Brandi 17 parte 2

Os dois irmãos continuavam na sala de estar, assistindo ao filme que começava a passar na televisão. Ainda estavam completamente nus. Em silêncio, seguiam a exibição do filme. De qualquer forma, Marty prestava mais atenção ao corpo nu da irmã do que ao filme. Nunca até aquele momento tinha tido a sorte de ver a irmã nua e perceber a naturalidade e despreocupação com que sua irmã Demia mostrava os cantos mais íntimos do seu corpo lindo, o que lhe causava um sentimento de ansiedade inquietante. Marty sabia que era sua irmã, mas também era uma mulher, dotada de um corpo generoso e impressionante. Marty tentava afastar pensamentos obscenos que invadiam sua mente em relação ao corpo nu da irmã, mas era inútil. Não conseguia evitar desejar a irmã, queria acariciá-la, apalpar ela toda. Enquanto isso, sua irmã Demia estava alheia aos pensamentos dele e só assistia ao filme. Marty se deliciava olhando os peitos da irmã, altos, firmes, e os mamilos largos e rosados. Ele se aproximou da irmã e roçou a perna contra a coxa direita dela, sentindo o calor. Demia, inocente, olhou e sorriu para o irmão.

— Acho, irmão, que os primos não vão demorar pra chegar. Tô morrendo de vontade de vê-los de novo, já faz tanto tempo da última vez. Você tá gostando do filme, irmão, ou prefere ver outra coisa?

— Não, o filme tá bom, Demia.

— Vou pegar uma coca-cola. Tô com sede, irmão. Quer uma?

— Não, Demia.

Demia se levantou e, ao virar em direção à cozinha, ofereceu ao irmão a visão da sua bunda empinada e linda. Enquanto caminhava, no ritmo do quadril, fazia a temperatura do irmão subir. Quando voltou da cozinha e, bem na entrada da sala, Marty pediu pra irmã parar um instante. Queria admirar o corpo nu dela.

— Irmão, por que você quer que eu pare?

— Quero te ver, Demia. Você é tão gostosa, sabia.

- Ah, valeu, irmão. Sabe, não me importo que você me veja pelada. Me dá maior graça você me ver nua, irmão. Tô me divertindo pra caralho.

Demia, engraçada e provocante, prendeu o cabelo com as duas mãos e assumiu uma postura super insinuante que encantou o irmão. Os peitões dela mostravam todo o esplendor, desafiadores e de tirar o fôlego. O olhar doce e humilde da irmã deixava ele ainda mais confuso. Aproveitando que uma música melódica tocava na TV, Demia começou a dançar, insinuante e provocadora, na frente do irmão. Demia se mexia sedutora, rebolando o quadril com molejo e graça, e balançando os peitos exuberantes sob o olhar penetrante e atrevido do irmão. Marty se levantou. Queria dançar com a irmã. Marty envolveu a irmã com os braços e deslizou as mãos pelas costas dela até alcançar a bunda e agarrá-la com ousadia, apertando o rabo dela com tesão. Demia, sem se preocupar, deixou o irmão abusar e se abraçou nele. Conseguiu sentir o pau duro e crescido do irmão pressionando e cutucando a barriga dela. Embora adorasse sentir a força do pau do irmão, Demia ficou perturbada e inquieta.

- Caralho, irmão, teu pau tá durasso, sabia. Sinto ele duro e quentinho esfregando na minha barriga, irmão.

Marty apertou o corpo contra o da irmã com mais força e sentiu os peitões poderosos dela, espremidos e amassados contra o peito dele, e continuou, sem parar um segundo, acariciando a bunda dela.

- Irmão, não sei se é certo um irmão ficar passando a mão na bunda da irmã desse jeito. Não sei, irmão, essas coisas não são pra irmão e irmã fazerem. Somos irmãos, Marty.

- Ah, Demia, só tô tocando na sua bunda.

