Bom, meu primeiro post... muita inexperiência em como atrair a galera pra ver se alguém se identifica com minha história. O mais importante é que me sirva de desabafo, já que ninguém sabe disso. Peço desculpas adiantado se o relato for muito resumido.
Uns anos atrás, na minha época de solteiro depois de um namoro longo, resolvi fazer uma atividade física pra clarear a cabeça e foi assim que comecei na academia (e sim... sou homem, onde mais você vai ver uns booties gostosos de legging?????). Só pra constar, sou um cara normal... quase um metro e noventa, pouca barriga, físico bonzinho pelo que me falaram, o rosto é um desastre mas não importa, felizmente consegui apelar pra lábia pra vencer na vida haha.
Enfim, eu frequentava a academia todo dia e sempre num horário certo tinha a presença da mãe e da filha... duas rabudas do caralho, de dar água na boca. Não sei por que caralhos de razão, sempre, mas sempre gostei das coroas mais velhas que eu. Elas têm um não sei o quê, que seduz e encanta os caras como eu era na época. Só pra constar, sou um chato do caralho e gosto de puxar conversa, ainda mais se for com uma coroa pra tentar alguma coisa. Foi assim que comecei a frequentar essas pessoas que mencionei e o cumprimento era um "oi, tudo bem?" e pronto. Até que um dia o otário aqui se animou... já era, que porra eu tinha a perder? solto uma piada besta pra ver se ela pega e se desse, a gente seguia, senão, eu apontava os canhões pra outro lado. Me ocorre perguntar num sábado que ela foi se a irmã tinha deixado ela na mão, que ela tinha vindo sozinha (era mais que óbvio que era a filha, mas o lado idiota aqui falou mais alto pra ver como ela reagia com a merda que eu tinha dito), aí ela me diz que não era a irmã, era a filha, sorriu e ficou por isso mesmo porque ela começou a conversar com outra coroa que tava por ali.
A mulher em questão, 45 anos, umas tetas que eu não conseguia tirar os olhos, uma bunda Bastante boa pra idade que ela tinha, e ainda mais considerando que a filha da puta enfiava bem as calças no rabo e mais de uma vez, sem querer, tive que dedicar um pensamento quando chegava em casa porque era sem noção do jeito que ia fazer a rotina da academia.
Com o tempo, os "oi" e "tchau" aumentaram, e as conversas pra saber quem era cada um e o que o outro fazia cresceram até que um dia chegou a conversa que me deixou de queixo caído. A gostosa casada, óbvio, com uma filha linda...
ela – o povo dessa cidade é muito fechado, critica pra caralho, parece que não deixa os outros viver e aproveitar, me entende????
eu – sim sim sim claro, tudo careta, por que não vão no mercado e compram uma vida na prateleira que seja mais confortável pra eles, né?
ela – a gente (ela e o marido) é mais assim... tipo... mais aberto, mais "open mind"
Naquele momento... quando ela disse "abertos", eu tava pensando na puta que eu ia encontrar à noite e me perguntando que porra eu tava fazendo falando com essa idiota sobre se o povo da minha cidade é assim ou assado. Quando eu captei o "open mind"... meus olhos brilharam e eu pensei – essa filha da puta tá me dizendo que quer transar com palavras mais chiques –
A verdade é que a rotina que eu vinha fazendo na academia foi pro caralho e a gente começou a aprofundar mais no assunto e, conforme os dias passaram, tive a oportunidade de encontrar o marido porque era óbvio que o que eles queriam era um pau pra fazer um alfajor triplo.
Nunca tinha feito um menage, então, na dúvida, falei pra mina que tudo bem, mas eu fazia viagem de ida, NÃO de volta, ela disse que tudo bem, que a ideia era pegar ela e só.
