Bom, pessoal, antes de ir jantar com meu marido e uns amigos, vou deixar aqui o relato de como continua minha aventura com o pintor... Beijos...
Esses últimos dias estive visitando direto o apartamento do lado. Tentava sair um pouco mais cedo do trabalho e, em vez de voltar pra casa, ia pro pintor, dava uma trepada com ele, e depois sim, reencontrar meu marido e meu filho. Embora a gente soltasse uns ejaculados memoráveis, continuávamos sem dizer nossos nomes, os dois achávamos mais excitante assim, pra mim ele é o pintor, e pra ele eu sou a puta do lado. Não precisávamos saber mais. Isso era mais que suficiente pra gente gozar um com o outro de um jeito que nos deixava completamente satisfeitos. Mas, mesmo que a gente se divertisse pra caralho entre nós, uma dessas tardes ele me preparou uma surpresa que nem nos meus sonhos mais molhados eu imaginei.
A gente tava entre beijos e carícias, se apalpando sem controle, quando sinto uns passos atrás de mim, me viro e vejo dois caras nos olhando com a mais expressiva luxúria estampada na cara. Os dois estavam de peito nu, só de calça e descalços.
— E isso? — pergunto, interrompendo bruscamente minha demonstração de afeto.
— Meus ajudantes — ele responde com um sorriso intrigante.
— E o que tão fazendo aqui? — pergunto de novo.
— Vieram me ajudar...
— Ajudar em quê? — insisto — A pintar, acho que não...
— Isso já depende de você — ele diz com aquele sorriso que me é tão excitante e insuportável ao mesmo tempo.
Fico com vontade de dar um tapa na cara dele, mas me seguro. Olho pros supostos ajudantes, os dois ansiosos e empolgados, com as calças inchadas, e falo:
— Desculpa, rapazes, mas a festinha tá cancelada — e vou embora batendo a porta.
Talvez minha reação tenha sido meio precipitada, penso depois, já que, considerando a relação que a gente tem, só de sexo, não é absurdo que ele quisesse adicionar um ou mais participantes nos nossos encontros. Mas me irrita ele não ter me consultado sobre isso. Se tivesse sugerido, com certeza eu teria dito sim, porque teria sido uma delícia. jeito de nos despedir. Eu não ia ficar pintando aquele apartamento a vida inteira, e nós dois sabíamos muito bem que, quando ele deixasse de ser o pintor e eu a puta do lado, não ia ter mais nada que nos unisse, então...
Fiquei com vontade, por causa daquela surpresa inesperada a gente não tinha passado de uns chupões, então no fim da tarde, antes dele ir embora, voltei lá no apartamento. Os ajudantes já tinham ido embora, ele tava sozinho, dando uns retoques finais na parede da cozinha. Podia ter saído na rua e dado pra qualquer um, mas isso não ia me satisfazer, eu tava afim do pintor e era com o pintor que eu tinha que resolver.
Cheguei perto dele devagar e abracei por trás, encostando meus peitos nas costas dele, passando a língua na pele do ombro nu.
— Me perdoa por ter ido embora assim? — pergunto com a voz de uma menina pedindo desculpa por uma travessura.
— Quem tem que te perdoar são meus ajudantes, você não sabe como eles ficaram — ele fala dando uma gargalhada.
— Você devia ter me falado — reclamo.
— Era uma surpresa, se eu te contasse estragava a surpresa.
— E o que te fez pensar que eu ia aceitar dar também pros seus ajudantes?
— Você é muito puta, querida — ele garante — Três paus vão cair muito bem em você, e posso te garantir que os caras são bem dotados.
— Muito puta, mas prefiro o seu pau — falo apertando ele por cima da calça, sentindo como ele endurece só de sentir a pressão dos meus peitos nas costas dele.
— E eu adoraria ver você dando pra outros — ele confessa então.
— Sério? — pergunto surpresa — Você quer me ver dando pros seus ajudantes?
— Venho pensando nisso desde que começamos a foder — admite.
Ele se vira e me beija, um beijo longo, molhado e cheio de tesão.
— Essa semana eu termino, seria um presente de despedida bonito — ele fala depois do beijo.
— Me come... — falo com a voz rouca de tesão — Me come bem comido e prometo que vou pensar.
