Como quase toda terça de manhã, enquanto meus filhos estão na escola e meu marido trabalhando, Lal, meu afilhado, me deixou de quatro e metendo em mim no quarto onde minutos antes meu marido dormia. Eu estava completamente nua, só de salto alto. A gente tinha terminado ali no quarto, ainda com o calor do meu marido que estava trabalhando sem imaginar que a mulher dele, o próprio afilhado dele, tava comendo na casa dele. Meus gemidos eram escandalosos demais porque aquele garoto me fazia delirar cada vez que metia.
Eu ainda não entendia como era possível que meu afilhado Kevin fosse tão bom amante, mesmo tendo só 19 anos, e eu, uma mulher madura, me deixava levar por ele.
— Agora empina essa rabuda pra eu te comer no cu, madrinha!
— Mas vai doer, deixa eu ligar o rádio pra os vizinhos não ouvirem meus gritos quando você meter, lembra que eu grito muito quando você enfia tudo lá…
— Não, madrinha… quero que eles ouçam como você reclama com a pica bem cravada no seu cu, que te ouçam e saibam que você é uma puta e que eu tô te comendo…
— Como você é mau comigo… vai lá então, mas com cuidado… aaahhhhhh… devagar, meu menino… devagar… aaaiiii… já tá entrando… aaayayyyyyyy… já… já… por favor… devagar… devagar… aaaaayyyyyyyyy… que barbaridade… aaaahhhhhh…
— Já engoliu tudo de novo… já tá toda dentro… já arrebentei esse cuzão de novo… aaahhhhhh… assim… assim… mexe essa bunda… mexe do jeito que eu gosto… aaaahhhh…
— Sim… sim… já tô com ela toda dentro… me dá tudo… me dá… aaaahhhhhh… goza dentro de mim… joga tudo pra dentro… enche meu cu de porra… aaaahhhhhh… já… já sinto… sinto sua porra na minha bunda… aaaahhhhhh…
Era assim quase sempre, até que um dia, enquanto eu tava empalada, o telefone tocou. Era meu marido, e ele continuou metendo enquanto eu, toda empalada, atendia meu esposo, que perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que tava lavando roupa, por isso ele ouvia aquele barulho. Esses barulhos... meu marido continuou no telefone enquanto me bombava gostoso, foi uma loucura quando, sem largar o telefone, senti os jatos de sêmen do meu afilhado na minha bucetinha. Acho que não consegui disfarçar um gemido ao sentir ele gozar na mesma hora em que um orgasmo elétrico me atingiu. Falei pro meu marido que tinha caído água fria em mim e que por isso ele me ouviu daquele jeito.
A partir daquele dia, toda vez que meu afilhado me comia, ele me fazia ligar pro meu marido enquanto eu estava empalada na vara dele. Eu relutava, mas estava tão apaixonada por ele que acabei cedendo a todos os caprichos.
Outras vezes, enquanto me comia por trás, ele me fazia me debruçar na janela do meu quarto, que fica no segundo andar. E ele, escondido atrás da cortina, enfiava o pau em mim com tudo, pra quem me visse lá de fora reparar nas caretas que eu fazia enquanto ele me sodomizava quase à vista de todo mundo. Às vezes, passavam vizinhos e me cumprimentavam sem imaginar que atrás de mim estava o Kevin metendo o pau e gozando no meu cu.
Toda vez que me comia, ele me gravava com o celular dele, sempre tentando não mostrar nossos rostos — ou pelo menos era o que eu pensava. Eu tava tão besta por ele que me deixei gravar várias vezes transando. Quando ele propôs que os amigos dele me vissem sendo comida e eu recusei de cara, ele ameaçou mostrar meus vídeos pra todo mundo que a gente conhecia na família. Então tive que aceitar as perversões e baixezas dele.
Ele falava pros amigos que ia me colocar na janela enquanto me metia, e era exatamente isso. Enquanto o Kevin me sodomizava, eu me debruçava na janela e os amigos dele me gravavam com o celular pra depois ver as caras que eu fazia quando ele enfiava no meu cu e gozava dentro de mim. Só eles sabiam que eu tava sendo comida.
Outras vezes, o Kevin me levava pro mercado com o boné, e eu tinha que deixar os amigos dele me apalparem, com o perigo de sermos vistos pelas pessoas do lugar que também estavam lá.
O auge foi quando ele me obrigou a ir num... hotel e lá chegaram os dois amigos dele e me obrigaram a chupar a rola e a masturbá-los com meus peitos, pra depois deixar eles me comerem. O Kevin meteu na minha frente, um dos amigos no cu e o outro me deu a rola pra chupar. Naquele dia, eles meteram do jeito que quiseram e eu engoli porra de todo lado. Foram três horas em que aquele trio de malvados fez o que quis comigo.
Foram quase três anos sendo escrava do meu afilhado, e agora ele quase não me vê, mas eu sinto muita falta dele. Os amigos dele me procuram pra gente repetir o que rolou naquela vez, mas sem o domínio que o Kevin tinha sobre mim, já não tem graça. Agora eu sei que o que eu gostava era ser dominada por ele. Eu adorava ser objeto das sacanagens e perversões dele. Sei que um dia o Kevin vai me chamar pra fazer alguma loucura de novo, e eu vou topar na hora que ele pedir. Além disso, vou dar pro meu afilhado o presente que ele quiser, porque pra isso eu sou a madrinha dele.
