(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mae-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Minha-mae-virou-minha-mulher-11-para-18.htmlAntes de tudo, quero dizer que esta é a continuação exata do mesmo dia do post número 11, em seguida o 12. O post número: Dei uma das gozadas mais grossas que já jorrei, e ela recebeu gemendo de prazer, me olhando nos olhos, caralho, que puta gostosa, e que mulher linda. Deitei do lado dela.- Limpa meu rabo, puta. Faz uma boa limpeza de sabre aqui.
- Que porco você é com a sua mãe – ela me olhou e começou a lamber e chupar – mas você me perde...
- Meus amigos vão aproveitar que têm você como puta a serviço deles. Espero que te encham o rabo esta noite, já ouviu, pra eles é um sonho ter "a melões" debaixo das bolas deles. E quero ver você gozar pra mim.
- Hummm, você é perverso, sua mãe, puta dos seus amigos.
- Minha puta, gosto que fodam com a minha mãe. Gosto de vê-los entre suas coxas, e ver como você adora que visitem sua buceta e sua garganta.
Fui pra barraca com meus amigos, já mais tranquilo depois da gozada, mas pensando na noite. No tempo seguinte, ficamos na logística: preparar o jantar, uma mesinha e dois bancos de camping, um bom banho, etc.
De um lado, tinha outra barraca, ocupada por um casalzinho, jovens, uns 25 anos. Descobri que eram recém-casados, do interior, de uma cidadezinha, se conheciam desde sempre, como acontece no interior. Fazia dois meses que tinham se casado. Estavam passando uns dias de férias. Ele era um cara do campo, casca grossa, simpático, magro e não muito alto, mas com traços bem agradáveis. Ela era uma bonequinha, morena, com olhos verdes e grandes, corpo miúdo mas com um bom quadril, tipo violão, com a cinturinha e a bunda bem no lugar. Usava um shortinho justo que destacava ainda mais, reparei que até marcava os lábios da buceta, devia ser bem carnuda. A camiseta marcava uns peitos redondinhos e não muito grandes, com um pontinho no meio, o mamilo pequeno, pensei. Deu uma vontade danada de meter nela.
Do outro lado, tinha outra barraca, de dois caras de 30 ou 32 anos, mais ou menos. Disseram que tinham vindo de perto de Madrid pra ver se era verdade que as catalãs eram mais liberais que lá, que não se seguravam. Só vieram pro fim de semana. Ficavam olhando pra guria do outro lado com olhos de quem quer comer. Na mesma hora, o clima ficou bom, todo mundo se preparando pra jantar, como de costume. Frios, presunto, queijos, pão com tomate, patês, enfim, a gente sugeriu juntar todo mundo porque a gente tinha uma mesa e era mais confortável. Eu avisei:
- Ainda falta minha mãe, que tá tomando banho – o que arrancou umas risadas dos caras de Madri, que começaram a zoar comigo.
- Haha, então vocês viajam com a mamãezinha, hein? Ai, o neném, que não se perverta, que tem muita piranha por aí… – e outras coisas do tipo. A gente também ria, quanto mais idiotas eles ficassem, mais a gente ia rir da surpresa.
- Pô, galera, é que minha mãe é diferente, não é igual às outras.
- Kkkk, claro, a mãe da gente é maravilhosa, kkk, mas não deixa de ser a mãe.
- A mãe desse aqui é especial, galera, vocês vão ver – falou o Sergi.
- E o que ela tem de especial? Porra, tão deixando a gente curioso. Kkkk, quem sabe é extraterrestre.
- Kkkk, nada a ver, é bem terrena, olha, ali vem ela. A gente olhou todo mundo e ficou sem fôlego.
Minha mãe tava espetacular. Vestia um vestido verde, com um decote em V quase até o estômago e sem costas, duas tiras largas que subiam da cintura e se amarravam atrás do pescoço, cobrindo um pouco as tetonas, mas dava pra ver uma parte pelo meio e também pelo lado, e além disso não seguravam elas, iam soltas, coisa que dava pra perceber na hora porque balançavam de um lado pro outro quando ela andava. O vestido era justo na cintura e no quadril e ia até um palmo do joelho, realçando a figura dela de mulher madura e carnal, muito carnal. Claro, eu sabia que ela não tava de calcinha. Calçava umas sandálias de salto alto, de um jeito que ela andava tão sensual que todo mundo virava pra olhar ela passar. As unhas pintadas de vermelho, as dos pés também, os lábios pintados de vermelho escuro, bem maquiada, uns brincos de argola enormes e prateados, como se fosse pra uma festa de gala.
- Porra, tua mãe... — disse Armando — isso sim que é uma égua.
Sorriu ao nos ver e o rosto se iluminou. Linda, um animal respirando sexo e sensualidade. Me senti orgulhoso. Ela veio e beijou nós três, no rosto por enquanto. Os madrilenos estavam babando, olhando ela de cima a baixo.
— Tão vendo como minha mãe é diferente e especial? — agora era minha vez — hahaha se não fecharem a boca, vão entrar moscas — a garota ao lado riu com gosto, o marido dela olhava espantado — apresento a vocês minha mãe, ela se chama Catalina.
— Prazer em conhecê-los — ela se dedicou a distribuir beijos, sorridente, esplêndida, consciente do poder que tinha sobre os caras — que meninos, tô morrendo de fome, trouxe umas garrafas de espumante, que eu gosto e me deixam bem alegre — olhou pra Armando e Sergi — e vocês vão ter que cumprir as promessas que me fizeram — sorriu — mas depois do jantar.
— Claro, Catalina, vamos cumprir tudo, né, Sergi?
— Porra… digo, sim, claro, claro que sim.
O jantar rolou como se espera numa parada dessas, todo mundo feliz, bebendo e comendo, minha mãe radiante e falante, sentada entre Armando e um dos caras de Madrid, que não tiravam os olhos dos decotes e dos descuidos que, intencionais ou não, mostravam uma boa parte dos peitos dela, sempre em movimento, exalando perfumes e promessas ocultas de prazer animal, deixando todos eles de pau duro.
Eu estava sentado ao lado da garota e nossos músculos se roçavam, por causa do aperto, tava ficando louco entre ela e minha mãe. Num momento em que o marido dela estava distraído, ela me disse:
— Sua mãe é demais, Roger, gostei muito dela, tão natural e tão inteligente. E como ela deixa todo mundo comendo na mão dela, hahaha, que inveja. E como ela é gostosa.
— Você também podia, tá uma delícia. E eu gosto muito de você — ela corou, mas sorriu.
— Você é um atrevido. Ufffff não teria coragem, e além disso meu marido não deixaria, nossa, ele é muito ciumento.
— Tudo é questão de se propor, linda. — aproveitei para roçar a coxa dela e ela corou, desviou o olhar, mas não tirou a perna. O marido dela estava olhando de novo.
Minha mãe estava contente, era o elemento dela, caras dando em cima e ela meio alta do espumante, não parava de dar vacilos com o decote e todo mundo ganhando confiança. Armando colocava a mão na coxa dela de vez em quando, como se nada, acariciando e subindo o vestido. No clima de farra e risadas, vi que até o madrileno acariciava a outra coxa dela, animado porque minha mãe se deixava apalpar. Adorava ver ela. Como tinha mais gente, Armando se segurava um pouco, mas às vezes se virava pra falar com ela e passava a mão nas costas nuas e no ombro, coisa que o madrileno, prestando atenção, também se atreveu a fazer, até segurou ela pela cintura, o jogo ficava mais picante a cada momento, minha mãe quando ria se inclinava e deixava ver uns peitões que todo mundo queria apalpar e lamber.
— Poxa, acabou o espumante, não pode ser, vou buscar mais no bar. — disse minha mãe
— Se quiser, vou eu, mãe.
— Nãooo, querido, já vou eu que assim pego um ar também.
— A gente acompanha ela, não vá se perder — disse um madrileno.
— Kkkk, tá bom, vou bem protegida.
O espetáculo da minha mãe andando, rebolando a bunda, toda gostosa, entre aqueles dois era de cinema. Logo se pendurou nos braços deles, prendendo eles contra os lados dos peitos dela.
— Vou aproveitar pra mijar — falei, mas queria ver ela, saber como minha mãe se comportava com eles. Fui e logo me mandei pro bar e esperei eles chegarem, vinham devagar, conversando, abraçados com minha mãe, um pelo ombro e outro pela cintura, as mãos na pele nua, e não paravam quietas, apalpavam ela sem ela resistir.
Com certeza os pensamentos deles iam pra sacanagem, achando que podiam se aproveitar da minha mãe, quando era ela quem se aproveitava deles. Antes de chegar no bar, o cara que estava com a mão na cintura dela teve a audácia de descer a mão e passar a mão na bunda dela, era impossível minha mãe não perceber. Claro, ela deixou ele apalpar a bunda dela. Nessa altura já devia estar toda molhada, dava pra ver como minha mãe era fácil. Ele continuou passando a mão na bunda dela até chegarem no bar. Enquanto eles pagavam, entrei basicamente pra minha mãe saber que eu tava de olho, e falei que já ia indo pra loja. Minha mãe sorriu.
Esperei eles saírem. Saíram zoando e com o espumante numa sacola que um dos caras carregava, minha mãe estava esplêndida, fiquei admirando ela.
Em vez de pegar o caminho direto, foram por outro mais comprido, mais escuro, que passava pelos banheiros e chuveiros, agora vazios. O cara que tinha passado a mão na bunda dela colocou a mão de novo, agora sem vergonha nenhuma, ela olhou pra ele sorrindo e ele falou alguma coisa pra minha mãe, que riu e balançou a cabeça negando. O cara respondeu rindo também e eles pararam, minha mãe uns passos atrás deles, que ficaram olhando pra ela. Pelo que minha mãe fez, imaginei que estavam perguntando se ela tava de calcinha ou não. Vi a putinha da minha mãe pegar na barra da saia e levantar devagar, mostrando aos poucos mais parte das coxas torneadas dela, parou a saia bem na altura da buceta, isso as mulheres sabem fazer especialmente bem, nos dando a visão de toda a pele das pernas dela.
O cara falou alguma coisa e ela respondeu, também num tom de brincadeira, e aí ela decidiu não esperar mais e fez. Levantou a saia até em cima, deixando à mostra a buceta linda e depilada dela e a barriga. Os dois caras soltaram alguma exclamação e ficaram olhando fixamente pro objeto do desejo deles, uma buceta totalmente nua de roupa e pelo, morbidamente mostrada por ela mesma sem pressa de abaixar a saia, consciente do quão obscena era a imagem. Eles estavam falando alguma coisa, ver minha mãe daquele jeito, conversando tranquilamente, me deixou louco, com certeza não falaram nada. inocente, porque minha mãe riu e deixou cair a saia, encerrando o espetáculo. O outro cara disse algo pra ela, tipo uma pergunta, e eu não perdia um detalhe, embora não ouvisse, eles falavam baixinho. Ela respondeu que sim, balançando a cabeça, concordando com o que ele dizia.
