Esta é a primeira história que publico, vamos ver o que acham.Outro domingo sentada nas arquibancadas do ginásio, não tinha planos melhores pra aquela manhã de domingo, e quando era assim, sempre acabava indo ver o jogo de futsal do time do meu irmão mais novo.
No começo, quando vinha obrigada pelos meus pais, confesso que me irritava pra caralho; ver aquele pivete correndo igual um doido pela quadra não era exatamente o melhor passatempo pra uma garota como eu, mas o tempo foi passando e aqueles meninos foram virando adolescentes, e estes, em caras bonitos e gostosos, e ainda não sei exatamente quando, mas comecei a apreciar o jogo e, principalmente, os jogadores. A real é que ver o jogo nas arquibancadas, tão perto dos caras, não tem nada a ver com assistir pela TV. No ar rola uma puta quantidade de testosterona, e isso misturado com a emoção do jogo e os jogadores cada vez mais gostosos faz com que eu tenha virado uma viciada no espetáculo. Não vou admitir publicamente, mas tenho que confessar que mais de uma vez saí do campo com o tesão nas alturas.
Apesar das reclamações do pivete do meu irmão Martin, já fiquei um tempo com alguns caras do time, mesmo que isso tire um pouco da graça das minhas putarias no espetáculo, me sinto meio culpada olhando as pernas e as bundas de outros jogadores, então, pra agradar o Martin, tento não ficar com nenhum amigo do meu irmãozinho e também procuro não personalizar minhas noites molhadas em nenhum deles em específico, mesmo que, quando a carne aperta, sempre tenho os números de telefone deles pra uma trepada esporádica.
O jogo foi especialmente disputado, apesar de ser só um amistoso de pré-temporada. Todo mundo se matou em quadra. O fato de o time ainda não estar fechado, já que teve umas entradas e saídas, e que nem todo mundo tem vaga garantida no elenco, fez com que todo mundo quisesse mostrar o melhor de si. qualidades. A tensão de querer fazer tudo certo, somada à própria tensão do jogo, esquentou a arquibancada e eu, especialmente...
Quando o jogo acabou, depois de cumprimentar os jogadores que conhecia e trocar aquele comentário básico sobre a partida com o Martín, resolvi passar o que restava da manhã no SPA que o clube tem para os sócios. Que jeito melhor de aliviar o calor do jogo do que relaxar entre bolhas?
O SPA no domingo, naquela hora do meio-dia, normalmente fica vazio, então costumo ficar à vontade, com o lugar praticamente só pra mim. Por isso, me surpreendi quando outra garota entrou atrás de mim. Não a conhecia, embora também a tivesse visto na arquibancada.
Antes, eu tinha reparado nela porque, de vez em quando, ela abria um bloquinho de notas e escrevia alguma coisa. Isso me chamou a atenção, já que o que todo mundo costuma fazer é gritar ou roer as unhas — ou os dois ao mesmo tempo — e eu não a ouvi falar uma vez sequer, e as unhas dela estavam impecáveis. Meu Deus, que inveja!
No campo, passou pela minha cabeça que ela poderia ser de outro clube, fazendo o papel de olheira, já que não tem nenhum time fechado. Mas, com a beleza que ela tinha, não parecia treinadora ou técnica de futebol. Também não é como se eu conhecesse muitas garotas desse meio; minha mente se apressa demais em julgar e, com certeza, tenho muitos preconceitos, então preferi não pensar mais nisso. Se ela estava no SPA, imaginei que fosse alguma conhecida de um dos jogadores novos, já que aquela área do clube é só para sócios. Mas a história das anotações no bloquinho continuava me intrigando, e entre bolhas, sem tanta adrenalina no corpo, no mínimo achei peculiar e não conseguia tirar isso da cabeça. Como uma das minhas qualidades — e também um grande defeito — é que sou muito fofoqueira, resolvi abordá-la. Ela parecia absorta, e eu esperava não incomodar, mas se não perguntasse, tinha certeza de que não conseguiria tirar isso da cabeça o dia inteiro. - Oi, sou a Julia! Desculpa te abordar assim, mas antes te vi no campo de futebol e não lembro de ter te visto em outros jogos. Agora achei engraçado te ver por aqui, já que esse cantinho não é dos mais frequentados a essa hora.
- Sou a Elena, prazer! Sim, também te vi no jogo, e principalmente te ouvi. He he he Não sabia que a galera gritava tanto no campo, ainda menos esperava isso na pré-temporada. Pra ser sincera, é a primeira vez que vou a um jogo ao vivo e a cores. E, sinceramente, foi muito bom e adorei.Com certeza fiquei mais vermelha que meu biquíni. A voz doce dela e um tom bem agradável suavizaram a facada que eu tinha levado. Adoro torcer pelos caras no campo e, entre os outros amigos e familiares, sou conhecida por ser bem expansiva no jogo. Mas uma desconhecida reparar em mim logo no primeiro dia me fez pensar! Preciso mesmo me controlar no campo, mas é que isso me ajuda a aliviar o estresse da semana toda, ainda mais agora que estou há mais de seis meses na seca. Mas tenho que admitir que, quando tinha namorado, também gritava pra caralho. Não consigo evitar, tenho que ser realista!- Você tem razão, Elena,... talvez eu tenha um problema com minha expressividade, não consigo evitar!. Você é amiga de algum dos caras do time? Vamos te ver mais no campo?
- Bem, a verdade é que não, não conheço ninguém do time. Vim hoje pra fazer um estudo, já que sou sócia desse clube, porque venho pras aulas de yoga, me informei sobre os times e os horários e decidi vir pro campo hoje.
— Um Estúdio?Isso tava ficando interessante, essa mina era uma caixinha de surpresas.— Que tipo de estudo? Um estudo do partido? Desculpa perguntar tanto, mas antes eu te vi anotando umas paradas num bloco e me surpreendi. Normalmente o povo grita, fala, mas ninguém fica tomando nota!
- É que acabei de me formar em psicologia, e tô começando a pensar na monografia. Antes de escolher o tema definitivo, tenho umas ideias que quero explorar, e uma delas é o comportamento da torcida no estádio em diferentes esportes. O de hoje foi minha primeira vez num campo. E, sinceramente, é impressionante. Acho que tenho um tema pra considerar seriamente pra monografia.
- Pois agora sim que tô envergonhada, não esperava estar num grupo de cobaias pra um estudo de psicologia. Sei que não me comporto de um jeito muito são no campo, e prometo que quase nunca xingo o juiz, mas essa de ser cobaia eu não esperava!
