Tudo começou há uns anos, saindo de um relacionamento. Eu tava experimentando todo tipo de coisa nova. Tava começando a sentir os prazeres do sexo que eu tinha me privado por estar sempre em casal. Enquanto isso, na minha família, começaram a se preocupar com minha situação amorosa e meu estado de espírito. Me viam sempre cansada, sem energia, e isso fazia eles acharem que eu tava deprimida por causa da minha solteirice prolongada.
Bem pelo contrário. Passava muito tempo com minhas amigas esquentando os zíperes e aproveitando pra receber todo tipo de benefício desse corpinho aqui, e quando não, com meus amantes ocasionais. Vivia muito nas costas da minha família. Quando passava a noite em casa, ficava tendo conversas quentes com algum cara, e até com alguma garota mais de uma vez. Me dediquei de cabeça ao prazer e esqueci o resto.
Um dia, minha mãe teve uma conversa muito longa comigo, onde me contou o que via e os medos dela sobre minha "tristeza" por causa do término com meu namorado. Eu disse pra ela ficar tranquila, que só estava cansada porque saía muito ou ficava acordada até tarde, mas que não era nada do que ela imaginava. Depois prometi prestar mais atenção na família e focar um pouco mais na convivência com eles. Nos abraçamos e ela saiu mais calma.
No dia seguinte, decidi cumprir minha promessa. Tava sendo muito egoísta em pensar só no meu prazer, deixando de lado as preocupações dos meus pais e, possivelmente, dos meus irmãos. Aquele dia era sábado, então não tinha compromisso, mas acordei bem cedo e preparei uns pães caseiros no forno pra dividir com todo mundo no café da manhã. Sempre tive uma mão boa pra cozinha. Sem ser nenhuma especialista, sempre que tem algum curso ou algo parecido, eu aproveito.
Enquanto esperava eles se levantarem, fui até o computador e vi que tinha várias mensagens de alguns dos meus contatinhos, todos ansiosos pra saber de mim. Na noite anterior, entre conversa e reflexão, acabei deixando eles no vácuo. Algumas das coisas que eles diziam, como de costume, me esquentaram — mesmo estando à vista de todo mundo, não quis perder a chance de ter um tempinho sozinha e meti a mão entre as pernas enquanto lia e descia o cursor com a outra.
Quando eu já tava bem quente e com os dedos meio molhadinhos entre os lábios da minha buceta, senti a porta de um quarto abrindo e fechando. Alguém acordou. Isso fez eu tirar os dedos de dentro do shortinho rosa do pijama, que era quase transparente e, se olhasse com carinho, dava pra ver claramente minha calcinha fio-dental branca. Fechei todas as janelas do PC e fui pra cozinha colocar a chaleira no fogo pra dividir o café da manhã que preparei com tanto capricho.
Tava procurando um prato pra colocar as massinhas quentinhas quando ouço da porta alguém falar — oi, aranha pintinho — com voz meio sonolenta e um sorrisinho no rosto. Era meu irmão mais novo, que se acha o engraçadão, sempre tirando onda com o tamanho da minha bunda. Cumprimentei ele e mostrei a surpresa que tinha preparado. Mas percebi algo estranho. Nem a piada inicial dele nem meu café da manhã especial tinham feito ele sorrir de verdade, e ele é um cara super alegre. Não dei muita importância. Não queria ficar procurando fantasma onde não tem, igual minha mãe.
Falamos um pouco e, enquanto tomávamos chimarrão, meus pais se levantaram e ficaram muito felizes com a surpresa que preparei pra eles e por me verem tão animada, segundo eles. Pouco depois de se sentar, minha mãe me disse
- Filha, não quer vestir alguma coisa? Tá meio frio - e ele fez um sinal com os olhos pros meus peitos. Eu tava sem sutiã e o friozinho que fazia tinha deixado meus mamilos bem visíveis. Olhei por uns segundos pro meu pai, que tava no mundinho dele vendo as notícias de fofoca do jornal, e rapidamente pro meu irmão, que baixou a cabeça meio vermelho. Vesti rápido um moletom que tinha perto e fiquei encarando aquele desgraçado.
Passou o resto do dia como se nada tivesse acontecido. Não sabia se a reação estranha que ela teve de manhã era por causa daquela visão de tarado que ela tinha ou se tava com algum problema. Se fosse a primeira opção, não dava pra descobrir porque ia me entregar, mas se fosse a segunda, queria saber. Tão preocupados que estavam comigo, era o mínimo que podia fazer.
