Julia acordou exausta, a última noite de sexo a esgotou completamente, Sandro tinha descarregado toda a fome de sexo acumulada que sentia.
Ainda sentia o leite do irmão por todo o corpo, ela se submeteu a todas as fantasias dele sem hesitar.
Lentamente, ela se espreguiçou e foi tomar banho, odiava se livrar do cheiro do irmão, mas não podia ir para a escola daquele jeito.
Percebeu que os seios tinham crescido, será que o sexo faz eles aumentarem? Ela esfregou os seios com admiração e orgulho, seios que já não cabiam mais nos sutiãs, precisava comprar um copo maior.
Na escola, as amigas não paravam de perguntar que creme ela usava, Julia tinha ouvido que se apaixonar e praticar sexo rejuvenescia a pele e deixava os olhos mais brilhantes, mas no meio da aula ela ficou enjoada e vomitou.
Levaram-na para casa, os pais estavam fora e Sandro foi cuidar dela, quando disseram que ela vomitou, ambos souberam, a sensibilidade extraordinária nos mamilos, as tonturas, o atraso menstrual e ela confundir o cheiro de um peru com um biscoito.
Ela estava grávida.
O medo entrou nos corações do casal, o que os pais pensariam? O que todos pensariam? Como seriam suas vidas quando a criança nascesse? Marcaram hora em uma clínica de aborto, ela ficaria apenas uma hora e tudo passaria.
Julia entrou sozinha na clínica, enquanto esperava sua vez, começou a pensar.
Pensou na sua vida, como foi triste e solitária, mas os últimos acontecimentos foram os mais felizes da sua vida, tudo devido a uma confusão que aos olhos de muitos seria pecaminosa.
Mas ela viu como uma bênção divina.
Colocou a mão no ventre, a mãe não parava de dizer que o aborto era um assassinato, mas ultimamente ela não tinha dado muita atenção à mãe.
Mas desta vez.
Quem era esse bebê? Um produto do seu descuido? Ou simplesmente uma bênção? Que culpa tinha esse bebê de se formar quando a culpa foi dela por não tomar anticoncepcionais? O que esse bebê poderia vir a ser? Que vida teria?
Atormentada por esse dilema, ela saiu da clínica. Seu irmão foi compreensivo quando ela explicou que não conseguiu fazer.
No jantar em família, ela estava inquieta. Como poderia contar aos pais que esperava um bebê, ainda mais do próprio irmão?
Não se sentia com forças, não conseguia dizer aquilo aos pais.
A campainha tocou e entrou a pessoa que a incitou a transar com o irmão.
A noiva do Sandro.
— Sandro! Vim de Nova York para que você me explique pessoalmente…! Essa vadia está aqui! — disse a noiva, apontando para Julia.
O pai se levantou furioso, dizendo:
— Como se atreve a insultar minha filha?! Saia da nossa casa imediatamente!
— Sua filha trepou com meu noivo como a vagabunda vil que é! Você! Volte comigo! E você não se aproxime da gente nunca mais na vida! Vadia!! — disse a noiva fora de si.
A noiva ia sair, mas parou ao ver que Sandro não se mexia.
— O que eu te disse?! Venha comigo!
Sandro se levantou e disse:
— Pra quê? Pra você me humilhar? Pra interromper minhas conversas? Pra me proibir de sair com meus amigos? Pra nunca poder te tocar na vida? Pra você me ter? Como se diz? Dominado?
A noiva ficou surpresa com aquela rebeldia.
— Você é meu noivo! Juramos amor eterno!
— O amor se alimenta, mas você o matou de fome — disse Sandro com determinação.
— Você não passa de um degenerado nojento! — disse a noiva furiosa.
Julia não aguentava mais e se levantou, dizendo:
— Não sei o que você é, mas sei o que será: uma velha louca que coleciona gatos porque não deu certo nas relações humanas, enquanto eu e Sandro estaremos cuidando do bebê que cresce na minha barriga.
Todos perderam a cor, especialmente os pais de Julia.
— Sim, estou grávida. Do meu próprio irmão. Eu quis e não me arrependo. Ele, da minha carne e do meu sangue, é o amor da minha vida — disse Julia, enchendo-se de coragem.
— Não pode ser verdade — disse a mãe.
Julia olhou para sua mãe. desafiante e então olhou para Sandro e o beijou nos lábios, Sandro correspondeu ao beijo.