A parada é que a gostosa um dia aparece na minha casa e quer falar comigo, eu, nisso, tava com o pau que não aguentava mais, e ela me diz que não quer trair o marido (claro, idiota, você quer fazer um menage mas não quer transar comigo sozinha), mas tava interessada em saber se eu tinha aceitado porque sim ou porque tinha algo no ar. Honestamente, eu não ia casar, mesmo que ela me deixava com o pau duro igual uma puta mãe. Falei que sim, e bom, arrebentei a boca dela de tanto beijar porque ela deixou, a putinha tava com a buceta re contra molhada e só de falar com ela, o cheiro de tesão que tava ali era absurdo. Esperei muito tempo pra amassar os peitos dela com as mãos, e aproveitei. Claro que segurei a mão dela num momento e falei que a pergunta dela era muito idiota porque senão, eu não ia meter a pica do jeito que tava. Ela me cortou na hora, e ficava se dizendo "não posso fazer isso com o corno" (troquei o nome por via das dúvidas, né?). Ela foi pra academia, eu fiquei em casa e sim, não tive outra opção senão bater uma porque tava muito tarado. Dias depois, ela me liga quando tô no trampo e sem mais nem menos fala "quero te ver, amanhã, às 10 da manhã que tô sozinha"... "ok" falei. Me preparei que nem um campeão, perfuminho, banho tomado, espero ela em casa, quando ela chega, nem falamos oi. Dei um beijo de língua, aproveitei pra encostar o corpo todo, apalpar os peitos, a bunda, e deixar ela com tesão, caímos na cama e ela fala "pra mim vai TUDO". Ok, aí foi quando ela começou a chupar minha pica que nem uma desesperada, tipo pra fazer o moleque entender que a senhora tava no comando da situação. Nunca esqueço como ela enfiava a pica na boca, como saboreava e me olhava com uma cara de profissional daquelas. Eu não aguentava mais de tesão, então comecei a meter mais a mão e quando deu, enfiei o pau. Ela gritava muito, e quando consegui virar ela de quatro, percebi que ia tudo mesmo porque o cuzinho, tava bem usado. Continuamos fodendo até eu gozar, eu ainda não acreditava que tava comendo essa gostosa. Tirei a pica e falei que queria fazer o cu dela, e ela falou que claro e pra encher de porra, óbvio que não aguentei mais de 30 segundos e enchi o cu dela com uma porra bem contra a buceta que eu guardava pra ela. Foi lindo, nunca tinham gozado dentro do meu cu, e essa puta, enquanto eu puxava o cabelo dela bem forte, pedia pra eu arrebentar o rabo dela. Depois disso, ela foi pra casa dela e eu fiquei pensando como seria o próximo encontro.
Uma semana depois foi a grande noite, não quero encher o saco de vocês, mas me levaram na casa dela, e depois de uns drinks e nos conhecermos um pouco, eu ia foder com ela e o marido dela pela primeira vez (mentira, ela era mais puta que a merda). Foi assim que começou o trio, ela chupando minha pica que, comparada com a do marido, me deixou bem na fita, valha a redundância. Senti nervoso e foi meio estranho estar ali comendo a esposa de um cara que nem me conhecia (imagino que alguns já passaram por isso). Enfim, a dupla penetração, sentir o roçar, por assim dizer, entre as picas por uma fina camada que separa a pussy do cu foi sensacional. Foi muito gostoso o marido sentar num canto e ficar olhando o cara gozar no cu da mulher dele. Quando eu gozei, o maluco gozou um pouco depois e eu ainda achava a situação estranha. No fim, pedi pra eles me levarem em casa porque me sentia meio culpado por ter sido tão desrespeitoso, gozando no cu da esposa daquele cara.
Passaram os dias depois desse trio que, sinceramente, me deixou maluco, e eu adoraria ter repetido a dose, mas por ser burro não fiz, mas a gostosa continuava me ligando pra foder e, bom, quando dava, a gente fazia. O problema é que ela era muito viciada em eu comer o cu dela e encher de porra. Eu me sentia meio culpado e tinha acabado de começar a conhecer uma mina, e aí fui cortando, melhor dizendo, fui afastando ela pra não complicar minha vida e eventualmente a gente transava até que um dia (tinham passado duas semanas sem a gente foder) ela ficou insistindo pra gente se ver e eu tava muito apaixonado e já não sabia mais como caralho me livrar dela. Falei pra ela vir em casa e foi uma foda sem graça, sem vontade, mas aproveitei pra me despedir do cu. e mandei de uma vez sem pedir permissão, e lembro que ela me disse pra meter devagar porque tava doendo um pouco. Foi nesse momento que aproveitei e enfiei até o talo, e comecei a cavalgar a bunda dela porque sabia que era minha última volta de pônei. Ela gritava pra caralho, mas pouco me importei, vesti a fantasia de egoísta e meti uma boa gozada dentro do cu dela, enquanto apalpava bem os peitos e mordia o pescoço dela.
Mesmo com as mensagens e ligações que ela me fazia, cortei o barato pra começar um relacionamento com outra mina, e até hoje me arrependo um pouco de não ter feito mais umas rodadas de suruba. Já cruzei com ela na rua e dá vontade de levar pra algum lugar escuro, apalpar ela e arrebentar esse troféu que ela cuida com tanto esmero na academia, mas ainda não tive essa oportunidade pra saber se vou conseguir fazer de novo. Como diz o ditado, "quem não quis quando pôde, não poderá quando quiser". Espero que o destino me mostre o que vai rolar se a gente se trombar de novo.
