Amigos Taringueiros!!!
Outro Relato, Agora É Uma Série Intitulada "Viciada Em Shemales" E Esta É A Primeira Parte
Tomara que seja do seu agrado!!
Meu nome é Colette, sou argentina de sangue, mas fui criada em outro país que não vou mencionar, mas talvez quando eu disser o nome de alguns lugares, vocês vão reconhecer.
Vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos, e se vocês gostarem, vou contar as que vieram depois, mas essa é o começo do que se tornaria minha paixão, meu vício.
Eu tinha 18 anos na época, cabelo longo e liso preto, pele branca, 1,72m de altura, seios pequenos e uma bunda redonda e durinha que sempre chama atenção. Apesar de ser magra, gostava de ir à academia só duas vezes por semana, pra pedalar um pouco e dançar.
Aos 17 anos, eu tinha terminado com meu namorado, com quem estava desde os 14. Ele era dois anos mais velho, foram três anos lindos, mas não tinha mais nada daquele amor, embora não possa negar que me sentia sozinha. Então me refugiei na Natalie, uma amiga que morava ao lado da minha casa. Não éramos melhores amigas, mas tínhamos compartilhado muita coisa. Pra vocês terem ideia, foi com ela que eu dei meu primeiro beijo, aos 14 anos.
Natalie era lésbica, mas isso não me incomodava. Na verdade, ela já tinha me roubado alguns beijos quando eu chegava em casa e a encontrava na porta dela tomando um ar. Me refugiei nela, conversávamos muito. A gente não saía, mas via filmes no quarto dela ou fazia doces com a mãe dela. Não vou me alongar nisso senão vou me desviar muito da história, mas depois de três meses, comecei um relacionamento com a Natalie que só durou mais quatro meses, porque ela foi pro exterior com a família. (Se vocês quiserem, posso contar algo desses quatro meses em outro relato.)
Foi assim que fiquei super confusa e deprimida, já que tinha terminado o relacionamento de três anos com meu namorado, e depois fiquei com a Natalie pensando que isso me clarearia um pouco, mas não. Posso dizer que me apaixonei por ela, ou pelo menos criei muito carinho, e a partida dela me deixou muito mal. Nos dias seguintes, eu me comunicava pelo MSN com a Celeste, uma amiga da Natalie com quem eu me dava muito bem.
Chegou dezembro e a verdade é que eu não tinha planos para o ano novo. Meus amigos da escola, assim como os da faculdade, tinham me convidado pras festas deles, mas a real é que eu não tava muito a fim porque sabia que nos dois grupos rolava uns comentários de desaprovação sobre meu relacionamento com a Natalie, então não queria ser o centro dos fofocos. Foi aí que recebi o convite da Celeste pra uma festa que ela ia dar.
Eu já tinha ido nessas festas de ambiente (gays e lésbicas) com a Natalie e a Celeste e a verdade é que sempre me divertia pra caralho, e sabia que lá ninguém ia me julgar, então aceitei.
Coloquei uma tanga branca bem justinha, uma minissaia bem curta da mesma cor, um sutiã branco e um top rosa e fui pra casa da Celeste. No caminho, a gente conversou sobre tudo um pouco. Falei que fazia tempo que não ia numa festa dessas e tava com muita vontade de ir, e ela sorriu e disse: — Bom, essa é um pouquinho diferente das que você tá acostumada.
Chegamos, e percebi que era diferente. Não era um bairro exclusivo, nem uma casa, era um salão retangular, com carros do lado de fora, o lugar lotado. Normalmente, nas festas em casa que eu ia, tinha umas 30 ou 40 pessoas. Aqui, sem exagero, tinha mais de 70. Mas aí vi uma coisa que me surpreendeu ainda mais: tinham... shemales, várias. Estavam em grupos, bebendo e rindo, e quando a Celeste falou: — Elas vêm pra pegar mina ou cara, não liga pra elas, fica de boa.
