Olá Poringuer#s.
Esta última parte poderia se chamar "O Cumprimento da minha amante ou A vingança do amante".Despedida da Luna Blanca do "Debut: garota poringa":O que vivi no resto do domingo, durante toda a segunda e parte da madrugada de terça é muito pra um post, e a estreia da garota da poringa que escreve teria muitas partes; no entanto, apesar disso, deixei um salve na quarta parte, mas com a possibilidade de contar algo diferente se rolasse.
Todos esses dias que passamos no apartamento eu e meu amante, não foi só sexo, também teve carinho, sexo pesado e hard-sex, e até fizemos amor! Me dediquei a fazer com que na minha casa ele só fizesse quatro coisas: descansar, dormir, comer e foder; e assim me dediquei a mimá-lo pra deixá-lo firme pra guerra, mesmo tendo usado ele como nunca.
Minhas amigas e colegas de trabalho só me perguntaram hoje o que houve, já que não atendi nenhuma ligação nem mensagem. Pras mais próximas e discretas pude contar o que rolou, pro resto fingi de sonsa, e com minha aparência virginal que finjo ter, falsamente, não é difícil convencê-las. Faço o mesmo com os homens. Na rua, perante a sociedade, gosto de mostrar uma aparência frígida, angelical, inocente e virginal, com pouca experiência; mas depois que conheço quem são os homens (e as mulheres, claro também) discretos, começo a mostrar meu outro eu, onde sob a asa da discrição sou eu que esquento a outra pessoa, desde submissa inexperiente até a mais puta de todas (acho que todas dizemos o mesmo, só que os homens não conseguem adivinhar quem é frígida de antemão e quem é as lobas vampiresas)...
Depois de voltar do trabalho, cansada não do trampo, mas da atividade física que tive o domingo e a segunda inteiros; abri as janelas do apartamento; limpei todos os lugares onde fodemos, sofá, cadeiras, paredes, espelho, cama, banheiro; as coisas que usamos pra brincar ou nos lugares onde ele gozou, como copos e taças, calcinhas e eu, claro. Lençóis, sofá, lençóis e chão lavados. E joguei desodorante de ambiente. Não porque não goste do cheiro de luxúria, mas porque não confio na palavra do meu namorado, que mesmo me dizendo que chega no... quarta-feira, pode ser que ele queira me dar uma bela surpresa, e no final quem sabe ele me leva.
Bom, agora é hora de dormir e esperar meu namorado para transar na cama onde meu amante me comeu o fim de semana inteiro sem parar.
Antes de me despedir, deixo pra vocês o último de hoje com um dos meus melhores amigos.Me despedindo com minha amante:Antes de dormir com meu amante, a gente transou na cama onde na quarta-feira vai dormir e comer minha namorada, meu namorado. Fizemos devagar, tranquilos, depois que meu homem gozou na posição missionária dentro da minha buceta, pedi pra ele não sair, pra continuar dentro de mim, que quero dormir abraçada e penetrada pelo corpo dele. E assim ele fechou. Fechei os olhos, abracei ele com os braços, minhas pernas abertas esticadas, enquanto ele deixou uma mão na minha bunda e a outra atrás da minha nuca. Nessa posição linda, sentia o peito dele expandir e contrair a cada respiração. Isso me relaxou e encheu de ternura, sem deixar de me sentir lisonjeada por tantos favores. A última coisa que lembro antes de dormir é o sêmen escorrendo pela minha buceta e deslizando pela minha raba.
Quando acordei, não sei a que horas, todas as luzes do apartamento estavam apagadas e a gente coberto, pelados, eu de lado com meu amante atrás, com o pau dele mole, também descansando (com o uso que dei, ele merece), apoiando uma nádega da minha bundinha minúscula, que ele penetrou à vontade durante esses dias de chifrada. Não me preocupei com o resto porque a gente se cuida um ao outro, então nem reparei que o despertador estava ativado. Confiei nele.
Assim que o despertador do celular dele tocou pra gente se preparar pra ir trabalhar, acordamos. Agradeci ele pelo que fez ontem à noite depois que dormi e por apagar o incêndio com o extintor dele pra acalmar tudo. Dei um beijo nele, deitando em cima e apertando meus peitos, e ele disse: "de nada, quando quiser, gostosa", e me deu um tapa na bunda. "Vou tomar banho, lindo", falei, desci e chupei ele mole. Não queria que eu fizesse boquete porque, com bom senso, ele disse que a gente ia chegar atrasado no trampo. E ele tinha razão, mas chupei um pouco. Comecei a felação com o pau inteiro dentro da boca. Com gosto de sexo de antes de dormir. Tava suja, com gosto, não só de pênis, mas com gosto de buceta e sêmen seco. O pau de repente crescia e crescia, de comprido e de grosso, que me engasgou e não consegui. segurar na boca, então um pouco ficou pra fora. Usei meus melhores truques pra ele gozar rápido; ele pedia por favor pra eu parar porque senão ia me comer e a gente nunca mais ia sair dali. Quando ficou bem durinho até começar a pulsar sozinho, enfiei um pouquinho na buceta até o fundo, bombeei umas dez vezes e larguei, fui tomar banho, e claro lavar a boca — não vou sair com cheirinho de pinto e porra na boca pro trabalho, né?!. Às vezes faço, mas hoje não porque a gente tinha acabado de acordar, e tenho que ir arrumada pro trampo porque fico com gente o dia todo perto de mim.
Quando saí do banho, foi a vez dele, e quando ele saiu, preparei um café da manhã enquanto o vestia.
Coloquei as meias, a cueca (antes dei uma chupadinha até ele ficar duro, e falei "quieto, campeão" e tampei), a camisa, a calça. Ele vestido, fui me vestir.
Terminei de escovar o cabelo, me maquiei pra vida civil.