- Talvez, irmão, seja melhor a gente se vestir, tá. De qualquer forma, como não tenho vergonha de você me ver pelada, vai ter mais chances de me ver nua, irmão. Além disso, eu acho graça. que você me veja nua, irmão. -
- Então, Demia, você tá brava porque eu passo a mão em você? -
- Não, claro que não, irmãozinho. Acontece que certas coisas não devem ser feitas entre irmãos. Só isso. Você é meu irmão e eu sou sua irmã, e a gente tem que se comportar como irmãos. -
- E a que coisas você tá se referindo, irmã? Não acho que passar a mão na sua bunda, irmã, seja grande coisa. Só tava brincando, irmã. -
- Eu sei, irmão, mas, sei lá, tô confusa. Você sabe, irmão, que sou uma garota muito tímida com os caras. Já viu, eu seria incapaz de mostrar meu corpo nu e dançar erótico igual faço com você, irmão. Mas com você, sabe, é diferente. Me sinto bem e me divirto. Bom, irmão, vou continuar nua por mais um tempo, tá. Tô me divertindo, irmão, mas com a condição de a gente só ficar de brincadeira e nada mais.

Marty, com naturalidade, beijou docemente os lábios da irmã. Demia gostou do beijo carinhoso do irmão. Foi um beijo sincero, cheio de afeto de dois irmãos. Demia se remexeu com um jeito provocante e safado, escapando do assédio do irmão. Correu pela casa e se refugiou no quarto enquanto o irmão a perseguia, se divertindo. Demia, brincalhona, queria evitar que o irmão a pegasse, mas, depois de tropeçar, caiu na cama e o irmão Marty se jogou em cima dela, deitando sobre o corpo nu dela e tentando imobilizá-la. Demia, rendida e vencida, parou de lutar.

- Me rendo, irmão. Sou uma garota tão frágil. Ai, irmão, me deixa sair. Quero ir no banheiro. Tô com vontade de fazer xixi. -
- E se eu não quiser, Demia. -
- Vai, irmão, tô com vontade de mijar. Você é um folgado. -

Marty ignorou a irmã e, deitado sobre o corpo nu dela, apertou a pica contra a barriga da irmã, com luxúria e carinho. Demia sentia a ereção e o poder da pica do irmão, empurrando, forçando, notava o grau de tesão, e isso a deixava num estado de confusão e... emoção. Era comovente sentir o pau do próprio irmão roçando na barriga dela, tão duro e quente.

- Ai, irmão, me deixa sair. Você é um aproveitador. Tira vantagem de mim porque sou submissa e fraca. -

Finalmente, Marty cedeu aos desejos da irmã e deixou ela ir embora depois de dar um tapinha carinhoso na bunda gostosa dela. Quando a irmã saiu do quarto, Marty, excitado, começou a bater uma punheta fantasiando com a irmã Demia. Ele imaginava que estava fodendo a irmã, o que o deixava num estado de embriaguez. Depois de alguns minutos, Demia voltou do banheiro e, ao ver que o irmão estava se masturbando, sorriu divertida e safada.

- Ai, irmãozinho, você tá batendo uma punheta! - Marty parou o que tava fazendo e olhou pra irmã, que, apoiada de um jeito sutil e insinuante na porta do quarto, aumentava ainda mais a vontade dele de possuí-la. O sorriso claro e espontâneo da irmã, a postura provocante e insinuante do corpo nu dela, a separação leve e provocativa das pernas mostrando em todo o esplendor a buceta tão desejada, tudo isso contribuía pra acender ainda mais a chama da luxúria. Demia, carinhosa e sensível, se aproximou da beira da cama onde o irmão estava, sem parar de sorrir pra ele. O sorriso dela era sincero e inocente. Demia se sentia generosa e sentimental. E quando o irmão levou a mão até a virilha dela e ousou acariciar a buceta, ela não impediu e consentiu com todo o carinho de uma boa irmã. Demia se deitou ao lado do irmão e deixou ele apalpar o corpo nu dela. Ela se sentia uma boa irmã.

- Irmão, pra você ver como sou uma boa irmã, vou deixar você apalpar meu corpinho um pouquinho, tá? -

A mão inquieta de Marty se moveu ousada por todo o corpo nu da irmã, que, submissa, consentia com toda a safadeza dele. Demia abriu sutilmente as pernas pra que o irmão pudesse mexer na buceta dela com total conforto.

