Depois da "festa", as coisas ficaram em paz por um bom tempo. Era mais que tudo um relacionamento de casal, onde às vezes a May também participava. Com a Ana, as coisas estavam perfeitas, já éramos um casal completo, tínhamos feito apresentações para as famílias e até viajamos juntos para os Estados Unidos.
Durante esse tempo, a Maria nem apareceu, além de cumprimentos na faculdade e o tratamento educado de sempre, não rolou nada, sem pegadas nem nada, e eu pensei que tudo tinha passado. Pra piorar, pouco depois a Maria começou a namorar um cara da nossa faculdade, então dei tudo por encerrado.
Mas a verdade é que eu estava muito enganado. Quando chegaram as provas finais, a gente acabou na mesma matéria, éramos os únicos dois da turma na mesa, e tinha mais uns dois caras de outras turmas. A gente fazia várias provas no mesmo dia, e a professora dessa matéria avisou que ia nos chamar depois de aplicar a prova de outra matéria. Não me preocupei muito, aproveitei pra fazer outra prova de boa e revisar. Lá pelas 13h, a Ana já tinha terminado a prova, e eu falei pra ela ir pra casa porque no dia seguinte ela tinha uma matéria muito pesada pra fazer. Combinamos que ela viria em casa à noite pra gente dar uma última revisada.
No fim, ficamos só eu, a Maria, três minas do primeiro ano e mais dois caras. Como era a única que eu conhecia, comecei a conversar com a Maria. A conversa era como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e de certa forma isso mexia com meu ego. Finalmente, lá pelas 15h, depois de muita reclamação, começamos a entrar pra fazer a prova. Depois de todo mundo fazer a parte escrita, fomos entrando um por um pra parte oral. Quando chegou minha vez, a Maria me deu um beijo na bochecha e desejou sorte, e quando eu me levantei pra entrar, ela deu um tapão na minha bunda, rindo. Saí felizão por ter passado, e a professora chamou a Maria. Quando ela passou por mim, fiz a mesma coisa, só que em vez de um tapão, apertei a bunda dela.
Fiquei esperando até... ver como ela estava indo sem nenhuma segunda intenção, quando saiu me abraçou comemorando que também tinha passado. Cumprimentei ela e fui pra secretaria resolver uns documentos (e deixar a reclamação contra a professora formalmente) quando saí encontrei a Maria na porta da faculdade com a cara de bunda característica dela (e aquela bunda gostosa também)
Eu: brava por ter passado?
Maria: não, brava com o idiota do meu namorado que foi embora e me deixou na mão e eu tenho que pegar um busão e o metrô e não trouxe o bilhete único
Eu: hahaha sempre carinhosa, se quiser te levo até o metrô
Maria: - virou, me olhou e pensou uns segundos – Beleza, mas só até o metrô, otário? Fica no caminho da minha casa
Eu: hahaha pede pelo menos um por favor
Maria: – se aproximando, me abraçando e fazendo olhinhos com voz de bebê – Por favor, lau, me leva até minha casinha
Eu: bom, nem ia fazer tanto assim de qualquer jeito hahaha
Ela me deu um beijo bem perto da boca e fomos pro carro. As primeiras quadras foram bem tranquilas, falando besteira até que num semáforo ela colocou a mão na minha perna
Maria: a verdade é que a gente se divertiu muito, pena que você não me deu mais bola
Eu: é, foi muito bom, mas você que não deu mais bola e arrumou um namorado
Maria: você também arrumou uma namorada, com aquela frígida
Eu: hahaha ela não é nada frígida, que isso, você viu bem
Maria: bom, como você diz, problema dela, voltando pra gente, quando vamos trepar de novo? – enquanto pegava direto no meu pau por cima da calça
Eu: hahaha quando você quiser, precisa pedir permissão pro seu namorado?
Maria: de jeito nenhum, quero agora – enquanto abaixava o zíper da minha calça e enfiava a mão pra dentro e pegava direto no pau e começava a bater uma bem devagar
Eu: espera a gente chegar no hotel pelo menos, sua safada
Maria: adoro seu pau, vamos pra minha casa, de quebra conhece o apê novo e lá ninguém vai encher o saco, além disso quero trocar de roupa
Seguimos viagem pra casa dela, assim que entramos na estrada ela tirou o cinto e começou a chupar meu pau, puta merda Como era difícil se concentrar pra dirigir com a língua dela percorrendo meu pau, enquanto isso ela baixou a legging e começou a se tocar também, de vez em quando passava a mão naquela buceta que tava mais peludinha do que nunca. Antes de sair da estrada não aguentei mais e enchi a boca dela, ela engoliu até a última gotinha, limpou tudo e guardou na calça.
