Despertar incestuoso de uma mãe jovem (parte 2)

Antes de passar a relatar os preparativos que até agora fiz para conseguir comer o pau do meu filho Marcel e tê-lo erguido entre minhas pernas para cavalgá-lo com todo meu amor e toda minha alma, queria esclarecer algumas coisas:

Primeiro: Meu objetivo não é tirar ou afastar Andrea da vida do Marcel; meu desejo é que eles continuem suas vidas como até agora e façam o que decidirem. Só que a cena sexual que aconteceu entre eles e da qual fui testemunha por acaso me marcou profundamente, e desde então minha única obsessão é comer meu Marcel.

Segundo: Minha atração pelo pau do Marcel e todo seu lindo corpo não é apenas física, mas principalmente mental, e preciso liberar a adrenalina que se acumula em mim como consequência dos meus desejos sexuais pelo meu filho, de ficar pensando nisso quase todo o tempo livre que tenho e às vezes no trabalho. Por isso é que preciso seduzi-lo muito bem, não é só que ele me veja como mulher, porque haverá muitas outras mais jovens e sem compromissos morais ou sociais, mas se eu conseguir levá-lo a realmente possuir em sua mente, e corpo, a necessidade mórbida de foder sua própria Mãe, então não haverá problemas de competição nos lugares públicos onde planejo levá-lo. Realmente estou precisando desesperadamente transar com meu filho e fazer isso de uma forma que não seja às pressas, mas que seja bem devagar para que se acumule a maior quantidade de sêmen em seus testículos e ele possa me dar para beber nos momentos de seus orgasmos.

Terceiro: Não preciso de paus que saciem minhas entranhas, isso só o obelisco do meu Marcel conseguirá. Além disso, se por acaso precisar, tenho meus admiradores e amigos de vários anos, embora não tenha mais transado desde que me separei do meu marido. De qualquer forma, obrigada àqueles que gentilmente me ofereceram seus paus através do meu e-mail, nunca se sabe o que o futuro reserva. Talvez a única possibilidade... O ideal seria que vocês viessem ao teatro pornô de Bogotá, onde poderiam me servir de treinamento para quando eu for comer o docinho do Marcel.

Quarto: De fato, o primeiro relato é um pouco longo, mas sempre pensei que o importante são os detalhes, mais do que a pressa de chegar logo na parte em que eu como o pau dele e o cavalgo insaciavelmente até altas horas da madrugada. Por isso, e pensando em deixar cada ação completa, às vezes elas ficam um pouco densas. Tenho quase certeza de que não há erros ortográficos (escrita correta das palavras), no máximo incorreções gramaticais (pontuação, encadeamento de ideias, etc.); mas esses são problemas menores que tod@s saberão perdoar em uma novata nessas andanças.

PREPARATIVOS

Primeiro, sou uma mulher de 34 anos, 1,72 m de altura (93 cm no busto, 61 na cintura e 96 em torno das minhas nádegas), morena, nariz arrebitado, maçãs do rosto um pouco fundas e lábios um tanto carnudos, cabelo castanho que mantenho até um quarto do comprimento das minhas costas. Meço 1 m do ombro até os joelhos e 60 centímetros até minha boquinha do prazer; dos joelhos até a bucetinha, meço 38 cm; e minhas pernas têm 91 cm de comprimento. Dou essas medidas para aqueles que quiserem me imaginar vestida com as compras que já fiz.

Das ações propostas no meu primeiro relato, até agora realizei o seguinte:

1) Comprei dois pares de sapatos de salto alto: um par cinza de 12 cm e outro vermelho de 15 cm; dois pares de meias finas, um par preto-invisível e um par cor da pele, ambos com silicone na parte superior para não escorregarem (stay-up); dois cintas-liga, um preto e outro vermelho; cinco vestidinhos que ficam bem justinhos e apertadinhos no meu corpo: um preto de alças largas (80 cm de comprimento), um cor bege (alcinhas fininhas de 10 cm e 68 cm de comprimento total), um preto sem alças com suporte interno (58 cm de comprimento), um roxo com as costas totalmente decotada e com a frente em formato de triângulo terminando em uma gola que ajusta elasticamente em qualquer pescoço (30 cm da parte triangular e 67 cm de comprimento total); e, um realmente bem pequenininho na cor marrom (63 cm com uma fita na parte inferior de 7 cm de largura que ajusta muito bem contra as pernas).

