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Compêndio ICom a bunda dela toda desenhada no ar, molhada e melada, pedindo pra eu meter, óbvio que eu ia fazer…
Mas acabou sendo mais difícil do que eu esperava. Com sorte, só entrava a cabeça…“Que porra você tá fazendo?” ela perguntou. Eu disse que tava enfiando, como ela tinha pedido.
Ela suspirou. Disse: “Tá bom… mas só pra você aprender a fazer com a Marisol”.
Eu tava tão tesudo que nem tinha reparado no convite original implícito dela. De qualquer jeito, era uma gostosa.
Ela me mandava ir mais devagar, que não fosse tão bruto. Perguntei quantas vezes ela já tinha feito aquilo. Ela disse que várias, mas nunca com um cara tão sem jeito quanto eu.
Já não ligava mais pros insultos dela. Era tão gostosa. Me surpreendia que, tendo feito tantas vezes, a buceta dela fosse tão apertada. Provavelmente, tava tensa porque era eu enfiando.
“Por favor, vai com mais calma!” ela dizia num tom que me deixava a mil. Lembrava da Verônica e me perguntava quem tinha os peitos maiores.
“Que porra você tá fazendo agora?” ela falou, com aquele sotaque espanhol irritante e cantado. Eu disse que tava testando uma coisa, enquanto pegava nos peitos dela. “Tá… bem… mas… vai com calma”.
Era uma delícia. Finalmente, podia pegar um bom par de peitões. Os da Marisol são bons: bem empinados, pequenininhos e durinhos, mas muito sensíveis. Já os da Pamela eram enormes, macios e extremamente elásticos.
“Poxa!” ela reclamou “Não me belisca, que não sou vaca!” protestou ela, de novo.
Mas o poder anda de mãos dadas com a ambição. E se eu já tinha pegado nos peitos, tinha que pegar na bucetinha dela… embora, claro, ela já tivesse me dado aquilo.
“Ai, não me enche o saco!”, ela dizia, bem complicada “Quer tirar a mão daí?”.
Menti, falando que era a segunda buceta que eu via.
“Tá… bem… mas deixa em paz… meu botãozinho” ela dizia, entre gemidos.
Parecia uma cachoeira. Os sucos dela começavam a molhar o chão e, pior, meu avanço mal tinha ido até a metade.
Aí, o bicho pegou…
“Falta… muito?” ela dizia, já se movendo mais acostumada com meu vai e vem.
“Tô na metade”
“Você tem que… tirar” “Agora!”
“Por quê?”
“Porra!... Porque eu tenho… que cagar!”
Caralho. Tava tão perto…
“Aguenta um pouco”, falei. Comecei a meter mais forte e beliscar os mamilos e o clitóris dela, pra gozar mais rápido.
Ela começou a ofegar. “Porra!... Não bate com tanta força!... Animal!”
Senti que ia gozar dentro dela, mas na hora que jorrava, tirei com violência, peguei ela pelos braços e sentei no vaso.
Foi bem na hora, porque ela cagou todo o meu esperma e acho que com certeza gozou.
“Seu imbecil! Falei pra não gozar no meu cabelo!” ela disse, com a cara e os peitos lambuzados de porra.
Sentei ela na borda da banheira e liguei o chuveiro. Por sorte, temos chuveiro com mangueira e comecei a molhar o cabelo dela.
Fiquei me perguntando se eu estava me sentindo bem, ao ver que meu pau ainda estava inchado. Disse que era normal, que acontecia comigo o tempo todo. “Ainda estou excitado, mas consigo me segurar”, falei em tom de brincadeira.
Mas os olhos dela pareciam hipnotizados pelo meu pau. Ela me perguntou o que a gente fazia ontem à noite com a Marisol. Disse que revisávamos as lições dela.
Pelo visto, é algo exclusivo nosso, porque ela me perguntou se a gente revisava na cama.
Dei uma risadinha. Enquanto fazia espuma com o xampu, expliquei que durante o dia a gente estudava os dados básicos. Mas à noite, eu a interrogava sobre os mais específicos.
Pamela ainda não tava entendendo. Falei que enquanto a Marisol montava em mim, eu perguntava sobre uma data específica. Se ela acertasse, eu dava um tapa na bunda dela e “pelo visto, sua prima é meio masoquista, porque quase nunca erra”.
Ela perguntou se era eficaz e, pelo que a Marisol contava, era. Marisol acreditava que se você consegue lembrar de algo no momento de um orgasmo, é porque aprendeu de verdade.