Tavam do lado dos chuveiros, minha mãe se encostou de costas na parede e separou devagar as tiras do vestido, deixando eles verem o que tinham pedido, aquelas tetonas gostosas dela. Rindo, fez aquele movimento sensual que tanto nos excita, mexer os ombros pra balançar os peitos, era o que eles tavam pedindo e ela sabia fazer aquilo maravilhosamente, o volume dos seios dela fez o resto, balançavam de um lado pro outro, sem parar de sorrir ao ver as caras dos dois caras.
O que pediram depois foi algo que nunca vou esquecer. Minha mãe abriu as pernas, se encostou nas costas e levantou a saia, deu uns passinhos pra afastar os pés da parede e, ao encostar as costas, ficou numa posição putissima, projetando a buceta pra frente e bem escarranchada, realmente obscena. Eles olhavam, incrédulos, ela fazia o que pediam sem reclamar, deixou eles alucinados. Ainda fez mais, começou a se masturbar com a mão na frente deles, que olhavam sem piscar. Ela disse algo pra eles, deduzi que tava pedindo pica, porque se aproximaram dela abaixando a braguilha e tirando os paus duros.
Minha mãe se levantou e eles viraram polvos, metiam a mão nos peitos, na bunda e na buceta, enquanto os paus se esfregavam nela. Um cara disse algo e ela se apoiou na parede e mostrou como era fácil foder ela, abriu as pernas e disse algo curto, provavelmente, "me fode", e ele enfiou de uma vez, segurando ela pelas cadeiras e fazendo os peitos dela balançarem violentamente com as estocadas, deu várias palmadas na bunda dela enquanto comia ela, e depois de um pouco o cara gozou dentro da minha mãe, enchendo a buceta dela de leite de novo. Quando o cara se afastou, Minha mãe perguntou pro outro, mas ele fez ela se levantar e partiu pra cima dos peitos dela, fez um banquete completo nos peitos dela.
Pediu algo pro outro e era pra segurar minha mãe, o que ele fez, ficando atrás dela e agarrando os peitos dela, os dois riram. Levantou a perna da minha mãe, abrindo bem as pernas dela, se abaixou um pouco e meteu de uma vez, o outro segurava ela pelos peitos e não paravam de falar um monte de coisa que devia ser putaria, porque ficavam rindo, com certeza da puta que ela era. Nem o outro, gozou dentro rapidinho, enchendo ela de leite de novo.
Deixei eles e fui pra loja, com o resto. Devem ter visto alguma coisa na minha cara, porque a mina me perguntou se tava rolando algo. Garanti que não.
- Só vi um cara e uma mina transando quando vinha pra cá.
Todo mundo quis saber onde, mas enrolei. A mina me olhou fundo, acho que sacou quem tava transando.
Quando finalmente chegaram na loja com o espumante, minha mãe devia ter um rio de porra escorrendo pela coxa.
- Aqui estão as provisões – tava de boa, como se nada tivesse acontecido, ninguém diria que tinham acabado de comer ela dois caras, admirei ela.
Continuamos bebendo, papeando e zoando, mas minha mãe tava no fogo, cada vez o Armando passava a mão mais descaradamente na coxa dela e o madrilenho do lado tava eufórico, sem problemas colocava a mão nela, tinham acabado de foder ela. Minha mãe se deixava levar na brincadeira, o nível de álcool tava subindo pra todo mundo. Armando tava excitadíssimo, e minha mãe muito tesuda, tinham enfiado dois paus nela sem ela gozar.
- Armando – falou minha mãe de repente – você tem que cumprir sua promessa, não pense que esqueci. – Armando ficou olhando pra todo mundo, surpreso com a desenvoltura da minha mãe.
- Vai Armando – falei eu – mostra que tem palavra, você prometeu uma foda pra minha mãe. Agora não pode voltar atrás. Tem que comer ela – era de ver a cara dos outros, principalmente da mina e do marido dela, os madrilenhos já tinham sacado a puta que ela era. que era minha mãe. Armando estava paralisado.
- Sim, você me prometeu, Armando -
Ele se levantou, meio com dificuldade, e pegou na mão de Armando.
- Vem na barraca foder com "a melões" - Armando o seguiu em silêncio. Na verdade, todos ficamos calados. Evidentemente, não os víamos, mas ouvíamos perfeitamente.
- Me fode, Armando, me dá rabo...
- Primeiro chupa um pouco, bocetuda. - Um silêncio - mmmmmmm, porra, como você é boa chupando pau... ufffff... vai, empala você mesma, foxy...
- aaaaaaaaaaaaah assimiiiiiiii... deusss, como você fode bem... aaaaaaah... chupa minhas tetas, amor... uuuuuuuuuuuuuu... que delícia... me dá mais rabo, mais... deusss, que tesão que me deram... que pau gostoso, Armando... me faz sua... aaaahh
- Mexe essa bunda, foxy... porra, como você aguenta um cacete enfiado... toma, Promiscuous...
- Aaaaaaaaah... siiiim... sou muito puta... ME FODE... AAAAAAAAAAAAAAAAh... adoro me enfiar no seu pau... vou gozar, Armando... continua... continua fodendo essa puta... não para de me foder... vou gozar...
Todos estávamos vidrados na trepada, esperando ouvir o gozo da minha mãe, e ela não nos decepcionou... ouvimos bem como ela gozava... como se acabava enfiada no pau do Armando.
O casalzinho estava alucinado. O marido sugeriu que fossem dormir, mas ela disse pra esperarem mais um pouco.
Armando saiu da barraca, não disse nada. Não precisava. Sergi se levantou.
- Eu também prometi - ele entrou na barraca e logo estava dentro da minha mãe, os gemidos e as obscenidades eram explícitas, principalmente da parte dela.
- Porra, como essa tia aguenta - disse o marido da moça - desculpa, sua mãe.
- Ela é muito generosa com o corpo dela - falei - gosta de fazer as pessoas felizes, e muitos homens agradecem por isso.
- Não me fode, generosa, ela diz... haha, desculpa, mas o que ela é, é uma puta, quer saber quantos paus já enfiaram nela - não gostei do comentário, nem eu nem a mulherzinha dele, que o encarou feio.
- E daí? Eu gosto muito dela - ela disse - cada uma faz o que quer.
- Calma, não Nada – pensei que o cara ia sair daqui com uns chifres bem grandes, o otário. Me deu ainda mais vontade de foder a mulherzinha recém-casada dele. E se desse, ele ia levar no cuzinho ou na buceta dele uma boa amostra do meu gozo.
Tava um calorão, decidimos ir dormir. Os madrileños falaram que iam no bar tomar uma dose. Quando entrei, vi minha mãe, tava pelada e toda fodida, escorrendo várias porras na buceta, sexy e linda. A barraca cheirava a buceta e a gozo.
– Tô morrendo de calor – ela disse – tô suada e cheia de porra, seus amigos cumpriram a promessa e me deram umas boas gozadas. Se você me acompanha, filho, vamos nos refrescar no mar.
– Claro, mãe. Vamos, que eu também tô fervendo.
Saímos da barraca, mas não sem antes minha mãe beijar meus dois amigos na boca, que tinham deixado porra na buceta dela.
– Valeu pelas gozadas, gurias, vocês são uns amores, adoro ser a putinha de vocês. Me diverti pra caralho.
Ela ia enrolada na minha toalha de praia, amarrada por cima dos peitos, cobrindo só os bicos e até a metade da coxa. Não tinha uma iluminação muito forte, mas mesmo assim dava pra ver dois bons regueiros mais brilhantes descendo pela parte de dentro das coxas até os joelhos, sem dúvida a mistura do leite das pirocas e do fluxo que ia saindo da buceta dela. Ainda não era muito tarde e tinha gente nas entradas das barracas e alguns indo e vindo, claro, olhavam pra minha mãe, pros peitos e pras pernas dela.
– Cê tá bem enxarcada de porra, mãe, desde essa tarde de pernas abertas recebendo gozada, sua putinha, já levou 8 gozadas na buceta.
– Hahaha, as contas… adoro ter porra dentro… tanta porra… me excita, sinto escorrendo pelas pernas e me deixa com tesão, filho, você já sabe.
– Puta que pariu, fiquei com um tesão danado quando você comeu com os madrileños. Cê foi mais puta que o normal, e muito obscena. Eles te comeram bem?
– Nada de outro mundo, mas me diverti. Um tem um pauzão bem bom. Muito grosso e grande. Me trataram como uma "putinha gostosa", me diverti, ainda mais porque sabia que você tava gostando...
No caminho entre as lojas, vimos vindo de frente os dois madrileños que voltavam pra loja, pelo jeito de andar, meio tocados.
- Não tá afim de dar de novo, mamãe? Mais umas porradas de leite...
- Uffa, filho... tô com vontade de me refrescar... e tô com vontade de você me foder... depois de tanta pica, tô afim da sua.
- Querida mamãe, você é minha putinha, eu também tô afim de te foder, mas podemos esperar até você levar mais umas gozadas.
- Olha quem vem... hahaha – disse um deles – a senhora mãe e seu querido filho... Já acabaram de foder ela, seus amigos? Hahaha, que puta... eu não cansava tão cedo, com o tanto que ela é gostosa e como ela aguenta – era evidente o estado etílico deles.
- Vamos refrescar no mar um pouco, tá calor e a gente tá suado – falei – por que vocês não vêm também? A gente toma um banho e, quem sabe, vocês não afim de se divertir mais um pouco. Minha mãe é bem disposta.
- Isso sim, dispostíssima, hahaha... e é uma gostosa. E que tesão, casada e quarentona... e com esse corpo – disse um, se aproximando meio cambaleante dela – uma delícia pra satisfazer um homem.
- Hummm, mais de um também... – ela disse, se aproximando mais dele – vocês já sabem – passou a mão no peito do cara, que respondeu tocando um peito dela por cima da toalha.
- Que tesão – disse o outro, se tocando no saco e se aproximando dela também. Meteu a mão na bunda dela, mas não gostou da toalha e levantou, apalpando a bunda dela à vista, quem passava olhava a cena dos dois bêbados apalpando uma coroa – que bundão você tem.