- Kkkk. Não, mulher, adorei mesmo. Gosto muito da sua expressividade e da espontaneidade que você mostra. Eu, pra ser sincera, sou muito envergonhada e fico maravilhada com gente como você. Quando vi que, em vez de sair pra rua, você entrou no clube, resolvi te seguir. A verdade é que tava morrendo de vontade de falar com você e não sabia como fazer... pro estudo, quero dizer. No momento em que você veio na minha direção, eu já tava pensando no melhor jeito de abordar. Você me tirou um peso das costas vindo até mim. Se eu tivesse começado a conversa, agora estaria gaguejando igual uma boba, morrendo de vergonha!
- Pois é, e o que você quer saber exatamente?
- A verdade é que eu adoraria te fazer umas perguntas, sobre sua experiência nos campos, sobre o comportamento e as reações da torcida de vocês, da dos rivais... mas aqui entre as bolhas e com esse calorão, acho que não vai ser o melhor lugar. A gente podia se encontrar em outro horário e lugar. Eu me adapto a você, claro.A verdade é que, no geral, esses psicólogos me dão um certo asco, mas a Elena eu gostava. E já que eu tinha pré-julgado ela como treinadora ou olheira e metido os pés pelas mãos como sempre, topei falar sobre meus exageros na arquibancada e dar uma contribuída no estudo dela. A gente marcou naquele mesmo domingo à tarde num barzinho com mesas na calçada no centro. Um jeito bem diferente de passar a tarde de domingo — a maioria das minhas amigas ainda tava de férias e eu ia passar a tarde no cinema, então não me custou nada mudar de planos.
Na hora de sair, não sabia exatamente como me vestir: tipo entrevista de emprego? Ou como quando saio com as amigas? A verdade é que tava meio perdida, era a primeira vez que me faziam uma entrevista, ou como quer que chame, e não sabia muito bem como me comportar. Decidi por uns shorts curtinhos e uma blusa fresquinha combinando, e prendi o cabelo num rabo de cavalo. Quando cheguei na calçada dez minutos atrasada — outro dos meus muitos defeitos —, a Elena já tava instalada numa das mesas mais afastadas, com um café com gelo na frente. Ela tava vestindo um vestido preto curtinho com florzinhas e, sentada ali sozinha, parecia meio nervosa e sobrecarregada pela situação. A verdade é que ela tinha um ar meio tímido, e aquilo me deu uma certa ternura.
Quando me aproximei, o perfume leve que ela usava me embriagou — não lembrava dele de manhã e gostei pra caralho. Anotei mentalmente que tinha que perguntar qual era, porque pra nome de perfume tenho uma memória bem ruim e teria que anotar em algum lugar.
A conversa com a Elena foi muito mais gostosa do que eu imaginava que seria uma conversa com uma "psicóloga" metida a universitária cheia de si. A verdade é que, depois que a timidez passou, a gente falou de quase tudo: da galera do futebol, da torcida, de algumas diferenças entre as torcidas, de como é libertador poder gritar de vez em quando, com respeito pelos outros. Eu, sinceramente... Grito pra caralho, mas salvo raríssimas exceções, sempre a favor de alguém, pra animar e dar moral. E no fim, um assunto puxou outro e acabamos falando do meu trabalho nojento, da universidade dela, da família, dos pais, irmãos, namorados e parceiros em geral. Éramos bem diferentes, mas nossos gostos não divergiam tanto nas coisas importantes, tipo o jeito de ver a vida e de como vivê-la. Parecia que, do jeito mais besta, tinha começado o que tinha cara de ser uma nova amizade. A verdade é que fazia tempo que não me sentia tão à vontade com alguém.
Combinamos de nos encontrar no fim de semana seguinte pra ver o próximo jogo e viver o torneio de outro jeito: ela tentaria sentir mais as cores do time, e eu me colocaria no lugar dela e observaria o resto do grupo de forma mais crítica, pra ver o que a gente descobria.
No domingo seguinte, o jogo não era na nossa quadra, mas sim na de uma cidade vizinha. Como eu conhecia o lugar e ela não, decidimos que eu passaria pra buscá-la de carro na casa dela. A experiência foi muito divertida, a gente se acabou de rir. Eu com o bloquinho anotando as reações do resto da torcida — da minha família fanática por futebol, né —, com as caras de estranheza deles por não me ouvirem gritar sem parar. E ela, depois de dar uma revisada nos nomes dos jogadores e após alguns minutos de dúvida e vergonha, gritando igual uma louca a cada jogada do nosso time.
Na volta, ela me convidou pra almoçar na casa dela e aproveitar a tarde pra passar a limpo as anotações e o que a gente tinha observado juntas. Achei uma ideia muito boa e, como não tinha nada especial pra fazer naquela tarde, subimos pro apartamento dela.
Era um apê pequeno, mas um pouco melhor que o típico de estudante: dois quartos, uma cozinha e um banheiro, tudo bem arrumadinho e feminino. Ela me disse que os pais moravam fora da cidade e que o apartamento era deles, que tinham cedido pra ela até terminar a faculdade, e que depois ela teria que se virar. Mas que de Mas naquele momento, essa não era a preocupação dela.
Preparamos algo pra comer, uma saladinha e um pouco de carne grelhada, uma fruta de sobremesa, e sentamos no sofá pra tomar café e começar a passar as anotações pro computador. Ele não era muito grande, cabíamos as duas confortavelmente, mas ficávamos bem perto uma da outra. Meu Deus!, o perfume de novo, tava me deixando louca, a garota cheirava maravilhosamente bem e algo que nunca tinha acontecido comigo com uma garota, tava começando a me excitar. Primeiro, eu culpei a tesão que certos jogos me dão, mas nesse eu tinha ficado tão concentrada em anotar as coisas, que não tive tempo pra libido subir. Não entendia! Nunca me interessei por garotas, sempre gostei de homens, e muito!. Não tinha nada contra lésbicas, até conhecia algumas, mas nunca foi um assunto que me interessou ou que eu tinha pensado.
E agora eu tava sentada num sofá do lado da loirinha Elena, com o notebook no colo escrevendo e rindo ao mesmo tempo, com um contato constante com ela e um nó no estômago cada vez maior. O que tava acontecendo comigo?
Comecei a ficar nervosa, cada vez mais excitada e confusa, mas a verdade é que não tinha rolado nada. Era coisa da minha cabeça. Ela continuava tão simpática e risonha como sempre, aparentemente alheia aos meus problemas com a minha buceta. Num momento, me peguei olhando pros peitinhos dela, eu tava ferrada. Levantei de repente do sofá e, gaguejando, inventei a desculpa de ir ao banheiro. Lá, lavei o rosto com água fria e, me olhando no espelho, repeti umas quantas vezes que não podia ser, que eu era uma hétero convicta e que precisava arrumar um namorado o mais rápido possível.
