uma noite inesquecível

http://link:[/swf]http://http://[/swf]http://Uma noite inesquecível, depois de uma semana cheia de trabalho, chegou a sexta-feira e eu já estava em casa, livre de roupas, pronta para um bom banho e pedir ao Jorge, meu marido, para me convidar para tomar um café. Mandei uma mensagem pelo meu celular e em minutos ele respondeu que não tinha problemas e, entre asteriscos, "Só café". A verdade é que eu estava com muita vontade, comecei a preparar minha roupa um pouco indecisa, já que o tempo estava nublado com uma chuva fina, e eu pensando em colocar um vestido bem provocante, uma calça leggings bem ousada ou a tradicional calça jeans. De repente, ouvi o som do meu celular – ufa, meu marido já está vindo e eu só de calcinha! Mas não era o Jorge, era a Cristina, uma amiga do colégio. Em poucos minutos, ela me atualizou sobre todas as novidades das nossas amigas. A ligação era para que eu fosse à casa dela hoje à noite, onde estariam várias das nossas amigas. Pedi mil desculpas, mas disse que já tinha compromisso com o Jorge de sair. Ela continuou insistindo, e eu disse que sim, sem muito entusiasmo, porque minha mente e meu corpo estavam focados no meu marido. Liguei para ele e, com uma voz bem sensual para que ele não se alterasse e dissesse algumas palavras fora de contexto, expliquei o que tinha acontecido, mas que o café e algo mais ainda estavam latentes, e que eu o chamaria para me resgatar das minhas amigas. Bom, já estava na casa da Cristina, aparentemente fui a primeira a chegar. Nos abraçamos, nos beijamos, ela me olhou muito surpresa e disse: "Você está muito linda, muito sexy, hoje à noite seu marido perde". Mas eu me preparei para o Jorge. O interfone tocou, chegou a Alma, a solteirona do grupo. Depois chegaram a Joanna, a Mariza, a Marta, a Karina, a Carolina. A Marta perguntou pelo Juan, marido da Cristina, que respondeu sorrindo: "Mandei ele pescar, o estranho é que ele esqueceu as varas..." Bom, começou o diálogo, muito agradável e cheio de novidades. Os minutos foram passando e o pequeno bar, que estava cheio de bebidas, especialmente fernet, foi diminuindo. Bom, várias de nós, incluindo eu, já estávamos um... Um pouco alteradas pela bebida, olhei meu celular e comecei a enviar uma mensagem para o Jorge quando, em segundos, a Marta arrancou ele da minha mão. "Nada de celulares, ainda é cedo", disse a Cristina, toda animada. "Meninas atraentes, vamos mexer esses corpos até o Morfeo, que fica a poucas quadras daqui". Todas concordaram: "Vamos!". Partimos rumo ao Morfeo, pequeno mas muito bem montado, um pouco lotado, música excelente, um ambiente onde várias mulheres se divertiam num karaokê. De repente, as luzes se apagaram e o palco foi iluminado, a música mudou e dois jovens saíram para apresentar seu espetáculo. Todas avançaram para se posicionar o mais perto possível e os gritos começaram. Aproveitei e recuperei meu celular. Como estava escuro, fui até o balcão onde um garçom muito cortês me ofereceu uma bebida. Pedi um bom drink para encerrar a noite. Ele sorriu e preparou um trago muito gostoso, mas bem forte. Perguntei seu nome: "Luis", disse ele. "E o drink? Doce María, cortesia da casa". Bebi e me posicionei mais ao lado direito do balcão, que por sinal era meio circular, para poder enviar a mensagem de socorro ao Jorge. Quando comecei a formar as palavras, uma cortina entreaberta se moveu na minha frente e, a menos de um metro e meio, havia um homem da minha idade sentado numa poltrona e uma mulher muito sensual acariciando seus testículos com a língua. Da base daquele pau bem ereto, ela ia muito, muito suavemente até a cabeça. Seus lábios levavam toda aquela virilidade para dentro da boca. Ela levantava a cabeça com calma e voltava com a língua para a base, onde parava com pequenas mordidas. Levantei o olhar e tentei enviar a mensagem, mas a tentação de ver aquela mulher trabalhando naquele pau como uma artista, e ver o tamanho que ele tomava, era grande. Continuei olhando. Os lábios dela indicavam o caminho, sua boca desaparecia e depois revelava novamente o pau ereto. Sua língua percorria ele de novo. A excitação daquele homem era tanta que suas mãos se agarravam... De repente, senti no sofá uma sensação de estar sendo observada. Levantei o olhar e ele me encarava como se eu estivesse oferecendo um espetáculo privado só para ele. Senti uma onda de vergonha e baixei a vista para seus genitais... quando um gemido muito agitado — "sim, sim, SIM!" — começou e, como um vulcão, terminou no rosto daquela mulher. A sensação de vergonha se transformou num calor que havia encharcado toda a minha vulva. Antes que alguém me visse ou que o senhor se levantasse, eu saí e me misturei entre as garotas.

