Sempre considerei a mulher como uma poesia que todo dia eu queria recitar, fazer amor, transar, foder, como preferirem chamar, é um prazer sem igual. Não nego que encontros casuais ou ocasionais são gostosos, o sexo rápido que traz aquele tesão de ser pego de surpresa ou visto por alguém, mas não é mais satisfatória aquela relação que dura o que tem que durar, que é planejada e trabalhada para o prazer dos dois, que começa com paixão e termina com vontade de repetir? Bom, pelo menos esse é o caso da minha história.
Muitas vezes ouvi que as coisas não planejadas são as que saem melhor, e não duvido que a espontaneidade seja muito prazerosa, mas também acredito que quando as coisas são planejadas e bem feitas, podem ser muito satisfatórias. Uma relação onde ambas as partes falam abertamente e sem rodeios o que cada um quer, estabelecendo limites, mas principalmente chegando a um acordo de prazer e satisfação mútua, é algo que realmente vale a pena cultivar e aproveitar.
Sou um homem de 32 anos hoje, não posso dizer que sou superdotado nem modelo de revista, não pratico esportes, mas sou magro sem ser esquelético e tenho o suficiente para fazer minha mulher feliz. Gosto de me vestir formal, usar gravata, terno e camisa bem passada, além de sapatos engraxados, porque pra mim estar apresentável e limpo é muito importante. Sou moreno, não economizo na comida e agradeço pelo meu bom metabolismo. Tenho 1,65m e acho que minha maior característica é ser muito apaixonado em tudo que faço.
Ela, naquela época, tinha 22 anos, pele branca, olhos cor de mel, cabelo castanho claro que ia até o meio das costas, com uns peitos bem formados, firmes e lindos, cintura marcada, um quadril que faz qualquer um virar a cabeça, e um par de pernas bem torneadas, que ela mostrava e exibia muito bem quando era a hora certa. Ela, os pés dela eram um show à parte pra mim, porque ela cuidava e arrumava muito bem, sério, não dava pra pedir mais. Ela tinha 1,60m e geralmente usava sapatos de salto. Não era uma mulher que exalava sensualidade, era mais reservada, mas acreditem em mim quando digo que, com um vestido ou saia, ela se transformava num verdadeiro estouro de sensualidade.
Meu relato é sobre um encontro que tive há muito tempo, quando eu tinha 21 anos, com uma mulher que amei e com quem pensei passar o resto da minha vida. No entanto, por reviravoltas do destino, isso não aconteceu. Meu nome é Jesus e o dela é Sandra.
Era agosto de 2002 quando a conheci. Era um sábado, quando saí do segundo turno da fábrica onde trabalhava na época. Fui convidado pra uma festa com uns amigos. Organizamos o grupo e partimos por volta das 10:30 da noite. Não sabíamos bem o que ou por que era a festa; naquela época, eu só pensava em me divertir e curtir uma boa garrafa, e se desse pra conhecer alguma garota, melhor ainda. Chegamos e nos ofereceram algo pra beber. O som tocava uns sambas muito bons. Passou um tempo e chegou um colega de trabalho acompanhado de uma mulher linda, que ele apresentou como sobrinha, e a festa era em homenagem a ela, porque ela tinha se formado em design gráfico. Desde que a vi, fiquei sem palavras, assim como muitos dos meus amigos. Ela estava enfiada num vestido preto lindo com discretos brilhos, que batia pouco acima do joelho, cobria perfeitamente os peitos bem formados, mas deixava os ombros e uma parte das costas de fora. A outra parte ela cobria com uma echarpe cinza que descansava nos braços. Ela usava umas sandálias pretas lindas tipo huaraches de salto, que deixavam os pés lindos dela à mostra, sem meias. Aquele conjunto contrastava e destacava a pele branca maravilhosa dela. Preciso dizer que tenho um fetiche por pés de mulher. mais do que qualquer outra parte do corpo, eu gosto daquelas garotas que mostram os pés, que cuidam deles, com unhas pintadas, mostrando perna e canela, gosto mais quando vão sem meia, embora deva reconhecer que algumas ficam muito gostosas de meia e que não me importo com o corpo quando encontro uns pés lindos.
Sem mais delongas, nosso amigo a apresentou e devo dizer que naquele momento ela chamou minha atenção, mas não dei muita importância porque achei que não teria chance alguma com ela, já que não era o cara mais bonito do grupo, e ainda mais vendo que mais de um se atraiu pela beleza dela, inclusive meu melhor amigo na época, que igual todo mundo a devorava com os olhos. No entanto, e para meu alívio, ele não se comportou muito bem naquela noite, ou talvez naquela noite minha estrela brilhasse mais alto. Não sou muito de dançar, mas dancei um pouco e tive a oportunidade de dançar com ela. Bebi relativamente pouco e estava bem tranquilo, o que me permitiu conversar e dançar com ela outras vezes, nos conhecendo melhor. Me esforcei pra causar uma ótima impressão, esquecendo dos meus amigos e focando nela. Eles continuaram com seus papos, bebendo e zoando, começando a não se encaixar no grupo dela. Ela percebeu e me convidou pra ir na casa dela com a família, me apresentou pra mãe dela, que era divorciada, e pro parceiro dela na época, além das duas irmãs dela. Não lembro do que a gente conversou, mas lembro que tava encantado com ela e que a família dela se sentiu muito à vontade comigo. Chegou a hora de ir embora e eu não podia ir sem a chance de vê-la de novo, e ela topou sem problema, marcando pro domingo da semana seguinte. Trocamos telefones e saímos da casa dela, tendo que dirigir de volta a caminhonete do meu amigo e deixando cada um na sua casa, mas muito feliz.
Aquela semana foi interminável e meus amigos zoavam sobre a Sandy e a grande conquista. Mais de um confessou que Ela era muito gostosa, o tio dela não falava nada, só dava risada, mas me pediu pra cuidar bem dela, que era uma moça muito boa e que não queria nada de ruim pra ela, enfim, era família dele e eu não tinha lá uma boa fama naquela época.