Antes do jantar, numa conversa casual com meu pai enquanto meu irmão mais novo ocupava a TV com os videogames dele, perguntei se ele notava algo estranho no Seba. Lacônico como sempre, ele soltou: — É por causa da namorada que deu um pé na bunda nele — e olhou pro relógio, esperando a comida que minha mãe tava preparando. — Mais ou menos como você tava — completou, e a gente encerrou o papo porque meu irmão saiu do quarto.
Eu não sabia que ele tinha terminado com a namorada. Quando a gente ia dormir, passei no quarto dele pra ver como ele tava. Não esperava ver o que encontrei quando abri a porta. Ele tava vendo um pornô na internet e de pau duro. Uma loira siliconada engolia dois pedaços de uns negões grandões, e meu irmãozinho esfregava o volume por cima da calça, com os olhos na tela e a respiração ofegante.
Fiquei paralisada na porta e fechei rápido antes que ele me visse. Mas na pressa, bati a porta e o barulho denunciou minha presença. Fiquei imóvel, esperando que ele não tivesse me ouvido, mas em poucos segundos ele abriu a porta e me encontrou parada ali. Falando em parada, ele ainda estava com aquela puta ereção. Não consegui evitar de olhar.
Lá estava eu. Paralisada na frente da ereção do meu irmão, que ele nem parecia notar, e ainda com a mesma roupa vagabunda da manhã: o shortinho que mostrava tudo, a regata que por baixo das alças deixava ver meus peitos, que já estavam duros que nem o volume dele, mas sem porno no meio. Meio gaguejando, falei que vim conversar com ele, mas se ele tava ocupado, deixava pra outra hora.
Ela sorriu e disse que não tinha problema, que estava vendo um filme mas já tinha terminado, e que por isso não me ouviu bater na porta. A ereção terrível parecia ter baixado um pouco, mas ainda estava bem firme e o tamanho não era de se desprezar. Eu não queria olhar, mas olhava. Entrei e ele sentou na cadeira do computador na frente da cama dele, e eu sentei na cama na frente dele.
Começamos a conversar e eu falei que o pai tinha me contado sobre o término dela. Ela me perguntou se eu já estava melhor do meu, e que tinham falado sobre as mudanças no meu comportamento. Que era bom que a gente pudesse se aconselhar como irmãos.
Fui bem sincera com ele e contei a verdade. Eu não tinha passado por problemas emocionais por causa da separação com meu namorado, e minha saída foi me entregar aos exageros da noite para curtir a nova liberdade.
Ela ficou meio surpresa com minha confissão. Falei pra ela fazer o mesmo. Aproveitar que é jovem e livre e não se amarrar de cara até sentir algo seguro. Que o melhor jeito de superar essa fossa que ela tava era preencher com outros prazeres menos sentimentais, mas não menos intensos, tipo diversão, balada e sexo. Comigo funcionava muito bem fazer isso.
Enquanto eu falava com ela como se estivesse falando com qualquer uma das minhas amigas. Sem filtro e com toda honestidade, me surpreendi e me assustei. Percebi que a ereção não só tinha voltado com força, mas era maior do que a que a pornografia meia-boca que eu via antes causava. Congelei de novo e não consegui mais continuar falando. Tentava inutilmente esconder aquilo cruzando as pernas e me inclinando pra frente, mas era algo realmente impossível de disfarçar.
Diante da minha óbvia surpresa, ele foi direto ao ponto, assim como eu fiz. Afinal, somos irmãos e em alguma coisa temos que nos parecer. Ele me disse com cara de preocupado: — Me perdoa, isso é uma vergonha, não é por sua causa, mas com o que você me contou, não consegui evitar — e completou, caso não tivesse ficado claro: — É que desde que terminei com a Leti, nada de nada, tá ligado? — falou todo envergonhado, mas com o pau duro que nem um ferro quente.
Eu também sou de carne e osso, e ter aquele pedaço de pau na minha cara por tanto tempo fez eu mal prestar atenção no resto do que ele disse. O vício recente por sexo selvagem que eu vinha sentindo há um tempo já tava batendo na porta, e eu não tava muito a fim de esperar. Ele ainda tava falando e eu, sem perceber, comecei a me saborear. Tava suando de tesão e passava as mãos na barriga e na cabeça, como se já estivesse sentindo a temperatura.