Espero não ter entediado vocês, saudações pra toda a comunidade do P!
Uns anos atrás, na minha época de solteiro depois de um namoro longo, resolvi fazer uma atividade física pra clarear a cabeça e foi assim que comecei na academia (e sim... sou homem, onde mais você vai ver uns booties gostosos de legging?????). Só pra constar, sou um cara normal... quase um metro e noventa, pouca barriga, físico bonzinho pelo que me falaram, o rosto é um desastre mas não importa, felizmente consegui apelar pra lábia pra vencer na vida haha.
Enfim, eu frequentava a academia todo dia e sempre num horário certo tinha a presença da mãe e da filha... duas rabudas do caralho, de dar água na boca. Não sei por que caralhos de razão, sempre, mas sempre gostei das coroas mais velhas que eu. Elas têm um não sei o quê, que seduz e encanta os caras como eu era na época. Só pra constar, sou um chato do caralho e gosto de puxar conversa, ainda mais se for com uma coroa pra tentar alguma coisa. Foi assim que comecei a frequentar essas pessoas que mencionei e o cumprimento era um "oi, tudo bem?" e pronto. Até que um dia o otário aqui se animou... já era, que porra eu tinha a perder? solto uma piada besta pra ver se ela pega e se desse, a gente seguia, senão, eu apontava os canhões pra outro lado. Me ocorre perguntar num sábado que ela foi se a irmã tinha deixado ela na mão, que ela tinha vindo sozinha (era mais que óbvio que era a filha, mas o lado idiota aqui falou mais alto pra ver como ela reagia com a merda que eu tinha dito), aí ela me diz que não era a irmã, era a filha, sorriu e ficou por isso mesmo porque ela começou a conversar com outra coroa que tava por ali.
A mulher em questão, 45 anos, umas tetas que eu não conseguia tirar os olhos, uma bunda Bastante boa pra idade que ela tinha, e ainda mais considerando que a filha da puta enfiava bem as calças no rabo e mais de uma vez, sem querer, tive que dedicar um pensamento quando chegava em casa porque era sem noção do jeito que ia fazer a rotina da academia.
Com o tempo, os "oi" e "tchau" aumentaram, e as conversas pra saber quem era cada um e o que o outro fazia cresceram até que um dia chegou a conversa que me deixou de queixo caído. A gostosa casada, óbvio, com uma filha linda...
ela – o povo dessa cidade é muito fechado, critica pra caralho, parece que não deixa os outros viver e aproveitar, me entende????
eu – sim sim sim claro, tudo careta, por que não vão no mercado e compram uma vida na prateleira que seja mais confortável pra eles, né?
ela – a gente (ela e o marido) é mais assim... tipo... mais aberto, mais "open mind"
Naquele momento... quando ela disse "abertos", eu tava pensando na puta que eu ia encontrar à noite e me perguntando que porra eu tava fazendo falando com essa idiota sobre se o povo da minha cidade é assim ou assado. Quando eu captei o "open mind"... meus olhos brilharam e eu pensei – essa filha da puta tá me dizendo que quer transar com palavras mais chiques –
A verdade é que a rotina que eu vinha fazendo na academia foi pro caralho e a gente começou a aprofundar mais no assunto e, conforme os dias passaram, tive a oportunidade de encontrar o marido porque era óbvio que o que eles queriam era um pau pra fazer um alfajor triplo.
Nunca tinha feito um menage, então, na dúvida, falei pra mina que tudo bem, mas eu fazia viagem de ida, NÃO de volta, ela disse que tudo bem, que a ideia era pegar ela e só.
