Fala, amigos do poringa, aqui trago pra vocês a última parte dessa história linda de incesto entre dois irmãos. Desculpem a demora. Mais pra frente, quem sabe eu trago uma nova história desses dois irmãozinhos tarados. Aproveitem.
Depois daquele momento lindo, gostoso e incestuoso que vivi com minha irmã, ficamos abraçados sem falar nada sobre o que tinha acontecido, só curtindo aquele momento e enrolando pra evitar o climão que poderia vir depois. Eu tava abraçando ela e fazendo carinho, e ela também me acariciava suave e me dava uns beijinhos no pescoço. Daí, depois de um tempo, a gente se separou, se olhou e, pra evitar o climão, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e mandei um beijão na boca dela. Ficamos nos beijando assim por um tempinho, e antes que eu começasse a endurecer de novo, ela se afastou. A gente se soltou e começou a pegar nossas roupas sem falar nada, descemos, enquanto os vizinhos ainda continuavam na festinha deles.
Lá embaixo, na sala, a gente se olhou meio sem graça, sem saber o que dizer, mas trocando um sorriso como quem aceita o que rolou. Mas, na maior intimidade, ela ainda tava de uniforme, sem a calcinha fio dental e com a camisa ainda desabotoada. Pra quebrar o gelo, perguntei se ela ia tomar banho. Ela respondeu que sim, que me deixasse tomar banho primeiro porque tava muito suja. Ia indo pro banheiro, mas virou e correu na minha direção, me dando um abraço forte e disse.- Não leva a mal, sei que foi errado o que a gente fez, mas o que mais posso dizer além de valeu, maninho. Foi lindo, tava tão gostoso. Não aguentava mais.
- E eu, gostosa, tava tão ou mais molhada que você. Não me agradece. Tá de boa, a gente só se deixou levar.
- Sim, se não fizéssemos, íamos explodir.
- Sim, totalmente. Como eu curti, irmãzinha. Eu te agradeço, viu. Foi muito bom.
-Sim, nunca tinha aproveitado assim, nem nunca tinha espiado ninguém.
- Pois é, mana. Nunca fiz isso de espiar ninguém, mas foi isso que nos deixou com muito tesão.
- Sim, culpa dos nossos vizinhos tarados, hahaha! Tem que agradecer eles. E por via das dúvidas, é culpa deles, hahaha!
- pois é, a gente devia agradecer elas, hahaha. Sabe, pensei que esse momento ia ser estranho pra nós dois depois que a gente transou.
- Sabe que eu pensei a mesma coisa. Tinha uma vergonha, e uma culpa. Mas agora me sinto muito à vontade.
- e bom, já cruzamos um limite, já não temos mais nada do que nos envergonhar kkkkk. Não tem que ter vergonha nem sentir culpa por nada.
- Sim, mas foi errado. Ainda é difícil processar tudo isso.
- Se foi errado, foi. Mas já fizemos, aproveitamos. O importante é que a gente curtiu e que podemos estar aqui falando sobre isso sem problema nenhum. Não fica remoendo essa merda. Fica guardado, é nosso segredo.
- Se já tá, já fizemos, e como fizemos, né? mmm!
- mmm sim, foi muito gostoso.
- Siiim, mas nunca mais, né?Ele disse com um sorrisinho cúmplice. Se aproximou, a gente se olhou e ele falou de novo:Nunca mais... nunca mais??E me deu um beijo na boca e depois piscou o olho de um jeito cúmplice. Na minha cabeça, aquele “nunca mais” foi um “não sei o que vai rolar depois disso”.
Aí ela foi tomar banho. Mas antes, já com ela no banheiro, falei pra ela esperar que eu precisava entrar. “Passa”, ela disse. Comecei a mijar e ela, sem se importar que eu tava ali, terminou de tirar toda a roupa. Tava completamente pelada na minha frente. Primeira vez que via ela assim, toda nua, apesar de já ter comido ela. Era simplesmente uma gostosa, e eu com o pau na mão. Ela olhou, sorriu e virou as costas, entrando no chuveiro. Saí e fiquei com o arrependimento de não ter ficado pra tomar banho junto, mas já era demais, pensei. Era chamar a tentação. Já tava bom, já tínhamos matado a vontade os dois, ou pelo menos era o que eu pensava. Depois do que rolou, acho que a vontade dos dois tava intacta, ou muito pior. Não sabia o que ia acontecer depois, e ainda tínhamos que dormir juntos, ainda mais com o que ela falou com aquele olhar cúmplice. Pensar nisso tudo me deixou duro de novo. Ainda tava com uma puta vontade da minha irmãzinha.
Arrumei um pouco as coisas em casa, peguei minha toalha pra tomar banho e soltei o cachorro pra ele brincar um pouco. Minha irmã saiu do banheiro e entrou no quarto. Eu entrei atrás só pra ver ela pelada. Abri a porta do quarto e perguntei se já podia entrar pra tomar banho. Bem na hora que abri a porta, ela tava tirando a toalha e mostrando a bundinha. Ela disse que sim, que já podia entrar. Fiquei olhando pra ela um tempo, ela olhou de volta mas não falou nada. Aí fui tomar banho. Dentro do banheiro, bati uma punheta daquelas pensando em tudo que rolou. Ainda tava muito tarado.
Saí do banho, me troquei e minha irmã tava cozinhando. Tava de short azul e uma camiseta branca. Eu arrumei a mesa e fiquei vendo TV até a comida ficar pronta. A real é que não tava a fim de ver TV. Tava com uma vontade de encostar minha irmã na pia e fazer de tudo com ela. Aquele shortinho azul marcava toda a bunda linda dela. Bunda, mas me segurei, não quis ser um tarado chato, sabia que depois da comida ia ter tempo pra essas brincadeiras. Só cheguei perto, dei um tapinha e um apertão leve na bunda e um beijo na bochecha, falei pra ela me avisar quando a comida estivesse pronta. Ela sorriu e disse que me avisava.
Durante a comida, a gente conversou normal, como se nada tivesse acontecido, de vez em quando se insinuando, falando também dos vizinhos, mas era um papo normal de dois irmãos. Só que nossos olhares diziam muito, a gente se devorava sem falar nada, eram olhares de cumplicidade e desejo.
Depois de terminar a janta e levantar a mesa, começamos a nos perguntar o que tinha rolado com os vizinhos, a curiosidade bateu de novo, principalmente na minha irmã, já que depois do nosso ato de incesto a gente não deu muita bola pra eles. Ela tava afim de ir ver eles de novo. E na minha cabeça, só passava a ideia de reviver aquela situação, eu tava ficando com tesão de novo. E pra piorar, minha irmãzinha tinha ido trocar de roupa. Saiu do quarto com uma roupa de cama, uma regata comprida tipo camisola rosa. Ver ela daquele jeito me deixou pior ainda, ainda mais vendo as bundinhas dela aparecendo por baixo da camiseta, sem short, e a camisola era bem curtinha.
- Irmãzinha, tá aparecendo tudo.
- E pra você que adora me olhar. Vamos, irmãozinho gostoso.Ela me disse e, de mão dada, me levou lá pra cima.
Quando chegamos, já com mais confiança, me apoiei no lugar de sempre e, antes que minha irmã se colocasse ao lado, peguei ela pela cintura e a coloquei na minha frente, com a bundinha gostosa dela encostada em mim. Na frente estavam os vizinhos deitados na cama, pra nossa decepção dormindo, não se via movimento nenhum. Parece que a festinha já tinha acabado. Minha irmã ficou meio chateada e eu abracei ela como pra segurar, mas era óbvio que minhas intenções eram outras. Ficamos assim, sem dizer nada, um tempão esperando alguma coisa.
Mas não rolou nada, eu também tava decepcionado, pensei que aquela situação ia se repetir, já estar naquele lugar me deixava com tesão, queria repetir de novo, pensei em fazer de qualquer jeito, mas sem forçar a barra, então do jeito que estávamos comecei a acariciar suavemente minha irmãzinha, primeiro nos braços, depois no pescoço dela, eu já tava com a pica dura, desci com meus braços e acariciei por cima da roupa a barriga dela e perto da buceta dela, continuei acariciando as pernas, levantando a camisola pra sentir a pele dela, fiquei assim um tempão, minha irmã não dizia nada, parecia que só tava curtindo, levantei mais a roupinha dela, levei minhas mãos pra bundinha dela, com as duas mãos pegava e acariciava as duas nádegas, e também fazia isso nas pernas, ela começou a se mexer em mim, e fazer mais pressão com a bunda dela na minha pica, ela fechava os olhos e levantava a cabeça, sinal que tava gostando daquilo. Depois levei minha boca pro pescoço dela e comecei a beijar, mas depois de um tempo ela se afastou de mim, se virou e ficou de frente pra mim.- Irmãozinho, olha como você tá, os vizinhos não tão em casa e você já tá de pau duro.