- Então vamos, vambora mamãe – passei o braço na cintura dela e comecei a andar pra praia, eles andavam atrás e bem perto – já viu o sucesso que você faz.
Chegamos na beira da água, minha mãe colocou os pés.
- Uau, que fresca que tá – ela se virou e desfez a toalha, ficando completamente nua, não tinha mais iluminação que a lua mas dava pra ver bem o corpo esplêndido dela, e principalmente, a pose sensual, provocante, que eu sempre vejo nela quando tem homem por perto, ela esticou a toalha na areia com cuidado, e nisso a gente viu a imagem dos peitos grandes e caídos dela – vocês não tiram a roupa e vêm comigo?
- Porra, que peitão, que gostosa, tia – a voz meio pastosa. Ela riu e foi em direção à água dando pulinhos, balançando os peitos exageradamente.
- Se vocês querem, atrevam a vir pra água, hahahaha….
A gente tirou a roupa e largou as coisas na areia rápido, não tinha ninguém por perto, e fomos pra água, claro, nós três em volta da mulher. Eu tava com o pau bem duro mas eles nem tanto, acho que foi o álcool ou a água fria. Um prazer se refrescar e ficar limpo e fresco, principalmente minha mãe, que se esfregava toda, buceta inclusive.
- Que delícia ficar limpinha, e com a água tão fresquinha. Tô novinha.
Eu me aproximei dela e beijei com carinho, resolvi brincar um pouco, me excitava muito e sabia que ela também.
- Já me atrevi a vir pra água – disse o cara – agora quero seus peitos…
- Hahaha…vem buscar…pega se conseguir – minha mãe se jogou pro lado como se fosse sair mas claramente o cara se jogou em cima dela, quando saíram da água ele já tinha pegado um peito dela – hahaha…ok, são seus…você mereceu.
- Gosto de mulher peituda e você tem uns tamanho XXL…hahaha – o cara amassava os peitos dela com vontade, sempre me chamou atenção que minha mãe aguentava esses apertos sem reclamar de dor, outras minas sempre falavam que doía.
O segredo, segundo minha mãe, é a prática, desde novinha que os caras são loucos nos peitos dela e, claro, ela sempre foi de deixar apalpar, chupar e até morder, mesmo antes de perder a virgindade com O pai dela, até me contou uns episódios bem pesados, tipo o de um professor que ela teve quando os peitos começaram a crescer, quase uma menina, que já era mais velho e tinha dificuldade de ereção, sentava ela no colo e passava horas apalpando eles, mas isso não vem ao caso agora.
E depois, foi principalmente depois que pariu eu e meu irmão, que ela ficava muito excitada em ser ordenhada, também fiquei sabendo de umas coisas que nem imaginava, então ela já tava acostumada, claro que todos os caras que tinham comido ela sentiram a mesma vontade que eu de me divertir com os peitos dela, e ela me dizia que não sentia uma dor forte, só um pouquinho que até deixava ela mais excitada. Eu também sabia que foder ela com força ou até com um pouco de violência dava uns orgasmos melhores pra ela.
O cara, bêbado do jeito que tava, apertava os peitos dela e o outro já se mandou.
- Quero minha porção de peito da peituda casada.
- Sem problema, tenho dois e vocês só uma boca cada um – os caras praticamente se jogaram ao mesmo tempo nos bicos lindos da minha mãe, vi as bocas deles engolirem parte dos peitos preciosos dela e ela gemeu baixinho, sorriu pra mim, colocou as mãos na cabeça deles, apertando eles contra os peitos – mmmmm esses meninos gostam de mamar, hein? – os caras apalpavam ela e meteram a mão na buceta dela, pelo gemido da minha mãe soube que tavam enfiando dedo na ppk – aaaah… e não é só dos meus peitos que eles gostam…aaaaaah…
- Vou foder ela agora, do jeito que me deixou, puta. Segura ela que vou enfiar a pica até a garganta.
- Pô, eu também quero foder ela, que o filho dela segure, hahaha… assim ele ajuda a gente a comer a mãe dele gostoso, hahaha…
Fiquei atrás dela e abracei ela pela cintura, meu pau encostado na bunda dela. Ela rebolou. Levantei as mãos e segurei os peitões dela por baixo, olhando pros dois caras.
- Tô muito orgulhoso da minha mãe, vê se fodem ela direito.
- Claro, filho da puta, já vai ver como a gente vai deixar ela chifre no teu pai, hahaha… – dito e feito, ele se meteu entre as coxas da minha mãe, que o envolveu com elas e deu uma sentada forte, ela gemeu, senti o empurrão que ele deu e também o bombeamento depois – porra… toma rola gostosa… certeza que teu marido não te dá o suficiente, hein? Cê precisa de rola alheia…
- AAhhhh… que delícia que cê me dá com essa rola… me deixou toda fodida… isso, isso, continua… meu marido não me dá rola suficiente… aaaahhh
- Porra, deixa eu entrar, mano, tô estourando… – ele afastou o cara que tava fodendo ela e se posicionou no lugar, entre as coxas e, claro, também na buceta dela, dando uma sentada forte, enquanto eu segurava ela – toma, toma rola, vagabunda… porra que tesão… cê gosta, hein?... teu corno não te dá uma rola tão boa, certeza… como eu adoro foder a mulher dele…
- Aaaah siiiim, adoro trocar de rola…. cê me dá uma rola muito melhor que meu marido, siiiim…. continua…. fode a mulher dele…. siiiim
Minha mãe sabe exatamente o que dizer pra cada cara que come ela pra excitar ele. Mas tava me excitando pra caralho também. Começamos a perceber que a água tava fria demais pra aproveitar ao máximo, então decidimos sair.
- Vamos pra fora continuar fodendo essa puta infiel – eles tiveram a ideia de pegar um mamilo cada um e puxar, e claro, minha mãe seguia os mamilos dela.
Chegamos na beira e sentamos todos perto da água. Claro, rodeando ela e as três rolas duras. Minha mãe olhou pra elas encantada.
- Tô cercada de rolas jovens e duras… mmmmmm – disse minha mãe
Ela ficou de quatro e se abaixou até a rola de um deles, o cara se recostou pra trás e deixou minha mãe chupar a rola dele à vontade. Tinha um que realmente tinha uma rola boa, acho que até maior que a minha.
- Engole rola, puta, engole, sua puta fogosa – ele segurou a cabeça dela – Porra, como essa tia mama pica! – era o da rola grossa
- As casadas milf são as mais putas – o outro, falando comigo – e sua mãe é uma das melhores – ele sorriu – porra, mano, cê tá duro, te excita ver sua mãe como uma puta Viciosa. Vem chupar minha pica, sua puta. Viciosa – Minha mãe andou de quatro em direção a ele, que estava um pouco afastado, balançando as tetas enquanto isso, e começou o boquete – Porra... que puta gostosa... que boqueteira do caralho, porra... – era muito excitante ver minha mãe subindo e descendo a cabeça na pica dele.
- Dá uma voltinha até aqui, boqueteira – disse o da pica grossa – que você me deixou triste – minha mãe se virou de quatro e o outro deu um tapa na bunda dela. Ela foi até a pica grossa e chupou de novo – porra... isso é foda... – ele agarrou o cabelo dela e tirou a pica da boca – chupa minhas bolas, puta – empurrou a cabeça dela mais para baixo e minha mãe chupou as bolas dele, as tetas dela já estavam cheias de areia, se arrastando. O cara levantou um pouco a cabeça dela puxando o cabelo e com a outra mão manejou a pica para bater na cara dela como um cassetete, humilhando ela – toma pica, vadia, você gosta? – esfregou bruscamente no rosto dela, e se virando para mim – olha aí, cara, olha como se trata esse tipo de puta... toma pica, você gosta, hein?
- Sim, gosto da sua pica... me dá... me dá mais... – ele dava pica nela, encantado e excitadíssimo por tratá-la assim – que pica dura e grossa você tem...
- Abre a boca, boqueteira, que vou enfiar... ummmmm assim... obediente... engole... tudo, porra... – enfiou até as bolas – deus... essa puta sabe mesmo...
O outro cara se levantou e se ajoelhou atrás dela, abrindo as pernas dela.
- Porra, vou foder ela – agarrou a cintura dela e penetrou a buceta sem mais, minha mãe gemeu ao sentir a pica entrando – porra, que encaixe gostoso, que tesão, já fodi a puta da sua mãe, filho da puta, do jeito que você queria, toma rabo, porca...
O cara fodia ela com ritmo, eu fiquei fascinado de novo vendo minha mãe montada como uma puta e o balanço das tetonas dela, gemendo de prazer enquanto o cara da pica grossa fodia a boca dela. Estavam fodendo ela nos dois buracos ao mesmo tempo.
- Porra, que puta gostosa você tem de mãe, te Gosta de ver ela sendo fodida pelos dois rabos ao mesmo tempo, hein? Tá gostosa assim, feito uma puta, hein? Tá mais duro que eu, cê também queria meter na sua própria mãe…porra, ela chupa que nem uma deusa, não quer chupar o pau do seu filho, putona? – minha mãe negou com a cabeça enquanto chupava o pau do cara – Não? Então fica sem mamada, filho da puta…hahaha
- Porra…que delícia meter o rabo na tia assim…- disse o que tava comendo ela, deu dois tapas na bunda dela – como essa égua fode bem…- se animou e deu mais dois tapas – mexe essa bunda, égua – minha mãe mexia os quadris, uma deusa – porra, como cê gosta, rabuda…- minha mãe gemia, tirou o pau da boca.
- Siimm…eu gosto…eu gosto…- ele deu mais dois tapas na bunda dela – aaaaaaah sim, sim, me fode mais…monta nessa égua…me dá…me dá rabo, filho da puta…
- Troca de pau – disse o cara do pau grosso – empala no meu, putona de festa – o outro saiu dela e ela não demorou pra ficar empalada no pauzão grosso, gemendo alto – porra, que buceta quente, caralho…- enquanto o outro cara ficou de pé na frente e enfiou o pau na boca dela,
Minha mãe mamou ele feliz enquanto quicava no pauzão e gemia de prazer. Tava quente, tava ficando bem putona, o cara da boca segurou a cabeça dela e fodia a boca dela com força. As mãos da minha mãe acariciavam o corpo do cara que dava o pau pra chupar, os quadris, a barriga, as coxas, a bunda, claramente ela gosta dos maus.
- Cê gosta da mamadeira, hein?
O cara que tava comendo ela dava tapas na bunda dela, sem dó, ela quicava num ritmo frenético, a foda cada vez ficava mais violenta, aí o cara que tava comendo ela agarrou os bicos dos peitos dela e puxou, levantando as tetas, ela gemeu alto com a boca cheia de pau, ele soltou, e voltou a brincar levantando e beliscando os bicos, minha mãe começou a mexer os quadris em círculos, sinal que eu conhecia, o orgasmo tava chegando.