Tudo ia bem até que percebi que uma delas tava me olhando. Tinha cabelo preto comprido, pele bronzeada, um corpo bem musculoso, pelo visto malhava um pouco de fisiculturismo. Usava um vestido curto até a coxa, que deixava a bunda um pouco de fora quando ela se mexia. Não sei se era o álcool (a verdade é que tinha tomado só 2 copinhos de vodka), mas eu tava achando ela muito gostosa. Passou quase 1 hora só trocando olhares. De vez em quando.
Depois perdi ela de vista, pensei que tinha ido embora, fui até o bar pegar uma bebida e foi aí que vi um corpanzil do meu lado, era ela, que com um sorriso:
— Tá se divertindo? — ela perguntou
— Tô — respondi
— E a menina bonita tem nome? — ela perguntou
— Colette, e você? — respondi nervosa
— Eu sou Rebecca, sou colombiana, vou ficar um tempo por aqui.
— Fiquei calada sem saber o que dizer quando…
— Vem, vou te apresentar umas amigas — ela disse, me puxando pela mão até o grupo dela
Todas me olhavam com cara de querer me comer ali mesmo, fiquei meio desconfortável, mas com o passar dos minutos percebi que eram pessoas muito legais, até que a Celeste chegou com mais duas amigas e me tiraram de lá:
— Cê tá louca? O que cê tava fazendo ali? Elas só querem te comer — ela disse
— Calma, a gente só tava conversando e “elas” são gentis — respondi.
Como não queria confusão, fui com a Celeste, voltando pro grupo, a gente continuava bebendo e conversando, mas eu não conseguia tirar os olhos da Rebecca e ela também não tirava os meus, mas nessa altura, a Celeste já tinha virado minha segurança particular, sem parar de me vigiar.
Quando consegui escapar da vigilância da minha amiga, me aproximei do bar pra pegar outra bebida (deixando meu copo cheio na mesa), e vi de relance a Rebecca se aproximando de mim.
— Quer dançar? — ela disse
— Claro — falei, meio pensativa
A gente tava dançando, meio coladas, aí a Celeste passou e nos lançou um olhar fulminante, mas seguiu em frente, depois a Rebecca me levou um pouco mais pro fundo da multidão, num lugar com menos luz, pra continuar dançando.
Me sentia tão bem, sentir o corpo dela junto ao meu, as mãos dela tocando minha cintura, enquanto a pélvis dela com todo aquele volume roçava na minha bunda, tava extasiada, sentia como ela ficava dura, as mãos dela agora tocavam minha bunda, apertavam sem nenhum pudor.
— Você tem um corpo gostoso — ela disse
— Sua bunda me encanta — continuou
— Valeu — respondi com um tom de voz bem suave
Depois que a música termina, me encosto na parede e ela me beija, um beijo profundo, enfiando a língua, e eu respondi na hora. A mão dela passou por baixo da minha saia, apalpando minha bunda, apertando forte, e eu amei. Ao mesmo tempo, ela sussurrava umas coisas muito fofas no meu ouvido.
Depois, dançamos mais três músicas, tudo do mesmo jeito: coladinhas, ela me tocando inteira e eu me deixando levar, sussurrando coisinhas lindas, até que ela me fez a seguinte proposta:
— Por que a gente não vai pro apartamento onde eu tô morando? Dá pra tomar uns drinks e se conhecer melhor. — ela disse.
— Sei não — respondi, nervosa — é muito longe?
— Quinze minutos de caminhada. Depois você pode ficar comigo, ou senão te pago um táxi seguro até sua casa. Vamos, a gente vai se divertir — ela falou, me olhando de um jeito provocante.
Eu tava a mil, sentindo a adrenalina no corpo todo.
— Sim — respondi firme — vou me despedir das minhas amigas.
Fui até as meninas pra me despedir, e ela fez o mesmo com o grupo dela, onde todas riam e pareciam dar parabéns pra ela. Mas com o meu grupo foi o contrário.
— Cê tá louca?! Pelo amor de Deus, Colette, você não sabe como são os shemales. Eles são super brutos e violentos. Entende? Só querem sexo, e não de qualquer tipo — Celeste me repreendeu.
— Não sou criança, sei o que tô fazendo. Quero me divertir, e além disso, ela é muito gente boa — falei.