2) Estando totalmente pelada, coloquei o par de meias finas na cor natural, o par de sapatos na cor cinza, a cinta-liga preta e o vestidinho roxo. Meu Deus! Que delícia ficar de pé e andar sensual com essa roupa cheirando a novo. Depois tirei os sapatos para colocar um jeans e me enfiei numa jaqueta preta de couro. Peguei um ônibus daqueles que sobem pela Avenida El Dorado em direção ao centro com o objetivo de fazer minha primeira incursão no teatro pornô (Esmeralda Pussycat). Ao passar pelo setor da rua 22, entre as carreiras 16 e Caracas, observei algo que só tinha visto em algumas notícias de TV: a zona de prostituição de rua de Bogotá. Então percebi que a roupa que eu estava usando por baixo do jeans e da jaqueta era quase igual à que pude observar naquelas mulheres da rua; mas principalmente fiquei pasma ao ver uma mulher muito linda e de corpo bonito com um vestidinho totalmente transparente e sem absolutamente nada por baixo, calçando uns saltos bem altos e se exibindo descaradamente para os transeuntes que por ali passavam. Seria eu realmente como uma delas? Poderia algum dia sair assim na rua junto com meu Marcel? O ônibus seguiu e em escassos três minutos desci na carreira 10ª para iniciar minha curta caminhada até a carreira 7 com rua 24, onde fica o teatro pornô.

Entrei e paguei os $5.000 do ingresso, passei pelo hall onde vendem produtos eróticos, vídeos e revistas pornográficas. Fui direto ao banheiro e totalmente decidida e impulsionada por um prazer nervoso, tirei a jaqueta e o jeans, que guardei na minha bolsa de mão. Ajeitei o vestidinho, me Arrumei o cabelo e, olhando-me no espelho, vi-me como uma das prostitutas que acabara de ver na rua durante minha vinda até este lugar. Saí do banheiro e dirigi-me para o interior do cinema; de relance, pude perceber que a atendente me olhou com cara de espanto ao ver minha transformação. Segui sem dar muita atenção a isso, mas ao entrar na sala de projeção, um suor frio começou a escorrer pela minha testa, que limpei e continuei decididamente pelo corredor esquerdo até a frente da tela. Virei à direita e fui até o corredor direito, que subi bem devagar e, agora sim, totalmente livre dos meus medos, mostrava claramente quem eu era e como estava vestida. Não sei quantos repararam no espetáculo que acho que acabei de dar aos espectadores que podiam se distrair das cenas da tela. Sentia meu corpo flutuando e queria continuar dando voltas e mais voltas ao redor dos corredores, do hall de entrada e do corredor em frente à tela. Finalmente, sentei-me em uma fileira atrás de uma luzinha vermelha que tinha o aviso de não fumar. Ao me sentar, senti um prazer imenso no contato do meu corpo com o couro frio da cadeira. Senti um aconchego especial em todo o meu corpo, mesmo sabendo que realmente estava fazendo frio naquele recinto do sexo.

Apenas alguns instantes depois de me sentar e puxar um pouco o vestidinho até a metade das minhas pernas, cruzá-las e observar meu corpo iluminado pela penumbra do reflexo cambiante dos raios da projeção na tela, aproximaram-se uns três espectadores e sentaram-se na fileira atrás do lugar que eu havia escolhido. Claramente, eles estavam reparando nas minhas pernas iluminadas pelo reflexo da luz e pela cor avermelhada da placa de não fumar. Uns 5 minutos depois, um quarto homem sentou-se na fileira da frente e, descaradamente, virou-se para me olhar dos pés à cabeça — daí não passou, não sei por quê. Concentrei-me no filme que estava sendo projetado, como se ninguém estivesse ali. me observando ou sem me importar se estavam ou não. Comecei a ficar molhada ao ver as cenas de sexo explícito que apareciam na tela e ia começar a me esfregar disfarçadamente na virilha, quando um rapaz de boné branco e mochila no ombro sentou na fileira da frente, na cadeira encostada na parede, debaixo da placa de "proibido fumar". Ele não olhou para mim, ao contrário do cara sentado no extremo oposto da fileira, que continuava me encarando. Mas qual não foi minha surpresa quando vi que ele se deitou horizontalmente em uma segunda cadeira (depois perceberia que tinham removido o apoio de braço que normalmente as separava), tirou o pau para fora e começou a se masturbar. Ele levantava claramente as nádegas para que eu pudesse ver como ele se punhetava, mas dava para ver muito pouco por causa da escuridão do cinema, só conseguia ver o movimento da mão direita dele envolvendo aquele pau. Senti uma enorme excitação ao pensar se devia perguntar se ele queria que eu fosse para o lugar ao lado dele para dar uma chupada bem gostosa, e depois subir e sentar naquela rola, começando a cavalgada até ele gozar dentro de mim. Mas quando estava prestes a fazer essa proposta, ele se levantou, pegou a mochila e foi embora. Depois de um tempo, ele voltou e repetiu quase o mesmo ato, mas dessa vez a ideia de fazer o pedido que quase tinha feito antes não passou pela minha cabeça novamente.