- E sim, não dá pra disfarçar, né? É a situação que me deixa assim e ter você desse jeito.
— Mas eu sou sua irmãzinha e a gente combinou que isso nunca mais ia rolar.
- Eu sei, foi só a empolgação do momento. Desculpa, maninha.
Tudo isso ela me dizia com um olharzinho e um sorriso, como quem brinca, e isso me deixava pior ainda, ainda mais pelo fato de ser minha irmã.Melhor a gente descer, não vamos fazer loucura, vamos comer a sobremesa.Ela me disse piscando o olho e pegando no meu rosto, me beijou na boca. Quando tentou se afastar, eu puxei ela de volta e comi a boca dela de beijo. Ficamos assim, nos olhamos, e então ela pegou minha mão e me levou pra baixo. Naquele momentoPensei que minha irmã já tinha passado do tesão e tava pensando com a cabeça fria, ou que tava brincando comigo. Achei que a parada da sobremesa era um duplo sentido, então resolvi entrar na dela.
Sem dizer nada.Vamos juntos, ela foi até a geladeira e pegou o sorvete que eu trouxe mais cedo, foi buscar umas colheres e eu, ao notar como a bunda dela se destacava pelo camisola, não aguentei e dei um belo apertão naquela raba.
— Cê tá gostando da minha bucetinha, maninho? Primeiro a gente tem que comer a sobremesa.De novo ela piscou o olho pra mim e me deu um beijo na boca, depois outro e mais outro. Achei que ia continuar, mas com as mãos ela me afastou e na hora fomos sentar no sofá grande. Ela sentou de frente pra mim com as pernas em cima do sofá, na minha frente eu tinha uma imagem bem excitante: ela comendo sorvete, usando a língua exageradamente, e se mexia com os pés apoiados no sofá. Assim eu podia ver a perna inteira dela e também a virilha. Ela tava de fio dental rosa também, e aquela pose marcava a buceta dela, deixando igual uma empanada gostosa, uma empanada bem apertadinha e saborosa, a mesma empanada que horas antes eu tinha comido. Era uma visão celestial ver minha irmãzinha assim. Já não sentia culpa pelo que tinha rolado antes, pelo contrário, aquilo me deixou ainda mais tesudo. Já tava durasso de ver ela daquele jeito. Enquanto a gente passava o sorvete um pro outro, começamos a falar sobre os vizinhos.
- Que festinha que os vizinhos armaram, hein?Ela me disse.
- Sim, vejo que vocês gostam de experimentar. Primeira vez que vi vocês assim, dividindo.
- Eu vi eles uma vez, mas dá pra ver que ela adora essa parada de compartilhar, haha!
- Bom, talvez a gente tenha sorte e elas queiram dividir com a gente, hahaha.
- uhmm fala pra mim. Quero aquele vizinho gostoso, hahaha!!
- Sim, e a vizinha pra mim.
- Ah, não se contenta comigo, maninho? kkkkk.- Ela me disse com um olhar insinuante, a putinha.
- Haha. Com você já me basta e sobra, gostosa, foi muito gostoso. Mas a gente podia incluir a vizinha também.
- ahn, maninho, que sujo que cê tá.
- E eu também quero ter uma festinha assim.
- Siiim, eu também quero ficar assim toda exausta, haha!
Ainda posso te deixar assim, toda exausta!
- humm, não me tenta, maninho, kkkk!
Pena que os vizinhos não continuaram.
- Sim, tava com vontade de ver vocês de novo. E você já tava todo tarado lá em cima, né?
- E essa situação vai me deixar sempre com tesão depois do que aconteceu.
- aham sim pra mim também, irmãozinho. Foi a melhor coisa.
- É, fala pra mim. Desculpa por não te deixar assim tão exausta, gostosa.
- Não, meu amor, não me peça desculpas, se eu adorei. Na próxima rodada você me deixava exausta.
- Ah é? Bom, eu também adorei, nunca fiquei tão tesuda.
- Aí, mano... nunca transei assim tão gostoso.
- E eu menos ainda, maninha, nunca tinha aproveitado tanto.
- Sim, maninho, foi o melhor orgasmo que tive na minha vida, me deixou toda arrepiada.
- E você, meu bebê, me deixou toda molhadinha.
- hahaha. Eu? Mas sou sua irmãzinha, como que a sua irmãzinha pode te deixar com tesão.
Já sei, mas depois daquela primeira vez que a gente se roçou e se tocou, fiquei toda excitada, e você brincando de provocar.
- ahn e eu, minha vida, depois daquela vez fiquei com muito tesão, e hoje mais do que nunca. Você também me provocava com essa coisinha que tem entre as pernas, haha!Ela me disse apontando com o pé pro meu pau, naquele momento eu percebi que estávamos mais perto.
- Sim, hoje você me deixou muito excitado, gostosa. Você me deixava duro, o que mais eu podia fazer.
- E é que depois de te sentir assim, irmãozinho, fiquei tentada. A verdade é que queria isso, é generoso o que você tem aí, meu bem.
- Cê tá falando coração? Foi você que me tentou, com essa bunda majestosa que você tem e ainda me mostrou ela hoje.
- Óbvio, gostoso, isso que você tem aí e como você é te faz um verdadeiro papi. Né? Essa bunda minúscula?Ele me disse isso se levantando, puxando a camisola pra cima e me mostrando a bunda, ela tava no auge do esplendor, com a fio dental bem enterrada. Uma beleza.
- Essa bundinha minúscula, bebê.- Disse pra ela, ao mesmo tempo que com minha mão peguei uma das bundas dela e apertei.
Ela desceu e sentou mais perto, mas dessa vez passando as pernas por cima das minhas, eu aproveitei pra acariciar aquelas pernas macias, uma delícia. E ela me olhava com uma carinha de puta que me deixava louco, me dava tesão, dava pra ver minha dureza só de olhar.
- Que tarado que você é, maninho, me tocou toda lá em cima.
- E como não tocar nela, com o quanto ela é gostosa, bebê.
- ahm, obrigado minha vida, você é muito gostoso, além do que você tem aí embaixo, você é gostoso, papai.Ao dizer isso, levanto o pé de novo e aponto pro meu pau, mas dessa vez encosto ele com o pé. -Valeu, gostosa, por isso não aguentei a tentação com o jeito que você tá e o tesão que eu tava.
Eu também não ia aguentar sentir esse pau tão duro, queria que você metesse logo na primeira vez.
- E eu queria meter em você também naquela primeira vez, na segunda já não te perdoava.
- ahn sim, bebê, eu também, se não tivesse metido hoje, à noite eu te estuprava, haha!!
- Eu menos aguentaria, do jeito gostosa que você tava com esse uniforme e se tocando toda, queria meter até o fundo.
- Humm, seu safado, queria comer sua irmãzinha.
- Aham sim, bebê, você é muito gostosa. Queria te comer.
- Um sim? E que bom que você me comeu, maninho.
- E tava com uma vontade danada de você. Que transa gostosa, que delícia que tava a sua buceta, bebê.
- Uhm, você tava com vontade de mim igual agora? Tá durinho, meu amor.Já me dizia, sem tocar com o pé, já me acariciando com ele. -Você não tem ideia, você me deixa muito excitada.Peguei ela pelas pernas e levantei, fazendo ela se sentar no meu pau.
- papai, que durinho você tá.- Ela me dizia enquanto tocava minha rola com a mão e eu acariciava as pernas dela. Aí começamos a nos devorar de boca, nos olhávamos e nos devorávamos, tava tudo pegando fogo. Peguei ela pela cintura, levantei e coloquei sentada em cima de mim, mas dessa vez com as pernas abertas, com a buceta dela apoiada no meu pau. A gente continuava se beijando de um jeito muito quente, dava pra ver o tesão dos dois. Levantei a camisola dela e comecei a passar a mão nas pernas e na bunda, acariciando e apertando aquela raba tão gostosa. Com isso, minha irmã ficava mais louca, soltava uns suspiros profundos. Também tocava nos peitos dela por cima da camisola, ela não tava de sutiã, então dava pra pegar nas tetinhas dela e sentir os bicos bem durinhos. Ela se agarrava no meu peito e me tocava, tirou minha camiseta, jogou fora, passou a mão no meu corpo e, me olhando bem putinha, disse:mm papai, que gostosa você táIsso me deixou mais louco e comecei a beijá-la com mais paixão, ela já se mexia em cima de mim e eu acompanhava seus movimentos.
Parou de se mexer e se levantou. -Melhor a gente continuar isso no quarto.
- Onde você quiser, maninha.
Me pegando pela mão, ela me levou pro quarto. Enquanto me levava, eu tinha uma vista maravilhosa da bunda dela, a camisola subida deixava tudo à mostra. Não aguentei e agarrei ela com força por trás, apoiando ela, comecei a beijar o pescoço dela. Ela suspirou e se esfregou em mim, se entregou ali, mas se soltou e me levou pro quarto. Entramos, fechei a porta e ela se jogou na cama abrindo as pernas. Aí pude notar que ela tava molhada, a calcinha fio dental dela tava toda encharcada.
