nada.
A respiração dela ficou ofegante e ela arfava rápido, tentando aliviar a dor. Papai ficou parado enquanto acariciava a parte de trás das coxas da mamãe. Bem devagar, e depois de alguns segundos, papai enterrou um quarto da pica dele no cu da mamãe. Ela arqueou a cintura, e os peitos dela ficaram durinhos, igual a expressão no rosto dela.
- Espera, papai... espera... uuuuii!!... fuu!!... fuu!!... ouu!!... te dei muita putaria... tiro ela?... não!!... deixa assim um pouco... -disseram os dois-
- Tenho que aguentar pelo menos a metade... -disse mamãe, acariciando os braços do papai-
De novo, papai ficou quieto, mamãe respirou fundo e soltou devagar. Depois de alguns segundos, ela disse:
- Já, amor, vai... até onde eu falar de novo...
Ela encheu os pulmões de ar e segurou, papai empurrou de novo e o pau dele perfurou o cu da mamãe, dessa vez enfiando três quartos da piroca suculenta dele.
- Já, já, amor... não mexe... muito bem, putinha... mmm!!... você tá uma delícia... aperta igual da primeira vez... -disseram os dois, enquanto papai lambia as panturrilhas da mamãe-
Papai deixou o pau parado por vários minutos, que ele aproveitou pra chupar os peitos da mamãe e quase arrancar os bicos dela. Mamãe gemia e pedia mais. De repente, os quadris do papai começaram o clássico vai e vem, mamãe soltou as pernas e se agarrou na cama; o pau do papai saía só um pouco, e mamãe rasgava a garganta com os gritos dela.
- Aaaaaah!!... aaaaaaahh!!... assim... assim... dói, mas é uma delícia... continua, amor... continua assim... assim... -gritava mamãe-
- Mm!!, putinha, umm!!... você é uma gostosa... que delícia de aperto... sinto que você tá enforcando minha pica... aaah!!... e eu sinto que você tá me partindo no meio, amor... uuuuii!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... -os dois diziam, cheios de luxúria e prazer-
Assim ficaram por vários minutos, mamãe deixou escapar lágrimas, mas continuava pedindo mais e mais... papai já... Nessa hora, ele tava metendo nela, tirando mais ou menos metade do pau do cu dela. Até que de repente, mamãe gritou.
- Amor… amor… tô gozando, tô gozando… -da buceta dela eu vi um jorrinho de líquido igual xixi-
Papai continuou metendo devagar até que ela falou de novo.
- Amor, é tua vez, porque já tô sentindo que vou cagar no teu pau…
Hahaha, isso me fez rir e tampei a boca pra não atrapalhar nada, papai aumentou o ritmo das metidas até que o corpo e os músculos dele ficaram completamente tensos, enfiando o pau quase inteiro na mamãe.
- Aaaaaaawww!!... aaaaah!!... uuuy!!... papai… que gostoso, que gostoso… me dá mais porra… enche meu cu de porra… aaaah!!...aaaaww!!... você gosta de porra no cu, puta… aja, aja… me dá… -os dois gritavam enquanto papai se esvaziava dentro da mamãe-
As nádegas do papai se contraíam a cada jato de porra que ele depositava no cu da mamãe. Ela, por sua vez, arqueava a cintura e apertava os próprios peitos, sinal de prazer total. Papai desabou em cima da mamãe; beijando ela apaixonadamente, depois que as bocas se separaram, papai tirou o pau do cu da mamãe, uma mistura de porra, fluido, merda e sangue apareceu na cabeça do pau dele.
Mamãe virou e ficou deitada na cama com as nádegas cheias de porra e merda, enquanto papai vestiu um roupão e foi saindo do quarto, mal deu tempo de eu sair correndo até a cozinha e me esconder lá.
Papai entrou no banheiro e abriu o chuveiro, tomou banho e depois de uns minutos saiu do banheiro, momento que aproveitei pra sair do meu esconderijo e falar.
- Oi, pai!!...
- Querida, como foi?... acabou de chegar?... -respondeu-
- É… -falei-
Ele chegou perto de mim, me beijou na bochecha e disse.
- Sua mãe tá meio mal, então vamos pedir um fast-food, ok… só me trocar e a gente vai…
E como não ia se sentir mal… depois de ter aquele pau dentro do cu e da buceta… não pensei que ela fosse levantar tão cedo. Até a noite. Papai e eu fomos buscar comida e, quando voltamos pra casa, mamãe estava banhada e sentada na mesa da cozinha tomando chá. Como sempre, ao me ver, sorriu e me mandou um beijo. Durante a refeição, eu olhava pra os dois e lembrava da cena de sexo que eles tinham feito há pouco, me perguntando se papai estaria disposto a me foder assim um dia, já que não tínhamos nenhum laço biológico. Mas também sabia que, se mamãe descobrisse minhas intenções, me matava... ou pelo menos me crucificava. Papai terminou de comer e se levantou pra ver televisão. E o que veio depois mudaria tudo entre meus pais e eu. Enquanto lavava a louça na cozinha, mamãe disse:
— O que achou do que viu, filha?
Que diabos, ela me pegou ou tava falando de outra coisa?
— Do que cê tá falando, mãe?... — respondi.
— Não se faz... você viu como eu e seu pai fizemos amor... — disse ela, calma.
Senti o calor da vergonha subindo até o cabelo, e respondi:
— Desculpa, mãe...
— Ha, ha, ha, acha que vou te xingar, Maly... ha, ha, ha... não, amor, só quero saber por que você faz isso... já teve relações sexuais?... já ficou com algum homem?... — disse mamãe.
— Aham... com três... — respondi.
— Mas nada comparado ao seu pai, né... fantasia com ele?... — disse mamãe.
— Não!!... claro que não... — respondi, sabendo que era uma baita mentira.
— Calma, calma... seria normal você fazer isso, já que não é filha dele e ele é um homem, bem dotado como você viu... — disse mamãe.
— Como assim, mãe... — falei, tentando evitar a conversa.
— Pois é, ele fantasia com você... — exclamou mamãe.
Meu Deus... não acreditei.
— O quê?... não fala isso, mãe... — respondi.
— Amor, o que quer que eu te diga, ele faz... ele me contou... — respondeu mamãe.
Por um momento, me senti cheia de desejo e safadeza, mas tinha que disfarçar, então respondi:
— Como assim... não!!...
Mamãe terminou de lavar a louça e saiu da cozinha me olhando com um sorriso safado no rosto...
Aquela noite não preguei o olho pensando no que mamãe tinha dito. Dito, será que não incomodava ela que o marido desejasse a própria filha? Puta merda, mãe não era a santinha que eu pensava, era mais pervertida e suja…
Na manhã seguinte, mãe entrou no meu quarto bem cedo, dizendo:
— Neném, vou com a Dona Esme… pra cidade dela. Você cuida do pai… por favor…
Ela me deu um beijo na bochecha e foi até a porta. Naquele momento, acordei de vez e respondi:
— Como assim, pai vai ficar?