Não preciso repetir. me agarra pela cintura, me levanta no ar, como se não pesasse nada, e me senta em cima da bancada. Levanta minha saia e arranca minha calcinha de uma vez, deixando minha buceta exposta e completamente à mercê dele. Tô melando, escorrendo gostas de tesão, de pura vontade, escorrendo por entre minhas pernas, o pintor lambe com gosto, se lambuzando com minha essência enquanto começa a cutucar com a língua no lugar exato, ali onde as sensações parecem explodir com muito mais força. Ele chupa tudo que tem ao alcance, por dentro, por fora, lambe e relambe, até morde, me causando arrepios que sacodem até a alma. Me desfaço na boca dele, me derreto, me molhando e virando puro néctar pros lábios dele. Com a língua, desliza pra baixo e se enfia no outro buraco, no mais apertado, embora nem por isso menos usado. Meu cu se abre com a mesma facilidade que minha buceta se abre. Ele chupa pelos lados, encharcando tudo de saliva, e cutuca no centro, me causando uns arrepios deliciosos.
— Mete... quero sentir você...! — falo no meio de um gemido.
Então ele se levanta, me mantendo na mesma posição, pernas levantadas e abertas, com toda minha intimidade exposta, tira a pica, já dura como pedra, e passa ela por cima dos meus lábios, me tocando aqui e ali, me acariciando com aquele fogo feito carne que já promete me saciar demais. Molha a cabeça da pica com meus próprios sucos íntimos, e espalha por cima dos lábios, o tesão ferve meu sangue, quero que ele me coma, que me coma AGORA, que meta e nunca mais tire.
— Vai, me come... me come...! — peço, imploro, tô tão molhada que eu mesma pego na pica dele e enfio pra dentro.
Não preciso empurrar porque minha buceta absorve e segura, se apertando em volta dela, dando o calor que aquele pedaço do corpo dele tanto precisa. Aí sim, ele me abraça e começa a me comer. metendo tudo, sem deixar nada pra fora, só as bolas batendo sem parar contra os lábios da minha buceta faminta e desesperada. Naquele momento, existo só pra ele, pra gozar ele, e ser dele de todas as formas possíveis. Minhas pernas tremem em volta do corpo dele, sacudidas pela violência das investidas.
—Tudo... me dá tudo! — peço no meio de um gemido rouco, buscando a boca dele pra me fundir num beijo cheio de luxúria e sensualidade.
Já tá me dando tudo, mas quero mais, muito mais, e aí lembro dos supostos ajudantes que estavam ali um tempo atrás, e penso como me cairiam bem agora, três picas pelo preço de uma, promoção especial, carne pra todos os meus buracos, mas os ajudantes já foram, só resta o pintor, meu pintor e esse pincel grosso que ele manuseia com tanta segurança.
Ele me pega pela cintura e, sem esforço nenhum, me levanta no ar, a pica bem cravada dentro de mim, e me leva até a outra bancada. Durante o breve trajeto, sou eu que me mexo, rastejando entre os braços dele, me enfiando uma e outra vez nessa pica linda, cheia de vigor e energia. Ele me senta de novo na bancada e retoma o controle da foda, me fazendo gritar como se estivesse me despedaçando. Sei que meus gritos devem ecoar pelo prédio inteiro, até na minha casa, mas não ligo, a única coisa que importa é o que rola naquele apartamento, naquela cozinha, o resto é irrelevante. O que importa de verdade é a foda que ele me dá, feroz, brutal, violenta, já faz vários dias que a gente vem transando, então ele já sabe do que eu gosto e como eu gosto.
—Vem, puta! — ele fala depois de tirar a pica e deixar ela vibrando do lado de fora.
Ele me faz descer da bancada e me empurra contra a parede da cozinha, no vão onde deveria estar a geladeira. Me coloca de cara pros azulejos e se posiciona atrás de mim, se ajeitando, pica na mão, nas portas dilatadas da minha buceta. Me abro toda pra receber ele de novo, até eu mesma separo minhas nádegas pra ele ter uma visão melhor, mas não, no último momento ele muda de alvo e mete no meu cu. A pica tá tão molhada com meus próprios sucos íntimos que nem precisa de lubrificação, na base do empurrão ele enterra até os ovos, me causando novas ondas de prazer. Ele fica parado ali por um instante, mete os dedos na minha pussy, e enquanto começa a se mover nos dois lados, sussurra no meu ouvido:
—Você não gostaria de sentir duas picas dentro ao mesmo tempo?
Eu consigo soltar um suspiro profundo como única resposta.
—Foder e comer cu... foder e comer cu... — ele repete num sussurro como se fosse um mantra.