- Irmãzinha, já tá toda molhadinha.
- Sim, é assim que você me deixa, irmãozinho. Vem, faz eu me sentir gostoso.
Com a mão dela, ela me puxou pra perto e eu me joguei em cima dela, a gente se beijava com tanta paixão, ela com as mãos segurando minha bunda, apertando e fazendo pressão do meu pau na buceta dela, ela suspirava naqueles momentos ao sentir a pressão em cima dela. Acariciando as pernas dela, fui subindo e subindo, tirei a camisola dela, com as duas mãos puxei tudo, e ela ficou pelada, uns peitinhos pequenos mas lindos, faziam dela uma gostosa deliciosa. Comecei a chupar e lamber os biquinhos dela, a tocar eles, ela suspirava e passava a mão nas minhas costas e também no meu pau. Com as mãos dela, tirei meu short e, sem esperar, tirei a cueca preta que eu tava usando. Fiquei com o pau duro no ar enquanto continuava chupando os peitos dela. Ela, com a mão, me fazia uma punheta gostosa.
Comecei a descer pela barriga lisinha dela, até chegar na virilha. Aí fiquei brincando, lambendo e acariciando por cima da calcinha fio dental, já bem mais molhada, que deixava os lábios dela marcados. Eu brincava sem chegar na buceta dela. Isso deixava ela mais doida. Ela segurava minha cabeça com as mãos e fazia carinho. Aí puxei as tirinhas e tirei a calcinha dela, que tava bem grudada por causa dos fluidos. Quando puxei, saiu um fio de meladinha. Deixei ela toda peladinha, e ali estava minha irmã, de pernas abertas, toda entregue, do jeito que nunca imaginei que teria ela. Tava linda, toda uma gostosa. Me coloquei por cima dela e beijei ela, a gente se devorava de beijos enquanto eu apoiava meu pau pelado na buceta dela, eu me mexia pra ela sentir e ela fazia o mesmo, a cada movimento ela suspirava, parava de me beijar, abria a boca e soltava um suspiro. Desci bem devagar, queria provar a buceta dela, comecei bem devagarinho com minha língua e uns beijos suaves, os suquinhos da minha irmã eram uma delícia, ela suspirava a cada lambida, cada vez que eu passava minha língua os lábios dela se abriam fácil de tão molhada que tava. Minha língua começava a entrar dentro da buceta dela cada vez mais, até que enfiei de vez, ela começou a aumentar os suspiros...
-uhmm uhmmm, bebê, queri... gostoso. mmm, uhm!!Depois enfiei meus dedinhos, primeiro um, depois dois. Quando enfiei o segundo, ela deu um grito.
- Hhaaa!! siiiim!Com os dedinhos já dentro, ela lambia o clitóris e brincava com meus dedos, movendo-os cada vez mais rápido. - aah aah haaa aahhh sii ahsii ssii...amoooor asiii...
Gemia mais alto a cada vez. - amorrr siiiim, aaah siiiim oooh siiiim bebê...
Quanto mais ela continuava, mais me segurava. -ah, tô a mil... mete logo, vai, enfia irmãozinho, não aguento mais.
- Uhm, o que você quiser, bebê. Quero essa buceta.
- Vale, mas dessa vez coloca camisinha, tá? Na mochila eu tenho.
- Não, bebê, não se preocupa, amanhã eu compro a pílula pra você, fica tranquila.
- Sim? humm, fala, quero sentir essa rola pele a pele. Mete em mim agorrrra, por favoooor!!!Sem dizer nada, na rua, dei um beijo nela, me joguei por cima e com meu pau comecei a apontar pra buceta dela. Com a pontinha, fui empurrando, procurando a entrada, até que encontrei. Do tanto que ela tava molhada, entrou fácil até o fundo. Ela deu um grito forte.
- uhmm Aaaahhhhh!!!
Comecei a me mexer devagar, ela suspirava e gemia, eu tava comendo minha irmãzinha, tava metendo a pica nela de novo, ela gritava e me tocava, as costas, o peito, as pernas, a bunda. Eu não ficava atrás, tocava e beijava ela no corpo inteiro enquanto enfiava fundo. A buceta dela tava tão molhada que entrava e saía fácil. Continuei aumentando a velocidade.
- sim siim ssim siiim... aah siah sii amor... papai asiiim...
- Você gosta, bebê. Quer mais forte?
- ssi ssi, maaais ddduroohermmanitoo, me te melaa mmmas fooorrteee. Ah aah aaaahh!!Quando ela me disse aquilo, eu continuei metendo mais forte e comia ela com mais força.
- Toma, bebê, toma.
- Ai sim, papai, assiiim aaaaiiiim aaaah AAAaaahh!! QUE GOSTOOOOSOOO!!
Eu já tava a todo vapor, comecei a meter mais forte e mais rápido, ela gritava mais alto. -Aaaa AAAaah!! Papai, que durezaaa aaahh!!
Continuei metendo, entrava e saía meu pau na buceta dela. Entrava e saía, quando tirava, saía toda ensopada dos suquinhos dela, aquela buceta tava um rio, me deixava todo molhado também, isso eu amava, ficar banhado nos sucos da minha irmãzinha.
Continuei metendo forte, mais forte a cada vez, dava umas estocadas violentas e ela gritava mais alto, dessa vez sem se importar se os vizinhos ouviam, gritava igual uma louca. AAAaaaah Pa...pa pii… Aaaahhsi aa aSsiii asiii.. me dá duro, me dá dduro.. AAAaaahhh!! AAAa!!! Continuava metendo na minha irmãzinha, batia forte, e ela pedia mais. Ela tava adorando. Pedia mais forte, de tanto que ela gemia, não dava pra entender o que ela falava, mas me deixava louco quando ela gritava assim e pedia mais. - Se for duroo, mano, todinho assim, assim... que buceta gostosaaa aaaah aah aaahhh!! Yoya sentia que eu ia gozar, já estava perto do orgasmo e minha irmãzinha também, pelo jeito que ela gritava e se mexia.
- Vai maninhooo, já chegueeei.. aah aaah aaaAh Amooor siiiim...
Mas forte eu me mexia, aguentava esperando ela gozar. Metia duro e mais rápido, nos movendo como dois loucos. -Siiii aaaaah sssi amor, siii papai me dá essa pica, me dáaa aaah aaaahaaah!
Enfiei com força, pra ela querer arrebentar essa buceta, e se molhar toda.
-Minha Vida aaa aaaah vou gozar aa aahh aaaah!! Me enche de porra, goza dentro da minha bucetaaaa Aaaaa aaaAahhh aaa!!
Quando comecei a sentir como a buceta dela apertava, senti que ela ia gozar, e com um grito bem forte começou a gritar.
- aahhh aaaah aaaaaah aAAAAHH AAAAAAAAAAAAaa!!!!
Eu continuei metendo até começar a gozar, soltando meus jatos de porra dentro da minha irmã, e minha irmã, ao mesmo tempo, me abraçava forte, com movimentos involuntários, se molhando toda em cima de mim. Deixando a cama inteira encharcada e soltando um monte de fluxo. Nos abraçamos e ela continuava gritando e se mexendo por causa do orgasmo. Foi uma sensação gostosa terminarmos os dois juntos, depois dessa trepada do caralho. Com a minha irmã, nos beijamos mais apaixonados depois disso, não nos desgrudamos, nos abraçamos e nos beijamos ainda mais, nossa respiração ofegante foi diminuindo, mas ainda estávamos um pouco agitados. Nos deitamos ainda abraçados, trocando beijos na boca e curtindo o momento.
- uuff, maninho, que bom que foi isso. A gente tava muito tarada.
—Bebê, foi muito bom, tava rolando solto. Gozamos rápido.
-Eu não aguentava mais, com o quão gostosa você tava e com o quão tasty você chupava minha pussy.
- Você gostou de mim??
—Se eu gostei? Adorei, você me fez gritar que nem uma louca, que bem que você mexe essa língua, irmãozinho.
- Bom, é que eu gosto de brincar com minha língua. Além disso, sua buceta tem um gosto muito gostoso.
-Uhm obrigado, lindo. Eu sabia pelo jeito que você me beijava que ia chupar muito bem essa buceta.
- E é algo que eu amo. Você também beija pra caralho e como brinca com essa língua.Eu falei isso me insinuando pra ela me chupar, mas sabia que ela não ia fazer porque nunca chupou uma pica, não tinha atração. Adoraria que ela fizesse, mas com esse comentário ela não entrou no jogo, só deu uma risada e subiu em cima de mim, sentada na minha barriga. -As coisas que você fala, maninho, ainda tô quente, não tira minha quentura.