Quando o filme terminou e as luzes do cinema acenderam, senti mais uma vez aquela sensação fria na testa e nas costas, não sabia se ainda estavam me olhando ou o que faziam os que estavam sentados atrás. Os da frente de vez em quando viravam o rosto na minha direção e depois olhavam para frente de novo. O intervalo durou uns cinco minutos que, no começo, pareceram uma eternidade, e quando as luzes se apagaram de novo para dar início à próxima sessão, eu quis que aquilo nunca tivesse acabado, queria que continuassem me observando, que vissem que ali havia uma mulher no cio, que precisava de alguém que me permitisse dizer algo, ou de um pau para poder aproveitar a escuridão e dar uma chupada bem gostosa (como se fosse no do meu Marcel, a razão dessa loucura minha). Não tinham passado nem 15 minutos do novo filme, quando um par de homens se sentou nas duas cadeiras embaixo da placa de não fumar, um deles começou a tocar a virilha do outro e rapidamente abriu o zíper da calça, puxou pra baixo, tirou o pau dele e começou a chupar. Logo em seguida, ele mesmo abaixou a calça e pediu pro outro acariciar sua bunda enquanto continuava chupando o pau, não durou nem três minutos e deu pra ouvir o típico gemido de quem tá gozando. Quando a ejaculação terminou, quem tinha gozado se levantou, puxou a calça, ajustou o zíper e foi embora. Quem tinha feito a chupada, começou a cuspir a porra que ficou na boca e que não conseguiu engolir. Subiu a calça, ajeitou o vestido de terno que tava usando, se acomodou na cadeira e virou pra me olhar, era um homem de uns 50 anos, gordo e careca na parte de cima da cabeça. Depois de mais uns cinco minutos, ele se levantou e foi embora.

Depois disso, vendo que ninguém se aproximava de mim, que só ficavam me olhando e nada mais, me concentrei no filme, comecei a puxar um pouco mais o vestidinho e iniciei minha própria masturbação sem parar de olhar as cenas que passavam na tela, me imaginava sendo uma daquelas atrizes e quando uma delas começou a chupar com vontade o pau do colega de cena, comecei a meter e tirar meus dedos na minha bucetinha quente, esqueci se estavam me olhando ou não e quando aquela mulher linda subiu em cima do homem e começou a cavalgada, acelerei meus movimentos com a mão, levantei o máximo que pude minha bunda da cadeira. Me apoiei nas costas e nos sapatos de salto que tava usando e enfiei os dedos freneticamente na minha caverninha do prazer, gemei disfarçadamente até conseguir o orgasmo. Assim que isso terminou, começou aquela Maldito sentindo de culpa, as promessas mentais de que não traria meu Marcel para esse lugar, etc. Vestir o jeans e a jaqueta como pude, peguei minha bolsa e saí de lá em direção ao meu apartamento. Pelo menos tinha claro que quando levasse Marcel, se algum dia chegasse a essa etapa, não haveria maior problema. A maioria dos frequentadores eram homossexuais e só se interessavam pelo que já teriam programado, então isso seria bom para meus planos, no máximo aproveitariam o espetáculo que eu daria chupando meu Marcel e com isso fariam suas punhetas ou mamadas entre eles mesmos.

3) Na semana seguinte à minha ida ao teatro pornô, minha mente e principalmente minha bucetinha molhada já me pediam aos gritos para seguir em frente, que precisava ter o pau do Marcel dentro da minha boca, que devia seduzi-lo e excitá-lo ao máximo. Então decidi preparar as meias finas, a liga, um fio-dental e os sapatos de salto 15 cm para levar ao trabalho na minha bolsa. Vestir o uniforme normal: saia até os joelhos, sapatos de salto baixo, camisa de botões e jaqueta. Disse a Marcel que precisava que ele buscasse o recibo de luz e fosse pagar, mas para não enfrentar aquelas filas longas, fosse ao escritório onde trabalho depois do meio-dia e passasse pelo caixa onde eu atendia para facilitar a vida dele. Depois do almoço, fui ao banheiro do banco, tirei a calcinha e os sapatos do uniforme, coloquei as meias finas, a liga, o fio-dental e os sapatos de salto alto. Assim saí sem chamar a atenção dos meus colegas e fui para o meu posto de trabalho.

