Olá de novo. A segunda parte parece que não agradou muito, infelizmente. Acho que não sei fazer melhor. Todas as minhas histórias são reais. Relato da melhor forma possível a vida da María e a minha, de como ela se tornou a puta que é hoje. Falei com a María e é possível que ela crie uma conta pra poder conversar com vocês sobre essas histórias.
Na história anterior, vimos a María submissa num parque por mais de 4 horas, por um taxista e por mim.
A María estava cansada da "surra" que a gente deu nela. No caminho pra casa, falei que isso não tinha acabado ali. Surpresa, ela perguntou o que mais eu queria, que ela tava literalmente destruída. Uma vez em casa, mandei ela se despir e colocar um corselete com liga e meia-calça. De novo, admirei ela. Mas que puta gostosa que ela é, caralho. É de dar fome de tanto foder ela. "Deita na cama." Assim que ela deitou, amarrei as mãos e os pés dela na cama. Fui até o centro e comprei uns brinquedos. Quando voltei, ela tava puta por ter deixado ela amarrada lá sozinha. Eu, bem sério e ignorando os pedidos pra soltar, passei lubrificante e enfiei uma bola no cu dela e a outra na bucetinha, tampando com uma borboleta vibratória. Ela, com raiva, tentava não demonstrar nenhum prazer, mas depois de um tempo sozinha, começaram a sair gemidos. Esse era o sinal pra eu entrar. Adorei quando entrei e ela se contorcia de prazer. Bem na hora, desliguei o aparelho. A cara dela era de ódio e safadeza. Cheguei perto e falei que nem tudo era ruim, mas que primeiro ela tinha que aprender a sofrer, e que assim, quando o bom viesse, seria muito melhor. Que ela tinha que aprender a ser usada, a pensar só no prazer de quem a fode, e que, como último requisito, todos os gestos, atos e palavras dela tinham que ser pensados pro meu prazer. Ela tinha que falar como uma puta, agir como uma puta e pensar como uma puta. Naquele instante, tirei a borboleta e puxei uma das bolas pra enfiar as duas no cu dela, permitindo assim que eu pudesse... Foder ela, eu sentia as bolas através da buceta dela, comecei a foder ela e, mesmo com a pica dolorida da trepada de três horas atrás, me propus a ensinar a María e, às vezes, um tem que sofrer. Vamos, María, me diz enquanto te fodo: o que você é?...
Ela: mmm, sou uma puta?
Eu meti uma enfiada na buceta dolorida dela,
Ela: ssss aa
Eu: Você acha que isso é uma resposta excitante? O que você é?
Ela: sou uma puta
Eu: mmm, você gosta de ser usada? Que eu, um desconhecido, te foda e faça o que quiser com você?
Ela: sim
Eu: por quê?
Ela: porque sou muito puta, mmm, sou uma puta que adora ser usada.
Eu: o que você tem de diferente das outras vadias, hein, me diz, foxy?
Ela: mmm, bem...
Nesse momento, eu dei outra porrada de pica nela
Eu: isso não é erótico, sei que é difícil, mas você vai ser um brinquedo sexual perfeito, então se não tem nada excitante pra dizer, não diga nada e pense no que falar. Repito, o que você tem de diferente das outras vadias que o taxista já comeu? O que te diferencia da puta da esposa dele?
Ela: ............. , bem, que eu não dou um não como resposta, eu faço tudo o que você deseja, sem me importar com mais nada além do seu prazer, colocando ele acima do meu prazer, dor ou qualquer coisa.
Eu: quero que você repita uma e outra vez... Me fode, sou sua puta, me usa como uma puta enquanto eu termino de te foder.
Ela: siiiim, me usa como a puta que sou, me curte e me quebra como seu brinquedo que sou, sou sua puta, sou a foxy da sua vadia.