Depois de me acalmar, voltei pra sala onde Elena, com sua carinha de anjo, tava batendo nas teclas, escrevendo numa velocidade alucinante. Sentei de novo ao lado dela e o cheiro dela me embriagou de novo. Novo.
Ela se aproximou de mim e olhou nos meus olhos, e com aqueles olhões verdes me perguntou com cara de preocupação se eu estava bem, que eu parecia meio indisposta, se precisava que ela preparasse algo ou fizesse alguma coisa por mim. Agora quem estava com um ataque de timidez era eu, tinha ficado sem palavras, só saíam uns balbucios da minha garganta e pela temperatura do meu rosto, devia estar vermelha que nem um tomate. Ela foi se aproximando e me deu um beijo fraterno na testa, e naquele momento uma espécie de choque elétrico passou por nós duas. Não sei se ela percebeu ou não, mas o choque me partiu ao meio, já não sabia onde estava nem o que estava acontecendo comigo, comecei a respirar ofegante e acho que até tive uma arritmia perigosa. Ela, em vez de se afastar, me olhou com carinho e bem devagar foi se aproximando ainda mais, até que nossos rostos se roçaram um no outro e, bem suavemente, depositou os lábios doces dela sobre os meus.
Achei que ia morrer, que doce, que suave, perdi o mundo de vista por uns instantes e nos fundimos num beijo longo, o beijo mais longo da minha vida, não queria que acabasse nunca.
Nos separamos um pouco e, depois de recuperar o fôlego e olhar de novo nos olhos dela, já não me importava se era uma garota ou um garoto, eu precisava dela naquele momento. Dessa vez fui eu que me joguei nos lábios dela, saboreando a boca dela devagar e cada vez com mais intensidade. Era muito estranho pra mim a suavidade do rosto dela, acostumada que estava com o dos caras, mas não me importava nem um pouco, eu estava completamente excitada. Nossas línguas se entrelaçavam e brincavam de se esconder e se encontrar, e a temperatura dos nossos corpos aumentava a passos largos. A boca dela desceu pelo meu pescoço, beijando cada centímetro dele, parando um instante na clavícula pra continuar descendo suavemente até o final do decote do meu vestido, beijando de leve o começo dos meus peitos. Uma mão pousou suavemente em um eles, que pela descarga que recebi no corpo todo, parecia ligado direto na minha buceta. De repente me toquei que tava muito, mas muito molhada, comecei a sentir minha umidade encharcando minha calcinha e que ela já não ia aguentar muito mais. Naquele momento ela tava beijando um peito por cima da roupa enquanto o outro recebia a atenção da mão dela, tava me deixando louca, precisava tirar o sutiã e sentir os lábios macios dela nos meus bicos, que já estavam duros feito pedra. Me afastei um pouco dela e enquanto tirava o vestido depressa, ela me olhava com cara safada e sorridente. Sem o vestido, só de conjunto de calcinha e sutiã, não exatamente o mais adequado pra um encontro sexual, porra eu só ia pra um jogo de futebol… ela me abraçou e enquanto me beijava na boca, as mãos dela abriram o fecho do meu sutiã soltando ele e deixando cair no chão, e já sem ele, senti o corpo dela grudando no meu, o tecido da blusa roçando meus bicos mais que sensíveis e de novo um arrepio sacudiu todas as minhas células. Precisava dela, como nunca precisei de ninguém.
Ela se separou de mim e enquanto olhava meus peitos grandes e redondos sorriu de novo, se aproximou sem movimentos bruscos, com suavidade, como se fosse a coisa mais natural do mundo e depois de brincar um pouco em volta das auréolas do meu peito, pousou os lábios nelas. De novo outra descarga, essa mulher ia me matar. Me deixou tremendo e depois de brincar com meus peitos por mais um tempinho, chegou perto do meu ouvido e com a voz doce dela me disse- Vamos pra cama, a gente fica mais confortável.Sem pensar duas vezes, a gente levantou do sofá e foi de mãos dadas pro quarto dela, onde tem uma cama enorme. Definitivamente, os papéis se inverteram: eu, que sempre fui a mais ousada e tomava a iniciativa, tava à mercê de uma menina doce, tímida e frágil.
Ela me sentou na cama primeiro, depois me deitou de barriga pra cima, se aproximou de mim e confessou.- Passei a semana inteira pensando em como te ter nessa cama, como te ter assim. Desde o dia do SPA não paro de pensar em você, em como vai ser te comer, em como vai ser te ter. E te garanto que as expectativas ficam muito abaixo da realidade.Não soube o que dizer, definitivamente não era eu. Sem parar de sorrir, ela se deitou ao meu lado e, enquanto beijava meu pescoço e depois de uma leve carícia nos meus peitos, desceu a mão até meu monte de Vênus, roçando-o com os dedos suavemente por cima da calcinha. Eu tinha vergonha de estar tão molhada, mas já não me importava mais com nada. Senti a mão dela afastar a calcinha e se enfiar entre os lábios da minha buceta, o dedo indicador percorria tudo e, sem nenhuma pressão pelo quanto eu estava aberta, entrou lá dentro, suave e doce, uma e outra vez, uma e outra vez. Eu mal conseguia respirar, com o polegar ela começou a acariciar o clitóris inchado, se continuasse assim eu ia gozar em segundos, com outro dedo roçava suavemente meu cu, mas quantos dedos essa menina tinha? E eu não conseguia evitar, foi crescendo devagar, devagar e finalmente explodiu, um orgasmo intenso, muito intenso, acho que me perdi nele, uma descida suave, tinha acabado.
Comecei a tremer, ela continuava me beijando, os lábios primeiro e o pescoço depois, enquanto eu recuperava o fôlego. Elena se levantou e começou a se despir aos poucos, dava pra ver que ela gostava de me mostrar como tirava a roupa, primeiro tirou a blusa e depois o shortinho, ficou só de lingerie de renda branca, muito sexy, é injusto, ela sim que veio preparada pra isso. Eu achei ela linda, muito linda, ela se deitou ao meu lado e o cheiro dela, mais forte ainda, me invadiu de novo bem fundo. Eu estava ficando excitada de novo e eu não sou desse tipo, comigo é sempre só uma vez, o roçar da lingerie dela na minha pele me deixava louca de novo. Ela se sentou um pouco e tirou delicadamente o sutiã, deixando à mostra uns peitos pequenos e perfeitos, branquinhos, com uns biquinhos escuros aparecendo.