Esses gestos tão óbvios chamaram a atenção do meu irmão e, lá de longe, eu senti — ei! cadê você? tá me ouvindo? — e o olhar confuso do meu irmão foi a primeira coisa que vi quando levantei a cabeça. Já era tarde demais. Nem aquele gesto de que o que eu tinha na cabeça era errado ia me fazer voltar atrás. Olhei fixo pra ele com olhos de gata no cio e a confusão dele só aumentou. Era tipo quem pergunta, mas já sabe a resposta. Ele engoliu seco e nem esperou resposta pra aquela pergunta idiota que tinha feito.
Fui até a porta andando bem putona. Rebolando gostoso, com a bunda bem visível por baixo do pijama, e tranquei. Me virei e falei: —agora você vai ver do que eu tô falando— e, entre gaguejos, ele girou a cadeira nas rodinhas e, como qualquer um que nega o proibido, tentou resistir me segurando sem muita convicção. Quando meus peitos começaram a roçar sem parar naquele volume duro que escapava da calça com a esfregação, além dos meus lábios e língua beijando a barriga dele, ele foi amolecendo e soltou meus braços, que segurava como se tentasse me levantar.
Olhei pra ele ajoelhado ali embaixo, com as mãos nas pernas dele, e me afastei um pouco antes de passar a língua na cabeça da pica, que escapava da prisão da calça. Quando vi a cara de êxtase dele, fiquei com muito tesão. Puxei a calça dele pra baixo e comecei a masturbar ele e lamber a pica dele, das bolas até a ponta. Adorava ver ele aproveitando o prazer que a irmãzinha dele tava dando. Nunca tinha me sentido tão puta até aquele momento.
-Para... para isso não... mmm... meu deus que gostosa- foi a última resistência que ele tentou no momento em que enfiei o pau dele dentro da minha boca, passando minha língua na parte de baixo daquele pedaço delicioso. Uns segundos depois, tirei da boca e fiz sinal pra ele, igual enfermeira pedindo silêncio. Até porque, mesmo tendo fechado a porta e meus pais estarem dormindo tranquilamente, seria uma imagem meio desagradável pra eles.
Fiquei chupando ele por um bom tempo. Adorava ver ele se mexer naquela cadeira, se deliciando com os mimos pornográficos da irmã dele. Tirava a pica da boca pra mostrar os fios de saliva e os próprios fluidos dele saindo da minha boca, e depois metia de novo, acariciando a ponta com minha língua. Ele tava gozando pra caralho e eu ficava excitada pra burro de ver ele e sentir a pica gostosa dele na minha boca.
Mas ele quis ir um pouco mais longe e eu não ofereci resistência nenhuma. Ele parou onde estava e enfiou o pau dele na minha boca até o fundo. Eu, que estava desprevenida, engasguei um pouco e me segurei firme nas pernas dele. Isso parece que o excitou ainda mais, porque ele começou a foder minha boca sem controle. Metia e tirava com muita força, me segurando pelo cabelo. A paixão pelo sexo é algo que se leva no sangue, pelo que percebi.
Pensei que a qualquer hora ele ia gozar e encher minha boca de porra. Já até tinha esquecido que aquela pica era do meu irmão. Como sempre, me enganei. O tesão que tinha despertado foi mais longe. Ele me levantou pelos ombros e, desesperado, baixou minha calça de pijama junto com a tanga e, depois de passar os dedos lambidos por mim mesma nos lábios da minha buceta, meteu bem forte. Tentei me segurar nas primeiras estocadas, mas soltei um gemido meio grito, que ele tratou de calar tapando minha boca.
Ele me jogou na cama de bruços, com a bunda empinada, e começou a meter naquela posição. Eu queria gemer, mas com a boca tampada o tempo todo, só saíam gemidos abafados. Ele metia com força, enfiando inteiro até o fundo. Eu sentia aquela força selvagem, aquela pica linda. Foi tanta excitação que ele nem se preocupou em me despir. Lá estava eu, deitada com a calça e a tanga arriadas só até onde terminavam minhas nádegas, sendo penetrada brutalmente com a boca tampada. Era impensável que uma conversa com meu irmão fosse acabar nisso.
Já estávamos os dois muito excitados, suando como numa sauna, todos brilhando como se tivéssemos passado óleo, com a pouca roupa grudada no corpo. Arrancamos tudo aos puxões enquanto eu devorava a boca dela. Pela primeira vez sentia os lábios dela nos meus e a língua dela brincando dentro da minha boca.
