Beleza, essa é minha primeira história, e espero os comentários e críticas de vocês.
Também espero que vocês fiquem com tesão e se toquem, igual aconteceu comigo na hora de escrever.
Se é verdade ou fantasia, vocês decidem...
Sempre tínhamos pensado em fazer uma troca de casais, mas o que aconteceu naquela noite superou qualquer fantasia que pudéssemos ter.
Com a Josefina, mais de uma vez nos pegamos nos masturbando pensando em outra pessoa, que geralmente não passava de alguma estrela pornô ou algum ator do momento, e a reação que sempre tivemos foi bem diferente de ciúmes, muito mais próxima do tesão.
Mas nunca tínhamos ultrapassado essa barreira da fantasia e da autossatisfação, mas o tempo passou e a fantasia foi parar na cama, descrevendo situações com outras pessoas que nos deixavam a mil.
Foi assim que, depois de muito conversar e descartar de vez a possibilidade de fazer um ménage, optamos por uma troca de casais, mas transando um ao lado do outro. