Bom, hoje vim contar outra experiência da minha vida.
Quando eu tinha 14 anos, mudei de colégio depois de repetir o 8º ano. Nesse ano, conheci minha professora de matemática. Na real, ela não era atraente, era obesa e o pessoal malvado zoava ela. Naquele ano, melhorei pra caramba sem estudar, ia muito bem, principalmente em matemática. Ela era uma boa professora, fazia bem o trabalho dela.
Depois, passei o ano sem problemas. Lembro que no dia 30 de novembro terminei o 8º ano. Foi legal, não fiquei de recuperação em nenhuma matéria e com uma média boa. O ano passou, chegou março de 2005. No verão, eu tinha feito 15 anos. Foi um ano meio difícil, comecei com o pé esquerdo, principalmente em matemática. Acabei ficando de recuperação em 3 matérias, passei em Inglês e Ciências Naturais, mas matemática ficou pendente. Naquele ano, fui um baita idiota na aula de matemática, nunca fazia nada porque andava com uns zé-ruelas. Aí, quando comecei o 1º ano do ensino médio com 16 anos, chegou a professora de matemática e era a mesma. Naquele ano, tive que largar o colégio e começar a trabalhar por causa de problemas financeiros.
Anos depois, me formei.(quando eu tinha 23)E aqui começa minha história. Pelo Facebook, comecei a stalkear meus professores, encontrei alguns, como a Silvia, minha professora de matemática. Chamei ela no inbox.
Eu - Oi profe, tudo bem? Quanto tempo!
Silvia - Tudo bem, tocando a vida. E você, como está?
Eu - Tô bem. Tô procurando uma professora particular de matemática. A senhora dá aulas ou só trabalha nos colégios?
Silvia - Eu dou aulas, além de trabalhar nos colégios.
Eu - Show! E quando eu poderia ir?
Silvia - Amanhã mesmo, às 8 da noite.
Eu - Perfeito, amanhã passo lá.
Eu não ia com segundas intenções, só queria aprender. Eu não tinha ela no Facebook, só tinha falado por inbox e o Facebook não deixava eu adicionar. Aí fui na casa, toquei a campainha e quando ela abriu a porta, fiquei de boca aberta. Não era mais aquela professora de quem todo mundo zoava pelo peso. Era uma professora totalmente transformada, muito gostosa mesmo. No começo, não conseguia me concentrar de tanto olhar pra ela, haha. Mas foi o primeiro dia, e foi meio difícil. Fui durante um mês, passei na matéria e fiquei feliz porque superar a si mesmo não é algo que acontece todo dia, e eu sempre fui um burro na escola. Tava nas nuvens. E a verdade é que comecei a gostar da profe. Decidi, "com a desculpa de comemorar minha formatura", convidar ela pra um bar perto da casa dela.
No começo, ela não cedeu, falou: "Comemora com seus amigos, fico feliz por você." Deixei passar um tempo e decidi aparecer de surpresa na casa dela com flores. Ela agradeceu o gesto, me fez entrar e começamos a conversar sobre os alunos da escola, que são um caos, que o nível de educação tá cada vez pior, que não estudam nada. No fim, todos os assuntos eram sobre colégio. Antes de ir embora, falei de novo que queria comemorar com ela, porque ela me ajudou pra caralho e eu já tinha comemorado com meus amigos. Ela hesitou, mas por sorte topou (acho que ela não sabia quais eram minhas intenções, ela achava que era só pra comemorar minha formatura). A semana foi passando bem devagar e eu queria que já fosse sábado. Por sorte, o sábado chegou, eu tava meio tenso, até comprei roupa nova pra sair com ela. As horas passaram e chegou a hora de buscá-la. Fomos pro bar/pub, bebemos pouco — ela não gosta de beber muito — mas a gente se divertiu pra caralho, rimos pra cacete, até mandei umas indiretas e ela ria, ficava vermelha. Dançamos também, só um pouco porque ela também não curte muito dançar, mas nos divertimos até chegar a hora de ir embora. Acompanhei ela até a casa dela e ela perguntou se eu queria entrar pra tomar um café. Óbvio que eu disse sim. Entrei e, quando tava tomando o café, começamos a conversar, falando que foi uma noite linda, que ela tinha se divertido e me agradeceu pelo convite — claro, paguei tudo eu. Terminei o café e, quando tô indo embora, tava nervoso pra caralho, não sabia o que fazer. Resolvi arriscar e que seja o que Deus quiser. Quando fui dar um beijo no rosto dela, virei a cara dela com a mão e comecei a beijá-la. No começo, ela ficou surpresa, mas eu continuei beijando ela por mais uns segundos e, quando soltei, pensando que ela não ia querer, foi ela quem tomou a iniciativa e me beijou. Fomos direto pra cama dela, me despi o mais rápido que pude e, por sorte, levei camisinha na carteira. Ela falava "como você é bom", e eu respondi "você também, profe, quero te comer agora". Comecei a preliminar com um boquete bem dado e depois ela pediu: "Me lambe já!!!"
