Filha Entregadora 7

Tudo terminou ali, mas a bomba já tinha sido lançada e isso me bastava. Como já era tarde, fui dormir. Dai veio até meu quarto, me beijou docemente e foi se deitar. A garota já era nossa. Ficou rondando na minha cabeça o quanto minha sobrinha era direta, muito safada. Na segunda-feira, tive bastante trampo, voltei pra casa um pouco mais tarde. As meninas tinham acabado de sair da piscina e estavam preparando o jantar. As duas de biquíni pequenininho, cabelos molhados, estavam de dar água na boca. Meus olhos grudavam na bunda da Gimena, grande, redonda e branca. Me aproximei e, ficando atrás dela, bem perto, apoiei uma mão na cintura dela, mais perto da nádega, e a cumprimentei. Cumprimentei minha filha e, com um olhar, nos entendemos. Pra sair, passei bem pertinho da Gime, rocei a bunda dela com meu pau. Ela é alta como minha filha, se fez de sonsa, mas me sentiu. Jantamos. Depois, Dai disse que ia tomar banho. Eu fiquei com a Gime vendo TV no sofá. Ela estava sentada do meu lado. Passei o braço pelo ombro dela e, depois de um tempinho, agarrei uma das tetas lindas dela, grandes e macias. — Ai, tio, o que cê tá fazendo? — ela perguntou, sem muito incômodo. — Esqueci que sou seu tio. — falei, olhando pra ela. Ela aproximou a carinha da minha e eu comi a boca dela. Beijei ela e fiquei de pau duro. Que jeito de brincar com a língua, minha sobrinha. Agora, desci uma mão até a buceta dela, massageava o clitóris por cima do pano, sem parar de beijar. Tirei as tetas dela pra fora e chupei elas, deliciosas, grandes e brancas, ideais pra uma boa esfregada de peitos. Ela acariciava meu cabelo. — Que gostoso, tio, tô gostando. — ela falava baixinho. Num momento, ela se afastou de mim. Era uma beleza: a carinha vermelha, a respiração ofegante, as tetas lindas dela pra fora. — Para, tio, se a Dai vier, ela vai ficar brava. — disse, ofegante. — Tá bom. — falei, me fazendo de besta. Meti a mão na buceta dela pra deixar ela com tesão. Saí pra fora pra fechar o portão. Quando entrei, as duas estavam vendo TV. Dai tinha tomado banho. Eu fui tomar uma ducha e deixei elas. Dei boa noite olhando pra Gime.
Dai veio pro meu quarto, se pendurou no meu pescoço pra me beijar enquanto me olhava com seus olhões castanhos e um meio sorriso.
— Sua prima vem daqui a pouco, com certeza. — falei.
— Finjo que tô dormindo e depois caio em cima de você, pussy. — respondeu Dai passando a mão no meu volume, eu apertei ela contra mim segurando firme na bunda dela, quando sentiu que eu tava duro sorriu e foi embora.
Deixei a porta encostada, deitei e liguei a TV pra esperar ela.
Passou uma hora e a porta abriu devagar, entrou minha sobrinha, o cabelo preso num rabo de cavalo, uma regatinha e um shortinho de dormir, tudo rosa.
Levantei da cama e joguei ela de bruços, puxei o shortinho de uma vez e apareceu a bunda linda dela, branquinha.
Ela ficou parada, eu abri as bandas e enfiei minha língua no cu dela, ela suspirava levantando a bunda, cuspi e meti um dedo até o fundo, ela gemia de boca fechada.
Coloquei uns travesseiros embaixo, abri um pouco as pernas divinas dela, chupei a buceta cheirosa, mmmm suculenta e rosadinha, não aguentei mais e enfiei com tudo, enterrei inteiro enquanto ela apertava o rosto no colchão, que delícia sentir meu pau envolto pelo calor do anel dela, a cada estocada um gemido gostoso me deliciava os sentidos.
Enquanto continuava penetrando, grudei nela por trás, mordi o pescoço, as costas, os ombros, lambi as orelhas, essa mina era um doce que eu tinha só pra mim, quando gozou tremeu toda, tava suada e isso deixava ela ainda mais gostosa e desejável.
Quando nos separamos, beijei ela, a língua divina dela percorreu minha boca toda.
— Pra que vou ficar de quatro, tio, me come mais. — ela olhou pra trás.
— Vai, me dá pau, tio, me come toda. — pediu toda tesuda.
Penetrei sem delicadeza, entrava sem pena até onde dava, ela mexia a bunda de um jeito animal, gozou de novo e escapou um grito.