Chegou o tão esperado fim de semana, peguei o carro do meu irmão e passei pra buscá-la na casa dela. Ela tava vestida com uma calça jeans azul e uma blusa branca, tava de salto preto fechado e um casaco que segurava na mão. A gente partiu por volta do meio-dia, fomos ao cinema, comemos, entre risadas e conversas demos uma caminhada pelo centro da cidade, na calma, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Enfim, a gente se divertiu pra caralho. Quando de repente a chuva nos pegou de surpresa e a gente correu pro carro como se tivesse fugindo dela, desviando de carros e goteiras dos prédios, esbarrando em outros pedestres. Enfim, já dentro do carro, os dois encharcados, a gente ria da corrida que demos. Ela tava linda com a blusa colada no corpo. Sem mais, a gente se beijou, e outro, e mais um monte, enquanto eu confessava que gostava dela e que queria que ela fosse minha namorada, e ela obviamente topou.
Passou um tempo, a gente continuou saindo, íamos pra balada, eu levava ela já bem tarde pra casa, e devo dizer que a mãe e as irmãs dela gostavam muito de mim e, acima de tudo, confiavam em mim. Acho que a gente era um casal bonito. Ela adorava quando eu vestia terno, e por causa dela eu peguei o hábito de me vestir assim. Ela sabia que eu amava as pernas dela, os pés dela, o cabelo solto, vê-la de saia, de minissaia, de vestido, e mais de uma vez fomos juntos comprar roupa. A gente se arrumava um pro outro, eu agradava ela comprando roupas que ela gostava e ela comprava as que eu gostava. Era um puta prazer estar com ela. Eu aproveitava qualquer chance pra vê-la, e ela me surpreendia me esperando na porta da fábrica. E tenho que dizer que ela sempre tava muito gata. Ainda não tínhamos chegado às relações íntimas, e não por falta de vontade, devo dizer. esclarecer, nossos fajes ou caldos, como chamamos no México, eram muito intensos; quando eu usava saia ou vestido, acariciava suas pernas lindas, quando ficávamos sozinhos na casa dela ou na minha, era uma loucura, mas eu sempre parava antes de concluir o ato. Se for honesto, isso me incomodava, porque estávamos a um passo de fazer amor, mas eu não deixava de aproveitar cada momento com ela.
O tempo passou e eu confessei que desejava possuí-la, queria fazê-la minha, e ela me respondeu com uma pergunta que ainda ecoa nos meus ouvidos: "O que isso significa no nosso relacionamento?" Eu respondi que era uma entrega, que a amava, que queria que nos entregássemos de corpo e alma, enfim, qualquer coisa para conseguir meu objetivo, se for honesto. Ela me perguntou o que eu achava da virgindade, e eu não sabia o que responder, só consegui devolver as mesmas perguntas que ela fazia. Sem mais, ela me respondeu que, desde o início, era virgem, e que, embora não tivesse uma visão preconcebida sobre virgindade e chegar casta ao casamento, sempre sonhou em fazer da primeira vez um momento especial e lembrar como algo, se não bom, pelo menos algo do qual não quisesse se arrepender. Confesso que me pegou desprevenido, mas fiquei feliz com a forma de pensar dela, ainda mais quando disse que, assim como eu, ela queria fazer amor comigo, enfatizando "fazer amor", não ter relações, nem transar, ela disse. Nunca me condicionou, nem falou em casamento ou morar juntos, ela me amava e sabia que eu a amava muito além daquele desejo que tínhamos mostrado antes. Não falamos de fantasias e coisas do tipo, mas sim de algumas coisas que gostaríamos de fazer. Eu confessei a ela algumas das experiências que tive, bem abertamente e sem medo.
A partir disso, muitas coisas mudaram, falar sobre o assunto ficou mais divertido. Ela apertava minha bunda quando podia, dizia que me desejava, e eu, por minha vez, não parava de dizer o quanto ela me excitava. Eu adorava acariciar as pernas dela, e a gente trocava uns amassos daqueles, mas nós dois já sabíamos que estávamos preparando algo muito especial.
A gente se preocupou em "PESQUISAR" e viu uns filmes pornô (só hétero), e mesmo sendo difícil não esquentar, fizemos isso de forma responsável enquanto nos divertíamos. Resumindo, passamos cerca de um mês planejando tudo o que queríamos um do outro.
De início, Sandy não queria fazer num hotel, pelo menos não na primeira vez dela. Então, pela facilidade da minha casa, decidimos fazer no meu quarto, já que ele fica num nível separado da casa, com acesso direto pra rua sem precisar passar por nenhum outro cômodo, e tinha a maioria das comodidades. Ela queria que eu usasse algo que ela escolhesse, e ela algo que eu também escolhesse. Ela me escolheu um terno preto, uma camisa azul e uma gravata listrada de cinza, preto e azul, e uma cueca box coladinha. Aparei os pelos da região do pau, cortei o cabelo e me barbeiei bem direitinho. Já pra ela, pedi que fosse vestida como na primeira vez que a conheci, com a diferença de que a roupa íntima a gente comprou antes. Pedi que ela fizesse o cabelo cacheado e também aparasse a parte íntima dela. Além disso, compramos um baby doll e uma cinta-liga preta.
Ela não quis usar nenhum objeto, mas decidimos brincar e aproveitar com alguns comestíveis. Entre o que usamos estavam: uvas, morangos, algumas frutas secas, cerejas. Compramos também alguns embutidos, queijo, uma garrafa de vinho tinto, chantilly, uma geleia de morango e uns cubos de gelo.
Decidimos também preparar o clima e compramos umas velas aromáticas. Comprei um edredom branco especial pra ocasião, dois buquês de rosas vermelhas que despetalei na cama e cobri os vidros das janelas e da porta com papel preto, ficando só na luz das velas. O clima tava propício pro love, nós dois estávamos decididos, apaixonados e felizes.