- Ai, irmão, nunca antes um garoto tinha mexido na minha buceta desse jeito, esfregando meus lábios vaginais e enfiando uns dedos na minha buceta toda. Não sei, mano, talvez seja meio obsceno e pervertido um irmão fazer essas coisas com a própria irmã. Você não se segura nada, mano, em mexer na minha buceta, sabe. -

Marty, contente, aproximou o rosto da irmã e a beijou na boca com entusiasmo e fervor. Ele desejava a irmã. Demia não resistiu e correspondeu ao irmão com um beijo longo e apaixonado, onde suas línguas se uniram e trocaram a saliva inebriante. Marty tinha se deitado sobre a irmã e apertava o corpo dela com luxúria, esfregando o pau contra a barriga da irmã.

- Caralho, mano, que beijão. Gostei pra caralho, sabe. Acho que não é assim que um irmão beija a irmã. Você me deu um amasso daqueles. Sabe, mano, tô gostando dessa parada de ficar toda pelada na sua frente. Me sinto bem. Não sei, mano, essa coisa de mostrar os peitos, a buceta é muito chocante e engraçada. Você é meu irmão e isso não é nada normal. -

- E você é minha irmã Demia. Você é tão gostosa, irmã. Você é voluptuosa e tem um corpo tão sensual. -

- Nossa, valeu, mano. Tá me elogiando. Bom, sou toda uma mulher agora. Meus peitos são grandes e volumosos. Tenho uma bunda boa e meu corpo é cheio de curvas. É, acho que sou gostosa mesmo. E me diverte você me ver pelada. Sinto arrepios e cócegas pelo corpo todo. -

Marty, deitado sobre a irmã, esfregando o pau endurecido contra a barriga delicada dela, sentia a excitação crescer de forma progressiva e perigosa. Marty beijou Demia de novo, na boca, com ânsia e ardor, juntando a língua ávida com a língua da irmã. Demia, generosa e carinhosa como uma boa irmã, não se opunha aos desvarios do irmão e consentia com a ousadia dele. Demia podia sentir a pressão do pau duro e pulsante do irmão contra a pele nua, e isso a deixava agitada e trêmula.

- Ai mano, você não devia me beijar na boca desse jeito. Somos irmãos. Um irmão e uma irmã não deviam fazer certas coisas. É imoral. E, tipo, você tá com a pica dura pra caralho.

- Quero te foder, irmã! -

- Ai, mas o que você tá dizendo, irmão! Como você vai me foder, irmão! Você é meu irmão. Um irmão não pode foder a própria irmã, Marty. É aberrante, uma barbaridade e uma loucura, mano. É pecado. -

- Vamos, irmã, seja boazinha. Ia ser foda poder te comer, irmã. -

- Mas, irmão, a gente não pode foder. Somos irmãos. Seria uma indecência. -

- Deixa eu te foder, irmã. Sê uma boa irmã. Você vai ver como é bom. -

Marty, audacioso e sem vergonha, abriu as pernas da irmã e seus dedos cutucaram o mais íntimo dela, esfregando o clitóris, massageando os lábios da buceta. Marty enfiou vários dedos lá dentro da buceta da irmã e fez ela tremer. Demia, frágil e confusa, não ousava enfrentar o irmão e aceitava a safadeza dele.

- Ai, irmão, você é um porco. Cê acha bonito ficar mexendo na buceta da sua irmã? Um irmão não toca na buceta da irmã desse jeito. -

Marty quis ir mais longe e, insolente, guiou a pica dele até a buceta tão desejada da irmã, esfregando primeiro nos lábios dela. Marty olhou nos olhos quentes da irmã e, ao mesmo tempo, aproveitou o olhar confiante dela pra penetrar a buceta com delicadeza e carinho. Marty sentiu a pica entrando na buceta da irmã e ficou emocionado e excitado. Era um sonho se tornando realidade. Marty estava fodendo a própria irmã. Ele se deitou sobre o corpo nu e gostoso da irmã e continuou fodendo ela com toda a paixão. Demia estava confusa e perturbada. O irmão dela tinha decidido foder ela e ela não soube resistir. Era inacreditável. O próprio irmão dela estava fodendo ela. A pica do próprio irmão penetrava a buceta dela. Demia tinha sido pega de surpresa pelo impulso. desenfreado do irmão dela e, sem querer, se viu transando com o próprio irmão. E Demia se sentia exultante e radiante, sentia a piroca pulsante do irmão invadindo o corpo dela, atravessando a buceta dela.

