Fala, galera! Vou compartilhar um relato quente de uma amiga minha! Espero que vocês gostem!
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A verdade é que nunca imaginei que uma coisa dessas pudesse acontecer comigo. Nem comigo nem com minhas amigas. E olha que conheço elas há quase a vida toda. Fizemos o ensino fundamental e médio juntas em Córdoba, e continuamos nos vendo quando todas começamos a faculdade. Já estamos perto dos 30, mas nenhuma é casada.
As quatro tentamos manter a forma indo juntas pra academia: Carolina, Sabrina, Lara e eu.
Meu nome é Lorena e isso aconteceu há mais ou menos um ano no sítio que um cara amigo nosso tem em Río Ceballos, a uns 30 km da capital cordobesa.
Nunca fomos daquelas grupinhos de meninas fogosas que ficam enchendo o saco dos caras de calcinha e top apertado.
Todas temos um corpinho bom, mas não somos de exibir. A gente gostava de se vestir bem (ainda gosta), mas sensual com sutileza, não feito umas putinhas que querem que fiquem realçando as tetas ou a bunda que têm. A gente tem uma autoestima bem alta, mas tenho certeza que ninguém entrou aqui pra fazer análise de personalidade, então vou continuar o relato:
Num fim de semana prolongado, combinamos com um grupo de amigos da Sabri da faculdade de ir pro sítio do Javier na serra. Como a gente ia ser quatro, achei que eles também seriam, mas um convidado desistiu de última hora e só iam três: Javier (o dono da casa), Martín e Seba.
Os caras eram bem gatos. Estudavam todos ciências econômicas com a Sabrina, como já falei, jogavam futebol, então tinham corpos bem atléticos, sem ser desproporcionais.
Assim, partimos pro sítio no carro da Caro.
Era pleno janeiro, então a onda de calor tava pegando fogo: quase quarenta graus de sensação térmica.
Mal chegamos, cumprimentamos os caras e fomos literalmente de Cabeça na piscina.
Eu conhecia os caras de umas prévias e já tinha intimidade, mas percebi que o Seba me olhava demais… talvez porque era a primeira vez que me via de biquíni.
Não vou me gabar do meu corpo. Tenho umas medidas normais, exceto os peitos. Um pouco grandes, mas já deixaram de ser um complexo faz tempo. Eu sabia que as outras me invejavam (a Lari até tinha operado os dela), mas todas éramos peitudas. De baixo também não estávamos tão mal. A gente percebia pelo jeito que os caras olhavam quando a gente saía da piscina.
A Lara sempre foi, das três, a mais ousada. Adorava falar de sexo e se autoelogiava os peitos turbinados. Naquele momento, ela estava no auge: ao perceber que os caras estavam de olho na bunda dela, a safada saía da piscina rebolando disfarçadamente e sorrindo.
Os caras começaram a cochichar entre si enquanto admiravam a raba da Lari no sol, escorrendo água.
De canto de olho, eu e a Sabrina nos olhamos e sorrimos, sem graça. A Lara estava provocando mais do que devia, então a gente se perguntava se tudo aquilo numa chácara perdida no meio da serra com três caras sozinhos e excitados era uma boa ideia… enquanto a Caro, inocente e recatada como era, continuava tomando sol sem perceber nada.
Num momento, a Lara chegou perto da gente:
— Gente, os caras tão de pau duro…
— Continua assim e a gente volta pro Rio violada — respondeu a Lorena, desafiadora.
— Idiota, são amigos, não vão se passar.
— Isso você não sabe — intervim — mas, por via das dúvidas, para de esquentar eles, faz o favor.
— Calma, calma — entrou a Lari — vocês vieram aqui pra quê? É óbvio que a gente vai transar! A única coisa que tô fazendo é economizar tempo pra nós quatro… bom, pra três, porque essa — disse apontando pra Caro, deitada no sol — acho que não vai ter coragem de fazer nada.
Nenhuma das duas respondeu, talvez sabendo que a situação já tinha nos excitado mais do que devia.
Eu via os caras trocando olhares Bola de futebol. O suor começava a banhar eles… e eu me imaginei com o Seba numa cama.
Aí começou a dar merda. Eu sabia que não ia me acalmar até dar uma apalpada, então falei que ia no banheiro e entrei em casa.
