Acordamos no dia seguinte com o despertador tocando às 5h45. Estávamos abraçados, nossos corpos bem coladinhos, com as bocas quase se tocando, quando senti sua boca quente nos meus lábios. Ela chupava e mordia de leve, e eu correspondi, beijando-a também. Ao nos separarmos, ela disse sorrindo e, ao mesmo tempo, desabotoando o roupão:
— Amor, sinto meus seios completamente cheios. É sua hora.
Ao ouvir essas palavras, cheio de desejo, baixei meu rosto e peguei seu mamilo esquerdo, começando a chupar rapidamente. Fui alternando entre os dois peitos, tomando todo o leite da minha mãe, enquanto ela acariciava minha testa. Em alguns minutos, terminei com o delicioso leite de ambos os seios, já que não podíamos demorar — tínhamos que nos arrumar para eu ir à escola e ela ao trabalho.
Ao terminar, minha mãe foi tomar banho enquanto eu me masturbei ali mesmo, pois estava muito ereto. Depois, fui me banhar e me arrumar. No café da manhã, não parei de admirar o corpo curvilíneo da minha mãe, que havia vestido um conjunto super sexy: um casaco e uma minissaia cinza-escuro, bem justa, que mostrava suas lindas pernas por ser tão curta. Sua blusa era branca e decotada. Adorava vê-la assim — despertava meu desejo fortemente.
Enquanto conversávamos no café, ela me propôs buscá-la no trabalho de novo. Respondi, encantado, que sim. Ela me levou à escola, nos despedimos com um beijo na boca. Era maravilhoso que ela me deixasse tocar seu corpo.
Ao sair das aulas, não resisti mais e decidi ir até o escritório da minha mãe. Estava com uma vontade enorme de ver e tocar seu corpo lindo. Fui direto da escola para o escritório dela. Eram pouco depois das 4 da tarde quando cheguei. Entrei no prédio e subi até seu escritório. Como a secretária não estava, passei direto para a sala. Entrei, e minha mãe estava lendo alguns relatórios. Ela sorriu e me cumprimentou:
— Filho, boa tarde. Que bom te ver! Não esperava que você viesse tão cedo.
— Oi, mãe. É que estava com muita vontade de te ver e decidi... - Vim direto da escola pra cá. - Olha, querido, ainda não terminei meu trabalho, mas me espera que daqui a pouco a gente vai. - Sentei para esperar sem tirar os olhos do corpo da minha mãe, já que ela não estava de casaco, só com a blusa decotada. Quando ela se levantou para tirar umas cópias, admirei aquele rabão em ação enquanto ela andava, porque a saia curta e justa deixava aquilo uma delícia de se ver, além daquelas pernas lindas. Como tinha a permissão dela para tocá-la e acariciá-la, depois da nossa conversa do dia anterior, me levantei, fui até ela e a abracei pela cintura, sentindo aquele abdômen apertado e sensual. Acariciei sua cintura, comecei a beijar seu pescoço. - Você tá inquieto, querido, mas eu adoro como você me acaricia. - Eu te adoro, mãe, seu corpo é tão lindo, você não sabe o que me provoca. - Então me conta, filho, tudo o que você sente, diz o que o meu corpo te provoca. - Mãe, seu corpo é fantástico, não paro de admirar, mesmo você sendo minha mãe, eu amo seu corpo, por isso quero senti-lo nu. - Minha mãe sorriu, olhando nos meus olhos. - Vou aceitar ter intimidade com você porque te adoro e não tem nada de errado em demonstrar fisicamente o amor. - Suas palavras me deixam muito feliz, mãe, te adoro e também adoro seu corpo lindo. - Deixa eu terminar isso aqui e a gente vai comer. - Minha mãe terminou suas pendências e saímos para comer num restaurante. Conversamos alegremente, enquanto eu estava ansioso para chegar em casa e ficar com minha mãe, como ela havia dito.
Chegamos em casa às 18h30. Minha mãe sentou no sofá para relaxar, eu também, mas como estava meio cansado, acabei dormindo. Mas não fiquei muito tempo assim, poucos minutos depois minha mãe me acordou com uma carícia. Com as mãos, acariciou suavemente minhas bochechas e meu queixo. Acordei e a vi na minha frente; ela tinha se trocado e vestia um roupão vermelho sensual, meio justo, de seda. Minha mãe me deu um lindo sorriso, olhando nos meus olhos, e na minha frente, devagar e ritmadamente, começou a desatar os nós... Seu roupão, quando terminou, ela o abriu completamente e deixou cair, me mostrando toda aquela anatomia impressionante em todo seu esplendor, pois não trazia nenhuma roupa íntima, estava completamente nua - "Você gosta do meu corpo, querido?" - "Cla-cla-cla-cla-claro, mamãe, é lindíssimo, você é muito sexy, muito bela" - "Pois é seu, coração, completamente seu. Sou sua mãe e quero que me mostre o quanto me ama. Me acaricia, querido, também vou te mostrar o quanto te amo". Eu estava impressionado com aquilo, seu corpo era incrível, com tantas curvas, nunca tinha podido vê-lo tão de perto nem tão detalhadamente. Amei sua cintura fina junto com seus quadris sensuais, ambos formavam um paraíso de curvas, além daquelas tetas enormes cheias de leite delicioso. Voluptuosamente, ela se aproximou de mim, ainda sentado, eu a abracei pela cintura e comecei a beijar e acariciar seu abdômen estreito e sensual. Ela colocou as mãos na minha nuca, acariciando-a. Comecei a lamber seu abdômen, sua pele tinha uma textura macia e muito firme. Nisso, ela com as mãos me recostou no sofá e começou a desabotoar minha camisa, sorrindo. Abriu-a, suavemente e com muita sensualidade beijou meu peito e meu abdômen. Sentir sua boca úmida naquelas zonas era algo delicioso, enquanto eu estava tão excitado que desabotoei minha calça e tirei meu pau para fora.