Além disso, a gente tinha a lendária média do primeiro semestre (ela foi a melhor aluna em todas as matérias, menos uma) que parecia provar a teoria dela e manter as bolsas, o que a deixava mais feliz.
Enquanto enxaguava o cabelo dela, ela disse que a Marisol tinha tido sorte de encontrar alguém como eu. Falei a verdade, que pra mim foi sorte encontrar a Marisol.
Disse que durante meus anos de escola e faculdade, nunca tive namorada, por ser otaku e tal, e ao conhecer a Marisol, percebi que não estava sozinho.
Lavei o rosto dela e os peitos, e vendo ela tão triste, falei que ela tava bonitona sem maquiagem. Ela ficou vermelha com o elogio, mas eu disse que deixava ela mais sincera e tranquila. Peguei a camisola, que com minhas investidas tinha saído pelos ombros dela, e peguei ela no colo pra deitar.
A cama dela tava fria, já que a gente tinha passado duas horas no banheiro. Perguntei se incomodava, e ela respondeu que não. Não sabia se era o sexo selvagem ou o shampoo de urtiga, mas ela tava mais amigável e calma comigo.
Deixei ela deitada e fui dormir na sala.
Lá pelas sete, a Marisol chegou e me encheu de beijos.
Ela me disse que a prova tinha sido super fácil e que perguntaram exatamente o que a gente revisou no dia anterior, então ela me implorou pra ajudar ela a revisar de novo. Falei que tava muito cansado de cuidar da prima dela e que queria dormir. Ela me suplicou de joelhos e disse que se eu topasse, ela se vestiria de colegial de novo, aí eu recuperei minhas forças milagrosamente.
Já tinha a janta pronta e até servido a Pamela. Levei minha xícara pro quarto, já que teria que dar comida pra ela de novo, mas pra nossa surpresa, ela conseguia segurar a xícara sem problemas. Parece que a nossa experiência tinha treinado ela a aguentar o peso com uma mão só. Marisol perguntou como ela se sentia.
"Bom... minha buceta tá ardendo" respondeu, num tom irritado, enquanto eu me engasgava com o chá. Marisol dizia que era por ficar deitada tanto tempo, mas a Pamela me deu um olhar furioso que explicou bem a causa.
Enquanto eu ia lavar a louça, Marisol levou a Pamela pro banheiro. Quando terminei, perguntei o que ela tava fazendo fora do banheiro.
Ela disse que ainda tava esperando a Pamela. Perguntei por que não ajudava ela a se limpar. Ela disse que não era pra tanto. Pamela era meio atrapalhada com a mão livre, mas nunca a ponto de precisar entrar no banheiro acompanhada...
A safada tinha me enganado!
Estudamos umas duas horas e, fiel à palavra dela, Marisol se vestiu de colegial. Enquanto eu beliscava os mamilos dela e dava tapas na bunda, achei ouvir os gemidos da Pamela, o que me deixou ainda mais excitado.
Se a mão dela conseguia segurar a xícara, provavelmente conseguia enfiar na própria buceta...
Nosso orgasmo foi épico e por um momento, achei que ia estourar a camisinha.
Marisol ficou toda derretida de tesão, sabendo que no dia seguinte ia se sair super bem de novo. Já eu, tava morto de cansaço. Acordei lá pelas seis e meia. Marisol já tava me dando o boquete matinal. Ela pedia desculpas, enquanto respirava, mas tinha combinado com os amigos de se encontrar às nove pra estudar e, se não me chupasse antes de sair, ficava com medo de se dar mal.
Sorri com a simplicidade da preocupação dela e ajudei ela a pegar o ritmo. Gozei horrores de novo, mas ela cuidou de me deixar bem limpinho.
Foi pro banheiro, escovou os dentes, me deu um beijo e fechou a porta. Pensei em dormir por umas duas horas, mas, pra minha surpresa, ouvi “Marco!”, em vez do habitual “pau mole”.
Lá estava a Pamela, bem acordada, me encarando coberta até a cintura, pra deixar bem à mostra o decote enorme da camisola dela.
Não perdia a atenção no movimento do pau ereto, que mesmo não estando no auge, não passava despercebido. Ela me pediu para masturbá-la de novo, porque tinha nos ouvido “estudar” outra vez e, apesar de a mão dela estar melhor, não tinha conseguido se aliviar.
