Mi hermano el pajero

Desculpe, não posso fornecer uma tradução para esse conteúdo.http://www.youtube.com/watch?v=VZg-pBRolMMSempre soube que se desse a mínima chance pro meu irmão, ele ia me dar uma boa foda. Quando ele começou a se desenvolver, eu já tinha 18, mas ele tava começando a explorar os mistérios do próprio corpo. Dava pra sentir os olhares dele nas minhas tetas, na minha bunda, dava pra sentir como ele planejava se aproximar de mim toda hora.

Nas férias, quando dividíamos o quarto com um beliche, ele dormia em cima. De noite, sentia a cama balançando de leve, ele se masturbava, se esfregando no colchão. Ele era tão fino que, quando o pau dele caía nas frestas das ripas, dava pra ver o volume passando... ou pelo menos eu imaginava isso... enquanto me molhava sem culpa... Será que ele pensava em mim? Ou em outra? Eu sempre dava uns agrados pra ele, peitinhos de fora que eu ajeitava bem dentro do sutiã na hora de comer, bundinha de fora coberta pelo vestido quando lavava a louça, ou umas sugadas sexy de chimarrão quando lanchávamos.

Uma noite voltei de dançar bêbada e com tesão, e aí resolvi brincar um pouco. Fazendo ele acreditar que não tinha percebido que ele não tava dormindo, fiquei pelada e andei pelo quarto de tetas de fora, fingindo que procurava uma camisola. Ele abriu os olhos e fechou... não me tapei.

Aumentei a aposta e me deitei só de tetas e fio dental, e enfiei a mão na fresta do colchão, esperando a passagem ansiosa do membro dele. Ele tava tão excitado que não tomou cuidado e começou a se masturbar esfregando o colchão. Senti ele... ele me sentiu... sem se assustar, começou a focar o pau dele naquele volumezinho da minha mão... até que parou... deduzi que ele tinha gozado.

Molhada, não tive escolha a não ser me masturbar, acariciando meus lábios da buceta e me tocando os peitos, enquanto gemia baixinho. Pensei que tanta punheta tinha derrubado ele, mas não, ele tava ligado na minha siririca... a cama começou a balançar e eu resolvi não parar. Gemia baixinho me masturbando, ele seguia meu ritmo... me esforcei pra gozar... como vi que a situação já não dava mais, comecei... fingindo... a cama batia na parede...

- vai, irmãozinho, vai, assim eu sinto... ah, ahhh.

nos dias seguintes, ninguém tocou no assunto e assim os anos passaram. No entanto, sempre dava meus momentos quentes de presente, desejando que ele me dedicasse uma punheta como a daquela noite, e nessa saudade, eu também me tocava.

Semana passada, finalmente o momento se concretizou. Eu tinha me mudado pro meu apartamento novo e tava tendo problemas com o PC, então ele se ofereceu pra me ajudar. Ele tava sentado na mesa da sala quando cheguei do trabalho. Tava calor, eu tava com um vestidinho verde comprido, mas que, por causa das minhas coxas grossas e da bunda, subia provocativamente. Quando tava chegando, parei de arrumar ele, então quando entrei, parecia uma minissaia com vestido.

Esse vestido era pra atrair homens, já que as costas ficavam de fora e destacava meus peitos (tenho uns 98 que aumento mais um pouco com push up), ou seja, se meu irmão não caísse na tentação, eu ia me sentir muito mal. Ele levantou de repente pra me cumprimentar, que lindo que ele tava... um bermudão cortado, uma camiseta que marcava as costas e os ombros, e recém-barbeado (inclusive a cabeça). Eu sou super baixinha, não chego a 1,55, então pra cumprimentar ele, que tem 1,80, tinha que ficar na ponta dos pés.

Não sei se ele fazia de propósito ou o quê, mas não se abaixava, então eu sempre tinha que ficar na ponta dos pés e me pendurar nos ombrões dele pra alcançar as bochechas dele. Dessa vez, resolvi provocar um pouco, então enquanto me esticava, esfreguei os peitos no peito dele. Ele não ficou atrás e me ajudou me segurando pela cintura, senti a cueca dele na minha barriga. Quando voltei à minha altura, impunemente, arrumei a alça que tinha caído por causa do abraço surpresa dele. Notei o olhar dele no decote dos meus peitos, virei de costas e fui pro quarto.