Já estive com mais de um cara ao mesmo tempo, na verdade com dois caras, e devo admitir que foi uma experiência super satisfatória, tanto que fiquei com vontade de repetir, não com os mesmos, mas com outros, e aí estava o pintor me oferecendo, agora não com dois, mas com três. Claro que não contei pra ele que já tinha alguma prática nisso, pra ele seria minha primeira vez com mais de um.
—Você gostaria? — pergunto sobre a oferta dele, enquanto pica e dedos entram e saem com fluidez natural.
—Claro, morro de vontade de ver você sendo arrebentada de pica — ele afirma, acelerando os movimentos.
—Ahhhh... já me... ahhhhh... você já... ahhhhh... tá me arrebentando... ahhhhhh...!!! — faço questão de notar entre gemidos exaltados.
—Sim, mas é diferente — ele garante.
Nunca vou entender essa predileção de querer ver alguém que você gosta sendo comida por outro ou outros. Se um cara me atrai, eu mesma fodo ele, não entrego pra outra gostosa comer. Sei lá, talvez eu esteja errada e isso seja a última tendência sexual, mas nisso sou bem antiquada, sempre gostei do 1 a 1, ficar com seu parceiro e fazer mil e uma na cama (ou na cozinha de um apartamento alheio) sem interferência de terceiros. Claro que se rolar a situação, como naquela vez em San Justo, e Adiciona mais alguém na parada, não posso recusar. Mas sempre sendo eu a anfitriã, sem ninguém me forçar a nada, por isso tinha dispensado antes, esses caras aparecerem do nada, era como se estivesse me obrigando a fazer algo que eu não tinha consentido de jeito nenhum.
— Você gosta de comer e dar ao mesmo tempo? — ele pergunta sem parar de se mexer por trás e na frente, quicando contra meus intestinos enquanto me bate no útero, dedos e pau perfeitamente sincronizados para me dar prazer dos dois lados.
— Ufffffff... siiiiiim... adoro!!! — confirmo entre suspiros gostosos.
Ele enfia os dedos de um jeito que o polegar fica bem em cima do meu clitóris, para esfregar e sacudir no ritmo que ele impõe por trás.
— Imagina se fosse outro pau — ele diz, me provocando um arrepio bem ali, arrepio que vira orgasmo quando ele goza no meu cu, me enchendo de porra até o útero.
Os dois gozamos no meio de uma sinfonia apaixonada de gemidos e suspiros, nos esfregando um no outro, buscando aquele calor, aquele contato que é tão urgente e necessário.
Por causa da trepada intensa, o pau dele sai na hora, junto com um jorro de esperma que cai pesado no chão.
Me viro e me penduro no pescoço dele para beijá-lo com fogo e vontade.
— E aí, o que me diz? — ele pergunta, com a ideia fixa ainda na cabeça.
— Se você tem tanta vontade de me ver trepando com seus ajudantes... — falo enquanto caminho sensual até o centro da cozinha, onde minhas roupas estão jogadas.
— ...então você vai me ver — concluo com um sorriso cúmplice.
— Você é foda — ele me elogia, eufórico com a chance que eu dava de realizar a fantasia dele. — Que tal amanhã? — ele se anima.
— Amanhã? — me surpreendo — Me dá pelo menos um dia pra me recuperar, falei que você estava me rasgando — dou risada.
— Depois de amanhã? — insiste.
— Deixa eu ver... — penso — Não, depois de amanhã não, saio do trampo e tenho que ir Correndo pra buscar meu filho porque minha sogra tem um compromisso.
— E depois de pegar ele?
— Trago ele pra casa, mas não posso deixar ele sozinho e vir me enfiar na farra com você e seus amigos, ele é um bebê — explico.
— Então? Já tô terminando o serviço, não posso ficar muito mais sem que desconfiem de algo.
Nisso ela tinha razão, já tinha enrolado o suficiente pra poder foder com ela a semana toda. Se eu continuasse adiando a entrega do apartamento, o novo dono ia acabar desconfiando que tinha algo estranho rolando ali.
— Sábado — proponho então. — Saio do trampo à uma, mas posso falar pro meu marido que vou ficar mais um pouco. Além disso, minha sogra sempre vem aos sábados pra ficar com o pequeno.
— Ok, sábado então.
— Sim, e com três picas só pra mim, vou precisar de tempo pra dar atenção pra cada uma — falo com um sorrisinho safado.
Termino de me vestir, arrumo o cabelo com as mãos e, mandando um beijo no ar, saio do apartamento... Só até o próximo sábado.