O cara que tava comendo ela mudou de puxar os Mamilos batendo nas tetas dela. O cara da boca puxou o cabelo dela e tirou a pica pra fora.
- Você vai engolir todo meu gozo, entendeu, puta? Tô com vontade de gozar na boca de uma mina, não cospe fora… vadia suja, fodida por mil picas…
- Ummmm sim, sim… vou engolir todo seu gozo… goza na minha boca… quero seu sêmen… - o cara deu um tapa leve nela, minha mãe não se cobriu e continuou com as mãos na cintura do cara – aaaaah sim, sim, sou uma vadia suja… - ele deu outro tapa – aaaah chupei mil picas…
- Seu marido é o rei dos corno… - o cara tava louco de tesão, deu outro tapa – toma, Promíscua… adoro foder a mulher dos outros…
- aaaaaaaaaaaaah siiiiiim… me bate, faz meu marido mais corno, filho da puta… me dá pica… - o cara não aguentou mais e enfiou a pica na boca dela
- AAAAAAAAAAAAAAAA siiiiiiiiiiiiiiiim… engole gozo, rabuda, puta… vagabunda… biscate… chupadora de mil picas… chupa… vadiazinha suja, rasteira… - minha mãe recebeu a porra na boca e o cara tava no paraíso, enquanto o da pica grossa tava com ela empalada, batendo nas tetas dela – aaaaaaaaaaaaaaaaa. Porra… porra… tomaaaaaa…
Quando acabou, ele tirou a pica meio mole e minha mãe abriu a boca, mostrando o gozo dele. O filho da puta olhava e não acreditava. Aí minha mãe fechou a boca e saboreou, deixando ele alucinado, e logo engoliu toda a porra.
- Mmmmmm, que delícia… gostei muito do seu gozo… que tesão, engolir porra enquanto me fodem… continua me fodendo… mmmmmm sim… me fode muito bem… siiiim… pica muito boa… adoro ser fodida por uma pica boa…
O cara que tava fodendo ela cansou da posição.
- Vamos pra toalha, puta, você vai saber o que é receber pica – colocou ela de lado e levantou uma perna dela, se encaixou no meio e meteu de uma vez, violentamente, ela gritou.
- Aaaaaaaah, que dura… me machucou, animal… - eu não acreditei, mas o cara ficou frenético fodendo ela, enquanto dava sem dó na bunda dela com a mão e com a outra segurava a perna levantada. - Você é a tia mais puta que já passou por aqui, daquelas que fode com qualquer um… — apertou um peito dela e depois deu um tapa — toma, porca…
- Aaaaaah… eu gosto de foder com qualquer filho da puta que tenha uma rola boa como a sua… me fode… gosto da sua rola na minha buceta de puta… — o cara virou ela de frente e montou de novo com uma boa enfiada de pau — aaaaaaahhh que dor… besta… aaaaaaayyy… como você fode bem, filho da puta… — minha mãe apertava ele contra ela, enrolando as pernas nele, enquanto com as mãos acariciava o peito e os ombros dele — mmmm você é muito gostoso, filho da puta… vai fazer eu gozar, seu arrombado…
- Ainda não, porca… — tirou o pau da buceta dela e se sentou nos calcanhares — você vai me pedir rola e fazer seu filho ver o quão puta a mãe dele pode ser.
- Aah, filho da puta, não tira ele… me fode… faço o que você mandar, mas me fode…
- Abre as pernas, vagabunda, se escancara, segura as pernas pra cima — o cara pegou as mãos da minha mãe e passou entre as pernas dela, fazendo com que ela ficasse escancarada e se segurando aberta com os próprios braços, uma posição humilhante e forçada — assim, pra gente te ver bem, puta viciada… olha sua mãe… diz pro seu filho o que você quer…
- Quero que esse filho da puta me coma… que arrebente minha buceta de porrada de pau…
- Você é minha, puta, sua buceta é minha, e seu corpo é meu, vou fazer o que eu quiser com você…
- Ah sim, sim… sou sua, sua puta… — minha mãe continuava se oferecendo toda escancarada — faz o que quiser comigo… gosto de você… filho da puta… aqui está minha buceta… é sua… meu corpo… é seu… você é o melhor macho… me fode… me dá sua rola… me viola… me machuca… me arrebenta… — realmente minha mãe estava muito excitada, embora eu soubesse que ela exagerava pra nos agradar.
- Que cara de puta você tem… sua buceta é minha — o cara se aproximou e deu dois tapas na buceta dela com as costas da mão, nada leves, por sinal — toma, porca…
- AAAAAAyyy… siiiim… minha buceta é sua… gosto de ser sua puta… me arrebenta… — o cara dava porradas na buceta dela. com o pau dele – AAAAi, aaaaih… uff, que pauzão gostoso… aaaaih… - o cara então colocou as pernas da minha mãe nos ombros dele e apontou o pau pra buceta dela.
- Toma, pau – enfiou de uma vez só, se jogando pra baixo, eu vi que só os ovos ficaram pra fora, minha mãe deu um grito – cê gosta do meu pau, hein? melhor que o do corno do seu maridinho?
- AAAAAAAAgggg… besta! doeu... oooh, sim, que delícia… me machuca… siiiim… que pau bom… muito melhor que o do meu marido, muito… - ela acariciava os ombros e o peito dele – que macho gostoso tá me fodendo… - o cara tirava o pau inteiro e enfiava de novo de uma vez, fazendo minha mãe gritar – aaaaaih… gostei de você, filho da puta… como você me fode bem… sou sua puta… vou gozar…
- Vou encher sua barriga de porra na frente do seu filho, sua puta… vou usar sua mãe pra esvaziar meus ovos, seu corno, ela não passa de uma puta suja fodida com mil gozos na buceta… e você, puta de festa, vai levar minha porra pro seu corno, sua gostosa… - ele metia forte e sem mais, deu um tapa na cara dela – por ser infiel, sua vadia.
Minha mãe, toda excitada, e pela primeira vez que eu via, devolveu o tapa.
- Por ser um filho da puta comedor de mãe e mulher casada – o cara ficou parado, mas dobrou o ritmo e bateu de novo na minha mãe, o que acabou desencadeando um orgasmo foda nela, enquanto o cara gozava na barriga dela, bufando e gritando
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAH…
- Putaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Minha mãe ficou um tempão gozando, mexendo a buceta contra o pau que tava fodendo ela, o cara já tinha terminado e minha mãe continuava, continuava, os olhos fechados, gemendo… o corpo tremendo, os peitos balançando como pudim… poucas vezes eu tinha visto ela assim. Minha mãe baixou as pernas, com um suspiro. Ficaram um tempo na mesma posição, o cara em cima dela, entre as coxas dela, respirando pesado.
- Que mulher, meuuu deus!
- E que macho garanhão me comeu!
Eles relaxaram, o único que tava ansioso era eu, tava doendo pra caralho. pau e os ovos, mas eu esperava.
Minha mãe se levantou e caminhou até a água, entrando até a cintura e se molhou toda. Ela massageou a buceta e os peitos. Ajoelhou-se na água, olhando pra gente, estava radiante e curtindo o frescor do mar. Os caras também chegaram perto da beira.
- Sabe o que faltava pra completar tudo? – eles falaram
- Me diz
- Que você segurasse nossa pica enquanto a gente mija
- Kkkkk... mas que porcos vocês são... não tô a fim de me mexer, vocês me deixaram dolorida, se acabaram de me bater gostoso...
- E o quanto você curtiu, Promíscua... kkkkk... se ficar aí a gente vai mijar em cima de você.
- Não vão ser os primeiros.
- Porra... então toma.
Mijaram na cara e nos peitos dela, os dois ao mesmo tempo, um mijão bem gostoso. Eu ainda não tinha feito e fiquei ainda mais excitado vendo ela nessa situação tão humilhante. No final, ela mergulhou pra se limpar e saiu.
Ela sentou na toalha. Os caras falaram que iam dormir, agora que já tinham transado bem, e foram embora sem mais.
Sem dizer nada, eu beijei ela, chupei a boca dela, acariciei, ela também fez o mesmo comigo, meu rosto, meu peito, minha pica.
Ela abaixou a cabeça e chupou um pouco, depois eu abri as pernas dela e comi a buceta dela devagar e por um bom tempo, senti o clitóris dela crescer de novo, era incrível minha mãe, daí a pouco ela falou.
- Me fode, filho, preciso da sua pica, não come mais minha buceta, preciso dela cheia, preciso de um bom macho de novo. Nenhum melhor que você, seu safado, meu próprio filho, fode com a mamãe, me dá pica, enfia essa pica que eu tanto gosto. Não me faz esperar mais... ummm... dá pica pra mamãe...
- Que puta gostosa você é, mamãe. Olha só, já levou várias picas e ainda quer mais. – subi em cima dela e enfiei de uma vez, ela gritou de novo.
- AAAAh filho... filho... que pica boa... meu macho preferido... ooh que delícia... – ela me olhava e me acariciava – você é o melhor... ummmm... que sorte que eu tenho... e que gostoso você é... vou gozar com meu macho... adoro ser sua mulher... me excita ter te parido... ter parido meu próprio garanhão... tô com você dentro de novo... ummm que delícia, seu filho da puta…que gostoso você me foder…
- Minha mãe, minha mulher – ele metia – minha mulher, minha puta…tão fodida, tão cheia de porra e até mijada…minha mãe linda…peituda…desejada e comida por todos…vou te encher de porra agora mesmo…outra gozada no fundo da sua buceta…
--Siiiiim, filho, siiiiiim…me dá pau, filho da puta, me dá porra, me dá mais porra…meteram muita porra em mim hoje….aaaaaaaaaaaaaaaa…to gozandooooooooooNem preciso explicar como a gente ficou, exaustos. Depois de outro banhozinho, fomos dormir. Quando chegamos perto do camping, esbarramos na mina da barraca ao lado, que tava indo pro banheiro. Batemos um papo rapidinho, conversa bem suculenta. Mas fomos dormir. No dia seguinte, minha mãe foi embora, e eu já tava pensando em como ia dar um jeito com a mina. E é assim que termina esse meu post. Você vai ler até a próxima. Valeu pela espera e, como sempre, continua...