Ao notar meu pau de fora, minha mãe sorriu para mim. Com uma mão começou a acariciá-lo, enquanto com a outra me oferecia um de seus seios enormes na minha boca, que peguei com gosto. Ela me masturbava tão bem que me excitei ainda mais - suas mãos eram tão macias que me deixava louco de prazer. Não parava de chupar suas tetas e beber aquele leite delicioso. Era a primeira vez que ela me masturbava e aquelas mãos eram incríveis, pela suavidade e pela forma como fazia. Baixou a outra mão em direção ao meu pau, agora com as duas mãos me acariciava. Pouco a pouco começou a acariciar minhas bolas, suavemente massageando-as e com as unhas as acariciava com lentidão e destreza. Comecei a lubrificar, as mãos da minha mãe se... encheram de meus fluidos, ela com os dedos espalhou na minha glande e com movimentos circulares das pontas dos dedos acariciava essa parte, suas carícias eram rítmicas e muito prazerosas. Nisso minha mãe se pôs de pé, me levantou do sofá com os braços e disse: — Vem, querido, vamos pro meu quarto pra ficarmos mais confortáveis —, me pegou pela mão e subi atrás dela, entramos no quarto e com os braços me fez deitar na cama e ela, me encarando fixamente e com um pequeno sorriso, foi se encostando lentamente em mim até colocar seus seios enormes no meu rosto, diante do que comecei a chupá-los com muito ímpeto, ela os esfregava mais e mais no meu rosto, com uma das mãos apertava para sair mais porra, meu pau não parava de lubrificar, quando terminei toda a porra da minha mãe ela me beijou com delicadeza mas com muita sensualidade ao mesmo tempo, me abraçou e me puxou até eu ficar em cima dela, aí me olhando disse: — Anda, acho que já está pronto, penetra, me sinta —, — Estou nervoso, mãe —, — Não tem por que ficar, relaxa e direciona seu pau pra minha entrada —, coloquei meu pau na sua vagina e notei seu calor e umidade, estava muito molhada, sentir aquele calor me deixou ainda mais duro, como não achava o buraco da buceta minha mãe com a mão direcionou minha ereção pra lá, quando senti comecei a empurrar um pouco até começar a entrar nela, com ímpeto empurrei tudo pra entrar completamente, senti delicioso aquela cavidade úmida e apertada, minha mãe gritou e ofegou: — Ahhhhhhh ahhhh não tão brusco, lindo aaauuuuuhhh aaaauhhhhh —, comecei a me mover metendo e sacando sem sair completamente, era algo indescritível o calor daquelas entranhas, busquei a boca da minha mãe e começamos a nos beijar de novo, foi um beijo mais molhado.
Estava completamente extasiado, finalmente estava penetrando aquela mulher tão linda e sensual que era minha mãe, como estava no vai e vem em um momento acabei saindo completamente dela por isso voltei a direcionar meu pau pra lá, voltei a entrar com um pouco de trabalho pois ela ela estava apertada por falta de atividade sexual, e mesmo estando molhada e com lubrificação, ela reclamou um pouco quando sentiu eu entrar. Minha mãe, ao me sentir entrando, gemeu de um jeito muito sensual, o que me deixou ainda mais excitado, enquanto eu beijava seu pescoço e segurava seus ombros. Por causa da excitação, só consegui penetrá-la por mais alguns minutos, pois fiquei tão excitado que acabei gozando dentro dela. Gritei e ofeguei, o orgasmo foi enorme e intenso. No momento, beijei ela com força e senti o sêmen jorrando. Ela me abraçou e, olhando nos meus olhos, perguntou:
— Já, querido? Terminou?
— Sim, gozei dentro. Acho que não foi muito bom...
— Não, não se preocupa, amor. Depois eu compro a pílula.
Ela me abraçou, deu um beijo na minha bochecha e ficou um tempo acariciando meu cabelo. Acabei dormindo ao lado dela. Pouco depois, ouvi a porta do quarto: era ela, vestida com um moletom e uma camiseta.
— Vou à farmácia, querido, não demoro.
— Posso ir com você?
Ela sorriu e concordou. Me vesti rápido e saímos na caminhonete, já que a farmácia mais próxima ficava a uns 10 minutos de carro e já estava de noite. Ao chegarmos, descemos e entramos no local. Havia um homem atendendo. Minha mãe pediu a pílula do dia seguinte, e o cara me olhou estranho, imaginando que era eu quem poderia engravidá-la. Acho que ele ficou com inveja por eu estar comendo uma mulher como ela, ainda mais porque a camiseta que minha mãe usava era justa, decotada e deixava aqueles peitões ainda mais sensuais, o que deixou ele mais invejoso ainda.
Quando o funcionário trouxe a caixa da pílula, minha mãe pediu uma caixa de camisinhas, virando-se para mim com um sorriso. O funcionário foi buscar e trouxe uma caixa com 100 camisinhas. Minha mãe pagou e pegou as coisas, enquanto ele, ao receber o dinheiro, me olhou de novo com estranheza e muita inveja. Saímos e entramos na caminhonete. Enquanto dirigia, eu disse:
— Tô com vontade, muita vontade.
— Do quê, meu céu?
— Dos seus peitos, tô com uma vontade enorme.
