Primeira história

Tava voltando pra casa depois da faculdade. Um dia pesado, com um monte de tarefa pra fazer, um monte de pendência além das que já tavam na cabeça. Quando cheguei no ponto do busão, mal encostei a frente dos joelhos no banco pra sentar e já percebi... do jeito que eu tava, nada ia dar certo. Precisava relaxar, e bem antes de entrar naquele busão, nunca imaginaria que tava na porta que eu precisava exatamente. O motorista me cumprimentou, me chamou pra subir. Subi. Paguei o motorista, que me encarou firme e, depois de um tempo, arrancou. Tava cheio pra caralho. Mal dava pra passar entre o povo, a maioria homem na real, que pareciam cavalheiros porque só tinha mulher sentada nos bancos. Sorte a minha, hein, porque já não tinha mais lugar e eu tive que encarar a viagem no meio de um monte de macho que não eram tão cavalheiros quanto pareciam.Primeira históriaAh, ah. Foi um erro subir. Na hora senti os olhares dos meus vizinhos de viagem no meu decote, que mesmo não sendo tão ousado, parecia carne numa jaula de leões. Era só uma blusa polo de três botões. Foi um momento tenso, mas que aos poucos me deixava mais e mais excitada. O mais frenético eram as paradas: quando meus companheiros de viagem desciam, passavam de lado, sempre de frente pra mim, pra que, ao passar, o que sobra dentro das calças deles encaixasse perfeitamente no espaço que falta no meu jeans.vadiaComecei a gostar de ser roçada. Principalmente pelo cara que tava atrás de mim, já que ele aproveitava cada chance pra virar a mão e me apalpar um pouco. Era bem na cara, mas não falei nada, ele era bem gostoso. Mal via a hora de ele se virar e me agarrar.orgiasDo nada, chegamos na parada mais cheia de todas. Dezenas de estudantes substituíram quem tinha descido antes. O ônibus, que já tava lotado, agora tava impossível de descrever. Mas foi uma bênção, na real, porque o cara de trás achou a desculpa perfeita pra se esfregar em mim. Com aquele aperto no corredor, ninguém ia desconfiar das mãos dele no meu corpo. Assim que ele colocou a mão na minha bunda, não fiz questão de mostrar vergonha ou pudor, e eu mesma pus a mão no pedaço dele sem pensar. Ele se surpreendeu, e como se não tivesse ninguém por perto, enfiou a mão dentro da minha calça jeans apertada e foi até o fundo, onde só senti que tinha tocado o céu da putaria. Percebi o pau dele crescendo, e talvez tenha sido porque ele sacou que eu não tava de calcinha, com essa jeans tão macia que eu uso. Mas tava apertada demais pra ele mexer os dedos, então tive a coragem de desabotoar um botão... abaixar um pouco o zíper... dar uma folguinha...raposaSabia que estava indo longe demais, mas a tentação era tanta...

Quando o ônibus parou de novo, um monte de gente que estava sentada desceu, causando uma baita movimentação, e quando me dei conta, meu vizinho de mãos safadas tinha saído do transporte. Fiquei meio decepcionada, mas rapidinho me cobri, lembrando que estava com o jeans abaixado. Finalmente sentei, já que tinha um pouco de espaço, embora o corredor ainda estivesse cheio, e o lugar que peguei dava pra ele.

Fiquei pensando por um momento no que tinha feito, chocada com meu nível de imaturidade, mas de repente fui interrompida por umas risadas dos passageiros que estavam em pé ao lado do meu assento. Eram os estudantes, que eu nem tinha notado se mexer pra lá, perto de mim. Ignorei eles por uns segundos, até que de repente senti um empurrão vindo deles, minha bata esbarrou no ombro de um, e parecia que estavam tirando sarro. Por um momento achei que estavam se aproveitando, mas depois comecei a pensar que talvez tivessem me visto com aquele cara de mãos atiradas... não sabia o que fazer, até que os caras fizeram de novo, e aí eu levantei. Levantei rápido porque ainda estava desabotoada e só me cobria a blusa, que por sorte era comprida e justa. Quando passei chateada, dando um empurrão neles, me enganei, porque a partir daí os caras ficaram ainda mais insuportáveis. Me coloquei do outro lado do ônibus, na parte de trás. Os caras me seguiram. De dois, passaram a ser cinco, ou algo perto disso. Um ficou de cada lado, outro par atrás, e o resto ajudava a tampar a vista. Primeiro começaram devagar, com uns empurrõezinhos nas lombadas e paradas. Depois começaram a esfregar as peças deles no meu corpo. Fiquei em choque, eram menores de idade e, verdade seja dita, eu não fazia nada... porque tava gostando.