Esses últimos dias estive visitando direto o apartamento do lado. Tentava sair um pouco mais cedo do trabalho e, em vez de voltar pra casa, ia pro pintor, dava uma trepada com ele, e depois sim, reencontrar meu marido e meu filho. Embora a gente soltasse uns ejaculados memoráveis, continuávamos sem dizer nossos nomes, os dois achávamos mais excitante assim, pra mim ele é o pintor, e pra ele eu sou a puta do lado. Não precisávamos saber mais. Isso era mais que suficiente pra gente gozar um com o outro de um jeito que nos deixava completamente satisfeitos. Mas, mesmo que a gente se divertisse pra caralho entre nós, uma dessas tardes ele me preparou uma surpresa que nem nos meus sonhos mais molhados eu imaginei.
A gente tava entre beijos e carícias, se apalpando sem controle, quando sinto uns passos atrás de mim, me viro e vejo dois caras nos olhando com a mais expressiva luxúria estampada na cara. Os dois estavam de peito nu, só de calça e descalços.
— E isso? — pergunto, interrompendo bruscamente minha demonstração de afeto.
— Meus ajudantes — ele responde com um sorriso intrigante.
— E o que tão fazendo aqui? — pergunto de novo.
— Vieram me ajudar...
— Ajudar em quê? — insisto — A pintar, acho que não...
— Isso já depende de você — ele diz com aquele sorriso que me é tão excitante e insuportável ao mesmo tempo.
Fico com vontade de dar um tapa na cara dele, mas me seguro. Olho pros supostos ajudantes, os dois ansiosos e empolgados, com as calças inchadas, e falo:
— Desculpa, rapazes, mas a festinha tá cancelada — e vou embora batendo a porta.
Talvez minha reação tenha sido meio precipitada, penso depois, já que, considerando a relação que a gente tem, só de sexo, não é absurdo que ele quisesse adicionar um ou mais participantes nos nossos encontros. Mas me irrita ele não ter me consultado sobre isso. Se tivesse sugerido, com certeza eu teria dito sim, porque teria sido uma delícia. jeito de nos despedir. Eu não ia ficar pintando aquele apartamento a vida inteira, e nós dois sabíamos muito bem que, quando ele deixasse de ser o pintor e eu a puta do lado, não ia ter mais nada que nos unisse, então...
Fiquei com vontade, por causa daquela surpresa inesperada a gente não tinha passado de uns chupões, então no fim da tarde, antes dele ir embora, voltei lá no apartamento. Os ajudantes já tinham ido embora, ele tava sozinho, dando uns retoques finais na parede da cozinha. Podia ter saído na rua e dado pra qualquer um, mas isso não ia me satisfazer, eu tava afim do pintor e era com o pintor que eu tinha que resolver.
Cheguei perto dele devagar e abracei por trás, encostando meus peitos nas costas dele, passando a língua na pele do ombro nu.
— Me perdoa por ter ido embora assim? — pergunto com a voz de uma menina pedindo desculpa por uma travessura.
— Quem tem que te perdoar são meus ajudantes, você não sabe como eles ficaram — ele fala dando uma gargalhada.
— Você devia ter me falado — reclamo.
— Era uma surpresa, se eu te contasse estragava a surpresa.
— E o que te fez pensar que eu ia aceitar dar também pros seus ajudantes?
— Você é muito puta, querida — ele garante — Três paus vão cair muito bem em você, e posso te garantir que os caras são bem dotados.
— Muito puta, mas prefiro o seu pau — falo apertando ele por cima da calça, sentindo como ele endurece só de sentir a pressão dos meus peitos nas costas dele.
— E eu adoraria ver você dando pra outros — ele confessa então.
— Sério? — pergunto surpresa — Você quer me ver dando pros seus ajudantes?
— Venho pensando nisso desde que começamos a foder — admite.
Ele se vira e me beija, um beijo longo, molhado e cheio de tesão.
— Essa semana eu termino, seria um presente de despedida bonito — ele fala depois do beijo.
— Me come... — falo com a voz rouca de tesão — Me come bem comido e prometo que vou pensar.