Coloquei uma calcinha fio dental branca (a menorzinha), o sutiã com push-up e umas meias de nylon preta transparente. De propósito saí do quarto assim (pra ele me ver) e pedi pra ele pegar meus sapatos. Coloquei uma calça jeans justa; ela aperta um pouco as coxas e bastante a bunda e a virilha. Coloquei a camiseta preta curtinha (daquelas de sair, que mostra o fio da calcinha se a gente senta de um certo jeito que já sabe).
Nos despedimos com um beijo e com cuidado ele saiu do apartamento e me esperou no carro na esquina de casa. Em alguns minutos desci com um perfume bem suave que sei que ele adora.A Vingança da Minha Amante ou Quem Ri por Último Ri Melhor:Saí do apartamento, rezando pra que meu namorado não volte um dia antes, porque aí sim que a merda vai feder.
Quando saí do banheiro depois de pentear o cabelo de novo e pegar a bolsa no quarto, senti o cheiro de sexo, porra e buceta. Mas já era tarde. Me entrego à roleta da sorte, afinal, se tem uma coisa que não me falta é homem!
Saí do prédio, virei a esquina, achei o carro e entrei. A gente se beijou, eu passei a mão e apalpei ele por uns segundos, mas ele já ficou duro na hora.
— Te levo pro trampo, amor — ele falou.
— Que divertido você é, melhor me levar pra um motel — respondi no maior autoritarismo. Ele deu um sorrisinho.
— Não dá tempo pra isso.
— Mas ainda é cedo, a gente tem uns minutos de sobra. Pra isso a gente podia ter dado uma trepada lá em cima, no apartamento. Vou chegar muito cedo, e você sabe que isso não me agrada.
Ele não falou nada. Colocou uma música. E eu fiquei respondendo umas mensagens que chegaram no celular. Liguei pro meu namorado pra ver como ele tava.
Faltando uns quilômetros pra chegar no meu trampo, ele desviou. Não falei nada. Era uma área cheia de galpões, e ele estacionou num lugar que, mesmo não sendo escuro, também não pegava sol direto, só o reflexo. Entendi as intenções dele (ou pensei que sim): ele deslizou o banco do motorista pra trás e levantou ele. A gente se beijou. Ele passou a mão na minha bunda toda, desabotoou minha camisa e, sem tirar o sutiã, puxou meus peitos pra fora e meteu na boca, mordiscou e babou tudo.
Eu desci as mãos, desabotoei a calça dele, abri e puxei a cueca pra baixo, deixando livre o meu amigo cabeçudo, que com seu olho torto me olhava tão pidão que eu sucumbi ao apelo dele. Ali mesmo me ajeitei e chupei até o fundo; me esquentou tanto que meus lábios chegaram até o púbis dele.
— Agora vou te comer, putinha — ele falou.
— Mas não dá tempo, daqui a quinze minutos eu entro no trampo, seu idiota, vou chegar atrasada! Deixa eu te chupar e você goza na minha boca. Você sabe que quando eu quero, não derrubo uma gota e não deixo prova, por favor. Além disso, com a putaria que tô, continuo enfiando um pouco mais os dedos e gozo. Vamos acabar assim mesmo – implorei pra ele.
– Você não vai se atrasar se fizer o que eu mando. Confia em mim.
Saímos do carro e na parte de trás, no porta-malas, do lado, eu queria subir pra tirar os sapatos e uma perna da calça jeans, mas ele disse que não; que eu chupasse. Fiz isso, mas pedi pra ele não me fazer chegar atrasada. Ele respondeu: “você não vai se atrasar, puta, chupa logo, vou te foder rápido e a gente vaza”.
Sem abaixar a calça dele, só com o zíper e o botão abertos e a cueca um pouco pra baixo, chupei e chupei. As bolas dele também ficaram pra fora.
Fiz isso, chupei de cócoras enquanto me masturbava.
O tesão de alguém poder nos ver e o risco de chegar atrasada no trabalho, somados à segurança de que ele ia me deixar no trabalho no horário de sempre, me excitou pra caralho.
Quando ficou dura como ferro, ele passou entre meus peitos e deu uns tapinhas molhados nas duas bochechas e nos olhos, uma vez cada, e me mandou ficar de pé, de costas pra ele. Senti a virilidade gostosa dele, quente e molhada, na minha lombar, e com uma mão ele fez minha barriga e peitos se apoiarem na lateral do porta-malas do carro.
Ele soltou todos os botões da minha calça jeans e mal a abaixou junto com a calcinha fio dental.
Eu tentava abrir as pernas, ou pelo menos as coxas, pra ele entrar tudo.
Quando ele disse que era lindo ver minha bunda mostrando minha buceta inchada de tesão, vista assim por trás, e com minha calça e calcinha quase no lugar, isso o excitava.
Eu fiquei sem falar pra não prolongar a penetração, além disso, olhava pra ver se tinha algum voyeur, embora não me incomodem os que olham; o que me incomoda são os que tiram fotos e filmam porque podem te causar problemas pessoais, e até legais!.
A pica do meu amante violentou minha buceta brutalmente. Quando a pica já estava lubrificada com meus fluidos, senti que ele segurou ela com a mão toda e apontou. O míssil no cu do mundo. Supliquei pra ele não fazer. Mas ele não me deu ouvidos. Eu tava com medo de que meus gemidos e gritinhos e algum grito mais forte fossem ouvidos por algum estranho. Isso sim me dá vergonha. Além disso, tinha esquecido de levar uma calcinha fio dental de emergência pra trocar quando isso acontece ou sexo inesperado.
Meu amante penetrou. "Entrou a cabeça", ele me disse. Fechei bem os lábios e os dentes e assim gritei de dor e prazer. Uns segundos depois ele disse "agora você tem ela toda dentro, tudo, com cabeça e tronco". E bombou e bombou longo e rápido. Tirava ela toda e de uma vez enfiava de novo (isso me causava, óbvio que dor sim, mas também prazer); assim intercalava com penetradas profundas, com a pica toda dentro, mexia um pouco pra fora, depois com violência de novo pra dentro.