Continuei comendo como um louco.
— Assim, tio, me come, goza dentro que eu tomo pílula. — ouvir isso me descontrolou e eu bati mais forte, sentindo que a porra já tava chegando, jatos quentes do meu pau encheram a buceta da puta gostosa, a gente se separou ofegante e ela deitou do meu lado.
— Tio, você fode muito bem, gosto do seu pau. — ela disse ofegante.
Ela deslizou pra baixo e pegou no meu pau, assim molinho colocou na boca e me chupou de um jeito foda.
Daiana entrou naquele momento e deitou do outro lado.
A cara da Gimena era tipo “Que porra é essa?”.
— Continua, prima. — disse Dai.
— Gosta de olhar, puta? — perguntou Gime brincando com a língua na cabeça do meu pau.
— Gosto de participar. — respondeu minha filha, pegou meu pau e levou à boca, chupava de olhos fechados, Gimena olhava espantada.
— Porra, que loucura, me excita pra caralho ver você chupar seu velho.
— Chupa comigo. — disse Daiana e beijou a boca dela, depois começaram a chupar as duas juntas, que delícia, eu tava morrendo de prazer, foram uns vinte minutos de glória.
Já tava quase de novo, tava bem duro e todo brilhando de saliva, Daiana subiu em cima de mim, colocou na entrada da buceta molhada e desceu de uma vez, me cavalgou desesperada, se mexia de um jeito maravilhoso.
Minha sobrinha olhava fascinada, Dai gemia docemente, adorava ouvir minha filha gozar quando eu tava comendo ela.
— Buceta, que lindo, me enche toda. — ela disse e se aproximou pra me beijar, beijar Daiana era tão gostoso quanto comer ela, gozou assim, colada no meu corpo, sem parar de me beijar.
Ela desceu de mim e se jogou em cima da Gimena, beijou fundo enquanto eu me masturbava devagar, chupou os peitos dela um tempo enquanto a outra gemia e se contorcia, mordeu e chupou marcando, lindo ver minha mina sapatão assim, lambeu a barriga dela e abriu as pernas.
Botou a língua pra fora e lambeu o clitóris da Gime, desceu pros lábios e penetrou com a língua na buceta da outra.
— Dá a porra do pai, prima. — disse Daiana entre lambidas.
Dai tava com a bunda levantada, eu abri as nádegas dela e chupei o cu um tempo, meti dois dedos e ficou remexendo lá dentro, que mina, que raba gostosa, que use the word: pussy.
Peguei a vaselina e depois de passar na minha rola, coloquei na porta do cuzinho, lembrei da música do Deep Purple, "Back Door", fui colocando devagar, ela tinha parado de chupar mas ficava massageando o clitóris dela enquanto ela gemia com os dedos.
Eu comia devagar, ela gosta assim, eu olhava pra bunda branca dela, adorava ver minha mina de quatro enquanto metia.
- Assim, papai. - disse Dai enquanto voltava a lamber a use the word: pussy da prima. - Arrebenta meu cuzinho.
Continuei comendo devagar, curtindo aquele rabo divino, Gime tava gozando aos berros, mais música pros meus ouvidos, tirei do cuzinho dela e sem deixar ela respirar enfiei na buceta, de uma vez só, ela pediu pra meter até o fundo, agarrei ela pelo cabelo forte e montei como se fosse uma gostosa sexy e novinha, ela gozou umas quantas vezes, eu sentia que a porra tava perto, saí da use the word: pussy da Dai e subi em cima da Gime, cuspi entre os peitões quentes e coloquei no meio, ela mesma juntou eles enquanto me olhava, que boobs lindos, que peitos macios.
Gozei gritando e bufando, a porra bateu no queixo e no rosto dela.
Dai se esfregou na cara dela, se beijaram agarradas e se abraçaram.
Umas putinhas do caralho que tenho na família.
Antes de dormir, as duas chuparam meu pau juntas por um tempo, era o começo de uma semana agitada.

7 comentários - Filha Entregadora 7

FOTOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS POR FAVOR FOTOOOOOOOOOOOOOOOS
Me las leí todas de un tirón!!!! te dejo los 10 puntines de hoy... te los merecés ampliamente, perooo una pregunta... el 4º está fuera de orden???? Está en fechas despues del 7º y me perdí un poco
el cuarto se me traspapelo lo subi ayer,gracias por los puntos y los comentarios que son muy importantes