Aventuras de um Velho: A Enfermeira Parte 2

O velho tarado descobre o que a enfermeirinha faz com o sêmen dele... e tem grandes planos para ela...

Emílio chegou meio nervoso no consultório e bateu na porta da ruiva. Ela se levantou para atendê-lo...

Enf: O que aconteceu, seu Emílio?
E: Preciso falar urgentemente com a senhora!
Enf: Tudo bem, mas tem consulta marcada?
E: Não, não trouxe nada, mas quero falar com a senhora! — exigiu com seriedade.
Enf: Está bem... acabo de atender o paciente que está aqui dentro e já vou te atender... — a enfermeira o acalmou, temendo o pior.

Passados 5 minutos, a moça fez Emílio entrar na sala de consulta...
Enf: E então, me diga o que é tão urgente? — perguntou meio preocupada e com medo de que fosse exatamente o que ela esperava...
E: Bom, senhorita, veja bem... eu tenho trazido amostras de sêmen há mais de uma semana, exatamente como a senhora pediu... e eu cobrei os resultados, mas ninguém quer me dar... aliás, afirmam que nem receberam tais amostras... A senhora sabe de algo? Pode me dizer o que está acontecendo?
Enf: Bem, seu Emílio, talvez ainda não tenham analisado...
E: Sim, mas como vão analisar algo que negam ter coletado?

A enfermeira estava ficando sem argumentos e mentiras diante das afirmações de Emílio...
E: Olha, se é algo grave, me conte... o que está havendo?

A garota, se sentindo encurralada e diante da preocupação do pobre velhinho, decidiu contar na esperança de sair bem da situação — e até achou que o velho poderia gostar da ideia...
Enf: Não se preocupe, seu Emílio... veja, não é nada com você. Eu tenho a explicação para o problema...
E: Então se explique, jovem...
Enf: É que... quando o senhor foi embora no outro dia... lembra, depois de ter gozado na minha cara? Pois é... eu fiquei experimentando seu sêmen e... despertou em mim um desejo que nunca tinha sentido antes. Por isso pedi mais amostras para meu uso pessoal... — argumentou a enfermeira, toda tímida e corada.
E: O quê??!!!
Enf: Por favor, seu Emílio, não fique bravo nem me processe! Não quero ser demitida! — implorou a ruiva.

Emílio, depois de assimilar as palavras da enfermeira e... pensando por uns instantes, decidiu agir...
E: Olha só, filha, não me importo que você queira meu leite... o que me incomoda é que você não tenha pedido com total confiança, e o pior de tudo é que me fez trabalhar à toa... Então, a partir de hoje, se quiser porra, vai ter que ordenhar você mesma!

Exigiu Emílio, levantando-se e colocando-se ao lado da jovem, que ainda estava sentada... A ruivinha ainda não havia entendido bem a que o velho se referia e olhou para ele novamente...

E: Aqui está sua ração de hoje, venha buscá-la! Acrescentou o veio, apontando para o pacote dele com o dedo indicador.

A enfermeira olhou para o pacote e avistou um volume bem grosso sob a calça... Ainda com dúvida, direcionou as mãos até o volume e o apalpou... estava duríssimo. Em seguida, apertou a mão para abraçar o volume e notou uma tensão, vendo como o pênis de Emílio respondia ao toque. Sem conseguir adiar mais a vontade de vê-lo, de tê-lo e de tocá-lo; com determinação, abriu a braguilha da calça e meteu a mão em busca do volume. Quando já o colocou na entrada da braguilha, o pau saiu com impulso devido à ereção... Ficou bem em frente ao rosto da ruivinha, que olhava maravilhada para sua grossura...

E: Trate-o com amor... Pediu Emílio, enquanto pegava uma mão da enfermeira e a apoiava em seu pau.

A enfermeira, reagindo, cobriu com a mão a cabeça e puxou suavemente a pele; viu a glande rosada e uma fenda por onde entendeu que sairia o néctar que tanto desejava... Sem perder mais tempo, começou a punhetar Emílio com determinação, embora com a mesma doçura... queria seu prêmio o quanto antes...

O pau de Emílio ficou ainda mais duro, se é que era possível, e ele agarrou a outra mão da jovem e a direcionou para seus ovos...

E: Aqui está carregado o líquido que você tanto gosta; então faça uma boa massagem para que saia o mais rápido possível...