M: que porra gostosa, chega rápido em casa que quero que você me coma
Quando chegou no apê, ela mandou eu entrar com o carro na garagem, subimos no elevador nos beijando e nos apalpando, descemos e entramos no apê já quase pelados. Ela terminou de tirar toda a roupa. O apê era realmente incrível, tipo um grande monoambiente com uma varanda terraço que tinha uma jacuzzi. Maria era uma gatinha cheia da grana, mas nunca imaginaria um apê assim pra uma mina que não trabalhava. Fomos direto pra jacuzzi, assim pelados, ela ligou e ficamos nos beijando um tempão. Parei ela na jacuzzi e comecei a chupar a buceta dela, a imagem daquela buceta cheia de pelinhos molhados me deixou louco. Depois de um tempo, ela sentou no meu pau e enfiou até o fundo, começou a me montar selvagemente enquanto nos beijávamos até ela ter o primeiro orgasmo. Ela virou, ficou de quatro e eu comecei a comer ela de novo, mas dessa vez bem forte, até os dois gozarmos ao mesmo tempo. Enquanto enchia toda a buceta dela, sentia ela apertando meu pau. Ela caiu exausta e se abraçou em mim, ficamos nos acariciando um tempo até decidirmos sair. Ela me deu uma toalha e foi se trocar. Daí a pouco saiu de trás de um biombo com um lindo conjunto preto de renda da Victoria Secret, meu pau subiu na hora.
M: vi que você gostou, ia estrear com meu namorado pra comemorar as provas, mas já que o idiota foi embora, vou estrear com você
Y: que trouxa, o que ele perdeu
Ela veio até mim, me sentou na cama e subiu em cima de mim, me beijava e se esfregava, sentia o calor da buceta dela e a umidade na calcinha sobre meu pau. Quando eu ia tirar a calcinha... Enfiei tudo de uma vez, levei um tapa na mão, ela parou e, de um jeito muito gostoso, começou a se despir pra mim. Depois de completamente nua, ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau de um jeito incrível. Como eu ainda não queria gozar, parei ela, mandei ela deitar e comecei a chupar a buceta dela, que tava toda molhada e deliciosa. Consegui tirar dois orgasmos dela que molharam minha cara toda e decidi meter de novo. Devagarzinho, fui subindo, beijando o corpo dela, me distraí um tempão beijando os peitinhos dela enquanto roçava meu pau na buceta dela.
M: "Mete em mim, por favor" – ela disse quase num sussurro.
Bem devagarinho, comecei a enfiar até estar tudo dentro e fui metendo bem devagar. Percebi que tava fazendo ela sofrer, e isso me excitava mais. Ela gozou de novo depois de um tempo assim, e aí resolvi meter mais forte. O som dos nossos corpos se batendo e a umidade da buceta dela formavam um conjunto de sons lindos. Ela pediu pra subir em cima de mim, me deitei e ela começou a me montar bem devagar. Agora era ela quem me fazia sofrer, até que eu falei que não aguentava mais, e ela disse pra eu encher ela de novo. Gozei inteiro dentro dela, acabei como se não tivesse gozado o dia inteiro.
Quando ela saiu de cima de mim, vi uns restos da minha porra escorrendo da buceta dela. Ela passou a mão e levou à boca.
M: "Hmmm, como eu gosto da sua porra, não sei o que tem, mas não é igual a nenhuma que eu já provei."
Y: "E com certeza você já provou muitas, né, putinha."
M: "Sim, muitas, e você adora isso."
Y: "Sabe que sim."
Ficamos mais um tempinho na cama de bobeira até que eu decidi que era hora de ir. Enquanto me vestia, ela foi pra cozinha. Ver o corpo nu dela tava me excitando demais de novo. Ela voltou e me deu um jogo de chaves.
M: "Toma, são de casa. Pra você vir sempre que quiser desestressar, e a frígida da sua namorada não te deixar na mão."
Y: "E se o teu namorado estiver aqui?"
M: "Se o meu namorado estiver, você vai ver o carro lá embaixo, e ele nunca dorme aqui."
Y: "Que putinha linda."
M: "Bom, você também tem seu lado promíscuo, eu já sei. Você comeu a Manu
Y: e como você sabe?
M: tirei enquanto chupava ele e metia com meu brinquedo, queria saber pra onde tinham ido, mas nunca pensei que você tinha comido ele, mas fica tranquilo, me deixou com muito tesão
Y: você não pode falar nada, não por mim, tô nem aí… mas pelo resto
M: calma, não vou falar nada… não quero que você se afaste, quero seu pau por perto
Saí de lá bem puto mas com tesão pra casa… tinha que tomar banho antes de ver a Ana pra ela não perceber tudo que a gente tinha feito.