A noiva recuou surpresa e saiu gritando que eles eram doentes.
Quando terminaram o beijo, olharam para seus pais e para a empregada que os observavam atônitos.
— Nós nos amamos, papais, não é nenhuma fantasia adolescente, Sandro e eu nos amamos.
— P-podemos ir a uma clínica de aborto, pod… — dizia a mãe, mas Julia a interrompeu dizendo.
— Não, não vou matar nosso filho, é na única coisa que concordo com suas ideias, mãe, vou ter meu bebê, vou cuidar dele e vou torná-lo uma pessoa de valor.
Seus pais começaram a discutir acaloradamente com Julia, ela fez o mesmo, mas longe de ficar com raiva, Julia sentia.
Júbilo.
E estranheza, tinha que estar grávida do próprio irmão para que seus pais soubessem que ela existia.
Julia não deixou de ir à escola nos meses seguintes, todos ficaram surpresos com a gravidez de Julia, que pensou que sua barriga maternal era uma lente.
Uma lente que via como as pessoas eram.
A maioria de suas colegas de escola e professoras se afastaram dela, achavam que ela era uma piranha.
Mas suas amigas de verdade, Carolina, Fátima, seu primeiro amante e sua filha, e muitas outras pessoas a apoiaram, ela soube quem não lhe daria as costas, não importa o quão estranhas as coisas fossem.
— Ainda transa com ele? — perguntou Carolina.
— Não, meu bebê poderia se machucar — dizia Julia segurando sua barriga de grávida com medo.
— Que nada! Ouvi dizer que é super saudável! E que influencia positivamente na gravidez — dizia Carolina com certeza.
Naquela noite, ela verificou na internet o que Carolina disse e pensou que aquele ato de amor precisava ser alimentado com mais amor, fazia três meses que não transava com Sandro, mas antes tinha que fazer uma coisa.
Julia foi ao prostíbulo, tocou a campainha, deixou um bilhete e foi embora, um bilhete que dizia.
"obrigada por enriquecer minha vida"
Ao voltar para casa, pegou uma garrafa de bourbon e foi nua para o quarto de Sandro, seus pais não estavam, tinham a casa toda para eles.
- Querido, toma uma taça – disse Julia enquanto enchia o copo.
- Obrigado, como está indo a gravidez? – perguntou Sandro.
- Bem – disse Julia, se agarrando docemente ao lado de Sandro – você não gostaria que nosso bebê soubesse que seus pais se amam?
- Sim, muito – disse Sandro com um sorriso.
Julia pegou a mão de Sandro e a levou até seus seios, o que assustou Sandro, que a puxou de volta dizendo:
- Você não sabe que podemos machucar nosso filho? – disse Sandro com medo.
Julia beijou os lábios do irmão e acariciou seus cabelos enquanto pressionava seus seios contra o torso de Sandro.
- Calma, vai ficar tudo bem – disse Julia sorrindo.
As mãos de Julia percorreram o torso e o abdômen de Sandro até chegar em sua calça, que ela desabotoou com habilidade, revelando o instrumento que dava prazer e vida.
Os lábios de Julia começaram a percorrer a virilidade de Sandro.
Lábios que deslizavam suavemente pela carne dura e quente de seu homem, roçando, beijando, dando pequenas passadas na cabeça com a ponta da língua.
Ela sabia que Sandro gostava, porque ele estava acariciando seus cabelos. Ela olhou nos olhos de seu amado com inocência, e seus lábios engoliram o pau quente de seu irmão, um pau que enchia sua boca até chegar ao início do esôfago.
Julia se esforçava – até então, seus boquetes não conseguiam engolir tudo. Ela lutava contra o engasgo, mas sentia que podia fazer aquilo por ele.
- Você está bem? – perguntou Sandro, preocupado que sua irmã não se sufocasse.
Ela o olhou com os olhos marejados pelo esforço, mas fez uma careta que parecia um sorriso.
O que Julia agradeceu foi que Sandro tivesse depilado os pelos da virilidade – da última vez que ela fez um boquete, os pelos roçaram seu nariz com resultados surreais.
Ela sentia seu amado tremer. Puxou o pau o suficiente para que sua língua acariciasse a cabeça dentro de sua boca. Não demorou para sentir o sêmen batendo contra sua... língua.