— Escuta, eu entendo, ela te deixou excitada, mas vai ter tempo pra tudo. Só que não com eles. Os shemales daqui só vêm atrás de sexo. Olha bem pra eles, vê aquele par com aqueles caras. Cê quer mesmo ir com um que você acabou de conhecer hoje? — Celeste disse.
Olhei pra elas, e o medo começou a bater. Ela tinha razão. Além disso, Rebecca era grande, podia fazer qualquer coisa comigo. E se no apartamento dela não fosse só ela? Quatro do grupo dela estavam sozinhas, talvez elas fossem convidadas também. Fiquei apavorada, e já mais calma, decidi não ir.
Passaram-se dez minutos, e eu falei pras meninas que só ia me despedir, porque podia dar treta se deixasse ela na mão assim. Me aproximei Rebecca estava com as amigas dela, e eu a chamei de lado.
— Pronta, querida? — ela me disse.
— Rebecca, desculpa, mas me ligaram de casa, meus pais estão furiosos porque saí sem permissão — falei, tentando parecer o mais convincente possível.
— O quê? Você acha que sou idiota? Você não é mais uma pirralha pra ficar brincando assim, a gente combinou algo — ela disse, furiosa.
— Não fica brava, é sério. Olha, foda-se, pega meu número pra gente se ver outro dia — falei, um pouco nervosa, tentando achar uma caneta na minha bolsa.
— Ela me segurou forte pelo pulso e disse — Olha aqui, garota, se você não for comigo, pelo menos vai me fazer um boquete, não me enche o saco, é o mínimo por me fazer perder tempo. Se não queria nada, não era pra ficar de paquera comigo.
Fiquei um pouco tensa, mas ela tinha razão, era minha culpa, e além disso, tê-la perto de novo me deixou um pouco excitada de novo, mas não falei nada.
Ela, sem me soltar, chamou uma das amigas, sussurrou algo no ouvido dela, e a amiga lhe deu umas chaves. Depois me puxou até a saída dos fundos.
— Sério, não posso ir, já tenho que ir pra casa — falei.
— Não vamos a lugar nenhum, você só vai me chupar e pronto, vai embora e não me enche mais.
Fomos até um carro, e ela me fez entrar. Trancou as portas, reclinou um pouco o banco, levantou o vestido curto, abaixou a calcinha fio dental e me deixou ver a pica enorme dela, que não estava totalmente dura.
— Pronto, começa — ela disse.
— Eu me aproximei um pouco, senti o cheiro dela, mas bateu um sentimento de culpa e medo. Levantei — Não consigo, desculpa, tenho que ir.
Foi aí que ela realmente se irritou, e me segurando forte pelo cabelo, disse:
— Me escuta, puta! É melhor você começar a chupar, ou você e suas amigas vão se dar mal, principalmente aquela loira que se acha agente de segurança. Tô sendo justa, só tô pedindo pra você chupar, e pronto, a gente não se fode mais.
Nervosa, decidi cumprir logo com isso. Falei pra mim mesma — Só vão ser alguns minutos e pronto, sem problemas.
Me abaixei, peguei ela com minha... Mano, era enorme, só tinha conhecido a rola do meu namorado e não era assim, essas eu só tinha visto nos pornôs que às vezes meu namorado me fazia ver com ele pra dar uma esquentada. Peguei a rola, abri minha boca e meti ela, e comecei a chupar, uma mão segurava a rola dela, a outra apoiava nos abdômens durões e bem definidos, enquanto meus peitos se apoiavam nas pernas fortes dela, molhava a rola inteira com minha boca, chupando, de cima pra baixo, o gosto era forte mas comecei a pegar gosto.
Ela me pegava pelo cabelo e me empurrava a cabeça pra baixo e pra cima pra eu chupar bem.
-Mmmm assim putinha, chupa bem, isso, continua assim.
-Assim putinha, come ela bem.
A mão direita dela soltou meu cabelo, pra pegar com a esquerda, e com a direita ela abaixava o top e o sutiã pra pegar nos meus peitos, esfregava forte, apertando meus bicos, depois tirou a rola da minha boca, e eu me abaixei mais fazendo ela chupar ali embaixo.