Peguei no pau dele de novo e coloquei dentro de mim, enrolei minhas pernas nele e ele começou de novo aquele ritmo forte que eu tanto gosto e que parece que desperta nos homens. Com as duas mãos, eu segurava a bundinha dura dele, como se estivesse empurrando pra ele meter mais fundo, enquanto beijava e lambia o rosto e o pescoço dele. Já tava totalmente descontrolada nessa altura. Ele também tava, porque se afastou um pouco e, meio curvado, começou a lamber meus peitos e chupar eles desesperadamente. Doía um pouco, mas eu adorava que ele fizesse isso. Com uma mão eu segurava a bunda dele e com a outra a cabeça, pra ele continuar chupando meus peitos daquele jeito.
Gostou tanto que parou de me comer e se acomodou em cima de mim com o pau dele entre meus peitos, apertando eles forte com as mãos e começou a curtir uma bela espanhola, ou cubana como ele diz. Não aguentava mais, era forte demais o que tava rolando, eu tava de boca aberta e cada vez que ele subia eu passava a língua na ponta até que num desses movimentos veio o que eu tanto queria. Seba fechou os olhos e me apertando mais forte soltou um jato de porra que foi direto na minha boca, mas também espirrou no resto do meu rosto até perto do meu olho esquerdo.
Depois disso, ele me soltou e eu enfiei ele inteiro na boca, sugando com força até saírem mais dois jatos que engoli tudo. Enquanto ele estava largado morto na cama depois de finalmente ter liberado aquela tensão sexual que o esmagava, ele adorou me ver catar os restos de porra que tinha no meu rosto e chupar meus dedos com sede. Deixei ele ali, sem saber o que dizer. Me vesti rápido e ele continuava me olhando sem soltar uma palavra, e antes de ir embora me aproximei, chupei só a pontinha da rola dele (como se fosse um beijo de despedida) e falei: — Quando quiser mais conselhos amorosos, é só chamar, irmãozinho.
Bem pelo contrário. Passava muito tempo com minhas amigas esquentando os zíperes e aproveitando pra receber todo tipo de benefício desse corpinho aqui, e quando não, com meus amantes ocasionais. Vivia muito nas costas da minha família. Quando passava a noite em casa, ficava tendo conversas quentes com algum cara, e até com alguma garota mais de uma vez. Me dediquei de cabeça ao prazer e esqueci o resto.
Um dia, minha mãe teve uma conversa muito longa comigo, onde me contou o que via e os medos dela sobre minha "tristeza" por causa do término com meu namorado. Eu disse pra ela ficar tranquila, que só estava cansada porque saía muito ou ficava acordada até tarde, mas que não era nada do que ela imaginava. Depois prometi prestar mais atenção na família e focar um pouco mais na convivência com eles. Nos abraçamos e ela saiu mais calma.
No dia seguinte, decidi cumprir minha promessa. Tava sendo muito egoísta em pensar só no meu prazer, deixando de lado as preocupações dos meus pais e, possivelmente, dos meus irmãos. Aquele dia era sábado, então não tinha compromisso, mas acordei bem cedo e preparei uns pães caseiros no forno pra dividir com todo mundo no café da manhã. Sempre tive uma mão boa pra cozinha. Sem ser nenhuma especialista, sempre que tem algum curso ou algo parecido, eu aproveito.
Enquanto esperava eles se levantarem, fui até o computador e vi que tinha várias mensagens de alguns dos meus contatinhos, todos ansiosos pra saber de mim. Na noite anterior, entre conversa e reflexão, acabei deixando eles no vácuo. Algumas das coisas que eles diziam, como de costume, me esquentaram — mesmo estando à vista de todo mundo, não quis perder a chance de ter um tempinho sozinha e meti a mão entre as pernas enquanto lia e descia o cursor com a outra.
Quando eu já tava bem quente e com os dedos meio molhadinhos entre os lábios da minha buceta, senti a porta de um quarto abrindo e fechando. Alguém acordou. Isso fez eu tirar os dedos de dentro do shortinho rosa do pijama, que era quase transparente e, se olhasse com carinho, dava pra ver claramente minha calcinha fio-dental branca. Fechei todas as janelas do PC e fui pra cozinha colocar a chaleira no fogo pra dividir o café da manhã que preparei com tanto capricho.