No começo se misturou a dor e o prazer. Enquanto a dor vinha, eu fechava com força os lábios e os dentes, e com as duas mãos a boca, e assim gritava o mais alto que podia de tanta dor. Não era a primeira vez que algo assim me acontecia, mas era a primeira vez que ele me comia desse jeito; nunca tinha me pegado com essa brutalidade. E enquanto me comia, eu me perguntava: por que agora, que não tem tempo, foder desse jeito? Pra evitar chegar atrasada no trabalho, decidi conversar sobre isso outro momento. Agora era aproveitar e sentir ele gozar.
Ele começou a me dizer "assim, vagabunda, vagabunda, grita. Tá doendo, né? Mas também tá gozando, não tá, vagabunda? Tá gostando, não tá, vagabunda? Assim, com as pernas que você não consegue abrir, me aperta mais te comer pelo cu do que pela buceta", ele falava no meu ouvido; e desabotoou meu sutiã. Agarrou firme os dois peitos, os apertou.
Eu sei o quanto excita ele me tratar como prostituta, como uma vagabunda dessas baratas; e eu gosto que às vezes me tratem assim, sem consideração nenhuma. Que me tratem como uma buceta com pernas, um corpo com tetas e cabeça com buraco pra enfiar a pica. Em certas ocasiões, me faz sentir mulher. É entregar tudo. O homem por quem a gente tem carinho. E raramente com desconhecidos ou quase desconhecidos, pelo menos. Mas se tem carinho entre o homem que está me usando e eu, me faz sentir mulher, tanta mulher que me dá prazer saber que meu corpo está causando tanto prazer a um homem, a um homem de braços, pernas e abdômen duros, e mãos que te viram e guiam do jeito dele para aproveitar uma mulher, uma mulher como eu que adora agradar.
Assim que passou a dor, apoiei meus antebraços no porta-malas do carro e, já erguida, segurava com as duas mãos os glúteos dele. Ofereci minha boca. Ele lambeu e beijou. Me agarrou pelo pescoço por trás e fez com que meu rosto, de lado, ficasse apoiado no porta-malas do carro, levou meus braços para frente. Pegou meus quadris, minha cintura e me disse quieta e calada, fuck you, permissão para gritar.
Me fez sentir mais puta, e me excitou ainda mais perceber que ele estava vestido. Só a braguilha da calça aberta, a cueca que só deixava o pau livre (não estava tão livre porque eu o tinha no cu, hehe, então posso considerar que não tinha nada ao ar livre), e a camisa com todos os botões nas casas. Eu me vi apoiada de frente com o rosto de lado no porta-malas do carro, com o sutiã aberto, peitos de fora, cu nu com um pau enfiado, meus sapatos nos pés e minha calça jeans e calcinha fio-dental apenas abaixadas.
Meu amante pegou meu cu com firmeza e força. Gemíamos de prazer. Não aguentei mais e violei uma ordem: levei minha mão habilidosa até minha buceta bem fundo e depois me toquei no clitóris até gozar. Esse macho que estava atrás não demorou muito mais. Encheu o fundo do meu cu de porra. Quando acabou, me ergui de onde estava e franzi meu ânus e nádegas e apertei o pau dele, feito uma furadeira. Virei a cabeça para vê-lo, e encontrei um homem saciado de prazer, saciado e satisfeito por ter comido uma mulher, e essa mulher sou eu. Com uma mão toca meus peitos e com a outra pega meu rosto e nos damos um excelente beijo de língua.
— Pronto, puta — ele me disse —, você vai chegar atrasada.
Ele me soltou. Tirou ela de dentro de mim. Limpou ela nas minhas nádegas. E na parte mais larga da minha calcinha fio dental (onde cobre a buceta) ele limpou a pica dele. Cobriu o pau dele com a cueca. Fechou o zíper e colocou o botão na casa da calça dele. E me disse: “Pronto, Luna, vamos, se apressa, senão você vai chegar atrasada no trabalho, e não vai ser culpa minha”.
Preciso confessar pra vocês, Poringuer#s, que me excitou de novo ele me tratar como uma puta até o fim. Mas pensando melhor, não é bem assim, porque pelo menos elas ganham dinheiro, eu fui tratada como uma vagabunda. Ele mexeu com a minha cabeça. Nunca tinha durado tanto tempo a brincadeira quando ela era pesada assim.
– Me espera – eu falei. E ali mesmo, um pouco afastada do carro, pra não deixar evidência, cuspi todo o sêmen que ele depositou com carinho em mim. Não achei que conseguiria segurar até o banheiro do trabalho. Depois que terminei, falei pra ele ver se eu tinha me sujado. Tenho muita experiência nisso, sei como fazer, mas a gente nunca sabe, sou muito cuidadosa, e mesmo tendo minha técnica, acidentes acontecem. (Antes eu era uma idiota. Por isso sempre usava saia, é mais fácil, e se fizesse bagunça, era só nos meus sapatos ou pernas. Quando peguei o jeito, já consigo de calça sem me sujar. Não sei se os homens gostam de ver a gente cuspir porra, mas até agora ninguém reclamou nem fez cara feia, alguns até pediram pra filmar ou pra eu fazer num vidro pra gravar bem de frente!. E também não sei se outras mulheres gostam de fazer isso. Esse assunto ainda não conversei com nenhuma amiga ou outra mulher. Então não sei.).
Como estava perto do trabalho, não limpei a zona de guerra, ia fazer isso quando chegasse.
Vesti a calcinha fio dental de volta. Na parte da ppk senti que estava molhada por causa da pica que tinha meus fluidos e o néctar branco dele.
Vesti o jeans.
Ele me ajudou a prender o sutiã, e juntos abotoamos minha camisa.
Antes de entrarmos no carro, ele percebeu se tinha ficado marcas do crime nas minhas roupas e me disse: “Fica aí”. Fica tranquila que nem dá pra perceber que te comeram gostoso." Gostei que ele continuou me tratando assim. Ainda fiquei com tesão. O orgasmo de agora não foi suficiente.