-uhm sim, maninha? Bom, eu tô igual, fiquei ainda mais excitada, além disso a gente tem a noite inteira pra transar.
-Uai, sim, ainda quero uma terceira rodada.
—Serão as rodadas que você quiser, não paro até te deixar exausta.
- Ahn sim, papai, quero que você me deixe de cama, não para, mas para agora.Levo a mão dela pra trás e pego meu pau, que ainda tava meia-bomba e meio mole, mas com o que minha irmã tava me dizendo e como ela tava me tocando, ele endureceu de novo.
Já tá bem durinha e firme, bebê, quer aquela buceta.
—Hmm, que durinha que tá, hmm, papai. É toda sua.
Naquele momento, a gente se fundiu de novo em uns beijos, a gente se devorava a boca, ela se jogou pra trás e colocou a rachinha dela na ponta da minha pica. Me olhando toda putinha, começou a se mexer, fazendo uma punheta com a buceta dela, os lábios dela envolviam minha pica e ela subia e descia, soltando os suquinhos dela. Sabia o que tava fazendo, sabia se mexer a filha da puta, era uma sensação indescritível.
-Hmm, gostosa, como você come essa buceta.
-Agora vai comer.
Ela parou e com a mão pegou minha pica, abaixou e colocou na entrada da buceta, começou a descer e enfiar, descia devagar e meu pau entrava naquela buceta maravilhosa, desceu até o fim e entrou de uma vez, até o fundo, ela soltou um grito forte. Eu tinha minha irmãzinha empalada e com uma cara de prazer soltou uns suspiros suaves.
—Uhm, comeu tudo.
Aí em cima de mim, com minha pica enterrada na buceta dela, ela começou a se mexer devagar, tava adorando aquilo e os movimentos dela me deixavam louco. Enquanto ela se mexia e gemia, eu tocava nos peitos dela, brincava com os biquinhos durinhos, apertava eles, ela adorava quando eu fazia isso. Ver minha irmãzinha se divertindo assim, com meu pau na boceta dela e do jeito que eu tocava nela, me deixava doido. Ela se mexia mais forte, com umas reboladas, sabia o que tava fazendo, sabia rebolar a putinha e eu tava adorando. Com minhas mãos, acariciava as pernas macias dela e a bundinha pequena, não me cansava de tocar naquele cuzão gostoso, segurava ela pela cintura e mexia, e ela se mexia e gemia cada vez mais forte.
-umm umm siii sim uhm ssim aah aaah siim…
Me levantei e fui até ela, me ajeitando e comendo a boca dela num beijo. Ela acariciava minhas costas e cravava as unhas. Peguei ela pela bunda e levantei, depois baixei e comecei a subir e descer ela.
-Ah! Aah!! Aaaah!!! Você vai me fazer cavalgar agora?
—Vem montar na minha pica, bebê.
-Sim, amor, é isso que eu faço, adoro montar no seu pau. Que delícia.
Ela soltando gritos fortes e gemidos começou a cavalgar, subia e descia no meu pau, mais forte e rápido a cada vez.
-aaah Aaahhaaahh aaahhh!!
Quanto mais alto ela gritava, mais forte eu me mexia e ela pulava.
-Isso, papai, isso, irmãozinho, que gostoso você tá aaaah aaah!! Isso, amorrr aaa aaaahAAAAahh!!
Começamos a nos mexer que nem dois loucos, a cama batendo forte na parede e dando solavancos, éramos duas pessoas no cio, pegando fogo, metendo uma piroca daquelas. Ela pulava com força em cima de mim, eu me mexia cada vez mais rápido e ela também, enfiando meu pau até o fundo.
-ahhh aaah que pau gostoso, aaah aaaah… enfia em mim mais, papai, vai fundo.
Ela pulava e gritava que nem uma puta.
- Você adora ser putinha, não é? Vamos pular, vamos se mexer mais rápido, sua gostosa.
Essas palavras a excitaram muito mais, e ela começou a gritar e se mexer mais rápido, curtindo como a putinha que minha irmãzinha era.
-aaaah Sim, sou uma putinha, aaaahh com esse pedaço de picaaa sou todaa sua vadiazinha que você quiser, amor.
Depois disso, eu a baixei e coloquei de quatro na cama. Tava morrendo de vontade de meter no cu dela, mas minha irmãzinha ainda era virgem por lá. Agora eu queria comer aquela buceta e depois via se conseguia fazer aquele furo. Procurei com meu pau a buceta dela e com a pontinha comecei a brincar, roçava a ponta nos lábios dela e no cu também. Ela começou a ficar desesperada.
-Mete fundo na minha vida, por favor, olha como você me deixou.
-Ah, puta, já quer minha pica.
—Sou uma putinha que quer essa pica, enfia em mim agora, vai logo…
Eu obedeci ela e meti com tudo, fui enfiando devagar até chegar no fundo, aí comecei a me mexer lentamente, e ela também começou a rebolar. A putinha começou a mexer a bunda, era uma delícia ver como ela se mexia, me deixava louco. Aumentei a velocidade e metia cada vez mais forte. Quanto mais forte ela gritava, mais rápido eu me movia. Ela pedia mais e eu dava tudo que ela queria. -Ai me dá mais buceta, me dá mais forteee aaaah aaaah aaaaaaaaahhhh…
Mais forte eu dava nela e com mais força, já não tão rápido, mas eu dava umas metidas que ela gritava igual louca. Quando ela disse que já tava gozando, comecei a enfiar mais forte, metia e tirava minha pica mais rápida, era impressionante como a cama aguentava os movimentos fortes.
Ahhhhh aahhhhh, bebê, me dá assim, assim, aaaaj, aaaah, aaaaah, aaaaaaaahh... AAAAAAAAAA, AAAhhhhhhh, AAAAHHHH!!
Ela gritava e começava a sentir a buceta dela.latirE aí, de novo, Lar.gaba os sucos dela me molhando todo.Ah, não tinha acabado, mas abracei ela na hora.mentetomando ela com força, segurando ela contra seus fortes movimentos involuntários. Agitada do jeito que tava, ela se virou e me beijou. -Não acabou, maninho, deixa eu fazer você gozar.
Falando isso, ela se jogou na cama e subiu em cima de mim de novo, pegou meu pau, apontou pra rachinha dela e sentou com força. Me olhava com uma carinha de putinha e se mexia devagar, era uma loucura como aquele rabo se mexia, ela foi mais forte, e mais rápido, era uma doideira aqueles movimentos, ia me fazer gozar a qualquer momento.
—Ah, como você se mexe, gostosa, oh!
- Você gosta? Quero que você goze dentro de mim de novo, enche minha buceta de leite.
—Se continuar assim, bebê, vou te encher todinha de porra.
Depois de se mexer assim, começou a subir e descer, e ela começou a gritar de novo, e alto, mais alto. Os movimentos eram muito fortes e rápidos, de novo como dois animais no cio. Ela gritava e pulava, e eu já tava quase gozando. -Continua assim, bebê, já tô quase gozando.
-Aaaaah aaaah acho que vou gozar de novo.
—Bebê, vou te encher de porra.
Éramos dois animais pulando e gritando na cama, dois irmãos transando e fazendo amor maravilhosamente. Nós dois começamos a gritar, ela mais forte, e senti a porra saindo da minha pica dentro da buceta dela, e ela pulsava e soltava uns sucos, nós dois nos fundimos num abraço e continuamos nos movendo e roçando por causa do orgasmo, e minha irmãzinha tinha tido dois, que gozada foda que demos. Estávamos muito agitados, nos jogamos na cama assim grudados e molhados, tudo encharcado pelos nossos fluidos e pelo suor. Ficamos sem fôlego.
-Uff, nem consigo falar, você me deixou exausta, irmãozinho.
- E você, minha gostosa, me deixou seco, não consigo nem falar.
-Bom, realizamos o desejo de ficar exaustos.
- Nem pensar, tô exausto pra caralho.
-Valeu, gostoso, por essa noite maravilhosa.
- Não precisa agradecer, adorei. Foi fantástico pra mim também.
Com certeza vamos ter mais noites como essas.
- E dias, depois disso quero que se repita.
Depois de nos falar isso, a gente se perdeu num beijo e, sem dizer mais nada, ficamos na cama abraçados feito um casal tentando relaxar, e assim dormimos, completamente pelados e encharcados com nossos fluidos. No dia seguinte, acordamos e tomamos banho juntos, e transamos de novo. Aí, antes de sair pra faculdade, a gente meteu mais uma vez. E assim começou essa relação incestuosa com minha irmã, nós dois curtíamos muito sexo e agora curtíamos juntos. Toda vez que ficávamos de cuidar do cachorro e da casa, a gente aproveitava e tinha nossas sessões de sexo espiando os vizinhos, e às vezes também fazíamos em casa quando encontrávamos os momentos perfeitos, sempre brincando de se provocar. Aproveitávamos cada oportunidade que aparecia pra curtir o melhor sexo que já tivemos em toda a nossa vida.