Cheguei em casa muito tarde. Tomei um banho bem frio — bom, maneira de dizer, a quente era eu. Deitei ao lado do meu marido, não quis acordá-lo, mas vontade não me faltava. Não conseguia dormir, não conseguia tirar da cabeça aquela mulher e os olhos daquele homem no meu rosto. E minha buceta voltava a ficar molhada.

Quando acordei, Jorge já tinha saído, como todos os sábados, para jogar seu esporte favorito e voltaria ao entardecer. Levantei, tomei um banho e fui ao cabeleireiro e me depilar. Quando voltava, Jorge me ligou e pediu que preparasse saladas porque à noite iam se reunir em casa para ver a luta. Disse que sim, mas não gostei da ideia — eu estava com muito tesão e queria tê-lo só para mim.

Cheguei em casa, tomei uns mates, comecei com as saladas, coloquei bebidas para gelar e preparei a mesa para 10 ou 12 pessoas. Às 10, chegou Jorge com três amigos — dois eu conhecia, o terceiro não, mas me surpreendi: era o senhor da outra noite. "Que fria," disse Roberto, "um prazer." Eu não respondi, não conseguia falar. Que papelão! Minha mente viajava a mil. Ele teria me reconhecido? O que estaria pensando? Baixei o olhar e disse: "Mabel, prazer." Continuei com os preparativos enquanto chegavam os outros amigos, Jorge acendendo o fogo e temperando a carne.