Ela sorriu e puxou a blusa para baixo. de regata com uma mão enquanto com a outra dirigia, -vai, pega elas-, na hora me agarrei naquelas tetonas e comecei a chupar enquanto ela continuava dirigindo, não tinha problema porque já era de noite e não tinha muito carro na rua, continuei assim até chegar em casa, chupando e sugando essas belezuras, minha mãe me avisou que a gente tinha chegado porque eu tava tão focado em chupar os peitos dela que nem percebi: -já chegamos, amor-, estacionamos a caminhonete dentro de casa, enquanto isso a camiseta dela tinha subido, vi as horas e eram 10:25 da noite, entramos na sala, ela disse: -agora sim a gente tá mais confortável- e arrancou de uma vez a camiseta e o sutiã, eu me joguei nela pra lamber e afundar minha cara naquelas tetas enormes que eram meu maior tesão, tirei meu pau e pedi pra ela me masturbar com força, ela pegou e fez isso enquanto eu chupava os seios dela, ela me masturbava, como ela tava fazendo com força não demorei pra gozar, gozei com uma teta na minha boca, o orgasmo foi forte e muito gostoso, depois ela me beijou de leve e foi pegar um papel e com cuidado limpou meu pau, quando terminou ela disse: -vou tomar a pílula, amor, já volto-, depois de uns minutos ela voltou e a gente se aconchegou no sofá da sala, ela me abraçou e eu me acomodei entre a maciez dos peitos dela, a gente não falou mais nada, tudo tinha sido muito gostoso e novo pra mim, pra ela também, a gente tava entrando numa situação que, apesar de muito excitante, também era bem complicada, ficamos quietos e parados pensando no que tinha acontecido até cair no sono.
Foi por volta de 1:30 da manhã que ela me acordou: -amor, a gente dormiu, vamos, vamos pra cama já-, ela me deu um beijo na bochecha e fomos pros nossos respectivos quartos, estávamos exaustos, na manhã seguinte acordei com o despertador, separei minhas roupas e minha toalha e saí do meu quarto pra tomar banho, cheguei lá e ouvi que minha mãe já tava no banho, uma excitação percorreu meu corpo, pensei em entrar com ela ou não, bati na porta - Vem logo, já estou quase terminando - ao ouvir isso, me despi rapidamente e com uma ereção, entrei no banheiro. Minha mãe tinha a cortina do box fechada, ao ouvir que entrei, ela a abriu e com a mão me convidou para entrar no chuveiro com ela. - Já terminei, querido, deixo você para se banhar - ela saiu do banheiro, me deixando muito excitado. Tomei um banho rápido e fiquei um pouco intrigado por não ter acontecido algo a mais. Me apressei, me arrumei e desci para tomar café da manhã. Ela já havia deixado meu café pronto enquanto se arrumava. Enquanto eu comia, ela apareceu espetacular, com uma saia justa de conjunto azul-marinho, seu decote discreto mas muito sexy, considerando o tamanho de seus seios, maquiada e perfumada. Ela me deu um beijo, deixando a marca vermelha do batom, e sentou para tomar café. À mesa, ela me pediu para buscá-la no escritório às 5 da tarde. Aceitei encantado. Como estávamos atrasados, subimos na caminhonete e ela me deixou na escola, seguindo para seu escritório. No fim das aulas, foi um alívio; eu esperava ansiosamente para ir com minha mãe. Fui direto para casa, descansei e fiz minhas tarefas. Antes de sair para o escritório, peguei algumas camisinhas da caixa que minha mãe havia comprado. No caminho, não parava de pensar em seus seios e naquelas lindas nádegas grandes. Finalmente, ao chegar, entrei rapidamente no escritório sem nem olhar para a secretária. Lá estava minha mãe, trabalhando em sua mesa. Me aproximei e ela me cumprimentou com um beijo profundo. Como ainda havia pendências, ela me pediu para esperar. Assim fiz, sentando-me na poltrona que ela tem no escritório. Como já estava muito excitado, decidi me masturbar na frente dela.
Aproveitando que ela estava sentada e concentrada, lendo alguns papéis, e como estava sem o casaco, seus seios enormes pareciam deliciosos. Então, abaixei o zíper da calça e tirei meu pau ereto para fora. Olhando para minha mãe, que estava muito sexy, comecei a me masturbar. Ela não percebeu no início, por estar tão concentrada nos papéis, mas em um momento em que levantou o olhar, notou o que eu estava fazendo. Ação, -mmmmm você tá muito excitada, né? mmmm bom, tudo bem, continua fazendo isso enquanto eu termino de revisar esses documentos - e ela me mandou um beijo, assim enquanto continuou trabalhando e revisando documentos, eu continuei me masturbando olhando pra ela, tentando não fazer com muita força e acalmar meus desejos porque não queria gozar ainda só com uma punheta, como se me entendesse de alguma forma, ela desabotoou a blusa e abriu um pouco, permitindo ver um pouco do seu sutiã vermelho de renda, fiquei extasiado com aquela visão, ficamos assim uns 25 minutos, eu me masturbando olhando pra ela e ela me dando boas panorâmicas do seu corpo, até que ela disse que finalmente tinha terminado o trabalho e que era hora de irmos, saímos do escritório pra comer porque já estávamos com muita fome, fomos a uma fonda perto do escritório. Comemos muito à vontade enquanto eu não tirava os olhos dos seus seios, ela percebeu e me disse: -agorinha, acabando de comer, tenho uma surpresa pra você e acho que você vai gostar muito - ela piscou pra mim e fiquei muito intrigado e excitado ao mesmo tempo, acabamos de comer rápido e minha mãe pagou, saímos do lugar e subimos na caminhonete, ela dirigiu um pouco até chegarmos num motel, fiquei um pouco surpreso, eram 18h45 quando chegamos ao motel, -chegamos, agora sim, me fode aqui como qualquer casal num motel como esse, me sinto completamente cheia de porra nos meus peitos, te espera sua porra gostosa e nutritiva-, ela disse abrindo um pouco o decote, -bom sim, sim, sim, vamos, vamos- eu estava muito nervoso mas tremendamente excitado, -toma, aqui tem dinheiro pra você pagar na recepção-, deixamos a caminhonete num estacionamento próximo e caminhamos até o motel, vimos vários casais saindo e entrando no lugar, ao entrar fiquei muito nervoso porque nunca tinha ido a um, o recepcionista me olhou surpreso e pra minha mãe também, talvez não conseguisse entender o que um rapaz como eu tava fazendo com uma mulherão como ela, pois ela destilava sensualidade com sua roupa, mas não parecia uma prostituta, só uma mulher linda vestida de forma sensual mas elegante e sofisticada, então ele com certeza não pensou que eu ia pegar uma prostituta, mas sim uma mulher de mundo, linda e sexy. Perguntei o preço do quarto, o recepcionista disse que era 250 pesos, paguei a quantia e ele me deu as chaves. Minha mãe me pegou pela mão, caminhava rebolando os quadris e aquele rabão, além do som dos saltos que aumentou minha excitação. Subimos as escadas porque o quarto ficava lá em cima.
