Nacimiento de una putita de 22 añitos parte 2

Olá de novo, dessa vez vou tentar fazer melhor. Repito que esses relatos são totalmente reais e começaram há quase dois anos — dois anos que mudaram a nossa forma de praticar sexo.

Depois daquela experiência, tudo começou a mudar. A gente buscava o tesão em lugares públicos, olhares de submissão, etc. Mas faltava a brutalidade e o tratamento, algo que a gente não tinha coragem de tentar — eu com medo de ofendê-la, e ela com medo do que eu poderia pensar. Não conversamos sobre o assunto, mas era óbvio que a gente buscava aquela sensação de dominada e dominador. Eu não parava de me masturbar pensando naquele dia e em como ela se sentiu uma puta gostosa e slut. Cada vez mais, me fascinava a ideia de vê-la de novo tão slut, dominada por aqueles paus. Me excitava cada vez mais a ideia de ver ela se entregar pra aquelas rolas pra ser humilhada, usada e destruída ao nosso bel-prazer.

Um dia, o carro quebrou. Tava rolando uma festa e a gente queria ir. Chamamos um amigo pra nos pegar. Chegando na festa, começamos a conversar com os amigos e com gente que a gente não conhecia.

Meu Deus, ela tá uma gostosa do caralho (pensei), e lembrei daquele dia de novo. Decidi encher ela de bebida e ir com tudo. Se não fosse um ménage, pelo menos eu ia comer ela como uma verdadeira slut, custe o que custar. Enchi o copo dela com o clássico Malibu com abacaxi, o mais forte possível. Ela começou a beber Malibu, Welley's, Licor 43, etc. O porre que ela pegou foi monumental, e graças às bebidas energéticas, ela não apagava.

Chegou a hora. É agora, tudo ou nada. Chamei ela e mandei subir pros "reservados". Ela, com cara de safada, me seguiu sem perguntar nada. Lá em cima, nervoso, beijando o pescoço dela e apertando meu pau na bunda dela, falei que não parei de pensar naquele dia e que cada vez queria mais, que adorei ver ela daquele jeito, fodida e usada. Ela respondeu que no começo achou que aquilo ia rolar uma vez só e nunca mais, mas com o passar dos dias, ela queria ser usada sem dó, que ficava excitada toda vez que lembrava e que não queria nada além de ser fodida daquele jeito. Perguntei a ela se... se a gente tentasse de novo e ela disse que sim, eu tava tipo esperando um terceiro, tinha que comer ela naquele exato momento, e falei pra ela agora, e tudo começou a tomar forma e cor, pedi pra ela abrir a porta e me chupar, ela meio relutante porque não só tinha muitos desconhecidos, mas amigos também, timidamente começou a me mamar, de novo a vontade de enfiar toda a pica goela abaixo, mas me segurei e só empurrava de leve, já tinha algum olheiro espiando do corredor, naquele momento ouvimos a voz de dois amigos nossos subindo pra ver o casal descuidado que deixou a porta aberta.
Saímos pela janela que dava pra um pátio externo e de lá pra rua, pedimos um táxi porque não queríamos ser reconhecidos, enquanto esperávamos o táxi pergunto se ela é minha putinha, ela diz que sim, eu falo que ela só vai ser minha putinha na hora do sexo, o resto do dia somos um casal normal, mas que quando chegar a hora de ser minha putinha não vale um não, goste ou não, doa ou não, ela teria que fazer e deixar fazer o que eu quisesse, e ela aceitou, nessa hora o táxi chegou, eu já tava planejando e acho que ela também, o taxista olhava e fazia comentários quentes, o que indicava um verdadeiro triunfo, eu peguei o celular e escrevi na tela (naquela época não tínhamos mensagem grátis): oi putinha, vê esse cara? Pois você vai ser a putinha dele, começa a esquentar ele, ela começou a falar e entrar na onda do taxista.
Ele: e aí? Já pra casa? Continuar a festa na cama?
Ela: mmm (deu um gemido safado) siiiim, tô com uma vontade de pica... Comeria aos pares
Ele: (isso foi muito engraçado) eeeee mmm caramba
Ela: sim
Ele: então por mim não se segura
Ela passou a mão pra frente e apalpou a pica dele por um segundo e começou a chupar minha pica babando até as bolas, nessa hora eu falei: lembra do trato que a gente fez? Então segura os engasgos que se você tirar vou ter que te dar um tapa na cara, e aí finalmente Enfiei o pau inteiro na garganta dela, que sensação, meter tudo, dar as estocadas que a gente quer e apertar a cabeça dela contra meu pau com toda força é um puta prazer, os engasgos enormes dela, não sei por que, eram música para mim, me excitavam ainda mais. O motorista não aguentou e foi para um parque super iluminado e cheio de casas (porra, que tiro certo), com o tesão nem ligamos. Na grama, começamos a dominar ela, quando ele tirou o pau dele, aquilo era... Deus, que mostro, mais ou menos do mesmo tamanho do meu de grosso, mas comprido pra caralho (no primeiro relato eu dou as medidas), e era isso que ela teria que engolir inteiro. Segurei as mãos dela enquanto roçava meu pau no cu dela, e ele segurava a cabeça dela, e a gente falava: "vai, seu pedaço de puta, engole inteiro, vai, puta", e apertávamos. Ela tentava sem sucesso até quase vomitar. Eu teria continuado, mas ele não quis, e no meio daquele parque iluminado, ela era empalada por nós. Ela se deitou em cima de mim enquanto ele parecia decidido a aproveitar o cu dela, já que essa é provavelmente a fantasia de muitos de nós, ainda mais se não deixam por trás. Ele não esperou e meteu de uma vez só o pau monstruoso dele, o que provocou um grito enorme. Ela tentou se livrar dele, aí eu olhei pra ela e, depois de um momento de amor, o filho da puta voltou a me dominar e, segurando ela pelo pescoço, falei: "se doer, grita, mas não tira, e me faz o favor de pedir mais, porque pra isso você é uma puta, ou não?" Eu pensei que ali tinha acabado tudo, mas, surpreendentemente, ela começou a gritar enquanto pedia mais e mais. "Aaaa, sim, porra, usem-me, sou uma puta, sou a puta de vocês..." O taxista começou a meter mais e mais forte no cu dela, eu gozava só de pensar no quanto o cu dela devia estar dilatado e maltratado. Ela gritava e, felizmente, todos os vizinhos do parque deviam ser surdos ou estar num sono profundo. A gente metia com raiva pra ver a cara dela e ouvir os gritos que, depois do trauma inicial e de uma dilatação pesada, já eram de prazer. No final, ela já gozava se remexendo. Me masturbando perto da boca dela, eu continuei fodendo ela. Quando gozamos, falei que ela merecia algo pelo jeito que foi boazinha e começamos a chupar a bunda e a buceta dela ao mesmo tempo, até que ela teve um orgasmo enorme causado pelas nossas línguas. Quando olhei, já tava saindo o sol e passando carros — eram 8 da manhã e a gente tinha começado às 3. Putz, que foda do caralho, uma foda que ia render horas de submissão e recompensas no futuro...

Na próxima história, vou contar como treinei a Maria pra ser a melhor puta e vamos descobrir como ela é batizada, e vai ser revelado o nome de guerra dela...

2 comentários - Nacimiento de una putita de 22 añitos parte 2

yo tambien tengo un realato parecido, con fotos por si quieren