Tava procurando um prato pra colocar as massinhas quentinhas quando ouço da porta alguém falar — oi, aranha pintinho — com voz meio sonolenta e um sorrisinho no rosto. Era meu irmão mais novo, que se acha o engraçadão, sempre tirando onda com o tamanho da minha bunda. Cumprimentei ele e mostrei a surpresa que tinha preparado. Mas percebi algo estranho. Nem a piada inicial dele nem meu café da manhã especial tinham feito ele sorrir de verdade, e ele é um cara super alegre. Não dei muita importância. Não queria ficar procurando fantasma onde não tem, igual minha mãe.
Falamos um pouco e, enquanto tomávamos chimarrão, meus pais se levantaram e ficaram muito felizes com a surpresa que preparei pra eles e por me verem tão animada, segundo eles. Pouco depois de se sentar, minha mãe me disse
- Filha, não quer vestir alguma coisa? Tá meio frio - e ele fez um sinal com os olhos pros meus peitos. Eu tava sem sutiã e o friozinho que fazia tinha deixado meus mamilos bem visíveis. Olhei por uns segundos pro meu pai, que tava no mundinho dele vendo as notícias de fofoca do jornal, e rapidamente pro meu irmão, que baixou a cabeça meio vermelho. Vesti rápido um moletom que tinha perto e fiquei encarando aquele desgraçado.
Passou o resto do dia como se nada tivesse acontecido. Não sabia se a reação estranha que ela teve de manhã era por causa daquela visão de tarado que ela tinha ou se tava com algum problema. Se fosse a primeira opção, não dava pra descobrir porque ia me entregar, mas se fosse a segunda, queria saber. Tão preocupados que estavam comigo, era o mínimo que podia fazer.
Antes do jantar, numa conversa casual com meu pai enquanto meu irmão mais novo ocupava a TV com os videogames dele, perguntei se ele notava algo estranho no Seba. Lacônico como sempre, ele soltou: — É por causa da namorada que deu um pé na bunda nele — e olhou pro relógio, esperando a comida que minha mãe tava preparando. — Mais ou menos como você tava — completou, e a gente encerrou o papo porque meu irmão saiu do quarto.
Eu não sabia que ele tinha terminado com a namorada. Quando a gente ia dormir, passei no quarto dele pra ver como ele tava. Não esperava ver o que encontrei quando abri a porta. Ele tava vendo um pornô na internet e de pau duro. Uma loira siliconada engolia dois pedaços de uns negões grandões, e meu irmãozinho esfregava o volume por cima da calça, com os olhos na tela e a respiração ofegante.
Fiquei paralisada na porta e fechei rápido antes que ele me visse. Mas na pressa, bati a porta e o barulho denunciou minha presença. Fiquei imóvel, esperando que ele não tivesse me ouvido, mas em poucos segundos ele abriu a porta e me encontrou parada ali. Falando em parada, ele ainda estava com aquela puta ereção. Não consegui evitar de olhar.
Lá estava eu. Paralisada na frente da ereção do meu irmão, que ele nem parecia notar, e ainda com a mesma roupa vagabunda da manhã: o shortinho que mostrava tudo, a regata que por baixo das alças deixava ver meus peitos, que já estavam duros que nem o volume dele, mas sem porno no meio. Meio gaguejando, falei que vim conversar com ele, mas se ele tava ocupado, deixava pra outra hora.
Ela sorriu e disse que não tinha problema, que estava vendo um filme mas já tinha terminado, e que por isso não me ouviu bater na porta. A ereção terrível parecia ter baixado um pouco, mas ainda estava bem firme e o tamanho não era de se desprezar. Eu não queria olhar, mas olhava. Entrei e ele sentou na cadeira do computador na frente da cama dele, e eu sentei na cama na frente dele.
Começamos a conversar e eu falei que o pai tinha me contado sobre o término dela. Ela me perguntou se eu já estava melhor do meu, e que tinham falado sobre as mudanças no meu comportamento. Que era bom que a gente pudesse se aconselhar como irmãos.
Fui bem sincera com ele e contei a verdade. Eu não tinha passado por problemas emocionais por causa da separação com meu namorado, e minha saída foi me entregar aos exageros da noite para curtir a nova liberdade.
Ela ficou meio surpresa com minha confissão. Falei pra ela fazer o mesmo. Aproveitar que é jovem e livre e não se amarrar de cara até sentir algo seguro. Que o melhor jeito de superar essa fossa que ela tava era preencher com outros prazeres menos sentimentais, mas não menos intensos, tipo diversão, balada e sexo. Comigo funcionava muito bem fazer isso.