Achei a visão mais sexy que já vi na vida, me sentei também e me joguei nela, toquei os peitos dela com as duas mãos, a textura era mais lisa e dura do que O da minha parte, a situação de apalpar os peitos de uma mulher estava me deixando muito excitada e, quando me aproximei para beijá-los, com a cara safada, ela disse que não, que ainda não era minha vez. Meio frustrada, me afastei um pouco dela, e foi ela quem retomou o controle do jogo e me deitou de novo na cama, dessa vez sem muita cerimônia. Abriu minhas pernas e desceu o rosto até minha buceta, beijando-a suavemente por cima da calcinha. Como pude, fiquei olhando para ela, pasma; ver seu rostinho, seus olhos, seus lábios sobre minha buceta estava me deixando a mil. Finalmente, ela se afastou um pouco e tirou minha calcinha, abriu minhas pernas de novo e fiquei completamente exposta para ela. O tesão estava totalmente no talo. Mais uma vez, ela aproximou o rosto da minha buceta e senti seus lábios em cima, sua língua começou a brincar e a abrir meus lábios, suave como tudo nela. A língua subia um pouco e começava a rodear o clitóris, fazendo círculos até que finalmente atacou o botãozinho. Sem perceber, a mão dela foi ajudar a boca, e um dedo se enfiou dentro de mim. Ah! Que sensação! Ninguém nunca tinha feito tão bem assim. Senti de novo meu estômago se fechar e minha pele se arrepiar. Essa menininha ia conseguir mais um orgasmo de mim, dois em poucos minutos, algo que ninguém tinha conseguido até agora. Ela começou a combinar o dedo com a língua, primeiro me penetrava com algo duro e depois com algo muito suave. Eu estava escorrendo de novo, com certeza estava molhando a cama. Não me importava nem um pouco. Senti que um dedo roçava meu cu de novo, me atacava por trás. Que fixação! Mas tenho que admitir que antes isso tinha feito meu orgasmo explodir. Dessa vez, pensei em resistir mais, mesmo que minha respiração estivesse acelerando de novo de um jeito alarmante. Senti que ela insistia mais com o dedo no cu, mas com toda a umidade que tinha lá embaixo, já não tinha certeza de nada. Sim, sim, ela estava pressionando e enfiando a ponta do dedo lá dentro. Aaaaahg!!! Tinha um nó na garganta, o pulso acelerado, não sabia se pedia pra ela tirar o dedo dali de baixo ou enfiar tudo de uma vez. Ela decidiu por mim e, sem pressa mas sem pausa, foi enfiando tudo, de lubrificante pra não doer tinha pra dar e vender. A sensação era estranha no começo, mas quando a buceta foi se acostumando e se dilatando, foi uma delícia. Por que eu sempre tinha me negado? Acho que sempre precisa da pessoa certa. Não ia aguentar muito mais, um dedo em cada buraquinho e a língua e os lábios chupando e lambendo o clitóris vence qualquer resistência. Dessa vez o orgasmo foi intenso desde o primeiro momento, me arrastava toda, todos os músculos do corpo tremendo. O que ela tinha feito comigo? Não parava de tremer, achei que nunca mais ia parar.
Sim, consegui, já tinha parado de tremer, o pulso e a respiração começavam a voltar aos poucos ao normal, mas tinha sido tão intenso que eu continuava com tesão, e a Elena estava ali, só de calcinha, a tal da Promiscuous como se não tivesse quebrado um prato na vida, com um sorriso de orelha a orelha. Agora era minha vez, ia me esbaldar, custasse o que custasse.
Me levantei e fiquei na frente dela, peguei o rosto dela e beijei apaixonadamente, sem muitos rodeios desci até os peitinhos dela e comecei a beijá-los, primeiro devagar e depois com toda a paixão. Resolvi deitar ela na cama e fiquei por cima, entre as pernas dela, beijei ela de novo com paixão, enquanto sentia os peitos duros dela por cima dos meus, se tocando um no outro. Desci um pouco até aqueles pequenos globos e enquanto chupava, senti a calcinha molhada dela no meu ventre, o que me deixou ainda mais excitada. Continuei beijando a barriga dela e desci até o púbis, cheirava a sexo de mulher, era estranho, sempre pensei que ia achar repulsivo, mas naquele momento só queria beijar aquilo, possuir aquilo. Aproximei meus lábios da buceta dela por cima da A calcinha e notei nos meus lábios a umidade dela, resolvi puxar pra um lado e vejo os lábios vaginais rosadinhos dela, estava toda depilada, essa mina continuava sendo um poço de surpresas, aproximei devagar meus lábios da buceta dela, com um certo receio, não me atrevia direito, quanto mais perto ficava, mais gostosa parecia, finalmente beijei e ouvi um gemido forte da Elena, isso me deixou mais tesuda e afastei os lábios vaginais dela com as mãos, enfiando depois minha boca na buceta dela, o gosto era estranho no começo, mas logo me acostumei, percorri com a língua a rachinha dela, devagar, sem pressa, subi um pouco e senti o que imaginei ser o clitóris, me afastei um pouquinho e olhei pra ele, nunca tinha visto um tão de perto, achei maravilhoso, rodeei ele com meus lábios enquanto dava uns toquezinhos por cima com a língua, a Elena nessa hora não parava de gemer e se mexer. Enquanto continuava focada no clitóris e com a experiência que tinha tido pouco antes em primeira pessoa, resolvi colocar um dedo dentro dela, estava muito mais aberta do que imaginava, entrei naquela caverninha quentinha sem nenhuma dificuldade, nem tinha percebido e já estava com o dedo todo dentro, comecei a mexer, primeiro devagar e fui aumentando o ritmo conforme os gemidos da Elena ficavam mais rápidos, pra dentro, pra fora e pros lados fazendo círculos, e num instante senti os lábios se contraindo em volta do meu dedo numa convulsão orgásmica interminável.
Me senti poderosa e feliz por ter dado esse orgasmo pra ela.
Minha iniciação em relações com mulheres não acabou ali, continuamos com brincadeiras a tarde toda até cairmos exaustas e felizes as duas.
Não tenho certeza de quase nada, se gostei mais das relações sexuais com meus parceiros homens ou com a Elena, só sei que curti como uma louca e que cheguei a lugares que achava impossíveis. O que tenho certeza é que os jogos de futebol nunca mais vão ser ser como antes e que, por mais que possa, esta não vai ser a última tarde com ela. Aliás, com tanta trepada, tinha esquecido de perguntar o nome do perfume… Que cabeça a minha!