Chegou o dia marcado, sábado, 4 de janeiro de 2003, meu aniversário é 5 de janeiro, então ela decidiu que meu aniversário começaria entre os braços dela e entre as pernas dela, me encher de prazer e a entrega dela seria meu presente. Não era incomum a gente chegar já de madrugada na casa dela, porque íamos pra festas ou pra balada, e a família dela confiava em mim e gostava de mim.
Enfim, chegou o dia. Passei na casa dela umas 5 da tarde, e chegamos na minha uns 45 minutos depois, um pouco nervosos, mas também empolgados. Não falamos muito durante o trajeto, só íamos de mãos dadas. A gente se via feliz e, acho, muito gatos. Pelo menos ela tava — era uma deusa que irradiava ternura, amor, paixão e desejo ao mesmo tempo. Chegamos em casa e vendi os olhos dela pra entrar no quarto. Quando tirei a venda, ela se deparou com uma cama cheia de pétalas de rosa, um quarto iluminado por 5 velas aromáticas, tocando a salsa que a gente gostava: "Mía" do Eddie Santiago, "Tú me quemas", "Busca por dentro" do Niche, "Celos de hombre", "Cuerpo a cuerpo" do Grupo Cariaco, entre outras. Todas elas detonavam paixão. Ela tava de gabardina, que eu tirei. A gente se fundiu num beijo imenso e apaixonado, e mesmo com ela na minha frente, eu não conseguia acreditar que ela tava ali comigo, e a gente só ria, meio sem graça e nervoso.
Devagar, fui percorrendo cada parte do corpo dela com meus lábios, beijando na comissura das orelhas dela, onde meu toque fazia ela tremer. Depositei meus lábios na nuca dela, com mordidinhas leves bem abaixo do cabelo. Percorri os braços dela bem devagar com carícias e beijos, me perdendo nas costas dela, enquanto com minhas mãos acariciava os peitos dela por cima do vestido que a cobria. Virei ela e percorri o peito dela com meus lábios — queria aproveitar ela primeiro assim, vestida, do jeito que me apaixonei da primeira vez. Levei ela até a cama e deitei ela, começando a beijar o lindo par de pernas dela, chegando até a parte interna delas, que era coberta por uma linda calcinha fio-dental preta, com detalhes. em vermelho, sobre o qual beijei sua buceta, tirei seu vestido com cuidado, abaixando o zíper, demorando o tempo necessário para aproveitar uma nova descoberta do corpo dela, entre beijos e carícias que se aprofundavam no ser dela, deitei ela de barriga pra baixo e cobri de beijos a bunda dela, a perna até chegar no pé direito e subi pelo esquerdo até o pescoço, tirei o sutiã e libertei os peitos dela, que eu já conhecia e cujos mamilos apontavam pro céu, não tirei a calcinha fio-dental e ela ficou só com ela, tinha um cheiro incrível, ela ficou de joelhos na cama de costas pra mim, com os olhos fechados e se deixando levar, sentindo cada carícia que eu dava no corpo dela.
Agora era a vez dela, e assim como eu, ela quis aproveitar, entre beijos muito safados ela tirou meu paletó, sem parar de me beijar e morder meus lábios, tirou minha gravata e começou a desabotoar minha camisa, beijando depois de cada botão, tirou ela e continuou com a regata, deixando meu peito e costas nus, me virei de costas pra ela e senti o peito quente dela colado nas minhas costas, enquanto ela tirava o cinto e começava a afrouxar a calça pra tirar, abaixou até ficar em cima dos meus sapatos e eu me deitei na cama pra tirá-los, fiquei de barriga pra baixo deitado na cama, ela sentou em cima de mim, colocando o corpo dela sobre o meu, enquanto percorria com a língua, entre beijos e mordidas, afastou minha cueca e mordeu minha bunda, me virei e ela, ainda sentada em cima de mim, esfregava a buceta dela em todo o meu corpo, não demorou muito pra ela arrancar minha cueca jogando no chão, dando beijos longos e chupadas no meu pau, eu não podia acreditar, tava no paraíso, de olhos fechados curtia o trabalho dela enquanto segurava a cabeça dela e brincava com o cabelo, tentei tocar os peitos dela mas ela disse que quem mandava era ela, se levantou em cima de mim de pernas abertas e de um jeito sensual tirou lentamente a calcinha fio-dental, jogando na minha cara, tava muito molhada e cheirava tão gostoso que eu queria comer ela, enquanto ela de pé com uma Perna de cada lado do meu corpo e de costas pra mim, me deixava admirar a beleza de mulher que eu tinha. Ela sentou no meu peito de costas, e eu passava as mãos e beijava suas costas, assim como suas lindas nádegas. Ela me olhava de canto de olho, com o cabelo no pescoço, dizia que me amava e que estava feliz de estar ali, que não importava o que acontecesse depois, que nunca se esqueceria de mim, nem de tudo que vivemos. Ela se virou, ficando de frente pra mim, e nos fundimos num beijo apaixonado. Eu a abracei com todas as minhas forças.
Fiquei sentado na beira da cama com ela por cima, me abraçando e arranhando minhas costas. Ela colocou as pernas em volta do meu corpo, nos beijávamos enquanto ela ia sentando devagar no meu pau, que se perdia na sua buceta quente e molhada. Quando entrou por completo, soltou um gemido como nunca tinha ouvido antes. Procurou minha boca como desesperada, segurando meu rosto com as mãos, me beijando e dizendo quanto me amava. Eu ainda não conseguia acreditar. Com uma mão, acariciava suas costas e com a outra subia e descia suas nádegas, que não paravam de bater no meu corpo. Sentir a umidade da buceta dela, as mãos arranhando sem pena minhas costas, os peitos dela na minha boca, olhar pra ela com pétalas de rosa grudadas no corpo. Os dois estávamos muito suados e entregues ao prazer, sem ligar se lá fora nos ouvissem, soltando gemidos e gritos de prazer. Ela dizia que adorava meu pau na boceta dela, que não queria que saísse nunca, que era melhor do que tinha imaginado, que era minha e sempre seria. Se agarrou com força nos meus ombros e começou um movimento pra cima e pra baixo, onde dava pra ver meu pau entrando e saindo da sua periquita raspada. Os peitos dela se moviam freneticamente, firmes, duros e meus. Ela aumentou os movimentos, se agarrou no meu corpo com as mãos e pernas, banhada de suor como estava e me agradecendo por tudo. Beijei seus olhos, dos quais brotavam algumas lágrimas que eu bebi. Era uma deusa e era minha. Explodimos num orgasmo apaixonado, sentindo cada momento da entrega dela. Sem sair da buceta dela, peguei o rosto dela com minhas mãos e nos fundimos num beijo apaixonado, ficamos assim um tempinho nos acariciando as costas, cansados e satisfeitos.