— Aham… a gente se vê à noite — disse ela, piscando um olho pra mim…
O que significava aquela piscada? Seria o sinal que eu precisava… ou eu ainda não tinha acordado. Levantei pra tomar banho logo depois que mãe saiu de casa. Ouvi pai se levantar e fuçar na cozinha, então me apressei e saí do banheiro só de legging.
— Pai, quer café? — perguntei.
— Hum… sim, neném, mas melhor te propor o seguinte: já que sua mãe nos abandonou, vamos dar um passeio, só eu e você — disse ele, segurando meus ombros.
— Sim!! Vamos nessa — respondi.
Pai tomou um banho e eu troquei de roupa, ou melhor, só coloquei uma calcinha e uma camiseta. Pai, assim como eu, vestiu uma legging preta e saímos de casa. Decidimos ir pra uma cidade chamada Tepoztlán, no estado de Morelos. Durante o dia, nos divertimos pra caralho: subimos o morro, comemos no mercado local, tiramos fotos e tudo mais, sem perder a chance de me esfregar no pai ou roçar o pau dele com as pernas ou as mãos. Ele fazia o mesmo com meus peitos e minha bunda.
Partimos pra voltar depois de comer, e durante o trajeto, pai me olhava de canto, como se quisesse me dizer algo. Num momento, ele respirou fundo e falou:
— Neném, quer ir pra outro lugar antes de voltar pra casa?
Naquela hora, eu tava viajando nos roces que a gente tinha dado de manhã, e meu subconsciente me traiu, respondendo:
— Sim, pai, pra um hotel…
Pai me olhou estupefato por uns segundos e respondeu:
— Você disse hotel, quer ir pra um hotel? Maly… o que você quer é transar comigo? Verdade?... — ele respondeu.
— E você não?... — eu disse, olhando fixamente para ele.
Com voz gaguejante, ele respondeu:
— Bom, bom… eu… foda-se...
Acelero e, ao passar pelo primeiro motel na beira da estrada, entro no estacionamento. Ele me olha e diz:
— Espera aqui…
Desce do carro e vai até a recepção. Depois de alguns minutos, volta pro carro, liga o motor e estaciona em frente a um quarto marcado com o número 14.
— Antes de descer, quero que me diga que você realmente quer isso, Maly…
— Sim, pai, quero que você me coma… — respondi.
Nós dois descemos do carro e entramos no quarto, que tinha só uma cama, um puff verde horrível e um banheiro. Papai fechou a porta e entrou no banheiro. Eu fiquei sentada na cama, muito nervosa, mas decidida. Depois de alguns minutos, papai saiu e disse:
— Você já esteve com um homem, filha?...
— Aham… com três até agora. Gosto de coisas novas e experimentar de tudo… — respondi.
Papai estava visivelmente nervoso. Eu tentava disfarçar e, como percebi que ele não ia tomar a iniciativa, tomei eu. Levantei e comecei a me despir até ficar como Deus me trouxe ao mundo.
— Vem, pai… me faz sua… — disse, estendendo a mão para ele.
Papai, sem perder tempo, pegou minha mão e me beijou na boca com muita força. Nossas línguas começaram uma luta feroz; a boca dele deixou a minha e desceu pelo meu pescoço e ombros até chegar nos meus peitos.
— Mamãe… que peitinhos gostosos… — disse papai enquanto chupava meus mamilos.
— Fala sujo pra mim, pai… — falei entre gemidos.
As mãos dele seguravam meus peitos enquanto a boca os devorava.
— Uii!!... pequena, você é uma delícia… olha só que tetinhas gostosas e essa bunda empinada… hummm, você parece com sua mãe, mamacita… — dizia papai.
— Gostou, pai?... Me come direito… me deixa com vontade de mais… — falei, me perdendo no prazer.
— Vou te dar a foda da sua vida… sua putinha… — exclamou enquanto beijava meu abdômen, descendo até minha barriga.
A língua dele passou por cima da minha barriga, estremecendo todo o meu corpo, o tesão do momento e a vontade de ser possuída. Papai fazia com que cada toque, cada lambida e cada beijo arrepiassem minha pele. Minhas mãos seguraram seu cabelo enquanto sua língua me dava prazer passando sobre meu clitóris.
- Ooh!!... pa… mmmm!!... que delícia… me chupa, me chupa… aaah!!... – eu gemia ao sentir sua língua na minha buceta-
Minha buceta logo deixou escapar fluidos femininos, papai se engasgava com eles mas não parava de me fazer sexo oral. Por pequenos intervalos ele soltava a boca pra falar comigo.
- Que gostosa você tá, tem gosto de glória, pequena… mmm!!... que gostosa você tá… eu te adoro…
Eu via a mão do papai esfregando o pau com força.
- Papai, tira a roupa, me deixa te ver… – pedi ofegante.
Papai se levantou e se despiu rápido, eu aproveitei pra me deitar na cama e esticar os braços pra ele. Ele entendeu o que eu queria e se deitou em cima de mim. O pau mole dele se esfregou no meu púbis, enquanto a boca dele voltou a chupar meus peitos.
- Sua putinha… sabe mamar um pau? – ele perguntou-
- Aham… acho que sim… – respondi-
- Ok… tenta… – ele disse virando e ficando de barriga pra cima na cama-
Eu me deitei sobre a barriga dele, pouco definida, e peguei o pau mole dele, comecei a lamber e chupar.
- Papai… você tá enorme… – falei confirmando o que já sabia-
- Já enfiaram um pau desse tamanho em você, sua putinha? – papai perguntou-
- Não!!... mas acho que dou conta do seu pau… – respondi confiante-
Continuei lambendo o pau dele, que aos poucos começou a endurecer e crescer até virar um monstro.
- Papai… que pica enorme… que presente de Deus… mamãe deve aproveitar ao máximo… – falei, embora já soubesse que mamãe adorava ele-
- E agora é seu, sua putinha… – papai disse pegando minha cabeça e enfiando o pau na minha boca-
- Oooohh!!... pequena… que boquinha gostosa… mama o pau do papai… – ele falava gemendo-
- Mm!!... mm!!... mmm!!... gug, gug, gug, gug, mm!!... mm!!... – dava pra ouvir saindo da minha garganta-
Minha mão acariciava o peito do papai, enquanto as mãos dele se dividiam entre meus peitos e minha bunda.
- Sua putinha, você tá toda molhada… que delícia tá... chupa mais um pouquinho a pica do papai... quero meter até o fundo em você - disse papai sem parar de acariciar meu corpo -
- Mm!!... mm!!... mmm!!... glu, glu, glu, glu, mm!!... mm!!... mm!!... mm!!... mmm!!... glu, glu, glu, glu, mm!!... mm!!... - continuei dando sexo oral no papai -
Antes que ele tirasse o pau da minha boca, quis bater o recorde da mamãe e ver até onde eu conseguia engolir. Então, lembrando o que ela fazia, respirei fundo, estiquei a língua, empurrei o pau do papai pra dentro da minha boca e engoli.