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Minha-mae-virou-minha-mulher-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Minha-mae-virou-minha-mulher-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Minha-mae-virou-minha-mulher-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Minha-mae-virou-minha-mulher-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Minha-mae-virou-minha-mulher-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Minha-mae-virou-minha-mulher-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Minha-mae-virou-minha-mulher-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Minha-mae-virou-minha-mulher-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Minha-mae-virou-minha-mulher-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Minha-mae-virou-minha-mulher-11-para-18.htmlAntes de tudo, quero dizer que esta é a continuação exata do mesmo dia do post número 11, em seguida o 12. O post número: Dei uma das gozadas mais grossas que já jorrei, e ela recebeu gemendo de prazer, me olhando nos olhos, caralho, que puta gostosa, e que mulher linda. Deitei do lado dela.- Limpa meu rabo, puta. Faz uma boa limpeza de sabre aqui.
- Que porco você é com a sua mãe – ela me olhou e começou a lamber e chupar – mas você me perde...
- Meus amigos vão aproveitar que têm você como puta a serviço deles. Espero que te encham o rabo esta noite, já ouviu, pra eles é um sonho ter "a melões" debaixo das bolas deles. E quero ver você gozar pra mim.
- Hummm, você é perverso, sua mãe, puta dos seus amigos.
- Minha puta, gosto que fodam com a minha mãe. Gosto de vê-los entre suas coxas, e ver como você adora que visitem sua buceta e sua garganta.
Fui pra barraca com meus amigos, já mais tranquilo depois da gozada, mas pensando na noite. No tempo seguinte, ficamos na logística: preparar o jantar, uma mesinha e dois bancos de camping, um bom banho, etc.
De um lado, tinha outra barraca, ocupada por um casalzinho, jovens, uns 25 anos. Descobri que eram recém-casados, do interior, de uma cidadezinha, se conheciam desde sempre, como acontece no interior. Fazia dois meses que tinham se casado. Estavam passando uns dias de férias. Ele era um cara do campo, casca grossa, simpático, magro e não muito alto, mas com traços bem agradáveis. Ela era uma bonequinha, morena, com olhos verdes e grandes, corpo miúdo mas com um bom quadril, tipo violão, com a cinturinha e a bunda bem no lugar. Usava um shortinho justo que destacava ainda mais, reparei que até marcava os lábios da buceta, devia ser bem carnuda. A camiseta marcava uns peitos redondinhos e não muito grandes, com um pontinho no meio, o mamilo pequeno, pensei. Deu uma vontade danada de meter nela.
Do outro lado, tinha outra barraca, de dois caras de 30 ou 32 anos, mais ou menos. Disseram que tinham vindo de perto de Madrid pra ver se era verdade que as catalãs eram mais liberais que lá, que não se seguravam. Só vieram pro fim de semana. Ficavam olhando pra guria do outro lado com olhos de quem quer comer. Na mesma hora, o clima ficou bom, todo mundo se preparando pra jantar, como de costume. Frios, presunto, queijos, pão com tomate, patês, enfim, a gente sugeriu juntar todo mundo porque a gente tinha uma mesa e era mais confortável. Eu avisei:
- Ainda falta minha mãe, que tá tomando banho – o que arrancou umas risadas dos caras de Madri, que começaram a zoar comigo.
- Haha, então vocês viajam com a mamãezinha, hein? Ai, o neném, que não se perverta, que tem muita piranha por aí… – e outras coisas do tipo. A gente também ria, quanto mais idiotas eles ficassem, mais a gente ia rir da surpresa.
- Pô, galera, é que minha mãe é diferente, não é igual às outras.
- Kkkk, claro, a mãe da gente é maravilhosa, kkk, mas não deixa de ser a mãe.
- A mãe desse aqui é especial, galera, vocês vão ver – falou o Sergi.
- E o que ela tem de especial? Porra, tão deixando a gente curioso. Kkkk, quem sabe é extraterrestre.
- Kkkk, nada a ver, é bem terrena, olha, ali vem ela. A gente olhou todo mundo e ficou sem fôlego.
Minha mãe tava espetacular. Vestia um vestido verde, com um decote em V quase até o estômago e sem costas, duas tiras largas que subiam da cintura e se amarravam atrás do pescoço, cobrindo um pouco as tetonas, mas dava pra ver uma parte pelo meio e também pelo lado, e além disso não seguravam elas, iam soltas, coisa que dava pra perceber na hora porque balançavam de um lado pro outro quando ela andava. O vestido era justo na cintura e no quadril e ia até um palmo do joelho, realçando a figura dela de mulher madura e carnal, muito carnal. Claro, eu sabia que ela não tava de calcinha. Calçava umas sandálias de salto alto, de um jeito que ela andava tão sensual que todo mundo virava pra olhar ela passar. As unhas pintadas de vermelho, as dos pés também, os lábios pintados de vermelho escuro, bem maquiada, uns brincos de argola enormes e prateados, como se fosse pra uma festa de gala.
- Porra, tua mãe... — disse Armando — isso sim que é uma égua.
Sorriu ao nos ver e o rosto se iluminou. Linda, um animal respirando sexo e sensualidade. Me senti orgulhoso. Ela veio e beijou nós três, no rosto por enquanto. Os madrilenos estavam babando, olhando ela de cima a baixo.
— Tão vendo como minha mãe é diferente e especial? — agora era minha vez — hahaha se não fecharem a boca, vão entrar moscas — a garota ao lado riu com gosto, o marido dela olhava espantado — apresento a vocês minha mãe, ela se chama Catalina.
— Prazer em conhecê-los — ela se dedicou a distribuir beijos, sorridente, esplêndida, consciente do poder que tinha sobre os caras — que meninos, tô morrendo de fome, trouxe umas garrafas de espumante, que eu gosto e me deixam bem alegre — olhou pra Armando e Sergi — e vocês vão ter que cumprir as promessas que me fizeram — sorriu — mas depois do jantar.
— Claro, Catalina, vamos cumprir tudo, né, Sergi?
— Porra… digo, sim, claro, claro que sim.
O jantar rolou como se espera numa parada dessas, todo mundo feliz, bebendo e comendo, minha mãe radiante e falante, sentada entre Armando e um dos caras de Madrid, que não tiravam os olhos dos decotes e dos descuidos que, intencionais ou não, mostravam uma boa parte dos peitos dela, sempre em movimento, exalando perfumes e promessas ocultas de prazer animal, deixando todos eles de pau duro.
Eu estava sentado ao lado da garota e nossos músculos se roçavam, por causa do aperto, tava ficando louco entre ela e minha mãe. Num momento em que o marido dela estava distraído, ela me disse:
— Sua mãe é demais, Roger, gostei muito dela, tão natural e tão inteligente. E como ela deixa todo mundo comendo na mão dela, hahaha, que inveja. E como ela é gostosa.
— Você também podia, tá uma delícia. E eu gosto muito de você — ela corou, mas sorriu.
— Você é um atrevido. Ufffff não teria coragem, e além disso meu marido não deixaria, nossa, ele é muito ciumento.
— Tudo é questão de se propor, linda. — aproveitei para roçar a coxa dela e ela corou, desviou o olhar, mas não tirou a perna. O marido dela estava olhando de novo.
Minha mãe estava contente, era o elemento dela, caras dando em cima e ela meio alta do espumante, não parava de dar vacilos com o decote e todo mundo ganhando confiança. Armando colocava a mão na coxa dela de vez em quando, como se nada, acariciando e subindo o vestido. No clima de farra e risadas, vi que até o madrileno acariciava a outra coxa dela, animado porque minha mãe se deixava apalpar. Adorava ver ela. Como tinha mais gente, Armando se segurava um pouco, mas às vezes se virava pra falar com ela e passava a mão nas costas nuas e no ombro, coisa que o madrileno, prestando atenção, também se atreveu a fazer, até segurou ela pela cintura, o jogo ficava mais picante a cada momento, minha mãe quando ria se inclinava e deixava ver uns peitões que todo mundo queria apalpar e lamber.
— Poxa, acabou o espumante, não pode ser, vou buscar mais no bar. — disse minha mãe
— Se quiser, vou eu, mãe.
— Nãooo, querido, já vou eu que assim pego um ar também.
— A gente acompanha ela, não vá se perder — disse um madrileno.
— Kkkk, tá bom, vou bem protegida.
O espetáculo da minha mãe andando, rebolando a bunda, toda gostosa, entre aqueles dois era de cinema. Logo se pendurou nos braços deles, prendendo eles contra os lados dos peitos dela.
— Vou aproveitar pra mijar — falei, mas queria ver ela, saber como minha mãe se comportava com eles. Fui e logo me mandei pro bar e esperei eles chegarem, vinham devagar, conversando, abraçados com minha mãe, um pelo ombro e outro pela cintura, as mãos na pele nua, e não paravam quietas, apalpavam ela sem ela resistir.
Com certeza os pensamentos deles iam pra sacanagem, achando que podiam se aproveitar da minha mãe, quando era ela quem se aproveitava deles. Antes de chegar no bar, o cara que estava com a mão na cintura dela teve a audácia de descer a mão e passar a mão na bunda dela, era impossível minha mãe não perceber. Claro, ela deixou ele apalpar a bunda dela. Nessa altura já devia estar toda molhada, dava pra ver como minha mãe era fácil. Ele continuou passando a mão na bunda dela até chegarem no bar. Enquanto eles pagavam, entrei basicamente pra minha mãe saber que eu tava de olho, e falei que já ia indo pra loja. Minha mãe sorriu.
Esperei eles saírem. Saíram zoando e com o espumante numa sacola que um dos caras carregava, minha mãe estava esplêndida, fiquei admirando ela.
Em vez de pegar o caminho direto, foram por outro mais comprido, mais escuro, que passava pelos banheiros e chuveiros, agora vazios. O cara que tinha passado a mão na bunda dela colocou a mão de novo, agora sem vergonha nenhuma, ela olhou pra ele sorrindo e ele falou alguma coisa pra minha mãe, que riu e balançou a cabeça negando. O cara respondeu rindo também e eles pararam, minha mãe uns passos atrás deles, que ficaram olhando pra ela. Pelo que minha mãe fez, imaginei que estavam perguntando se ela tava de calcinha ou não. Vi a putinha da minha mãe pegar na barra da saia e levantar devagar, mostrando aos poucos mais parte das coxas torneadas dela, parou a saia bem na altura da buceta, isso as mulheres sabem fazer especialmente bem, nos dando a visão de toda a pele das pernas dela.