Aos poucos fomos nos recuperando, meu pau já meio mole mas querendo mais da minha mulher, ela desceu de mim entre beijos, sorrisos cúmplices e um pouco envergonhada porque tinha me sujado, sem saber que eu tinha experimentado um prazer sem igual, que ela tinha se entregado e de que jeito, a virgindade dela, eu que a amava e aquele ato só foi a confirmação desse amor, sem nos afastar abracei ela pra nos envolver com o edredom sentados como estávamos sobre as pétalas de rosa, querendo cobrir com minhas mãos cada parte do corpo dela.
Ficamos um bom tempo nos abraçando, curtindo entre beijos e risadas, ela me disse que amou a cama cheia de pétalas de rosa, e que era hora de nos divertir com as coisas que tínhamos preparado, e começou a me dar um show com o corpaço dela quando vestiu o baby doll, a cinta-liga e as meias, fiquei babando com cada movimento que ela fazia, queria tocar ela mas ela falou pra eu não ser impaciente, que a hora ia chegar, terminou e verdade seja dita, ela tava linda demais, penteou o cabelo sentada de costas numa cadeira enquanto se virava pra eu admirar ela por completo e o jogo começou.
Ela queria me aproveitar ao máximo e eu também, verdade, ela me deitou na cama e com um gelo percorreu meu corpo, entre chupadas e passadas pelo meu corpo que tava super quente, o gelo derretia em mim, passou chantilly no meu peito e no meu pau, colocou um morango em cima do meu peito e no pau acho que uma uva, e sem mais cerimônia foi saborear elas no meu corpo e a cada investida eu me arrepiava até o fundo da minha alma.
Em cima da cama ela tirou o baby doll, com uma dança sensual cheia de malícia e tesão, eu morria de vontade de tocar ela de novo, agora era minha vez e eu ia aproveitar cada parte do corpo dela, me Foco em passar o gelo sobre os peitos dela, cujos bicos estavam duros e empinados, apontando pro teto do meu quarto. Eu massageava e chupava, querendo gozar com eles. Coloquei chantilly nos peitos dela, no umbigo, na buceta e na ponta dos pés, com a intenção de lamber e percorrer essas partes e deixá-las limpas. Entre beijos, curtia o sabor dela. Quando cheguei na buceta dela, ela não soltava minha cabeça, se esfregava em mim e eu chupava sem piedade. Os pés dela espalharam o chantilly no meu corpo. Ela se contorcia de prazer e me mostrava que tava gostando do que eu fazia. Entre gemidos, soluços, uns palavrões e movimentos pélvicos de loucura, ela gozou, inundando minha boca, me lambuzando de chantilly e banhado nos sucos da buceta dela, enquanto eu curtia o orgasmo dela ao máximo.
Ela não parava de dizer o quanto me amava, me beijava, me abraçava e falava o quão feliz eu tinha deixado ela. Mas eu ainda não tinha terminado, e ela sabia, então partiu pra me dar um boquete doido, onde eu curti cada momento na boca dela. Ela chupava, mordia, cuspia, me dando um prazer intenso. Ela não engoliu meu gozo, mas espalhou e recebeu no rosto e nos peitos. A gente se beijou e deitou enrolados no edredom. Fizemos mais algumas vezes, com outras combinações de frutas, geleias e outras coisas que a gente levou. À uma da manhã, ela me desejou feliz aniversário, a gente abriu a garrafa de vinho tinto e brindou por tudo que rolou. Depois, bebi do corpo dela e ela do meu.
A partir dessa vez, tudo foi descoberta e aprendizado juntos. Fizemos tantas vezes, em tantos lugares e posições que acho que nunca vou esquecer ela. Desejo o melhor pra ela, e ela sempre vai estar na minha memória. Com ela, aprendi a fazer as coisas com paixão. Não importa o que seja, se você faz com paixão, você curte.
Com a Sandy, fiquei quase um ano e meio namorando. Graças a ela, saí do trampo na fábrica pra entrar numa faculdade, que terminei em 2009, ela foi, é e sempre será minha maior musa. Amei ela como nunca amei ninguém. Terminamos por motivos muito idiotas e não conseguimos vencer nosso orgulho pra resolver. Uns meses depois, ela ficou com outro cara e engravidou de uma menina linda que é a cara dela. Em 2005, eu casei. Com ela, vivi uma relação intensa, romântica e aberta. Já tive umas outras relações bem apaixonadas, mas nunca encontrei minha musa, MINHA SANDY, aquela mulher que se entrega e me deixa me entregar de verdade. Ainda sonho que tô com ela.
Desde a última vez que a gente se viu, em dezembro de 2003, nunca mais a vi. Sei notícias dela, mas nunca tive coragem de procurar. Até hoje, espero um dia encontrar alguém como ela e, quem sabe, reviver o que vivi com MINHA MUSA SANDY.
Essa é minha primeira história. Espero que tenham gostado. Escrevi com muito carinho e respeito, mas, acima de tudo, com muito love. Aguardo comentários. E, sei lá, talvez da próxima vez eu conte alguma das minhas outras aventuras. Como já disse, sou louco por pés e pernas bem cuidados de mulher. Além disso, também sou fã das mulheres maduritas (não mais velhas, mas com mais experiência) e com quem também vivi experiências muito boas.