- Uuuuhaaaggg!!... - ouviu-se quando fiz isso -
- Pequena... uuuuyyy!!!... quase engoliu ele inteiro... mamãe... como você é boa nisso... - disse papai -
Recuperei o fôlego e respondi.
- Aham, chegou nas amígdalas... woou!!... que pica gostosa... enfia em mim... enfia logo...
Papai se levantou e se ajoelhou na cama, pediu pra eu ficar de barriga pra cima, pegou meus joelhos e abriu minhas pernas; colocou o pau duro e enorme sobre a minha buceta e disse.
- Pequena, quando você terminou? - perguntou papai -
- Acabei agora, pai... - respondi -
- Ainda bem, mamãe, porque camisinha aperta minha pica e eu não consigo gozar... - disse ele enquanto cuspia no próprio pau e espalhava a saliva na cabeça -
Ele pegou o pau e passou várias vezes por toda a minha buceta, depois deu umas palmadas na minha barriga com o bicho.
- Pronta, pequena... putinha... - disse papai -
- Aham... me dá... agora... - respondi ofegante -
Ele colocou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e começou a empurrar. O pau deslizou pra dentro de mim e minhas mãos apertaram os braços dele...
- Paaai!!... aaaaauuu!!... aaauuu!!... – gritei sentindo o bicho entrar -
- Calma, mamãe... ssshhh!!... respira... deixa sua bucetinha se acostumar com a minha pica... - disse ele -
Lembrei que mamãe respirava rápido e fiz o mesmo. Aos poucos, a dor virou prazer. Papai percebeu e empurrou de novo, cravando mais o pau. Ficamos assim por uns minutos até o pau inteiro estar enterrado dentro de mim.
- Caralho... que gostosa você é... putinha... uuuyyy!!... vou te comer bem gostoso... Bonito... -dizia papai-
- Ooooouuu!!... que gostoso... que yummy tá esse teu cock, papi... não mexe, deixa eu aproveitar um pouquinho... -dizia entre gemidos-
Por uns momentos pensei na mamãe, e no que ela tinha me dito, momentos em que usei minha buceta pra se moldar ao pau do papai. Então deixei rolar o mete, tira.
- Aaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... papi, papi... assim... que gostoso, me dá cock... uuum... ummm... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... -gemia cheia de prazer e um pouco de dor-
- Mamãe, que gostosa você tá... quente e apertada do jeito que eu gosto... umm!!... cê gosta do pau grande... he!!.. he!!... umm!!... -dizia papai entre gemidos-
Mais mãos agarraram minhas nádegas, fazendo o pau dele afundar de vez na minha buceta. As mãos dele se agarraram nos meus peitos e minhas pernas envolveram a cintura dele. Aquilo era frenético e delirante, o pau do papai era incrível, me dava tanto prazer que não levei nem dez minutos e gozei pela primeira vez. Papai sentiu que meu corpo ficou duro e minha cintura se ergueu, e disse.
- Você tá gozando... sua putinha?...
- Aham, aham... continua... -respondi-
Papai continuou me bombando devagar e suave. Assim que meu orgasmo acabou, exclamei.
- Me dá duro, papi!!... destrói minha buceta....
Papai não pensou nem um segundo e começou a me dar umas envestidas daquelas.
- aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... um... umm... ai, ai, ai, sim, sim, mais... mais duro... me come, me come, papi... ah, ah, ah, ah, ah, ah, uy!!... uy!!... puta... que bem você come... eu te amo... aham... aham... dá o cock pra sua putinha... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... -gemíamos os dois-
Papai, por causa do tesão do momento e da luxúria que a gente tava vivendo, tirou de repente o pau da minha buceta e apertou ele forte pela cabeça.
- Porra... quase gozei... puta... que gostosa você tá... ufff que bucetinha gostosa você tem... -disse me olhando fixo, todo encharcado de suor-
- Quer que eu te chupe de novo, pai?... -perguntei-
- Não, pequena... me dá um segundo e você sobe em cima de mim... -respondeu-
Depois de controlar o Gozada, papai se deitou na cama deixando as pernas penduradas na borda. Me ajudei com uma das mãos dele pra montar em cima, com a mão livre peguei o pau dele e coloquei bem na minha buceta. Dobrei os joelhos e o bicho dele enfiou tudo até o fundo, o que fez eu jogar a cabeça pra trás e papai gemer de prazer.
- Oooohh!!... mamãe…. Uuuy!!!... que gostoso… me dá mais… me come gostoso, sua putinha… -disse papai ofegante-
Comecei a subir e descer no pau dele, pra parar de repente e mexer minha bunda pra frente e pra trás. O prazer que isso dava pra nós dois era imenso. Tanto que papai se agarrou nos lençóis e gemia forte falando putaria.
- Aaaayy!!... filho da puta… que gostoso você fode, putinha… continua assim… assim mamãe… não para, monta gostoso no papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… zaz!!... zaz!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… sua puta, você é incrível Maly… -nós dois gemíamos-
De repente, papai se levantou com o prazer que tava sentindo e, me segurando pela bunda, ficou de pé e continuou me bombando.
- Papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… -dava pra ouvir enquanto ele me comia gostoso-
Meu segundo orgasmo veio nessa posição, me travando toda de novo. Papai nunca parou de me comer, o que dava ainda mais prazer. Por causa do tanto de prazer que eu tava sentindo na hora e cheia de tesão, gritei forte.
- Me come pelo cu… pa… inaugura ele… por favor…
- Aaaahh!!... mmm!!... tem certeza, Maly?... vai doer muito… pequena… mas você decide… -ele respondeu-
- Sim, sim… me parte no meio… -falei cheia de prazer-
Papai parou, tirou o pau da minha buceta, me colocou no chão e me olhou por uns segundos…
- Filha, não quero te machucar… tem certeza do que está pedindo… —ele disse hesitando—
—Aham… quero pelo menos tentar… —respondi—
Papai sentou na beirada da cama, fechou as pernas e disse:
—Ok, pequena… vai enfiando você mesma… até onde aguentar, ok… não force nada senão vai se machucar muito… lembra que você é virgem do cu…
Eu me preparava pra subir no pau dele de frente pra ele, mas ele me segurou com a mão na minha barriga e me virou. Tateando, achei o pau dele e, segurando com a mão, comecei a me sentar nele.
A pressão da cabeçona enorme dele no meu cu causava dor e ardor, mas eu tava decidida a ser penetrada por aquele pau de animal.
Depois de mais umas sentadas, a cabeça dele alargou meu esfíncter e começou a entrar. A dor e o ardor vieram na hora, mordi meus lábios pra não gritar e meus olhos se encheram de lágrimas; algumas escaparam pelas minhas bochechas. Por sorte, eu tava de costas pro papai e ele não percebeu que eu tava chorando.
Fiquei imóvel por uns segundos depois de passar do limite da dor.
—Pequena… putinha… aaah!!... você tá apertada demais… tanto que meu pau tá doendo… —disse papai—
As mãos dele seguravam minha bunda, me ajudando a me manter. Os segundos passaram e eu deixei pra trás a dor da penetração inicial, pra tentar enfiar um pouco mais do membro dentro do meu cu. Apoiei um pouco mais do meu peso no pau do papai e consegui que a cabeça e um pouco da haste entrassem, mas aí foi impossível aguentar a dor.
—Aaaaaaaaaaaaaah!!... fuuu, fuuu, aaajajajaaaaah!!... papai… aaaaaah!!... —gritei de dor—
Papai me segurou pra não descer mais e disse:
—Respira, pequena… respira e relaxa teu cu… senão vai doer mais…
Tentei não pensar na dor e no ardor. Com o passar dos segundos, ficando imóvel, esses sintomas foram sumindo, mas papai não deixou eu tentar sentar mais no pau dele, dizendo:
—Já chega, pequena… isso basta… agora relaxa e se mexe quando estiver pronta…
Demorei pra ficar pronta pra me mexer naquele pau de animal. de pai, mas assim que comecei, fui devagar.
— Mm… mmm… aah… papai… é tão gostoso… você tá sentindo gostoso?.... putinha … você não sabe como eu tô aproveitando… uuumm!!... continua assim devagarinho… aah… aaah… aah… buceta… que pau gostoso você tem… nunca tira ele de dentro… ui, ui… — gemíamos os dois —
Meus quadris desciam devagar e faziam o mesmo ao subir, meu esfínter ia se dilatando aos poucos e a dor e a ardência desapareciam. Papai me segurava firme pelos quadris; depois me pegava pelos peitos com as duas mãos, eu me apoiava nas pernas pra não me machucar e segurava meus joelhos com as mãos.
Fiquei assim por vários minutos até que papai pediu pra mudar de posição, de quatro. Me soltei devagar de cima do pau dele e me ajoelhei na beirada da cama, empinando a bunda e abrindo as nádegas.
— Vai fundo na sua puta, papai… devagarinho… — falei —
Papai colocou o pau dele de novo no meu cu e empurrou devagar pra me penetrar de novo. A dor e a ardência foram mínimas, então papai começou a meter mais forte, mas sem ser violento. O prazer que só um quarto daquela vara animal causava era indescritível.
— Uuumm!!... pequena… você tá uma delícia… vou gozar logo… — gemeu papai —
— Sim, papai… você vai dar seu leite na minha boca?... por favor… — pedi entre ofegos —
— Uyy!!... puta suja… muito bem, você vai comer meu leite, puta … — respondeu —
— Papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm…
O prazer durou pouco porque papai não aguentou mais e, gemendo, disse:
— Vou tirar, pequena raposa, vira e abre a boca; fecha os olhos porque você não quer ver o que cobre meu pau…
Ele tirou o pau do meu cu rapidinho e, virando, fechei os olhos e abri a boca. Um jorro enorme de porra caiu dentro da minha boca, e depois senti o pau dele soltar mais dois jorros no meu rosto. O pau de papai nunca encostou na minha cara ou boca.
— Aaaaahhh!!... aaaaaahhh!!.... come leite… putinha… sujaaa!!... Aaaahhh!!... Mmm!!... – papai gemeu enquanto gozava.
Assim que o pau dele parou de jorrar porra no meu rosto, consegui abrir um pouco os olhos e olhei pra cabeça do pinto dele. Tinha razão, aquela imagem não me agradou nada: uma mistura de sangue, merda e porra ainda grudada no membro dele.
Quando papai recuperou o fôlego, me pegou pelos ombros e me levou até o banheiro. Abriu o chuveiro e tomamos um banho revigorante. A água que lavava minha bunda saía vermelha, por causa do enorme hóspede que ela tinha abrigado.
Depois de nos lavarmos e descansarmos um pouco, voltamos pro carro e fomos pra casa. Tive que sentar de lado porque minha bunda doía, mas mesmo assim eu tava feliz. Tinha realizado minha fantasia de transar com meu padrasto.
Quando chegamos em casa, papai me deixou no meu quarto e eu me joguei na cama de bruços. Poucas horas depois, minha mãe chegou, cumprimentou papai e já perguntou:
– Como foi?... Tudo bem?... Cadê a Maly?...
– Tá no quarto dela – respondeu papai.
Pra minha surpresa, minha mãe sabia de tudo. Mais tarde eu descobriria que foi ela quem planejou tudo, assim como um dos segredos dos meus pais.
Fim.
- Mmm!! que gostoso você chupa essa pica... faz igualzinho ao primeiro dia... oooh!... assim... chupa esse pauzão...
Sorri, segui meu caminho e entrei no meu quarto sem fazer barulho pra não entregar que tinha chegado. Deitei na minha cama e fiquei imaginando como seria transar com alguém que tivesse um negócio daquele tamanho. Como vocês lembram, meu padrasto tinha uma ferramenta masculina bem dotada, sem nunca ter medido, acho que era uns 18 ou 20 centímetros de comprimento e uns 7 de diâmetro, coberta de veias grossas. As bolas dele pareciam dois ovos de galinha caipira: grandes e cheias de pelo pubiano, ou seja, o cara tinha uma pica de assustar.
Poucos minutos depois, comecei a ouvir gemidos mais altos, que viraram gritos, mas agora era a minha mãe que tava fazendo barulho. Sabia o porquê: a pica enorme do pai tava entrando na buceta dela.
- Oooouh!... auu!... auu!... devagar, amor... devagar... e depois forte... isso... Mmm!!... assim, gostosa... assim... fode essa putinha oriental... - a minha mãe tava dizendo.
Puxa, minha mãe não era tão puritana quanto eu pensava, era mais suja e sem vergonha. Levantei da cama e encostei o ouvido na porta pra escutar melhor. Abaixei um pouco meu short e minha calcinha pra me tocar um pouco na bucetinha... enquanto continuava imaginando coisas sujas com o pai.
- Você gosta, putinha oriental? Gosta da pica grossa e grande dentro? Geme, putinha... geme... - o pai tava dizendo.
- Ooh, eu gosto da pica dura, grossa e gigante bem enfiada na boceta... oouh!... isso, assim mesmo... aah, aah, ah, aah, aah, aah, ah... ui, ui, como você come gostoso, papai... me come duro e gostoso... - a minha mãe gemia.
Eu me contorcia a cada toque da minha mão e a cada gemido que ouvia. escutava.