Depois daquele momento lindo, gostoso e incestuoso que vivi com minha irmã, ficamos abraçados sem falar nada sobre o que tinha acontecido, só curtindo aquele momento e enrolando pra evitar o climão que poderia vir depois. Eu tava abraçando ela e fazendo carinho, e ela também me acariciava suave e me dava uns beijinhos no pescoço. Daí, depois de um tempo, a gente se separou, se olhou e, pra evitar o climão, peguei ela pela cintura, puxei pra perto e mandei um beijão na boca dela. Ficamos nos beijando assim por um tempinho, e antes que eu começasse a endurecer de novo, ela se afastou. A gente se soltou e começou a pegar nossas roupas sem falar nada, descemos, enquanto os vizinhos ainda continuavam na festinha deles.
Lá embaixo, na sala, a gente se olhou meio sem graça, sem saber o que dizer, mas trocando um sorriso como quem aceita o que rolou. Mas, na maior intimidade, ela ainda tava de uniforme, sem a calcinha fio dental e com a camisa ainda desabotoada. Pra quebrar o gelo, perguntei se ela ia tomar banho. Ela respondeu que sim, que me deixasse tomar banho primeiro porque tava muito suja. Ia indo pro banheiro, mas virou e correu na minha direção, me dando um abraço forte e disse.- Não leva a mal, sei que foi errado o que a gente fez, mas o que mais posso dizer além de valeu, maninho. Foi lindo, tava tão gostoso. Não aguentava mais.
- E eu, gostosa, tava tão ou mais molhada que você. Não me agradece. Tá de boa, a gente só se deixou levar.
- Sim, se não fizéssemos, íamos explodir.
- Sim, totalmente. Como eu curti, irmãzinha. Eu te agradeço, viu. Foi muito bom.
-Sim, nunca tinha aproveitado assim, nem nunca tinha espiado ninguém.
- Pois é, mana. Nunca fiz isso de espiar ninguém, mas foi isso que nos deixou com muito tesão.
- Sim, culpa dos nossos vizinhos tarados, hahaha! Tem que agradecer eles. E por via das dúvidas, é culpa deles, hahaha!
- pois é, a gente devia agradecer elas, hahaha. Sabe, pensei que esse momento ia ser estranho pra nós dois depois que a gente transou.
- Sabe que eu pensei a mesma coisa. Tinha uma vergonha, e uma culpa. Mas agora me sinto muito à vontade.
- e bom, já cruzamos um limite, já não temos mais nada do que nos envergonhar kkkkk. Não tem que ter vergonha nem sentir culpa por nada.
- Sim, mas foi errado. Ainda é difícil processar tudo isso.
- Se foi errado, foi. Mas já fizemos, aproveitamos. O importante é que a gente curtiu e que podemos estar aqui falando sobre isso sem problema nenhum. Não fica remoendo essa merda. Fica guardado, é nosso segredo.
- Se já tá, já fizemos, e como fizemos, né? mmm!
- mmm sim, foi muito gostoso.
- Siiim, mas nunca mais, né?Ele disse com um sorrisinho cúmplice. Se aproximou, a gente se olhou e ele falou de novo:Nunca mais... nunca mais??E me deu um beijo na boca e depois piscou o olho de um jeito cúmplice. Na minha cabeça, aquele “nunca mais” foi um “não sei o que vai rolar depois disso”.
Aí ela foi tomar banho. Mas antes, já com ela no banheiro, falei pra ela esperar que eu precisava entrar. “Passa”, ela disse. Comecei a mijar e ela, sem se importar que eu tava ali, terminou de tirar toda a roupa. Tava completamente pelada na minha frente. Primeira vez que via ela assim, toda nua, apesar de já ter comido ela. Era simplesmente uma gostosa, e eu com o pau na mão. Ela olhou, sorriu e virou as costas, entrando no chuveiro. Saí e fiquei com o arrependimento de não ter ficado pra tomar banho junto, mas já era demais, pensei. Era chamar a tentação. Já tava bom, já tínhamos matado a vontade os dois, ou pelo menos era o que eu pensava. Depois do que rolou, acho que a vontade dos dois tava intacta, ou muito pior. Não sabia o que ia acontecer depois, e ainda tínhamos que dormir juntos, ainda mais com o que ela falou com aquele olhar cúmplice. Pensar nisso tudo me deixou duro de novo. Ainda tava com uma puta vontade da minha irmãzinha.
Arrumei um pouco as coisas em casa, peguei minha toalha pra tomar banho e soltei o cachorro pra ele brincar um pouco. Minha irmã saiu do banheiro e entrou no quarto. Eu entrei atrás só pra ver ela pelada. Abri a porta do quarto e perguntei se já podia entrar pra tomar banho. Bem na hora que abri a porta, ela tava tirando a toalha e mostrando a bundinha. Ela disse que sim, que já podia entrar. Fiquei olhando pra ela um tempo, ela olhou de volta mas não falou nada. Aí fui tomar banho. Dentro do banheiro, bati uma punheta daquelas pensando em tudo que rolou. Ainda tava muito tarado.
Saí do banho, me troquei e minha irmã tava cozinhando. Tava de short azul e uma camiseta branca. Eu arrumei a mesa e fiquei vendo TV até a comida ficar pronta. A real é que não tava a fim de ver TV. Tava com uma vontade de encostar minha irmã na pia e fazer de tudo com ela. Aquele shortinho azul marcava toda a bunda linda dela. Bunda, mas me segurei, não quis ser um tarado chato, sabia que depois da comida ia ter tempo pra essas brincadeiras. Só cheguei perto, dei um tapinha e um apertão leve na bunda e um beijo na bochecha, falei pra ela me avisar quando a comida estivesse pronta. Ela sorriu e disse que me avisava.
Durante a comida, a gente conversou normal, como se nada tivesse acontecido, de vez em quando se insinuando, falando também dos vizinhos, mas era um papo normal de dois irmãos. Só que nossos olhares diziam muito, a gente se devorava sem falar nada, eram olhares de cumplicidade e desejo.
Depois de terminar a janta e levantar a mesa, começamos a nos perguntar o que tinha rolado com os vizinhos, a curiosidade bateu de novo, principalmente na minha irmã, já que depois do nosso ato de incesto a gente não deu muita bola pra eles. Ela tava afim de ir ver eles de novo. E na minha cabeça, só passava a ideia de reviver aquela situação, eu tava ficando com tesão de novo. E pra piorar, minha irmãzinha tinha ido trocar de roupa. Saiu do quarto com uma roupa de cama, uma regata comprida tipo camisola rosa. Ver ela daquele jeito me deixou pior ainda, ainda mais vendo as bundinhas dela aparecendo por baixo da camiseta, sem short, e a camisola era bem curtinha.
- Irmãzinha, tá aparecendo tudo.
- E pra você que adora me olhar. Vamos, irmãozinho gostoso.Ela me disse e, de mão dada, me levou lá pra cima.
Quando chegamos, já com mais confiança, me apoiei no lugar de sempre e, antes que minha irmã se colocasse ao lado, peguei ela pela cintura e a coloquei na minha frente, com a bundinha gostosa dela encostada em mim. Na frente estavam os vizinhos deitados na cama, pra nossa decepção dormindo, não se via movimento nenhum. Parece que a festinha já tinha acabado. Minha irmã ficou meio chateada e eu abracei ela como pra segurar, mas era óbvio que minhas intenções eram outras. Ficamos assim, sem dizer nada, um tempão esperando alguma coisa.
Mas não rolou nada, eu também tava decepcionado, pensei que aquela situação ia se repetir, já estar naquele lugar me deixava com tesão, queria repetir de novo, pensei em fazer de qualquer jeito, mas sem forçar a barra, então do jeito que estávamos comecei a acariciar suavemente minha irmãzinha, primeiro nos braços, depois no pescoço dela, eu já tava com a pica dura, desci com meus braços e acariciei por cima da roupa a barriga dela e perto da buceta dela, continuei acariciando as pernas, levantando a camisola pra sentir a pele dela, fiquei assim um tempão, minha irmã não dizia nada, parecia que só tava curtindo, levantei mais a roupinha dela, levei minhas mãos pra bundinha dela, com as duas mãos pegava e acariciava as duas nádegas, e também fazia isso nas pernas, ela começou a se mexer em mim, e fazer mais pressão com a bunda dela na minha pica, ela fechava os olhos e levantava a cabeça, sinal que tava gostando daquilo. Depois levei minha boca pro pescoço dela e comecei a beijar, mas depois de um tempo ela se afastou de mim, se virou e ficou de frente pra mim.- Irmãozinho, olha como você tá, os vizinhos não tão em casa e você já tá de pau duro.
- E sim, não dá pra disfarçar, né? É a situação que me deixa assim e ter você desse jeito.
— Mas eu sou sua irmãzinha e a gente combinou que isso nunca mais ia rolar.