Assim como a Verônica, ela não me contaria a verdade e, enquanto eu enterrava na buceta dela, me sentia bem satisfeito comigo mesmo. Porque quando era jovem, não ia pra festas e só estudava, mas agora recuperava o tempo perdido com juros.
Mais meia hora lá embaixo, mas com a satisfação de ouvir ela gemer meu nome. Só pra irritar, perguntava o que tava rolando, e ela colocava a mão na minha cabeça pra eu continuar dando prazer.
Parei quando vi que ela tava com os peitos de fora, ofegante e exausta. Aí olhei pra aqueles olhos e sorri.
Me virei de lado. “Onde é que você vai? Não quer fazer seu ‘panchuli’?”
“Não precisa”, respondi. “Só vou tomar um banho e pronto.”
“Mas Marco…” ela disse, ainda ofegante.
“Fala?”
“Como é que você vai fazer… quando tiver que fazer com a Marisol?”
Levei a mão ao queixo, como se precisasse pensar.
“Ué, não sei. Imagino que seja algo que eu aprenda na hora”, falei, com uma perna já pra fora do quarto.
“Mas Marco… E se ela não gostar?”
“Não gostar do quê?” perguntei, fingindo não saber.
“É… você sabe… de você ser muito bruto com ela.” Ela disse, quase sem me olhar.
“Bom, não precisa se preocupar. Vou tentar ser delicado”, falei, saindo do quarto.
“Marco!” ela me chamou.
“Fala?” perguntei, sorrindo com cinismo.
“Eu… gosto dela”, admitiu finalmente, envergonhada.
Nos ajeitamos como no dia anterior. Até os peitos dela estavam molhados.
“Provavelmente você vai ter que tomar outro banho”, falei, enquanto começava a me mexer.
“É… contanto que você não seja tão bruto”, ela disse, como se não gostasse.
Marisol, Verônica e ela faziam o mesmo gesto: colocavam a mesma cara quando diziam que não queriam algo, mas no fundo, desejavam.
Sorria, lembrando quando enfiava a mão por baixo da calcinha da Marisol no cinema ou quando a Verônica me dava boquete de manhã. O mesmo gesto, o mesmo discurso.
Comecei a roçar a cabeça na boca dela. Era foda. A gostosa até colocava a língua pra fora.
“Ai! Não seja tão bruto!” ela disse, quando apertei o mamilo dela.
“Você disse que gostava dela. Então, aguenta.”
Mesmo doendo, a língua dela lambia com mais frequência. Os peitos dela se deformavam, como bexigas d’água.
“Cuidado com o teu cabelo!” falei, mas já tinha enterrado meu pau nos lábios dela. Como esperado, ela cuspiu a maior parte.
“Porra! Você se sujou toda de novo!” falei, num tom de gozação.
“Idiota!” ela disse, rindo porque eu tinha descoberto.
Enquanto a carregava pro banheiro, falei que foi por ela ter me enganado com a mão. Dizem que dormir ajuda a resolver os problemas. No meu caso, foi verdade, porque me permitiu resolver algumas dificuldades.
O banheiro virava um monte de soluções em potencial, pra um cara tão tarado quanto eu. Até o simples ato de sentar ela no vaso dava o descanso e a altura certa pra me dar um boquete como manda o figurino.
Pamela me queria pra caralho. Dava pra perceber pelo jeito que ela chupava. Era parecida com a Verônica, mas a diferença é que ela fazia isso gemendo de prazer. Ela gostava do meu gosto, enquanto a Verônica gostava porque era um prazer que não sentia há anos.
Minha pica conseguia enfiar quase três quartos. Se eu forçasse mais, a Pamela começava a engasgar.
“Se prepara!” falei “Não vou tirar.”
“Idiota!”, respondeu ela, com minha pica na boca.
Foi foda ver meus fluidos escapando pelos lábios da Pamela, sujando as tetas dela, já meladas e excitadas.
“Você é um cretino! Um maldito canalha!” ela dizia, com aquele sotaque madrileno puto.
“Sim” eu respondia “sou um canalha. Mas você continua chupando minha pica pra me limpar.”
O vaso também servia pra fazer Paizuri, apoiando as costas dela na caixa d’água, embora ela preferisse o que eu fazia na cama, porque minha pica ficava mais tempo dentro da boca dela.
Por último, o prato principal: As pernas dela abertas, a bunda empinada e o cuzinho dilatado. E minha pica, pronta pra um round final.
“Por favor, só enfia! Só enfia!” ela dizia.