Naquele momento, ela engoliu o pau do Sandro até as bolas tocarem o queixo dele e, apertando os lábios, foi se afastando devagar, chupando toda a porra que ainda não tinha saído. Um fiozinho grudento era a única coisa ligando o vigor do Sandro à boca da Julia. Ela ergueu o queixo pra ele ver o pescoço fazendo o movimento de engolir.
Três vezes.
Julia se levantou na altura do amado e olhou nos olhos dele com doçura. Ele sorriu e acariciou o rosto dela, o pescoço, os peitos — e quando mexeu neles, saiu um líquido amarelo e ceroso. Isso preocupou Julia.
— Calma, mamãe, é colostro — disse Sandro.
Antes que ela pudesse perguntar, Sandro começou a chupar os seios dela. Ela era especialmente sensível, mas agora até um roçar fazia ela morder os lábios. Acariciava a cabeça do amado enquanto tentava não chegar ao orgasmo tão cedo, mas era difícil pra caralho. Sandro chupava o colostro com vontade, sugando, movendo a língua. O prazer era tanto que ela apertava a cabeça do irmão contra os peitos, e não demorou pra chegar no auge.
Sandro viu ela exausta, deitou ela na cama e ficou olhando. Ela estava diferente com a barriga de grávida — não ficava mais bonita, mas também não ficava feia.
Digamos que ele via uma beleza diferente.
— Sandro, por favor não me olha assim — Julia disse, se cobrindo. Ela podia chupar ele e beber a porra, podia deixar ser sodomizada, podia ser masturbada com uma corrente, mas ainda tinha vergonha de ser encarada. Parecia bobeira, mas os olhares eram mais sexuais que a própria penetração.
Sandro, sorrindo, puxou o lençol que protegia Julia do olhar dele. Ela se cobriu com as mãos, morrendo de vergonha, mas ele subiu em cima dela, afastou as mãos e olhou com mais atenção.
— Eu não tô bonita.
— Por que diz isso, irmã?
— Olha pra mim, tô gorda, não tenho aquele ventre lisinho que você molhava com champanhe.
— Tem vida na sua barriga, a prova de que a gente se ama, de que a gente... desejamos.
Julia olhou nos olhos de Sandro, olhos cheios de sinceridade e desejo, abriu lentamente as pernas e disse:
— Me pegue, irmão, quero você perto de mim, tão perto que estejamos praticamente unidos fisicamente, que nosso bebê saiba que seus pais se amam com força, que saiba que nunca o deixaremos sozinho por causa de nossas brigas, estamos os três juntos, como uma família feliz.
Essas palavras fizeram Sandro reagir, que beijou com paixão os lábios de Julia, apontou com seu vigor a buceta da jovem e entrou devagar em sua porta da vida.
À medida que bombava, via os seios de Julia se mexendo como pudins de gelatina, essa visão excitava Sandro, que aumentou as investidas. Julia, receosa, colocou as mãos em sua barriga de mãe.
Isso acalmou Sandro, que a penetrou com mais cuidado, olhando amorosamente nos olhos de Julia, que acariciava as mãos de Sandro segurando seus quadris.
— Te quero — dizia Julia com um sorriso.
— E eu te quero a você, Julia — respondia Sandro.
As investidas lentamente se aceleravam, Julia sentia muito prazer, mas mudaram de posição.
Sandro deitou-se de costas e ela se ajoelhou sobre ele, sentindo-o penetrá-la profundamente.
Os seios de Julia se moviam no ritmo da penetração, cada vez mais rápido, Sandro estava chegando ao orgasmo e, em vez de tocar os peitos de sua irmã, acariciou sua barriga de mãe.
Ela também chegava ao clímax e colocou as mãos em sua barriga, não demorou para que ambos chegassem ao orgasmo ao mesmo tempo.
Julia, exausta, deitou-se ao lado de Sandro, ambos acariciando a barriga grávida.
— Você acha que ele será feliz? — perguntou Julia.
— Vai crescer com pais que se amam e o amam, sim, será muito feliz — disse Sandro acariciando a barriga de sua irmã.
Julia teve o menino e prosseguiu com seus estudos, tornou-se dona de uma empresa de publicidade de grande sucesso. Em uma entrevista que lhe fizeram, perguntaram qual o segredo de seu sucesso.
— Eu, como muitos viviam na segurança, no conforto de onde estavam, mas para ter sucesso de verdade, é preciso ampliar os horizontes e se arriscar para poder ganhar – respondeu Julia com naturalidade.