- Eu sei, foi só a empolgação do momento. Desculpa, maninha.
Tudo isso ela me dizia com um olharzinho e um sorriso, como quem brinca, e isso me deixava pior ainda, ainda mais pelo fato de ser minha irmã.Melhor a gente descer, não vamos fazer loucura, vamos comer a sobremesa.Ela me disse piscando o olho e pegando no meu rosto, me beijou na boca. Quando tentou se afastar, eu puxei ela de volta e comi a boca dela de beijo. Ficamos assim, nos olhamos, e então ela pegou minha mão e me levou pra baixo. Naquele momentoPensei que minha irmã já tinha passado do tesão e tava pensando com a cabeça fria, ou que tava brincando comigo. Achei que a parada da sobremesa era um duplo sentido, então resolvi entrar na dela.
Sem dizer nada.Vamos juntos, ela foi até a geladeira e pegou o sorvete que eu trouxe mais cedo, foi buscar umas colheres e eu, ao notar como a bunda dela se destacava pelo camisola, não aguentei e dei um belo apertão naquela raba.
— Cê tá gostando da minha bucetinha, maninho? Primeiro a gente tem que comer a sobremesa.De novo ela piscou o olho pra mim e me deu um beijo na boca, depois outro e mais outro. Achei que ia continuar, mas com as mãos ela me afastou e na hora fomos sentar no sofá grande. Ela sentou de frente pra mim com as pernas em cima do sofá, na minha frente eu tinha uma imagem bem excitante: ela comendo sorvete, usando a língua exageradamente, e se mexia com os pés apoiados no sofá. Assim eu podia ver a perna inteira dela e também a virilha. Ela tava de fio dental rosa também, e aquela pose marcava a buceta dela, deixando igual uma empanada gostosa, uma empanada bem apertadinha e saborosa, a mesma empanada que horas antes eu tinha comido. Era uma visão celestial ver minha irmãzinha assim. Já não sentia culpa pelo que tinha rolado antes, pelo contrário, aquilo me deixou ainda mais tesudo. Já tava durasso de ver ela daquele jeito. Enquanto a gente passava o sorvete um pro outro, começamos a falar sobre os vizinhos.
- Que festinha que os vizinhos armaram, hein?Ela me disse.
- Sim, vejo que vocês gostam de experimentar. Primeira vez que vi vocês assim, dividindo.
- Eu vi eles uma vez, mas dá pra ver que ela adora essa parada de compartilhar, haha!
- Bom, talvez a gente tenha sorte e elas queiram dividir com a gente, hahaha.
- uhmm fala pra mim. Quero aquele vizinho gostoso, hahaha!!
- Sim, e a vizinha pra mim.
- Ah, não se contenta comigo, maninho? kkkkk.- Ela me disse com um olhar insinuante, a putinha.
- Haha. Com você já me basta e sobra, gostosa, foi muito gostoso. Mas a gente podia incluir a vizinha também.
- ahn, maninho, que sujo que cê tá.
- E eu também quero ter uma festinha assim.
- Siiim, eu também quero ficar assim toda exausta, haha!
Ainda posso te deixar assim, toda exausta!
- humm, não me tenta, maninho, kkkk!
Pena que os vizinhos não continuaram.
- Sim, tava com vontade de ver vocês de novo. E você já tava todo tarado lá em cima, né?
- E essa situação vai me deixar sempre com tesão depois do que aconteceu.
- aham sim pra mim também, irmãozinho. Foi a melhor coisa.
- É, fala pra mim. Desculpa por não te deixar assim tão exausta, gostosa.
- Não, meu amor, não me peça desculpas, se eu adorei. Na próxima rodada você me deixava exausta.
- Ah é? Bom, eu também adorei, nunca fiquei tão tesuda.
- Aí, mano... nunca transei assim tão gostoso.
- E eu menos ainda, maninha, nunca tinha aproveitado tanto.
- Sim, maninho, foi o melhor orgasmo que tive na minha vida, me deixou toda arrepiada.
- E você, meu bebê, me deixou toda molhadinha.
- hahaha. Eu? Mas sou sua irmãzinha, como que a sua irmãzinha pode te deixar com tesão.
Já sei, mas depois daquela primeira vez que a gente se roçou e se tocou, fiquei toda excitada, e você brincando de provocar.
- ahn e eu, minha vida, depois daquela vez fiquei com muito tesão, e hoje mais do que nunca. Você também me provocava com essa coisinha que tem entre as pernas, haha!Ela me disse apontando com o pé pro meu pau, naquele momento eu percebi que estávamos mais perto.
- Sim, hoje você me deixou muito excitado, gostosa. Você me deixava duro, o que mais eu podia fazer.
- E é que depois de te sentir assim, irmãozinho, fiquei tentada. A verdade é que queria isso, é generoso o que você tem aí, meu bem.
- Cê tá falando coração? Foi você que me tentou, com essa bunda majestosa que você tem e ainda me mostrou ela hoje.
- Óbvio, gostoso, isso que você tem aí e como você é te faz um verdadeiro papi. Né? Essa bunda minúscula?Ele me disse isso se levantando, puxando a camisola pra cima e me mostrando a bunda, ela tava no auge do esplendor, com a fio dental bem enterrada. Uma beleza.
- Essa bundinha minúscula, bebê.- Disse pra ela, ao mesmo tempo que com minha mão peguei uma das bundas dela e apertei.
Ela desceu e sentou mais perto, mas dessa vez passando as pernas por cima das minhas, eu aproveitei pra acariciar aquelas pernas macias, uma delícia. E ela me olhava com uma carinha de puta que me deixava louco, me dava tesão, dava pra ver minha dureza só de olhar.
- Que tarado que você é, maninho, me tocou toda lá em cima.
- E como não tocar nela, com o quanto ela é gostosa, bebê.
- ahm, obrigado minha vida, você é muito gostoso, além do que você tem aí embaixo, você é gostoso, papai.Ao dizer isso, levanto o pé de novo e aponto pro meu pau, mas dessa vez encosto ele com o pé. -Valeu, gostosa, por isso não aguentei a tentação com o jeito que você tá e o tesão que eu tava.
Eu também não ia aguentar sentir esse pau tão duro, queria que você metesse logo na primeira vez.
- E eu queria meter em você também naquela primeira vez, na segunda já não te perdoava.
- ahn sim, bebê, eu também, se não tivesse metido hoje, à noite eu te estuprava, haha!!
- Eu menos aguentaria, do jeito gostosa que você tava com esse uniforme e se tocando toda, queria meter até o fundo.
- Humm, seu safado, queria comer sua irmãzinha.
- Aham sim, bebê, você é muito gostosa. Queria te comer.
- Um sim? E que bom que você me comeu, maninho.
- E tava com uma vontade danada de você. Que transa gostosa, que delícia que tava a sua buceta, bebê.
- Uhm, você tava com vontade de mim igual agora? Tá durinho, meu amor.Já me dizia, sem tocar com o pé, já me acariciando com ele. -Você não tem ideia, você me deixa muito excitada.Peguei ela pelas pernas e levantei, fazendo ela se sentar no meu pau.
- papai, que durinho você tá.- Ela me dizia enquanto tocava minha rola com a mão e eu acariciava as pernas dela. Aí começamos a nos devorar de boca, nos olhávamos e nos devorávamos, tava tudo pegando fogo. Peguei ela pela cintura, levantei e coloquei sentada em cima de mim, mas dessa vez com as pernas abertas, com a buceta dela apoiada no meu pau. A gente continuava se beijando de um jeito muito quente, dava pra ver o tesão dos dois. Levantei a camisola dela e comecei a passar a mão nas pernas e na bunda, acariciando e apertando aquela raba tão gostosa. Com isso, minha irmã ficava mais louca, soltava uns suspiros profundos. Também tocava nos peitos dela por cima da camisola, ela não tava de sutiã, então dava pra pegar nas tetinhas dela e sentir os bicos bem durinhos. Ela se agarrava no meu peito e me tocava, tirou minha camiseta, jogou fora, passou a mão no meu corpo e, me olhando bem putinha, disse:mm papai, que gostosa você táIsso me deixou mais louco e comecei a beijá-la com mais paixão, ela já se mexia em cima de mim e eu acompanhava seus movimentos.
Parou de se mexer e se levantou. -Melhor a gente continuar isso no quarto.
- Onde você quiser, maninha.
Me pegando pela mão, ela me levou pro quarto. Enquanto me levava, eu tinha uma vista maravilhosa da bunda dela, a camisola subida deixava tudo à mostra. Não aguentei e agarrei ela com força por trás, apoiando ela, comecei a beijar o pescoço dela. Ela suspirou e se esfregou em mim, se entregou ali, mas se soltou e me levou pro quarto. Entramos, fechei a porta e ela se jogou na cama abrindo as pernas. Aí pude notar que ela tava molhada, a calcinha fio dental dela tava toda encharcada.