- Zaz!, zaz!... aaa!!... aaaa!!... uyy!, assim... assim me bate na bunda… uyy!!... sim, papai… mais, me bate mais… zaz!!... zaz!!... zaz!!... zaz!!... você gosta de selvagem, vagabunda? Gosta de forte?... quer mais pau?... aja, aja… mais, mais por favor, monstro… mais…- diziam e gemiam os dois-
Os gemidos e palavras sujas continuaram por um bom tempo, até que não se ouviu mais nada, então decidi sair devagar do meu quarto e caminhar um pouco até a porta deles. Ao me aproximar, percebi uns sons estranhos; como se alguém estivesse vomitando. Por um momento, pensei que mamãe ou papai tinham passado mal, então girei um pouco a maçaneta da porta e entrei abrindo a porta para ver lá dentro. Meu deus, aquela cena me deixou ainda mais excitado; minha mãe de joelhos engolia metade do pau do papai, seus olhos lacrimejantes e muito vermelhos denotavam a falta de ar, pelo pênis do papai escorria um grande fio de baba e cada vez que mamãe tirava ele da boca, uma grande bolha da mesma se formava na glande dele, bem vermelha. Depois de alguns segundos, mamãe tirou o membro do papai da boca e espalhou a saliva por todo ele.
- Muito bem, vagabunda, tá pronta?...- perguntou papai, enquanto mamãe masturbava ele com as duas mãos-
- Sim, amor… como você me quer?...- perguntou mamãe-
- De costas e abre bem as pernas, vou entrar devagar e depois te arrebento o cu…- respondeu papai levantando mamãe-
Porra, ele realmente ia meter aquilo no cu dela… não podia acreditar, então fiquei ali pra ver como ele fazia. Mamãe se deitou na beirada da cama e levantou as pernas segurando-as pelas panturrilhas com ambas as mãos, fazendo tipo um "V", papai passou mais um pouco de saliva na cabeça enorme do pau dele e se colocou na frente de mamãe, bem devagar colocou a glande no cu da minha mãe e começou a apoiar o peso sem parar de segurar o pênis com a mão. Meus olhos se arregalaram e meus lábios se apertaram quando vi a glande dele se cravando no cuzinho apertado de mamãe; ela apertou As panturrilhas dela e o rosto dela refletiam uma dor imensa. Mas ela nunca gritou ou falou nada.
A respiração dela ficou ofegante e ela arfava rápido, tentando aliviar a dor. Papai ficou parado enquanto acariciava a parte de trás das coxas da mamãe. Bem devagar, e depois de alguns segundos, papai enterrou um quarto da pica dele no cu da mamãe. Ela arqueou a cintura, e os peitos dela ficaram durinhos, igual a expressão no rosto dela.
- Espera, papai... espera... uuuuii!!... fuu!!... fuu!!... ouu!!... te dei muita putaria... tiro ela?... não!!... deixa assim um pouco... -disseram os dois-
- Tenho que aguentar pelo menos a metade... -disse mamãe, acariciando os braços do papai-
De novo, papai ficou quieto, mamãe respirou fundo e soltou devagar. Depois de alguns segundos, ela disse:
- Já, amor, vai... até onde eu falar de novo...
Ela encheu os pulmões de ar e segurou, papai empurrou de novo e o pau dele perfurou o cu da mamãe, dessa vez enfiando três quartos da piroca suculenta dele.
- Já, já, amor... não mexe... muito bem, putinha... mmm!!... você tá uma delícia... aperta igual da primeira vez... -disseram os dois, enquanto papai lambia as panturrilhas da mamãe-
Papai deixou o pau parado por vários minutos, que ele aproveitou pra chupar os peitos da mamãe e quase arrancar os bicos dela. Mamãe gemia e pedia mais. De repente, os quadris do papai começaram o clássico vai e vem, mamãe soltou as pernas e se agarrou na cama; o pau do papai saía só um pouco, e mamãe rasgava a garganta com os gritos dela.
- Aaaaaah!!... aaaaaaahh!!... assim... assim... dói, mas é uma delícia... continua, amor... continua assim... assim... -gritava mamãe-
- Mm!!, putinha, umm!!... você é uma gostosa... que delícia de aperto... sinto que você tá enforcando minha pica... aaah!!... e eu sinto que você tá me partindo no meio, amor... uuuuii!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... aaah!!... -os dois diziam, cheios de luxúria e prazer-
Assim ficaram por vários minutos, mamãe deixou escapar lágrimas, mas continuava pedindo mais e mais... papai já... Nessa hora, ele tava metendo nela, tirando mais ou menos metade do pau do cu dela. Até que de repente, mamãe gritou.
- Amor… amor… tô gozando, tô gozando… -da buceta dela eu vi um jorrinho de líquido igual xixi-
Papai continuou metendo devagar até que ela falou de novo.
- Amor, é tua vez, porque já tô sentindo que vou cagar no teu pau…
Hahaha, isso me fez rir e tampei a boca pra não atrapalhar nada, papai aumentou o ritmo das metidas até que o corpo e os músculos dele ficaram completamente tensos, enfiando o pau quase inteiro na mamãe.
- Aaaaaaawww!!... aaaaah!!... uuuy!!... papai… que gostoso, que gostoso… me dá mais porra… enche meu cu de porra… aaaah!!...aaaaww!!... você gosta de porra no cu, puta… aja, aja… me dá… -os dois gritavam enquanto papai se esvaziava dentro da mamãe-
As nádegas do papai se contraíam a cada jato de porra que ele depositava no cu da mamãe. Ela, por sua vez, arqueava a cintura e apertava os próprios peitos, sinal de prazer total. Papai desabou em cima da mamãe; beijando ela apaixonadamente, depois que as bocas se separaram, papai tirou o pau do cu da mamãe, uma mistura de porra, fluido, merda e sangue apareceu na cabeça do pau dele.
Mamãe virou e ficou deitada na cama com as nádegas cheias de porra e merda, enquanto papai vestiu um roupão e foi saindo do quarto, mal deu tempo de eu sair correndo até a cozinha e me esconder lá.
Papai entrou no banheiro e abriu o chuveiro, tomou banho e depois de uns minutos saiu do banheiro, momento que aproveitei pra sair do meu esconderijo e falar.
- Oi, pai!!...
- Querida, como foi?... acabou de chegar?... -respondeu-
- É… -falei-
Ele chegou perto de mim, me beijou na bochecha e disse.
- Sua mãe tá meio mal, então vamos pedir um fast-food, ok… só me trocar e a gente vai…
E como não ia se sentir mal… depois de ter aquele pau dentro do cu e da buceta… não pensei que ela fosse levantar tão cedo. Até a noite. Papai e eu fomos buscar comida e, quando voltamos pra casa, mamãe estava banhada e sentada na mesa da cozinha tomando chá. Como sempre, ao me ver, sorriu e me mandou um beijo. Durante a refeição, eu olhava pra os dois e lembrava da cena de sexo que eles tinham feito há pouco, me perguntando se papai estaria disposto a me foder assim um dia, já que não tínhamos nenhum laço biológico. Mas também sabia que, se mamãe descobrisse minhas intenções, me matava... ou pelo menos me crucificava. Papai terminou de comer e se levantou pra ver televisão. E o que veio depois mudaria tudo entre meus pais e eu. Enquanto lavava a louça na cozinha, mamãe disse:
— O que achou do que viu, filha?
