Tudo começou quando eu tinha 18 anos. Um dia fui visitar minha tia, que na época tinha 40 anos. Ela é uma mulher independente, adora fazer ginástica, leva uma vida saudável, se cuida muito e tem um grupo de amigas que adoram fazer uma festança. Aí entra a Sandra, uma loira na época com 39 anos, magra, peitos bonitos, cintura fina e uma bunda bem empinada. Geralmente, quando eu ia visitar minha tia, ficava umas duas semanas ou até um pouco mais.
Numa quinta à noite, elas se juntaram pra comer na casa da minha tia. Eram oito mulheres muito gostosas, e eu, com 18 anos, olhava pra elas com uma vontade danada de comer todas juntas. A questão é que eu estava no meu quarto vendo TV enquanto elas estavam na cozinha reunidas. Eu tava deitado, sem camisa, com a porta entreaberta. Meu quarto fica de frente pro banheiro. Enquanto via um filme, vi alguém passar pro banheiro e, quando saiu, parou na porta me olhando. Perguntei se precisava de algo, e ela respondeu: "Não, nada, sou a Sandra. Você é o sobrinho da Mary, né?" Respondi que sim. Ela disse: "Quer ir com a gente tomar alguma coisa?" Eu respondi que não achava legal, já que era uma reunião de mulheres. Ela falou: "Mas a gente tá meio entediada, e com você a gente podia se divertir mais." Eu ri e perguntei se ela queria se divertir, que a gente podia ir tomar algo no dia seguinte. Ela respondeu pra eu ir na casa dela de manhã, que ela estaria sozinha e a gente podia tomar algo e conversar. Me deu tchau e foi com as outras.
No dia seguinte, acordei, minha tia já tinha ido trabalhar. Tomei café e ela me ligou pedindo se eu podia ir na casa da Sandra ajudar a arrastar uns móveis. Eu ri sozinho. Falei: "Fica tranquila, tia, vou ajudar ela." Tomei banho e fui pra casa dela, que era a umas quadras dali. Quando bati na porta, a Sandra abriu com uma calça preta e uma regatinha bem justa, toda esportiva. Me deu um beijo e me convidou pra entrar. Quando fui andando pra cozinha, vi aquela bunda empinada que me deixou de pau duro. Algo me pergunto: "Adoraria te pegar", falei pra ela. Não queria enrolar muito, o cara, haha. Ela sorriu e disse: "Então você me pegaria?" Eu me aproximei e comi a boca dela. Ali mesmo, na cozinha, começamos a nos despir enquanto nos beijávamos e a temperatura subia. Quando ficamos nus, pude apreciar o corpo impressionante que ela tinha: aqueles peitos firmes com uns mamilos lindos, a barriga chapada e a buceta bem depilada. Não conseguia parar de passar minha boca, lábios e língua por todo o corpo dela. Chupava aqueles peitos, acariciava a bunda dela. Ela me agarrava pelo cabelo com uma mão e com a outra procurava meu pau. Deitei ela sobre a mesa, abri suas pernas e mergulhei nos lábios dela pra beijar, lamber, chupar. Brincava com o clitóris dela, os sucos jorravam de dentro dela. Minhas mãos apertavam os peitos dela e beliscavam os mamilos. Ela se contorcia e pedia pra eu continuar, até que o orgasmo fez ela tremer, se retorcer e a buceta dela ficar totalmente encharcada de fluido. Ela se levantou e se ajoelhou na minha frente, começou a chupar de um jeito bem suave, com as mãos acariciando a haste e os testículos. Era uma expert em sexo oral. Em pouco tempo, fez eu descarregar uma quantidade boa de porra na boca dela, que ela brincou e engoliu. Fomos pro sofá, onde eu sentei e ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar. Pulava loucamente, não falava muito, mas gemia bem alto. Naquele momento, a excitação dos dois estava nas nuvens. Trocamos de posição, coloquei ela de quatro e penetrei, e num ritmo acelerado ficamos um bom tempo, com os gemidos bem fortes. Eu segurava a cintura dela e metia com força, de vez em quando apertava os peitos dela. Ficamos variando posições por uns quarenta minutinhos até que gozei dentro dela, sendo que ela já tinha tido vários orgasmos. Nos jogamos no sofá exaustos, tomamos uns mates, e voltamos a fazer até que deu meio-dia e fui comer com minha tia. Desde aquele dia até eu ir embora, ia todas as manhãs. E ela trabalhava à tarde e a gente não parava de foder. Dessa vez foram uns quinze dias que não paramos nem um dia. Minha tia morria de rir e me zuava, falando pra eu dar um descanso pra Sandrinha, que eu ia matar ela de tanta rola kkkk. Então esses dias foram incríveis, toda vez que eu ia na casa da minha tia, a Sandrinha já me esperava pra passar uns dias de putaria.