O cara falou alguma coisa e ela respondeu, também num tom de brincadeira, e aí ela decidiu não esperar mais e fez. Levantou a saia até em cima, deixando à mostra a buceta linda e depilada dela e a barriga. Os dois caras soltaram alguma exclamação e ficaram olhando fixamente pro objeto do desejo deles, uma buceta totalmente nua de roupa e pelo, morbidamente mostrada por ela mesma sem pressa de abaixar a saia, consciente do quão obscena era a imagem. Eles estavam falando alguma coisa, ver minha mãe daquele jeito, conversando tranquilamente, me deixou louco, com certeza não falaram nada. inocente, porque minha mãe riu e deixou cair a saia, encerrando o espetáculo. O outro cara disse algo pra ela, tipo uma pergunta, e eu não perdia um detalhe, embora não ouvisse, eles falavam baixinho. Ela respondeu que sim, balançando a cabeça, concordando com o que ele dizia.
Tavam do lado dos chuveiros, minha mãe se encostou de costas na parede e separou devagar as tiras do vestido, deixando eles verem o que tinham pedido, aquelas tetonas gostosas dela. Rindo, fez aquele movimento sensual que tanto nos excita, mexer os ombros pra balançar os peitos, era o que eles tavam pedindo e ela sabia fazer aquilo maravilhosamente, o volume dos seios dela fez o resto, balançavam de um lado pro outro, sem parar de sorrir ao ver as caras dos dois caras.
O que pediram depois foi algo que nunca vou esquecer. Minha mãe abriu as pernas, se encostou nas costas e levantou a saia, deu uns passinhos pra afastar os pés da parede e, ao encostar as costas, ficou numa posição putissima, projetando a buceta pra frente e bem escarranchada, realmente obscena. Eles olhavam, incrédulos, ela fazia o que pediam sem reclamar, deixou eles alucinados. Ainda fez mais, começou a se masturbar com a mão na frente deles, que olhavam sem piscar. Ela disse algo pra eles, deduzi que tava pedindo pica, porque se aproximaram dela abaixando a braguilha e tirando os paus duros.
Minha mãe se levantou e eles viraram polvos, metiam a mão nos peitos, na bunda e na buceta, enquanto os paus se esfregavam nela. Um cara disse algo e ela se apoiou na parede e mostrou como era fácil foder ela, abriu as pernas e disse algo curto, provavelmente, "me fode", e ele enfiou de uma vez, segurando ela pelas cadeiras e fazendo os peitos dela balançarem violentamente com as estocadas, deu várias palmadas na bunda dela enquanto comia ela, e depois de um pouco o cara gozou dentro da minha mãe, enchendo a buceta dela de leite de novo. Quando o cara se afastou, Minha mãe perguntou pro outro, mas ele fez ela se levantar e partiu pra cima dos peitos dela, fez um banquete completo nos peitos dela.
Pediu algo pro outro e era pra segurar minha mãe, o que ele fez, ficando atrás dela e agarrando os peitos dela, os dois riram. Levantou a perna da minha mãe, abrindo bem as pernas dela, se abaixou um pouco e meteu de uma vez, o outro segurava ela pelos peitos e não paravam de falar um monte de coisa que devia ser putaria, porque ficavam rindo, com certeza da puta que ela era. Nem o outro, gozou dentro rapidinho, enchendo ela de leite de novo.
Deixei eles e fui pra loja, com o resto. Devem ter visto alguma coisa na minha cara, porque a mina me perguntou se tava rolando algo. Garanti que não.
- Só vi um cara e uma mina transando quando vinha pra cá.
Todo mundo quis saber onde, mas enrolei. A mina me olhou fundo, acho que sacou quem tava transando.
Quando finalmente chegaram na loja com o espumante, minha mãe devia ter um rio de porra escorrendo pela coxa.
- Aqui estão as provisões – tava de boa, como se nada tivesse acontecido, ninguém diria que tinham acabado de comer ela dois caras, admirei ela.
Continuamos bebendo, papeando e zoando, mas minha mãe tava no fogo, cada vez o Armando passava a mão mais descaradamente na coxa dela e o madrilenho do lado tava eufórico, sem problemas colocava a mão nela, tinham acabado de foder ela. Minha mãe se deixava levar na brincadeira, o nível de álcool tava subindo pra todo mundo. Armando tava excitadíssimo, e minha mãe muito tesuda, tinham enfiado dois paus nela sem ela gozar.
- Armando – falou minha mãe de repente – você tem que cumprir sua promessa, não pense que esqueci. – Armando ficou olhando pra todo mundo, surpreso com a desenvoltura da minha mãe.
- Vai Armando – falei eu – mostra que tem palavra, você prometeu uma foda pra minha mãe. Agora não pode voltar atrás. Tem que comer ela – era de ver a cara dos outros, principalmente da mina e do marido dela, os madrilenhos já tinham sacado a puta que ela era. que era minha mãe. Armando estava paralisado.
- Sim, você me prometeu, Armando -
Ele se levantou, meio com dificuldade, e pegou na mão de Armando.
- Vem na barraca foder com "a melões" - Armando o seguiu em silêncio. Na verdade, todos ficamos calados. Evidentemente, não os víamos, mas ouvíamos perfeitamente.
- Me fode, Armando, me dá rabo...
- Primeiro chupa um pouco, bocetuda. - Um silêncio - mmmmmmm, porra, como você é boa chupando pau... ufffff... vai, empala você mesma, foxy...
- aaaaaaaaaaaaah assimiiiiiiii... deusss, como você fode bem... aaaaaaah... chupa minhas tetas, amor... uuuuuuuuuuuuuu... que delícia... me dá mais rabo, mais... deusss, que tesão que me deram... que pau gostoso, Armando... me faz sua... aaaahh
- Mexe essa bunda, foxy... porra, como você aguenta um cacete enfiado... toma, Promiscuous...
- Aaaaaaaaah... siiiim... sou muito puta... ME FODE... AAAAAAAAAAAAAAAAh... adoro me enfiar no seu pau... vou gozar, Armando... continua... continua fodendo essa puta... não para de me foder... vou gozar...
Todos estávamos vidrados na trepada, esperando ouvir o gozo da minha mãe, e ela não nos decepcionou... ouvimos bem como ela gozava... como se acabava enfiada no pau do Armando.
O casalzinho estava alucinado. O marido sugeriu que fossem dormir, mas ela disse pra esperarem mais um pouco.
Armando saiu da barraca, não disse nada. Não precisava. Sergi se levantou.
- Eu também prometi - ele entrou na barraca e logo estava dentro da minha mãe, os gemidos e as obscenidades eram explícitas, principalmente da parte dela.
- Porra, como essa tia aguenta - disse o marido da moça - desculpa, sua mãe.
- Ela é muito generosa com o corpo dela - falei - gosta de fazer as pessoas felizes, e muitos homens agradecem por isso.
- Não me fode, generosa, ela diz... haha, desculpa, mas o que ela é, é uma puta, quer saber quantos paus já enfiaram nela - não gostei do comentário, nem eu nem a mulherzinha dele, que o encarou feio.
- E daí? Eu gosto muito dela - ela disse - cada uma faz o que quer.
- Calma, não Nada – pensei que o cara ia sair daqui com uns chifres bem grandes, o otário. Me deu ainda mais vontade de foder a mulherzinha recém-casada dele. E se desse, ele ia levar no cuzinho ou na buceta dele uma boa amostra do meu gozo.
Tava um calorão, decidimos ir dormir. Os madrileños falaram que iam no bar tomar uma dose. Quando entrei, vi minha mãe, tava pelada e toda fodida, escorrendo várias porras na buceta, sexy e linda. A barraca cheirava a buceta e a gozo.
– Tô morrendo de calor – ela disse – tô suada e cheia de porra, seus amigos cumpriram a promessa e me deram umas boas gozadas. Se você me acompanha, filho, vamos nos refrescar no mar.
– Claro, mãe. Vamos, que eu também tô fervendo.
Saímos da barraca, mas não sem antes minha mãe beijar meus dois amigos na boca, que tinham deixado porra na buceta dela.
– Valeu pelas gozadas, gurias, vocês são uns amores, adoro ser a putinha de vocês. Me diverti pra caralho.
Ela ia enrolada na minha toalha de praia, amarrada por cima dos peitos, cobrindo só os bicos e até a metade da coxa. Não tinha uma iluminação muito forte, mas mesmo assim dava pra ver dois bons regueiros mais brilhantes descendo pela parte de dentro das coxas até os joelhos, sem dúvida a mistura do leite das pirocas e do fluxo que ia saindo da buceta dela. Ainda não era muito tarde e tinha gente nas entradas das barracas e alguns indo e vindo, claro, olhavam pra minha mãe, pros peitos e pras pernas dela.
– Cê tá bem enxarcada de porra, mãe, desde essa tarde de pernas abertas recebendo gozada, sua putinha, já levou 8 gozadas na buceta.
– Hahaha, as contas… adoro ter porra dentro… tanta porra… me excita, sinto escorrendo pelas pernas e me deixa com tesão, filho, você já sabe.
– Puta que pariu, fiquei com um tesão danado quando você comeu com os madrileños. Cê foi mais puta que o normal, e muito obscena. Eles te comeram bem?
– Nada de outro mundo, mas me diverti. Um tem um pauzão bem bom. Muito grosso e grande. Me trataram como uma "putinha gostosa", me diverti, ainda mais porque sabia que você tava gostando...
No caminho entre as lojas, vimos vindo de frente os dois madrileños que voltavam pra loja, pelo jeito de andar, meio tocados.
- Não tá afim de dar de novo, mamãe? Mais umas porradas de leite...
- Uffa, filho... tô com vontade de me refrescar... e tô com vontade de você me foder... depois de tanta pica, tô afim da sua.
- Querida mamãe, você é minha putinha, eu também tô afim de te foder, mas podemos esperar até você levar mais umas gozadas.
- Olha quem vem... hahaha – disse um deles – a senhora mãe e seu querido filho... Já acabaram de foder ela, seus amigos? Hahaha, que puta... eu não cansava tão cedo, com o tanto que ela é gostosa e como ela aguenta – era evidente o estado etílico deles.
- Vamos refrescar no mar um pouco, tá calor e a gente tá suado – falei – por que vocês não vêm também? A gente toma um banho e, quem sabe, vocês não afim de se divertir mais um pouco. Minha mãe é bem disposta.
- Isso sim, dispostíssima, hahaha... e é uma gostosa. E que tesão, casada e quarentona... e com esse corpo – disse um, se aproximando meio cambaleante dela – uma delícia pra satisfazer um homem.
- Hummm, mais de um também... – ela disse, se aproximando mais dele – vocês já sabem – passou a mão no peito do cara, que respondeu tocando um peito dela por cima da toalha.
- Que tesão – disse o outro, se tocando no saco e se aproximando dela também. Meteu a mão na bunda dela, mas não gostou da toalha e levantou, apalpando a bunda dela à vista, quem passava olhava a cena dos dois bêbados apalpando uma coroa – que bundão você tem.