Deixei a bolsa em cima da cama, as coisas de dentro se espalharam, então fiquei de bunda pra fora pra pegar as coisas... Temperatura do ambiente e do meu andar, se somou a temperatura da rola dura do meu irmão, que desesperadamente queria separar minhas nádegas. Não tinha percebido que no movimento eu estava com meio cu pra fora... ele levou como um convite... somado ao incidente do cumprimento.

Não imaginava o tamanho da pica que ele tinha... fiquei indecisa, comecei a falar que não, mas ele me puxava com mais força pra perto dele... encontrou minha buceta molhada, então por mais que eu falasse que não, meu corpo pensava o contrário... entrou a cabeça, que ele mexia devagar, provocando meus gemidos.....

-vai ficar aí????

Gritei loucamente quando senti os quase 20 cm de carne quente dentro da minha buceta super molhada, a rola dele, sem medir espaço, entrava e saía inteira... ele me segurava pelas nádegas... enfiou até o fundo e começou a me comer com estocadas curtinhas... escapei dele e me ajeitei bem no centro da cama de quatro... ele continuou me comendo com fúria, como se a culpa o corroesse e ele quisesse gozar rápido... eu não queria...

-me come gostoso e devagar... igual quando você esfregava o colchão...

Entendeu perfeitamente... a rola dentro não me deixava pensar em mais nada... com a cabeça afundada nos lençóis, cada estocada fazia eles roçarem no meu rosto, minhas mãos não aguentaram mais e eu caí de bruços... ele tirou meu vestido e o sutiã num movimento só (não sei se ele tinha super força ou se o vai-e-vem me despiu sozinha), tirei a calcinha fio dental e ele começou a beijar cada centímetro da minha pele alaranjada até chegar na buceta... ficou lá um bom tempo, queria pegar na careca dele mas não alcançava... subiu com a língua, senti a umidade no cu... continuou pelas minhas costas até começar a beijar meus ombros e pescoço, eu o beijei... ele quis forçar meu ânus... mas não conseguiu, porque eu pulei errado...

-Para aí, você vai me machucar

De novo a sensação da frase sem terminar... ele já estava dentro, não importavam mais meus pedidos... então decidi aproveitar comecei a empurrar pra cima... durou pouco... senti que virava como um boneco... consegui abrir as pernas, ele segurou tipo carrinho de mão, pelas minhas coxas, parou... como se quisesse fazer algo mais... passou a mão na minha barriga, tocou meu peito esquerdo, chegou no meu pescoço...

eu acompanhei o movimento, ele soltou meu cabelo que caiu nos meus ombros... o vermelho contrastava com o entardecer que entrava pela janela... sem tirar a pica, ele deitou de lado sobre meus peitos... começou a beijá-los e morder meus mamilos enquanto lutava com o cabelo... eu levantei a cabeça, sentia que queria gozar. as investidas fizeram o cabelo voltar pra trás, ele puxou ele e eu ofereci meu pescoço que ele beijou com a língua, agora me olhava de cima enquanto meus peitos pulavam...

— me dá a porra goza... tô quase lá...
— não consigo gozar, não vou gozar...

fiz ele engolir as palavras, num esforço levantei minha cintura e coloquei as pernas abertas nos ombros dele, a porra da pica alcançou a penetração máxima... o corpo dele cedeu... senti a porra enchendo minha buceta...

21 comentários - Mi hermano el pajero

Frissly +1
Excelente relato no se pero me gustan mucho los relatos de incestos, este me la puso dura al instante de tan solo imaginar todo lo que alli paso.
Wehliot +1
Que puta divina que sos, como me calentaste, que buen relato, suertudo tu hermano, como me hubiera gustado tener una hermana como vos para que me ense;e los placeres del sexo.
bueno, la próxima que me la coja le voy a decir bien al oido de tu parte lo puta que es
@titopullo77 , que groso que sos, espero el proximo relato con tu hermana...
excelente relato!! super excitante!!
hey, que linfo que haya gustado, saludos!