Espero que vocês tenham gostado. Esse relato é real, é uma das várias histórias da minha vida que vou continuar compartilhando com vocês. Mais pra frente conto o dia que saímos com a Sandra e eu me masturbei num restaurante. Valeu por passar aqui, saudações a todos e espero seus comentários, pontos e recomendações.
Numa quinta à noite, elas se juntaram pra comer na casa da minha tia. Eram oito mulheres muito gostosas, e eu, com 18 anos, olhava pra elas com uma vontade danada de comer todas juntas. A questão é que eu estava no meu quarto vendo TV enquanto elas estavam na cozinha reunidas. Eu tava deitado, sem camisa, com a porta entreaberta. Meu quarto fica de frente pro banheiro. Enquanto via um filme, vi alguém passar pro banheiro e, quando saiu, parou na porta me olhando. Perguntei se precisava de algo, e ela respondeu: "Não, nada, sou a Sandra. Você é o sobrinho da Mary, né?" Respondi que sim. Ela disse: "Quer ir com a gente tomar alguma coisa?" Eu respondi que não achava legal, já que era uma reunião de mulheres. Ela falou: "Mas a gente tá meio entediada, e com você a gente podia se divertir mais." Eu ri e perguntei se ela queria se divertir, que a gente podia ir tomar algo no dia seguinte. Ela respondeu pra eu ir na casa dela de manhã, que ela estaria sozinha e a gente podia tomar algo e conversar. Me deu tchau e foi com as outras.
No dia seguinte, acordei, minha tia já tinha ido trabalhar. Tomei café e ela me ligou pedindo se eu podia ir na casa da Sandra ajudar a arrastar uns móveis. Eu ri sozinho. Falei: "Fica tranquila, tia, vou ajudar ela." Tomei banho e fui pra casa dela, que era a umas quadras dali. Quando bati na porta, a Sandra abriu com uma calça preta e uma regatinha bem justa, toda esportiva. Me deu um beijo e me convidou pra entrar. Quando fui andando pra cozinha, vi aquela bunda empinada que me deixou de pau duro. Algo me pergunto: "Adoraria te pegar", falei pra ela. Não queria enrolar muito, o cara, haha. Ela sorriu e disse: "Então você me pegaria?" Eu me aproximei e comi a boca dela. Ali mesmo, na cozinha, começamos a nos despir enquanto nos beijávamos e a temperatura subia. Quando ficamos nus, pude apreciar o corpo impressionante que ela tinha: aqueles peitos firmes com uns mamilos lindos, a barriga chapada e a buceta bem depilada. Não conseguia parar de passar minha boca, lábios e língua por todo o corpo dela. Chupava aqueles peitos, acariciava a bunda dela. Ela me agarrava pelo cabelo com uma mão e com a outra procurava meu pau. Deitei ela sobre a mesa, abri suas pernas e mergulhei nos lábios dela pra beijar, lamber, chupar. Brincava com o clitóris dela, os sucos jorravam de dentro dela. Minhas mãos apertavam os peitos dela e beliscavam os mamilos. Ela se contorcia e pedia pra eu continuar, até que o orgasmo fez ela tremer, se retorcer e a buceta dela ficar totalmente encharcada de fluido. Ela se levantou e se ajoelhou na minha frente, começou a chupar de um jeito bem suave, com as mãos acariciando a haste e os testículos. Era uma expert em sexo oral. Em pouco tempo, fez eu descarregar uma quantidade boa de porra na boca dela, que ela brincou e engoliu. Fomos pro sofá, onde eu sentei e ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar. Pulava loucamente, não falava muito, mas gemia bem alto. Naquele momento, a excitação dos dois estava nas nuvens. Trocamos de posição, coloquei ela de quatro e penetrei, e num ritmo acelerado ficamos um bom tempo, com os gemidos bem fortes. Eu segurava a cintura dela e metia com força, de vez em quando apertava os peitos dela. Ficamos variando posições por uns quarenta minutinhos até que gozei dentro dela, sendo que ela já tinha tido vários orgasmos. Nos jogamos no sofá exaustos, tomamos uns mates, e voltamos a fazer até que deu meio-dia e fui comer com minha tia. Desde aquele dia até eu ir embora, ia todas as manhãs. E ela trabalhava à tarde e a gente não parava de foder. Dessa vez foram uns quinze dias que não paramos nem um dia. Minha tia morria de rir e me zuava, falando pra eu dar um descanso pra Sandrinha, que eu ia matar ela de tanta rola kkkk. Então esses dias foram incríveis, toda vez que eu ia na casa da minha tia, a Sandrinha já me esperava pra passar uns dias de putaria.
Espero que vocês tenham gostado. Esse relato é real, é uma das várias histórias da minha vida que vou continuar compartilhando com vocês. Mais pra frente conto o dia que saímos com a Sandra e eu me masturbei num restaurante. Valeu por passar aqui, saudações a todos e espero seus comentários, pontos e recomendações.
4 comentários - maduras gostosas