Não preciso repetir. me agarra pela cintura, me levanta no ar, como se não pesasse nada, e me senta em cima da bancada. Levanta minha saia e arranca minha calcinha de uma vez, deixando minha buceta exposta e completamente à mercê dele. Tô melando, escorrendo gostas de tesão, de pura vontade, escorrendo por entre minhas pernas, o pintor lambe com gosto, se lambuzando com minha essência enquanto começa a cutucar com a língua no lugar exato, ali onde as sensações parecem explodir com muito mais força. Ele chupa tudo que tem ao alcance, por dentro, por fora, lambe e relambe, até morde, me causando arrepios que sacodem até a alma. Me desfaço na boca dele, me derreto, me molhando e virando puro néctar pros lábios dele. Com a língua, desliza pra baixo e se enfia no outro buraco, no mais apertado, embora nem por isso menos usado. Meu cu se abre com a mesma facilidade que minha buceta se abre. Ele chupa pelos lados, encharcando tudo de saliva, e cutuca no centro, me causando uns arrepios deliciosos.
— Mete... quero sentir você...! — falo no meio de um gemido.
Então ele se levanta, me mantendo na mesma posição, pernas levantadas e abertas, com toda minha intimidade exposta, tira a pica, já dura como pedra, e passa ela por cima dos meus lábios, me tocando aqui e ali, me acariciando com aquele fogo feito carne que já promete me saciar demais. Molha a cabeça da pica com meus próprios sucos íntimos, e espalha por cima dos lábios, o tesão ferve meu sangue, quero que ele me coma, que me coma AGORA, que meta e nunca mais tire.
— Vai, me come... me come...! — peço, imploro, tô tão molhada que eu mesma pego na pica dele e enfio pra dentro.
Não preciso empurrar porque minha buceta absorve e segura, se apertando em volta dela, dando o calor que aquele pedaço do corpo dele tanto precisa. Aí sim, ele me abraça e começa a me comer. metendo tudo, sem deixar nada pra fora, só as bolas batendo sem parar contra os lábios da minha buceta faminta e desesperada. Naquele momento, existo só pra ele, pra gozar ele, e ser dele de todas as formas possíveis. Minhas pernas tremem em volta do corpo dele, sacudidas pela violência das investidas.
—Tudo... me dá tudo! — peço no meio de um gemido rouco, buscando a boca dele pra me fundir num beijo cheio de luxúria e sensualidade.
Já tá me dando tudo, mas quero mais, muito mais, e aí lembro dos supostos ajudantes que estavam ali um tempo atrás, e penso como me cairiam bem agora, três picas pelo preço de uma, promoção especial, carne pra todos os meus buracos, mas os ajudantes já foram, só resta o pintor, meu pintor e esse pincel grosso que ele manuseia com tanta segurança.
Ele me pega pela cintura e, sem esforço nenhum, me levanta no ar, a pica bem cravada dentro de mim, e me leva até a outra bancada. Durante o breve trajeto, sou eu que me mexo, rastejando entre os braços dele, me enfiando uma e outra vez nessa pica linda, cheia de vigor e energia. Ele me senta de novo na bancada e retoma o controle da foda, me fazendo gritar como se estivesse me despedaçando. Sei que meus gritos devem ecoar pelo prédio inteiro, até na minha casa, mas não ligo, a única coisa que importa é o que rola naquele apartamento, naquela cozinha, o resto é irrelevante. O que importa de verdade é a foda que ele me dá, feroz, brutal, violenta, já faz vários dias que a gente vem transando, então ele já sabe do que eu gosto e como eu gosto.
—Vem, puta! — ele fala depois de tirar a pica e deixar ela vibrando do lado de fora.
Ele me faz descer da bancada e me empurra contra a parede da cozinha, no vão onde deveria estar a geladeira. Me coloca de cara pros azulejos e se posiciona atrás de mim, se ajeitando, pica na mão, nas portas dilatadas da minha buceta. Me abro toda pra receber ele de novo, até eu mesma separo minhas nádegas pra ele ter uma visão melhor, mas não, no último momento ele muda de alvo e mete no meu cu. A pica tá tão molhada com meus próprios sucos íntimos que nem precisa de lubrificação, na base do empurrão ele enterra até os ovos, me causando novas ondas de prazer. Ele fica parado ali por um instante, mete os dedos na minha pussy, e enquanto começa a se mover nos dois lados, sussurra no meu ouvido:
—Você não gostaria de sentir duas picas dentro ao mesmo tempo?
Eu consigo soltar um suspiro profundo como única resposta.
—Foder e comer cu... foder e comer cu... — ele repete num sussurro como se fosse um mantra.
Já estive com mais de um cara ao mesmo tempo, na verdade com dois caras, e devo admitir que foi uma experiência super satisfatória, tanto que fiquei com vontade de repetir, não com os mesmos, mas com outros, e aí estava o pintor me oferecendo, agora não com dois, mas com três. Claro que não contei pra ele que já tinha alguma prática nisso, pra ele seria minha primeira vez com mais de um.