Enquanto eu falava com ela como se estivesse falando com qualquer uma das minhas amigas. Sem filtro e com toda honestidade, me surpreendi e me assustei. Percebi que a ereção não só tinha voltado com força, mas era maior do que a que a pornografia meia-boca que eu via antes causava. Congelei de novo e não consegui mais continuar falando. Tentava inutilmente esconder aquilo cruzando as pernas e me inclinando pra frente, mas era algo realmente impossível de disfarçar.
Diante da minha óbvia surpresa, ele foi direto ao ponto, assim como eu fiz. Afinal, somos irmãos e em alguma coisa temos que nos parecer. Ele me disse com cara de preocupado: — Me perdoa, isso é uma vergonha, não é por sua causa, mas com o que você me contou, não consegui evitar — e completou, caso não tivesse ficado claro: — É que desde que terminei com a Leti, nada de nada, tá ligado? — falou todo envergonhado, mas com o pau duro que nem um ferro quente.
Eu também sou de carne e osso, e ter aquele pedaço de pau na minha cara por tanto tempo fez eu mal prestar atenção no resto do que ele disse. O vício recente por sexo selvagem que eu vinha sentindo há um tempo já tava batendo na porta, e eu não tava muito a fim de esperar. Ele ainda tava falando e eu, sem perceber, comecei a me saborear. Tava suando de tesão e passava as mãos na barriga e na cabeça, como se já estivesse sentindo a temperatura.
Esses gestos tão óbvios chamaram a atenção do meu irmão e, lá de longe, eu senti — ei! cadê você? tá me ouvindo? — e o olhar confuso do meu irmão foi a primeira coisa que vi quando levantei a cabeça. Já era tarde demais. Nem aquele gesto de que o que eu tinha na cabeça era errado ia me fazer voltar atrás. Olhei fixo pra ele com olhos de gata no cio e a confusão dele só aumentou. Era tipo quem pergunta, mas já sabe a resposta. Ele engoliu seco e nem esperou resposta pra aquela pergunta idiota que tinha feito.
Fui até a porta andando bem putona. Rebolando gostoso, com a bunda bem visível por baixo do pijama, e tranquei. Me virei e falei: —agora você vai ver do que eu tô falando— e, entre gaguejos, ele girou a cadeira nas rodinhas e, como qualquer um que nega o proibido, tentou resistir me segurando sem muita convicção. Quando meus peitos começaram a roçar sem parar naquele volume duro que escapava da calça com a esfregação, além dos meus lábios e língua beijando a barriga dele, ele foi amolecendo e soltou meus braços, que segurava como se tentasse me levantar.
Olhei pra ele ajoelhado ali embaixo, com as mãos nas pernas dele, e me afastei um pouco antes de passar a língua na cabeça da pica, que escapava da prisão da calça. Quando vi a cara de êxtase dele, fiquei com muito tesão. Puxei a calça dele pra baixo e comecei a masturbar ele e lamber a pica dele, das bolas até a ponta. Adorava ver ele aproveitando o prazer que a irmãzinha dele tava dando. Nunca tinha me sentido tão puta até aquele momento.
-Para... para isso não... mmm... meu deus que gostosa- foi a última resistência que ele tentou no momento em que enfiei o pau dele dentro da minha boca, passando minha língua na parte de baixo daquele pedaço delicioso. Uns segundos depois, tirei da boca e fiz sinal pra ele, igual enfermeira pedindo silêncio. Até porque, mesmo tendo fechado a porta e meus pais estarem dormindo tranquilamente, seria uma imagem meio desagradável pra eles.
Fiquei chupando ele por um bom tempo. Adorava ver ele se mexer naquela cadeira, se deliciando com os mimos pornográficos da irmã dele. Tirava a pica da boca pra mostrar os fios de saliva e os próprios fluidos dele saindo da minha boca, e depois metia de novo, acariciando a ponta com minha língua. Ele tava gozando pra caralho e eu ficava excitada pra burro de ver ele e sentir a pica gostosa dele na minha boca.
Mas ele quis ir um pouco mais longe e eu não ofereci resistência nenhuma. Ele parou onde estava e enfiou o pau dele na minha boca até o fundo. Eu, que estava desprevenida, engasguei um pouco e me segurei firme nas pernas dele. Isso parece que o excitou ainda mais, porque ele começou a foder minha boca sem controle. Metia e tirava com muita força, me segurando pelo cabelo. A paixão pelo sexo é algo que se leva no sangue, pelo que percebi.