Já no banheiro, desci a calcinha da minha sunga e sentei no vaso. Soltei meus peitos de dentro da alça e comecei a me tocar devagar. Era inacreditável como minha pussy tinha molhado, então comecei a enfiar um, dois e depois três dedos. Mordia os lábios pra não gemer, mas suspirava bem alto. Devagar, e com a lubrificação da pussy, comecei a me dedilhar devagar o cu. Nunca tinha tido sexo anal na minha vida. Era uma das fantasias que ainda faltavam, mas nenhum dos caras com quem tinha estado foi suave o bastante.
Naquele momento, pensando nos abdominais e no baita volume do Seba, me imaginei de quatro com ele entrando devagar por trás… e comecei a me foder a pussy cada vez mais rápido. Tava quase gozando quando ouvi a porta se mexer. No meio do meu tesão, não tinha percebido que tinha deixado ela entreaberta, e tinha alguém ali atrás.
Brava, achando que era um dos punheteiros dos meus amigos, abri a porta de uma vez… e vi a santinha da Carolina me espiando!
No começo, nenhuma das duas soube bem como reagir. Os olhos dela encheram de lágrimas e ela começou a fazer biquinho, igual uma criança que sabe que fez merda.
— Me desculpa, Lore, eu… não sabia que você ainda tava aqui. Te ouvi gemer e pensei que…
— Tá tudo bem, Caro, não precisa fazer drama.
— Não, fui sem noção… já vou, me desculpa — ela falou, enquanto continuava chorando igual uma criancinha.
Ver ela daquele jeito, toda lágrimas e inocência, junto com o fato de que eu não tinha gozado, e pensando no Seba me comendo de booty, me fez perder a cabeça. Eu tava abraçada com a Caro tentando acalmar ela, mas sentia ela colada em mim e isso me decidiu de vez. Meti ela pra dentro. banho e tranquei a porta.
— Sabe o que eu tava fazendo?
— Sim, burra, óbvio, cê tava batendo uma.
Eu ri, era estranho ouvir ela falar assim, justo ela que não perdia um episódio de “Vampire Diaries”.
— Sim, tava me tocando porque fiquei com muito tesão por causa do Seba e do calor, hehe… e já que cê é minha amiga, Caro — falei, encarando ela —, cê vai me ajudar.
Ela ficou quieta, me olhando. Ainda estávamos abraçadas, então sem pensar muito, aproximei minha boca da dela e beijei. De leve no começo, percebi que ela ficou tensa, mas não fez nenhum esforço real pra se afastar. Só por precaução, segurei a nuca dela, intensificando o beijo e enfiando devagar toda minha língua na boquinha dela.
Caro arregalou os olhos, mas não se afastou. Eu encarei isso como um convite e comecei a acariciar a bunda dela devagar. Das quatro, Caro tinha a bunda mais redonda e durinha. Tinha namorado por muito tempo, mas já tinha terminado. Não pude deixar de pensar se o ex dela tinha feito aquela raba tão gostosa.
Continuei acariciando e beijando ela. Meus dedos começaram a se infiltrar na buceta dela, que tava encharcada. Peguei a mão dela e guiei até minha virilha. Caro começou a bater uma, rápido e sem experiência.
— Shhh… — falei —, cê tem que ir devagar, docinho.
— Ai, desculpa… — ela falou baixinho, procurando minha boca de novo.
Sem saber direito o que tava fazendo, puxei a calcinha de Caro pra baixo e virei ela de costas contra a parede.
— Caro, fica um pouquinho assim virada, tá?
— S… sim — ela respondeu entre suspiros.
Rindo pra mim mesma (nunca tinha ficado com outra mina, mas sempre me deu tesão a ideia), comecei a beijar as costas de Caro até chegar na bunda dela. Com a pontinha da língua, desci até a buceta dela e comecei a percorrer de cima pra baixo.
Carinha mordia os dedos e apertava o rosto contra a parede pra segurar a vontade de gritar.
— Caro? — perguntei.
— Mmmm? — ela respondeu, parecia frustrada porque eu tinha parado.
— Já te comeram alguma vez?
— Ai, não! Que nojo!
— Como assim Sabe que é uma merda? — perguntei enquanto enfiava devagar um dedo na buceta dela. Caro já não gemia, mas mexia a bunda devagar, acompanhando meus movimentos.
— Porque sim, burra, sei lá… não gosto…
— Vou fazer a sua bundinha agora, Caro.
— Ai… não, não sei… — ela disse. Dava pra ver que tava gostando bastante do dedinho.
— Me escuta, Seba é uma delícia, e tenho certeza que quer me comer… mas nunca fiz pelo cu. Se eu te ajudar agora, você me ajuda depois, combinado?