Entramos no quarto e eu já estava com uma excitação tremenda. Ela tirou o casaco e a blusa rapidamente, ficando só no sutiã, vermelho e de renda. De repente, ela pegou minha cabeça por trás e direcionou para os seios, enterrou meu rosto na maciez das suas tetas. Comecei a lamber e chupar enquanto sentia aquela suavidade no meu rosto. Ela desabotoou as alças e eu tirei o sutiã, indo direto pela buceta, agarrando seus grandes mamilos. Ela começou a gemer, eu chupava e sugava ora uma, ora outra. Estava extasiado e enlouquecido por essas preciosidades com sua buceta doce e deliciosa. Enquanto chupava um seio, acariciava com a outra mão o outro. Às vezes, devido à quantidade abundante de buceta que ela tinha nas tetas, escorria um fio de buceta pelo contorno, que eu lambia para não perder nenhuma gota. Minha mãe deitou de costas na cama, enquanto eu sobre ela continuava hipnotizado por suas tetas enormes e deliciosas. Enquanto chupava e pegava a buceta, com minhas mãos eu as apertava um pouco com suavidade para não machucá-la, mas também adorava sentir a maciez, o peso e a sensação de não conseguir abranger com minha mão inteira essas preciosidades. Ao sentir que terminei com sua buceta, ela pediu que eu me despisse completamente, e assim fiz. "Vai, deita e continua se masturbando, agora eu volto, vou retocar minha maquiagem". Ela pegou a bolsa e foi ao banheiro. Depois de uns 5 minutos, apareceu na minha frente completamente nua, perfeitamente maquiada e com seu batom. vermelho vibrante, seus lábios pareciam extremamente sensuais. Ela se aproximou de mim e, de forma muito sensual, passou a língua sobre seus lábios vermelhos, me incitando ainda mais. Começou a lamber suavemente meu peito e abdômen; sua língua úmida e brincalona era algo muito prazeroso. Ela me disse para parar de me masturbar, e eu obedeci. Então, começou a descer para minha virilha, lambendo minhas coxas com umidade, depois deu beijos e lambidas abaixo do meu umbigo. A elegância e delicadeza ao usar sua boca eram incríveis; ela sabia exatamente como e o que lamber.
Ela começou a se concentrar nas carícias na área da minha virilha, percorrendo com a língua minhas coxas e até dando pequenas mordidinhas na minha pele ali. Continuou subindo para meu abdômen inferior, dando beijos suaves e úmidos. Quando senti que começou a beijar meu pau já completamente ereto, iniciando na base com pequenos beijos ao longo dele, distribuindo seus beijinhos úmidos até deixá-lo um pouco avermelhado devido ao batom. Então, começou a usar a língua, provando meu pau como um picolé, com lambidas longas primeiro na cabeça e depois ao longo do corpo. Ela percorreu tudo com a língua e, ao chegar no frênulo, deu um beijo ali. Ela estava me fazendo um boquete incrível; sua delicadeza e sensualidade me deixavam louco. Com a língua, ela brincava com minha cabeça, fazendo círculos ao redor. Então, com a mão, segurou suavemente a base do meu pau e o levou à boca. Foi uma sensação enorme e muito quente. Ela chupava minha cabeça com muito gosto enquanto estava dentro; ao tirar, acariciava com a língua e voltava a colocar. Eu ouvia os estalos da sua boca e até os sons de "mmmm, mmmmmmm, mmmmmm, mmmmmm" que ela fazia ao tê-lo dentro da boca. Às vezes, sugava como um canudinho, mas com delicadeza; em outros momentos, chupava como um picolé. Ela dava beijos úmidos no corpo do pau e depois o colocava de volta na boca para chupar minha cabeça enquanto me masturbava suavemente na base. Quando tirava minha cabeça da boca, juntava os lábios, lambendo-os, até que, no ponto mais excitante... Depois da sua estupenda boquete, ela se afastou do meu pau, se levantou e disse: "Não quero te fazer gozar, quero senti-lo dentro de mim". A chupada tinha sido incrível, eu estava sem palavras. Ela se posicionou sobre mim, pegou meu pau ereto e guiou até sua buceta, sentando e enfiando ele por completo. Ela gemeu alto ao sentir a penetração total e começou a se mover, já que essa posição favorecia seus movimentos. Segurei seus quadris enquanto ela se movia com força e me apertava com sua vagina. Não sabia quanto tempo aguentaria, pois o prazer era intenso devido ao movimento dela. Ela saltava sobre mim repetidamente, eu a via excitada, seu rosto e olhos fechados às vezes, passava a língua nos lábios e gemia alto.
Tentei me concentrar para não gozar, pois o prazer era demais. Era uma mulher muito apaixonada, com um desejo sexual intenso. Ela gemia alto e gritava: "Duro, duro, me fode com força!" Agora percebia que aquela mulher tão fogosa e desejosa era minha mãe, o que me intimidava um pouco, pois sem dúvida ela impunha um desejo sexual que me fazia pensar se eu conseguiria satisfazê-la. Ela certamente sabia o que estava fazendo e como me fazer aproveitar o prazer. Enquanto saltava com meu pau entrando nela repetidamente, ela acariciava meu peito, até mesmo com as unhas, dando pequenas beliscadas muito gostosas. Era muito prazer para mim, além de ser exquisito sentir sua boceta se enterrando em mim. Não pude aguentar mais e ejaculei vários jatos dentro dela em um orgasmo muito intenso. Minha mãe parou de se mover, aproximou-se do meu rosto e me beijou delicadamente. Ela se deitou e me abraçou, acariciando minhas costas com seus dedos suaves. Ficamos assim por um tempo, refletindo sobre o que havia acontecido.
