Olá, estamos aqui de novo. A María confirmou que vai participar do Poringa assim que terminar as provas, enquanto manda beijos molhados e deseja boas punhetas pra vocês. Como sempre, lembrando: essas histórias são 100% reais e, no dia em que eu não tiver mais histórias, vou avisar, ou a María e eu vamos buscar novas reais, o que der na telha, hehe. Bom, vamos começar...
Chegado o dia, pego o rapaz e levo pra minha casa. Aproveito o trajeto pra conversar com ele, falo quais são as regras e depois começo a dizer que, uma vez entendidos os limites e tudo, o que temos que fazer é meter sem piedade. Incentivo ele a continuar penetrando além do fundo da boca, sorriso de orelha a orelha. Dessa vez sim, dessa vez eu tenho o rapaz com a pica mais grande que encontrei, manejável e dócil ao mesmo tempo que feroz e cúmplice de uma futura e brutal foda. Eu esfregava as mãos com o que estava por vir, ele tava mais que pronto pra ação, mas antes de meter no "quarto", decidimos tomar uns drinks. Enquanto terminamos as bebidas, aproveito pra descrever "o quarto"...
("O Quarto" é o que se pode fazer com quatro coisinhas. Tem um quarto vazio e decidi preparar um santuário do sexo pesado, do sadomasoquismo, da submissão. Comecei colocando música e uma geladeirinha com água, um pouco de decoração, luz negra, e o altar que fiz com umas madeiras, quatro colchões velhos e fitas pra amarrar a Torola. Coloquei lubrificante, algemas e consolos, e esse era "o quarto")
...já que descrevemos o quarto, que temos o rapaz, terminamos os drinks e temos nossa putinha mais calma e bêbada, subimos ela pro "quarto" pra foder ela do nosso jeito. Vendamos os olhos dela e colocamos umas algemas. Começamos a beijar e tocar ela freneticamente. Em questão de segundos, ela tava nua, porque a roupa dela não atrapalhava as algemas já que não tinha alças. Tamos super quentes, nossas mentes pensavam em múltiplas... várias coisas ao mesmo tempo, faziam cálculos matemáticos nível expert pra ver qual era a melhor forma de começar a usar esse pedaço de presente que a gente tinha pelado de joelhos e de boca aberta, mmmm que boca, parece óbvio o que fazer mas quando você sabe que pode fazer o que quiser que não vai ouvir um não como resposta, você não consegue parar de pensar no que nunca pode fazer ou no que nunca fez, enfim..., a chupar pica...
Começamos tímidos, mas um instante depois já esfregávamos nossas picas na cara dela enquanto falávamos.
Nós dois: vai comer elas inteiras? Tá com vontade, putinha? Isso, isso, mostra a língua...
Já não aguentava mais e enfiei meu pau na boca dela, a boca molhada dela fazia maravilhas com minha imaginação, agora sim eu já tinha certeza de tudo que queria fazer com essa puta, naquele momento tirei a venda dos olhos dela e olhei enquanto ela tinha meu pau na boca, segurando ela pelo cabelo enfiei todo meu pau na boca dela, aaaa mmmm deusss, vamos arrebentar você, segura ela falei pro cara, ele segurando as mãos dela e eu pela cabeça comecei a foder literalmente a garganta dela com tanta brutalidade que a saliva escorria nos peitos deliciosos dela mmm tão molhadinhos, trocamos de posição e agora sou eu quem assiste o espetáculo, e claro que seria com uns 23 ou 24 cm dela teria muita dificuldade pra engolir essa pica inteira mas eu e ele íamos insistir até os lábios dela beijarem a base do pau, ele começou a empurrar e empurrar, ela tentava fazer mas não conseguia controlar as reações do corpo, coisa que eu agradecia, aqueles barulhos, aqueles engasgos tão brutais me excitavam pra caralho, e eu queria que continuasse desse jeito, peguei a correntinha das algemas e com a outra mão a cabeça dela, olhei pro cara com cara de "continua empurrando porra" e empurrei a cabeça dela contra ele, agora sim ela tinha aquele pedaço de pica inteiro na garganta, ele pegou ritmo e velocidade, eu