Por insegurança minha, continuei arrumando minha roupa. Subimos no carro, ele ligou e fomos embora.No carro, a caminho do trampo.Em poucos minutos eu entrava no trabalho.
Tava meio desarrumada, nada demais, mas meio bagunçada. Parecia que tinha corrido um quarteirão ou dois.
Na real, a foda não durou muito, mas meu homem me mexia pra caralho quando comia, por isso meu cabelo ficou todo bagunçado e minhas lágrimas borraram um pouco a maquiagem.
Tirei meu espelho da bolsa, arrumei minha maquiagem que nem uma Leonardo da Vinci e penteei meu cabelo na medida, sobrando uns minutos.
O amante estacionou e, quando dei um beijo nele e falei “até logo, bombom”, ele me segurou pelo braço e disse: “Isso é o que você ganha por ser uma brincalhona matinal, por me esquentar a manhã inteira e por me amarrar de surpresa outro dia. Não ia embora sem uma revanche. Além disso, ia embora com tudo isso, e não sei quando a gente vai se ver de novo.” Pra completar, ele falou: “Eu te amo, putinha, você é minha puta favorita, tendo você, nem fodendo que pago por sexo igual meus amigos.”Tô certa que se tivesse mais namoradas/esposas como eu, não teria tanto corno dando sopa por aí.
Tô certa que se não tivesse tanta mulher burra por aí, não teria tanta corna também. Tô falando daquelas que têm uma lista de “não”:
- Não chupo.
- Não goza na minha boca.
- Não engulo, cuspo.
- Engulo, mas não tomo de copo e muito menos de gozo saindo da minha bunda.
- Não goza no corpo, mas se for dentro da buceta pode.
- Atrás não.
- Se meter atrás, na frente não.
- Se meter na buceta, não chupo.
- Se meter atrás, não chupo.
- Etc...
Se tivesse menos mulher assim, eu seria mais fiel e daria menos chifre. Olha, minhas amigas, dificulta mais pra mim na hora de pegar alguém...
Enfim. Me desviei da minha confissão. Me desculpem aí.Saí do carro, toda maquiada de novo, arrumei a roupa, mas sentia a buceta molhada, e as bandas da minha raba na altura do meu cu escorregadio.No trabalho.Cheguei no trabalho no horário de sempre.
Cumprimentei todo mundo como sempre.
Fiz o de sempre.
Só que tava um pouco mais agitadinha. Alguns perguntaram "dormiu demais?". Mas quem me conhece sabe que teve guerra há minutos ou que eu venho de uma noite agitada, pelo menos.
Fui até uma colega amiga minha que é tão sem-vergonha quanto eu. E falei com ela, como sempre, discretamente:
- Por acaso, me empresta uma fio dental, Lorena (óbvio, nome trocado), se você não for usar hoje, e um lenço umedecido. – Sei que ela leva pelo menos duas calcinhas fio dental na bolsa pra qualquer emergência, igual eu, nunca falta um bombom de porra que cruza nosso caminho e nos suja!
- O que houve, Luna? – Ela perguntou.
- Tive um acidente, tô naqueles dias. – Respondi.
Ela me deu a bolsa dela e disse:
- Toma, aí dentro tem três, escolhe a que mais te agradar, linda! Dentro tem um pacote de lenços umedecidos lacrado.
- Valeu. – Falei.
- Já vou cobrar! – Exclamou, piscou um olho pra mim e mandou um beijo.
- Daqui a um minuto te devolvo a bolsa.
Teve um silêncio rápido, que quando peguei minha bolsa, se quebrou:
- Então você teve um acidente? Caiu em cima ou caiu em você? – Perguntou com um tom safado.
- Do que? – Falei, apressada pra ir me lavar um pouco, trocar a fio dental e cuidar pra não manchar a calça. Isso era o que mais me preocupava.
- De uma pica, querida. Você anda desconfortável e tem cheiro de pica na boca! (Ela riu pra mim). Vai tranquila, eu te cubro. (Minha amiga tem seis anos a menos que eu, e acho que quer se enrolar comigo de novo. Melhor ela não brincar com fogo, porque fogo ela vai ter. O problema é que não dá muito porque ela é casada, e o marido busca ela quase sempre. Ela me excita, tem uma buceta bem desenhada, com os lábios menores longos e deliciosos).
Fui ao banheiro feminino dos funcionários da empresa.
Entrei num box. Tirei os sapatos e deixei de lado; o jeans e a camisa pendurei naqueles ganchinhos. Pra pendurar as coisas. Sorte que a calça não sujou nem molhou. Já a calcinha fio dental, não posso dizer o mesmo. Parece que não eliminei todo o sêmen, porque ela tava molhada, e minha buceta também umedeceu a roupinha. Tirei a fio dental e vi que não só tava molhada, mas manchada de sucos vaginais e sucos anais achocolatados, e coloquei dentro da bolsinha.
Sequei toda a minha bundinha com papel e finalizei com os lenços umedecidos. Coloquei a fio dental menor e um dos absorventes femininos da Lorena, vesti a calça jeans e os sapatos. Tirei e limpei com os lenços umedecidos os peitos por onde passou a pica quando chupei ela de cócoras.
Depois que fiquei limpinha, coloquei o sutiã, a camisa, fui ao lavatório, enxaguei a boca, peguei minhas coisas com um docinho na boca e fui começar a trabalhar, feliz da vida, bem na hora de fazer minha primeira tarefa do dia.
Chamei o buffet e pedi café com medialunas, sem porra, porque já tinha tomado laticínios demais no fim de semana. O que iam me trazer, não sei, mas o que eu tomei, pelo menos, eu mesmo ordenei e tirei com meu esforço pra conseguir fresco.
Vou deixar meu amante descansar na Poringa e tentar contar mais alguma coisinha gostosa pra confessar pra vocês.
Beijos em tod#s.