— Amor, sinto meus seios completamente cheios. É sua hora.
Ao ouvir essas palavras, cheio de desejo, baixei meu rosto e peguei seu mamilo esquerdo, começando a chupar rapidamente. Fui alternando entre os dois peitos, tomando todo o leite da minha mãe, enquanto ela acariciava minha testa. Em alguns minutos, terminei com o delicioso leite de ambos os seios, já que não podíamos demorar — tínhamos que nos arrumar para eu ir à escola e ela ao trabalho.
Ao terminar, minha mãe foi tomar banho enquanto eu me masturbei ali mesmo, pois estava muito ereto. Depois, fui me banhar e me arrumar. No café da manhã, não parei de admirar o corpo curvilíneo da minha mãe, que havia vestido um conjunto super sexy: um casaco e uma minissaia cinza-escuro, bem justa, que mostrava suas lindas pernas por ser tão curta. Sua blusa era branca e decotada. Adorava vê-la assim — despertava meu desejo fortemente.
Enquanto conversávamos no café, ela me propôs buscá-la no trabalho de novo. Respondi, encantado, que sim. Ela me levou à escola, nos despedimos com um beijo na boca. Era maravilhoso que ela me deixasse tocar seu corpo.
Ao sair das aulas, não resisti mais e decidi ir até o escritório da minha mãe. Estava com uma vontade enorme de ver e tocar seu corpo lindo. Fui direto da escola para o escritório dela. Eram pouco depois das 4 da tarde quando cheguei. Entrei no prédio e subi até seu escritório. Como a secretária não estava, passei direto para a sala. Entrei, e minha mãe estava lendo alguns relatórios. Ela sorriu e me cumprimentou:
— Filho, boa tarde. Que bom te ver! Não esperava que você viesse tão cedo.
— Oi, mãe. É que estava com muita vontade de te ver e decidi... - Vim direto da escola pra cá. - Olha, querido, ainda não terminei meu trabalho, mas me espera que daqui a pouco a gente vai. - Sentei para esperar sem tirar os olhos do corpo da minha mãe, já que ela não estava de casaco, só com a blusa decotada. Quando ela se levantou para tirar umas cópias, admirei aquele rabão em ação enquanto ela andava, porque a saia curta e justa deixava aquilo uma delícia de se ver, além daquelas pernas lindas. Como tinha a permissão dela para tocá-la e acariciá-la, depois da nossa conversa do dia anterior, me levantei, fui até ela e a abracei pela cintura, sentindo aquele abdômen apertado e sensual. Acariciei sua cintura, comecei a beijar seu pescoço. - Você tá inquieto, querido, mas eu adoro como você me acaricia. - Eu te adoro, mãe, seu corpo é tão lindo, você não sabe o que me provoca. - Então me conta, filho, tudo o que você sente, diz o que o meu corpo te provoca. - Mãe, seu corpo é fantástico, não paro de admirar, mesmo você sendo minha mãe, eu amo seu corpo, por isso quero senti-lo nu. - Minha mãe sorriu, olhando nos meus olhos. - Vou aceitar ter intimidade com você porque te adoro e não tem nada de errado em demonstrar fisicamente o amor. - Suas palavras me deixam muito feliz, mãe, te adoro e também adoro seu corpo lindo. - Deixa eu terminar isso aqui e a gente vai comer. - Minha mãe terminou suas pendências e saímos para comer num restaurante. Conversamos alegremente, enquanto eu estava ansioso para chegar em casa e ficar com minha mãe, como ela havia dito.
Chegamos em casa às 18h30. Minha mãe sentou no sofá para relaxar, eu também, mas como estava meio cansado, acabei dormindo. Mas não fiquei muito tempo assim, poucos minutos depois minha mãe me acordou com uma carícia. Com as mãos, acariciou suavemente minhas bochechas e meu queixo. Acordei e a vi na minha frente; ela tinha se trocado e vestia um roupão vermelho sensual, meio justo, de seda. Minha mãe me deu um lindo sorriso, olhando nos meus olhos, e na minha frente, devagar e ritmadamente, começou a desatar os nós... Seu roupão, quando terminou, ela o abriu completamente e deixou cair, me mostrando toda aquela anatomia impressionante em todo seu esplendor, pois não trazia nenhuma roupa íntima, estava completamente nua - "Você gosta do meu corpo, querido?" - "Cla-cla-cla-cla-claro, mamãe, é lindíssimo, você é muito sexy, muito bela" - "Pois é seu, coração, completamente seu. Sou sua mãe e quero que me mostre o quanto me ama. Me acaricia, querido, também vou te mostrar o quanto te amo". Eu estava impressionado com aquilo, seu corpo era incrível, com tantas curvas, nunca tinha podido vê-lo tão de perto nem tão detalhadamente. Amei sua cintura fina junto com seus quadris sensuais, ambos formavam um paraíso de curvas, além daquelas tetas enormes cheias de leite delicioso. Voluptuosamente, ela se aproximou de mim, ainda sentado, eu a abracei pela cintura e comecei a beijar e acariciar seu abdômen estreito e sensual. Ela colocou as mãos na minha nuca, acariciando-a. Comecei a lamber seu abdômen, sua pele tinha uma textura macia e muito firme. Nisso, ela com as mãos me recostou no sofá e começou a desabotoar minha camisa, sorrindo. Abriu-a, suavemente e com muita sensualidade beijou meu peito e meu abdômen. Sentir sua boca úmida naquelas zonas era algo delicioso, enquanto eu estava tão excitado que desabotoei minha calça e tirei meu pau para fora.