— Ai, burra, isso é muito louco… não consigo nem pensar.
Quando ela disse isso, abri devagar as nádegas dela com uma mão e comecei a enfiar o dedo mais forte.
— Ai! Ai, sim, não para!
— Você vai me ajudar?
— Sim, sim, mas continua! Continua que eu vou gozar, sua puta!
Tirei os dedos da buceta dela e abri as bundinhas com as duas mãos. Era uma vista linda, então, sem mais enrolação, afundei a cara naquele cu perfeito e comecei a lamber o buraquinho da bunda de uma das minhas melhores amigas.
— Aii, por favor… que puta você é… — Caro não parava de gemer — que puta… chupa, chupa bem, Lore.
— Mmmm, chupar o quê, Caro? — falei entre as lambidas.
— O cu — ela disse baixinho, rindo, enquanto continuava reclamando — chupa bem o meu cu, que eu adoro.
Continuei lambendo aquele cu lindo enquanto enfiava os dedos na Caro. No momento em que ela pegou uma toalha e afundou a cara pra gritar, soube que tinha gozado.
— Minha vez — falei, me ajoelhando de quatro como dava em cima do vaso, com a bunda bem empinada.
Caro me olhou, sorrindo tímida.
— Tá, mas… o que eu faço?
— Me chupa toda de cima a baixo igual eu fiz com você… usando bastante saliva, Caro.
Ela obedeceu, e quase enlouqueci quando comecei a sentir a língua da minha amiga percorrendo toda a minha racha primeiro, pra depois se enfiar na minha buceta, dando lambidas, abrindo com os dedos…
— Assim… assim, Carito… continua me chupando assim, bebê… assim.
Caro ria entre os dentes. Era óbvio que a A situação tava deixando ela muito excitada. Quase sem falar nada, e quando ela já tinha os dedos bem lubrificados de tanto dedar minha buceta, começou a fazer circulinhos ao redor do meu cu.
— Upa, já estamos?
— Não dá pra perder tempo, né? — ela disse enquanto empurrava devagar, começando a enfiar a ponta do dedinho.
Foi impressionante como começou a entrar rápido… acho que pelo tesão eu quase não sentia dor. Só uma pressão bem gostosa no meu rabo… eu tava me transformando numa viciada em cu.
Caro continuava enfiando o dedo bem fundo no meu cool. Me virei pra olhar pra ela e vi que ela tava com uma cara de surpresa que na hora me pareceu super engraçada.
— Boluuuuda, ele tá engolindo tudo — ela falou, e caiu na risada de novo.
Ela começou a me comer cada vez mais forte, enquanto eu gemia e apertava meus peitos pra acelerar o orgasmo, que eu já sentia chegando.
Ela percebeu e me passou a toalha que tinha usado antes. Tampei o rosto e comecei a gozar. Sentia minha buceta se enchendo de fluido, molhando a carinha da Caro, mas ela não se afastou. Pelo contrário… enterrou o rosto e me lambeu com mais força enquanto enfiava o dedo no meu cu.
— Caro, enfia os dedos nos dois buraquinhos, por favor — falei entre suspiros.
Ela sorriu, se afastou um pouquinho e começou a me dedar na buceta e no cu, com os dedos indicadores de cada mão. Naquele momento, enquanto começava a curtir o primeiro orgasmo do fim de semana, eu soube que não ia sair dali até sentir uma rola no cu e outra na buceta ao mesmo tempo.
— Ai, vai, vagabunda! Vai com tudo que eu tô gozando!
Caro tinha ficado excitada de novo.
— Isso, vai, Lore… vai, puta, goza… goza, vai.
Enterrei o rosto na toalha e gozei, soltando um jato de fluido na carinha da minha amiga, que tirou a toalha pra se limpar, enquanto ria.
Um tempo depois, já recuperadas, juramos nunca contar pra ninguém.
Mas aí, eu fiquei dura quando abri a porta e vi os três caras: Javier, Martín e Seba, que estavam rindo junto com a Lara e a Sabrina.
—Vocês se divertiram, meninas?
—Deu pra ouvir tudo!
A Caro estava pálida, mas eu abracei ela pra acalmar, e depois de trocar olhares com as minas, todo mundo começou a rir.
Na mesma hora, tomando a iniciativa, peguei no volume do Seba por cima da sunga dele e levei ele pra sala.
Me virei e vi que todos e todas estavam me seguindo, com o tesão marcado a fogo na cara.
Era hora do bagulho ficar louco.
Se curtiram, eu posto a segunda parte. Valeu!