No começo, quando vinha obrigada pelos meus pais, confesso que me irritava pra caralho; ver aquele pivete correndo igual um doido pela quadra não era exatamente o melhor passatempo pra uma garota como eu, mas o tempo foi passando e aqueles meninos foram virando adolescentes, e estes, em caras bonitos e gostosos, e ainda não sei exatamente quando, mas comecei a apreciar o jogo e, principalmente, os jogadores. A real é que ver o jogo nas arquibancadas, tão perto dos caras, não tem nada a ver com assistir pela TV. No ar rola uma puta quantidade de testosterona, e isso misturado com a emoção do jogo e os jogadores cada vez mais gostosos faz com que eu tenha virado uma viciada no espetáculo. Não vou admitir publicamente, mas tenho que confessar que mais de uma vez saí do campo com o tesão nas alturas.
Apesar das reclamações do pivete do meu irmão Martin, já fiquei um tempo com alguns caras do time, mesmo que isso tire um pouco da graça das minhas putarias no espetáculo, me sinto meio culpada olhando as pernas e as bundas de outros jogadores, então, pra agradar o Martin, tento não ficar com nenhum amigo do meu irmãozinho e também procuro não personalizar minhas noites molhadas em nenhum deles em específico, mesmo que, quando a carne aperta, sempre tenho os números de telefone deles pra uma trepada esporádica.
O jogo foi especialmente disputado, apesar de ser só um amistoso de pré-temporada. Todo mundo se matou em quadra. O fato de o time ainda não estar fechado, já que teve umas entradas e saídas, e que nem todo mundo tem vaga garantida no elenco, fez com que todo mundo quisesse mostrar o melhor de si. qualidades. A tensão de querer fazer tudo certo, somada à própria tensão do jogo, esquentou a arquibancada e eu, especialmente...
Quando o jogo acabou, depois de cumprimentar os jogadores que conhecia e trocar aquele comentário básico sobre a partida com o Martín, resolvi passar o que restava da manhã no SPA que o clube tem para os sócios. Que jeito melhor de aliviar o calor do jogo do que relaxar entre bolhas?
O SPA no domingo, naquela hora do meio-dia, normalmente fica vazio, então costumo ficar à vontade, com o lugar praticamente só pra mim. Por isso, me surpreendi quando outra garota entrou atrás de mim. Não a conhecia, embora também a tivesse visto na arquibancada.
Antes, eu tinha reparado nela porque, de vez em quando, ela abria um bloquinho de notas e escrevia alguma coisa. Isso me chamou a atenção, já que o que todo mundo costuma fazer é gritar ou roer as unhas — ou os dois ao mesmo tempo — e eu não a ouvi falar uma vez sequer, e as unhas dela estavam impecáveis. Meu Deus, que inveja!
No campo, passou pela minha cabeça que ela poderia ser de outro clube, fazendo o papel de olheira, já que não tem nenhum time fechado. Mas, com a beleza que ela tinha, não parecia treinadora ou técnica de futebol. Também não é como se eu conhecesse muitas garotas desse meio; minha mente se apressa demais em julgar e, com certeza, tenho muitos preconceitos, então preferi não pensar mais nisso. Se ela estava no SPA, imaginei que fosse alguma conhecida de um dos jogadores novos, já que aquela área do clube é só para sócios. Mas a história das anotações no bloquinho continuava me intrigando, e entre bolhas, sem tanta adrenalina no corpo, no mínimo achei peculiar e não conseguia tirar isso da cabeça. Como uma das minhas qualidades — e também um grande defeito — é que sou muito fofoqueira, resolvi abordá-la. Ela parecia absorta, e eu esperava não incomodar, mas se não perguntasse, tinha certeza de que não conseguiria tirar isso da cabeça o dia inteiro. - Oi, sou a Julia! Desculpa te abordar assim, mas antes te vi no campo de futebol e não lembro de ter te visto em outros jogos. Agora achei engraçado te ver por aqui, já que esse cantinho não é dos mais frequentados a essa hora.
- Sou a Elena, prazer! Sim, também te vi no jogo, e principalmente te ouvi. He he he Não sabia que a galera gritava tanto no campo, ainda menos esperava isso na pré-temporada. Pra ser sincera, é a primeira vez que vou a um jogo ao vivo e a cores. E, sinceramente, foi muito bom e adorei.Com certeza fiquei mais vermelha que meu biquíni. A voz doce dela e um tom bem agradável suavizaram a facada que eu tinha levado. Adoro torcer pelos caras no campo e, entre os outros amigos e familiares, sou conhecida por ser bem expansiva no jogo. Mas uma desconhecida reparar em mim logo no primeiro dia me fez pensar! Preciso mesmo me controlar no campo, mas é que isso me ajuda a aliviar o estresse da semana toda, ainda mais agora que estou há mais de seis meses na seca. Mas tenho que admitir que, quando tinha namorado, também gritava pra caralho. Não consigo evitar, tenho que ser realista!- Você tem razão, Elena,... talvez eu tenha um problema com minha expressividade, não consigo evitar!. Você é amiga de algum dos caras do time? Vamos te ver mais no campo?
- Bem, a verdade é que não, não conheço ninguém do time. Vim hoje pra fazer um estudo, já que sou sócia desse clube, porque venho pras aulas de yoga, me informei sobre os times e os horários e decidi vir pro campo hoje.
— Um Estúdio?Isso tava ficando interessante, essa mina era uma caixinha de surpresas.— Que tipo de estudo? Um estudo do partido? Desculpa perguntar tanto, mas antes eu te vi anotando umas paradas num bloco e me surpreendi. Normalmente o povo grita, fala, mas ninguém fica tomando nota!
- É que acabei de me formar em psicologia, e tô começando a pensar na monografia. Antes de escolher o tema definitivo, tenho umas ideias que quero explorar, e uma delas é o comportamento da torcida no estádio em diferentes esportes. O de hoje foi minha primeira vez num campo. E, sinceramente, é impressionante. Acho que tenho um tema pra considerar seriamente pra monografia.
- Pois agora sim que tô envergonhada, não esperava estar num grupo de cobaias pra um estudo de psicologia. Sei que não me comporto de um jeito muito são no campo, e prometo que quase nunca xingo o juiz, mas essa de ser cobaia eu não esperava!