Uns dois minutos de olhos fechados e aí veio o estopim. Um dos caras tentou puxar meu jeans pra baixo de uma vez, mas quando senti as mãos dele na minha cintura, eu impedi, e Forcejamos uns segundos até eu me virar e dar um tapa nele; na real, eu só tava fazendo a difícil. Os amigos dele me apertaram naquele momento e, quando o cara ousado enfiou as mãos dentro da minha calça jeans e começou a me massagear, a menina difícil acabou. Peguei a outra mão dele e coloquei na minha bunda. Peguei mais duas mãos, dos caras ao meu lado, e coloquei nos meus peitos. Comecei a massagear os paus desses dois. O ousado me virou de costas, e minha surpresa foi que não eram cinco, nem seis, nem sete caras ao meu redor. Até a metade do ônibus era só estudante. Quando vi todos eles, perdi a força nas pernas, fui caindo no banco de trás, onde, pra minha sorte, outro estudante tava sentado. Dois caras me seguraram pelas pernas, o ousado puxou minha calça jeans e deixou nos meus tornozelos. Ele se enfiou de joelhos no triângulo que minhas pernas e a calça formavam e, como uma fera, se enterrou na minha buceta. Os estudantes sentados ao meu lado levantaram minha blusa (e ouvi a costura rasgar um pouco). Os que estavam segurando minhas pernas tiraram os paus deles sem um pingo de vergonha e passaram por cima dos que estavam sentados ao meu lado, colocando eles na minha cara... aí saí do choque e a fera dentro de mim acordou.

Afundei mais o cara que tava na minha buceta. Peguei os dois paus com as mãos e comecei a prepará-los. Passei a língua de leve num deles pra deixar ele com vontade de mais, enquanto no outro dei uma lambida da ponta até as bolas. Comecei a chupar ele brutalmente, e isso fez o outro começar a briga pela minha boca. Ele me puxou pelo cabelo e colocou meu rosto na frente do pau dele, e eu respondi com força: tirei o ousado, soltei o calçado empurrando um pé com o outro, tirei a calça jeans completamente e fiquei de quatro, pegando pela cabeça o cara que tinha me puxado pelo cabelo. Forcei ele a me lamber, mas não a buceta, e sim o cu. Peguei o pau do cara que eu tava chupando Chupando antes e enfiei de novo na boca, alternando isso com esfregar ele no meu rosto. Foi uma explosão. Chegaram quase quatro caras a mais e me colocaram de novo contra o banco. Todos enfiaram a mão na minha buceta ao mesmo tempo.gangbangFoi tão frenético, me deixou louca. Aí eu me levantei no mesmo banco, me apoiando nos tubos, virei de costas e empinei a bunda pra todo mundo meter a língua. Devia ter umas 8 línguas no meu cu e nos meus glúteos. Foi uma das sensações mais gostosas da minha vida, até aquele momento.
Desci do banco de costas, e assim que desci, como peça de encaixe, eles entraram em mim. Caí e fui completamente penetrada. Quem foi? Sinceramente, já nem ligava mais. Eu distinguia os caras pela grossura das pirocas, não pelos rostos ou vozes.
Mas o cara não meteu na minha buceta, e sim no meu cu, tão dilatado que tava pelo nível de excitação — que claramente não era normal — que não senti muita dificuldade quando fui empalada. E o cara não se contentou, me pegou como se fosse uma chave de arte marcial pelos meus braços, jogando meu quadril pra frente. Dois caras seguraram uma perna minha cada um, e um terceiro, com caminho livre, meteu na minha buceta. Nunca tinha tido uma penetração dupla, e não seria a última. Mas não acabou ali: eu nem tava tocando o chão, não tinha controle de nada.estuproCom os olhos fechados, achei que tava sonhando, nunca pensei que ao subir no ônibus tudo fosse tomar esse rumo, e olha que fazia anos que não pegava um bus. Abriram meus olhos quando na minha boca (que eu não conseguia fechar de tão fortes gemidos, gritos que escapavam) entrou a terceira pica, e não uma qualquer, uma das mais grossas que já conheci na vida toda. Encheu minha boca por completo, quase tocando a campainha da garganta, senti o céu da boca apertado.

E mesmo assim, nem assim eu conseguia parar de gemer.onibusO cara tinha subido num banco igual eu, e se segurando num tubo, enfiou a pica até chegar na minha boca. Eu tava sendo crucificada, crucificada com três pregos enormes.
Naquela hora, já tinha gozado umas três ou quatro vezes, mas não conseguia parar, não queria parar. Entre os movimentos dos caras, minhas contrações de prazer, as mãos dos outros alunos, e os buracos e freios do ônibus, não dava pra sentir mais prazer na vida.

Mesmo parecendo tão devagar, tudo isso aconteceu num trajeto de uma hora.
Ato seguinte, eu já tava deitada, satisfeita de prazer por cima de todos os males que tinham me furado. Inclusive um ainda não tinha saído de dentro de mim. Depois virei pra cima e uma pica enorme, que acho que foi a que tive na boca, tava se punhetando, e de repente, uma explosão de porra quente caindo em cima de mim.macicasE ele não foi o único, uns 7 caras se posicionaram pra fazer eu escorrer porra.minha fantasiaMe levantei e, com decisão e de joelhos, dei uma chupada de pau como nunca. Depois de gozar, me joguei de novo no chão, e os caras foram pra casa. Fiquei largada no chão igual uma puta violentada, mas de estupro não teve nada, curti cada segundo como se nunca tivesse transado na vida.Primeira históriaMe limpei, me vesti de novo, e me preparei pra descer, num ônibus vazio.
Quando cheguei no começo da escada de saída, senti uma leve tensão no quadril que tava quase deslocado. Era o motorista, que me puxou de volta pra onde ele tava e falou baixinho: — Você, muitos amigos meus e eu vamos ter uma puta reunião, não vai querer perder, vai?
— Me leva, que essa rabuda nunca se satisfaz, motorista.

4 comentários - Primeira história

Me encanto una verdadera puta como me gustan
Y solo es una fraccion de lo que imagino 🙄