Eu fiquei estupefato ao ver aquela mulher nua — ela era o máximo de mulher. E da buceta dela nem se fala, lamber a buceta dela foi algo muito prazeroso, meter a língua bem fundo nela e ela gemendo como uma puta no cio, gemia e se contorcia sem parar, por causa do tesão e prazer que o trabalho fino da minha língua causava. Já tava pronto pra transar, não aguentava mais. Parei de lamber e, num segundo desesperado, necessitado de sexo, enfiei na buceta dela. Foi o prazer máximo transar com uma professora. Depois, ela me dizia enquanto eu... Eu comia ela
"Como você tá me fazendo gozar. Como você sabe trabalhar uma mulher"
Entre gritos ela me dizia que ia gozar, a gente terminou quase ao mesmo tempo e apagamos juntos
Depois dessa noite foda, no dia seguinte ela me falou que o que aconteceu não podia se repetir, mas eu, mesmo assim, quero só mais uma vez
O pouco sucesso que tenho na vida é por não desistir
O sucesso que tenho com as mulheres é por não desistir e insistir. Não digo que sou um galã, mas pra conquistar uma mulher, primeiro você tem que ralar pra caralho
Vou esclarecer de novo: quando transei com ela, foi aos 23 anos, como tá no relato. É pra os MODERADORES não apagarem minha história. Comecei o relato contando parte da minha vida no ensino fundamental e médio.
Quando eu tinha 14 anos, mudei de colégio depois de repetir o 8º ano. Nesse ano, conheci minha professora de matemática. Na real, ela não era atraente, era obesa e o pessoal malvado zoava ela. Naquele ano, melhorei pra caramba sem estudar, ia muito bem, principalmente em matemática. Ela era uma boa professora, fazia bem o trabalho dela.
Depois, passei o ano sem problemas. Lembro que no dia 30 de novembro terminei o 8º ano. Foi legal, não fiquei de recuperação em nenhuma matéria e com uma média boa. O ano passou, chegou março de 2005. No verão, eu tinha feito 15 anos. Foi um ano meio difícil, comecei com o pé esquerdo, principalmente em matemática. Acabei ficando de recuperação em 3 matérias, passei em Inglês e Ciências Naturais, mas matemática ficou pendente. Naquele ano, fui um baita idiota na aula de matemática, nunca fazia nada porque andava com uns zé-ruelas. Aí, quando comecei o 1º ano do ensino médio com 16 anos, chegou a professora de matemática e era a mesma. Naquele ano, tive que largar o colégio e começar a trabalhar por causa de problemas financeiros.
Anos depois, me formei.(quando eu tinha 23)E aqui começa minha história. Pelo Facebook, comecei a stalkear meus professores, encontrei alguns, como a Silvia, minha professora de matemática. Chamei ela no inbox.
Eu - Oi profe, tudo bem? Quanto tempo!
Silvia - Tudo bem, tocando a vida. E você, como está?
Eu - Tô bem. Tô procurando uma professora particular de matemática. A senhora dá aulas ou só trabalha nos colégios?
Silvia - Eu dou aulas, além de trabalhar nos colégios.
Eu - Show! E quando eu poderia ir?
Silvia - Amanhã mesmo, às 8 da noite.
Eu - Perfeito, amanhã passo lá.