Nesse momento, eu gozei uma porra que espirrou na boca dela, nos peitos, no umbigo e na buceta dela, foi uma gozada tão perfeita que tive que deixá-la ali com a porra, falei pra ela não se limpar até nova ordem, ela disse sim, você quer que eu te chame de amo ou algo assim? Ela me perguntou, não, a gente fala dos nomes de guerra depois, fui pra sala pegar ideias pra botar ela à prova e, cada vez que eu ficava de pau duro, mandava ela me chupar até o fim, nesse momento, senti muito amor, pude ver o amor que ela sentia por mim, já que a tinha ali amarrada na cama, com a corrida e usada à minha vontade e sem reclamar pra me satisfazer, eu tinha que buscar a maior recompensa por essa enorme prova de amor, era incrível, eu não tinha consciência disso até aquele exato momento. Parei de procurar coisas pra torturá-la e comecei a buscar a recompensa pelo grande sacrifício dela e criei um plano: a cada três provas, abria uma recompensa e assim começamos essa aventura sexual. Já tínhamos feito duas provas e faltava mais um grande trio pra recompensa dela. Eu a desamarrei e fiz ela gozar sem se trocar e exibindo a corrida. Expliquei tudo pra ela e como deveria ser, ela aceitou todas as condições, colocando só três condições: nada de chuva dourada, nada de contar pra pessoas do convívio e a palavra-chave que encerraria tudo ("acabou"). Eram coisas com as quais eu concordava. Conversamos sobre os nomes: slut, slut, escrava, Penélope, todos eram muito óbvios e não me convenciam até que lembrei de uma piada do taxista: "Torola connecting people". Foi uma piada sem graça, mas em parte ele tinha razão, essa atividade fazia a gente conhecer pessoas desconhecidas e, de uma forma ou de outra, nos conectar. Então Maria passou a ser Torola, a slut submissa. Naquele momento, eu disse pra ela se trocar e tomar um banho e que, quando voltasse, deixasse de ser Torola. "E você, que nome eu te dou?", ela perguntou. "Jeee, eu acho que sempre fui assim, meu nome vai continuar o mesmo, mas a partir de agora, quando você for Torola, vai se dirigir a mim com respeito e submissão." Naquele instante, publiquei um anúncio num site de anúncios muito famoso, o M. Anúncios. O anúncio era o seguinte:
"Procuramos rapaz de 22 a 28 anos, bem dotado, principalmente de grossura, com vontade de compartilhar uma boa slut disposta a ser usada."
Assim que publiquei, comecei a receber mensagens e percebi que teria que fazer uma seleção difícil. Tinha que ver o caráter dele, saber até que limites ele iria e que mandasse uma foto do pau dele sem pensar que era um truque pra me mandarem rolas, já que eu não mandaria nenhuma. Foto dela ou minha (não queria que fossem parar em qualquer lugar ou servissem pra possíveis chantagens). Além disso, tinha que ficar com centenas de caras pra ver como eram. Depois de meses, encontrei: um moleque com um pau do caralho, simpático e respeitoso, mas que também era foda quando precisava. Ali estava ele, que vamos chamar de... hum, Luis. Luis foi treinado teoricamente por mim pra tirar o máximo proveito dessa situação. Só faltava chegar o grande dia, que vou contar na próxima história. Essa história é dedicada especialmente à Torola e, acima de tudo, à minha amada Maria.
Na próxima, vamos ler como ela é usada brutalmente por dois degenerados mentais: Luis e eu.
Não sei se dá pra colocar marcas ou nomes de sites aqui, por isso não coloco. Se alguém souber, agradeço um comentário sobre isso. E se não souber, também agradeço pelos comentários.
Na história anterior, vimos a María submissa num parque por mais de 4 horas, por um taxista e por mim.
A María estava cansada da "surra" que a gente deu nela. No caminho pra casa, falei que isso não tinha acabado ali. Surpresa, ela perguntou o que mais eu queria, que ela tava literalmente destruída. Uma vez em casa, mandei ela se despir e colocar um corselete com liga e meia-calça. De novo, admirei ela. Mas que puta gostosa que ela é, caralho. É de dar fome de tanto foder ela. "Deita na cama." Assim que ela deitou, amarrei as mãos e os pés dela na cama. Fui até o centro e comprei uns brinquedos. Quando voltei, ela tava puta por ter deixado ela amarrada lá sozinha. Eu, bem sério e ignorando os pedidos pra soltar, passei lubrificante e enfiei uma bola no cu dela e a outra na bucetinha, tampando com uma borboleta vibratória. Ela, com raiva, tentava não demonstrar nenhum prazer, mas depois de um tempo sozinha, começaram a sair gemidos. Esse era o sinal pra eu entrar. Adorei quando entrei e ela se contorcia de prazer. Bem na hora, desliguei o aparelho. A cara dela era de ódio e safadeza. Cheguei perto e falei que nem tudo era ruim, mas que primeiro ela tinha que aprender a sofrer, e que assim, quando o bom viesse, seria muito melhor. Que ela tinha que aprender a ser usada, a pensar só no prazer de quem a fode, e que, como último requisito, todos os gestos, atos e palavras dela tinham que ser pensados pro meu prazer. Ela tinha que falar como uma puta, agir como uma puta e pensar como uma puta. Naquele instante, tirei a borboleta e puxei uma das bolas pra enfiar as duas no cu dela, permitindo assim que eu pudesse... Foder ela, eu sentia as bolas através da buceta dela, comecei a foder ela e, mesmo com a pica dolorida da trepada de três horas atrás, me propus a ensinar a María e, às vezes, um tem que sofrer. Vamos, María, me diz enquanto te fodo: o que você é?...
Ela: mmm, sou uma puta?
Eu meti uma enfiada na buceta dolorida dela,
Ela: ssss aa
Eu: Você acha que isso é uma resposta excitante? O que você é?
