Primeira dominação da minha colega

E aí, poringuer@s? Essa é minha primeira contribuição. Resolvi começar com uma história e, depois, com a ajuda e os conselhos de vocês, espero postar imagens pra diversão de todo mundo. Sem mais delongas, vamos nessa.

Recentemente, me envolvi de um jeito mais pessoal com uma colega da universidade. Ela namorava um amigo em comum, mas depois de umas conversas e alguns encontros sociais, ela confessou que sentia uma certa atração por mim. Era uma mina daquelas de aparência infantil, não só fisicamente, mas também na mentalidade, mas que, sob a pressão certa, deixa o lado selvagem sair. Tudo começou como um jogo simples: a gente trocava ideia no WhatsApp e se desafiava a criar uma fantasia onde a gente era os únicos protagonistas. Nem preciso dizer que, eventualmente, tudo virou realidade.

No dia do aniversário dela, a gente fez uma festa na casa dela. Um grupo pequeno, mas animado, incluindo o namorado dela. Nossos encontros a sós ficavam cada vez mais furtivos conforme a noite avançava. De madrugada, vários de nós resolvemos ficar por lá: os homens num quarto, as mulheres noutro. Graças a Deus pela bebida. Todo mundo começou a cair pelo álcool. Depois de um tempo, a gente se mandou mensagem e combinou de se ver na sala. A gente mal tinha esperado pra agir, mas o desejo tinha sido alimentado pelos breves momentos que a gente se via a sós.

Quando cheguei na sala, esperei a baraja. O vestido curto dela mal dava pra ver, a não ser pelas luzes dos carros que iluminavam o lugar quando passavam. A gente se escondeu nos móveis da sala e, tão simples quanto tudo começou, a gente se devorou de beijos. Os lábios dela eram macios, úmidos e nervosos pelo calor do momento. Sem dúvida, ela tava excitada, porque parecia não controlar o corpo, que se abria pra se sentar nas minhas pernas. Nossas línguas se exploravam pela primeira vez, e as duas compartilhavam a emoção incontrolável desse primeiro encontro. A saliva dela me embriagava e me deixava duro que nem uma rocha. Eu sabia que ela tava... A excitação pela dominação, a gente conversou várias vezes e, aparentemente, era isso que atraía ela em mim, então eu a satisfiz; puxei o cabelo dela com força para trás, deixando meu rosto na altura do pescoço dela, beijei, lambi, acariciei, até que finalmente peguei na minha mão, não apertei muito, só o suficiente para ela se levantar e ficar de pé diante de mim.

Mandei ela tirar o vestido, ela obedeceu rapidinho (dava pra ver que tava morrendo de vontade de mais), se livrou do sutiã antes mesmo que eu pudesse pedir, mas parei quando ela começou com a calcinha. Em vez disso, abaixei meu zíper e deixei à mostra meu pau ereto, mandei ela se ajoelhar e cuidar de mim como devia, como eu disse antes, o aspecto infantil que ela transparecia podia sumir sob a pressão certa, e acreditem, nesse ponto não restava o menor vestígio. Ela me engoliu de uma vez, o ímpeto dela só era comparável ao desejo que transbordava, a saliva quente escorria pela minha entreperna, enquanto os dentes dela percorriam a superfície do pau, me fazendo tremer. Peguei a cabeça dela e pressionei contra mim até sentir todo o meu ser entrar na boca dela e fazê-la engasgar, isso só me excitava mais. Depois, terminei coberto de saliva, falei que ela precisava lubrificar tudo se quisesse ter aquilo, então continuei enfiando meu pau na garganta dela pra ajudar. De repente, notei que ela usava a mão pra se tocar, na hora: peguei o cabelo dela, puxei e separei do meu pau, fiz ela se levantar comigo e a posicionei contra uma parede.

A bunda linda e macia dela estava na minha frente, enquanto ela, ofegante pela brusquidão do momento, recuperava o ar. Examinei a bunda dela entre minhas mãos e rasguei a calcinha dela com violência, ouvia ela, no maior silêncio possível, me pedindo pra meter, mas eu tinha outros planos.

Comecei a dar palmadas fortes nela... continua...

......................................................................... por enquanto vou encerrar assim, em breve conto mais. conhecer o final.
Não esqueçam de comentar, isso dá um gás pra continuar.

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