- Então vamos, vambora mamãe – passei o braço na cintura dela e comecei a andar pra praia, eles andavam atrás e bem perto – já viu o sucesso que você faz.
Chegamos na beira da água, minha mãe colocou os pés.
- Uau, que fresca que tá – ela se virou e desfez a toalha, ficando completamente nua, não tinha mais iluminação que a lua mas dava pra ver bem o corpo esplêndido dela, e principalmente, a pose sensual, provocante, que eu sempre vejo nela quando tem homem por perto, ela esticou a toalha na areia com cuidado, e nisso a gente viu a imagem dos peitos grandes e caídos dela – vocês não tiram a roupa e vêm comigo?
- Porra, que peitão, que gostosa, tia – a voz meio pastosa. Ela riu e foi em direção à água dando pulinhos, balançando os peitos exageradamente.
- Se vocês querem, atrevam a vir pra água, hahahaha….
A gente tirou a roupa e largou as coisas na areia rápido, não tinha ninguém por perto, e fomos pra água, claro, nós três em volta da mulher. Eu tava com o pau bem duro mas eles nem tanto, acho que foi o álcool ou a água fria. Um prazer se refrescar e ficar limpo e fresco, principalmente minha mãe, que se esfregava toda, buceta inclusive.
- Que delícia ficar limpinha, e com a água tão fresquinha. Tô novinha.
Eu me aproximei dela e beijei com carinho, resolvi brincar um pouco, me excitava muito e sabia que ela também.
- Já me atrevi a vir pra água – disse o cara – agora quero seus peitos…
- Hahaha…vem buscar…pega se conseguir – minha mãe se jogou pro lado como se fosse sair mas claramente o cara se jogou em cima dela, quando saíram da água ele já tinha pegado um peito dela – hahaha…ok, são seus…você mereceu.
- Gosto de mulher peituda e você tem uns tamanho XXL…hahaha – o cara amassava os peitos dela com vontade, sempre me chamou atenção que minha mãe aguentava esses apertos sem reclamar de dor, outras minas sempre falavam que doía.
O segredo, segundo minha mãe, é a prática, desde novinha que os caras são loucos nos peitos dela e, claro, ela sempre foi de deixar apalpar, chupar e até morder, mesmo antes de perder a virgindade com O pai dela, até me contou uns episódios bem pesados, tipo o de um professor que ela teve quando os peitos começaram a crescer, quase uma menina, que já era mais velho e tinha dificuldade de ereção, sentava ela no colo e passava horas apalpando eles, mas isso não vem ao caso agora.
E depois, foi principalmente depois que pariu eu e meu irmão, que ela ficava muito excitada em ser ordenhada, também fiquei sabendo de umas coisas que nem imaginava, então ela já tava acostumada, claro que todos os caras que tinham comido ela sentiram a mesma vontade que eu de me divertir com os peitos dela, e ela me dizia que não sentia uma dor forte, só um pouquinho que até deixava ela mais excitada. Eu também sabia que foder ela com força ou até com um pouco de violência dava uns orgasmos melhores pra ela.
O cara, bêbado do jeito que tava, apertava os peitos dela e o outro já se mandou.
- Quero minha porção de peito da peituda casada.
- Sem problema, tenho dois e vocês só uma boca cada um – os caras praticamente se jogaram ao mesmo tempo nos bicos lindos da minha mãe, vi as bocas deles engolirem parte dos peitos preciosos dela e ela gemeu baixinho, sorriu pra mim, colocou as mãos na cabeça deles, apertando eles contra os peitos – mmmmm esses meninos gostam de mamar, hein? – os caras apalpavam ela e meteram a mão na buceta dela, pelo gemido da minha mãe soube que tavam enfiando dedo na ppk – aaaah… e não é só dos meus peitos que eles gostam…aaaaaah…
- Vou foder ela agora, do jeito que me deixou, puta. Segura ela que vou enfiar a pica até a garganta.
- Pô, eu também quero foder ela, que o filho dela segure, hahaha… assim ele ajuda a gente a comer a mãe dele gostoso, hahaha…
Fiquei atrás dela e abracei ela pela cintura, meu pau encostado na bunda dela. Ela rebolou. Levantei as mãos e segurei os peitões dela por baixo, olhando pros dois caras.
- Tô muito orgulhoso da minha mãe, vê se fodem ela direito.
- Claro, filho da puta, já vai ver como a gente vai deixar ela chifre no teu pai, hahaha… – dito e feito, ele se meteu entre as coxas da minha mãe, que o envolveu com elas e deu uma sentada forte, ela gemeu, senti o empurrão que ele deu e também o bombeamento depois – porra… toma rola gostosa… certeza que teu marido não te dá o suficiente, hein? Cê precisa de rola alheia…
- AAhhhh… que delícia que cê me dá com essa rola… me deixou toda fodida… isso, isso, continua… meu marido não me dá rola suficiente… aaaahhh
- Porra, deixa eu entrar, mano, tô estourando… – ele afastou o cara que tava fodendo ela e se posicionou no lugar, entre as coxas e, claro, também na buceta dela, dando uma sentada forte, enquanto eu segurava ela – toma, toma rola, vagabunda… porra que tesão… cê gosta, hein?... teu corno não te dá uma rola tão boa, certeza… como eu adoro foder a mulher dele…
- Aaaah siiiim, adoro trocar de rola…. cê me dá uma rola muito melhor que meu marido, siiiim…. continua…. fode a mulher dele…. siiiim
Minha mãe sabe exatamente o que dizer pra cada cara que come ela pra excitar ele. Mas tava me excitando pra caralho também. Começamos a perceber que a água tava fria demais pra aproveitar ao máximo, então decidimos sair.
- Vamos pra fora continuar fodendo essa puta infiel – eles tiveram a ideia de pegar um mamilo cada um e puxar, e claro, minha mãe seguia os mamilos dela.
Chegamos na beira e sentamos todos perto da água. Claro, rodeando ela e as três rolas duras. Minha mãe olhou pra elas encantada.
- Tô cercada de rolas jovens e duras… mmmmmm – disse minha mãe
Ela ficou de quatro e se abaixou até a rola de um deles, o cara se recostou pra trás e deixou minha mãe chupar a rola dele à vontade. Tinha um que realmente tinha uma rola boa, acho que até maior que a minha.
- Engole rola, puta, engole, sua puta fogosa – ele segurou a cabeça dela – Porra, como essa tia mama pica! – era o da rola grossa
- As casadas milf são as mais putas – o outro, falando comigo – e sua mãe é uma das melhores – ele sorriu – porra, mano, cê tá duro, te excita ver sua mãe como uma puta Viciosa. Vem chupar minha pica, sua puta. Viciosa – Minha mãe andou de quatro em direção a ele, que estava um pouco afastado, balançando as tetas enquanto isso, e começou o boquete – Porra... que puta gostosa... que boqueteira do caralho, porra... – era muito excitante ver minha mãe subindo e descendo a cabeça na pica dele.
- Dá uma voltinha até aqui, boqueteira – disse o da pica grossa – que você me deixou triste – minha mãe se virou de quatro e o outro deu um tapa na bunda dela. Ela foi até a pica grossa e chupou de novo – porra... isso é foda... – ele agarrou o cabelo dela e tirou a pica da boca – chupa minhas bolas, puta – empurrou a cabeça dela mais para baixo e minha mãe chupou as bolas dele, as tetas dela já estavam cheias de areia, se arrastando. O cara levantou um pouco a cabeça dela puxando o cabelo e com a outra mão manejou a pica para bater na cara dela como um cassetete, humilhando ela – toma pica, vadia, você gosta? – esfregou bruscamente no rosto dela, e se virando para mim – olha aí, cara, olha como se trata esse tipo de puta... toma pica, você gosta, hein?
- Sim, gosto da sua pica... me dá... me dá mais... – ele dava pica nela, encantado e excitadíssimo por tratá-la assim – que pica dura e grossa você tem...
- Abre a boca, boqueteira, que vou enfiar... ummmmm assim... obediente... engole... tudo, porra... – enfiou até as bolas – deus... essa puta sabe mesmo...
O outro cara se levantou e se ajoelhou atrás dela, abrindo as pernas dela.
- Porra, vou foder ela – agarrou a cintura dela e penetrou a buceta sem mais, minha mãe gemeu ao sentir a pica entrando – porra, que encaixe gostoso, que tesão, já fodi a puta da sua mãe, filho da puta, do jeito que você queria, toma rabo, porca...
O cara fodia ela com ritmo, eu fiquei fascinado de novo vendo minha mãe montada como uma puta e o balanço das tetonas dela, gemendo de prazer enquanto o cara da pica grossa fodia a boca dela. Estavam fodendo ela nos dois buracos ao mesmo tempo.
- Porra, que puta gostosa você tem de mãe, te Gosta de ver ela sendo fodida pelos dois rabos ao mesmo tempo, hein? Tá gostosa assim, feito uma puta, hein? Tá mais duro que eu, cê também queria meter na sua própria mãe…porra, ela chupa que nem uma deusa, não quer chupar o pau do seu filho, putona? – minha mãe negou com a cabeça enquanto chupava o pau do cara – Não? Então fica sem mamada, filho da puta…hahaha
- Porra…que delícia meter o rabo na tia assim…- disse o que tava comendo ela, deu dois tapas na bunda dela – como essa égua fode bem…- se animou e deu mais dois tapas – mexe essa bunda, égua – minha mãe mexia os quadris, uma deusa – porra, como cê gosta, rabuda…- minha mãe gemia, tirou o pau da boca.
- Siimm…eu gosto…eu gosto…- ele deu mais dois tapas na bunda dela – aaaaaaah sim, sim, me fode mais…monta nessa égua…me dá…me dá rabo, filho da puta…
- Troca de pau – disse o cara do pau grosso – empala no meu, putona de festa – o outro saiu dela e ela não demorou pra ficar empalada no pauzão grosso, gemendo alto – porra, que buceta quente, caralho…- enquanto o outro cara ficou de pé na frente e enfiou o pau na boca dela,
Minha mãe mamou ele feliz enquanto quicava no pauzão e gemia de prazer. Tava quente, tava ficando bem putona, o cara da boca segurou a cabeça dela e fodia a boca dela com força. As mãos da minha mãe acariciavam o corpo do cara que dava o pau pra chupar, os quadris, a barriga, as coxas, a bunda, claramente ela gosta dos maus.
- Cê gosta da mamadeira, hein?