Ao notar meu pau de fora, minha mãe sorriu para mim. Com uma mão começou a acariciá-lo, enquanto com a outra me oferecia um de seus seios enormes na minha boca, que peguei com gosto. Ela me masturbava tão bem que me excitei ainda mais - suas mãos eram tão macias que me deixava louco de prazer. Não parava de chupar suas tetas e beber aquele leite delicioso. Era a primeira vez que ela me masturbava e aquelas mãos eram incríveis, pela suavidade e pela forma como fazia. Baixou a outra mão em direção ao meu pau, agora com as duas mãos me acariciava. Pouco a pouco começou a acariciar minhas bolas, suavemente massageando-as e com as unhas as acariciava com lentidão e destreza. Comecei a lubrificar, as mãos da minha mãe se... encheram de meus fluidos, ela com os dedos espalhou na minha glande e com movimentos circulares das pontas dos dedos acariciava essa parte, suas carícias eram rítmicas e muito prazerosas. Nisso minha mãe se pôs de pé, me levantou do sofá com os braços e disse: — Vem, querido, vamos pro meu quarto pra ficarmos mais confortáveis —, me pegou pela mão e subi atrás dela, entramos no quarto e com os braços me fez deitar na cama e ela, me encarando fixamente e com um pequeno sorriso, foi se encostando lentamente em mim até colocar seus seios enormes no meu rosto, diante do que comecei a chupá-los com muito ímpeto, ela os esfregava mais e mais no meu rosto, com uma das mãos apertava para sair mais porra, meu pau não parava de lubrificar, quando terminei toda a porra da minha mãe ela me beijou com delicadeza mas com muita sensualidade ao mesmo tempo, me abraçou e me puxou até eu ficar em cima dela, aí me olhando disse: — Anda, acho que já está pronto, penetra, me sinta —, — Estou nervoso, mãe —, — Não tem por que ficar, relaxa e direciona seu pau pra minha entrada —, coloquei meu pau na sua vagina e notei seu calor e umidade, estava muito molhada, sentir aquele calor me deixou ainda mais duro, como não achava o buraco da buceta minha mãe com a mão direcionou minha ereção pra lá, quando senti comecei a empurrar um pouco até começar a entrar nela, com ímpeto empurrei tudo pra entrar completamente, senti delicioso aquela cavidade úmida e apertada, minha mãe gritou e ofegou: — Ahhhhhhh ahhhh não tão brusco, lindo aaauuuuuhhh aaaauhhhhh —, comecei a me mover metendo e sacando sem sair completamente, era algo indescritível o calor daquelas entranhas, busquei a boca da minha mãe e começamos a nos beijar de novo, foi um beijo mais molhado.
Estava completamente extasiado, finalmente estava penetrando aquela mulher tão linda e sensual que era minha mãe, como estava no vai e vem em um momento acabei saindo completamente dela por isso voltei a direcionar meu pau pra lá, voltei a entrar com um pouco de trabalho pois ela ela estava apertada por falta de atividade sexual, e mesmo estando molhada e com lubrificação, ela reclamou um pouco quando sentiu eu entrar. Minha mãe, ao me sentir entrando, gemeu de um jeito muito sensual, o que me deixou ainda mais excitado, enquanto eu beijava seu pescoço e segurava seus ombros. Por causa da excitação, só consegui penetrá-la por mais alguns minutos, pois fiquei tão excitado que acabei gozando dentro dela. Gritei e ofeguei, o orgasmo foi enorme e intenso. No momento, beijei ela com força e senti o sêmen jorrando. Ela me abraçou e, olhando nos meus olhos, perguntou:
— Já, querido? Terminou?
— Sim, gozei dentro. Acho que não foi muito bom...
— Não, não se preocupa, amor. Depois eu compro a pílula.
Ela me abraçou, deu um beijo na minha bochecha e ficou um tempo acariciando meu cabelo. Acabei dormindo ao lado dela. Pouco depois, ouvi a porta do quarto: era ela, vestida com um moletom e uma camiseta.
— Vou à farmácia, querido, não demoro.
— Posso ir com você?
Ela sorriu e concordou. Me vesti rápido e saímos na caminhonete, já que a farmácia mais próxima ficava a uns 10 minutos de carro e já estava de noite. Ao chegarmos, descemos e entramos no local. Havia um homem atendendo. Minha mãe pediu a pílula do dia seguinte, e o cara me olhou estranho, imaginando que era eu quem poderia engravidá-la. Acho que ele ficou com inveja por eu estar comendo uma mulher como ela, ainda mais porque a camiseta que minha mãe usava era justa, decotada e deixava aqueles peitões ainda mais sensuais, o que deixou ele mais invejoso ainda.
Quando o funcionário trouxe a caixa da pílula, minha mãe pediu uma caixa de camisinhas, virando-se para mim com um sorriso. O funcionário foi buscar e trouxe uma caixa com 100 camisinhas. Minha mãe pagou e pegou as coisas, enquanto ele, ao receber o dinheiro, me olhou de novo com estranheza e muita inveja. Saímos e entramos na caminhonete. Enquanto dirigia, eu disse:
— Tô com vontade, muita vontade.
— Do quê, meu céu?
— Dos seus peitos, tô com uma vontade enorme.
Ela sorriu e puxou a blusa para baixo. de regata com uma mão enquanto com a outra dirigia, -vai, pega elas-, na hora me agarrei naquelas tetonas e comecei a chupar enquanto ela continuava dirigindo, não tinha problema porque já era de noite e não tinha muito carro na rua, continuei assim até chegar em casa, chupando e sugando essas belezuras, minha mãe me avisou que a gente tinha chegado porque eu tava tão focado em chupar os peitos dela que nem percebi: -já chegamos, amor-, estacionamos a caminhonete dentro de casa, enquanto isso a camiseta dela tinha subido, vi as horas e eram 10:25 da noite, entramos na sala, ela disse: -agora sim a gente tá mais confortável- e arrancou de uma vez a camiseta e o sutiã, eu me joguei nela pra lamber e afundar minha cara naquelas tetas enormes que eram meu maior tesão, tirei meu pau e pedi pra ela me masturbar com força, ela pegou e fez isso enquanto eu chupava os seios dela, ela me masturbava, como ela tava fazendo com força não demorei pra gozar, gozei com uma teta na minha boca, o orgasmo foi forte e muito gostoso, depois ela me beijou de leve e foi pegar um papel e com cuidado limpou meu pau, quando terminou ela disse: -vou tomar a pílula, amor, já volto-, depois de uns minutos ela voltou e a gente se aconchegou no sofá da sala, ela me abraçou e eu me acomodei entre a maciez dos peitos dela, a gente não falou mais nada, tudo tinha sido muito gostoso e novo pra mim, pra ela também, a gente tava entrando numa situação que, apesar de muito excitante, também era bem complicada, ficamos quietos e parados pensando no que tinha acontecido até cair no sono.
