Encuentro con Maria (mi version ;D)

Faz um tempo que eu e o Juan estamos trocando mensagem. Tudo começou quando eu comentei um dos relatos dele (http://www.poringa.net/posts/relatos/2544357/Mis-vecinas-gemelas-I.html, comentário à parte, leiam porque é super gostoso). Ele me chamou no privado e daí não paramos mais de trocar mensagens quentes.

Um dia, conversando, ele me disse que iam mandar ele a trabalho pra Mendoza por uma semana, e perguntou se eu não queria acompanhar. A ideia de ficar uma semana com o homem que já vinha me deixando doida há um tempão e poder fazer tudo o que a gente escrevia fez um calor tomar conta da minha buceta. Tava com muita vontade de dizer que sim, mas tinha o problema do meu namorado e de eu não conhecer ele pessoalmente, o que me dava um pouco de medo. Falei que ia ver como fazia e confirmava.

Naquela semana, eu tava trabalhando pra caralho, quase nem entrei online. Mas dava tempo de pensar no que fazer. Chegou quarta-feira e recebi uma mensagem da minha mãe dizendo pra ir jantar na casa dela, que uma tia dela, que eu quase nunca vejo e mal conheço, nem lembrava que existia, tava vindo do interior do estado. Não sei se era o destino ou se eu só interpretei como quis, mas era a desculpa perfeita.

Eu: Amor, veio minha tia Susana, não sei se você lembra que te contei. Vou jantar com ela e a mamãe hoje à noite, se quiser vem. Se não curtir o rolê, não esquenta que eu arrumo uma desculpa por você.

Namorado: Quem é? Não lembro de você nunca ter falado nada.

Eu: Você deve ter esquecido, é uma tia com quem eu fui criada, gostava muito dela e ela de mim. Era tipo uma segunda mãe, depois ela foi morar em Mendoza e a gente perdeu o contato.

Namorado: Ok, tô morto, prefiro ir pra casa descansar. Passa bem. Te amo.

Eu: Tá bom, nos vemos em casa. Eu também te amo.

Naquela noite, quando voltei pra casa, falei pro meu namorado que minha tia tinha me convidado pra passar uns dias com ela em Mendoza, pra recuperar o tempo perdido e ficarmos juntas, que eu realmente queria ir pra descansar e ficar com minha tia. Ele não gostou muito, mas me... He told me to go rest and come back soon.
For the rest of that week, I couldn’t sit still—I was so anxious and nervous. I took the chance to buy myself some lace lingerie sets, get my hair done, everything to arrive looking like a goddess.

On Saturday, I landed at the Mendoza airport, and there was a man waiting for me. I walked over, and very politely, he told me his name and that he would take me to the hotel. We set off, and after what felt like an eternity to me, we arrived.

I walked in, got my room key at reception, and went upstairs. In the elevator, my nerves were killing me, but I decided to bring out the slutty, sexual persona I was over text—confident, bold, and very turned on.

I entered, and no one was there. I walked around the room, came back to where I’d left my suitcases, and saw a note and a blindfold: “Wait for me with your eyes covered.” A smile spread across my face, and I thought to myself… the game has just begun. I took off the jacket I was wearing so he’d have more access to my skin. I blindfolded myself and waited.

The door opens.

Me: Juan?

Juan: Shhhh…

I stayed quiet and let him take over. He came up behind me and started caressing the nape of my neck, my shoulders—his hands were so soft. He moved closer, pressing his whole body against mine, and kissed my skin. I grabbed the back of his neck to keep him from stopping—he smelled so tasty, like expensive cologne. The thrill of someone I hadn’t even seen yet turning me on this much was too much to handle. I turned around, pulled off the blindfold, and practically threw myself around his neck, kissing him, invading his mouth as he did mine, almost desperately.

I don’t know how he stayed so “calm,” but I couldn’t take it anymore. I knelt down, pulled down his pants and boxers, and there it was—his cock, hard and pointing straight at my face. It was going to be the reason for my orgasms all week, so I started giving it welcoming kisses—first the head, then the shaft. Juan was completely shaved, so I kept going down to his balls. I took it all in my mouth and started playing with my— Lambia freneticamente. Olhava pra ele de baixo com cara de safadinha, dava pra ver que ele estava muito excitado porque já dava pra sentir o pau latejando e eu sentia que o gozo que eu tinha conquistado estava vindo. Ele tentou sair mas não deixei, queria saborear. Ele gozou feito um cavalo, mostrei o sêmen dele na minha boca e engoli.

