Eu caí num sono profundo ao lado da minha mãe, ela ainda estava abraçada a mim quando acordei. Vi as horas e eram 6:50 da manhã. Quando me mexi, ela acordou, acendeu a lampadinha e me perguntou: - Que horas são, querido?
- 6:50, mãe.
- Hoje é domingo, a gente levanta quando quiser.
- É, mãe, nem acordei ontem à noite pra ir pro meu quarto.
- Não, querido, você estava muito cansado, mas dormiu aqui com sua mãe.
- Dormi muito gostoso com você, mãe.
- Fico feliz, coração. Por outro lado, sinto meus peitos cheios de novo, é um pouco desconfortável.
Ao ouvir isso, uma excitação tremenda me invadiu.
- Entendo, posso mamar, mãe?
- Em que a gente combinou, coração?
- Que eu poderia beber todo dia e assim te ajudar a não se sentir tão cheia.
- Então? Não quero que você pergunte de novo, querido. Só me diz quando quiser fazer ou eu te aviso quando me sentir muito cheia, tá bom?
- Tá bom, mãe, vamos fazer assim.
- Bom, coração, agora vou te dar seu leitinho. Se acomoda.
Minha mãe tirou seu seio esquerdo enorme, eu peguei e comecei a chupar suavemente seu mamilo. A abracei e ela fez o mesmo também. Com a mão esquerda, ela acariciava minha bochecha e meu cabelo. Era um momento muito íntimo, e de vez em quando ela beijava minha testa. Eu estava extremamente excitado. Assim terminei com todo o leitinho do seio esquerdo dela. Minha mãe tirou o direito e rapidamente comecei a chupar. Ao fazer isso, fechava os olhos aproveitando o momento, porque saborear aquele leitinho delicioso e os peitos enormes e macios da minha mãe era uma sensação incrível. Abria a boca o máximo que podia pra tentar enfiar o máximo possível do seio dela, mas era muito grande, o que me causava uma excitação ainda maior. Ver aquelas tetas enormes na minha frente, completamente nuas, me deixava completamente louco e me causava uma emoção muito forte.
Depois de alguns minutos excitantes, terminei com todo o leitinho do seio direito dela e ela os guardou. Eu disse:
- Te adoro, mãe, você é muito carinhosa.
- Também te adoro, coração, você é minha maior adoração.
Ela me abraçou e eu fiz o mesmo. também com meus braços, ficamos bem juntinhos e meu rosto ficou no pescoço dela, ela acariciava minhas costas com sua mão delicada, eu me sentia tão bem que instintivamente, com seu pescoço tão perto, comecei a dar pequenos beijos ao longo dele, minha mãe continuou acariciando minhas costas, suas mãos eram macias, suaves, delicadas, e então, sem parar de me abraçar com a mão esquerda, ela começou a acariciar meu rosto, sua mão era delicada e fazia isso com uma ternura muito especial, eu também comecei a fazer o mesmo com minha mão direita, ela sorriu para mim e nos acariciávamos mutuamente o rosto, como estávamos muito perto, nos olhávamos diretamente nos olhos, eu via seu lindo verde muito claro, beijei sua bochecha e continuei acariciando seu rosto, —que momento lindo é este, meu filho, meu coração, uma intimidade tão bela—, então ela aproximou seus lábios e beijou delicadamente meu rosto em vários pontos, minhas bochechas, meus olhos, minha testa, minha têmpora e meu nariz, nos aproximamos ainda mais sem parar de nos abraçar até encostar nossas duas testas, nos olhávamos nos olhos, ela sorria para mim e acariciava meu rosto, sentir suas mãos era algo delicioso, me afastei um pouco e voltei a acariciar seu lindo rosto, fazia isso suave e devagar, com meus dedos acariciei sua boca sensual e ela começou a beijar minha mão, eu comecei a beijar sua bochecha direita, ela continuou beijando minha mão até que de repente me olhou nos olhos, sorriu, eu também sorri, me aproximei ainda mais e ela parou de beijar minha mão, não aguentei e beijei superficialmente sua boca, afastei minha boca rápido, mas ela me deu outro beijo, eu a beijei, eram só beijinhos de biquinho, ficamos com esses beijos por alguns minutos, embora aos poucos começamos a abrir nossas bocas e eu comecei a chupar seus lábios, ela também fez o mesmo, aos poucos virou um beijo de língua, estávamos nos beijando, a abracei mais forte e continuei beijando-a, nenhum dos dois falou, sua boca tinha um gosto agradável, ela beijava maravilhosamente, sabia como usar seus lábios, aproveitei aquele momento tão especial, paramos de nos beijar e nos Ficamos abraçados em completo silêncio e pouco tempo depois voltamos a dormir.