Pensei que a qualquer hora ele ia gozar e encher minha boca de porra. Já até tinha esquecido que aquela pica era do meu irmão. Como sempre, me enganei. O tesão que tinha despertado foi mais longe. Ele me levantou pelos ombros e, desesperado, baixou minha calça de pijama junto com a tanga e, depois de passar os dedos lambidos por mim mesma nos lábios da minha buceta, meteu bem forte. Tentei me segurar nas primeiras estocadas, mas soltei um gemido meio grito, que ele tratou de calar tapando minha boca.
Ele me jogou na cama de bruços, com a bunda empinada, e começou a meter naquela posição. Eu queria gemer, mas com a boca tampada o tempo todo, só saíam gemidos abafados. Ele metia com força, enfiando inteiro até o fundo. Eu sentia aquela força selvagem, aquela pica linda. Foi tanta excitação que ele nem se preocupou em me despir. Lá estava eu, deitada com a calça e a tanga arriadas só até onde terminavam minhas nádegas, sendo penetrada brutalmente com a boca tampada. Era impensável que uma conversa com meu irmão fosse acabar nisso.
Já estávamos os dois muito excitados, suando como numa sauna, todos brilhando como se tivéssemos passado óleo, com a pouca roupa grudada no corpo. Arrancamos tudo aos puxões enquanto eu devorava a boca dela. Pela primeira vez sentia os lábios dela nos meus e a língua dela brincando dentro da minha boca.
Peguei no pau dele de novo e coloquei dentro de mim, enrolei minhas pernas nele e ele começou de novo aquele ritmo forte que eu tanto gosto e que parece que desperta nos homens. Com as duas mãos, eu segurava a bundinha dura dele, como se estivesse empurrando pra ele meter mais fundo, enquanto beijava e lambia o rosto e o pescoço dele. Já tava totalmente descontrolada nessa altura. Ele também tava, porque se afastou um pouco e, meio curvado, começou a lamber meus peitos e chupar eles desesperadamente. Doía um pouco, mas eu adorava que ele fizesse isso. Com uma mão eu segurava a bunda dele e com a outra a cabeça, pra ele continuar chupando meus peitos daquele jeito.
Gostou tanto que parou de me comer e se acomodou em cima de mim com o pau dele entre meus peitos, apertando eles forte com as mãos e começou a curtir uma bela espanhola, ou cubana como ele diz. Não aguentava mais, era forte demais o que tava rolando, eu tava de boca aberta e cada vez que ele subia eu passava a língua na ponta até que num desses movimentos veio o que eu tanto queria. Seba fechou os olhos e me apertando mais forte soltou um jato de porra que foi direto na minha boca, mas também espirrou no resto do meu rosto até perto do meu olho esquerdo.
Depois disso, ele me soltou e eu enfiei ele inteiro na boca, sugando com força até saírem mais dois jatos que engoli tudo. Enquanto ele estava largado morto na cama depois de finalmente ter liberado aquela tensão sexual que o esmagava, ele adorou me ver catar os restos de porra que tinha no meu rosto e chupar meus dedos com sede. Deixei ele ali, sem saber o que dizer. Me vesti rápido e ele continuava me olhando sem soltar uma palavra, e antes de ir embora me aproximei, chupei só a pontinha da rola dele (como se fosse um beijo de despedida) e falei: — Quando quiser mais conselhos amorosos, é só chamar, irmãozinho.
69 comentários - Consejo de hermana
no kisieras ser mi ermana xfis
Muuy caliente!
Me encanto!
Gracias por compartir
Gracias por compartir!
Vos me queres matar? no voy a dormir con esa frase imaginandote tan putita y viciosa. Sos una delicia mi amor!
Quiero que me la chupes ya!!!
Noooo, no, no, no la cambies por favor. Para cuando un post con fotos tuyas???Besoo
EXELENTE
Gracias genio x los puntitos tb
http://www.poringa.net/posts/relatos/2539508/Favor-con-favor-se-paga-en-la-ruta.html
nose si sos real y/o la de la foto..... pero van mis puntos para tal merecido post.. !!!!!!!! 😛 😛 😛 😛 😛 . 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
😉
seguire leyendo tus relatos 😉