Deseo de hijo, deseo de madre: El diario (Parte 4)

Eva já é presa da luxúria e da putaria que sente ao ler o diário do filho, e se sentir desejada faz com que ela comece a tramar as próprias fantasias...com Pedro....

O beijo do Pedro quando chegou em casa, ela sentiu no corpo todo. Ficou atenta pra ver se ele roçava nela, se disfarçava pra acariciar. Mas não notou nada estranho.

Durante o almoço, não conseguiu evitar de olhar pra ele. Os olhares cruzados voltaram. A umidade voltou pra buceta dela.

Eva tinha medo de uma coisa: ficar sozinha. Sabia que, se isso acontecesse, iria pro quarto do Pedro ler mais. Desejou que ele não saísse naquela tarde.

— Mãe. Essa tarde eu encontrei com o Juan e o pessoal. Não demoro.

— Ah... Tá bom. Divirta-se.

O marido dela ia pro escritório. O Pedro, pros amigos. Ela... pegar o diário. Nem tentou resistir. Sabia que seria inútil.

Assim que o Pedro foi embora, ela foi direto pro quarto dele. Percebeu na hora que o diário tinha sido mexido. O coração bateu forte. Pegou o caderno e foi pro final.

"Hoje aconteceu de novo. Durante o almoço, ela ficava me olhando. Mais do que o normal. Com certeza é só coisa da minha cabeça. Mas o que eu quero é que esses olhares sejam reais. Que minha mãe esteja começando a me olhar como homem.

Mas o que eu tô falando? Por que eu me torturo assim? Sei que isso é impossível, impensável. Pra ela, eu não passo de filho, de criança. Se ela soubesse como eu a desejo... as coisas que já imaginei sobre ela...

O que ela pensaria de mim? Iria pensar que sou um monstro."

— Ah, meu pobre tesouro. Nunca pensaria isso de você. Você não é nenhum monstro. É meu filho. O melhor filho.

Eva falava com o diário, como se falasse com o Pedro. Percebeu por aquele parágrafo como ele se fazia as mesmas perguntas que ela. Como tinha os mesmos medos.

Deitou na cama do Pedro. Naquela cama onde sabia que ele tinha se masturbado inúmeras vezes pensando nela. Levou a mão direita até a buceta. Com os dedos da esquerda, que seguravam o caderno, abriu o diário. Quinta-feira, 22 de julho de 2012.

Quando cheguei de dar uma volta, ela estava sentada na sala, falando no telefone. Na hora percebi que era com minha tia Júlia. Quando elas começam a conversar, podem passar horas batendo papo sem parar.

Dei um beijo nela. Eu sei que não é normal um cara de 20 anos beijar a mãe toda vez que chega em casa. Mas esses beijos que dou nela me fazem tremer. Sempre espero que ela se mexa e nossos lábios se rocem.

Sentei pra ver TV. Ela continuava com a conversa interminável com a tia Júlia. Tinha tirado os chinelos e subido as pernas no sofá. Olhei disfarçadamente pros pés dela. Pras pernas. Pra como ela passava a mão descuidadamente no tornozelo.

Como sempre, comecei a ficar excitado. Meu pau foi inchando e incomodando. Com cuidado pra ela não perceber, ajustei ele pra não me atrapalhar.

Olhei pra ela. Nunca vou me cansar de olhar. Ela ria com as coisas que minha tia contava. Vi os dentes brancos, perfeitos. A língua dela. E, principalmente, os lábios sensuais. Não sei quantas vezes imaginei beijando ela com paixão. E as vezes que imaginei...

Mais uma vez, minha imaginação sem limites começou a voar. Olhando como ela ri, como gesticula com as mãos, me vejo levantando e me aproximando dela. Fico de pé ao lado dela. Ela não para de falar, mas o olhar dela desce até o volume que meu pau faz na calça.

Lentamente, o olhar dela sobe até meus olhos. Ela sorri pra mim.

Abro minha calça. Os olhos dela se fixam na minha calça. Enfio a mão e tiro meu pau pra fora. Duro, rijo. Também tiro minhas bolas. O jeito que minha mãe olha pro meu pau me faz arrepiar.