-Chupa minhas bolas putinha, vai, passa bem a língua, quero que você meta elas na boca.
Eu metia as bolas dela na minha boca, chupava e enfiava na boca, depois voltei a chupar a rola dela, ela me empurrava com a mão quando eu consegui ouvir os gritos da Celeste, e levantei do banco.
-Colette!!, o que você tá fazendo aí!! Vamos embora!! – Ela gritava
Atrás dela vinham duas shemales do grupo da Rebecca tentando segurar ela.
Rebecca pela janela falou – Não faz escândalo menina ou vai se dar mal, deixa ela terminar e você pode levar sua amiga, sem treta nem nada – depois me pegou pela cabeça e fez eu continuar chupando.
Celeste foi pega pelas duas shemales pelos braços e levada de volta pro local, cheia de impotência.
Depois ela começou a pegar na minha bunda, enquanto eu chupava ela, isso me deixou super excitada, sentir as mãos dela no meu rabo, que acho que se continuássemos mais uns minutos, eu terminaria dando a buceta.
Eu pegava o pau dela com a mão, chupava a cabecinha passando a língua pra depois meter a rola enorme inteira na boca, devo admitir que Por um tempo eu gostava, me excitava.
O pau dele estava duro e cheio de saliva, eu continuava molhando ele, meus lábios apertavam com força, enquanto as mãos dele mexiam na minha cabeça, até que ele não aguentou mais...
— Mmmm assim, putinha, ahhhh assim, isso mesmo, putinha — ele me pressionou bem para baixo para que eu não levantasse, enquanto um jato de porra quente se espalhava pela minha boca.
— Isso, engole tudo, ou vai sair daqui na porrada.
Engoli todo o sêmen, sentindo nojo, quase vomitei, limpei a boca, subi o sutiã e o top, e desci do carro. Estava muito nervosa, fui andando até minhas amigas, elas me olharam, eu só abaixei a cabeça e senti muita vergonha, mas essa vergonha ia desaparecer muito em breve...

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Outro Relato, Agora É Uma Série Intitulada "Viciada Em Shemales" E Esta É A Primeira Parte
Tomara que seja do seu agrado!!
Meu nome é Colette, sou argentina de sangue, mas fui criada em outro país que não vou mencionar, mas talvez quando eu disser o nome de alguns lugares, vocês vão reconhecer.
Vou contar uma história que aconteceu comigo há alguns anos, e se vocês gostarem, vou contar as que vieram depois, mas essa é o começo do que se tornaria minha paixão, meu vício.
Eu tinha 18 anos na época, cabelo longo e liso preto, pele branca, 1,72m de altura, seios pequenos e uma bunda redonda e durinha que sempre chama atenção. Apesar de ser magra, gostava de ir à academia só duas vezes por semana, pra pedalar um pouco e dançar.
Aos 17 anos, eu tinha terminado com meu namorado, com quem estava desde os 14. Ele era dois anos mais velho, foram três anos lindos, mas não tinha mais nada daquele amor, embora não possa negar que me sentia sozinha. Então me refugiei na Natalie, uma amiga que morava ao lado da minha casa. Não éramos melhores amigas, mas tínhamos compartilhado muita coisa. Pra vocês terem ideia, foi com ela que eu dei meu primeiro beijo, aos 14 anos.
Natalie era lésbica, mas isso não me incomodava. Na verdade, ela já tinha me roubado alguns beijos quando eu chegava em casa e a encontrava na porta dela tomando um ar. Me refugiei nela, conversávamos muito. A gente não saía, mas via filmes no quarto dela ou fazia doces com a mãe dela. Não vou me alongar nisso senão vou me desviar muito da história, mas depois de três meses, comecei um relacionamento com a Natalie que só durou mais quatro meses, porque ela foi pro exterior com a família. (Se vocês quiserem, posso contar algo desses quatro meses em outro relato.)