Fui direto pra cama e fiquei de quatro, não tava nem aí pra nada, estava totalmente entregue a ele. Ele deu mordidinhas suaves na minha bunda por cima da roupa, virei e ele se jogou sobre meu corpo, beijando meu pescoço, com seus braços fortes segurando os meus acima da minha cabeça, me deixa muito excitada quando fazem isso comigo, arquei o corpo fazendo meus peitos baterem no peito dele, instintivamente ele soltou minhas mãos pra se dedicar aos meus seios, agarrava e beijava, chupava, beliscava meus mamilos até chegar num dolorzinho gostoso, continuou descendo até minha virilha e soprou, a sensação era maravilhosa, queria suplicar pra ele meter mas me segurei pra continuar aproveitando a brincadeira dele. Beijava meus lábios, os sugava, me levava ao limite do orgasmo e parava… era impossível! Sempre fui de mandar na cama então não estava acostumada a ser controlada assim e era muito frustrante, queria liberar o tesão que estava desde que chegamos! Peguei a cabeça dele e não deixei sair, sentia ele rindo e tentando disfarçar, me levou ao orgasmo e sorveu todos meus fluidos, fiquei tão relaxada que poderia ter dormido ali mas ele continuou castigando minha buceta, lambia mais rápido que antes, estava hipersensível! Queria tirar e não conseguia… aí percebi que ia ser um fim de semana de jogos e vingança. Explodi num orgasmo intenso que me fez contorcer, sem nem precisar pedir, Juan pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, segurou o pau pela base e com ajuda dos meus fluidos entrou de uma vez,

eu: Ai, papi, como você me enfiou!

Juan: Gosta, bebê? Você tá tão molhadinha… como me deixa excitado

eu: Ai, sim, vai, vai, Quero seu pau todinho dentro de mim, não tira por favor… era quase uma súplica.

Já sentia o pau do Juan começando a pulsar dentro de mim, esperava que ele gozasse dentro, mas ele tirou, me colocou de quatro e enfiou de novo. Apoiei a cabeça na cama pra ele ter os dois buracos na vista e ficar ainda mais louco do que já estava. Minha vingança deu certo e ele não aguentou, me encheu toda.

Tomamos um banho juntos e saímos pra comer algo.

Enquanto me trocava, aproveitei pra mostrar todas as calcinhas e roupas sexy que tinha trazido, pra ele ter uma ideia do que viria à noite.

Pra surpreender, me arrumei bem sensual: um vestido preto curto e justo, pra ele ver bem as curvas que mais tarde veria sem roupa, uns salto alto e uma maquiagem leve, mas com os lábios vermelhos e provocantes, pra ele morrer de vontade de me comer pela boca.

Já no restaurante, a conversa foi ficando cada vez mais quente. Jantamos com um vinho muito gostoso, então digamos que eu estava "desinibida".

Juan é um homem muito atento, sempre cuidando de mim. Ele me perguntou o que eu queria fazer e, sem responder, encostei o salto na perna dele e fui subindo… a cadeira não deixava ir além da coxa, mas a expressão do Juan mudou. Quando ele me olhou, eu estava com uma carinha de safada. Foi o sinal pra ele pedir a conta e seguimos pro hotel.

Quando entramos no lobby, todo mundo olhava. Não sei se era porque eu estava vestida de um jeito muito sensual ou porque estávamos rindo alto, mas o vinho fez a gente não ligar pra nada.

Estávamos no elevador e quis fazê-lo sofrer um pouco. Comecei meu jogo: me agachei, abri a calça dele olhando com cara de espertinha e enfiei na boca. Dava pra ver que a situação estava esquentando muito ele, mas ele não relaxava totalmente, caso alguém parasse o elevador. Eu estava adorando, brincando com o pau dele e minha língua, quando suas mãos me afastaram e as portas se abriram. Me assustei muito, pensei que tinha alguém lá, na hora tentei guardar ele— Seu pau já estava duro na calça, mesmo que eu não pudesse ver, mas não, era nosso apartamento e não tinha ninguém. Entramos no quarto e eu arranquei a camisa dele quase rasgando, não sei se era por causa do vinho, pelo que ele tinha feito no elevador, pelo que o Juan me provocava ou o que, mas eu estava solta, muito excitada, e o Juan não ficava atrás, éramos como bichinhos.
Tirei o fio dental que já estava encharcado por baixo do vestido que eu tinha e joguei na cara dele, o Juan não só cheirou como começou a chupar, nunca tinham feito isso pelo menos na minha frente e surpreendentemente me deixou ainda mais excitada, fez meu ventre ferver, fomos para a cama mais do que nos beijando, nos chupando, ele deitou e eu, engatinhando, subi em cima dele. Por mais que eu quisesse fazer ele desejar, não me aguentei e sentei sozinha, movia o quadril em círculos, para frente e para trás, esfregando meu clitóris na barriga dele, ele massageava meus peitos e eu com minhas mãos o ajudava.
Nossa gozada estava chegando, mas ele me pegou e me levou até a cara dele, sem poder fazer nada e mesmo não querendo que ele tirasse o pau de dentro de mim, ele começou a lamber, colocava a língua como um gancho e enfiava, não consegui aguentar muito mais e os espasmos apareceram, quando já não tinha mais nada em mim, virei e terminei o que ele tinha começado no elevador para retribuir o favor.
Ficamos mortos, a noite ia servir para recuperar as energias.

3 comentários - Encuentro con Maria (mi version ;D)

uuuuu nena me dejaste muy caliente y muy duro excelente me gustaría se juan +1
regio22 +1
muy buen relato, me calentaste mucho.besitos