Chamei ele e disse que, se precisasse de mais alguma coisa, eu estaria no quarto, que não tinha apetite, mas que quando tudo acabasse me acordasse. Ele me deu um beijo e disse: "Talvez." Tomei um banho, passei creme da cabeça aos pés, coloquei... uma calcinha preta e um camisolão de seda branco bem transparente, me deitei sem conseguir dormir, estava bloqueada pelo que aconteceu na noite anterior e não sabia como explicar. Cada vez que lembrava, meu corpo esquentava e minha buceta ficava molhada. Consegui dormir, mas por volta das 3 da manhã, Jorge me acordou perguntando por algum remédio para o fígado, porque um amigo estava passando mal. Disse que na geladeira tinha uma caixa cinza com as instruções, e caí num sono profundo. Algumas horas depois, acordei com calor e sede. Acendi a luz: Jorge estava profundamente dormido, aparentemente "tomadinho". Apaguei a luz e fui à geladeira pegar água fresca, quando de repente vi uma silhueta. Me assustei: era Roberto. Ele pediu desculpas se me tinha assustado. "Jorge me ofereceu ficar até me sentir melhor, já estou indo". Voltei a sentir uma sensação muito estranha percorrendo meu corpo, que não me deixava me mover. Idiota de mim, a luz da geladeira refletia meu corpo nu, só com uma calcinha fio dental bem provocante. Quando senti as mãos de Roberto nos meus quadris, e enquanto ele falava no meu ouvido, aproximou minhas nádegas do seu pau. Ele disse: "Não consegui te esquecer, e hoje o destino me trouxe aqui". Não sabia o que fazer, se gritar... Não podia me virar, porque ele me envolveu com os braços enquanto acariciava meu corpo. Comecei a suar, e era tanto meu tesão que me deixei levar até a sala. Comecei a lembrar daquela mulher. Sentei no sofá, e ele começou a soltar a calça, deixando seu pau à vista. Se aproximou, acariciou meus seios, e comecei a chupá-lo da mesma maneira que aquela artista do sexo oral. Me sentia toda molhada, um pouco assustada se o Jorge nos pegasse, mas não conseguia parar. Queria sentir aquela rola, que não saía da minha mente, explodir. Quando de repente levantei o olhar e vi Jorge, pasmo, me encarando. Roberto, muito astuto, disse: "Amigo, vem cá e vamos dar UMA NOITE INESQUECÍVEL para sua mulher". Olhei para ele sem tirar essa pica da minha boca e com a mão... Pedia que Jorge se aproximasse com passos bem lentos, acariciando o pau. Ele veio, eu me levantei, pedi para Roberto sentar no sofá e mordi o pau dele em sinal de agradecimento. Jorge se posicionou atrás e começou a acariciar minhas nádegas, tirou meu camisola, beijou minhas costas e destruiu minha calcinha. Beijava minhas nádegas e começou a passar os dedos pela minha boceta molhada. Entre balbucios, pedia para ele arrombar minha bunda bem devagar enquanto acariciava o pênis dele e mordia o pau do Roberto. Sem hesitar, Jorge começou a introduzir sua humanidade na minha bunda e, quanto mais penetrava, maior dimensão tomava. Mordia o pau do Roberto, que com as mãos se agarrava nos meus ombros. Quando senti o pau todo dentro, a tesão era tanta que comecei a gozar, destruindo o pau do Roberto, cujo tamanho era tanto que explodiu no meu rosto. Eu comecei a gozar de novo e senti o pau do Jorge derramar a porra na minha bunda. Fiquei como louca, me virei e comecei a chupar o pau dele que ainda estava cheio de gozo. Beijava desde a base até a cabeça e a perdia na minha boca. Em poucos segundos notei o pênis dele mais ereto e ele gozando como nunca. Roberto se levantou e nos levou até o sofá grande. Jorge se ajoelhou na minha frente – eu não parava de chupar – e Roberto na minha bunda. Beijava freneticamente, tentei alcançar o pênis dele, apertei com vontade e começou a esquentar. Ele gritou e colocou na minha boceta com muita força, mas bem devagar, introduziu até sentir as bolas roçando meu corpo. A minha tesão era tanta que sentia os dois pênis e não queria perder nenhum. Comecei a cavar uma e outra vez, senti que Jorge estava no ponto máximo, apertei com os lábios aquela cabeça e jorrou porra por todo meu rosto. Roberto, enlouquecido, apertava meus quadris e gozou nas minhas nádegas. Me levantei exausta, cheia de porra, dei um beijo no Jorge e uma carícia no Roberto e fui direto ao banho tomar um ducha – merecida. Me deixei cair na cama, quando horas depois, ainda dormindo, senti nos meus lábios algo... molhada eu acordei, era Roberto tentando introduzir seu pau nos meus lábios enquanto Jorge dormia ao meu lado, eu estava indo embora e queria me despedir, beijei o pau dele para dar tchau quando notei que meu marido estava me acariciando. Me coloquei em uma posição melhor para aproveitar o pau do Roberto e penetrar o do Jorge em mim, use a palavra: buceta. Ele pediu ao Roberto para trocar de posição porque queria me aproveitar pela boca e Roberto disse: não posso ir embora sem ter essa raba. Ele me beliscou, deu algumas palmadas nas minhas nádegas no nível de carícia e minha bundinha começou a sofrer. Eu, como nunca insaciável, chupava o pau do Jorge e em minutos comecei a gozar uma e outra vez, quando no meu tesão mordi sem piedade aquele pedaço de pau que derramava seu sêmen nos meus lábios. Roberto gritava sem pudor: que puta safada! Quando notei que ele estava prestes a gozar, levei ele até meus peitos e deixei ele terminar. Que noite e lindo despertar, REALMENTE INESQUECÍVEL.

Mabel, 49 anos, uma noite muito especial, não vou esquecer nem o "te amo" do Jorge.[/swf]

3 comentários - uma noite inesquecível

Excelente relato. Que lindo una noche así.
Terrible relato, así me gustaría enfistarla a mi mujer o verla como l cojen dos pijudos.