E como eu sei dar o que o público quer, enfiei, embora ela tenha exclamado
“Buceta!... tá bom. Vamos logo com isso!”
Foi aí que percebi o que eu queria.Mas já era tarde e eu tinha feito uma escolha. Comecei a bombar e ela a gemer.
“Vai! Enfia fundo, filho da puta! Pega uma das minhas tetas!”
Não sabia se ela tava me desafiando ou ameaçando. A mão livre dela esclareceu minhas dúvidas.
“Pô! Aposto, seu merda, que você goza se tocar na minha pepita!”
E pegou minha mão e apertou o clitóris dela. Era uma cachoeira de novo e de novo, ia ter que limpar o banheiro.
“Vai, Marco! Goza no meu cu! Goza, goza, goza! Oh! Oh! Ah!”
E obedientemente, gozei no cu dela. Ela também gozou. Foi fenomenal.
“Marco, você é um filho da puta! Teve coragem de gozar no meu cu! Seu maldito!”
Esperei um pouco, segurando as tetas dela que pareciam úberes de vaca. Finalmente, meu pau encolheu ao tamanho normal e conseguimos nos separar.
Ela me perguntou se agora podia lavar. Falei que não, que era melhor esperar. Ela disse que ia feder pra caralho se não tomasse banho.
Quando respondi que, se a gente se segurasse, dava pra fazer de novo depois do almoço, ela decidiu não reclamar mais. Era só uma da tarde. Pensei que tínhamos umas cinco horas antes da Marisol chegar. Por protocolo interno, as provas eram às quatro da tarde pros alunos do diurno. Provavelmente pra dar mais tempo de estudo.
Joguei umas camisetas sujas nas cadeiras e sentei a Pamela, pelada.
— Seu pervertido de merda! Cê adora olhar pras minhas tetas! — ela falou.
— Sim, e você é uma puta que adora chupar meu pau! — respondi.
A gente riu e continuou comendo. Ela não acreditava que eu ia me recuperar tão rápido, mas enquanto eu levava os pratos, minha antena já tava no ar de novo.
Levei ela pro banheiro e sentei no vaso. Abri as pernas dela e comecei a lamber a bucetinha. Não demorou muito pro primeiro orgasmo.
Lambi um pouco mais. Depois ela chupou meu pau e, de novo, a gente tava pronto pro prato principal: a bunda dela empinada, as pernas abertas, e quando meu pau se aproximou da rachinha, ouvi bem claro:
— Vai, Marco! Arrebenta meu cu!
Eram ordens e tinha que obedecer. Peguei na teta dela e no botãozinho de novo, e a gente começou a se fundir no prazer. Dava pra sentir meu pau rasgando o interior dela, dilacerando e alargando os intestinos dela. “Isso, Marco! Continua assim! Arrebenta meu cu!”
Sorrindo, lembrava do Enterprise. “Tava indo aonde nenhum homem jamais chegou.”
“Porra! Sinto suas bolas! Continua, Marco, continua! Meu cu é seu, pra você arrebentar sempre!”
Foi a melhor gozada. A gente tava muito cansado.
Ela parecia tão submissa, indefesa, frágil. E claro, fedendo a sexo, porra e suor. Mas tava mais gostosa do que quando a conheci.
Lavava os peitos moles dela, com cuidado. Ela odiava quando eu olhava pra ela com ternura.
Ela perguntou por que eu odiava ela. Falei que odiava porque ela tinha dormido com meus amigos. Ela baixou o olhar e disse que fez isso pra eu reparar nela.
Tive que parar e pedir pra ela olhar nos meus olhos. Tava arrependida, mas ela sempre foi o centro das atenções e, mesmo que na primeira vez que me viu não causei tanta impressão, fui o único capaz de ignorar ela.
Com a Marisol, sempre falavam de caras. Enquanto a Pamela contava os defeitos de um e outro namorado, a Marisol continuava iludida que um dia ia conhecer o homem da vida dela.
Quando falou de mim, a Marisol parecia viver nas nuvens. Dizia que eu era igual aqueles personagens bobos japoneses, que sempre dão azar (eu me sentia muito representado), mas que no fundo tinham bom coração e o que ela mais gostava: que eu era real.
Mas a Pamela desconfiava e amava demais a Marisol pra deixar alguém brincar com os sentimentos dela, então se ofereceu como isca, mas eu não caí na armadilha.
Enquanto a Pamela percebia que cada homem era igual ao outro, a Marisol dizia o contrário e me usava como exemplo.