Meus queridos leitores, espero ter proporcionado um bom momento. Fico à disposição: braulio810105@gmail.com. Desejo a vocês, assim como a mim, momentos felizes e grandes encontros sexuais.
Muitas vezes ouvi que as coisas não planejadas são as que saem melhor, e não duvido que a espontaneidade seja muito prazerosa, mas também acredito que quando as coisas são planejadas e bem feitas, podem ser muito satisfatórias. Uma relação onde ambas as partes falam abertamente e sem rodeios o que cada um quer, estabelecendo limites, mas principalmente chegando a um acordo de prazer e satisfação mútua, é algo que realmente vale a pena cultivar e aproveitar.
Sou um homem de 32 anos hoje, não posso dizer que sou superdotado nem modelo de revista, não pratico esportes, mas sou magro sem ser esquelético e tenho o suficiente para fazer minha mulher feliz. Gosto de me vestir formal, usar gravata, terno e camisa bem passada, além de sapatos engraxados, porque pra mim estar apresentável e limpo é muito importante. Sou moreno, não economizo na comida e agradeço pelo meu bom metabolismo. Tenho 1,65m e acho que minha maior característica é ser muito apaixonado em tudo que faço.
Ela, naquela época, tinha 22 anos, pele branca, olhos cor de mel, cabelo castanho claro que ia até o meio das costas, com uns peitos bem formados, firmes e lindos, cintura marcada, um quadril que faz qualquer um virar a cabeça, e um par de pernas bem torneadas, que ela mostrava e exibia muito bem quando era a hora certa. Ela, os pés dela eram um show à parte pra mim, porque ela cuidava e arrumava muito bem, sério, não dava pra pedir mais. Ela tinha 1,60m e geralmente usava sapatos de salto. Não era uma mulher que exalava sensualidade, era mais reservada, mas acreditem em mim quando digo que, com um vestido ou saia, ela se transformava num verdadeiro estouro de sensualidade.
Meu relato é sobre um encontro que tive há muito tempo, quando eu tinha 21 anos, com uma mulher que amei e com quem pensei passar o resto da minha vida. No entanto, por reviravoltas do destino, isso não aconteceu. Meu nome é Jesus e o dela é Sandra.
Era agosto de 2002 quando a conheci. Era um sábado, quando saí do segundo turno da fábrica onde trabalhava na época. Fui convidado pra uma festa com uns amigos. Organizamos o grupo e partimos por volta das 10:30 da noite. Não sabíamos bem o que ou por que era a festa; naquela época, eu só pensava em me divertir e curtir uma boa garrafa, e se desse pra conhecer alguma garota, melhor ainda. Chegamos e nos ofereceram algo pra beber. O som tocava uns sambas muito bons. Passou um tempo e chegou um colega de trabalho acompanhado de uma mulher linda, que ele apresentou como sobrinha, e a festa era em homenagem a ela, porque ela tinha se formado em design gráfico. Desde que a vi, fiquei sem palavras, assim como muitos dos meus amigos. Ela estava enfiada num vestido preto lindo com discretos brilhos, que batia pouco acima do joelho, cobria perfeitamente os peitos bem formados, mas deixava os ombros e uma parte das costas de fora. A outra parte ela cobria com uma echarpe cinza que descansava nos braços. Ela usava umas sandálias pretas lindas tipo huaraches de salto, que deixavam os pés lindos dela à mostra, sem meias. Aquele conjunto contrastava e destacava a pele branca maravilhosa dela. Preciso dizer que tenho um fetiche por pés de mulher. mais do que qualquer outra parte do corpo, eu gosto daquelas garotas que mostram os pés, que cuidam deles, com unhas pintadas, mostrando perna e canela, gosto mais quando vão sem meia, embora deva reconhecer que algumas ficam muito gostosas de meia e que não me importo com o corpo quando encontro uns pés lindos.
Sem mais delongas, nosso amigo a apresentou e devo dizer que naquele momento ela chamou minha atenção, mas não dei muita importância porque achei que não teria chance alguma com ela, já que não era o cara mais bonito do grupo, e ainda mais vendo que mais de um se atraiu pela beleza dela, inclusive meu melhor amigo na época, que igual todo mundo a devorava com os olhos. No entanto, e para meu alívio, ele não se comportou muito bem naquela noite, ou talvez naquela noite minha estrela brilhasse mais alto. Não sou muito de dançar, mas dancei um pouco e tive a oportunidade de dançar com ela. Bebi relativamente pouco e estava bem tranquilo, o que me permitiu conversar e dançar com ela outras vezes, nos conhecendo melhor. Me esforcei pra causar uma ótima impressão, esquecendo dos meus amigos e focando nela. Eles continuaram com seus papos, bebendo e zoando, começando a não se encaixar no grupo dela. Ela percebeu e me convidou pra ir na casa dela com a família, me apresentou pra mãe dela, que era divorciada, e pro parceiro dela na época, além das duas irmãs dela. Não lembro do que a gente conversou, mas lembro que tava encantado com ela e que a família dela se sentiu muito à vontade comigo. Chegou a hora de ir embora e eu não podia ir sem a chance de vê-la de novo, e ela topou sem problema, marcando pro domingo da semana seguinte. Trocamos telefones e saímos da casa dela, tendo que dirigir de volta a caminhonete do meu amigo e deixando cada um na sua casa, mas muito feliz.
Aquela semana foi interminável e meus amigos zoavam sobre a Sandy e a grande conquista. Mais de um confessou que Ela era muito gostosa, o tio dela não falava nada, só dava risada, mas me pediu pra cuidar bem dela, que era uma moça muito boa e que não queria nada de ruim pra ela, enfim, era família dele e eu não tinha lá uma boa fama naquela época.