- Kkkk. Não, mulher, adorei mesmo. Gosto muito da sua expressividade e da espontaneidade que você mostra. Eu, pra ser sincera, sou muito envergonhada e fico maravilhada com gente como você. Quando vi que, em vez de sair pra rua, você entrou no clube, resolvi te seguir. A verdade é que tava morrendo de vontade de falar com você e não sabia como fazer... pro estudo, quero dizer. No momento em que você veio na minha direção, eu já tava pensando no melhor jeito de abordar. Você me tirou um peso das costas vindo até mim. Se eu tivesse começado a conversa, agora estaria gaguejando igual uma boba, morrendo de vergonha!
- Pois é, e o que você quer saber exatamente?
- A verdade é que eu adoraria te fazer umas perguntas, sobre sua experiência nos campos, sobre o comportamento e as reações da torcida de vocês, da dos rivais... mas aqui entre as bolhas e com esse calorão, acho que não vai ser o melhor lugar. A gente podia se encontrar em outro horário e lugar. Eu me adapto a você, claro.A verdade é que, no geral, esses psicólogos me dão um certo asco, mas a Elena eu gostava. E já que eu tinha pré-julgado ela como treinadora ou olheira e metido os pés pelas mãos como sempre, topei falar sobre meus exageros na arquibancada e dar uma contribuída no estudo dela. A gente marcou naquele mesmo domingo à tarde num barzinho com mesas na calçada no centro. Um jeito bem diferente de passar a tarde de domingo — a maioria das minhas amigas ainda tava de férias e eu ia passar a tarde no cinema, então não me custou nada mudar de planos.
Na hora de sair, não sabia exatamente como me vestir: tipo entrevista de emprego? Ou como quando saio com as amigas? A verdade é que tava meio perdida, era a primeira vez que me faziam uma entrevista, ou como quer que chame, e não sabia muito bem como me comportar. Decidi por uns shorts curtinhos e uma blusa fresquinha combinando, e prendi o cabelo num rabo de cavalo. Quando cheguei na calçada dez minutos atrasada — outro dos meus muitos defeitos —, a Elena já tava instalada numa das mesas mais afastadas, com um café com gelo na frente. Ela tava vestindo um vestido preto curtinho com florzinhas e, sentada ali sozinha, parecia meio nervosa e sobrecarregada pela situação. A verdade é que ela tinha um ar meio tímido, e aquilo me deu uma certa ternura.
Quando me aproximei, o perfume leve que ela usava me embriagou — não lembrava dele de manhã e gostei pra caralho. Anotei mentalmente que tinha que perguntar qual era, porque pra nome de perfume tenho uma memória bem ruim e teria que anotar em algum lugar.
A conversa com a Elena foi muito mais gostosa do que eu imaginava que seria uma conversa com uma "psicóloga" metida a universitária cheia de si. A verdade é que, depois que a timidez passou, a gente falou de quase tudo: da galera do futebol, da torcida, de algumas diferenças entre as torcidas, de como é libertador poder gritar de vez em quando, com respeito pelos outros. Eu, sinceramente... Grito pra caralho, mas salvo raríssimas exceções, sempre a favor de alguém, pra animar e dar moral. E no fim, um assunto puxou outro e acabamos falando do meu trabalho nojento, da universidade dela, da família, dos pais, irmãos, namorados e parceiros em geral. Éramos bem diferentes, mas nossos gostos não divergiam tanto nas coisas importantes, tipo o jeito de ver a vida e de como vivê-la. Parecia que, do jeito mais besta, tinha começado o que tinha cara de ser uma nova amizade. A verdade é que fazia tempo que não me sentia tão à vontade com alguém.
Combinamos de nos encontrar no fim de semana seguinte pra ver o próximo jogo e viver o torneio de outro jeito: ela tentaria sentir mais as cores do time, e eu me colocaria no lugar dela e observaria o resto do grupo de forma mais crítica, pra ver o que a gente descobria.
No domingo seguinte, o jogo não era na nossa quadra, mas sim na de uma cidade vizinha. Como eu conhecia o lugar e ela não, decidimos que eu passaria pra buscá-la de carro na casa dela. A experiência foi muito divertida, a gente se acabou de rir. Eu com o bloquinho anotando as reações do resto da torcida — da minha família fanática por futebol, né —, com as caras de estranheza deles por não me ouvirem gritar sem parar. E ela, depois de dar uma revisada nos nomes dos jogadores e após alguns minutos de dúvida e vergonha, gritando igual uma louca a cada jogada do nosso time.
Na volta, ela me convidou pra almoçar na casa dela e aproveitar a tarde pra passar a limpo as anotações e o que a gente tinha observado juntas. Achei uma ideia muito boa e, como não tinha nada especial pra fazer naquela tarde, subimos pro apartamento dela.
Era um apê pequeno, mas um pouco melhor que o típico de estudante: dois quartos, uma cozinha e um banheiro, tudo bem arrumadinho e feminino. Ela me disse que os pais moravam fora da cidade e que o apartamento era deles, que tinham cedido pra ela até terminar a faculdade, e que depois ela teria que se virar. Mas que de Mas naquele momento, essa não era a preocupação dela.
Preparamos algo pra comer, uma saladinha e um pouco de carne grelhada, uma fruta de sobremesa, e sentamos no sofá pra tomar café e começar a passar as anotações pro computador. Ele não era muito grande, cabíamos as duas confortavelmente, mas ficávamos bem perto uma da outra. Meu Deus!, o perfume de novo, tava me deixando louca, a garota cheirava maravilhosamente bem e algo que nunca tinha acontecido comigo com uma garota, tava começando a me excitar. Primeiro, eu culpei a tesão que certos jogos me dão, mas nesse eu tinha ficado tão concentrada em anotar as coisas, que não tive tempo pra libido subir. Não entendia! Nunca me interessei por garotas, sempre gostei de homens, e muito!. Não tinha nada contra lésbicas, até conhecia algumas, mas nunca foi um assunto que me interessou ou que eu tinha pensado.
E agora eu tava sentada num sofá do lado da loirinha Elena, com o notebook no colo escrevendo e rindo ao mesmo tempo, com um contato constante com ela e um nó no estômago cada vez maior. O que tava acontecendo comigo?
Comecei a ficar nervosa, cada vez mais excitada e confusa, mas a verdade é que não tinha rolado nada. Era coisa da minha cabeça. Ela continuava tão simpática e risonha como sempre, aparentemente alheia aos meus problemas com a minha buceta. Num momento, me peguei olhando pros peitinhos dela, eu tava ferrada. Levantei de repente do sofá e, gaguejando, inventei a desculpa de ir ao banheiro. Lá, lavei o rosto com água fria e, me olhando no espelho, repeti umas quantas vezes que não podia ser, que eu era uma hétero convicta e que precisava arrumar um namorado o mais rápido possível.