Acordei um tempo depois, ao abrir os olhos vi que minha mãe me olhava com muita ternura, ela estava ao meu lado com a cabeça apoiada na mão direita, ao ver que abri os olhos ela sorriu, dizendo: - Bom dia, coração, você dormiu profundamente, acordei há um tempo mas não quis te acordar, vamos lá, vamos preparar o café da manhã e depois saímos um pouco -, - Bom dia, mãe, dormi muito gostoso ao seu lado, mas principalmente com seu afeto e seus lindos carinhos e beijos -, - Obrigada, filho, fico feliz que meu afeto te agrade -, - Sim, mãe, eu adoro que você seja tão carinhosa, embora seja um pouco estranho um beijo na boca entre mãe e filho, mas foi muito lindo -, - Claro, filho, sinto que foi o momento, estávamos muito próximos e assim aconteceu esse beijo que me pareceu lindo, pois foi um beijo e um beijo é uma demonstração de afeto e amor, eu te amo, você é meu filho e o amor se mostra de diferentes formas -, - Sim, mãe, penso igual, embora... você acha que podemos continuar nos beijando assim mais vezes? -, - Bom, pelo menos em público não, pois podem pensar mal, mas agora que penso nisso, nós podemos demonstrar carinho e afeto como nos der vontade, olha, se te der vontade de fazer, vamos fazer, me beije como te der vontade, um beijo não tem nada de errado, assim como nenhum carinho é ruim, pelo contrário, é uma demonstração de amor e onde há amor não há nada de errado -, - Claro, mãe, te entendo muito bem e penso como você, vou te beijar quando me der vontade, como agora -, peguei seu queixo e a beijei na boca, enquanto a beijava a abracei - Te adoro, mãe, você é o máximo -, - Eu também te adoro, filho, você é meu orgulho -, continuei beijando ela um pouco mais até que nos levantamos.
Aquele foi um grande dia, minha mãe aceitava que nos beijássemos, pois considerava isso mais uma demonstração de carinho, eu estava muito feliz com essa situação, à tarde quando terminamos de comer fomos descansar nas redes, ao me sentar em uma minha mãe se sentou comigo, aproveitando que elas eram amplas, nos acomodamos na rede e nos abraçamos, sentir o calor do corpo da minha mãe me deixou excitado, além do mais ela estava com uma blusa decotada e eu tinha uma boa visão dos seus peitos, me ajustei e, lembrando do que conversamos de manhã, comecei a beijá-la suavemente, queria saborear sua boca deliciosa, ela correspondeu e foi um beijo prolongado, depois ficamos conversando sobre vários assuntos ali aconchegados na rede, embora de vez em quando nos beijássemos interrompendo nossa conversa, ao beijá-la minha mãe acariciava minhas bochechas suavemente com as duas mãos, até que começou a escurecer e decidimos entrar em casa. Dentro, minha mãe preparou sanduíches e um vitaminado para o jantar, jantamos animadamente, ao terminar ela disse que sentia os seios muito cheios, -amor, sinto meus peitos muito cheios, acho que é hora de tomar seu leite, anda vamos para o meu quarto-, ao ouvir essas palavras meu coração começou a bater forte e comecei a suar de excitação, subimos para o seu quarto, ela pediu que eu esperasse enquanto ela se trocava, vestiu uma camisola e um shorts como pijama, estava muito sexy, o que aumentou meu desejo.
