Beleza, galera, vou contar uma parada que rolou comigo há muito tempo. Uma história bem louca que é 100% real. Também é meu primeiro post, vamos ver o que acham...
Era umas 13h de um dia de semana (não lembro exato qual dos cinco). Era verão e tava um calorão. Tava bem excitado e entrei numa linha telefônica que costumo usar, com o objetivo de fazer sexo telefônico com alguma mina da linha.
Escutando as apresentações, parei numa que me chamou a atenção: "Oi, me chamo Gaby, tô toda molhadinha me tocando na minha cama, procuro só mulheres." Não sei por que, na hora bateu meu lado machista e, meio na brincadeira, deixei um recado: "E um pau de vez em quando não cairia bem, não?"
Segui minha expedição na linha atrás de alguma fantasia telefônica quando, de repente, me avisam que a caixa que eu tinha mandado mensagem queria falar em particular comigo. Aceitei a comunicação e, do outro lado do telefone, escutei uma voz feminina dizendo o seguinte: "Tô sozinha em... (tal endereço), se você vier agora, já me come" e desligaram na hora. Na mesma hora, o serviço me informou que essa pessoa tinha saído da linha.
Não sabia o que fazer. Por um lado, tava com muita vontade de ir comer ela, e por outro, pensava em todas as coisas que rolam hoje em dia, a insegurança e tal. E se fosse um golpe pra me roubar? Sinceramente, não sabia o que ia encontrar.
A vontade foi mais forte. Peguei o dinheiro exato e deixei absolutamente tudo: não levei celular, nem carteira, nem nada que pudessem roubar, e fui rumo ao endereço. Chegando lá de táxi, achei a casa rápido e toquei a campainha. Do outro lado, uma voz feminina respondeu. "Oi, sou o Jorge, o cara da linha", falei, e ela me fez entrar, abrindo a porta de dentro com o interfone.
Ao entrar, subi uma escada e a vi. Ela, uma mulher de cabelo preto na altura dos ombros, rosto bonito e um corpão. Com um gesso que cobria a perna esquerda inteira (algum acidente). talvez, sinceramente não perguntei). Do lado dela, um Rottweiler gigante que me intimidava a subir. "Sobe que não faz nada". Entrei e já fomos direto pro quarto, ela se pelou, eu também, e partiu pra ação. Nenhuma preliminar nem nada, ela abriu as pernas na cama e disse: "vem me comer, tô há tempos querendo sentir uma pica dentro". Meti feito um louco por um tempo naquela posição. Depois ela ficou de quatro, ou como conseguiu, porque o gesso complicava bem a situação. Enfiei mais um pouco naquela posição e gozei. Quando terminei, ela pediu pra eu tirar a camisinha, enrolar no papel higiênico e levar comigo. "Se minha parceira achar isso, vai dar uma puta confusão", ela disse. Tava num relacionamento com outra mulher que na hora tava trabalhando. Passou o número do celular dela e falou pra eu ligar durante a semana pra marcar outro encontro. Voltei pra casa andando depois de uma foda rápida mas eficiente, joguei a camisinha numa lixeira da rua e mandei uma mensagem dizendo que tinha gostado e queria vê-la de novo. Nunca respondeu.
Era umas 13h de um dia de semana (não lembro exato qual dos cinco). Era verão e tava um calorão. Tava bem excitado e entrei numa linha telefônica que costumo usar, com o objetivo de fazer sexo telefônico com alguma mina da linha.
Escutando as apresentações, parei numa que me chamou a atenção: "Oi, me chamo Gaby, tô toda molhadinha me tocando na minha cama, procuro só mulheres." Não sei por que, na hora bateu meu lado machista e, meio na brincadeira, deixei um recado: "E um pau de vez em quando não cairia bem, não?"
Segui minha expedição na linha atrás de alguma fantasia telefônica quando, de repente, me avisam que a caixa que eu tinha mandado mensagem queria falar em particular comigo. Aceitei a comunicação e, do outro lado do telefone, escutei uma voz feminina dizendo o seguinte: "Tô sozinha em... (tal endereço), se você vier agora, já me come" e desligaram na hora. Na mesma hora, o serviço me informou que essa pessoa tinha saído da linha.
Não sabia o que fazer. Por um lado, tava com muita vontade de ir comer ela, e por outro, pensava em todas as coisas que rolam hoje em dia, a insegurança e tal. E se fosse um golpe pra me roubar? Sinceramente, não sabia o que ia encontrar.
A vontade foi mais forte. Peguei o dinheiro exato e deixei absolutamente tudo: não levei celular, nem carteira, nem nada que pudessem roubar, e fui rumo ao endereço. Chegando lá de táxi, achei a casa rápido e toquei a campainha. Do outro lado, uma voz feminina respondeu. "Oi, sou o Jorge, o cara da linha", falei, e ela me fez entrar, abrindo a porta de dentro com o interfone.
Ao entrar, subi uma escada e a vi. Ela, uma mulher de cabelo preto na altura dos ombros, rosto bonito e um corpão. Com um gesso que cobria a perna esquerda inteira (algum acidente). talvez, sinceramente não perguntei). Do lado dela, um Rottweiler gigante que me intimidava a subir. "Sobe que não faz nada". Entrei e já fomos direto pro quarto, ela se pelou, eu também, e partiu pra ação. Nenhuma preliminar nem nada, ela abriu as pernas na cama e disse: "vem me comer, tô há tempos querendo sentir uma pica dentro". Meti feito um louco por um tempo naquela posição. Depois ela ficou de quatro, ou como conseguiu, porque o gesso complicava bem a situação. Enfiei mais um pouco naquela posição e gozei. Quando terminei, ela pediu pra eu tirar a camisinha, enrolar no papel higiênico e levar comigo. "Se minha parceira achar isso, vai dar uma puta confusão", ela disse. Tava num relacionamento com outra mulher que na hora tava trabalhando. Passou o número do celular dela e falou pra eu ligar durante a semana pra marcar outro encontro. Voltei pra casa andando depois de uma foda rápida mas eficiente, joguei a camisinha numa lixeira da rua e mandei uma mensagem dizendo que tinha gostado e queria vê-la de novo. Nunca respondeu.
2 comentários - Uma História Muito Louca (Real)