Esta última parte poderia se chamar "O Cumprimento da minha amante ou A vingança do amante".Despedida da Luna Blanca do "Debut: garota poringa":O que vivi no resto do domingo, durante toda a segunda e parte da madrugada de terça é muito pra um post, e a estreia da garota da poringa que escreve teria muitas partes; no entanto, apesar disso, deixei um salve na quarta parte, mas com a possibilidade de contar algo diferente se rolasse.
Todos esses dias que passamos no apartamento eu e meu amante, não foi só sexo, também teve carinho, sexo pesado e hard-sex, e até fizemos amor! Me dediquei a fazer com que na minha casa ele só fizesse quatro coisas: descansar, dormir, comer e foder; e assim me dediquei a mimá-lo pra deixá-lo firme pra guerra, mesmo tendo usado ele como nunca.
Minhas amigas e colegas de trabalho só me perguntaram hoje o que houve, já que não atendi nenhuma ligação nem mensagem. Pras mais próximas e discretas pude contar o que rolou, pro resto fingi de sonsa, e com minha aparência virginal que finjo ter, falsamente, não é difícil convencê-las. Faço o mesmo com os homens. Na rua, perante a sociedade, gosto de mostrar uma aparência frígida, angelical, inocente e virginal, com pouca experiência; mas depois que conheço quem são os homens (e as mulheres, claro também) discretos, começo a mostrar meu outro eu, onde sob a asa da discrição sou eu que esquento a outra pessoa, desde submissa inexperiente até a mais puta de todas (acho que todas dizemos o mesmo, só que os homens não conseguem adivinhar quem é frígida de antemão e quem é as lobas vampiresas)...
Depois de voltar do trabalho, cansada não do trampo, mas da atividade física que tive o domingo e a segunda inteiros; abri as janelas do apartamento; limpei todos os lugares onde fodemos, sofá, cadeiras, paredes, espelho, cama, banheiro; as coisas que usamos pra brincar ou nos lugares onde ele gozou, como copos e taças, calcinhas e eu, claro. Lençóis, sofá, lençóis e chão lavados. E joguei desodorante de ambiente. Não porque não goste do cheiro de luxúria, mas porque não confio na palavra do meu namorado, que mesmo me dizendo que chega no... quarta-feira, pode ser que ele queira me dar uma bela surpresa, e no final quem sabe ele me leva.
Bom, agora é hora de dormir e esperar meu namorado para transar na cama onde meu amante me comeu o fim de semana inteiro sem parar.
Antes de me despedir, deixo pra vocês o último de hoje com um dos meus melhores amigos.Me despedindo com minha amante:Antes de dormir com meu amante, a gente transou na cama onde na quarta-feira vai dormir e comer minha namorada, meu namorado. Fizemos devagar, tranquilos, depois que meu homem gozou na posição missionária dentro da minha buceta, pedi pra ele não sair, pra continuar dentro de mim, que quero dormir abraçada e penetrada pelo corpo dele. E assim ele fechou. Fechei os olhos, abracei ele com os braços, minhas pernas abertas esticadas, enquanto ele deixou uma mão na minha bunda e a outra atrás da minha nuca. Nessa posição linda, sentia o peito dele expandir e contrair a cada respiração. Isso me relaxou e encheu de ternura, sem deixar de me sentir lisonjeada por tantos favores. A última coisa que lembro antes de dormir é o sêmen escorrendo pela minha buceta e deslizando pela minha raba.
Quando acordei, não sei a que horas, todas as luzes do apartamento estavam apagadas e a gente coberto, pelados, eu de lado com meu amante atrás, com o pau dele mole, também descansando (com o uso que dei, ele merece), apoiando uma nádega da minha bundinha minúscula, que ele penetrou à vontade durante esses dias de chifrada. Não me preocupei com o resto porque a gente se cuida um ao outro, então nem reparei que o despertador estava ativado. Confiei nele.
Assim que o despertador do celular dele tocou pra gente se preparar pra ir trabalhar, acordamos. Agradeci ele pelo que fez ontem à noite depois que dormi e por apagar o incêndio com o extintor dele pra acalmar tudo. Dei um beijo nele, deitando em cima e apertando meus peitos, e ele disse: "de nada, quando quiser, gostosa", e me deu um tapa na bunda. "Vou tomar banho, lindo", falei, desci e chupei ele mole. Não queria que eu fizesse boquete porque, com bom senso, ele disse que a gente ia chegar atrasado no trampo. E ele tinha razão, mas chupei um pouco. Comecei a felação com o pau inteiro dentro da boca. Com gosto de sexo de antes de dormir. Tava suja, com gosto, não só de pênis, mas com gosto de buceta e sêmen seco. O pau de repente crescia e crescia, de comprido e de grosso, que me engasgou e não consegui. segurar na boca, então um pouco ficou pra fora. Usei meus melhores truques pra ele gozar rápido; ele pedia por favor pra eu parar porque senão ia me comer e a gente nunca mais ia sair dali. Quando ficou bem durinho até começar a pulsar sozinho, enfiei um pouquinho na buceta até o fundo, bombeei umas dez vezes e larguei, fui tomar banho, e claro lavar a boca — não vou sair com cheirinho de pinto e porra na boca pro trabalho, né?!. Às vezes faço, mas hoje não porque a gente tinha acabado de acordar, e tenho que ir arrumada pro trampo porque fico com gente o dia todo perto de mim.
Quando saí do banho, foi a vez dele, e quando ele saiu, preparei um café da manhã enquanto o vestia.
Coloquei as meias, a cueca (antes dei uma chupadinha até ele ficar duro, e falei "quieto, campeão" e tampei), a camisa, a calça. Ele vestido, fui me vestir.
Terminei de escovar o cabelo, me maquiei pra vida civil.
Coloquei uma calcinha fio dental branca (a menorzinha), o sutiã com push-up e umas meias de nylon preta transparente. De propósito saí do quarto assim (pra ele me ver) e pedi pra ele pegar meus sapatos. Coloquei uma calça jeans justa; ela aperta um pouco as coxas e bastante a bunda e a virilha. Coloquei a camiseta preta curtinha (daquelas de sair, que mostra o fio da calcinha se a gente senta de um certo jeito que já sabe).