Que diabos, ela me pegou ou tava falando de outra coisa?
— Do que cê tá falando, mãe?... — respondi.
— Não se faz... você viu como eu e seu pai fizemos amor... — disse ela, calma.
Senti o calor da vergonha subindo até o cabelo, e respondi:
— Desculpa, mãe...
— Ha, ha, ha, acha que vou te xingar, Maly... ha, ha, ha... não, amor, só quero saber por que você faz isso... já teve relações sexuais?... já ficou com algum homem?... — disse mamãe.
— Aham... com três... — respondi.
— Mas nada comparado ao seu pai, né... fantasia com ele?... — disse mamãe.
— Não!!... claro que não... — respondi, sabendo que era uma baita mentira.
— Calma, calma... seria normal você fazer isso, já que não é filha dele e ele é um homem, bem dotado como você viu... — disse mamãe.
— Como assim, mãe... — falei, tentando evitar a conversa.
— Pois é, ele fantasia com você... — exclamou mamãe.
Meu Deus... não acreditei.
— O quê?... não fala isso, mãe... — respondi.
— Amor, o que quer que eu te diga, ele faz... ele me contou... — respondeu mamãe.
Por um momento, me senti cheia de desejo e safadeza, mas tinha que disfarçar, então respondi:
— Como assim... não!!...
Mamãe terminou de lavar a louça e saiu da cozinha me olhando com um sorriso safado no rosto...
Aquela noite não preguei o olho pensando no que mamãe tinha dito. Dito, será que não incomodava ela que o marido desejasse a própria filha? Puta merda, mãe não era a santinha que eu pensava, era mais pervertida e suja…
Na manhã seguinte, mãe entrou no meu quarto bem cedo, dizendo:
— Neném, vou com a Dona Esme… pra cidade dela. Você cuida do pai… por favor…
Ela me deu um beijo na bochecha e foi até a porta. Naquele momento, acordei de vez e respondi:
— Como assim, pai vai ficar?
— Aham… a gente se vê à noite — disse ela, piscando um olho pra mim…
O que significava aquela piscada? Seria o sinal que eu precisava… ou eu ainda não tinha acordado. Levantei pra tomar banho logo depois que mãe saiu de casa. Ouvi pai se levantar e fuçar na cozinha, então me apressei e saí do banheiro só de legging.
— Pai, quer café? — perguntei.
— Hum… sim, neném, mas melhor te propor o seguinte: já que sua mãe nos abandonou, vamos dar um passeio, só eu e você — disse ele, segurando meus ombros.
— Sim!! Vamos nessa — respondi.
Pai tomou um banho e eu troquei de roupa, ou melhor, só coloquei uma calcinha e uma camiseta. Pai, assim como eu, vestiu uma legging preta e saímos de casa. Decidimos ir pra uma cidade chamada Tepoztlán, no estado de Morelos. Durante o dia, nos divertimos pra caralho: subimos o morro, comemos no mercado local, tiramos fotos e tudo mais, sem perder a chance de me esfregar no pai ou roçar o pau dele com as pernas ou as mãos. Ele fazia o mesmo com meus peitos e minha bunda.
Partimos pra voltar depois de comer, e durante o trajeto, pai me olhava de canto, como se quisesse me dizer algo. Num momento, ele respirou fundo e falou:
— Neném, quer ir pra outro lugar antes de voltar pra casa?
Naquela hora, eu tava viajando nos roces que a gente tinha dado de manhã, e meu subconsciente me traiu, respondendo:
— Sim, pai, pra um hotel…
Pai me olhou estupefato por uns segundos e respondeu:
— Você disse hotel, quer ir pra um hotel? Maly… o que você quer é transar comigo? Verdade?... — ele respondeu.
— E você não?... — eu disse, olhando fixamente para ele.
Com voz gaguejante, ele respondeu:
— Bom, bom… eu… foda-se...
Acelero e, ao passar pelo primeiro motel na beira da estrada, entro no estacionamento. Ele me olha e diz:
— Espera aqui…
Desce do carro e vai até a recepção. Depois de alguns minutos, volta pro carro, liga o motor e estaciona em frente a um quarto marcado com o número 14.
— Antes de descer, quero que me diga que você realmente quer isso, Maly…
— Sim, pai, quero que você me coma… — respondi.
Nós dois descemos do carro e entramos no quarto, que tinha só uma cama, um puff verde horrível e um banheiro. Papai fechou a porta e entrou no banheiro. Eu fiquei sentada na cama, muito nervosa, mas decidida. Depois de alguns minutos, papai saiu e disse:
— Você já esteve com um homem, filha?...
— Aham… com três até agora. Gosto de coisas novas e experimentar de tudo… — respondi.
Papai estava visivelmente nervoso. Eu tentava disfarçar e, como percebi que ele não ia tomar a iniciativa, tomei eu. Levantei e comecei a me despir até ficar como Deus me trouxe ao mundo.
— Vem, pai… me faz sua… — disse, estendendo a mão para ele.
Papai, sem perder tempo, pegou minha mão e me beijou na boca com muita força. Nossas línguas começaram uma luta feroz; a boca dele deixou a minha e desceu pelo meu pescoço e ombros até chegar nos meus peitos.
— Mamãe… que peitinhos gostosos… — disse papai enquanto chupava meus mamilos.
— Fala sujo pra mim, pai… — falei entre gemidos.
As mãos dele seguravam meus peitos enquanto a boca os devorava.
— Uii!!... pequena, você é uma delícia… olha só que tetinhas gostosas e essa bunda empinada… hummm, você parece com sua mãe, mamacita… — dizia papai.
— Gostou, pai?... Me come direito… me deixa com vontade de mais… — falei, me perdendo no prazer.
— Vou te dar a foda da sua vida… sua putinha… — exclamou enquanto beijava meu abdômen, descendo até minha barriga.
A língua dele passou por cima da minha barriga, estremecendo todo o meu corpo, o tesão do momento e a vontade de ser possuída. Papai fazia com que cada toque, cada lambida e cada beijo arrepiassem minha pele. Minhas mãos seguraram seu cabelo enquanto sua língua me dava prazer passando sobre meu clitóris.
- Ooh!!... pa… mmmm!!... que delícia… me chupa, me chupa… aaah!!... – eu gemia ao sentir sua língua na minha buceta-
Minha buceta logo deixou escapar fluidos femininos, papai se engasgava com eles mas não parava de me fazer sexo oral. Por pequenos intervalos ele soltava a boca pra falar comigo.
- Que gostosa você tá, tem gosto de glória, pequena… mmm!!... que gostosa você tá… eu te adoro…
Eu via a mão do papai esfregando o pau com força.
- Papai, tira a roupa, me deixa te ver… – pedi ofegante.