A parada é que a gostosa um dia aparece na minha casa e quer falar comigo, eu, nisso, tava com o pau que não aguentava mais, e ela me diz que não quer trair o marido (claro, idiota, você quer fazer um menage mas não quer transar comigo sozinha), mas tava interessada em saber se eu tinha aceitado porque sim ou porque tinha algo no ar. Honestamente, eu não ia casar, mesmo que ela me deixava com o pau duro igual uma puta mãe. Falei que sim, e bom, arrebentei a boca dela de tanto beijar porque ela deixou, a putinha tava com a buceta re contra molhada e só de falar com ela, o cheiro de tesão que tava ali era absurdo. Esperei muito tempo pra amassar os peitos dela com as mãos, e aproveitei. Claro que segurei a mão dela num momento e falei que a pergunta dela era muito idiota porque senão, eu não ia meter a pica do jeito que tava. Ela me cortou na hora, e ficava se dizendo "não posso fazer isso com o corno" (troquei o nome por via das dúvidas, né?). Ela foi pra academia, eu fiquei em casa e sim, não tive outra opção senão bater uma porque tava muito tarado. Dias depois, ela me liga quando tô no trampo e sem mais nem menos fala "quero te ver, amanhã, às 10 da manhã que tô sozinha"... "ok" falei. Me preparei que nem um campeão, perfuminho, banho tomado, espero ela em casa, quando ela chega, nem falamos oi. Dei um beijo de língua, aproveitei pra encostar o corpo todo, apalpar os peitos, a bunda, e deixar ela com tesão, caímos na cama e ela fala "pra mim vai TUDO". Ok, aí foi quando ela começou a chupar minha pica que nem uma desesperada, tipo pra fazer o moleque entender que a senhora tava no comando da situação. Nunca esqueço como ela enfiava a pica na boca, como saboreava e me olhava com uma cara de profissional daquelas. Eu não aguentava mais de tesão, então comecei a meter mais a mão e quando deu, enfiei o pau. Ela gritava muito, e quando consegui virar ela de quatro, percebi que ia tudo mesmo porque o cuzinho, tava bem usado. Continuamos fodendo até eu gozar, eu ainda não acreditava que tava comendo essa gostosa. Tirei a pica e falei que queria fazer o cu dela, e ela falou que claro e pra encher de porra, óbvio que não aguentei mais de 30 segundos e enchi o cu dela com uma porra bem contra a buceta que eu guardava pra ela. Foi lindo, nunca tinham gozado dentro do meu cu, e essa puta, enquanto eu puxava o cabelo dela bem forte, pedia pra eu arrebentar o rabo dela. Depois disso, ela foi pra casa dela e eu fiquei pensando como seria o próximo encontro.
Uma semana depois foi a grande noite, não quero encher o saco de vocês, mas me levaram na casa dela, e depois de uns drinks e nos conhecermos um pouco, eu ia foder com ela e o marido dela pela primeira vez (mentira, ela era mais puta que a merda). Foi assim que começou o trio, ela chupando minha pica que, comparada com a do marido, me deixou bem na fita, valha a redundância. Senti nervoso e foi meio estranho estar ali comendo a esposa de um cara que nem me conhecia (imagino que alguns já passaram por isso). Enfim, a dupla penetração, sentir o roçar, por assim dizer, entre as picas por uma fina camada que separa a pussy do cu foi sensacional. Foi muito gostoso o marido sentar num canto e ficar olhando o cara gozar no cu da mulher dele. Quando eu gozei, o maluco gozou um pouco depois e eu ainda achava a situação estranha. No fim, pedi pra eles me levarem em casa porque me sentia meio culpado por ter sido tão desrespeitoso, gozando no cu da esposa daquele cara.
Passaram os dias depois desse trio que, sinceramente, me deixou maluco, e eu adoraria ter repetido a dose, mas por ser burro não fiz, mas a gostosa continuava me ligando pra foder e, bom, quando dava, a gente fazia. O problema é que ela era muito viciada em eu comer o cu dela e encher de porra. Eu me sentia meio culpado e tinha acabado de começar a conhecer uma mina, e aí fui cortando, melhor dizendo, fui afastando ela pra não complicar minha vida e eventualmente a gente transava até que um dia (tinham passado duas semanas sem a gente foder) ela ficou insistindo pra gente se ver e eu tava muito apaixonado e já não sabia mais como caralho me livrar dela. Falei pra ela vir em casa e foi uma foda sem graça, sem vontade, mas aproveitei pra me despedir do cu. e mandei de uma vez sem pedir permissão, e lembro que ela me disse pra meter devagar porque tava doendo um pouco. Foi nesse momento que aproveitei e enfiei até o talo, e comecei a cavalgar a bunda dela porque sabia que era minha última volta de pônei. Ela gritava pra caralho, mas pouco me importei, vesti a fantasia de egoísta e meti uma boa gozada dentro do cu dela, enquanto apalpava bem os peitos e mordia o pescoço dela.
Mesmo com as mensagens e ligações que ela me fazia, cortei o barato pra começar um relacionamento com outra mina, e até hoje me arrependo um pouco de não ter feito mais umas rodadas de suruba. Já cruzei com ela na rua e dá vontade de levar pra algum lugar escuro, apalpar ela e arrebentar esse troféu que ela cuida com tanto esmero na academia, mas ainda não tive essa oportunidade pra saber se vou conseguir fazer de novo. Como diz o ditado, "quem não quis quando pôde, não poderá quando quiser". Espero que o destino me mostre o que vai rolar se a gente se trombar de novo.
Espero não ter entediado vocês, saudações pra toda a comunidade do P!
1 comentários - cronica de una garchada anunciada