Ela continua falando. Eu me aproximo mais. Meu pau chega perto do rosto dela. Rospo a testa dela com a ponta. Começo a passar ele pelo rosto dela. Da testa desço por um lado até a bochecha. Devagar, aproximo ele dos lábios dela. Ela afasta um pouco o telefone pra dar mais espaço pro meu pau. acesso. Como ela não para de falar, sinto o hálito quente dela na ponta do meu pau.

Aperto, pressiono. Ela aproveita que minha tia tá num dos seus discursos pra abrir a boca. Meu pau entra. A língua dela se enrola em volta.

Ela tira pra responder minha tia.

— Júlia, tô com a orelha quente. Vou colocar no viva-voz.

Ela aperta o botão e deixa o telefone na mesinha do lado do sofá.

— Tá me ouvindo? — pergunta.
— Sim, perfeitamente — diz minha tia — Então, como eu tava dizendo... blá blá blá...

Os próximos 10 minutos são de puro prazer, puro tesão. Passo o pau no rosto dela. Enfio na boca dela nas pausas. Ela não usa as mãos. Só a boca, o rosto.

Numa das vezes que ela tá calada, com a ponta do meu pau entre os lábios dela, ponho uma mão na cabeça dela e empurro devagar, mas firme, em minha direção. Minha mãe começa a engolir meu pau.

Não paro de apertar até que mais da metade do meu mastro duro tá alojado dentro da boca quente dela. Tiro a mão. Minha tia continua com as histórias dela. Minha mãe, com meu pau enchendo a boca dela, tá me encarando nos olhos. Eu me mexo, pra frente e pra trás. Começo a foder a boca da minha querida mãe.

A língua dela não para um segundo de acariciar meu pau.

— E o que você acha que a puta me disse? — perguntou minha tia.
— Não sei. O que ela disse? — respondeu minha mãe, tirando meu pau brilhante da boca.

Com a mão, fiz ela enfiar de novo. Até minha tia ouve o som do boquete.

— O que você tá comendo?
— Um... doce.
— Hum, que gostoso. Daqueles recheados?
— Sim. Recheado de creme — ela diz, me olhando nos olhos.
— Eu não tenho nada pra botar na boca.
— Aposto que um docinho desses ia te encantar.

Fodo a boca dela mais um pouco. Sinto o orgasmo chegando. Quando tô quase lá, tiro o pau da boca dela e deixo apontado pro rosto dela, sem encostar.

Um espasmo tensiona meu corpo inteiro. corpo. Meu pau se move sozinho, sobe, desce. E um jorro enorme de porra sai da ponta e espirra na carinha linda da minha mãe. Cobre desde a sobrancelha direita até os lábios.

Outro espasmo. Outra sacudida no meu pau e outro jorro de porra cai na cara dela. Durante meu orgasmo intenso, são mais de cinco tiros que acertam em cheio o rosto dela. Os dois seguintes, com menos força, caem na blusa dela.

A imagem do filho gozando na cara dela levou Eva a um orgasmo feroz. Ela enfiou dois dedos o mais fundo que pôde na buceta e gozou na cama do Pedro. Gozou quase sentindo o calor do sêmen no rosto.

"Eu olho pra ela. Ela olha pra mim. Nunca a tinha visto tão linda, tão gostosa. Com minha porra espalhada em vários regos no rostinho lindo dela. E um sorriso na boca.

-Ummm, Júlia. Já cheguei no recheio do doce.

-Tá gostoso?

Ela me olha com tesão. Pega um pouco da minha porra no dedo e leva à boca.

-Uma delícia.

Fico mais de um minuto olhando pra ela. Parte da minha gozada começa a escorrer na blusa dela. Sento do lado dela. Minha mão direita pousa na coxa dela. E começa a subir, entrando por baixo da saia.

Ela abre as pernas, me convidando a continuar. Quando chego na calcinha dela, encontro ela encharcada. Enfio a mão por baixo e minha mãe morde o lábio inferior.

Começo a fazer uma masturbação bem lenta olhando pra ela. Ela tenta não gemer. Tenta que a Júlia não perceba nada na voz dela sobre o prazer que tá sentindo, mas eu intensifico o carinho.

-Bom, Júlia. Tenho que te deixar agora. Vou no supermercado.