Papai se levantou e se despiu rápido, eu aproveitei pra me deitar na cama e esticar os braços pra ele. Ele entendeu o que eu queria e se deitou em cima de mim. O pau mole dele se esfregou no meu púbis, enquanto a boca dele voltou a chupar meus peitos.
- Sua putinha… sabe mamar um pau? – ele perguntou-
- Aham… acho que sim… – respondi-
- Ok… tenta… – ele disse virando e ficando de barriga pra cima na cama-
Eu me deitei sobre a barriga dele, pouco definida, e peguei o pau mole dele, comecei a lamber e chupar.
- Papai… você tá enorme… – falei confirmando o que já sabia-
- Já enfiaram um pau desse tamanho em você, sua putinha? – papai perguntou-
- Não!!... mas acho que dou conta do seu pau… – respondi confiante-
Continuei lambendo o pau dele, que aos poucos começou a endurecer e crescer até virar um monstro.
- Papai… que pica enorme… que presente de Deus… mamãe deve aproveitar ao máximo… – falei, embora já soubesse que mamãe adorava ele-
- E agora é seu, sua putinha… – papai disse pegando minha cabeça e enfiando o pau na minha boca-
- Oooohh!!... pequena… que boquinha gostosa… mama o pau do papai… – ele falava gemendo-
- Mm!!... mm!!... mmm!!... gug, gug, gug, gug, mm!!... mm!!... – dava pra ouvir saindo da minha garganta-
Minha mão acariciava o peito do papai, enquanto as mãos dele se dividiam entre meus peitos e minha bunda.
- Sua putinha, você tá toda molhada… que delícia tá... chupa mais um pouquinho a pica do papai... quero meter até o fundo em você - disse papai sem parar de acariciar meu corpo -
- Mm!!... mm!!... mmm!!... glu, glu, glu, glu, mm!!... mm!!... mm!!... mm!!... mmm!!... glu, glu, glu, glu, mm!!... mm!!... - continuei dando sexo oral no papai -
Antes que ele tirasse o pau da minha boca, quis bater o recorde da mamãe e ver até onde eu conseguia engolir. Então, lembrando o que ela fazia, respirei fundo, estiquei a língua, empurrei o pau do papai pra dentro da minha boca e engoli.
- Uuuuhaaaggg!!... - ouviu-se quando fiz isso -
- Pequena... uuuuyyy!!!... quase engoliu ele inteiro... mamãe... como você é boa nisso... - disse papai -
Recuperei o fôlego e respondi.
- Aham, chegou nas amígdalas... woou!!... que pica gostosa... enfia em mim... enfia logo...
Papai se levantou e se ajoelhou na cama, pediu pra eu ficar de barriga pra cima, pegou meus joelhos e abriu minhas pernas; colocou o pau duro e enorme sobre a minha buceta e disse.
- Pequena, quando você terminou? - perguntou papai -
- Acabei agora, pai... - respondi -
- Ainda bem, mamãe, porque camisinha aperta minha pica e eu não consigo gozar... - disse ele enquanto cuspia no próprio pau e espalhava a saliva na cabeça -
Ele pegou o pau e passou várias vezes por toda a minha buceta, depois deu umas palmadas na minha barriga com o bicho.
- Pronta, pequena... putinha... - disse papai -
- Aham... me dá... agora... - respondi ofegante -
Ele colocou a cabeça do pau na entrada da minha buceta e começou a empurrar. O pau deslizou pra dentro de mim e minhas mãos apertaram os braços dele...
- Paaai!!... aaaaauuu!!... aaauuu!!... – gritei sentindo o bicho entrar -
- Calma, mamãe... ssshhh!!... respira... deixa sua bucetinha se acostumar com a minha pica... - disse ele -
Lembrei que mamãe respirava rápido e fiz o mesmo. Aos poucos, a dor virou prazer. Papai percebeu e empurrou de novo, cravando mais o pau. Ficamos assim por uns minutos até o pau inteiro estar enterrado dentro de mim.
- Caralho... que gostosa você é... putinha... uuuyyy!!... vou te comer bem gostoso... Bonito... -dizia papai-
- Ooooouuu!!... que gostoso... que yummy tá esse teu cock, papi... não mexe, deixa eu aproveitar um pouquinho... -dizia entre gemidos-
Por uns momentos pensei na mamãe, e no que ela tinha me dito, momentos em que usei minha buceta pra se moldar ao pau do papai. Então deixei rolar o mete, tira.
- Aaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... papi, papi... assim... que gostoso, me dá cock... uuum... ummm... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... -gemia cheia de prazer e um pouco de dor-
- Mamãe, que gostosa você tá... quente e apertada do jeito que eu gosto... umm!!... cê gosta do pau grande... he!!.. he!!... umm!!... -dizia papai entre gemidos-
Mais mãos agarraram minhas nádegas, fazendo o pau dele afundar de vez na minha buceta. As mãos dele se agarraram nos meus peitos e minhas pernas envolveram a cintura dele. Aquilo era frenético e delirante, o pau do papai era incrível, me dava tanto prazer que não levei nem dez minutos e gozei pela primeira vez. Papai sentiu que meu corpo ficou duro e minha cintura se ergueu, e disse.
- Você tá gozando... sua putinha?...
- Aham, aham... continua... -respondi-
Papai continuou me bombando devagar e suave. Assim que meu orgasmo acabou, exclamei.
- Me dá duro, papi!!... destrói minha buceta....
Papai não pensou nem um segundo e começou a me dar umas envestidas daquelas.
- aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... um... umm... ai, ai, ai, sim, sim, mais... mais duro... me come, me come, papi... ah, ah, ah, ah, ah, ah, uy!!... uy!!... puta... que bem você come... eu te amo... aham... aham... dá o cock pra sua putinha... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... aaahh... aaaah... -gemíamos os dois-
Papai, por causa do tesão do momento e da luxúria que a gente tava vivendo, tirou de repente o pau da minha buceta e apertou ele forte pela cabeça.
- Porra... quase gozei... puta... que gostosa você tá... ufff que bucetinha gostosa você tem... -disse me olhando fixo, todo encharcado de suor-
- Quer que eu te chupe de novo, pai?... -perguntei-
- Não, pequena... me dá um segundo e você sobe em cima de mim... -respondeu-
Depois de controlar o Gozada, papai se deitou na cama deixando as pernas penduradas na borda. Me ajudei com uma das mãos dele pra montar em cima, com a mão livre peguei o pau dele e coloquei bem na minha buceta. Dobrei os joelhos e o bicho dele enfiou tudo até o fundo, o que fez eu jogar a cabeça pra trás e papai gemer de prazer.
- Oooohh!!... mamãe…. Uuuy!!!... que gostoso… me dá mais… me come gostoso, sua putinha… -disse papai ofegante-
Comecei a subir e descer no pau dele, pra parar de repente e mexer minha bunda pra frente e pra trás. O prazer que isso dava pra nós dois era imenso. Tanto que papai se agarrou nos lençóis e gemia forte falando putaria.