Foi por volta de 1:30 da manhã que ela me acordou: -amor, a gente dormiu, vamos, vamos pra cama já-, ela me deu um beijo na bochecha e fomos pros nossos respectivos quartos, estávamos exaustos, na manhã seguinte acordei com o despertador, separei minhas roupas e minha toalha e saí do meu quarto pra tomar banho, cheguei lá e ouvi que minha mãe já tava no banho, uma excitação percorreu meu corpo, pensei em entrar com ela ou não, bati na porta - Vem logo, já estou quase terminando - ao ouvir isso, me despi rapidamente e com uma ereção, entrei no banheiro. Minha mãe tinha a cortina do box fechada, ao ouvir que entrei, ela a abriu e com a mão me convidou para entrar no chuveiro com ela. - Já terminei, querido, deixo você para se banhar - ela saiu do banheiro, me deixando muito excitado. Tomei um banho rápido e fiquei um pouco intrigado por não ter acontecido algo a mais. Me apressei, me arrumei e desci para tomar café da manhã. Ela já havia deixado meu café pronto enquanto se arrumava. Enquanto eu comia, ela apareceu espetacular, com uma saia justa de conjunto azul-marinho, seu decote discreto mas muito sexy, considerando o tamanho de seus seios, maquiada e perfumada. Ela me deu um beijo, deixando a marca vermelha do batom, e sentou para tomar café. À mesa, ela me pediu para buscá-la no escritório às 5 da tarde. Aceitei encantado. Como estávamos atrasados, subimos na caminhonete e ela me deixou na escola, seguindo para seu escritório. No fim das aulas, foi um alívio; eu esperava ansiosamente para ir com minha mãe. Fui direto para casa, descansei e fiz minhas tarefas. Antes de sair para o escritório, peguei algumas camisinhas da caixa que minha mãe havia comprado. No caminho, não parava de pensar em seus seios e naquelas lindas nádegas grandes. Finalmente, ao chegar, entrei rapidamente no escritório sem nem olhar para a secretária. Lá estava minha mãe, trabalhando em sua mesa. Me aproximei e ela me cumprimentou com um beijo profundo. Como ainda havia pendências, ela me pediu para esperar. Assim fiz, sentando-me na poltrona que ela tem no escritório. Como já estava muito excitado, decidi me masturbar na frente dela.
Aproveitando que ela estava sentada e concentrada, lendo alguns papéis, e como estava sem o casaco, seus seios enormes pareciam deliciosos. Então, abaixei o zíper da calça e tirei meu pau ereto para fora. Olhando para minha mãe, que estava muito sexy, comecei a me masturbar. Ela não percebeu no início, por estar tão concentrada nos papéis, mas em um momento em que levantou o olhar, notou o que eu estava fazendo. Ação, -mmmmm você tá muito excitada, né? mmmm bom, tudo bem, continua fazendo isso enquanto eu termino de revisar esses documentos - e ela me mandou um beijo, assim enquanto continuou trabalhando e revisando documentos, eu continuei me masturbando olhando pra ela, tentando não fazer com muita força e acalmar meus desejos porque não queria gozar ainda só com uma punheta, como se me entendesse de alguma forma, ela desabotoou a blusa e abriu um pouco, permitindo ver um pouco do seu sutiã vermelho de renda, fiquei extasiado com aquela visão, ficamos assim uns 25 minutos, eu me masturbando olhando pra ela e ela me dando boas panorâmicas do seu corpo, até que ela disse que finalmente tinha terminado o trabalho e que era hora de irmos, saímos do escritório pra comer porque já estávamos com muita fome, fomos a uma fonda perto do escritório. Comemos muito à vontade enquanto eu não tirava os olhos dos seus seios, ela percebeu e me disse: -agorinha, acabando de comer, tenho uma surpresa pra você e acho que você vai gostar muito - ela piscou pra mim e fiquei muito intrigado e excitado ao mesmo tempo, acabamos de comer rápido e minha mãe pagou, saímos do lugar e subimos na caminhonete, ela dirigiu um pouco até chegarmos num motel, fiquei um pouco surpreso, eram 18h45 quando chegamos ao motel, -chegamos, agora sim, me fode aqui como qualquer casal num motel como esse, me sinto completamente cheia de porra nos meus peitos, te espera sua porra gostosa e nutritiva-, ela disse abrindo um pouco o decote, -bom sim, sim, sim, vamos, vamos- eu estava muito nervoso mas tremendamente excitado, -toma, aqui tem dinheiro pra você pagar na recepção-, deixamos a caminhonete num estacionamento próximo e caminhamos até o motel, vimos vários casais saindo e entrando no lugar, ao entrar fiquei muito nervoso porque nunca tinha ido a um, o recepcionista me olhou surpreso e pra minha mãe também, talvez não conseguisse entender o que um rapaz como eu tava fazendo com uma mulherão como ela, pois ela destilava sensualidade com sua roupa, mas não parecia uma prostituta, só uma mulher linda vestida de forma sensual mas elegante e sofisticada, então ele com certeza não pensou que eu ia pegar uma prostituta, mas sim uma mulher de mundo, linda e sexy. Perguntei o preço do quarto, o recepcionista disse que era 250 pesos, paguei a quantia e ele me deu as chaves. Minha mãe me pegou pela mão, caminhava rebolando os quadris e aquele rabão, além do som dos saltos que aumentou minha excitação. Subimos as escadas porque o quarto ficava lá em cima.