A ruivinha obedeceu, satisfeita, e coordenou a masturbação com a massagem... Após aproveitar por um bom tempo, Emílio viu que os braços da garota estavam cansados e ela também de esperar pelo prêmio, então decidiu mudar de atividade para... dar mais tesão na situação. E: muito gostosa agora, para um pouco, acabei de ter uma ideia... Já que você me fez o exame no outro dia, hoje eu vou fazer em você... Tira sua roupinha de trabalho até ficar só de calcinha e sutiã. A jovem obedeceu e tirou o uniforme branco de trabalho, ficando só na sua lingerie chamativa que Emilio já tinha visto transparente... E: nossa, linda, tá estreando calcinha e sutiã... que delícia. Na verdade, a ruiva vestia um conjunto vermelho muito sexy, combinando com seu cabelo. E: muito bonita... vira de costas e balança essa bunda até a maca e deita lá esticada... O velho aproveitou o rebolado de quadris da enfermeirinha, assim como o sobe e desce de suas nádegas perfeitas até que elas se acomodaram na maca. Ele se aproximou e inspecionou a garota que estava seminuazinha... E: ok, gostosa, onde tá doendo...? Perguntou o pervertido, passando a mão por todo o corpinho da jovem... E: talvez aqui..? Posou as duas mãos sobre os seios volumosos da jovem, cobertos pelo sutiã vermelho. E: bonita, por que não tira esse sutiã para eu fazer minha inspeção direito... Assim que a jovem o tirou, o velho começou com um apalpamento grosseiro nos peitos, como se nunca tivesse tocado em uns peitões na vida... Cobria com a mão, apertava, juntava para deixá-los ainda maiores e até dava beliscadinhas nos mamilos, ao que a jovem respondia com caretas de dor... E: ok, aqui está o problema... Acrescentou o veio, pegando os peitos de novo e dando umas chupadinhas em cada mamilo... o que mudou a expressão da ruiva, que ficou com vontade de mais quando viu Emilio parar... O homem desceu para a área feminina e primeiro passou a mão suavemente por cima da calcinha, fazendo sua enfermeira favorita abrir mais as pernas... Depois se deu a liberdade de baixar a calcinha dela suavemente... E: vamos ver que delícia você esconde aqui embaixo, gostosa... Disse, já baixando a calcinha com determinação... E: como eu imaginava, pelos... Vermelho na cabeça igual a pelinho vermelho na buceta... Afirmou o velho ao ver uns pelinhos por cima da entrada da mulher...
O velho se aventurou mais e começou a percorrer e abrir os lábios da ppk da ruiva com suas mãos largas, por sua vez voltava para cima para sussurrar no ouvido dela...
E: Tá molhadinha... isso é bom... porque sempre tô com vontade de te enfiar meu pau até te partir em dois e finalmente vou conseguir....
O velho parou de massagear a ppk para se incorporar de novo.
E: Mas antes vamos ver essa garganta... vamos, gostosa, diga Aaaaahh..
Emílio se colocou na altura da cabeça dela e quando a mulher aceitou abrir a boca, pegou seu pau com a mão e o meteu na cavidade bucal até a cabecinha.
Assim começou a foder de novo pela boca até se fartar...
Enfm: Aamm..Aamm... Soavam os ruídos que saíam da boca da ruiva abafados pela entrada do pau de Emílio nela...
E: Muito bem... de largura muito bem... Agora vamos ver a profundidade...
Dito isso, sacou o pau e girou a cabeça da moça na direção dele de forma que ela ficou olhando para suas bolas.
Voltou a meter a cabecinha na boca da jovem e colocou uma mão atrás da cabeça dela e a olhou...
E: Quero que engula ele todinho!
Dito isso, começou a empurrar, invadindo completamente a boquinha da ruiva... O empurrão durou até mais da metade do pau e ali encontrou seu limite.
Na verdade, a enfermeirinha tinha uma boca grande, mas o pau do Emílio era pau demais para qualquer boca...
E: Vamos, linda... se quer leitinho, vai ter que merecer! E aplicou mais força no empurrão.
A ruiva já começava a babar pelos lados enquanto franzia a testa, mostra do enorme esforço para engolir toda aquela ferramenta daquele velho louco...
E: Assim, assim... já está conseguindo... Animava o veio vendo como seu membro desaparecia naquela boca tão quente e prazerosa...
De repente, umas batidas na porta paralizaram os dois...
Posso entrar...?
Era a chefe da ruiva e ela não sabia que fazer... Mas Emilio pensou rápido e decidiu colocar em prática uma ideia pervertida que sempre desejou...
E: Vamos, putinha, desce da cama e rasteja até a mesa e entra debaixo dela... Não esquece de pegar suas roupas...
Assim agiu a jovem sem saber as intenções daquele velho...
Emilio a viu rastejar rapidamente, balançando aquele corpinho, e entrar debaixo da mesa... ele se apressou em sentar na mesa da enfermeira, em vez das cadeiras dos pacientes.
A chefe abriu a porta...
J: Sr. Emilio, o que está fazendo aí sentado...?
E: Nada, mulher, esperando a enfermeira...?
J: Como assim ela não está no posto...?