Por volta das 3 da tarde finalmente vi Marcel entrar no escritório, minha respiração acelerou mas no mesmo instante levantei a saia até um pouco acima da metade das minhas pernas, chamei Marcel e quando ele se apoiou no balcão do caixa, deixei cair um carimbo "involuntariamente" e empurrei a cadeira giratória para trás, me abri um pouco... pernas e me abaixei para pegar o que tinha caído. Depois voltei lentamente à minha posição normal e olhei para o rosto dele, estava corado, o que me indicou que ele realmente tinha observado minha virilha e a lingerie que meio as cobria, tinha alcançado meu objetivo. Terminei de atendê-lo como se nada tivesse acontecido e disse que nos veríamos mais tarde no apartamento, que chegaria um pouco tarde porque precisava fechar o caixa e acertar as contas do mês. À noite, quando cheguei no apartamento, Marcel estava na sala vendo TV e, ao entrar, me inclinei para cumprimentá-lo com um beijo e notei que ele novamente estava olhando para minhas pernas e percebi uma leve reação sobre o shorts que cobria o troféu que eu esperava poder fazer meu algum dia. Me virei e fui para o meu quarto deixar a bolsa de mão, caminhei lenta e sensual e de relance pude observar que ele estava olhando para o meu corpo disfarçadamente.

Neste momento estou vendo um filme pornô no computador (tube8.com, Stepsister moves in: é sobre como uma meia-irmã vai morar com o irmão e a esposa dele e as duas dão um jeito de levá-lo para a cama no andar de cima, para lá chupá-lo e montar nele que é uma delícia; as duas estão com minissaias pretas e jaquetinhas sobre os peitinhos, já a esposa o jogou de costas na cama, começou a chupá-lo e a irmã está se masturbando de tão gostoso e lambendo os lábios, a esposa tirou a roupinha que estava usando e está lambendo ele devagar pela parte de cima, olha de relance para a irmã do marido e mostra ele completamente ereto, diante do que a irmã para de se masturbar e rasteja em direção ao pau do próprio irmão, a esposa apenas deixa ela observar a chupada que ela mesma está dando, coloca ele pertinho da boca da irmã e deixa que ela dê algumas linguadas… deixa que a irmã chupe a cabeça daquela delícia de pau… agora estão chupando ele alternadamente… até o fundo… a esposa tira a minissaia na irmã... enquanto ela está chupando ele até os testíbulos, as duas gemem de prazer, já se põem de pé as duas para esfregar seus corpos voluptuosos totalmente nus, a irmã senta de costas sobre a barriga do irmão e a esposa esfrega o pau entre os lábios vaginais dela, depois a irmã se afasta e coloca sua bocetinha sobre o rosto do irmão e a esposa fode aquele pau gostoso e coloca debaixo da sua cavidadinha gostosa, cruza a perna direita sobre o corpo do marido enquanto ele está chupando a buceta da própria irmã, com a mão direita por trás do corpo a esposa guia o pau do marido até a entrada da sua boceta totalmente depilada e senta naquele pau duro, deixa entrar suavemente e começa a cavalgada... a irmã não resiste a tentação e pede à esposa que se afaste para o chão do quarto enquanto ela direciona sua boquinha para o pau do irmão que não para de dar prazer chupando sua bocetinha... chupa ele todo gostoso deixando que o líquido pré-seminal que sai daquele pau escorra pela comissura dos lábios, a esposa tira aquele objeto da boca dela e começa a chupar de novo, a irmã tira sua boceta da boca do irmão e de quatro direciona sua entreperna para o pau do irmão, a esposa ergue com a mão direita masturbando lentamente e olhando com cara de safada para sua cunhada... até que consegue sentar no pau do próprio irmão, a esposa tira e chupa e depois coloca de novo na entrada da buceta da irmã que deixa entrar rapidamente e inicia uma cavalgada rápida e solta gritos de prazer.. tem uma cara de possessa, os olhos se reviram e a cara fica totalmente perdida, gozando aquele pau entre suas entranhas... finalmente a esposa se afasta e diz que já que são irmãos se beijem de língua e ao terminar o irmão coloca à disposição da boca da irmã de novo... até que se (derrama no rosto dela). Infelizmente não posso me masturbar porque estou num Lan House, acho que vou chegar no meu apartamento e olhar o volume da virilha do meu Marcel e depois me punhetar em nome desse mastro que preciso com tanta urgência... estou totalmente encharcada (mas ainda estou de calcinha, então não vai ter problema).

No próximo relato vou contar sobre o desenvolvimento do que eu fizer para conseguir montar no meu Marcel. Estou pensando em começar a sedução do meu filho vestindo o vestido preto de 80 cm e com o tempo ir colocando os mais curtinhos até que já esteja certa de que conseguirei vestir o vestidinho marrom com o qual finalmente vou me jogar para comer o pau do meu Marcel... não sei como vai terminar essa segunda etapa, mas contarei assim que acabar, esse relato será dedicado a tudo que eu tiver feito e conseguido com meu filho, seja eu conseguindo meu propósito ou não.

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