Foi assim que fiquei super confusa e deprimida, já que tinha terminado o relacionamento de três anos com meu namorado, e depois fiquei com a Natalie pensando que isso me clarearia um pouco, mas não. Posso dizer que me apaixonei por ela, ou pelo menos criei muito carinho, e a partida dela me deixou muito mal. Nos dias seguintes, eu me comunicava pelo MSN com a Celeste, uma amiga da Natalie com quem eu me dava muito bem.
Chegou dezembro e a verdade é que eu não tinha planos para o ano novo. Meus amigos da escola, assim como os da faculdade, tinham me convidado pras festas deles, mas a real é que eu não tava muito a fim porque sabia que nos dois grupos rolava uns comentários de desaprovação sobre meu relacionamento com a Natalie, então não queria ser o centro dos fofocos. Foi aí que recebi o convite da Celeste pra uma festa que ela ia dar.
Eu já tinha ido nessas festas de ambiente (gays e lésbicas) com a Natalie e a Celeste e a verdade é que sempre me divertia pra caralho, e sabia que lá ninguém ia me julgar, então aceitei.
Coloquei uma tanga branca bem justinha, uma minissaia bem curta da mesma cor, um sutiã branco e um top rosa e fui pra casa da Celeste. No caminho, a gente conversou sobre tudo um pouco. Falei que fazia tempo que não ia numa festa dessas e tava com muita vontade de ir, e ela sorriu e disse: — Bom, essa é um pouquinho diferente das que você tá acostumada.
Chegamos, e percebi que era diferente. Não era um bairro exclusivo, nem uma casa, era um salão retangular, com carros do lado de fora, o lugar lotado. Normalmente, nas festas em casa que eu ia, tinha umas 30 ou 40 pessoas. Aqui, sem exagero, tinha mais de 70. Mas aí vi uma coisa que me surpreendeu ainda mais: tinham... shemales, várias. Estavam em grupos, bebendo e rindo, e quando a Celeste falou: — Elas vêm pra pegar mina ou cara, não liga pra elas, fica de boa.
Tudo ia bem até que percebi que uma delas tava me olhando. Tinha cabelo preto comprido, pele bronzeada, um corpo bem musculoso, pelo visto malhava um pouco de fisiculturismo. Usava um vestido curto até a coxa, que deixava a bunda um pouco de fora quando ela se mexia. Não sei se era o álcool (a verdade é que tinha tomado só 2 copinhos de vodka), mas eu tava achando ela muito gostosa. Passou quase 1 hora só trocando olhares. De vez em quando.
Depois perdi ela de vista, pensei que tinha ido embora, fui até o bar pegar uma bebida e foi aí que vi um corpanzil do meu lado, era ela, que com um sorriso:
— Tá se divertindo? — ela perguntou
— Tô — respondi
— E a menina bonita tem nome? — ela perguntou
— Colette, e você? — respondi nervosa
— Eu sou Rebecca, sou colombiana, vou ficar um tempo por aqui.
— Fiquei calada sem saber o que dizer quando…
— Vem, vou te apresentar umas amigas — ela disse, me puxando pela mão até o grupo dela
Todas me olhavam com cara de querer me comer ali mesmo, fiquei meio desconfortável, mas com o passar dos minutos percebi que eram pessoas muito legais, até que a Celeste chegou com mais duas amigas e me tiraram de lá:
— Cê tá louca? O que cê tava fazendo ali? Elas só querem te comer — ela disse
— Calma, a gente só tava conversando e “elas” são gentis — respondi.
Como não queria confusão, fui com a Celeste, voltando pro grupo, a gente continuava bebendo e conversando, mas eu não conseguia tirar os olhos da Rebecca e ela também não tirava os meus, mas nessa altura, a Celeste já tinha virado minha segurança particular, sem parar de me vigiar.
Quando consegui escapar da vigilância da minha amiga, me aproximei do bar pra pegar outra bebida (deixando meu copo cheio na mesa), e vi de relance a Rebecca se aproximando de mim.
— Quer dançar? — ela disse
— Claro — falei, meio pensativa
A gente tava dançando, meio coladas, aí a Celeste passou e nos lançou um olhar fulminante, mas seguiu em frente, depois a Rebecca me levou um pouco mais pro fundo da multidão, num lugar com menos luz, pra continuar dançando.