Depois de me acalmar, voltei pra sala onde Elena, com sua carinha de anjo, tava batendo nas teclas, escrevendo numa velocidade alucinante. Sentei de novo ao lado dela e o cheiro dela me embriagou de novo. Novo.
Ela se aproximou de mim e olhou nos meus olhos, e com aqueles olhões verdes me perguntou com cara de preocupação se eu estava bem, que eu parecia meio indisposta, se precisava que ela preparasse algo ou fizesse alguma coisa por mim. Agora quem estava com um ataque de timidez era eu, tinha ficado sem palavras, só saíam uns balbucios da minha garganta e pela temperatura do meu rosto, devia estar vermelha que nem um tomate. Ela foi se aproximando e me deu um beijo fraterno na testa, e naquele momento uma espécie de choque elétrico passou por nós duas. Não sei se ela percebeu ou não, mas o choque me partiu ao meio, já não sabia onde estava nem o que estava acontecendo comigo, comecei a respirar ofegante e acho que até tive uma arritmia perigosa. Ela, em vez de se afastar, me olhou com carinho e bem devagar foi se aproximando ainda mais, até que nossos rostos se roçaram um no outro e, bem suavemente, depositou os lábios doces dela sobre os meus.
Achei que ia morrer, que doce, que suave, perdi o mundo de vista por uns instantes e nos fundimos num beijo longo, o beijo mais longo da minha vida, não queria que acabasse nunca.
Nos separamos um pouco e, depois de recuperar o fôlego e olhar de novo nos olhos dela, já não me importava se era uma garota ou um garoto, eu precisava dela naquele momento. Dessa vez fui eu que me joguei nos lábios dela, saboreando a boca dela devagar e cada vez com mais intensidade. Era muito estranho pra mim a suavidade do rosto dela, acostumada que estava com o dos caras, mas não me importava nem um pouco, eu estava completamente excitada. Nossas línguas se entrelaçavam e brincavam de se esconder e se encontrar, e a temperatura dos nossos corpos aumentava a passos largos. A boca dela desceu pelo meu pescoço, beijando cada centímetro dele, parando um instante na clavícula pra continuar descendo suavemente até o final do decote do meu vestido, beijando de leve o começo dos meus peitos. Uma mão pousou suavemente em um eles, que pela descarga que recebi no corpo todo, parecia ligado direto na minha buceta. De repente me toquei que tava muito, mas muito molhada, comecei a sentir minha umidade encharcando minha calcinha e que ela já não ia aguentar muito mais. Naquele momento ela tava beijando um peito por cima da roupa enquanto o outro recebia a atenção da mão dela, tava me deixando louca, precisava tirar o sutiã e sentir os lábios macios dela nos meus bicos, que já estavam duros feito pedra. Me afastei um pouco dela e enquanto tirava o vestido depressa, ela me olhava com cara safada e sorridente. Sem o vestido, só de conjunto de calcinha e sutiã, não exatamente o mais adequado pra um encontro sexual, porra eu só ia pra um jogo de futebol… ela me abraçou e enquanto me beijava na boca, as mãos dela abriram o fecho do meu sutiã soltando ele e deixando cair no chão, e já sem ele, senti o corpo dela grudando no meu, o tecido da blusa roçando meus bicos mais que sensíveis e de novo um arrepio sacudiu todas as minhas células. Precisava dela, como nunca precisei de ninguém.
Ela se separou de mim e enquanto olhava meus peitos grandes e redondos sorriu de novo, se aproximou sem movimentos bruscos, com suavidade, como se fosse a coisa mais natural do mundo e depois de brincar um pouco em volta das auréolas do meu peito, pousou os lábios nelas. De novo outra descarga, essa mulher ia me matar. Me deixou tremendo e depois de brincar com meus peitos por mais um tempinho, chegou perto do meu ouvido e com a voz doce dela me disse- Vamos pra cama, a gente fica mais confortável.Sem pensar duas vezes, a gente levantou do sofá e foi de mãos dadas pro quarto dela, onde tem uma cama enorme. Definitivamente, os papéis se inverteram: eu, que sempre fui a mais ousada e tomava a iniciativa, tava à mercê de uma menina doce, tímida e frágil.
Ela me sentou na cama primeiro, depois me deitou de barriga pra cima, se aproximou de mim e confessou.- Passei a semana inteira pensando em como te ter nessa cama, como te ter assim. Desde o dia do SPA não paro de pensar em você, em como vai ser te comer, em como vai ser te ter. E te garanto que as expectativas ficam muito abaixo da realidade.Não soube o que dizer, definitivamente não era eu. Sem parar de sorrir, ela se deitou ao meu lado e, enquanto beijava meu pescoço e depois de uma leve carícia nos meus peitos, desceu a mão até meu monte de Vênus, roçando-o com os dedos suavemente por cima da calcinha. Eu tinha vergonha de estar tão molhada, mas já não me importava mais com nada. Senti a mão dela afastar a calcinha e se enfiar entre os lábios da minha buceta, o dedo indicador percorria tudo e, sem nenhuma pressão pelo quanto eu estava aberta, entrou lá dentro, suave e doce, uma e outra vez, uma e outra vez. Eu mal conseguia respirar, com o polegar ela começou a acariciar o clitóris inchado, se continuasse assim eu ia gozar em segundos, com outro dedo roçava suavemente meu cu, mas quantos dedos essa menina tinha? E eu não conseguia evitar, foi crescendo devagar, devagar e finalmente explodiu, um orgasmo intenso, muito intenso, acho que me perdi nele, uma descida suave, tinha acabado.
Comecei a tremer, ela continuava me beijando, os lábios primeiro e o pescoço depois, enquanto eu recuperava o fôlego. Elena se levantou e começou a se despir aos poucos, dava pra ver que ela gostava de me mostrar como tirava a roupa, primeiro tirou a blusa e depois o shortinho, ficou só de lingerie de renda branca, muito sexy, é injusto, ela sim que veio preparada pra isso. Eu achei ela linda, muito linda, ela se deitou ao meu lado e o cheiro dela, mais forte ainda, me invadiu de novo bem fundo. Eu estava ficando excitada de novo e eu não sou desse tipo, comigo é sempre só uma vez, o roçar da lingerie dela na minha pele me deixava louca de novo. Ela se sentou um pouco e tirou delicadamente o sutiã, deixando à mostra uns peitos pequenos e perfeitos, branquinhos, com uns biquinhos escuros aparecendo.