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A verdade é que nunca imaginei que uma coisa dessas pudesse acontecer comigo. Nem comigo nem com minhas amigas. E olha que conheço elas há quase a vida toda. Fizemos o ensino fundamental e médio juntas em Córdoba, e continuamos nos vendo quando todas começamos a faculdade. Já estamos perto dos 30, mas nenhuma é casada.
As quatro tentamos manter a forma indo juntas pra academia: Carolina, Sabrina, Lara e eu.
Meu nome é Lorena e isso aconteceu há mais ou menos um ano no sítio que um cara amigo nosso tem em Río Ceballos, a uns 30 km da capital cordobesa.
Nunca fomos daquelas grupinhos de meninas fogosas que ficam enchendo o saco dos caras de calcinha e top apertado.
Todas temos um corpinho bom, mas não somos de exibir. A gente gostava de se vestir bem (ainda gosta), mas sensual com sutileza, não feito umas putinhas que querem que fiquem realçando as tetas ou a bunda que têm. A gente tem uma autoestima bem alta, mas tenho certeza que ninguém entrou aqui pra fazer análise de personalidade, então vou continuar o relato:
Num fim de semana prolongado, combinamos com um grupo de amigos da Sabri da faculdade de ir pro sítio do Javier na serra. Como a gente ia ser quatro, achei que eles também seriam, mas um convidado desistiu de última hora e só iam três: Javier (o dono da casa), Martín e Seba.
Os caras eram bem gatos. Estudavam todos ciências econômicas com a Sabrina, como já falei, jogavam futebol, então tinham corpos bem atléticos, sem ser desproporcionais.
Assim, partimos pro sítio no carro da Caro.
Era pleno janeiro, então a onda de calor tava pegando fogo: quase quarenta graus de sensação térmica.
Mal chegamos, cumprimentamos os caras e fomos literalmente de Cabeça na piscina.
Eu conhecia os caras de umas prévias e já tinha intimidade, mas percebi que o Seba me olhava demais… talvez porque era a primeira vez que me via de biquíni.
Não vou me gabar do meu corpo. Tenho umas medidas normais, exceto os peitos. Um pouco grandes, mas já deixaram de ser um complexo faz tempo. Eu sabia que as outras me invejavam (a Lari até tinha operado os dela), mas todas éramos peitudas. De baixo também não estávamos tão mal. A gente percebia pelo jeito que os caras olhavam quando a gente saía da piscina.
A Lara sempre foi, das três, a mais ousada. Adorava falar de sexo e se autoelogiava os peitos turbinados. Naquele momento, ela estava no auge: ao perceber que os caras estavam de olho na bunda dela, a safada saía da piscina rebolando disfarçadamente e sorrindo.
Os caras começaram a cochichar entre si enquanto admiravam a raba da Lari no sol, escorrendo água.
De canto de olho, eu e a Sabrina nos olhamos e sorrimos, sem graça. A Lara estava provocando mais do que devia, então a gente se perguntava se tudo aquilo numa chácara perdida no meio da serra com três caras sozinhos e excitados era uma boa ideia… enquanto a Caro, inocente e recatada como era, continuava tomando sol sem perceber nada.
Num momento, a Lara chegou perto da gente:
— Gente, os caras tão de pau duro…
— Continua assim e a gente volta pro Rio violada — respondeu a Lorena, desafiadora.
— Idiota, são amigos, não vão se passar.
— Isso você não sabe — intervim — mas, por via das dúvidas, para de esquentar eles, faz o favor.
— Calma, calma — entrou a Lari — vocês vieram aqui pra quê? É óbvio que a gente vai transar! A única coisa que tô fazendo é economizar tempo pra nós quatro… bom, pra três, porque essa — disse apontando pra Caro, deitada no sol — acho que não vai ter coragem de fazer nada.
Nenhuma das duas respondeu, talvez sabendo que a situação já tinha nos excitado mais do que devia.
Eu via os caras trocando olhares Bola de futebol. O suor começava a banhar eles… e eu me imaginei com o Seba numa cama.
Aí começou a dar merda. Eu sabia que não ia me acalmar até dar uma apalpada, então falei que ia no banheiro e entrei em casa.
Já no banheiro, desci a calcinha da minha sunga e sentei no vaso. Soltei meus peitos de dentro da alça e comecei a me tocar devagar. Era inacreditável como minha pussy tinha molhado, então comecei a enfiar um, dois e depois três dedos. Mordia os lábios pra não gemer, mas suspirava bem alto. Devagar, e com a lubrificação da pussy, comecei a me dedilhar devagar o cu. Nunca tinha tido sexo anal na minha vida. Era uma das fantasias que ainda faltavam, mas nenhum dos caras com quem tinha estado foi suave o bastante.