—Você gostaria? — pergunto sobre a oferta dele, enquanto pica e dedos entram e saem com fluidez natural.
—Claro, morro de vontade de ver você sendo arrebentada de pica — ele afirma, acelerando os movimentos.
—Ahhhh... já me... ahhhhh... você já... ahhhhh... tá me arrebentando... ahhhhhh...!!! — faço questão de notar entre gemidos exaltados.
—Sim, mas é diferente — ele garante.
Nunca vou entender essa predileção de querer ver alguém que você gosta sendo comida por outro ou outros. Se um cara me atrai, eu mesma fodo ele, não entrego pra outra gostosa comer. Sei lá, talvez eu esteja errada e isso seja a última tendência sexual, mas nisso sou bem antiquada, sempre gostei do 1 a 1, ficar com seu parceiro e fazer mil e uma na cama (ou na cozinha de um apartamento alheio) sem interferência de terceiros. Claro que se rolar a situação, como naquela vez em San Justo, e Adiciona mais alguém na parada, não posso recusar. Mas sempre sendo eu a anfitriã, sem ninguém me forçar a nada, por isso tinha dispensado antes, esses caras aparecerem do nada, era como se estivesse me obrigando a fazer algo que eu não tinha consentido de jeito nenhum.
— Você gosta de comer e dar ao mesmo tempo? — ele pergunta sem parar de se mexer por trás e na frente, quicando contra meus intestinos enquanto me bate no útero, dedos e pau perfeitamente sincronizados para me dar prazer dos dois lados.
— Ufffffff... siiiiiim... adoro!!! — confirmo entre suspiros gostosos.
Ele enfia os dedos de um jeito que o polegar fica bem em cima do meu clitóris, para esfregar e sacudir no ritmo que ele impõe por trás.
— Imagina se fosse outro pau — ele diz, me provocando um arrepio bem ali, arrepio que vira orgasmo quando ele goza no meu cu, me enchendo de porra até o útero.
Os dois gozamos no meio de uma sinfonia apaixonada de gemidos e suspiros, nos esfregando um no outro, buscando aquele calor, aquele contato que é tão urgente e necessário.
Por causa da trepada intensa, o pau dele sai na hora, junto com um jorro de esperma que cai pesado no chão.
Me viro e me penduro no pescoço dele para beijá-lo com fogo e vontade.
— E aí, o que me diz? — ele pergunta, com a ideia fixa ainda na cabeça.
— Se você tem tanta vontade de me ver trepando com seus ajudantes... — falo enquanto caminho sensual até o centro da cozinha, onde minhas roupas estão jogadas.
— ...então você vai me ver — concluo com um sorriso cúmplice.
— Você é foda — ele me elogia, eufórico com a chance que eu dava de realizar a fantasia dele. — Que tal amanhã? — ele se anima.
— Amanhã? — me surpreendo — Me dá pelo menos um dia pra me recuperar, falei que você estava me rasgando — dou risada.
— Depois de amanhã? — insiste.
— Deixa eu ver... — penso — Não, depois de amanhã não, saio do trampo e tenho que ir Correndo pra buscar meu filho porque minha sogra tem um compromisso.
— E depois de pegar ele?
— Trago ele pra casa, mas não posso deixar ele sozinho e vir me enfiar na farra com você e seus amigos, ele é um bebê — explico.
— Então? Já tô terminando o serviço, não posso ficar muito mais sem que desconfiem de algo.
Nisso ela tinha razão, já tinha enrolado o suficiente pra poder foder com ela a semana toda. Se eu continuasse adiando a entrega do apartamento, o novo dono ia acabar desconfiando que tinha algo estranho rolando ali.
— Sábado — proponho então. — Saio do trampo à uma, mas posso falar pro meu marido que vou ficar mais um pouco. Além disso, minha sogra sempre vem aos sábados pra ficar com o pequeno.
— Ok, sábado então.
— Sim, e com três picas só pra mim, vou precisar de tempo pra dar atenção pra cada uma — falo com um sorrisinho safado.
Termino de me vestir, arrumo o cabelo com as mãos e, mandando um beijo no ar, saio do apartamento... Só até o próximo sábado.
28 comentários - O pintor...
Trmendo relato!!
Excelente!
Gracias por compartir
CÓMO FUE LA EXPERIENCIA DE TRES??????
Gracias