Ainda sentia o leite do irmão por todo o corpo, ela se submeteu a todas as fantasias dele sem hesitar.
Lentamente, ela se espreguiçou e foi tomar banho, odiava se livrar do cheiro do irmão, mas não podia ir para a escola daquele jeito.
Percebeu que os seios tinham crescido, será que o sexo faz eles aumentarem? Ela esfregou os seios com admiração e orgulho, seios que já não cabiam mais nos sutiãs, precisava comprar um copo maior.
Na escola, as amigas não paravam de perguntar que creme ela usava, Julia tinha ouvido que se apaixonar e praticar sexo rejuvenescia a pele e deixava os olhos mais brilhantes, mas no meio da aula ela ficou enjoada e vomitou.
Levaram-na para casa, os pais estavam fora e Sandro foi cuidar dela, quando disseram que ela vomitou, ambos souberam, a sensibilidade extraordinária nos mamilos, as tonturas, o atraso menstrual e ela confundir o cheiro de um peru com um biscoito.
Ela estava grávida.
O medo entrou nos corações do casal, o que os pais pensariam? O que todos pensariam? Como seriam suas vidas quando a criança nascesse? Marcaram hora em uma clínica de aborto, ela ficaria apenas uma hora e tudo passaria.
Julia entrou sozinha na clínica, enquanto esperava sua vez, começou a pensar.
Pensou na sua vida, como foi triste e solitária, mas os últimos acontecimentos foram os mais felizes da sua vida, tudo devido a uma confusão que aos olhos de muitos seria pecaminosa.
Mas ela viu como uma bênção divina.
Colocou a mão no ventre, a mãe não parava de dizer que o aborto era um assassinato, mas ultimamente ela não tinha dado muita atenção à mãe.
Mas desta vez.
Quem era esse bebê? Um produto do seu descuido? Ou simplesmente uma bênção? Que culpa tinha esse bebê de se formar quando a culpa foi dela por não tomar anticoncepcionais? O que esse bebê poderia vir a ser? Que vida teria?
Atormentada por esse dilema, ela saiu da clínica. Seu irmão foi compreensivo quando ela explicou que não conseguiu fazer.
No jantar em família, ela estava inquieta. Como poderia contar aos pais que esperava um bebê, ainda mais do próprio irmão?
Não se sentia com forças, não conseguia dizer aquilo aos pais.
A campainha tocou e entrou a pessoa que a incitou a transar com o irmão.
A noiva do Sandro.
— Sandro! Vim de Nova York para que você me explique pessoalmente…! Essa vadia está aqui! — disse a noiva, apontando para Julia.
O pai se levantou furioso, dizendo:
— Como se atreve a insultar minha filha?! Saia da nossa casa imediatamente!
— Sua filha trepou com meu noivo como a vagabunda vil que é! Você! Volte comigo! E você não se aproxime da gente nunca mais na vida! Vadia!! — disse a noiva fora de si.
A noiva ia sair, mas parou ao ver que Sandro não se mexia.
— O que eu te disse?! Venha comigo!
Sandro se levantou e disse:
— Pra quê? Pra você me humilhar? Pra interromper minhas conversas? Pra me proibir de sair com meus amigos? Pra nunca poder te tocar na vida? Pra você me ter? Como se diz? Dominado?
A noiva ficou surpresa com aquela rebeldia.
— Você é meu noivo! Juramos amor eterno!
— O amor se alimenta, mas você o matou de fome — disse Sandro com determinação.
— Você não passa de um degenerado nojento! — disse a noiva furiosa.
Julia não aguentava mais e se levantou, dizendo:
— Não sei o que você é, mas sei o que será: uma velha louca que coleciona gatos porque não deu certo nas relações humanas, enquanto eu e Sandro estaremos cuidando do bebê que cresce na minha barriga.
Todos perderam a cor, especialmente os pais de Julia.
— Sim, estou grávida. Do meu próprio irmão. Eu quis e não me arrependo. Ele, da minha carne e do meu sangue, é o amor da minha vida — disse Julia, enchendo-se de coragem.
— Não pode ser verdade — disse a mãe.
Julia olhou para sua mãe. desafiante e então olhou para Sandro e o beijou nos lábios, Sandro correspondeu ao beijo.
A noiva recuou surpresa e saiu gritando que eles eram doentes.