O cara que tava comendo ela dava tapas na bunda dela, sem dó, ela quicava num ritmo frenético, a foda cada vez ficava mais violenta, aí o cara que tava comendo ela agarrou os bicos dos peitos dela e puxou, levantando as tetas, ela gemeu alto com a boca cheia de pau, ele soltou, e voltou a brincar levantando e beliscando os bicos, minha mãe começou a mexer os quadris em círculos, sinal que eu conhecia, o orgasmo tava chegando.
O cara que tava comendo ela mudou de puxar os Mamilos batendo nas tetas dela. O cara da boca puxou o cabelo dela e tirou a pica pra fora.
- Você vai engolir todo meu gozo, entendeu, puta? Tô com vontade de gozar na boca de uma mina, não cospe fora… vadia suja, fodida por mil picas…
- Ummmm sim, sim… vou engolir todo seu gozo… goza na minha boca… quero seu sêmen… - o cara deu um tapa leve nela, minha mãe não se cobriu e continuou com as mãos na cintura do cara – aaaaah sim, sim, sou uma vadia suja… - ele deu outro tapa – aaaah chupei mil picas…
- Seu marido é o rei dos corno… - o cara tava louco de tesão, deu outro tapa – toma, Promíscua… adoro foder a mulher dos outros…
- aaaaaaaaaaaaah siiiiiim… me bate, faz meu marido mais corno, filho da puta… me dá pica… - o cara não aguentou mais e enfiou a pica na boca dela
- AAAAAAAAAAAAAAAA siiiiiiiiiiiiiiiim… engole gozo, rabuda, puta… vagabunda… biscate… chupadora de mil picas… chupa… vadiazinha suja, rasteira… - minha mãe recebeu a porra na boca e o cara tava no paraíso, enquanto o da pica grossa tava com ela empalada, batendo nas tetas dela – aaaaaaaaaaaaaaaaa. Porra… porra… tomaaaaaa…
Quando acabou, ele tirou a pica meio mole e minha mãe abriu a boca, mostrando o gozo dele. O filho da puta olhava e não acreditava. Aí minha mãe fechou a boca e saboreou, deixando ele alucinado, e logo engoliu toda a porra.
- Mmmmmm, que delícia… gostei muito do seu gozo… que tesão, engolir porra enquanto me fodem… continua me fodendo… mmmmmm sim… me fode muito bem… siiiim… pica muito boa… adoro ser fodida por uma pica boa…
O cara que tava fodendo ela cansou da posição.
- Vamos pra toalha, puta, você vai saber o que é receber pica – colocou ela de lado e levantou uma perna dela, se encaixou no meio e meteu de uma vez, violentamente, ela gritou.
- Aaaaaaaah, que dura… me machucou, animal… - eu não acreditei, mas o cara ficou frenético fodendo ela, enquanto dava sem dó na bunda dela com a mão e com a outra segurava a perna levantada. - Você é a tia mais puta que já passou por aqui, daquelas que fode com qualquer um… — apertou um peito dela e depois deu um tapa — toma, porca…
- Aaaaaah… eu gosto de foder com qualquer filho da puta que tenha uma rola boa como a sua… me fode… gosto da sua rola na minha buceta de puta… — o cara virou ela de frente e montou de novo com uma boa enfiada de pau — aaaaaaahhh que dor… besta… aaaaaaayyy… como você fode bem, filho da puta… — minha mãe apertava ele contra ela, enrolando as pernas nele, enquanto com as mãos acariciava o peito e os ombros dele — mmmm você é muito gostoso, filho da puta… vai fazer eu gozar, seu arrombado…
- Ainda não, porca… — tirou o pau da buceta dela e se sentou nos calcanhares — você vai me pedir rola e fazer seu filho ver o quão puta a mãe dele pode ser.
- Aah, filho da puta, não tira ele… me fode… faço o que você mandar, mas me fode…
- Abre as pernas, vagabunda, se escancara, segura as pernas pra cima — o cara pegou as mãos da minha mãe e passou entre as pernas dela, fazendo com que ela ficasse escancarada e se segurando aberta com os próprios braços, uma posição humilhante e forçada — assim, pra gente te ver bem, puta viciada… olha sua mãe… diz pro seu filho o que você quer…
- Quero que esse filho da puta me coma… que arrebente minha buceta de porrada de pau…
- Você é minha, puta, sua buceta é minha, e seu corpo é meu, vou fazer o que eu quiser com você…
- Ah sim, sim… sou sua, sua puta… — minha mãe continuava se oferecendo toda escancarada — faz o que quiser comigo… gosto de você… filho da puta… aqui está minha buceta… é sua… meu corpo… é seu… você é o melhor macho… me fode… me dá sua rola… me viola… me machuca… me arrebenta… — realmente minha mãe estava muito excitada, embora eu soubesse que ela exagerava pra nos agradar.
- Que cara de puta você tem… sua buceta é minha — o cara se aproximou e deu dois tapas na buceta dela com as costas da mão, nada leves, por sinal — toma, porca…
- AAAAAAyyy… siiiim… minha buceta é sua… gosto de ser sua puta… me arrebenta… — o cara dava porradas na buceta dela. com o pau dele – AAAAi, aaaaih… uff, que pauzão gostoso… aaaaih… - o cara então colocou as pernas da minha mãe nos ombros dele e apontou o pau pra buceta dela.
- Toma, pau – enfiou de uma vez só, se jogando pra baixo, eu vi que só os ovos ficaram pra fora, minha mãe deu um grito – cê gosta do meu pau, hein? melhor que o do corno do seu maridinho?
- AAAAAAAAgggg… besta! doeu... oooh, sim, que delícia… me machuca… siiiim… que pau bom… muito melhor que o do meu marido, muito… - ela acariciava os ombros e o peito dele – que macho gostoso tá me fodendo… - o cara tirava o pau inteiro e enfiava de novo de uma vez, fazendo minha mãe gritar – aaaaaih… gostei de você, filho da puta… como você me fode bem… sou sua puta… vou gozar…
- Vou encher sua barriga de porra na frente do seu filho, sua puta… vou usar sua mãe pra esvaziar meus ovos, seu corno, ela não passa de uma puta suja fodida com mil gozos na buceta… e você, puta de festa, vai levar minha porra pro seu corno, sua gostosa… - ele metia forte e sem mais, deu um tapa na cara dela – por ser infiel, sua vadia.
Minha mãe, toda excitada, e pela primeira vez que eu via, devolveu o tapa.
- Por ser um filho da puta comedor de mãe e mulher casada – o cara ficou parado, mas dobrou o ritmo e bateu de novo na minha mãe, o que acabou desencadeando um orgasmo foda nela, enquanto o cara gozava na barriga dela, bufando e gritando
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAH…
- Putaaaaaaaaaaaaaaaaaa…
Minha mãe ficou um tempão gozando, mexendo a buceta contra o pau que tava fodendo ela, o cara já tinha terminado e minha mãe continuava, continuava, os olhos fechados, gemendo… o corpo tremendo, os peitos balançando como pudim… poucas vezes eu tinha visto ela assim. Minha mãe baixou as pernas, com um suspiro. Ficaram um tempo na mesma posição, o cara em cima dela, entre as coxas dela, respirando pesado.
- Que mulher, meuuu deus!
- E que macho garanhão me comeu!
Eles relaxaram, o único que tava ansioso era eu, tava doendo pra caralho. pau e os ovos, mas eu esperava.
Minha mãe se levantou e caminhou até a água, entrando até a cintura e se molhou toda. Ela massageou a buceta e os peitos. Ajoelhou-se na água, olhando pra gente, estava radiante e curtindo o frescor do mar. Os caras também chegaram perto da beira.
- Sabe o que faltava pra completar tudo? – eles falaram
- Me diz
- Que você segurasse nossa pica enquanto a gente mija
- Kkkkk... mas que porcos vocês são... não tô a fim de me mexer, vocês me deixaram dolorida, se acabaram de me bater gostoso...
- E o quanto você curtiu, Promíscua... kkkkk... se ficar aí a gente vai mijar em cima de você.
- Não vão ser os primeiros.
- Porra... então toma.
Mijaram na cara e nos peitos dela, os dois ao mesmo tempo, um mijão bem gostoso. Eu ainda não tinha feito e fiquei ainda mais excitado vendo ela nessa situação tão humilhante. No final, ela mergulhou pra se limpar e saiu.
Ela sentou na toalha. Os caras falaram que iam dormir, agora que já tinham transado bem, e foram embora sem mais.
Sem dizer nada, eu beijei ela, chupei a boca dela, acariciei, ela também fez o mesmo comigo, meu rosto, meu peito, minha pica.
Ela abaixou a cabeça e chupou um pouco, depois eu abri as pernas dela e comi a buceta dela devagar e por um bom tempo, senti o clitóris dela crescer de novo, era incrível minha mãe, daí a pouco ela falou.
- Me fode, filho, preciso da sua pica, não come mais minha buceta, preciso dela cheia, preciso de um bom macho de novo. Nenhum melhor que você, seu safado, meu próprio filho, fode com a mamãe, me dá pica, enfia essa pica que eu tanto gosto. Não me faz esperar mais... ummm... dá pica pra mamãe...
- Que puta gostosa você é, mamãe. Olha só, já levou várias picas e ainda quer mais. – subi em cima dela e enfiei de uma vez, ela gritou de novo.
- AAAAh filho... filho... que pica boa... meu macho preferido... ooh que delícia... – ela me olhava e me acariciava – você é o melhor... ummmm... que sorte que eu tenho... e que gostoso você é... vou gozar com meu macho... adoro ser sua mulher... me excita ter te parido... ter parido meu próprio garanhão... tô com você dentro de novo... ummm que delícia, seu filho da puta…que gostoso você me foder…
- Minha mãe, minha mulher – ele metia – minha mulher, minha puta…tão fodida, tão cheia de porra e até mijada…minha mãe linda…peituda…desejada e comida por todos…vou te encher de porra agora mesmo…outra gozada no fundo da sua buceta…
--Siiiiim, filho, siiiiiim…me dá pau, filho da puta, me dá porra, me dá mais porra…meteram muita porra em mim hoje….aaaaaaaaaaaaaaaa…to gozandooooooooooNem preciso explicar como a gente ficou, exaustos. Depois de outro banhozinho, fomos dormir. Quando chegamos perto do camping, esbarramos na mina da barraca ao lado, que tava indo pro banheiro. Batemos um papo rapidinho, conversa bem suculenta. Mas fomos dormir. No dia seguinte, minha mãe foi embora, e eu já tava pensando em como ia dar um jeito com a mina. E é assim que termina esse meu post. Você vai ler até a próxima. Valeu pela espera e, como sempre, continua...
(CONTINUA...)
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