Deitei na cama, minha mãe se posicionou ao meu lado esquerdo e enquanto nos olhávamos ela começou a desabotoar a camisola e revelou seus peitos enormes, dada a confiança que havíamos começado a ter, eu disse sem rodeios: -você tem uns peitos lindos, mãe, são grandes e muito bonitos-, -obrigada, amor, tento me cuidar o máximo que posso, mas me diz com toda a confiança: você gosta dos meus peitos?-, -bom, sim, claro que gosto, são muito lindos, na verdade eu gostaria de tocá-los um pouco-, -hmmmmmm bom, então anda, chega mais perto e acaricia eles um pouco, anda, não tenha vergonha, eu te disse que carícias não são ruins-, aquelas palavras soaram fascinantes para mim, finalmente teria os peitos enormes e lindos da minha mãe em minhas mãos. Minha mãe se levantou um pouco, sentou na cama, eu também me levantei me aproximando dela e comecei a acariciar seu seio esquerdo com os nudillos da minha mão, aos poucos abri minhas mãos e comecei a tocá-los completamente, estava nervoso mas ao mesmo tempo com uma excitação tremenda, com as pontas dos dedos sentia a suavidade e a maciez de sua pele, minha mãe me olhava e às vezes sorria para mim, a suavidade de seus peitos era deliciosa, pesavam pelo leite contido neles, eram enormes não cabiam na minha mão, tinha um manjar em minhas mãos. Por um momento tive os 2 em minhas mãos, apertava um pouco e saía um pouco de leite algumas gotas, era um momento sumamente erótico e especial.
Foram cerca de 15 minutos acariciando com minhas mãos os enormes seios de minha mãe, quando parei de fazer isso me aproximei e comecei a chupar seu mamilo tomando o seio com minha mão e apertando um pouco para que saísse mais leite, estava faminto pelo leite de minha mãe sugava mais rápido, acabei logo com o leite de seu seio esquerdo nisso minha mãe se recostou e fiz também para estar mais confortável e chupar mais prazerosamente. Enquanto chupava seu outro seio com minha mão tocava o outro, com meus dedos acariciava seu mamilo, enquanto minha mãe acariciava meu cabelo, sentia muitíssimo prazer, tinha uma ereção bem dura, me concentrava em saborear aquele delicioso leite, não demorei muito para terminar com o leite de seu seio, ao fazer isso segui acariciando seus seios com minhas mãos, depois de um tempo minha mãe me disse: -vejo que você curte muito esse momento, querido, também curto muito, essa intimidade é algo mágico só nosso-, sorri para ela e comecei a beijá-la na boca, um beijo longo quando afastamos nossas bocas minha mãe acariciou meu rosto e disse: -vamos dormir já, o que você acha de dormirmos juntos abraçados-, -claro mãe, é muito gostoso dormir assim-, minha mãe apagou a luz e nos metemos entre as cobertas completamente abraçados, em pouco tempo adormecemos.