Entramos no quarto e eu já estava com uma excitação tremenda. Ela tirou o casaco e a blusa rapidamente, ficando só no sutiã, vermelho e de renda. De repente, ela pegou minha cabeça por trás e direcionou para os seios, enterrou meu rosto na maciez das suas tetas. Comecei a lamber e chupar enquanto sentia aquela suavidade no meu rosto. Ela desabotoou as alças e eu tirei o sutiã, indo direto pela buceta, agarrando seus grandes mamilos. Ela começou a gemer, eu chupava e sugava ora uma, ora outra. Estava extasiado e enlouquecido por essas preciosidades com sua buceta doce e deliciosa. Enquanto chupava um seio, acariciava com a outra mão o outro. Às vezes, devido à quantidade abundante de buceta que ela tinha nas tetas, escorria um fio de buceta pelo contorno, que eu lambia para não perder nenhuma gota. Minha mãe deitou de costas na cama, enquanto eu sobre ela continuava hipnotizado por suas tetas enormes e deliciosas. Enquanto chupava e pegava a buceta, com minhas mãos eu as apertava um pouco com suavidade para não machucá-la, mas também adorava sentir a maciez, o peso e a sensação de não conseguir abranger com minha mão inteira essas preciosidades. Ao sentir que terminei com sua buceta, ela pediu que eu me despisse completamente, e assim fiz. "Vai, deita e continua se masturbando, agora eu volto, vou retocar minha maquiagem". Ela pegou a bolsa e foi ao banheiro. Depois de uns 5 minutos, apareceu na minha frente completamente nua, perfeitamente maquiada e com seu batom. vermelho vibrante, seus lábios pareciam extremamente sensuais. Ela se aproximou de mim e, de forma muito sensual, passou a língua sobre seus lábios vermelhos, me incitando ainda mais. Começou a lamber suavemente meu peito e abdômen; sua língua úmida e brincalona era algo muito prazeroso. Ela me disse para parar de me masturbar, e eu obedeci. Então, começou a descer para minha virilha, lambendo minhas coxas com umidade, depois deu beijos e lambidas abaixo do meu umbigo. A elegância e delicadeza ao usar sua boca eram incríveis; ela sabia exatamente como e o que lamber.
Ela começou a se concentrar nas carícias na área da minha virilha, percorrendo com a língua minhas coxas e até dando pequenas mordidinhas na minha pele ali. Continuou subindo para meu abdômen inferior, dando beijos suaves e úmidos. Quando senti que começou a beijar meu pau já completamente ereto, iniciando na base com pequenos beijos ao longo dele, distribuindo seus beijinhos úmidos até deixá-lo um pouco avermelhado devido ao batom. Então, começou a usar a língua, provando meu pau como um picolé, com lambidas longas primeiro na cabeça e depois ao longo do corpo. Ela percorreu tudo com a língua e, ao chegar no frênulo, deu um beijo ali. Ela estava me fazendo um boquete incrível; sua delicadeza e sensualidade me deixavam louco. Com a língua, ela brincava com minha cabeça, fazendo círculos ao redor. Então, com a mão, segurou suavemente a base do meu pau e o levou à boca. Foi uma sensação enorme e muito quente. Ela chupava minha cabeça com muito gosto enquanto estava dentro; ao tirar, acariciava com a língua e voltava a colocar. Eu ouvia os estalos da sua boca e até os sons de "mmmm, mmmmmmm, mmmmmm, mmmmmm" que ela fazia ao tê-lo dentro da boca. Às vezes, sugava como um canudinho, mas com delicadeza; em outros momentos, chupava como um picolé. Ela dava beijos úmidos no corpo do pau e depois o colocava de volta na boca para chupar minha cabeça enquanto me masturbava suavemente na base. Quando tirava minha cabeça da boca, juntava os lábios, lambendo-os, até que, no ponto mais excitante... Depois da sua estupenda boquete, ela se afastou do meu pau, se levantou e disse: "Não quero te fazer gozar, quero senti-lo dentro de mim". A chupada tinha sido incrível, eu estava sem palavras. Ela se posicionou sobre mim, pegou meu pau ereto e guiou até sua buceta, sentando e enfiando ele por completo. Ela gemeu alto ao sentir a penetração total e começou a se mover, já que essa posição favorecia seus movimentos. Segurei seus quadris enquanto ela se movia com força e me apertava com sua vagina. Não sabia quanto tempo aguentaria, pois o prazer era intenso devido ao movimento dela. Ela saltava sobre mim repetidamente, eu a via excitada, seu rosto e olhos fechados às vezes, passava a língua nos lábios e gemia alto.
Tentei me concentrar para não gozar, pois o prazer era demais. Era uma mulher muito apaixonada, com um desejo sexual intenso. Ela gemia alto e gritava: "Duro, duro, me fode com força!" Agora percebia que aquela mulher tão fogosa e desejosa era minha mãe, o que me intimidava um pouco, pois sem dúvida ela impunha um desejo sexual que me fazia pensar se eu conseguiria satisfazê-la. Ela certamente sabia o que estava fazendo e como me fazer aproveitar o prazer. Enquanto saltava com meu pau entrando nela repetidamente, ela acariciava meu peito, até mesmo com as unhas, dando pequenas beliscadas muito gostosas. Era muito prazer para mim, além de ser exquisito sentir sua boceta se enterrando em mim. Não pude aguentar mais e ejaculei vários jatos dentro dela em um orgasmo muito intenso. Minha mãe parou de se mover, aproximou-se do meu rosto e me beijou delicadamente. Ela se deitou e me abraçou, acariciando minhas costas com seus dedos suaves. Ficamos assim por um tempo, refletindo sobre o que havia acontecido.
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