E: Não se irrite, a coitada não parou a manhã toda e foi tomar um bom copo de porra... enquanto eu espero aqui sentado, que estou mais confortável que naquelas cadeiras de madeira, uff... Explicou o velho bufando e fazendo cara de desconforto.
J: Ah, bom, então se quiser, faço um pouco de companhia para a espera não ficar chata...
E: Sim, claro... sente-se. Convidou o velho com cara de satisfação...
O que a doutora não percebeu é que, quando ela entrou e virou para fechar a porta, Emilio aproveitou para tirar o pau da braguilha ainda aberta e convidou a enfermeirinha a chupar com leves sacudidas de seu falo...
A enfermeirinha, com dúvidas se isso era uma boa ideia... levou lentamente e com timidez sua boca até a ponta daquele pau que tinha à sua frente, enquanto ouvia sua chefe se sentar para conversar com Emilio...
J: Então ela foi beber porra, tem que ver como essa mulher gosta de porra...
E: Hahaha, parece mesmo... Acrescentou o velho com cara de satisfação e um tremendo prazer ao sentir o calor da boquinha da enfermeira em sua ponta.
E: A senhora gosta de porra?
Ao mesmo tempo que fez a pergunta, decidiu se acomodar melhor, abrindo as pernas e entrando mais debaixo da mesa... o que fez a ruiva engolir mais pau...
J: Bom, eu sou mais do café puro.
E: Ahhh... exclamou Emilio como quem concorda, embora fosse mais uma exclamação de prazer pelo trabalho que estavam fazendo debaixo daquela mesa que uma resposta para a doutora.
E: e toma porra com café?
J: não, às vezes churros...
E: que pena, as porras são maiores e mais gordas...
J: é que estou de dieta rsrs... Respondeu a doutora sem saber das segundas intenções com que Emilio falava.
Debaixo da mesa, a ruiva já chupava com determinação e vontade, ao mesmo tempo que ouvia a conversa divertida...
J: mas quando era pequena, sim, tomava muitos chupachus... Acrescentou a chefe para falar algo.
E: aahh... gostava de chupar coisas doces... rsrs
A doutora, já um pouco desconfortável, decidiu terminar a conversa...
J: bom... essa garota demora muito e eu tenho muito trabalho... se não se importa, Sr. Emilio, vou indo.
E: claro que não, mulher, falta mais...
A doutora se despediu e se dirigiu à porta, e quando já estava saindo...
E: e tome alguma vez um bom copo de porra e uma boa rola! Vai te fazer bem...
J: vou tomar!
Emilio ficou sozinho rindo enquanto se recostava um pouco para ver a ruiva trabalhando no boquete...
E: o que achou do meu show?
Enf: você é um ótimo ator rsrs. Disse a enfermeirinha e voltou a enfiar o membro na boca para continuar chupando.
E: e me conta, sua safada, o que você fez com toda a porra que te trouxe esses dias...?
Enf: mmm... tomei com café... mmm... no meu sanduíche... mmm... no meu chá. Respondia a ruiva cada vez que parava de chupar...
E: que porquinha você está... Enfim... Por onde estávamos? Ah, sim... você estava se engasgando com meu pau...
Declarou o velho enquanto se levantava, puxava o cabelo da mulher e começava a enfiar o pau na sua garganta sem piedade...
Por sorte para a ruiva, desta vez ela enfiou quase tudo antes de se sentir cheia...
E: vamos...! Você quase consegue! Dito isso, o velho fez mais força...
A enfermeirinha, com vontade de porra, já esticou a língua o máximo que pôde para deixar entrar mais carne na sua boca e, finalmente, como pôde, engoliu toda a ferramenta do Emilio...
E: Aaaaahhh... que gostoso... isso é lindo, gata!
Dizia Emilio enquanto aproveitava o O calor daquela cavidade e seus ovos repousavam no queixo da mulher... Mas a ruiva não aguentava mais... queria parar...
E: Ahh não, gostosa, não tira não, sinto que vou gozar e quero que receba tudo bem dentro da sua garganta...
Emílio a segurou para aproveitar um pouco mais... até que seu pau explodiu...
E: Aahhhhh! 1..2..3...4..5..6...7...8...9...10. Emílio contava cada vez que um jato de porra saía do seu pau.... A enfermeira sentia como uma enxurrada de sêmen quente deslizava pela sua garganta enquanto o tamanho do pau diminuía e a deixava respirar...
Depois da descarga, Emílio retirou lentamente seu membro e viu que ainda restava um pouco de líquido no fundo da garganta, que em instantes a enfermeira engoliu fechando sua boquinha...
Ele viu que ainda havia um pouco de porra na ponta e a sacudiu, fazendo com que fosse parar no rosto da mulher...
E: Que bonita você fica com minha porra na sua cara...
Enf: Bom, Sr. Emílio, é hora de você ir, tenho muito trabalho como já sabe... Disse a ruiva recolhendo a porra do seu rosto para depois saborear, enquanto procurava sua roupa dando por encerrada a aventura...
E: Tá certo, putinha... Mas eu volto.
Enf: Tudo bem... mas faça num horário mais tarde, assim ninguém atrapalha, hehe...
Disse a enfermeirinha safada...

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