aproveitei pra enfiar no cu dela previamente lubrificado, a cena era brutal, eu Enfiei no cu dela e segurei ela pelo cabelo enquanto ele deslizava toda a vara longa e grossa dele na garganta dela, enquanto a gente curtia os enjôos enormes dela. "Essa bunda enquadrada com as ligas é linda", ele me disse. Logo ele também queria comer aquele cu. Relutante, cedi o lugar pra ele. Pouco depois de eu deixar, ele gozou, e eu também gozei na boca dela logo em seguida. A gente bebeu um pouco de água, tiramos as algemas dela e subimos ela no altar do sexo feito de colchões. "Agora vamos foder ela direito", jogando o peso todo em cima dela. Comecei a foder ela por trás de novo, com muita violência, segurando os quadris dela com força, enquanto ele fazia ela chupar e enfiava de novo na garganta dela. Cena linda, a Torola sendo fodida por duas rolas violentas, insaciáveis e selvagens. Ela, por outro lado, tentava manter a compostura e, com um ar impassível, ignorava os próprios reflexos e continuava aguentando as investidas brutais, aparentemente com muito prazer. Mas não conseguia esconder os enjôos enormes, provocados e até buscados por essas rolas, principalmente a dele, já que o tamanho impressionante era engolido eroticamente pela Torola. Ele queria o cu dela de novo, mas dessa vez eu não queria ceder. Tava gostando demais. Nessa hora, a Torola pediu pra gente castigar a bunda dela, os dois ao mesmo tempo. Mesmo com a voz trêmula e parecendo duvidar do que tinha acabado de falar, ela manteve o pedido, e isso nos deixou ainda mais excitados. Os comentários azarados pra Torola trêmula começaram a surgir.
Ele: "Ah, porra, vou rasgar esse teu cu, vamos fazer você gritar, puta."
Eu: "Isso aí, o que você vai fazer se doer, puta? Hã? Responde."
Ela: (com voz inocente) "Vou gritar, mas vou deixar vocês me arrebentarem pro prazer de vocês."
Eu: "Você quer? Quer que a gente te use? Quer ter as nossas rolas?"
Ela: "Sim, quero me sentir uma puta, quero que vocês me usem como a puta que eu sou, vamos. (voz alta) Quero sentir essas rolas arrebentando comigo, porra."
Comecei a lubrificar tudo, a bunda dela. Bunda bem lubrificada e, respectivamente, cada uma daquelas pirocas que a rasgariam, comecei a meter meu pau no cu dela, já trabalhado de antes, sem problema. Mas quando comecei a entrar, ele começou a ocupar o espaço que já não tinha mais. O pau dele e o meu lutavam num espaço minúsculo para não escaparem, já que a pressão fazia com que saíssem com facilidade. Tudo era negativo: o roçar direto com outra piroca e a constante falta de concentração por estarem sempre saindo. Mas... nem tudo era ruim. Tinha algo que valia a pena: a cara dela, junto com seus gritos incríveis e balbucios onde dava pra entender coisas como:
Ela: aaaa porra sim, metam duro, me destruam, porra!
Isso fazia a gente meter ainda mais rápido, forte e fundo. O roçar entre os dois gerava calor suficiente pra pegar fogo, mas a gente tava pouco se lixando. Aí os três gozamos quase ao mesmo tempo. Não saberia dizer quem foi primeiro ou último, naquele momento não tava pra histórias. O cu dela cedeu o suficiente e a gente se virou. Já fazia um tempo que a gente tava fodendo o cu dela como uns selvagens. Tudo era tão violento, duro e intenso que a gozada foi monumental. Quando tirei, tava toda cheia de porra dos dois, e agradeço porque foi digno de ver como ela limpava ambas as pirocas com aquele cu bem dilatado e aquela cara de puta limpando paus. Foi impressionante. A gente gozou de novo com a boca experiente de puta dela. Essa mulher gostosa e entregue continua repetindo uma e outra vez como eu quero. Aliás, agora a gente tá planejando outro encontro com esse mesmo cara, que a gente não vê desde então, já faz uns 2 anos. A próxima história rola numa viagem onde a torola foi "assediada e derrubada". Até a próxima.