Nos despedimos com um beijo e com cuidado ele saiu do apartamento e me esperou no carro na esquina de casa. Em alguns minutos desci com um perfume bem suave que sei que ele adora.A Vingança da Minha Amante ou Quem Ri por Último Ri Melhor:Saí do apartamento, rezando pra que meu namorado não volte um dia antes, porque aí sim que a merda vai feder.
Quando saí do banheiro depois de pentear o cabelo de novo e pegar a bolsa no quarto, senti o cheiro de sexo, porra e buceta. Mas já era tarde. Me entrego à roleta da sorte, afinal, se tem uma coisa que não me falta é homem!
Saí do prédio, virei a esquina, achei o carro e entrei. A gente se beijou, eu passei a mão e apalpei ele por uns segundos, mas ele já ficou duro na hora.
— Te levo pro trampo, amor — ele falou.
— Que divertido você é, melhor me levar pra um motel — respondi no maior autoritarismo. Ele deu um sorrisinho.
— Não dá tempo pra isso.
— Mas ainda é cedo, a gente tem uns minutos de sobra. Pra isso a gente podia ter dado uma trepada lá em cima, no apartamento. Vou chegar muito cedo, e você sabe que isso não me agrada.
Ele não falou nada. Colocou uma música. E eu fiquei respondendo umas mensagens que chegaram no celular. Liguei pro meu namorado pra ver como ele tava.
Faltando uns quilômetros pra chegar no meu trampo, ele desviou. Não falei nada. Era uma área cheia de galpões, e ele estacionou num lugar que, mesmo não sendo escuro, também não pegava sol direto, só o reflexo. Entendi as intenções dele (ou pensei que sim): ele deslizou o banco do motorista pra trás e levantou ele. A gente se beijou. Ele passou a mão na minha bunda toda, desabotoou minha camisa e, sem tirar o sutiã, puxou meus peitos pra fora e meteu na boca, mordiscou e babou tudo.
Eu desci as mãos, desabotoei a calça dele, abri e puxei a cueca pra baixo, deixando livre o meu amigo cabeçudo, que com seu olho torto me olhava tão pidão que eu sucumbi ao apelo dele. Ali mesmo me ajeitei e chupei até o fundo; me esquentou tanto que meus lábios chegaram até o púbis dele.
— Agora vou te comer, putinha — ele falou.
— Mas não dá tempo, daqui a quinze minutos eu entro no trampo, seu idiota, vou chegar atrasada! Deixa eu te chupar e você goza na minha boca. Você sabe que quando eu quero, não derrubo uma gota e não deixo prova, por favor. Além disso, com a putaria que tô, continuo enfiando um pouco mais os dedos e gozo. Vamos acabar assim mesmo – implorei pra ele.
– Você não vai se atrasar se fizer o que eu mando. Confia em mim.
Saímos do carro e na parte de trás, no porta-malas, do lado, eu queria subir pra tirar os sapatos e uma perna da calça jeans, mas ele disse que não; que eu chupasse. Fiz isso, mas pedi pra ele não me fazer chegar atrasada. Ele respondeu: “você não vai se atrasar, puta, chupa logo, vou te foder rápido e a gente vaza”.
Sem abaixar a calça dele, só com o zíper e o botão abertos e a cueca um pouco pra baixo, chupei e chupei. As bolas dele também ficaram pra fora.
Fiz isso, chupei de cócoras enquanto me masturbava.
O tesão de alguém poder nos ver e o risco de chegar atrasada no trabalho, somados à segurança de que ele ia me deixar no trabalho no horário de sempre, me excitou pra caralho.
Quando ficou dura como ferro, ele passou entre meus peitos e deu uns tapinhas molhados nas duas bochechas e nos olhos, uma vez cada, e me mandou ficar de pé, de costas pra ele. Senti a virilidade gostosa dele, quente e molhada, na minha lombar, e com uma mão ele fez minha barriga e peitos se apoiarem na lateral do porta-malas do carro.
Ele soltou todos os botões da minha calça jeans e mal a abaixou junto com a calcinha fio dental.
Eu tentava abrir as pernas, ou pelo menos as coxas, pra ele entrar tudo.
Quando ele disse que era lindo ver minha bunda mostrando minha buceta inchada de tesão, vista assim por trás, e com minha calça e calcinha quase no lugar, isso o excitava.
Eu fiquei sem falar pra não prolongar a penetração, além disso, olhava pra ver se tinha algum voyeur, embora não me incomodem os que olham; o que me incomoda são os que tiram fotos e filmam porque podem te causar problemas pessoais, e até legais!.
A pica do meu amante violentou minha buceta brutalmente. Quando a pica já estava lubrificada com meus fluidos, senti que ele segurou ela com a mão toda e apontou. O míssil no cu do mundo. Supliquei pra ele não fazer. Mas ele não me deu ouvidos. Eu tava com medo de que meus gemidos e gritinhos e algum grito mais forte fossem ouvidos por algum estranho. Isso sim me dá vergonha. Além disso, tinha esquecido de levar uma calcinha fio dental de emergência pra trocar quando isso acontece ou sexo inesperado.
Meu amante penetrou. "Entrou a cabeça", ele me disse. Fechei bem os lábios e os dentes e assim gritei de dor e prazer. Uns segundos depois ele disse "agora você tem ela toda dentro, tudo, com cabeça e tronco". E bombou e bombou longo e rápido. Tirava ela toda e de uma vez enfiava de novo (isso me causava, óbvio que dor sim, mas também prazer); assim intercalava com penetradas profundas, com a pica toda dentro, mexia um pouco pra fora, depois com violência de novo pra dentro.
