Cojido por mi vecino

A tarde com Nestor, o geladeiro
Nestor era um homem gordo, peludo, bigode grosso, mãos e pernas grossas, mas daquela gordura forte de quem trabalha pesado. A barriga dele se destacava pela quantidade de pelo que tinha. Na verdade, Ernesto era o nome real dele, parecia um Papai Noel mexicano. De profissão, geladeiro (entregador de gelo), ofício que fez o corpo dele ficar firme, mas não o suficiente para parecer um muscle bear, e sim um daddy bear. Toda manhã ele acordava às 4h30, voltava às 11h e depois se dedicava aos deveres de pai de família e avô.

Eu adorava observá-lo à tarde, encostado na caminhonete de trabalho, só de short e chinelos, mexendo no celular. Minha mente começava a gerar uma série de pensamentos maquiavélicos sobre como chamar a atenção dele. Isso durou vários anos, até que percebi que era impossível, porque ele era um homem muito machista para imaginar que eu pudesse, pelo menos, ver o pacote que ele carregava. Ele era uma pessoa muito conservadora, nunca me deu motivo para pensar que quisesse alguma aventura gay. Até que um dia, lembro que era sexta-feira à tarde, eu saí para comprar cigarros na venda, porque costumo fumar um bom cigarro depois do almoço. Lá estava Nestor, encostado na caminhonete, sem camisa, só de bermuda, mexendo no celular. Eu o cumprimento: "Boa tarde, Nestor". Ele me cumprimenta, passam 3 segundos e ele me chama: "André, você está com pressa?" Eu respondo: "Vou na venda, precisa de algo?" Ele responde: "Quando você voltar, quero ver se você me ajuda com uma coisa no celular." "Ok", respondo, "com prazer." Vou correndo até a venda, enquanto na minha mente passam ideias malucas e, ao mesmo tempo, razoáveis. Finalmente chego: "Fala, Nestor, o que você precisa?" "Olha, vem aqui", ele diz. "Não tem ninguém. Comprei um celular novo, você pode configurar pra mim?" "Bom, se você tiver tempo, com prazer." "Senta aí", ele fala. Já vou arrumando rápido. De relance, vejo que, de repente, ele começa a acariciar o próprio pacote, vai ao banheiro e se põe a... Mijar, ele volta e me fala: "Vale, tava com uma vontade de mijar já fazia um tempo, mas não entrava porque tava conectado na internet num daqueles sites pornô e acabou meu saldo. Fiquei na vontade de continuar vendo. Como eu faço pra ver os sites aqui no computador? Você me ensina e depois apaga pra minha filha não ver." Volto à realidade e falo: "Já tão quase chegando, né? Não, tão fora o fim de semana inteiro." E ele: "Então vale, não vou meter o pau em três dias, no mínimo vou bater uma, kkkkkkk." Dá uma gargalhada. "Já tô há umas duas semanas sem nada, nada mesmo. O que cê acha?" Respondo: "Tá foda, hein." Ele me interrompe e fala: "Ei, e se você tirar umas fotos minhas aqui, bem safadas, pra eu ver como eu fico? Topa?" Respondo sem pensar: "Claro, por que não? Mas que horas você vem pra eu tomar um banho e você fazer o que tem que fazer?" Ele responde: "Na hora que você quiser." "Ok, que tal 10 e meia?" "Perfeito."

A tarde inteira fiquei imaginando que finalmente ia se realizar, pelo menos conhecer o pau daquele homem que foi a causa de muitas punhetas. As horas seguintes até o encontro foram eternas pra mim. Então me banhei do melhor jeito, me depilei: toda a bunda, os ovos, o pau, as axilas. Me preparei caso o destino finalmente me entregasse minha fantasia. Cheguei pontual na casa dele. Ele falou: "Entra." Ele estava enrolado no roupão de banho, com uma calça de moletom esportiva, seus chinelos, e a casa estava limpa e aromatizada com incensos. O quarto dele estava impecável, como pra uma noite de sexo pela primeira vez, igual quando você leva sua namorada pra transar pela primeira vez. Ele fala: "O que cê acha? Arrumei tudo top pra saírem umas fotas fodas, tipo de estúdio." Sorri. "Espero que o fotógrafo seja bem profissional."

Fechou a porta da casa dele, fomos pro quarto. Ele fala: "Como primeiro com roupa e vou tirando aos poucos, né?" "Sim", respondo. Assim começamos: foto atrás de foto com o roupão. Depois ele tirou o roupão e ficou só na calça de moletom, se colocava em posições muito quentes. Aí começou a tirar a calça, ficando só de cueca. só de calcinha branca bem apertada, eu por minha tava estourando a cueca que coloquei bem justa pra minha ereção que eu já sabia que ia rolar, ele olhava pra câmera com um desejo que parecia que era pra mim depois de várias tomas falo "tá bom com essas não acha?" e ele fala "falta eu tirar a cueca ou você vai ficar com medo de ver minha rola kkkk" falo "não, só pensei que ia ser só assim, pra mim de boa, tiro até se quiser bater uma ou gravar o que quiser, me ajuda" ele responde com tom sarcástico "te gravar ou bater uma kkkk", me olha fixo e penso "já era, ferrei, vai me mandar pra puta que pariu".
Passa um silêncio e espero o pior...
Ele fala "vem cá, chega mais, preciso de uma motivação" pega minha mão e leva direto pro pacote dele "você queria isso há anos, acha que não percebia? hoje é sua chance de conhecer o melhor sexo que já teve, e se recusar vou te pegar na marra, viado filho da puta" me segura pela nuca e começa a me beijar de um jeito intenso que gosto do gosto da boca dele, começa a apertar minha bunda e fala "tira a roupa, filho da puta, que hoje você vai matar essa vontade que tenho de furar teu cu" do jeito que consigo me despiro e ele esfrega o pacote dele "olha, aproveita que disso vai ter poucas vezes" me jogo igual aspirador, começo a cheirar esses ovos e essa rola que sempre sonhei, que é de um tamanho que assusta, grossa, cabeçuda, uns 18 centímetros muito linda, uns ovoes que mal cabem nas minhas mãos ele começa a bufar e fala "que sexy você chupa, mano, você é um mestre do boquete, por que demorei tanto pra pedir isso?" ao falar isso uma descarga de porra inunda minha garganta, é ácida e quente, mas não deixo escapar nem uma gota.

4 comentários - Cojido por mi vecino

Total y absolutamente inverosimil y mal redactado. Consejo: date unos minutos y usa los signos de puntuación y diálogo porque es un dolor de ojos seguir la historia
Gran historia. Lamentable redacción. Usé mi imaginación en mayor parte para interpretar lo que escribiste en vez de dejarme llevar por el relato.