Durante esse tempo, a Maria nem apareceu, além de cumprimentos na faculdade e o tratamento educado de sempre, não rolou nada, sem pegadas nem nada, e eu pensei que tudo tinha passado. Pra piorar, pouco depois a Maria começou a namorar um cara da nossa faculdade, então dei tudo por encerrado.
Mas a verdade é que eu estava muito enganado. Quando chegaram as provas finais, a gente acabou na mesma matéria, éramos os únicos dois da turma na mesa, e tinha mais uns dois caras de outras turmas. A gente fazia várias provas no mesmo dia, e a professora dessa matéria avisou que ia nos chamar depois de aplicar a prova de outra matéria. Não me preocupei muito, aproveitei pra fazer outra prova de boa e revisar. Lá pelas 13h, a Ana já tinha terminado a prova, e eu falei pra ela ir pra casa porque no dia seguinte ela tinha uma matéria muito pesada pra fazer. Combinamos que ela viria em casa à noite pra gente dar uma última revisada.
No fim, ficamos só eu, a Maria, três minas do primeiro ano e mais dois caras. Como era a única que eu conhecia, comecei a conversar com a Maria. A conversa era como se nunca tivesse rolado nada entre a gente, e de certa forma isso mexia com meu ego. Finalmente, lá pelas 15h, depois de muita reclamação, começamos a entrar pra fazer a prova. Depois de todo mundo fazer a parte escrita, fomos entrando um por um pra parte oral. Quando chegou minha vez, a Maria me deu um beijo na bochecha e desejou sorte, e quando eu me levantei pra entrar, ela deu um tapão na minha bunda, rindo. Saí felizão por ter passado, e a professora chamou a Maria. Quando ela passou por mim, fiz a mesma coisa, só que em vez de um tapão, apertei a bunda dela.
Fiquei esperando até... ver como ela estava indo sem nenhuma segunda intenção, quando saiu me abraçou comemorando que também tinha passado. Cumprimentei ela e fui pra secretaria resolver uns documentos (e deixar a reclamação contra a professora formalmente) quando saí encontrei a Maria na porta da faculdade com a cara de bunda característica dela (e aquela bunda gostosa também)
Eu: brava por ter passado?
Maria: não, brava com o idiota do meu namorado que foi embora e me deixou na mão e eu tenho que pegar um busão e o metrô e não trouxe o bilhete único
Eu: hahaha sempre carinhosa, se quiser te levo até o metrô
Maria: - virou, me olhou e pensou uns segundos – Beleza, mas só até o metrô, otário? Fica no caminho da minha casa
Eu: hahaha pede pelo menos um por favor
Maria: – se aproximando, me abraçando e fazendo olhinhos com voz de bebê – Por favor, lau, me leva até minha casinha
Eu: bom, nem ia fazer tanto assim de qualquer jeito hahaha
Ela me deu um beijo bem perto da boca e fomos pro carro. As primeiras quadras foram bem tranquilas, falando besteira até que num semáforo ela colocou a mão na minha perna
Maria: a verdade é que a gente se divertiu muito, pena que você não me deu mais bola
Eu: é, foi muito bom, mas você que não deu mais bola e arrumou um namorado
Maria: você também arrumou uma namorada, com aquela frígida
Eu: hahaha ela não é nada frígida, que isso, você viu bem
Maria: bom, como você diz, problema dela, voltando pra gente, quando vamos trepar de novo? – enquanto pegava direto no meu pau por cima da calça
Eu: hahaha quando você quiser, precisa pedir permissão pro seu namorado?
Maria: de jeito nenhum, quero agora – enquanto abaixava o zíper da minha calça e enfiava a mão pra dentro e pegava direto no pau e começava a bater uma bem devagar
Eu: espera a gente chegar no hotel pelo menos, sua safada
Maria: adoro seu pau, vamos pra minha casa, de quebra conhece o apê novo e lá ninguém vai encher o saco, além disso quero trocar de roupa
Seguimos viagem pra casa dela, assim que entramos na estrada ela tirou o cinto e começou a chupar meu pau, puta merda Como era difícil se concentrar pra dirigir com a língua dela percorrendo meu pau, enquanto isso ela baixou a legging e começou a se tocar também, de vez em quando passava a mão naquela buceta que tava mais peludinha do que nunca. Antes de sair da estrada não aguentei mais e enchi a boca dela, ela engoliu até a última gotinha, limpou tudo e guardou na calça.