-Tá bem, linda. A gente fala outro dia.

Assim que desliga, minha boca voa pra boca dela. A gente se beija com paixão, com intensidade. Não paro nem um instante de esfregar a buceta dela, de penetrar com meus dedos.

Até que consigo que minha mãe goze entre gemidos. Ela ofega dentro da minha boca, tremendo de prazer. Depois, quando ela se acalma, tiro meus Mojados dedos da buceta dela e levei à minha boca. Chupei eles.
- Hummm, mamãe. Que gostosa você tá!

Imaginar Pedro chupando os dedos molhados dos sucos da buceta dela provocou mais um orgasmo em Eva. Ficou exausta de tanto prazer. Quase dormiu na cama do filho, mas se levantou, guardou o diário e foi pra sala. Lá, vendo TV, acabou pegando no sono.

Pedro acordou ela um tempo depois.
- Ufa, acabei cochilando.

Durante o jantar, mais olhares. Cada vez mais intensos. Será que ele escreveria sobre esses olhares naquela noite? O que mais escreveria sobre esse dia?

Eva nem sabia se ele escreveria algo. Pelo que tinha visto do diário, ele não escrevia todo dia. Tinha lacunas. Eva queria ler tudo. Tudo o que ele tinha escrito. E, acima de tudo, queria ler o que ele escrevesse por último. Porque seria sobre coisas que ela lembraria. Sobre coisas que teriam acontecido no dia anterior.

Depois, na cama dela, no escuro, os roncos do marido não deixavam ela dormir. Mas não era só por causa dos roncos. Era por causa do tesão dela. Teve que levar a mão até a buceta. Teve que se masturbar pra não enlouquecer.

Até então, ela se masturbava revivendo as fantasias de Pedro, lendo elas no diário. Naquela noite, começou a ter fantasias próprias.

Com os olhos fechados, com dois dedos esfregando o clitóris e outros dois beliscando um dos mamilos, ela se vê acordando cedo. O marido ainda dormindo. Sem fazer barulho, vai até o quarto de Pedro. Sabe que, atrás da porta fechada, ele está nu na cama, com o pau duro entre as mãos.

Abre. Vê ele. Se olham. A mão de Pedro não para de subir e descer ao longo do pau dela. Entra, fecha a porta e se aproxima da cama.

Não há palavras. Sobe na cama, deita de bruços entre as pernas do filho, tira a mão dele do pau e enfia ele na boca. Começa a chupar o pau dele, devagar, sem pressa, olhando nos olhos dele. Pedro acaricia as bochechas dela com carinho. Ela leva a mão direita pra sua Buceta e ela se masturba enquanto chupa o pau do seu amado filho.

Ele geme de prazer, com os olhos semicerrados. Ela também geme de prazer, com a boca cheia da rola dura. Pedro coloca a mão no cabelo dela e faz ela acelerar o boquete. Ela chupa com mais força, sobe e desce mais rápido. Os dedos que esfregam a buceta dela também aumentam o ritmo.

Pedro começa a ficar tenso. Ele mexe os quadris, tentando foder a boca dela. Ela sente a rola começar a ficar mais dura. O filho dela se tensiona e começa a gozar com intensidade dentro da boca dela. Ela sente os jatos de porra batendo no céu da boca, na língua. A boca dela se enche do gostoso e grosso esperma do filho.

Não aguenta mais. Se não engolir, vai vazar da boca. E ela não quer perder nem uma gota. Ela goza bem na hora que sente a porra descendo pela garganta. A rola continua soltando mais e mais gozo, e ela tem que engolir várias vezes.

Ao lado do marido dormindo, Eva está gozando imaginando que está engolindo o proibido esperma do Pedro. Ela goza intensamente, com o rosto contra o travesseiro, com o corpo todo tenso. Um orgasmo longo, libertador.

Já sem mexer os dedos, ela continua imaginando. Imagina que tira a rola da boca, que dá beijinhos e lambidas. Levanta da cama do Pedro e dá um beijo na boca dele.

— Obrigada pelo café da manhã, meu amor. A mamãe volta amanhã pra mais.

Com um sorriso nos lábios, Eva dormiu.

Continua...

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