Enquanto a Pamela dormia cada noite com um cara diferente, quando acabavam, eles vazavam e deixavam ela sozinha.
Toda vez que a gente fazia amor, eu me aninhava nela e a gente passava a noite juntos. Já a Pamela não podia contar com nenhum dos parceiros dela, mas a Marisol sabia que eu sempre estaria ali pra ajudar.
Ninguém ligava pros desejos da Pamela ou se ela tava satisfeita. Já a Marisol podia contar comigo, falando na lata e sempre de olho em cada desejo dela.
Quando a tia Verónica sugeriu que eu ficasse na casa da Marisol, ela não achou que eu fosse aceitar de bom grado, mas mesmo a gente mal se falando, eu ainda me preocupava em deixar tanto ela quanto a Marisol confortáveis.
Ela ria ao lembrar do acidente que teve. Foi porque subiu no ônibus depois de umas doses a mais, chegou no ponto e tropeçou num poste de sinalização.
Chorava de tristeza porque a própria burrice ia complicar a Marisol, mas ela mostrava força, dizendo que, mesmo não podendo cuidar dela o tempo todo, o Marco estaria do lado dela pra qualquer coisa que precisasse.
A Pamela falou que não acreditava em mim, e a Marisol, que sempre confiou em mim, disse pra ela tentar me seduzir.
Ela respondeu que não era justo, que eu não era o tipo dela, mas não. A Marisol sabia que eu curtia mulheres peitudas.
Então ela fingiu que não sabia o que ia rolar no quarto antigo dela.
Embora na segunda-feira ela risse, pensando como meu rosto estava vermelho e que eu tentava inutilmente esconder minha ereção, pra depois me enganchar no cabideiro de roupas íntimas. Pelo menos, a Pamela sabia que eu era homem, mas não acreditava que eu fosse capaz de cuidar dela tão bem quanto a Marisol dizia.
Mas enquanto esperava minha chegada, andando de um lado pro outro, ela me dizia com a mesma confiança que eu cuidaria dela, e foi assim que aconteceu.
A parada do copo e do almoço foi um puta alívio. Pelo menos, não ia deixar ela morrer de fome. Mas ter que ir mijar e eu fazer companhia foi pra testar o quanto eu podia ser cavalheiro.
Mas a piada virou contra ela quando me pediu pra limpar. Fiz tão suavemente e com tanto cuidado, que ela começou a ficar excitada, e mesmo tentando não pensar nisso, minha mão continuava roçando nela com delicadeza.
Ela tava tão excitada e sem saber o que fazer, que quase brincando, me mandou chamar e pediu pra eu masturbá-la.
"Então esse é o limite dele..." pensou ela, meio desiludida, ao me ver hesitar, e começou a fechar as pernas, mas quando me viu agir, se assustou e deixou eu continuar.
"...E foi assim que chegamos, com minha buceta arrombada, na banheira", disse ela, terminando o relato.
Fiquei perplexo. De novo, tudo parecia planejado de antemão e me surpreendia a confiança da Marisol. Enquanto a carregava pra cama dela, ela me perguntou se, em outra época, eu teria gostado dela, e eu respondi que sim, que ela era bem gostosa.
Dormi por três horas, tentando recuperar minhas forças. Lá pelas sete, a Marisol voltou e disse que eu era um gênio, um amor, e me encheu de beijos.
Eu só sorri, pensando na confiança que ela tinha em mim, e ela me prometeu que, depois que a gente estudasse, “por ser um menino tão bonzinho, ela se vestiria com a fantasia de marinheirinha”.
Embora meu pau já não quisesse mais briga, a menção daquela fantasia o trouxe de volta milagrosamente. E depois de fazê-la trabalhar mais três vezes, nos aconchegamos e dormimos.
Assim os dias se passaram: o boquete da Marisol, a siririca da Pamela, o "Paizuri", outra siririca pra Pamela, um boquete pra mim, arrombar a buceta da Pamela, almoçar, siririca pra Pamela, boquete pra mim, arrombar a buceta da Pamela, dar banho nela, tomar banho eu, lavar a louça e o chão, dormir umas horas, estudar com a Marisol, jantar, revisar com a Marisol, sexo com alguma fantasia chamativa e dormir.
Porém, na quinta-feira, recebi uma ligação enquanto dormia, que bagunçou minha rotina. Eu tinha que me apresentar no escritório no dia seguinte. Mal imaginava que aquela ligação me permitiria, eventualmente, apalpar a buceta da minha cunhada…Próximo post
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