Eu ainda não entendia como era possível que meu afilhado Kevin fosse tão bom amante, mesmo tendo só 19 anos, e eu, uma mulher madura, me deixava levar por ele.
— Agora empina essa rabuda pra eu te comer no cu, madrinha!
— Mas vai doer, deixa eu ligar o rádio pra os vizinhos não ouvirem meus gritos quando você meter, lembra que eu grito muito quando você enfia tudo lá…
— Não, madrinha… quero que eles ouçam como você reclama com a pica bem cravada no seu cu, que te ouçam e saibam que você é uma puta e que eu tô te comendo…
— Como você é mau comigo… vai lá então, mas com cuidado… aaahhhhhh… devagar, meu menino… devagar… aaaiiii… já tá entrando… aaayayyyyyyy… já… já… por favor… devagar… devagar… aaaaayyyyyyyyy… que barbaridade… aaaahhhhhh…
— Já engoliu tudo de novo… já tá toda dentro… já arrebentei esse cuzão de novo… aaahhhhhh… assim… assim… mexe essa bunda… mexe do jeito que eu gosto… aaaahhhh…
— Sim… sim… já tô com ela toda dentro… me dá tudo… me dá… aaaahhhhhh… goza dentro de mim… joga tudo pra dentro… enche meu cu de porra… aaaahhhhhh… já… já sinto… sinto sua porra na minha bunda… aaaahhhhhh…
Era assim quase sempre, até que um dia, enquanto eu tava empalada, o telefone tocou. Era meu marido, e ele continuou metendo enquanto eu, toda empalada, atendia meu esposo, que perguntou o que eu tava fazendo. Eu disse que tava lavando roupa, por isso ele ouvia aquele barulho. Esses barulhos... meu marido continuou no telefone enquanto me bombava gostoso, foi uma loucura quando, sem largar o telefone, senti os jatos de sêmen do meu afilhado na minha bucetinha. Acho que não consegui disfarçar um gemido ao sentir ele gozar na mesma hora em que um orgasmo elétrico me atingiu. Falei pro meu marido que tinha caído água fria em mim e que por isso ele me ouviu daquele jeito.
A partir daquele dia, toda vez que meu afilhado me comia, ele me fazia ligar pro meu marido enquanto eu estava empalada na vara dele. Eu relutava, mas estava tão apaixonada por ele que acabei cedendo a todos os caprichos.
Outras vezes, enquanto me comia por trás, ele me fazia me debruçar na janela do meu quarto, que fica no segundo andar. E ele, escondido atrás da cortina, enfiava o pau em mim com tudo, pra quem me visse lá de fora reparar nas caretas que eu fazia enquanto ele me sodomizava quase à vista de todo mundo. Às vezes, passavam vizinhos e me cumprimentavam sem imaginar que atrás de mim estava o Kevin metendo o pau e gozando no meu cu.
Toda vez que me comia, ele me gravava com o celular dele, sempre tentando não mostrar nossos rostos — ou pelo menos era o que eu pensava. Eu tava tão besta por ele que me deixei gravar várias vezes transando. Quando ele propôs que os amigos dele me vissem sendo comida e eu recusei de cara, ele ameaçou mostrar meus vídeos pra todo mundo que a gente conhecia na família. Então tive que aceitar as perversões e baixezas dele.
Ele falava pros amigos que ia me colocar na janela enquanto me metia, e era exatamente isso. Enquanto o Kevin me sodomizava, eu me debruçava na janela e os amigos dele me gravavam com o celular pra depois ver as caras que eu fazia quando ele enfiava no meu cu e gozava dentro de mim. Só eles sabiam que eu tava sendo comida.
Outras vezes, o Kevin me levava pro mercado com o boné, e eu tinha que deixar os amigos dele me apalparem, com o perigo de sermos vistos pelas pessoas do lugar que também estavam lá.
O auge foi quando ele me obrigou a ir num... hotel e lá chegaram os dois amigos dele e me obrigaram a chupar a rola e a masturbá-los com meus peitos, pra depois deixar eles me comerem. O Kevin meteu na minha frente, um dos amigos no cu e o outro me deu a rola pra chupar. Naquele dia, eles meteram do jeito que quiseram e eu engoli porra de todo lado. Foram três horas em que aquele trio de malvados fez o que quis comigo.
Foram quase três anos sendo escrava do meu afilhado, e agora ele quase não me vê, mas eu sinto muita falta dele. Os amigos dele me procuram pra gente repetir o que rolou naquela vez, mas sem o domínio que o Kevin tinha sobre mim, já não tem graça. Agora eu sei que o que eu gostava era ser dominada por ele. Eu adorava ser objeto das sacanagens e perversões dele. Sei que um dia o Kevin vai me chamar pra fazer alguma loucura de novo, e eu vou topar na hora que ele pedir. Além disso, vou dar pro meu afilhado o presente que ele quiser, porque pra isso eu sou a madrinha dele.
6 comentários - Mi ahijado!!!!