- Irmãzinha, já tá toda molhadinha.
- Sim, é assim que você me deixa, irmãozinho. Vem, faz eu me sentir gostoso.
Com a mão dela, ela me puxou pra perto e eu me joguei em cima dela, a gente se beijava com tanta paixão, ela com as mãos segurando minha bunda, apertando e fazendo pressão do meu pau na buceta dela, ela suspirava naqueles momentos ao sentir a pressão em cima dela. Acariciando as pernas dela, fui subindo e subindo, tirei a camisola dela, com as duas mãos puxei tudo, e ela ficou pelada, uns peitinhos pequenos mas lindos, faziam dela uma gostosa deliciosa. Comecei a chupar e lamber os biquinhos dela, a tocar eles, ela suspirava e passava a mão nas minhas costas e também no meu pau. Com as mãos dela, tirei meu short e, sem esperar, tirei a cueca preta que eu tava usando. Fiquei com o pau duro no ar enquanto continuava chupando os peitos dela. Ela, com a mão, me fazia uma punheta gostosa.
Comecei a descer pela barriga lisinha dela, até chegar na virilha. Aí fiquei brincando, lambendo e acariciando por cima da calcinha fio dental, já bem mais molhada, que deixava os lábios dela marcados. Eu brincava sem chegar na buceta dela. Isso deixava ela mais doida. Ela segurava minha cabeça com as mãos e fazia carinho. Aí puxei as tirinhas e tirei a calcinha dela, que tava bem grudada por causa dos fluidos. Quando puxei, saiu um fio de meladinha. Deixei ela toda peladinha, e ali estava minha irmã, de pernas abertas, toda entregue, do jeito que nunca imaginei que teria ela. Tava linda, toda uma gostosa. Me coloquei por cima dela e beijei ela, a gente se devorava de beijos enquanto eu apoiava meu pau pelado na buceta dela, eu me mexia pra ela sentir e ela fazia o mesmo, a cada movimento ela suspirava, parava de me beijar, abria a boca e soltava um suspiro. Desci bem devagar, queria provar a buceta dela, comecei bem devagarinho com minha língua e uns beijos suaves, os suquinhos da minha irmã eram uma delícia, ela suspirava a cada lambida, cada vez que eu passava minha língua os lábios dela se abriam fácil de tão molhada que tava. Minha língua começava a entrar dentro da buceta dela cada vez mais, até que enfiei de vez, ela começou a aumentar os suspiros...
-uhmm uhmmm, bebê, queri... gostoso. mmm, uhm!!Depois enfiei meus dedinhos, primeiro um, depois dois. Quando enfiei o segundo, ela deu um grito.
- Hhaaa!! siiiim!Com os dedinhos já dentro, ela lambia o clitóris e brincava com meus dedos, movendo-os cada vez mais rápido. - aah aah haaa aahhh sii ahsii ssii...amoooor asiii...
Gemia mais alto a cada vez. - amorrr siiiim, aaah siiiim oooh siiiim bebê...
Quanto mais ela continuava, mais me segurava. -ah, tô a mil... mete logo, vai, enfia irmãozinho, não aguento mais.
- Uhm, o que você quiser, bebê. Quero essa buceta.
- Vale, mas dessa vez coloca camisinha, tá? Na mochila eu tenho.
- Não, bebê, não se preocupa, amanhã eu compro a pílula pra você, fica tranquila.
- Sim? humm, fala, quero sentir essa rola pele a pele. Mete em mim agorrrra, por favoooor!!!Sem dizer nada, na rua, dei um beijo nela, me joguei por cima e com meu pau comecei a apontar pra buceta dela. Com a pontinha, fui empurrando, procurando a entrada, até que encontrei. Do tanto que ela tava molhada, entrou fácil até o fundo. Ela deu um grito forte.
- uhmm Aaaahhhhh!!!
Comecei a me mexer devagar, ela suspirava e gemia, eu tava comendo minha irmãzinha, tava metendo a pica nela de novo, ela gritava e me tocava, as costas, o peito, as pernas, a bunda. Eu não ficava atrás, tocava e beijava ela no corpo inteiro enquanto enfiava fundo. A buceta dela tava tão molhada que entrava e saía fácil. Continuei aumentando a velocidade.
- sim siim ssim siiim... aah siah sii amor... papai asiiim...
- Você gosta, bebê. Quer mais forte?
- ssi ssi, maaais ddduroohermmanitoo, me te melaa mmmas fooorrteee. Ah aah aaaahh!!Quando ela me disse aquilo, eu continuei metendo mais forte e comia ela com mais força.
- Toma, bebê, toma.
- Ai sim, papai, assiiim aaaaiiiim aaaah AAAaaahh!! QUE GOSTOOOOSOOO!!
Eu já tava a todo vapor, comecei a meter mais forte e mais rápido, ela gritava mais alto. -Aaaa AAAaah!! Papai, que durezaaa aaahh!!
Continuei metendo, entrava e saía meu pau na buceta dela. Entrava e saía, quando tirava, saía toda ensopada dos suquinhos dela, aquela buceta tava um rio, me deixava todo molhado também, isso eu amava, ficar banhado nos sucos da minha irmãzinha.
Continuei metendo forte, mais forte a cada vez, dava umas estocadas violentas e ela gritava mais alto, dessa vez sem se importar se os vizinhos ouviam, gritava igual uma louca. AAAaaaah Pa...pa pii… Aaaahhsi aa aSsiii asiii.. me dá duro, me dá dduro.. AAAaaahhh!! AAAa!!! Continuava metendo na minha irmãzinha, batia forte, e ela pedia mais. Ela tava adorando. Pedia mais forte, de tanto que ela gemia, não dava pra entender o que ela falava, mas me deixava louco quando ela gritava assim e pedia mais. - Se for duroo, mano, todinho assim, assim... que buceta gostosaaa aaaah aah aaahhh!! Yoya sentia que eu ia gozar, já estava perto do orgasmo e minha irmãzinha também, pelo jeito que ela gritava e se mexia.
- Vai maninhooo, já chegueeei.. aah aaah aaaAh Amooor siiiim...
Mas forte eu me mexia, aguentava esperando ela gozar. Metia duro e mais rápido, nos movendo como dois loucos. -Siiii aaaaah sssi amor, siii papai me dá essa pica, me dáaa aaah aaaahaaah!
Enfiei com força, pra ela querer arrebentar essa buceta, e se molhar toda.
-Minha Vida aaa aaaah vou gozar aa aahh aaaah!! Me enche de porra, goza dentro da minha bucetaaaa Aaaaa aaaAahhh aaa!!
Quando comecei a sentir como a buceta dela apertava, senti que ela ia gozar, e com um grito bem forte começou a gritar.
- aahhh aaaah aaaaaah aAAAAHH AAAAAAAAAAAAaa!!!!
Eu continuei metendo até começar a gozar, soltando meus jatos de porra dentro da minha irmã, e minha irmã, ao mesmo tempo, me abraçava forte, com movimentos involuntários, se molhando toda em cima de mim. Deixando a cama inteira encharcada e soltando um monte de fluxo. Nos abraçamos e ela continuava gritando e se mexendo por causa do orgasmo. Foi uma sensação gostosa terminarmos os dois juntos, depois dessa trepada do caralho. Com a minha irmã, nos beijamos mais apaixonados depois disso, não nos desgrudamos, nos abraçamos e nos beijamos ainda mais, nossa respiração ofegante foi diminuindo, mas ainda estávamos um pouco agitados. Nos deitamos ainda abraçados, trocando beijos na boca e curtindo o momento.
- uuff, maninho, que bom que foi isso. A gente tava muito tarada.
—Bebê, foi muito bom, tava rolando solto. Gozamos rápido.
-Eu não aguentava mais, com o quão gostosa você tava e com o quão tasty você chupava minha pussy.
- Você gostou de mim??
—Se eu gostei? Adorei, você me fez gritar que nem uma louca, que bem que você mexe essa língua, irmãozinho.
- Bom, é que eu gosto de brincar com minha língua. Além disso, sua buceta tem um gosto muito gostoso.
-Uhm obrigado, lindo. Eu sabia pelo jeito que você me beijava que ia chupar muito bem essa buceta.
- E é algo que eu amo. Você também beija pra caralho e como brinca com essa língua.Eu falei isso me insinuando pra ela me chupar, mas sabia que ela não ia fazer porque nunca chupou uma pica, não tinha atração. Adoraria que ela fizesse, mas com esse comentário ela não entrou no jogo, só deu uma risada e subiu em cima de mim, sentada na minha barriga. -As coisas que você fala, maninho, ainda tô quente, não tira minha quentura.
-uhm sim, maninha? Bom, eu tô igual, fiquei ainda mais excitada, além disso a gente tem a noite inteira pra transar.
-Uai, sim, ainda quero uma terceira rodada.