Me sentia tão bem, sentir o corpo dela junto ao meu, as mãos dela tocando minha cintura, enquanto a pélvis dela com todo aquele volume roçava na minha bunda, tava extasiada, sentia como ela ficava dura, as mãos dela agora tocavam minha bunda, apertavam sem nenhum pudor.
— Você tem um corpo gostoso — ela disse
— Sua bunda me encanta — continuou
— Valeu — respondi com um tom de voz bem suave
Depois que a música termina, me encosto na parede e ela me beija, um beijo profundo, enfiando a língua, e eu respondi na hora. A mão dela passou por baixo da minha saia, apalpando minha bunda, apertando forte, e eu amei. Ao mesmo tempo, ela sussurrava umas coisas muito fofas no meu ouvido.
Depois, dançamos mais três músicas, tudo do mesmo jeito: coladinhas, ela me tocando inteira e eu me deixando levar, sussurrando coisinhas lindas, até que ela me fez a seguinte proposta:
— Por que a gente não vai pro apartamento onde eu tô morando? Dá pra tomar uns drinks e se conhecer melhor. — ela disse.
— Sei não — respondi, nervosa — é muito longe?
— Quinze minutos de caminhada. Depois você pode ficar comigo, ou senão te pago um táxi seguro até sua casa. Vamos, a gente vai se divertir — ela falou, me olhando de um jeito provocante.
Eu tava a mil, sentindo a adrenalina no corpo todo.
— Sim — respondi firme — vou me despedir das minhas amigas.
Fui até as meninas pra me despedir, e ela fez o mesmo com o grupo dela, onde todas riam e pareciam dar parabéns pra ela. Mas com o meu grupo foi o contrário.
— Cê tá louca?! Pelo amor de Deus, Colette, você não sabe como são os shemales. Eles são super brutos e violentos. Entende? Só querem sexo, e não de qualquer tipo — Celeste me repreendeu.
— Não sou criança, sei o que tô fazendo. Quero me divertir, e além disso, ela é muito gente boa — falei.
— Escuta, eu entendo, ela te deixou excitada, mas vai ter tempo pra tudo. Só que não com eles. Os shemales daqui só vêm atrás de sexo. Olha bem pra eles, vê aquele par com aqueles caras. Cê quer mesmo ir com um que você acabou de conhecer hoje? — Celeste disse.
Olhei pra elas, e o medo começou a bater. Ela tinha razão. Além disso, Rebecca era grande, podia fazer qualquer coisa comigo. E se no apartamento dela não fosse só ela? Quatro do grupo dela estavam sozinhas, talvez elas fossem convidadas também. Fiquei apavorada, e já mais calma, decidi não ir.
Passaram-se dez minutos, e eu falei pras meninas que só ia me despedir, porque podia dar treta se deixasse ela na mão assim. Me aproximei Rebecca estava com as amigas dela, e eu a chamei de lado.
— Pronta, querida? — ela me disse.
— Rebecca, desculpa, mas me ligaram de casa, meus pais estão furiosos porque saí sem permissão — falei, tentando parecer o mais convincente possível.
— O quê? Você acha que sou idiota? Você não é mais uma pirralha pra ficar brincando assim, a gente combinou algo — ela disse, furiosa.
— Não fica brava, é sério. Olha, foda-se, pega meu número pra gente se ver outro dia — falei, um pouco nervosa, tentando achar uma caneta na minha bolsa.
— Ela me segurou forte pelo pulso e disse — Olha aqui, garota, se você não for comigo, pelo menos vai me fazer um boquete, não me enche o saco, é o mínimo por me fazer perder tempo. Se não queria nada, não era pra ficar de paquera comigo.
Fiquei um pouco tensa, mas ela tinha razão, era minha culpa, e além disso, tê-la perto de novo me deixou um pouco excitada de novo, mas não falei nada.
Ela, sem me soltar, chamou uma das amigas, sussurrou algo no ouvido dela, e a amiga lhe deu umas chaves. Depois me puxou até a saída dos fundos.
— Sério, não posso ir, já tenho que ir pra casa — falei.