No começo se misturou a dor e o prazer. Enquanto a dor vinha, eu fechava com força os lábios e os dentes, e com as duas mãos a boca, e assim gritava o mais alto que podia de tanta dor. Não era a primeira vez que algo assim me acontecia, mas era a primeira vez que ele me comia desse jeito; nunca tinha me pegado com essa brutalidade. E enquanto me comia, eu me perguntava: por que agora, que não tem tempo, foder desse jeito? Pra evitar chegar atrasada no trabalho, decidi conversar sobre isso outro momento. Agora era aproveitar e sentir ele gozar.
Ele começou a me dizer "assim, vagabunda, vagabunda, grita. Tá doendo, né? Mas também tá gozando, não tá, vagabunda? Tá gostando, não tá, vagabunda? Assim, com as pernas que você não consegue abrir, me aperta mais te comer pelo cu do que pela buceta", ele falava no meu ouvido; e desabotoou meu sutiã. Agarrou firme os dois peitos, os apertou.
Eu sei o quanto excita ele me tratar como prostituta, como uma vagabunda dessas baratas; e eu gosto que às vezes me tratem assim, sem consideração nenhuma. Que me tratem como uma buceta com pernas, um corpo com tetas e cabeça com buraco pra enfiar a pica. Em certas ocasiões, me faz sentir mulher. É entregar tudo. O homem por quem a gente tem carinho. E raramente com desconhecidos ou quase desconhecidos, pelo menos. Mas se tem carinho entre o homem que está me usando e eu, me faz sentir mulher, tanta mulher que me dá prazer saber que meu corpo está causando tanto prazer a um homem, a um homem de braços, pernas e abdômen duros, e mãos que te viram e guiam do jeito dele para aproveitar uma mulher, uma mulher como eu que adora agradar.
Assim que passou a dor, apoiei meus antebraços no porta-malas do carro e, já erguida, segurava com as duas mãos os glúteos dele. Ofereci minha boca. Ele lambeu e beijou. Me agarrou pelo pescoço por trás e fez com que meu rosto, de lado, ficasse apoiado no porta-malas do carro, levou meus braços para frente. Pegou meus quadris, minha cintura e me disse quieta e calada, fuck you, permissão para gritar.
Me fez sentir mais puta, e me excitou ainda mais perceber que ele estava vestido. Só a braguilha da calça aberta, a cueca que só deixava o pau livre (não estava tão livre porque eu o tinha no cu, hehe, então posso considerar que não tinha nada ao ar livre), e a camisa com todos os botões nas casas. Eu me vi apoiada de frente com o rosto de lado no porta-malas do carro, com o sutiã aberto, peitos de fora, cu nu com um pau enfiado, meus sapatos nos pés e minha calça jeans e calcinha fio-dental apenas abaixadas.
Meu amante pegou meu cu com firmeza e força. Gemíamos de prazer. Não aguentei mais e violei uma ordem: levei minha mão habilidosa até minha buceta bem fundo e depois me toquei no clitóris até gozar. Esse macho que estava atrás não demorou muito mais. Encheu o fundo do meu cu de porra. Quando acabou, me ergui de onde estava e franzi meu ânus e nádegas e apertei o pau dele, feito uma furadeira. Virei a cabeça para vê-lo, e encontrei um homem saciado de prazer, saciado e satisfeito por ter comido uma mulher, e essa mulher sou eu. Com uma mão toca meus peitos e com a outra pega meu rosto e nos damos um excelente beijo de língua.
— Pronto, puta — ele me disse —, você vai chegar atrasada.
Ele me soltou. Tirou ela de dentro de mim. Limpou ela nas minhas nádegas. E na parte mais larga da minha calcinha fio dental (onde cobre a buceta) ele limpou a pica dele. Cobriu o pau dele com a cueca. Fechou o zíper e colocou o botão na casa da calça dele. E me disse: “Pronto, Luna, vamos, se apressa, senão você vai chegar atrasada no trabalho, e não vai ser culpa minha”.
Preciso confessar pra vocês, Poringuer#s, que me excitou de novo ele me tratar como uma puta até o fim. Mas pensando melhor, não é bem assim, porque pelo menos elas ganham dinheiro, eu fui tratada como uma vagabunda. Ele mexeu com a minha cabeça. Nunca tinha durado tanto tempo a brincadeira quando ela era pesada assim.
– Me espera – eu falei. E ali mesmo, um pouco afastada do carro, pra não deixar evidência, cuspi todo o sêmen que ele depositou com carinho em mim. Não achei que conseguiria segurar até o banheiro do trabalho. Depois que terminei, falei pra ele ver se eu tinha me sujado. Tenho muita experiência nisso, sei como fazer, mas a gente nunca sabe, sou muito cuidadosa, e mesmo tendo minha técnica, acidentes acontecem. (Antes eu era uma idiota. Por isso sempre usava saia, é mais fácil, e se fizesse bagunça, era só nos meus sapatos ou pernas. Quando peguei o jeito, já consigo de calça sem me sujar. Não sei se os homens gostam de ver a gente cuspir porra, mas até agora ninguém reclamou nem fez cara feia, alguns até pediram pra filmar ou pra eu fazer num vidro pra gravar bem de frente!. E também não sei se outras mulheres gostam de fazer isso. Esse assunto ainda não conversei com nenhuma amiga ou outra mulher. Então não sei.).
Como estava perto do trabalho, não limpei a zona de guerra, ia fazer isso quando chegasse.
Vesti a calcinha fio dental de volta. Na parte da ppk senti que estava molhada por causa da pica que tinha meus fluidos e o néctar branco dele.
Vesti o jeans.
Ele me ajudou a prender o sutiã, e juntos abotoamos minha camisa.
Antes de entrarmos no carro, ele percebeu se tinha ficado marcas do crime nas minhas roupas e me disse: “Fica aí”. Fica tranquila que nem dá pra perceber que te comeram gostoso." Gostei que ele continuou me tratando assim. Ainda fiquei com tesão. O orgasmo de agora não foi suficiente.
Por insegurança minha, continuei arrumando minha roupa. Subimos no carro, ele ligou e fomos embora.No carro, a caminho do trampo.Em poucos minutos eu entrava no trabalho.