Achei a visão mais sexy que já vi na vida, me sentei também e me joguei nela, toquei os peitos dela com as duas mãos, a textura era mais lisa e dura do que O da minha parte, a situação de apalpar os peitos de uma mulher estava me deixando muito excitada e, quando me aproximei para beijá-los, com a cara safada, ela disse que não, que ainda não era minha vez. Meio frustrada, me afastei um pouco dela, e foi ela quem retomou o controle do jogo e me deitou de novo na cama, dessa vez sem muita cerimônia. Abriu minhas pernas e desceu o rosto até minha buceta, beijando-a suavemente por cima da calcinha. Como pude, fiquei olhando para ela, pasma; ver seu rostinho, seus olhos, seus lábios sobre minha buceta estava me deixando a mil. Finalmente, ela se afastou um pouco e tirou minha calcinha, abriu minhas pernas de novo e fiquei completamente exposta para ela. O tesão estava totalmente no talo. Mais uma vez, ela aproximou o rosto da minha buceta e senti seus lábios em cima, sua língua começou a brincar e a abrir meus lábios, suave como tudo nela. A língua subia um pouco e começava a rodear o clitóris, fazendo círculos até que finalmente atacou o botãozinho. Sem perceber, a mão dela foi ajudar a boca, e um dedo se enfiou dentro de mim. Ah! Que sensação! Ninguém nunca tinha feito tão bem assim. Senti de novo meu estômago se fechar e minha pele se arrepiar. Essa menininha ia conseguir mais um orgasmo de mim, dois em poucos minutos, algo que ninguém tinha conseguido até agora. Ela começou a combinar o dedo com a língua, primeiro me penetrava com algo duro e depois com algo muito suave. Eu estava escorrendo de novo, com certeza estava molhando a cama. Não me importava nem um pouco. Senti que um dedo roçava meu cu de novo, me atacava por trás. Que fixação! Mas tenho que admitir que antes isso tinha feito meu orgasmo explodir. Dessa vez, pensei em resistir mais, mesmo que minha respiração estivesse acelerando de novo de um jeito alarmante. Senti que ela insistia mais com o dedo no cu, mas com toda a umidade que tinha lá embaixo, já não tinha certeza de nada. Sim, sim, ela estava pressionando e enfiando a ponta do dedo lá dentro. Aaaaahg!!! Tinha um nó na garganta, o pulso acelerado, não sabia se pedia pra ela tirar o dedo dali de baixo ou enfiar tudo de uma vez. Ela decidiu por mim e, sem pressa mas sem pausa, foi enfiando tudo, de lubrificante pra não doer tinha pra dar e vender. A sensação era estranha no começo, mas quando a buceta foi se acostumando e se dilatando, foi uma delícia. Por que eu sempre tinha me negado? Acho que sempre precisa da pessoa certa. Não ia aguentar muito mais, um dedo em cada buraquinho e a língua e os lábios chupando e lambendo o clitóris vence qualquer resistência. Dessa vez o orgasmo foi intenso desde o primeiro momento, me arrastava toda, todos os músculos do corpo tremendo. O que ela tinha feito comigo? Não parava de tremer, achei que nunca mais ia parar.
Sim, consegui, já tinha parado de tremer, o pulso e a respiração começavam a voltar aos poucos ao normal, mas tinha sido tão intenso que eu continuava com tesão, e a Elena estava ali, só de calcinha, a tal da Promiscuous como se não tivesse quebrado um prato na vida, com um sorriso de orelha a orelha. Agora era minha vez, ia me esbaldar, custasse o que custasse.
Me levantei e fiquei na frente dela, peguei o rosto dela e beijei apaixonadamente, sem muitos rodeios desci até os peitinhos dela e comecei a beijá-los, primeiro devagar e depois com toda a paixão. Resolvi deitar ela na cama e fiquei por cima, entre as pernas dela, beijei ela de novo com paixão, enquanto sentia os peitos duros dela por cima dos meus, se tocando um no outro. Desci um pouco até aqueles pequenos globos e enquanto chupava, senti a calcinha molhada dela no meu ventre, o que me deixou ainda mais excitada. Continuei beijando a barriga dela e desci até o púbis, cheirava a sexo de mulher, era estranho, sempre pensei que ia achar repulsivo, mas naquele momento só queria beijar aquilo, possuir aquilo. Aproximei meus lábios da buceta dela por cima da A calcinha e notei nos meus lábios a umidade dela, resolvi puxar pra um lado e vejo os lábios vaginais rosadinhos dela, estava toda depilada, essa mina continuava sendo um poço de surpresas, aproximei devagar meus lábios da buceta dela, com um certo receio, não me atrevia direito, quanto mais perto ficava, mais gostosa parecia, finalmente beijei e ouvi um gemido forte da Elena, isso me deixou mais tesuda e afastei os lábios vaginais dela com as mãos, enfiando depois minha boca na buceta dela, o gosto era estranho no começo, mas logo me acostumei, percorri com a língua a rachinha dela, devagar, sem pressa, subi um pouco e senti o que imaginei ser o clitóris, me afastei um pouquinho e olhei pra ele, nunca tinha visto um tão de perto, achei maravilhoso, rodeei ele com meus lábios enquanto dava uns toquezinhos por cima com a língua, a Elena nessa hora não parava de gemer e se mexer. Enquanto continuava focada no clitóris e com a experiência que tinha tido pouco antes em primeira pessoa, resolvi colocar um dedo dentro dela, estava muito mais aberta do que imaginava, entrei naquela caverninha quentinha sem nenhuma dificuldade, nem tinha percebido e já estava com o dedo todo dentro, comecei a mexer, primeiro devagar e fui aumentando o ritmo conforme os gemidos da Elena ficavam mais rápidos, pra dentro, pra fora e pros lados fazendo círculos, e num instante senti os lábios se contraindo em volta do meu dedo numa convulsão orgásmica interminável.
Me senti poderosa e feliz por ter dado esse orgasmo pra ela.
Minha iniciação em relações com mulheres não acabou ali, continuamos com brincadeiras a tarde toda até cairmos exaustas e felizes as duas.
Não tenho certeza de quase nada, se gostei mais das relações sexuais com meus parceiros homens ou com a Elena, só sei que curti como uma louca e que cheguei a lugares que achava impossíveis. O que tenho certeza é que os jogos de futebol nunca mais vão ser ser como antes e que, por mais que possa, esta não vai ser a última tarde com ela. Aliás, com tanta trepada, tinha esquecido de perguntar o nome do perfume… Que cabeça a minha!
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