Chegou o tão esperado fim de semana, peguei o carro do meu irmão e passei pra buscá-la na casa dela. Ela tava vestida com uma calça jeans azul e uma blusa branca, tava de salto preto fechado e um casaco que segurava na mão. A gente partiu por volta do meio-dia, fomos ao cinema, comemos, entre risadas e conversas demos uma caminhada pelo centro da cidade, na calma, como se tivéssemos todo o tempo do mundo. Enfim, a gente se divertiu pra caralho. Quando de repente a chuva nos pegou de surpresa e a gente correu pro carro como se tivesse fugindo dela, desviando de carros e goteiras dos prédios, esbarrando em outros pedestres. Enfim, já dentro do carro, os dois encharcados, a gente ria da corrida que demos. Ela tava linda com a blusa colada no corpo. Sem mais, a gente se beijou, e outro, e mais um monte, enquanto eu confessava que gostava dela e que queria que ela fosse minha namorada, e ela obviamente topou.
Passou um tempo, a gente continuou saindo, íamos pra balada, eu levava ela já bem tarde pra casa, e devo dizer que a mãe e as irmãs dela gostavam muito de mim e, acima de tudo, confiavam em mim. Acho que a gente era um casal bonito. Ela adorava quando eu vestia terno, e por causa dela eu peguei o hábito de me vestir assim. Ela sabia que eu amava as pernas dela, os pés dela, o cabelo solto, vê-la de saia, de minissaia, de vestido, e mais de uma vez fomos juntos comprar roupa. A gente se arrumava um pro outro, eu agradava ela comprando roupas que ela gostava e ela comprava as que eu gostava. Era um puta prazer estar com ela. Eu aproveitava qualquer chance pra vê-la, e ela me surpreendia me esperando na porta da fábrica. E tenho que dizer que ela sempre tava muito gata. Ainda não tínhamos chegado às relações íntimas, e não por falta de vontade, devo dizer. esclarecer, nossos fajes ou caldos, como chamamos no México, eram muito intensos; quando eu usava saia ou vestido, acariciava suas pernas lindas, quando ficávamos sozinhos na casa dela ou na minha, era uma loucura, mas eu sempre parava antes de concluir o ato. Se for honesto, isso me incomodava, porque estávamos a um passo de fazer amor, mas eu não deixava de aproveitar cada momento com ela.
O tempo passou e eu confessei que desejava possuí-la, queria fazê-la minha, e ela me respondeu com uma pergunta que ainda ecoa nos meus ouvidos: "O que isso significa no nosso relacionamento?" Eu respondi que era uma entrega, que a amava, que queria que nos entregássemos de corpo e alma, enfim, qualquer coisa para conseguir meu objetivo, se for honesto. Ela me perguntou o que eu achava da virgindade, e eu não sabia o que responder, só consegui devolver as mesmas perguntas que ela fazia. Sem mais, ela me respondeu que, desde o início, era virgem, e que, embora não tivesse uma visão preconcebida sobre virgindade e chegar casta ao casamento, sempre sonhou em fazer da primeira vez um momento especial e lembrar como algo, se não bom, pelo menos algo do qual não quisesse se arrepender. Confesso que me pegou desprevenido, mas fiquei feliz com a forma de pensar dela, ainda mais quando disse que, assim como eu, ela queria fazer amor comigo, enfatizando "fazer amor", não ter relações, nem transar, ela disse. Nunca me condicionou, nem falou em casamento ou morar juntos, ela me amava e sabia que eu a amava muito além daquele desejo que tínhamos mostrado antes. Não falamos de fantasias e coisas do tipo, mas sim de algumas coisas que gostaríamos de fazer. Eu confessei a ela algumas das experiências que tive, bem abertamente e sem medo.
A partir disso, muitas coisas mudaram, falar sobre o assunto ficou mais divertido. Ela apertava minha bunda quando podia, dizia que me desejava, e eu, por minha vez, não parava de dizer o quanto ela me excitava. Eu adorava acariciar as pernas dela, e a gente trocava uns amassos daqueles, mas nós dois já sabíamos que estávamos preparando algo muito especial.
A gente se preocupou em "PESQUISAR" e viu uns filmes pornô (só hétero), e mesmo sendo difícil não esquentar, fizemos isso de forma responsável enquanto nos divertíamos. Resumindo, passamos cerca de um mês planejando tudo o que queríamos um do outro.
De início, Sandy não queria fazer num hotel, pelo menos não na primeira vez dela. Então, pela facilidade da minha casa, decidimos fazer no meu quarto, já que ele fica num nível separado da casa, com acesso direto pra rua sem precisar passar por nenhum outro cômodo, e tinha a maioria das comodidades. Ela queria que eu usasse algo que ela escolhesse, e ela algo que eu também escolhesse. Ela me escolheu um terno preto, uma camisa azul e uma gravata listrada de cinza, preto e azul, e uma cueca box coladinha. Aparei os pelos da região do pau, cortei o cabelo e me barbeiei bem direitinho. Já pra ela, pedi que fosse vestida como na primeira vez que a conheci, com a diferença de que a roupa íntima a gente comprou antes. Pedi que ela fizesse o cabelo cacheado e também aparasse a parte íntima dela. Além disso, compramos um baby doll e uma cinta-liga preta.
Ela não quis usar nenhum objeto, mas decidimos brincar e aproveitar com alguns comestíveis. Entre o que usamos estavam: uvas, morangos, algumas frutas secas, cerejas. Compramos também alguns embutidos, queijo, uma garrafa de vinho tinto, chantilly, uma geleia de morango e uns cubos de gelo.
Decidimos também preparar o clima e compramos umas velas aromáticas. Comprei um edredom branco especial pra ocasião, dois buquês de rosas vermelhas que despetalei na cama e cobri os vidros das janelas e da porta com papel preto, ficando só na luz das velas. O clima tava propício pro love, nós dois estávamos decididos, apaixonados e felizes.
Chegou o dia marcado, sábado, 4 de janeiro de 2003, meu aniversário é 5 de janeiro, então ela decidiu que meu aniversário começaria entre os braços dela e entre as pernas dela, me encher de prazer e a entrega dela seria meu presente. Não era incomum a gente chegar já de madrugada na casa dela, porque íamos pra festas ou pra balada, e a família dela confiava em mim e gostava de mim.