— Não vamos a lugar nenhum, você só vai me chupar e pronto, vai embora e não me enche mais.
Fomos até um carro, e ela me fez entrar. Trancou as portas, reclinou um pouco o banco, levantou o vestido curto, abaixou a calcinha fio dental e me deixou ver a pica enorme dela, que não estava totalmente dura.
— Pronto, começa — ela disse.
— Eu me aproximei um pouco, senti o cheiro dela, mas bateu um sentimento de culpa e medo. Levantei — Não consigo, desculpa, tenho que ir.
Foi aí que ela realmente se irritou, e me segurando forte pelo cabelo, disse:
— Me escuta, puta! É melhor você começar a chupar, ou você e suas amigas vão se dar mal, principalmente aquela loira que se acha agente de segurança. Tô sendo justa, só tô pedindo pra você chupar, e pronto, a gente não se fode mais.
Nervosa, decidi cumprir logo com isso. Falei pra mim mesma — Só vão ser alguns minutos e pronto, sem problemas.
Me abaixei, peguei ela com minha... Mano, era enorme, só tinha conhecido a rola do meu namorado e não era assim, essas eu só tinha visto nos pornôs que às vezes meu namorado me fazia ver com ele pra dar uma esquentada. Peguei a rola, abri minha boca e meti ela, e comecei a chupar, uma mão segurava a rola dela, a outra apoiava nos abdômens durões e bem definidos, enquanto meus peitos se apoiavam nas pernas fortes dela, molhava a rola inteira com minha boca, chupando, de cima pra baixo, o gosto era forte mas comecei a pegar gosto.
Ela me pegava pelo cabelo e me empurrava a cabeça pra baixo e pra cima pra eu chupar bem.
-Mmmm assim putinha, chupa bem, isso, continua assim.
-Assim putinha, come ela bem.
A mão direita dela soltou meu cabelo, pra pegar com a esquerda, e com a direita ela abaixava o top e o sutiã pra pegar nos meus peitos, esfregava forte, apertando meus bicos, depois tirou a rola da minha boca, e eu me abaixei mais fazendo ela chupar ali embaixo.
-Chupa minhas bolas putinha, vai, passa bem a língua, quero que você meta elas na boca.
Eu metia as bolas dela na minha boca, chupava e enfiava na boca, depois voltei a chupar a rola dela, ela me empurrava com a mão quando eu consegui ouvir os gritos da Celeste, e levantei do banco.
-Colette!!, o que você tá fazendo aí!! Vamos embora!! – Ela gritava
Atrás dela vinham duas shemales do grupo da Rebecca tentando segurar ela.
Rebecca pela janela falou – Não faz escândalo menina ou vai se dar mal, deixa ela terminar e você pode levar sua amiga, sem treta nem nada – depois me pegou pela cabeça e fez eu continuar chupando.
Celeste foi pega pelas duas shemales pelos braços e levada de volta pro local, cheia de impotência.
Depois ela começou a pegar na minha bunda, enquanto eu chupava ela, isso me deixou super excitada, sentir as mãos dela no meu rabo, que acho que se continuássemos mais uns minutos, eu terminaria dando a buceta.
Eu pegava o pau dela com a mão, chupava a cabecinha passando a língua pra depois meter a rola enorme inteira na boca, devo admitir que Por um tempo eu gostava, me excitava.
O pau dele estava duro e cheio de saliva, eu continuava molhando ele, meus lábios apertavam com força, enquanto as mãos dele mexiam na minha cabeça, até que ele não aguentou mais...
— Mmmm assim, putinha, ahhhh assim, isso mesmo, putinha — ele me pressionou bem para baixo para que eu não levantasse, enquanto um jato de porra quente se espalhava pela minha boca.
— Isso, engole tudo, ou vai sair daqui na porrada.
Engoli todo o sêmen, sentindo nojo, quase vomitei, limpei a boca, subi o sutiã e o top, e desci do carro. Estava muito nervosa, fui andando até minhas amigas, elas me olharam, eu só abaixei a cabeça e senti muita vergonha, mas essa vergonha ia desaparecer muito em breve...

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