Tava meio desarrumada, nada demais, mas meio bagunçada. Parecia que tinha corrido um quarteirão ou dois.
Na real, a foda não durou muito, mas meu homem me mexia pra caralho quando comia, por isso meu cabelo ficou todo bagunçado e minhas lágrimas borraram um pouco a maquiagem.
Tirei meu espelho da bolsa, arrumei minha maquiagem que nem uma Leonardo da Vinci e penteei meu cabelo na medida, sobrando uns minutos.
O amante estacionou e, quando dei um beijo nele e falei “até logo, bombom”, ele me segurou pelo braço e disse: “Isso é o que você ganha por ser uma brincalhona matinal, por me esquentar a manhã inteira e por me amarrar de surpresa outro dia. Não ia embora sem uma revanche. Além disso, ia embora com tudo isso, e não sei quando a gente vai se ver de novo.” Pra completar, ele falou: “Eu te amo, putinha, você é minha puta favorita, tendo você, nem fodendo que pago por sexo igual meus amigos.”Tô certa que se tivesse mais namoradas/esposas como eu, não teria tanto corno dando sopa por aí.
Tô certa que se não tivesse tanta mulher burra por aí, não teria tanta corna também. Tô falando daquelas que têm uma lista de “não”:
- Não chupo.
- Não goza na minha boca.
- Não engulo, cuspo.
- Engulo, mas não tomo de copo e muito menos de gozo saindo da minha bunda.
- Não goza no corpo, mas se for dentro da buceta pode.
- Atrás não.
- Se meter atrás, na frente não.
- Se meter na buceta, não chupo.
- Se meter atrás, não chupo.
- Etc...
Se tivesse menos mulher assim, eu seria mais fiel e daria menos chifre. Olha, minhas amigas, dificulta mais pra mim na hora de pegar alguém...
Enfim. Me desviei da minha confissão. Me desculpem aí.Saí do carro, toda maquiada de novo, arrumei a roupa, mas sentia a buceta molhada, e as bandas da minha raba na altura do meu cu escorregadio.No trabalho.Cheguei no trabalho no horário de sempre.
Cumprimentei todo mundo como sempre.
Fiz o de sempre.
Só que tava um pouco mais agitadinha. Alguns perguntaram "dormiu demais?". Mas quem me conhece sabe que teve guerra há minutos ou que eu venho de uma noite agitada, pelo menos.
Fui até uma colega amiga minha que é tão sem-vergonha quanto eu. E falei com ela, como sempre, discretamente:
- Por acaso, me empresta uma fio dental, Lorena (óbvio, nome trocado), se você não for usar hoje, e um lenço umedecido. – Sei que ela leva pelo menos duas calcinhas fio dental na bolsa pra qualquer emergência, igual eu, nunca falta um bombom de porra que cruza nosso caminho e nos suja!
- O que houve, Luna? – Ela perguntou.
- Tive um acidente, tô naqueles dias. – Respondi.
Ela me deu a bolsa dela e disse:
- Toma, aí dentro tem três, escolhe a que mais te agradar, linda! Dentro tem um pacote de lenços umedecidos lacrado.
- Valeu. – Falei.
- Já vou cobrar! – Exclamou, piscou um olho pra mim e mandou um beijo.
- Daqui a um minuto te devolvo a bolsa.
Teve um silêncio rápido, que quando peguei minha bolsa, se quebrou:
- Então você teve um acidente? Caiu em cima ou caiu em você? – Perguntou com um tom safado.
- Do que? – Falei, apressada pra ir me lavar um pouco, trocar a fio dental e cuidar pra não manchar a calça. Isso era o que mais me preocupava.
- De uma pica, querida. Você anda desconfortável e tem cheiro de pica na boca! (Ela riu pra mim). Vai tranquila, eu te cubro. (Minha amiga tem seis anos a menos que eu, e acho que quer se enrolar comigo de novo. Melhor ela não brincar com fogo, porque fogo ela vai ter. O problema é que não dá muito porque ela é casada, e o marido busca ela quase sempre. Ela me excita, tem uma buceta bem desenhada, com os lábios menores longos e deliciosos).
Fui ao banheiro feminino dos funcionários da empresa.
Entrei num box. Tirei os sapatos e deixei de lado; o jeans e a camisa pendurei naqueles ganchinhos. Pra pendurar as coisas. Sorte que a calça não sujou nem molhou. Já a calcinha fio dental, não posso dizer o mesmo. Parece que não eliminei todo o sêmen, porque ela tava molhada, e minha buceta também umedeceu a roupinha. Tirei a fio dental e vi que não só tava molhada, mas manchada de sucos vaginais e sucos anais achocolatados, e coloquei dentro da bolsinha.
Sequei toda a minha bundinha com papel e finalizei com os lenços umedecidos. Coloquei a fio dental menor e um dos absorventes femininos da Lorena, vesti a calça jeans e os sapatos. Tirei e limpei com os lenços umedecidos os peitos por onde passou a pica quando chupei ela de cócoras.
Depois que fiquei limpinha, coloquei o sutiã, a camisa, fui ao lavatório, enxaguei a boca, peguei minhas coisas com um docinho na boca e fui começar a trabalhar, feliz da vida, bem na hora de fazer minha primeira tarefa do dia.
Chamei o buffet e pedi café com medialunas, sem porra, porque já tinha tomado laticínios demais no fim de semana. O que iam me trazer, não sei, mas o que eu tomei, pelo menos, eu mesmo ordenei e tirei com meu esforço pra conseguir fresco.
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Valeu, Poringuer#s, por aguentar essa estreia. Vou deixar meu amante descansar na Poringa e tentar contar mais alguma coisinha gostosa pra confessar pra vocês.
Beijos em tod#s.
2 comentários - Debút: Poringuera – 5ta Parte (y última).
Muuuy caliente la historia completa!!
Espero proximos relatos tuyos!
Gracias por compartir