ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM DA CONTINUAÇÃO DESTA HISTÓRIA REAL
.................ela veio em minha direção, mil coisas passaram pela minha cabeça, mas não consegui resistir ao toque dos lábios dela. O beijo foi algo que eu nunca tinha vivido (isso o luis nunca soube, que ninguém nunca tinha me beijado tão bem). Terminamos de nos beijar, ela me olhou, sabia o que estava rolando entre a gente, que aquele beijo tinha acendido um fogo que nunca tínhamos sentido. Eu não conseguia disfarçar que estava molhada, excitada, ela também não, e ele nos olhava com cara de quem não entendia nada, mas com uma ereção daquelas. O jogo continuou, as peças foram ficando cada vez mais quentes, começamos a ficar pelados e, sem aguentar mais o tesão, subi em cima dela e comecei a beijá-la. Os vidros do carro embaçaram e nada mais importava. Eu sentia os lábios do luis beijando meus peitos e os dela na minha boca, as línguas se fundiram numa só. Ela começou a gemer como uma louca e, quando olhei, era o luis que estava beijando os peitos dela, e isso a deixava ainda mais excitada, e a mim mais e mais. Eu não conseguia parar de me mexer, já era um rio de tão molhada que eu estava. Precisava de algo e não aguentei: deitei no banco, mandei os dois saírem (estávamos na beira da represa, dali dava pra ver tudo perto do murallão) e pedi pra vale algo especial. Apontei com um gesto o que queria. Ela começou a me chupar, a inexperiência dela era nítida, mas eu não ligava, não aguentava mais. A língua dela tocava toda a minha buceta e meu clitóris estava prestes a explodir. Ela começou a gemer mais alto, nossos gemidos e ofegos ecoavam no silêncio da noite.
_ eu: por favor, come ela
_luis : é isso que você quer, puta?
_vale : sim, por favor, enfia em mim, por favor
Ele hesitou um momento, mas foi pegar as camisinhas. Nisso, a Vale continuava brincando com a língua na minha buceta. Eu já não aguentava mais, mas queria saber como seria ver meu namorado comendo minha amiga. O tesão do absurdo me dominava ainda mais. Eu apertava a cabeça da Vale na minha buceta, queria sentir a boca dela inteira. E aí veio a melhor parte da noite: o Luís já estava atrás da Valéria e não teve dificuldade nenhuma pra enfiar o pau nela. Ela tava obviamente super molhada e louca pra ter o pau dele dentro. Confesso que senti um pouco de ciúme, mas porque ela ia ter aquele pau dentro dela, aquele pau que eu também queria sentir. Os movimentos dele faziam o barulho das bolas batendo na buceta dela ecoar pelas paredes dos morros. Eu já não aguentava mais a vontade de gozar, era demais pra mim ver aquilo, ouvir a transa e sentir a língua dela na minha buceta (como ela conseguia, com os movimentos). Soltei o gemido e o grito mais gostoso da minha vida. O orgasmo foi forte, muuuuuuito forte. A Vale sentiu aquilo na boca e, sem dizer mais nada, também soltou um gemido e pediu pro meu namorado ir mais devagar. Surpresa: ela também tinha gozado. O gosto da minha buceta no orgasmo a tirou do sério e ela não conseguiu se segurar mais. Ela entrou no carro, se jogou em cima de mim e a gente se beijou por um bom tempo. O mundo parecia girar e o tempo passava em câmera lenta, até que a gente lembrou do Luís, que não acreditava no espetáculo que tava vendo. Ele tinha a namorada e a amiga dela peladas no banco de trás do carro, se beijando depois de transar com a amiga da namorada. Até que umas luzes quebraram a tranquilidade da noite. Era a polícia. Então a gente fechou rápido a porta do carro, ele entrou semidespido e começou a dirigir antes que a polícia chegasse lá.
_luis: por favor, não me deixem assim, não aguento mais
_yo : espero que me mude e pare, porque tô indo pra frente
enquanto a gente se trocava com a vale, a gente continuava se beijando e se acariciando, e o luis ficava olhando aquilo pelo espelho e piorava
Coloquei, me inclinei pra frente e, como a boa namorada que sou, chupei ele enquanto ele dirigia. Só pedi pra ele não bater o carro. Sentia ele quase gozando na minha boca e eu tirava mais, sentindo seus gemidos e o olhar da Valéria, que parecia estar morrendo de vontade de me ajudar. Isso fazia eu subir e descer minha cabeça cada vez mais rápido, e num gemido e grito enormes, senti o leitinho dele (muita quantidade e bem quente), tudo isso antes do posto policial perto do dique. O coitado não aguentava mais. Nós três nos olhamos, rimos e conversamos como se nada tivesse acontecido durante todo o caminho de volta. Eu sabia que algo em mim tinha mudado. A partir daquele dia, eu conseguia olhar decotes e bundas no centro enquanto andava de mãos dadas com meu namorado e compartilhar isso com ele. Eu queria viver mais experiências, queria muito mais experiências e garotas. Logo a vida realizou esses desejos.
pd: espero que você tenha gostado, os nomes não são reais mas todo o resto é, beijinhos ..........
4 comentários - No dique virei bi parte 2
Me gusto tu historia +10