Naquele momento, pensando nos abdominais e no baita volume do Seba, me imaginei de quatro com ele entrando devagar por trás… e comecei a me foder a pussy cada vez mais rápido. Tava quase gozando quando ouvi a porta se mexer. No meio do meu tesão, não tinha percebido que tinha deixado ela entreaberta, e tinha alguém ali atrás.
Brava, achando que era um dos punheteiros dos meus amigos, abri a porta de uma vez… e vi a santinha da Carolina me espiando!
No começo, nenhuma das duas soube bem como reagir. Os olhos dela encheram de lágrimas e ela começou a fazer biquinho, igual uma criança que sabe que fez merda.
— Me desculpa, Lore, eu… não sabia que você ainda tava aqui. Te ouvi gemer e pensei que…
— Tá tudo bem, Caro, não precisa fazer drama.
— Não, fui sem noção… já vou, me desculpa — ela falou, enquanto continuava chorando igual uma criancinha.
Ver ela daquele jeito, toda lágrimas e inocência, junto com o fato de que eu não tinha gozado, e pensando no Seba me comendo de booty, me fez perder a cabeça. Eu tava abraçada com a Caro tentando acalmar ela, mas sentia ela colada em mim e isso me decidiu de vez. Meti ela pra dentro. banho e tranquei a porta.
— Sabe o que eu tava fazendo?
— Sim, burra, óbvio, cê tava batendo uma.
Eu ri, era estranho ouvir ela falar assim, justo ela que não perdia um episódio de “Vampire Diaries”.
— Sim, tava me tocando porque fiquei com muito tesão por causa do Seba e do calor, hehe… e já que cê é minha amiga, Caro — falei, encarando ela —, cê vai me ajudar.
Ela ficou quieta, me olhando. Ainda estávamos abraçadas, então sem pensar muito, aproximei minha boca da dela e beijei. De leve no começo, percebi que ela ficou tensa, mas não fez nenhum esforço real pra se afastar. Só por precaução, segurei a nuca dela, intensificando o beijo e enfiando devagar toda minha língua na boquinha dela.
Caro arregalou os olhos, mas não se afastou. Eu encarei isso como um convite e comecei a acariciar a bunda dela devagar. Das quatro, Caro tinha a bunda mais redonda e durinha. Tinha namorado por muito tempo, mas já tinha terminado. Não pude deixar de pensar se o ex dela tinha feito aquela raba tão gostosa.
Continuei acariciando e beijando ela. Meus dedos começaram a se infiltrar na buceta dela, que tava encharcada. Peguei a mão dela e guiei até minha virilha. Caro começou a bater uma, rápido e sem experiência.
— Shhh… — falei —, cê tem que ir devagar, docinho.
— Ai, desculpa… — ela falou baixinho, procurando minha boca de novo.
Sem saber direito o que tava fazendo, puxei a calcinha de Caro pra baixo e virei ela de costas contra a parede.
— Caro, fica um pouquinho assim virada, tá?
— S… sim — ela respondeu entre suspiros.
Rindo pra mim mesma (nunca tinha ficado com outra mina, mas sempre me deu tesão a ideia), comecei a beijar as costas de Caro até chegar na bunda dela. Com a pontinha da língua, desci até a buceta dela e comecei a percorrer de cima pra baixo.
Carinha mordia os dedos e apertava o rosto contra a parede pra segurar a vontade de gritar.
— Caro? — perguntei.
— Mmmm? — ela respondeu, parecia frustrada porque eu tinha parado.
— Já te comeram alguma vez?
— Ai, não! Que nojo!
— Como assim Sabe que é uma merda? — perguntei enquanto enfiava devagar um dedo na buceta dela. Caro já não gemia, mas mexia a bunda devagar, acompanhando meus movimentos.
— Porque sim, burra, sei lá… não gosto…
— Vou fazer a sua bundinha agora, Caro.
— Ai… não, não sei… — ela disse. Dava pra ver que tava gostando bastante do dedinho.
— Me escuta, Seba é uma delícia, e tenho certeza que quer me comer… mas nunca fiz pelo cu. Se eu te ajudar agora, você me ajuda depois, combinado?
— Ai, burra, isso é muito louco… não consigo nem pensar.