Enfim, chegou o dia. Passei na casa dela umas 5 da tarde, e chegamos na minha uns 45 minutos depois, um pouco nervosos, mas também empolgados. Não falamos muito durante o trajeto, só íamos de mãos dadas. A gente se via feliz e, acho, muito gatos. Pelo menos ela tava — era uma deusa que irradiava ternura, amor, paixão e desejo ao mesmo tempo. Chegamos em casa e vendi os olhos dela pra entrar no quarto. Quando tirei a venda, ela se deparou com uma cama cheia de pétalas de rosa, um quarto iluminado por 5 velas aromáticas, tocando a salsa que a gente gostava: "Mía" do Eddie Santiago, "Tú me quemas", "Busca por dentro" do Niche, "Celos de hombre", "Cuerpo a cuerpo" do Grupo Cariaco, entre outras. Todas elas detonavam paixão. Ela tava de gabardina, que eu tirei. A gente se fundiu num beijo imenso e apaixonado, e mesmo com ela na minha frente, eu não conseguia acreditar que ela tava ali comigo, e a gente só ria, meio sem graça e nervoso.
Devagar, fui percorrendo cada parte do corpo dela com meus lábios, beijando na comissura das orelhas dela, onde meu toque fazia ela tremer. Depositei meus lábios na nuca dela, com mordidinhas leves bem abaixo do cabelo. Percorri os braços dela bem devagar com carícias e beijos, me perdendo nas costas dela, enquanto com minhas mãos acariciava os peitos dela por cima do vestido que a cobria. Virei ela e percorri o peito dela com meus lábios — queria aproveitar ela primeiro assim, vestida, do jeito que me apaixonei da primeira vez. Levei ela até a cama e deitei ela, começando a beijar o lindo par de pernas dela, chegando até a parte interna delas, que era coberta por uma linda calcinha fio-dental preta, com detalhes. em vermelho, sobre o qual beijei sua buceta, tirei seu vestido com cuidado, abaixando o zíper, demorando o tempo necessário para aproveitar uma nova descoberta do corpo dela, entre beijos e carícias que se aprofundavam no ser dela, deitei ela de barriga pra baixo e cobri de beijos a bunda dela, a perna até chegar no pé direito e subi pelo esquerdo até o pescoço, tirei o sutiã e libertei os peitos dela, que eu já conhecia e cujos mamilos apontavam pro céu, não tirei a calcinha fio-dental e ela ficou só com ela, tinha um cheiro incrível, ela ficou de joelhos na cama de costas pra mim, com os olhos fechados e se deixando levar, sentindo cada carícia que eu dava no corpo dela.
Agora era a vez dela, e assim como eu, ela quis aproveitar, entre beijos muito safados ela tirou meu paletó, sem parar de me beijar e morder meus lábios, tirou minha gravata e começou a desabotoar minha camisa, beijando depois de cada botão, tirou ela e continuou com a regata, deixando meu peito e costas nus, me virei de costas pra ela e senti o peito quente dela colado nas minhas costas, enquanto ela tirava o cinto e começava a afrouxar a calça pra tirar, abaixou até ficar em cima dos meus sapatos e eu me deitei na cama pra tirá-los, fiquei de barriga pra baixo deitado na cama, ela sentou em cima de mim, colocando o corpo dela sobre o meu, enquanto percorria com a língua, entre beijos e mordidas, afastou minha cueca e mordeu minha bunda, me virei e ela, ainda sentada em cima de mim, esfregava a buceta dela em todo o meu corpo, não demorou muito pra ela arrancar minha cueca jogando no chão, dando beijos longos e chupadas no meu pau, eu não podia acreditar, tava no paraíso, de olhos fechados curtia o trabalho dela enquanto segurava a cabeça dela e brincava com o cabelo, tentei tocar os peitos dela mas ela disse que quem mandava era ela, se levantou em cima de mim de pernas abertas e de um jeito sensual tirou lentamente a calcinha fio-dental, jogando na minha cara, tava muito molhada e cheirava tão gostoso que eu queria comer ela, enquanto ela de pé com uma Perna de cada lado do meu corpo e de costas pra mim, me deixava admirar a beleza de mulher que eu tinha. Ela sentou no meu peito de costas, e eu passava as mãos e beijava suas costas, assim como suas lindas nádegas. Ela me olhava de canto de olho, com o cabelo no pescoço, dizia que me amava e que estava feliz de estar ali, que não importava o que acontecesse depois, que nunca se esqueceria de mim, nem de tudo que vivemos. Ela se virou, ficando de frente pra mim, e nos fundimos num beijo apaixonado. Eu a abracei com todas as minhas forças.
Fiquei sentado na beira da cama com ela por cima, me abraçando e arranhando minhas costas. Ela colocou as pernas em volta do meu corpo, nos beijávamos enquanto ela ia sentando devagar no meu pau, que se perdia na sua buceta quente e molhada. Quando entrou por completo, soltou um gemido como nunca tinha ouvido antes. Procurou minha boca como desesperada, segurando meu rosto com as mãos, me beijando e dizendo quanto me amava. Eu ainda não conseguia acreditar. Com uma mão, acariciava suas costas e com a outra subia e descia suas nádegas, que não paravam de bater no meu corpo. Sentir a umidade da buceta dela, as mãos arranhando sem pena minhas costas, os peitos dela na minha boca, olhar pra ela com pétalas de rosa grudadas no corpo. Os dois estávamos muito suados e entregues ao prazer, sem ligar se lá fora nos ouvissem, soltando gemidos e gritos de prazer. Ela dizia que adorava meu pau na boceta dela, que não queria que saísse nunca, que era melhor do que tinha imaginado, que era minha e sempre seria. Se agarrou com força nos meus ombros e começou um movimento pra cima e pra baixo, onde dava pra ver meu pau entrando e saindo da sua periquita raspada. Os peitos dela se moviam freneticamente, firmes, duros e meus. Ela aumentou os movimentos, se agarrou no meu corpo com as mãos e pernas, banhada de suor como estava e me agradecendo por tudo. Beijei seus olhos, dos quais brotavam algumas lágrimas que eu bebi. Era uma deusa e era minha. Explodimos num orgasmo apaixonado, sentindo cada momento da entrega dela. Sem sair da buceta dela, peguei o rosto dela com minhas mãos e nos fundimos num beijo apaixonado, ficamos assim um tempinho nos acariciando as costas, cansados e satisfeitos.