M: que porra gostosa, chega rápido em casa que quero que você me coma
Quando chegou no apê, ela mandou eu entrar com o carro na garagem, subimos no elevador nos beijando e nos apalpando, descemos e entramos no apê já quase pelados. Ela terminou de tirar toda a roupa. O apê era realmente incrível, tipo um grande monoambiente com uma varanda terraço que tinha uma jacuzzi. Maria era uma gatinha cheia da grana, mas nunca imaginaria um apê assim pra uma mina que não trabalhava. Fomos direto pra jacuzzi, assim pelados, ela ligou e ficamos nos beijando um tempão. Parei ela na jacuzzi e comecei a chupar a buceta dela, a imagem daquela buceta cheia de pelinhos molhados me deixou louco. Depois de um tempo, ela sentou no meu pau e enfiou até o fundo, começou a me montar selvagemente enquanto nos beijávamos até ela ter o primeiro orgasmo. Ela virou, ficou de quatro e eu comecei a comer ela de novo, mas dessa vez bem forte, até os dois gozarmos ao mesmo tempo. Enquanto enchia toda a buceta dela, sentia ela apertando meu pau. Ela caiu exausta e se abraçou em mim, ficamos nos acariciando um tempo até decidirmos sair. Ela me deu uma toalha e foi se trocar. Daí a pouco saiu de trás de um biombo com um lindo conjunto preto de renda da Victoria Secret, meu pau subiu na hora.
M: vi que você gostou, ia estrear com meu namorado pra comemorar as provas, mas já que o idiota foi embora, vou estrear com você
Y: que trouxa, o que ele perdeu
Ela veio até mim, me sentou na cama e subiu em cima de mim, me beijava e se esfregava, sentia o calor da buceta dela e a umidade na calcinha sobre meu pau. Quando eu ia tirar a calcinha... Enfiei tudo de uma vez, levei um tapa na mão, ela parou e, de um jeito muito gostoso, começou a se despir pra mim. Depois de completamente nua, ajoelhou na minha frente e começou a chupar meu pau de um jeito incrível. Como eu ainda não queria gozar, parei ela, mandei ela deitar e comecei a chupar a buceta dela, que tava toda molhada e deliciosa. Consegui tirar dois orgasmos dela que molharam minha cara toda e decidi meter de novo. Devagarzinho, fui subindo, beijando o corpo dela, me distraí um tempão beijando os peitinhos dela enquanto roçava meu pau na buceta dela.
M: "Mete em mim, por favor" – ela disse quase num sussurro.
Bem devagarinho, comecei a enfiar até estar tudo dentro e fui metendo bem devagar. Percebi que tava fazendo ela sofrer, e isso me excitava mais. Ela gozou de novo depois de um tempo assim, e aí resolvi meter mais forte. O som dos nossos corpos se batendo e a umidade da buceta dela formavam um conjunto de sons lindos. Ela pediu pra subir em cima de mim, me deitei e ela começou a me montar bem devagar. Agora era ela quem me fazia sofrer, até que eu falei que não aguentava mais, e ela disse pra eu encher ela de novo. Gozei inteiro dentro dela, acabei como se não tivesse gozado o dia inteiro.
Quando ela saiu de cima de mim, vi uns restos da minha porra escorrendo da buceta dela. Ela passou a mão e levou à boca.
M: "Hmmm, como eu gosto da sua porra, não sei o que tem, mas não é igual a nenhuma que eu já provei."
Y: "E com certeza você já provou muitas, né, putinha."
M: "Sim, muitas, e você adora isso."
Y: "Sabe que sim."
Ficamos mais um tempinho na cama de bobeira até que eu decidi que era hora de ir. Enquanto me vestia, ela foi pra cozinha. Ver o corpo nu dela tava me excitando demais de novo. Ela voltou e me deu um jogo de chaves.
M: "Toma, são de casa. Pra você vir sempre que quiser desestressar, e a frígida da sua namorada não te deixar na mão."
Y: "E se o teu namorado estiver aqui?"
M: "Se o meu namorado estiver, você vai ver o carro lá embaixo, e ele nunca dorme aqui."
Y: "Que putinha linda."
M: "Bom, você também tem seu lado promíscuo, eu já sei. Você comeu a Manu
Y: e como você sabe?
M: tirei enquanto chupava ele e metia com meu brinquedo, queria saber pra onde tinham ido, mas nunca pensei que você tinha comido ele, mas fica tranquilo, me deixou com muito tesão
Y: você não pode falar nada, não por mim, tô nem aí… mas pelo resto
M: calma, não vou falar nada… não quero que você se afaste, quero seu pau por perto
Saí de lá bem puto mas com tesão pra casa… tinha que tomar banho antes de ver a Ana pra ela não perceber tudo que a gente tinha feito.
2 comentários - Assim dá gosto estudar