—Serão as rodadas que você quiser, não paro até te deixar exausta.
- Ahn sim, papai, quero que você me deixe de cama, não para, mas para agora.Levo a mão dela pra trás e pego meu pau, que ainda tava meia-bomba e meio mole, mas com o que minha irmã tava me dizendo e como ela tava me tocando, ele endureceu de novo.
Já tá bem durinha e firme, bebê, quer aquela buceta.
—Hmm, que durinha que tá, hmm, papai. É toda sua.
Naquele momento, a gente se fundiu de novo em uns beijos, a gente se devorava a boca, ela se jogou pra trás e colocou a rachinha dela na ponta da minha pica. Me olhando toda putinha, começou a se mexer, fazendo uma punheta com a buceta dela, os lábios dela envolviam minha pica e ela subia e descia, soltando os suquinhos dela. Sabia o que tava fazendo, sabia se mexer a filha da puta, era uma sensação indescritível.
-Hmm, gostosa, como você come essa buceta.
-Agora vai comer.
Ela parou e com a mão pegou minha pica, abaixou e colocou na entrada da buceta, começou a descer e enfiar, descia devagar e meu pau entrava naquela buceta maravilhosa, desceu até o fim e entrou de uma vez, até o fundo, ela soltou um grito forte. Eu tinha minha irmãzinha empalada e com uma cara de prazer soltou uns suspiros suaves.
—Uhm, comeu tudo.
Aí em cima de mim, com minha pica enterrada na buceta dela, ela começou a se mexer devagar, tava adorando aquilo e os movimentos dela me deixavam louco. Enquanto ela se mexia e gemia, eu tocava nos peitos dela, brincava com os biquinhos durinhos, apertava eles, ela adorava quando eu fazia isso. Ver minha irmãzinha se divertindo assim, com meu pau na boceta dela e do jeito que eu tocava nela, me deixava doido. Ela se mexia mais forte, com umas reboladas, sabia o que tava fazendo, sabia rebolar a putinha e eu tava adorando. Com minhas mãos, acariciava as pernas macias dela e a bundinha pequena, não me cansava de tocar naquele cuzão gostoso, segurava ela pela cintura e mexia, e ela se mexia e gemia cada vez mais forte.
-umm umm siii sim uhm ssim aah aaah siim…
Me levantei e fui até ela, me ajeitando e comendo a boca dela num beijo. Ela acariciava minhas costas e cravava as unhas. Peguei ela pela bunda e levantei, depois baixei e comecei a subir e descer ela.
-Ah! Aah!! Aaaah!!! Você vai me fazer cavalgar agora?
—Vem montar na minha pica, bebê.
-Sim, amor, é isso que eu faço, adoro montar no seu pau. Que delícia.
Ela soltando gritos fortes e gemidos começou a cavalgar, subia e descia no meu pau, mais forte e rápido a cada vez.
-aaah Aaahhaaahh aaahhh!!
Quanto mais alto ela gritava, mais forte eu me mexia e ela pulava.
-Isso, papai, isso, irmãozinho, que gostoso você tá aaaah aaah!! Isso, amorrr aaa aaaahAAAAahh!!
Começamos a nos mexer que nem dois loucos, a cama batendo forte na parede e dando solavancos, éramos duas pessoas no cio, pegando fogo, metendo uma piroca daquelas. Ela pulava com força em cima de mim, eu me mexia cada vez mais rápido e ela também, enfiando meu pau até o fundo.
-ahhh aaah que pau gostoso, aaah aaaah… enfia em mim mais, papai, vai fundo.
Ela pulava e gritava que nem uma puta.
- Você adora ser putinha, não é? Vamos pular, vamos se mexer mais rápido, sua gostosa.
Essas palavras a excitaram muito mais, e ela começou a gritar e se mexer mais rápido, curtindo como a putinha que minha irmãzinha era.
-aaaah Sim, sou uma putinha, aaaahh com esse pedaço de picaaa sou todaa sua vadiazinha que você quiser, amor.
Depois disso, eu a baixei e coloquei de quatro na cama. Tava morrendo de vontade de meter no cu dela, mas minha irmãzinha ainda era virgem por lá. Agora eu queria comer aquela buceta e depois via se conseguia fazer aquele furo. Procurei com meu pau a buceta dela e com a pontinha comecei a brincar, roçava a ponta nos lábios dela e no cu também. Ela começou a ficar desesperada.
-Mete fundo na minha vida, por favor, olha como você me deixou.
-Ah, puta, já quer minha pica.
—Sou uma putinha que quer essa pica, enfia em mim agora, vai logo…
Eu obedeci ela e meti com tudo, fui enfiando devagar até chegar no fundo, aí comecei a me mexer lentamente, e ela também começou a rebolar. A putinha começou a mexer a bunda, era uma delícia ver como ela se mexia, me deixava louco. Aumentei a velocidade e metia cada vez mais forte. Quanto mais forte ela gritava, mais rápido eu me movia. Ela pedia mais e eu dava tudo que ela queria. -Ai me dá mais buceta, me dá mais forteee aaaah aaaah aaaaaaaaahhhh…
Mais forte eu dava nela e com mais força, já não tão rápido, mas eu dava umas metidas que ela gritava igual louca. Quando ela disse que já tava gozando, comecei a enfiar mais forte, metia e tirava minha pica mais rápida, era impressionante como a cama aguentava os movimentos fortes.
Ahhhhh aahhhhh, bebê, me dá assim, assim, aaaaj, aaaah, aaaaah, aaaaaaaahh... AAAAAAAAAA, AAAhhhhhhh, AAAAHHHH!!
Ela gritava e começava a sentir a buceta dela.latirE aí, de novo, Lar.gaba os sucos dela me molhando todo.Ah, não tinha acabado, mas abracei ela na hora.mentetomando ela com força, segurando ela contra seus fortes movimentos involuntários. Agitada do jeito que tava, ela se virou e me beijou. -Não acabou, maninho, deixa eu fazer você gozar.
Falando isso, ela se jogou na cama e subiu em cima de mim de novo, pegou meu pau, apontou pra rachinha dela e sentou com força. Me olhava com uma carinha de putinha e se mexia devagar, era uma loucura como aquele rabo se mexia, ela foi mais forte, e mais rápido, era uma doideira aqueles movimentos, ia me fazer gozar a qualquer momento.
—Ah, como você se mexe, gostosa, oh!
- Você gosta? Quero que você goze dentro de mim de novo, enche minha buceta de leite.
—Se continuar assim, bebê, vou te encher todinha de porra.
Depois de se mexer assim, começou a subir e descer, e ela começou a gritar de novo, e alto, mais alto. Os movimentos eram muito fortes e rápidos, de novo como dois animais no cio. Ela gritava e pulava, e eu já tava quase gozando. -Continua assim, bebê, já tô quase gozando.
-Aaaaah aaaah acho que vou gozar de novo.
—Bebê, vou te encher de porra.
Éramos dois animais pulando e gritando na cama, dois irmãos transando e fazendo amor maravilhosamente. Nós dois começamos a gritar, ela mais forte, e senti a porra saindo da minha pica dentro da buceta dela, e ela pulsava e soltava uns sucos, nós dois nos fundimos num abraço e continuamos nos movendo e roçando por causa do orgasmo, e minha irmãzinha tinha tido dois, que gozada foda que demos. Estávamos muito agitados, nos jogamos na cama assim grudados e molhados, tudo encharcado pelos nossos fluidos e pelo suor. Ficamos sem fôlego.
-Uff, nem consigo falar, você me deixou exausta, irmãozinho.
- E você, minha gostosa, me deixou seco, não consigo nem falar.
-Bom, realizamos o desejo de ficar exaustos.
- Nem pensar, tô exausto pra caralho.
-Valeu, gostoso, por essa noite maravilhosa.
- Não precisa agradecer, adorei. Foi fantástico pra mim também.
Com certeza vamos ter mais noites como essas.
- E dias, depois disso quero que se repita.
Depois de nos falar isso, a gente se perdeu num beijo e, sem dizer mais nada, ficamos na cama abraçados feito um casal tentando relaxar, e assim dormimos, completamente pelados e encharcados com nossos fluidos. No dia seguinte, acordamos e tomamos banho juntos, e transamos de novo. Aí, antes de sair pra faculdade, a gente meteu mais uma vez. E assim começou essa relação incestuosa com minha irmã, nós dois curtíamos muito sexo e agora curtíamos juntos. Toda vez que ficávamos de cuidar do cachorro e da casa, a gente aproveitava e tinha nossas sessões de sexo espiando os vizinhos, e às vezes também fazíamos em casa quando encontrávamos os momentos perfeitos, sempre brincando de se provocar. Aproveitávamos cada oportunidade que aparecia pra curtir o melhor sexo que já tivemos em toda a nossa vida.
11 comentários - Espiando os vizinhos com minha irmã (final)
Lástima que no concretaran el intercambio con los vecinos