Eu não ia com segundas intenções, só queria aprender. Eu não tinha ela no Facebook, só tinha falado por inbox e o Facebook não deixava eu adicionar. Aí fui na casa, toquei a campainha e quando ela abriu a porta, fiquei de boca aberta. Não era mais aquela professora de quem todo mundo zoava pelo peso. Era uma professora totalmente transformada, muito gostosa mesmo. No começo, não conseguia me concentrar de tanto olhar pra ela, haha. Mas foi o primeiro dia, e foi meio difícil. Fui durante um mês, passei na matéria e fiquei feliz porque superar a si mesmo não é algo que acontece todo dia, e eu sempre fui um burro na escola. Tava nas nuvens. E a verdade é que comecei a gostar da profe. Decidi, "com a desculpa de comemorar minha formatura", convidar ela pra um bar perto da casa dela.
No começo, ela não cedeu, falou: "Comemora com seus amigos, fico feliz por você." Deixei passar um tempo e decidi aparecer de surpresa na casa dela com flores. Ela agradeceu o gesto, me fez entrar e começamos a conversar sobre os alunos da escola, que são um caos, que o nível de educação tá cada vez pior, que não estudam nada. No fim, todos os assuntos eram sobre colégio. Antes de ir embora, falei de novo que queria comemorar com ela, porque ela me ajudou pra caralho e eu já tinha comemorado com meus amigos. Ela hesitou, mas por sorte topou (acho que ela não sabia quais eram minhas intenções, ela achava que era só pra comemorar minha formatura). A semana foi passando bem devagar e eu queria que já fosse sábado. Por sorte, o sábado chegou, eu tava meio tenso, até comprei roupa nova pra sair com ela. As horas passaram e chegou a hora de buscá-la. Fomos pro bar/pub, bebemos pouco — ela não gosta de beber muito — mas a gente se divertiu pra caralho, rimos pra cacete, até mandei umas indiretas e ela ria, ficava vermelha. Dançamos também, só um pouco porque ela também não curte muito dançar, mas nos divertimos até chegar a hora de ir embora. Acompanhei ela até a casa dela e ela perguntou se eu queria entrar pra tomar um café. Óbvio que eu disse sim. Entrei e, quando tava tomando o café, começamos a conversar, falando que foi uma noite linda, que ela tinha se divertido e me agradeceu pelo convite — claro, paguei tudo eu. Terminei o café e, quando tô indo embora, tava nervoso pra caralho, não sabia o que fazer. Resolvi arriscar e que seja o que Deus quiser. Quando fui dar um beijo no rosto dela, virei a cara dela com a mão e comecei a beijá-la. No começo, ela ficou surpresa, mas eu continuei beijando ela por mais uns segundos e, quando soltei, pensando que ela não ia querer, foi ela quem tomou a iniciativa e me beijou. Fomos direto pra cama dela, me despi o mais rápido que pude e, por sorte, levei camisinha na carteira. Ela falava "como você é bom", e eu respondi "você também, profe, quero te comer agora". Comecei a preliminar com um boquete bem dado e depois ela pediu: "Me lambe já!!!"
Eu fiquei estupefato ao ver aquela mulher nua — ela era o máximo de mulher. E da buceta dela nem se fala, lamber a buceta dela foi algo muito prazeroso, meter a língua bem fundo nela e ela gemendo como uma puta no cio, gemia e se contorcia sem parar, por causa do tesão e prazer que o trabalho fino da minha língua causava. Já tava pronto pra transar, não aguentava mais. Parei de lamber e, num segundo desesperado, necessitado de sexo, enfiei na buceta dela. Foi o prazer máximo transar com uma professora. Depois, ela me dizia enquanto eu... Eu comia ela
"Como você tá me fazendo gozar. Como você sabe trabalhar uma mulher"
Entre gritos ela me dizia que ia gozar, a gente terminou quase ao mesmo tempo e apagamos juntos
Depois dessa noite foda, no dia seguinte ela me falou que o que aconteceu não podia se repetir, mas eu, mesmo assim, quero só mais uma vez
O pouco sucesso que tenho na vida é por não desistir
O sucesso que tenho com as mulheres é por não desistir e insistir. Não digo que sou um galã, mas pra conquistar uma mulher, primeiro você tem que ralar pra caralho
Vou esclarecer de novo: quando transei com ela, foi aos 23 anos, como tá no relato. É pra os MODERADORES não apagarem minha história. Comecei o relato contando parte da minha vida no ensino fundamental e médio.
2 comentários - Con mi profesora de 8vo y 9no