- Aaaayy!!... filho da puta… que gostoso você fode, putinha… continua assim… assim mamãe… não para, monta gostoso no papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… zaz!!... zaz!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… sua puta, você é incrível Maly… -nós dois gemíamos-
De repente, papai se levantou com o prazer que tava sentindo e, me segurando pela bunda, ficou de pé e continuou me bombando.
- Papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... pap!!... umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… -dava pra ouvir enquanto ele me comia gostoso-
Meu segundo orgasmo veio nessa posição, me travando toda de novo. Papai nunca parou de me comer, o que dava ainda mais prazer. Por causa do tanto de prazer que eu tava sentindo na hora e cheia de tesão, gritei forte.
- Me come pelo cu… pa… inaugura ele… por favor…
- Aaaahh!!... mmm!!... tem certeza, Maly?... vai doer muito… pequena… mas você decide… -ele respondeu-
- Sim, sim… me parte no meio… -falei cheia de prazer-
Papai parou, tirou o pau da minha buceta, me colocou no chão e me olhou por uns segundos…
- Filha, não quero te machucar… tem certeza do que está pedindo… —ele disse hesitando—
—Aham… quero pelo menos tentar… —respondi—
Papai sentou na beirada da cama, fechou as pernas e disse:
—Ok, pequena… vai enfiando você mesma… até onde aguentar, ok… não force nada senão vai se machucar muito… lembra que você é virgem do cu…
Eu me preparava pra subir no pau dele de frente pra ele, mas ele me segurou com a mão na minha barriga e me virou. Tateando, achei o pau dele e, segurando com a mão, comecei a me sentar nele.
A pressão da cabeçona enorme dele no meu cu causava dor e ardor, mas eu tava decidida a ser penetrada por aquele pau de animal.
Depois de mais umas sentadas, a cabeça dele alargou meu esfíncter e começou a entrar. A dor e o ardor vieram na hora, mordi meus lábios pra não gritar e meus olhos se encheram de lágrimas; algumas escaparam pelas minhas bochechas. Por sorte, eu tava de costas pro papai e ele não percebeu que eu tava chorando.
Fiquei imóvel por uns segundos depois de passar do limite da dor.
—Pequena… putinha… aaah!!... você tá apertada demais… tanto que meu pau tá doendo… —disse papai—
As mãos dele seguravam minha bunda, me ajudando a me manter. Os segundos passaram e eu deixei pra trás a dor da penetração inicial, pra tentar enfiar um pouco mais do membro dentro do meu cu. Apoiei um pouco mais do meu peso no pau do papai e consegui que a cabeça e um pouco da haste entrassem, mas aí foi impossível aguentar a dor.
—Aaaaaaaaaaaaaah!!... fuuu, fuuu, aaajajajaaaaah!!... papai… aaaaaah!!... —gritei de dor—
Papai me segurou pra não descer mais e disse:
—Respira, pequena… respira e relaxa teu cu… senão vai doer mais…
Tentei não pensar na dor e no ardor. Com o passar dos segundos, ficando imóvel, esses sintomas foram sumindo, mas papai não deixou eu tentar sentar mais no pau dele, dizendo:
—Já chega, pequena… isso basta… agora relaxa e se mexe quando estiver pronta…
Demorei pra ficar pronta pra me mexer naquele pau de animal. de pai, mas assim que comecei, fui devagar.
— Mm… mmm… aah… papai… é tão gostoso… você tá sentindo gostoso?.... putinha … você não sabe como eu tô aproveitando… uuumm!!... continua assim devagarinho… aah… aaah… aah… buceta… que pau gostoso você tem… nunca tira ele de dentro… ui, ui… — gemíamos os dois —
Meus quadris desciam devagar e faziam o mesmo ao subir, meu esfínter ia se dilatando aos poucos e a dor e a ardência desapareciam. Papai me segurava firme pelos quadris; depois me pegava pelos peitos com as duas mãos, eu me apoiava nas pernas pra não me machucar e segurava meus joelhos com as mãos.
Fiquei assim por vários minutos até que papai pediu pra mudar de posição, de quatro. Me soltei devagar de cima do pau dele e me ajoelhei na beirada da cama, empinando a bunda e abrindo as nádegas.
— Vai fundo na sua puta, papai… devagarinho… — falei —
Papai colocou o pau dele de novo no meu cu e empurrou devagar pra me penetrar de novo. A dor e a ardência foram mínimas, então papai começou a meter mais forte, mas sem ser violento. O prazer que só um quarto daquela vara animal causava era indescritível.
— Uuumm!!... pequena… você tá uma delícia… vou gozar logo… — gemeu papai —
— Sim, papai… você vai dar seu leite na minha boca?... por favor… — pedi entre ofegos —
— Uyy!!... puta suja… muito bem, você vai comer meu leite, puta … — respondeu —
— Papai… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… aaahh… aaaah… papai… que gostoso, que gostoso… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm… umm…
O prazer durou pouco porque papai não aguentou mais e, gemendo, disse:
— Vou tirar, pequena raposa, vira e abre a boca; fecha os olhos porque você não quer ver o que cobre meu pau…
Ele tirou o pau do meu cu rapidinho e, virando, fechei os olhos e abri a boca. Um jorro enorme de porra caiu dentro da minha boca, e depois senti o pau dele soltar mais dois jorros no meu rosto. O pau de papai nunca encostou na minha cara ou boca.
— Aaaaahhh!!... aaaaaahhh!!.... come leite… putinha… sujaaa!!... Aaaahhh!!... Mmm!!... – papai gemeu enquanto gozava.
Assim que o pau dele parou de jorrar porra no meu rosto, consegui abrir um pouco os olhos e olhei pra cabeça do pinto dele. Tinha razão, aquela imagem não me agradou nada: uma mistura de sangue, merda e porra ainda grudada no membro dele.
Quando papai recuperou o fôlego, me pegou pelos ombros e me levou até o banheiro. Abriu o chuveiro e tomamos um banho revigorante. A água que lavava minha bunda saía vermelha, por causa do enorme hóspede que ela tinha abrigado.
Depois de nos lavarmos e descansarmos um pouco, voltamos pro carro e fomos pra casa. Tive que sentar de lado porque minha bunda doía, mas mesmo assim eu tava feliz. Tinha realizado minha fantasia de transar com meu padrasto.
Quando chegamos em casa, papai me deixou no meu quarto e eu me joguei na cama de bruços. Poucas horas depois, minha mãe chegou, cumprimentou papai e já perguntou:
– Como foi?... Tudo bem?... Cadê a Maly?...
– Tá no quarto dela – respondeu papai.
Pra minha surpresa, minha mãe sabia de tudo. Mais tarde eu descobriria que foi ela quem planejou tudo, assim como um dos segredos dos meus pais.
Fim.
2 comentários - Espiando o Papai...