Chegado o dia, pego o rapaz e levo pra minha casa. Aproveito o trajeto pra conversar com ele, falo quais são as regras e depois começo a dizer que, uma vez entendidos os limites e tudo, o que temos que fazer é meter sem piedade. Incentivo ele a continuar penetrando além do fundo da boca, sorriso de orelha a orelha. Dessa vez sim, dessa vez eu tenho o rapaz com a pica mais grande que encontrei, manejável e dócil ao mesmo tempo que feroz e cúmplice de uma futura e brutal foda. Eu esfregava as mãos com o que estava por vir, ele tava mais que pronto pra ação, mas antes de meter no "quarto", decidimos tomar uns drinks. Enquanto terminamos as bebidas, aproveito pra descrever "o quarto"...
("O Quarto" é o que se pode fazer com quatro coisinhas. Tem um quarto vazio e decidi preparar um santuário do sexo pesado, do sadomasoquismo, da submissão. Comecei colocando música e uma geladeirinha com água, um pouco de decoração, luz negra, e o altar que fiz com umas madeiras, quatro colchões velhos e fitas pra amarrar a Torola. Coloquei lubrificante, algemas e consolos, e esse era "o quarto")
...já que descrevemos o quarto, que temos o rapaz, terminamos os drinks e temos nossa putinha mais calma e bêbada, subimos ela pro "quarto" pra foder ela do nosso jeito. Vendamos os olhos dela e colocamos umas algemas. Começamos a beijar e tocar ela freneticamente. Em questão de segundos, ela tava nua, porque a roupa dela não atrapalhava as algemas já que não tinha alças. Tamos super quentes, nossas mentes pensavam em múltiplas... várias coisas ao mesmo tempo, faziam cálculos matemáticos nível expert pra ver qual era a melhor forma de começar a usar esse pedaço de presente que a gente tinha pelado de joelhos e de boca aberta, mmmm que boca, parece óbvio o que fazer mas quando você sabe que pode fazer o que quiser que não vai ouvir um não como resposta, você não consegue parar de pensar no que nunca pode fazer ou no que nunca fez, enfim..., a chupar pica...
Começamos tímidos, mas um instante depois já esfregávamos nossas picas na cara dela enquanto falávamos.
Nós dois: vai comer elas inteiras? Tá com vontade, putinha? Isso, isso, mostra a língua...
Já não aguentava mais e enfiei meu pau na boca dela, a boca molhada dela fazia maravilhas com minha imaginação, agora sim eu já tinha certeza de tudo que queria fazer com essa puta, naquele momento tirei a venda dos olhos dela e olhei enquanto ela tinha meu pau na boca, segurando ela pelo cabelo enfiei todo meu pau na boca dela, aaaa mmmm deusss, vamos arrebentar você, segura ela falei pro cara, ele segurando as mãos dela e eu pela cabeça comecei a foder literalmente a garganta dela com tanta brutalidade que a saliva escorria nos peitos deliciosos dela mmm tão molhadinhos, trocamos de posição e agora sou eu quem assiste o espetáculo, e claro que seria com uns 23 ou 24 cm dela teria muita dificuldade pra engolir essa pica inteira mas eu e ele íamos insistir até os lábios dela beijarem a base do pau, ele começou a empurrar e empurrar, ela tentava fazer mas não conseguia controlar as reações do corpo, coisa que eu agradecia, aqueles barulhos, aqueles engasgos tão brutais me excitavam pra caralho, e eu queria que continuasse desse jeito, peguei a correntinha das algemas e com a outra mão a cabeça dela, olhei pro cara com cara de "continua empurrando porra" e empurrei a cabeça dela contra ele, agora sim ela tinha aquele pedaço de pica inteiro na garganta, ele pegou ritmo e velocidade, eu aproveitei pra enfiar no cu dela previamente lubrificado, a cena era brutal, eu Enfiei no cu dela e segurei ela pelo cabelo enquanto ele deslizava toda a vara longa e grossa dele na garganta dela, enquanto a gente