Quando terminaram o beijo, olharam para seus pais e para a empregada que os observavam atônitos.
— Nós nos amamos, papais, não é nenhuma fantasia adolescente, Sandro e eu nos amamos.
— P-podemos ir a uma clínica de aborto, pod… — dizia a mãe, mas Julia a interrompeu dizendo.
— Não, não vou matar nosso filho, é na única coisa que concordo com suas ideias, mãe, vou ter meu bebê, vou cuidar dele e vou torná-lo uma pessoa de valor.
Seus pais começaram a discutir acaloradamente com Julia, ela fez o mesmo, mas longe de ficar com raiva, Julia sentia.
Júbilo.
E estranheza, tinha que estar grávida do próprio irmão para que seus pais soubessem que ela existia.
Julia não deixou de ir à escola nos meses seguintes, todos ficaram surpresos com a gravidez de Julia, que pensou que sua barriga maternal era uma lente.
Uma lente que via como as pessoas eram.
A maioria de suas colegas de escola e professoras se afastaram dela, achavam que ela era uma piranha.
Mas suas amigas de verdade, Carolina, Fátima, seu primeiro amante e sua filha, e muitas outras pessoas a apoiaram, ela soube quem não lhe daria as costas, não importa o quão estranhas as coisas fossem.
— Ainda transa com ele? — perguntou Carolina.
— Não, meu bebê poderia se machucar — dizia Julia segurando sua barriga de grávida com medo.
— Que nada! Ouvi dizer que é super saudável! E que influencia positivamente na gravidez — dizia Carolina com certeza.
Naquela noite, ela verificou na internet o que Carolina disse e pensou que aquele ato de amor precisava ser alimentado com mais amor, fazia três meses que não transava com Sandro, mas antes tinha que fazer uma coisa.
Julia foi ao prostíbulo, tocou a campainha, deixou um bilhete e foi embora, um bilhete que dizia.
"obrigada por enriquecer minha vida"
Ao voltar para casa, pegou uma garrafa de bourbon e foi nua para o quarto de Sandro, seus pais não estavam, tinham a casa toda para eles.
- Querido, toma uma taça – disse Julia enquanto enchia o copo.
- Obrigado, como está indo a gravidez? – perguntou Sandro.
- Bem – disse Julia, se agarrando docemente ao lado de Sandro – você não gostaria que nosso bebê soubesse que seus pais se amam?
- Sim, muito – disse Sandro com um sorriso.
Julia pegou a mão de Sandro e a levou até seus seios, o que assustou Sandro, que a puxou de volta dizendo:
- Você não sabe que podemos machucar nosso filho? – disse Sandro com medo.
Julia beijou os lábios do irmão e acariciou seus cabelos enquanto pressionava seus seios contra o torso de Sandro.
- Calma, vai ficar tudo bem – disse Julia sorrindo.
As mãos de Julia percorreram o torso e o abdômen de Sandro até chegar em sua calça, que ela desabotoou com habilidade, revelando o instrumento que dava prazer e vida.
Os lábios de Julia começaram a percorrer a virilidade de Sandro.
Lábios que deslizavam suavemente pela carne dura e quente de seu homem, roçando, beijando, dando pequenas passadas na cabeça com a ponta da língua.
Ela sabia que Sandro gostava, porque ele estava acariciando seus cabelos. Ela olhou nos olhos de seu amado com inocência, e seus lábios engoliram o pau quente de seu irmão, um pau que enchia sua boca até chegar ao início do esôfago.
Julia se esforçava – até então, seus boquetes não conseguiam engolir tudo. Ela lutava contra o engasgo, mas sentia que podia fazer aquilo por ele.
- Você está bem? – perguntou Sandro, preocupado que sua irmã não se sufocasse.
Ela o olhou com os olhos marejados pelo esforço, mas fez uma careta que parecia um sorriso.
O que Julia agradeceu foi que Sandro tivesse depilado os pelos da virilidade – da última vez que ela fez um boquete, os pelos roçaram seu nariz com resultados surreais.
Ela sentia seu amado tremer. Puxou o pau o suficiente para que sua língua acariciasse a cabeça dentro de sua boca. Não demorou para sentir o sêmen batendo contra sua... língua.