- Ai, irmão, você tá me comendo. Sim, me come, irmão. -

Marty estava eufórico e, sem cerimônia, comia a irmã dele, Demia, com ânsia e desenfreado, aproveitando ao máximo cada instante daquele momento sublime. Marty queria se aproveitar da irmã e queria comer ela. Demia, totalmente entregue ao irmão, deixava ele beijar ela na boca com paixão descontrolada, e trocavam saliva. Os arrepios e tremores pelo corpo de Demia se multiplicavam. Mudaram de posição e Demia, sem tirar a piroca do irmão de dentro da buceta dela em nenhum momento, ficou por cima dele, cavalgando a virilha dele de forma desenfreada e enlouquecida. O irmão dela, extasiado, se agarrava nos peitões volumosos dela, apertando eles com fervor. Depois de uns minutos de agitações e convulsões incessantes, Demia parou os movimentos e deixou o corpo cair sobre o irmão.

- Irmão, tô alucinada. Você tá me comendo e é alucinante. Você é meu irmão, e um irmão não come a irmã. A gente tá cometendo incesto, irmão. -

- Sim, irmã, tô te comendo. Tô sentindo minha piroca dentro da sua buceta, como desliza dentro de você, irmã, e sinto arrepios pelo corpo todo. Tô emocionado. -

- Eu também tô emocionadíssima, irmão. Te amo, irmão. Vai fundo e me come, irmão. Me come, irmão.

Voltaram a mexer os corpos ansiosos e pulsantes. Os dois irmãos desejavam que aquele momento mágico nunca acabasse. Marty segurava as mãos na bunda redonda e explosiva da irmã, apertando e acompanhando o vai e vem incessante, e suspirava a cada segundo, e se abstraía em sentir como a piroca entrava e saía da buceta suculenta da irmã. Demia, alegremente, mexia os quadris e balançava os peitões enormes. Demia, com carinho, esfregava os peitos no rosto do irmão, que os chupava e mamava com paixão. Demia, como boa irmã, queria comer a pica do irmão, queria chupar, mordiscar, cheirar, engolir ela inteira na boca. Demia tinha perdido o controle completamente. Demia era uma garota tímida e envergonhada que tinha medo de garotos, mas o irmão era diferente. Demia, gulosa e comilona, capturou a pica do irmão com a boca ávida e começou a chupar com todo o carinho. Demia ficava excitada e emocionada ao sentir a pica do irmão pulsando na boca. A pica do irmão era dura e ardente. Demia percorria e umedecia com a língua cada centímetro da pica do amado irmão, enquanto os dedos brincavam, tocando os ovos do irmão.

- Você é uma boa irmã, Demia.

- Eu chupo bem pra você, irmão. É a primeira vez que chupo uma pica, irmão. E, bom, também é a primeira vez que sou fodida, irmão. Tô muito feliz que você seja o primeiro.

- Você chupa muito bem, Demia. Gosto muito de como você chupa minha pica, irmã.

Demia, prestativa, tentou engolir completamente a grande pica do irmão, e a engoliu inteira, sentindo-a na garganta. Marty ficou impressionado e excitadíssimo. Não aguentou mais a excitação, e enquanto a pica ficava dentro da boca da irmã, uma torrente de esperma quente jorrou e inundou a boca de Demia. A irmã manteve a pica na boca e sentiu, sufocada, como mais jatos de esperma brotavam e sujavam sua boca. Demia conseguiu não sentir náuseas. Demia entreabriu a boca e parte do esperma acumulado escorreu pelos lábios e pelo queixo. Os lábios ficaram cobertos por uma camada esbranquiçada de esperma. Ela mostrou a língua e exibiu para o irmão como estava cheia de esperma grosso.

- Caralho, irmão, você encheu minha boca de esperma. Porra, que gozada, irmão. Tô me sentindo sufocada.

Marty, brincalhão, espalhou o esperma que cobria a queixo da irmã dela pelo rostinho bonito e, depois, enfiou o pau de novo na boca da Demia, que, submissa, tentou limpar o leite que cobria a ponta. Demia, espontânea, lambeu com gosto os restos de porra que cobriam seus lábios vermelhos e esbranquiçados.

- Que delícia que é seu gozo, irmão! -

- Você gostou, irmã. Fico feliz. -

- Foi uma loucura, irmão. Você é meu irmão e tudo isso é tão chocante. Quando eu contar pras minhas amigas que meu próprio irmão me comeu, elas não vão acreditar, com certeza. -

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