curtia os enjôos enormes dela. "Essa bunda enquadrada com as ligas é linda", ele me disse. Logo ele também queria comer aquele cu. Relutante, cedi o lugar pra ele. Pouco depois de eu deixar, ele gozou, e eu também gozei na boca dela logo em seguida. A gente bebeu um pouco de água, tiramos as algemas dela e subimos ela no altar do sexo feito de colchões. "Agora vamos foder ela direito", jogando o peso todo em cima dela. Comecei a foder ela por trás de novo, com muita violência, segurando os quadris dela com força, enquanto ele fazia ela chupar e enfiava de novo na garganta dela. Cena linda, a Torola sendo fodida por duas rolas violentas, insaciáveis e selvagens. Ela, por outro lado, tentava manter a compostura e, com um ar impassível, ignorava os próprios reflexos e continuava aguentando as investidas brutais, aparentemente com muito prazer. Mas não conseguia esconder os enjôos enormes, provocados e até buscados por essas rolas, principalmente a dele, já que o tamanho impressionante era engolido eroticamente pela Torola. Ele queria o cu dela de novo, mas dessa vez eu não queria ceder. Tava gostando demais. Nessa hora, a Torola pediu pra gente castigar a bunda dela, os dois ao mesmo tempo. Mesmo com a voz trêmula e parecendo duvidar do que tinha acabado de falar, ela manteve o pedido, e isso nos deixou ainda mais excitados. Os comentários azarados pra Torola trêmula começaram a surgir.
Ele: "Ah, porra, vou rasgar esse teu cu, vamos fazer você gritar, puta."
Eu: "Isso aí, o que você vai fazer se doer, puta? Hã? Responde."
Ela: (com voz inocente) "Vou gritar, mas vou deixar vocês me arrebentarem pro prazer de vocês."
Eu: "Você quer? Quer que a gente te use? Quer ter as nossas rolas?"
Ela: "Sim, quero me sentir uma puta, quero que vocês me usem como a puta que eu sou, vamos. (voz alta) Quero sentir essas rolas arrebentando comigo, porra."
Comecei a lubrificar tudo, a bunda dela. Bunda bem lubrificada e, respectivamente, cada uma daquelas pirocas que a rasgariam, comecei a meter meu pau no cu dela, já trabalhado de antes, sem problema. Mas quando comecei a entrar, ele começou a ocupar o espaço que já não tinha mais. O pau dele e o meu lutavam num espaço minúsculo para não escaparem, já que a pressão fazia com que saíssem com facilidade. Tudo era negativo: o roçar direto com outra piroca e a constante falta de concentração por estarem sempre saindo. Mas... nem tudo era ruim. Tinha algo que valia a pena: a cara dela, junto com seus gritos incríveis e balbucios onde dava pra entender coisas como:
Ela: aaaa porra sim, metam duro, me destruam, porra!
Isso fazia a gente meter ainda mais rápido, forte e fundo. O roçar entre os dois gerava calor suficiente pra pegar fogo, mas a gente tava pouco se lixando. Aí os três gozamos quase ao mesmo tempo. Não saberia dizer quem foi primeiro ou último, naquele momento não tava pra histórias. O cu dela cedeu o suficiente e a gente se virou. Já fazia um tempo que a gente tava fodendo o cu dela como uns selvagens. Tudo era tão violento, duro e intenso que a gozada foi monumental. Quando tirei, tava toda cheia de porra dos dois, e agradeço porque foi digno de ver como ela limpava ambas as pirocas com aquele cu bem dilatado e aquela cara de puta limpando paus. Foi impressionante. A gente gozou de novo com a boca experiente de puta dela. Essa mulher gostosa e entregue continua repetindo uma e outra vez como eu quero. Aliás, agora a gente tá planejando outro encontro com esse mesmo cara, que a gente não vê desde então, já faz uns 2 anos. A próxima história rola numa viagem onde a torola foi "assediada e derrubada". Até a próxima.
0 comentários - O nascimento de uma puta de 22 anos parte 4 final