Aos poucos fomos nos recuperando, meu pau já meio mole mas querendo mais da minha mulher, ela desceu de mim entre beijos, sorrisos cúmplices e um pouco envergonhada porque tinha me sujado, sem saber que eu tinha experimentado um prazer sem igual, que ela tinha se entregado e de que jeito, a virgindade dela, eu que a amava e aquele ato só foi a confirmação desse amor, sem nos afastar abracei ela pra nos envolver com o edredom sentados como estávamos sobre as pétalas de rosa, querendo cobrir com minhas mãos cada parte do corpo dela.
Ficamos um bom tempo nos abraçando, curtindo entre beijos e risadas, ela me disse que amou a cama cheia de pétalas de rosa, e que era hora de nos divertir com as coisas que tínhamos preparado, e começou a me dar um show com o corpaço dela quando vestiu o baby doll, a cinta-liga e as meias, fiquei babando com cada movimento que ela fazia, queria tocar ela mas ela falou pra eu não ser impaciente, que a hora ia chegar, terminou e verdade seja dita, ela tava linda demais, penteou o cabelo sentada de costas numa cadeira enquanto se virava pra eu admirar ela por completo e o jogo começou.
Ela queria me aproveitar ao máximo e eu também, verdade, ela me deitou na cama e com um gelo percorreu meu corpo, entre chupadas e passadas pelo meu corpo que tava super quente, o gelo derretia em mim, passou chantilly no meu peito e no meu pau, colocou um morango em cima do meu peito e no pau acho que uma uva, e sem mais cerimônia foi saborear elas no meu corpo e a cada investida eu me arrepiava até o fundo da minha alma.
Em cima da cama ela tirou o baby doll, com uma dança sensual cheia de malícia e tesão, eu morria de vontade de tocar ela de novo, agora era minha vez e eu ia aproveitar cada parte do corpo dela, me Foco em passar o gelo sobre os peitos dela, cujos bicos estavam duros e empinados, apontando pro teto do meu quarto. Eu massageava e chupava, querendo gozar com eles. Coloquei chantilly nos peitos dela, no umbigo, na buceta e na ponta dos pés, com a intenção de lamber e percorrer essas partes e deixá-las limpas. Entre beijos, curtia o sabor dela. Quando cheguei na buceta dela, ela não soltava minha cabeça, se esfregava em mim e eu chupava sem piedade. Os pés dela espalharam o chantilly no meu corpo. Ela se contorcia de prazer e me mostrava que tava gostando do que eu fazia. Entre gemidos, soluços, uns palavrões e movimentos pélvicos de loucura, ela gozou, inundando minha boca, me lambuzando de chantilly e banhado nos sucos da buceta dela, enquanto eu curtia o orgasmo dela ao máximo.
Ela não parava de dizer o quanto me amava, me beijava, me abraçava e falava o quão feliz eu tinha deixado ela. Mas eu ainda não tinha terminado, e ela sabia, então partiu pra me dar um boquete doido, onde eu curti cada momento na boca dela. Ela chupava, mordia, cuspia, me dando um prazer intenso. Ela não engoliu meu gozo, mas espalhou e recebeu no rosto e nos peitos. A gente se beijou e deitou enrolados no edredom. Fizemos mais algumas vezes, com outras combinações de frutas, geleias e outras coisas que a gente levou. À uma da manhã, ela me desejou feliz aniversário, a gente abriu a garrafa de vinho tinto e brindou por tudo que rolou. Depois, bebi do corpo dela e ela do meu.
A partir dessa vez, tudo foi descoberta e aprendizado juntos. Fizemos tantas vezes, em tantos lugares e posições que acho que nunca vou esquecer ela. Desejo o melhor pra ela, e ela sempre vai estar na minha memória. Com ela, aprendi a fazer as coisas com paixão. Não importa o que seja, se você faz com paixão, você curte.
Com a Sandy, fiquei quase um ano e meio namorando. Graças a ela, saí do trampo na fábrica pra entrar numa faculdade, que terminei em 2009, ela foi, é e sempre será minha maior musa. Amei ela como nunca amei ninguém. Terminamos por motivos muito idiotas e não conseguimos vencer nosso orgulho pra resolver. Uns meses depois, ela ficou com outro cara e engravidou de uma menina linda que é a cara dela. Em 2005, eu casei. Com ela, vivi uma relação intensa, romântica e aberta. Já tive umas outras relações bem apaixonadas, mas nunca encontrei minha musa, MINHA SANDY, aquela mulher que se entrega e me deixa me entregar de verdade. Ainda sonho que tô com ela.
Desde a última vez que a gente se viu, em dezembro de 2003, nunca mais a vi. Sei notícias dela, mas nunca tive coragem de procurar. Até hoje, espero um dia encontrar alguém como ela e, quem sabe, reviver o que vivi com MINHA MUSA SANDY.
Essa é minha primeira história. Espero que tenham gostado. Escrevi com muito carinho e respeito, mas, acima de tudo, com muito love. Aguardo comentários. E, sei lá, talvez da próxima vez eu conte alguma das minhas outras aventuras. Como já disse, sou louco por pés e pernas bem cuidados de mulher. Além disso, também sou fã das mulheres maduritas (não mais velhas, mas com mais experiência) e com quem também vivi experiências muito boas.
Meus queridos leitores, espero ter proporcionado um bom momento. Fico à disposição: braulio810105@gmail.com. Desejo a vocês, assim como a mim, momentos felizes e grandes encontros sexuais.
1 comentários - Sandy mi más grande Musa