Quando ela disse isso, abri devagar as nádegas dela com uma mão e comecei a enfiar o dedo mais forte.
— Ai! Ai, sim, não para!
— Você vai me ajudar?
— Sim, sim, mas continua! Continua que eu vou gozar, sua puta!
Tirei os dedos da buceta dela e abri as bundinhas com as duas mãos. Era uma vista linda, então, sem mais enrolação, afundei a cara naquele cu perfeito e comecei a lamber o buraquinho da bunda de uma das minhas melhores amigas.
— Aii, por favor… que puta você é… — Caro não parava de gemer — que puta… chupa, chupa bem, Lore.
— Mmmm, chupar o quê, Caro? — falei entre as lambidas.
— O cu — ela disse baixinho, rindo, enquanto continuava reclamando — chupa bem o meu cu, que eu adoro.
Continuei lambendo aquele cu lindo enquanto enfiava os dedos na Caro. No momento em que ela pegou uma toalha e afundou a cara pra gritar, soube que tinha gozado.
— Minha vez — falei, me ajoelhando de quatro como dava em cima do vaso, com a bunda bem empinada.
Caro me olhou, sorrindo tímida.
— Tá, mas… o que eu faço?
— Me chupa toda de cima a baixo igual eu fiz com você… usando bastante saliva, Caro.
Ela obedeceu, e quase enlouqueci quando comecei a sentir a língua da minha amiga percorrendo toda a minha racha primeiro, pra depois se enfiar na minha buceta, dando lambidas, abrindo com os dedos…
— Assim… assim, Carito… continua me chupando assim, bebê… assim.
Caro ria entre os dentes. Era óbvio que a A situação tava deixando ela muito excitada. Quase sem falar nada, e quando ela já tinha os dedos bem lubrificados de tanto dedar minha buceta, começou a fazer circulinhos ao redor do meu cu.
— Upa, já estamos?
— Não dá pra perder tempo, né? — ela disse enquanto empurrava devagar, começando a enfiar a ponta do dedinho.
Foi impressionante como começou a entrar rápido… acho que pelo tesão eu quase não sentia dor. Só uma pressão bem gostosa no meu rabo… eu tava me transformando numa viciada em cu.
Caro continuava enfiando o dedo bem fundo no meu cool. Me virei pra olhar pra ela e vi que ela tava com uma cara de surpresa que na hora me pareceu super engraçada.
— Boluuuuda, ele tá engolindo tudo — ela falou, e caiu na risada de novo.
Ela começou a me comer cada vez mais forte, enquanto eu gemia e apertava meus peitos pra acelerar o orgasmo, que eu já sentia chegando.
Ela percebeu e me passou a toalha que tinha usado antes. Tampei o rosto e comecei a gozar. Sentia minha buceta se enchendo de fluido, molhando a carinha da Caro, mas ela não se afastou. Pelo contrário… enterrou o rosto e me lambeu com mais força enquanto enfiava o dedo no meu cu.
— Caro, enfia os dedos nos dois buraquinhos, por favor — falei entre suspiros.
Ela sorriu, se afastou um pouquinho e começou a me dedar na buceta e no cu, com os dedos indicadores de cada mão. Naquele momento, enquanto começava a curtir o primeiro orgasmo do fim de semana, eu soube que não ia sair dali até sentir uma rola no cu e outra na buceta ao mesmo tempo.
— Ai, vai, vagabunda! Vai com tudo que eu tô gozando!
Caro tinha ficado excitada de novo.
— Isso, vai, Lore… vai, puta, goza… goza, vai.
Enterrei o rosto na toalha e gozei, soltando um jato de fluido na carinha da minha amiga, que tirou a toalha pra se limpar, enquanto ria.
Um tempo depois, já recuperadas, juramos nunca contar pra ninguém.
Mas aí, eu fiquei dura quando abri a porta e vi os três caras: Javier, Martín e Seba, que estavam rindo junto com a Lara e a Sabrina.
—Vocês se divertiram, meninas?
—Deu pra ouvir tudo!
A Caro estava pálida, mas eu abracei ela pra acalmar, e depois de trocar olhares com as minas, todo mundo começou a rir.
Na mesma hora, tomando a iniciativa, peguei no volume do Seba por cima da sunga dele e levei ele pra sala.
Me virei e vi que todos e todas estavam me seguindo, com o tesão marcado a fogo na cara.
Era hora do bagulho ficar louco.
Se curtiram, eu posto a segunda parte. Valeu!
13 comentários - Orgía na Chácara
espero la segunda parte