Ela: sou uma puta
Eu: mmm, você gosta de ser usada? Que eu, um desconhecido, te foda e faça o que quiser com você?
Ela: sim
Eu: por quê?
Ela: porque sou muito puta, mmm, sou uma puta que adora ser usada.
Eu: o que você tem de diferente das outras vadias, hein, me diz, foxy?
Ela: mmm, bem...
Nesse momento, eu dei outra porrada de pica nela
Eu: isso não é erótico, sei que é difícil, mas você vai ser um brinquedo sexual perfeito, então se não tem nada excitante pra dizer, não diga nada e pense no que falar. Repito, o que você tem de diferente das outras vadias que o taxista já comeu? O que te diferencia da puta da esposa dele?
Ela: ............. , bem, que eu não dou um não como resposta, eu faço tudo o que você deseja, sem me importar com mais nada além do seu prazer, colocando ele acima do meu prazer, dor ou qualquer coisa.
Eu: quero que você repita uma e outra vez... Me fode, sou sua puta, me usa como uma puta enquanto eu termino de te foder.
Ela: siiiim, me usa como a puta que sou, me curte e me quebra como seu brinquedo que sou, sou sua puta, sou a foxy da sua vadia.
Nesse momento, eu gozei uma porra que espirrou na boca dela, nos peitos, no umbigo e na buceta dela, foi uma gozada tão perfeita que tive que deixá-la ali com a porra, falei pra ela não se limpar até nova ordem, ela disse sim, você quer que eu te chame de amo ou algo assim? Ela me perguntou, não, a gente fala dos nomes de guerra depois, fui pra sala pegar ideias pra botar ela à prova e, cada vez que eu ficava de pau duro, mandava ela me chupar até o fim, nesse momento, senti muito amor, pude ver o amor que ela sentia por mim, já que a tinha ali amarrada na cama, com a corrida e usada à minha vontade e sem reclamar pra me satisfazer, eu tinha que buscar a maior recompensa por essa enorme prova de amor, era incrível, eu não tinha consciência disso até aquele exato momento. Parei de procurar coisas pra torturá-la e comecei a buscar a recompensa pelo grande sacrifício dela e criei um plano: a cada três provas, abria uma recompensa e assim começamos essa aventura sexual. Já tínhamos feito duas provas e faltava mais um grande trio pra recompensa dela. Eu a desamarrei e fiz ela gozar sem se trocar e exibindo a corrida. Expliquei tudo pra ela e como deveria ser, ela aceitou todas as condições, colocando só três condições: nada de chuva dourada, nada de contar pra pessoas do convívio e a palavra-chave que encerraria tudo ("acabou"). Eram coisas com as quais eu concordava. Conversamos sobre os nomes: slut, slut, escrava, Penélope, todos eram muito óbvios e não me convenciam até que lembrei de uma piada do taxista: "Torola connecting people". Foi uma piada sem graça, mas em parte ele tinha razão, essa atividade fazia a gente conhecer pessoas desconhecidas e, de uma forma ou de outra, nos conectar. Então Maria passou a ser Torola, a slut submissa. Naquele momento, eu disse pra ela se trocar e tomar um banho e que, quando voltasse, deixasse de ser Torola. "E você, que nome eu te dou?", ela perguntou. "Jeee, eu acho que sempre fui assim, meu nome vai continuar o mesmo, mas a partir de agora, quando você for Torola, vai se dirigir a mim com respeito e submissão." Naquele instante, publiquei um anúncio num site de anúncios muito famoso, o M. Anúncios. O anúncio era o seguinte:
"Procuramos rapaz de 22 a 28 anos, bem dotado, principalmente de grossura, com vontade de compartilhar uma boa slut disposta a ser usada."
Assim que publiquei, comecei a receber mensagens e percebi que teria que fazer uma seleção difícil. Tinha que ver o caráter dele, saber até que limites ele iria e que mandasse uma foto do pau dele sem pensar que era um truque pra me mandarem rolas, já que eu não mandaria nenhuma. Foto dela ou minha (não queria que fossem parar em qualquer lugar ou servissem pra possíveis chantagens). Além disso, tinha que ficar com centenas de caras pra ver como eram. Depois de meses, encontrei: um moleque com um pau do caralho, simpático e respeitoso, mas que também era foda quando precisava. Ali estava ele, que vamos chamar de... hum, Luis. Luis foi treinado teoricamente por mim pra tirar o máximo proveito dessa situação. Só faltava chegar o grande dia, que vou contar na próxima história. Essa história é dedicada especialmente à Torola e, acima de tudo, à minha amada Maria.
Na próxima, vamos ler como ela é usada brutalmente por dois degenerados mentais: Luis e eu.
Não sei se dá pra colocar marcas ou nomes de sites aqui, por isso não coloco. Se alguém souber, agradeço um comentário sobre isso. E se não souber, também agradeço pelos comentários.
1 comentários - O nascimento de uma puta de 22 anos parte 3