No dia seguinte acordamos às 6 pois era segunda-feira e ela devia ir trabalhar e eu à escola, nos banhamos e arrumamos rápido, minha mãe se vestiu com uma saia preta de cetim muito apertada, uma blusa branca de babados um pouco decotada, o cabelo preso e sapatos de salto alto que me excitavam tanto, ela estava muito elegante e sensual. Ela preparou um café da manhã rápido, saímos e ela me deixou na escola na caminhonete como sempre e foi trabalhar. Na escola, eu não parava de pensar na minha mãe e nos seus seios deliciosos, me distraí em várias aulas por causa disso. Ao sair da escola e indo para casa, eram 14h45, recebi uma mensagem da minha mãe: "Boa tarde, minha vida, vem me buscar no escritório às 17h, e daqui te convido para comer no restaurante que você quiser, beijos". Gostei muito da ideia, fui para casa deixar minhas coisas da escola e saí por volta das 16h30, já que o escritório da empresa ficava a meia hora de casa. No caminho, me ocorreu comprar rosas para minha mãe, já que eram suas flores favoritas. Passei numa floricultura e comprei um buquê de rosas de cores diferentes, bem colorido pela variedade. Ao chegar na empresa, entrei no prédio, subi até o escritório da minha mãe, que ocupava a gerência da empresa. Cheguei e cumprimentei Jimena, a secretária da minha mãe, uma garota de 24 anos muito gata, morena e com uma bunda de cair o queixo. Ela já me conhecia, pois muitas vezes eu ia buscar minha mãe no trabalho. Ela disse: "Oi, sua mamãe está no escritório, pode entrar". "Obrigado, Jimena, boa tarde". Eram 17h04, estava na hora combinada.
Entrei e minha mãe estava revisando uns papéis. "Oi, coração, ah, mas que rosas lindas, que beleza de cores, muito obrigada, querido". "De nada, mamãe, eu gosto de te ver sorrir, queria te dar algo bonito e que você goste". Depois de dizer isso, entreguei o buquê. Ela se levantou e me abraçou. Ao nos aproximarmos, ela exclamou: "Ai, você apertou um pouco meus peitos, eles estão bem cheios e um pouco sensíveis, estou me sentindo desconfortável". "Bom, então vou resolver isso. Vamos sentar no sofá". "Aqui você quer que eu te amamente, amor?" "Sim, mamãe, estou com muita vontade de mamar na sua buceta e quero te ajudar a não se sentir incomoda nem abultada nos seus seios-, -tá bom, meu amor, mas fecha bem a porta-, me levantei e fechei bem, minha mãe sorriu para mim e começou a desabotoar sua blusa, minha excitação só aumentava, ela usava um sutiã muito sexy, preto e branco, de renda, minha mãe o desabotoou e o pôs de lado, imediatamente minhas mãos pegaram seus peitos e os massageei por alguns minutos, para depois colocá-los na minha boca, estava muito excitado que minha mãe reclamou das chupadas fortes que eu dava, diminui a intensidade, saboreei mais devagar, minha mãe acariciava minha nuca, gozei gozei, mudei de seio, mas continuei acariciando o outro com minha mão, chupava todo seu leite gostoso, e aproveitava a maciez desses peitos lindos, seu tamanho, firmeza e beleza me provocavam uma excitação tremenda.
Depois de terminar todo seu leite, não me importei e continuei chupando um pouco mais, queria continuar fazendo isso quando ouvi minha mãe dizer: -filho, embora não tenha te dito antes, eu gosto muito de te amamentar, não sei se é errado dizer isso, mas sinto prazer, um prazer natural da estimulação e carícias nos seios, que são áreas muito erógenas, não sei o que você acha-, -bem, mãe, não sabia que você gostava tanto, eu também sinto muito prazer, até tenho ereções com esse prazer que sinto, espero que não fique brava com o que vou te dizer-, -não, filho, não fico brava, porque até certo ponto é natural sua excitação e a minha, antes de tudo somos um homem e uma mulher que sentem, não somos de pau, se nos estimulamos é lógico sentir prazer, mas como te disse, as carícias não são ruins, não é errado o que fazemos, não machucamos ninguém, são nossas carícias-, -nisso você tem razão, mãe, são nossas, eu adoraria que continuássemos fazendo isso, se você quiser, claro-, -olha, filho, meu coração, se sentimos prazer e gostamos, não vejo por que não continuar nos acariciando, vejo como mais uma forma de expressar nossos sentimentos, gostaria de continuar nos acariciando, o que você acha-, -eu adoraria, sem dúvida, e como você já percebeu, mãe, você me excita muito, você é muito linda e sensual, adoro acariciar você e quero continuar fazendo isso. - claro que percebi, olha querido, mesmo sendo mãe e filho, não vejo problema em termos essa intimidade. Eu também gosto das suas carícias. Se nós gostamos e nos dá prazer, por que não fazer? Não machucamos ninguém, é mais uma forma de conviver. - Mãe, você tem razão, mas então você e eu poderíamos transar? Você gostaria de fazer isso? - Pois claro que poderíamos, é mais uma forma de conviver e expressar nosso amor e carinho. Não vejo nada de errado, são apenas carícias corporais. - Mãe, suas palavras me deixam muito feliz. Estou com tanta vontade de estar com você, você me encanta. Ao terminar de dizer isso, dei um beijo bem longo na boca dela e ela correspondeu.