Naquele momento, ela engoliu o pau do Sandro até as bolas tocarem o queixo dele e, apertando os lábios, foi se afastando devagar, chupando toda a porra que ainda não tinha saído. Um fiozinho grudento era a única coisa ligando o vigor do Sandro à boca da Julia. Ela ergueu o queixo pra ele ver o pescoço fazendo o movimento de engolir.
Três vezes.
Julia se levantou na altura do amado e olhou nos olhos dele com doçura. Ele sorriu e acariciou o rosto dela, o pescoço, os peitos — e quando mexeu neles, saiu um líquido amarelo e ceroso. Isso preocupou Julia.
— Calma, mamãe, é colostro — disse Sandro.
Antes que ela pudesse perguntar, Sandro começou a chupar os seios dela. Ela era especialmente sensível, mas agora até um roçar fazia ela morder os lábios. Acariciava a cabeça do amado enquanto tentava não chegar ao orgasmo tão cedo, mas era difícil pra caralho. Sandro chupava o colostro com vontade, sugando, movendo a língua. O prazer era tanto que ela apertava a cabeça do irmão contra os peitos, e não demorou pra chegar no auge.
Sandro viu ela exausta, deitou ela na cama e ficou olhando. Ela estava diferente com a barriga de grávida — não ficava mais bonita, mas também não ficava feia.
Digamos que ele via uma beleza diferente.
— Sandro, por favor não me olha assim — Julia disse, se cobrindo. Ela podia chupar ele e beber a porra, podia deixar ser sodomizada, podia ser masturbada com uma corrente, mas ainda tinha vergonha de ser encarada. Parecia bobeira, mas os olhares eram mais sexuais que a própria penetração.
Sandro, sorrindo, puxou o lençol que protegia Julia do olhar dele. Ela se cobriu com as mãos, morrendo de vergonha, mas ele subiu em cima dela, afastou as mãos e olhou com mais atenção.
— Eu não tô bonita.
— Por que diz isso, irmã?
— Olha pra mim, tô gorda, não tenho aquele ventre lisinho que você molhava com champanhe.
— Tem vida na sua barriga, a prova de que a gente se ama, de que a gente... desejamos.
Julia olhou nos olhos de Sandro, olhos cheios de sinceridade e desejo, abriu lentamente as pernas e disse:
— Me pegue, irmão, quero você perto de mim, tão perto que estejamos praticamente unidos fisicamente, que nosso bebê saiba que seus pais se amam com força, que saiba que nunca o deixaremos sozinho por causa de nossas brigas, estamos os três juntos, como uma família feliz.
Essas palavras fizeram Sandro reagir, que beijou com paixão os lábios de Julia, apontou com seu vigor a buceta da jovem e entrou devagar em sua porta da vida.
À medida que bombava, via os seios de Julia se mexendo como pudins de gelatina, essa visão excitava Sandro, que aumentou as investidas. Julia, receosa, colocou as mãos em sua barriga de mãe.
Isso acalmou Sandro, que a penetrou com mais cuidado, olhando amorosamente nos olhos de Julia, que acariciava as mãos de Sandro segurando seus quadris.
— Te quero — dizia Julia com um sorriso.
— E eu te quero a você, Julia — respondia Sandro.
As investidas lentamente se aceleravam, Julia sentia muito prazer, mas mudaram de posição.
Sandro deitou-se de costas e ela se ajoelhou sobre ele, sentindo-o penetrá-la profundamente.
Os seios de Julia se moviam no ritmo da penetração, cada vez mais rápido, Sandro estava chegando ao orgasmo e, em vez de tocar os peitos de sua irmã, acariciou sua barriga de mãe.
Ela também chegava ao clímax e colocou as mãos em sua barriga, não demorou para que ambos chegassem ao orgasmo ao mesmo tempo.
Julia, exausta, deitou-se ao lado de Sandro, ambos acariciando a barriga grávida.
— Você acha que ele será feliz? — perguntou Julia.
— Vai crescer com pais que se amam e o amam, sim, será muito feliz — disse Sandro acariciando a barriga de sua irmã.
Julia teve o menino e prosseguiu com seus estudos, tornou-se dona de uma empresa de publicidade de grande sucesso. Em uma entrevista que lhe fizeram, perguntaram qual o segredo de seu sucesso.
— Eu, como muitos viviam na segurança, no conforto de onde estavam, mas para ter sucesso de verdade, é preciso ampliar os horizontes e se arriscar para poder ganhar – respondeu Julia com naturalidade.
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Van p