Ao nos separarmos, acariciamos o rosto um do outro, olhando nos olhos. Era um momento extremamente íntimo, até que minha mãe disse: - Meu amor, vamos logo. Vamos comer como te falei. Qual restaurante você quer que a gente vá? - Mãe, eu não queria parar de acariciar você, mas estou com muita fome sim. Vamos a qualquer lugar, contanto que você goste. - Bom, filho, vou te levar a um perto daqui, a poucas quadras, onde a comida é esplêndida. Minha mãe colocou o sutiã de volta, a blusa e também o casaco. Repintou os lábios, pegou o buquê que comprei, sua bolsa e saímos do escritório dela. Enquanto caminhávamos, eu olhava para aquele bundão dela, enfiado naquela saia, parecia incrível. Em breve seria meu. No restaurante, comemos muito bem, convivemos de forma muito agradável. Minha mãe era uma mulher muito divertida, conversar com ela era algo que eu curtia muito. Seu bom humor era sua marca registrada, ela sempre me entendia e eu aprendia com ela. Nunca discutíamos, ela não permitia. Acabamos de comer e saímos do restaurante. Todos os homens ficavam perplexos com a beleza da minha mãe. Eu me sentia orgulhoso de ter uma mãe assim: tão linda, tão sensual, tão inteligente, tão divertida e por ter aquele corpo de parar o trânsito. Chegamos em casa às 20h. Fiz minha lição de casa o mais rápido possível, minha mãe... Eu estava no meu quarto, quando terminei minha tarefa subi até o dela. Ela estava deitada, vestindo um roupão fino e justo na cor creme, assistindo TV. Ao me ver, desligou a TV, levantou-se e, sorrindo, abriu o roupão, mostrando seus seios lindos e fartos. "Vem, meu amor, preciso da sua boca nos meus peitos", disse. Rapidamente cheguei até ela e peguei seu mamilo esquerdo com a boca. Ela me guiou até a cama, deitei-me e ela ficou de lado, tocando seus seios enquanto minha boca sugava seu leite.
A suavidade e a textura dos seios dela me deixavam louco. Eu disse: "Mãe, eu não gostaria que você parasse de amamentar. Fazer isso para mim é uma experiência maravilhosa e única, eu curto muito". "Sim, filho, bom, enquanto você não parar de estimular meus seios, não vou parar de produzir leite". "Vou estimulá-los sempre para poder saborear seu leite delicioso". Continuei chupando e chupando, minha mãe gemendo um pouco, sentindo prazer ao sugar seu leite e chupar seu mamilo. Depois que acabou o leite, continuei acariciando seus seios. Minha mãe descobriu a cama e entramos debaixo das cobertas. Ali continuei chupando à vontade, pois ter esses peitos lindos tão perto causava vício e convidava a enlouquecer de prazer. Logo depois nos abraçamos e nos beijamos na boca, um beijo longo, eu curtia o sabor do seu hálito. Depois nos preparamos para dormir abraçados e bem juntinhos.
Continua…
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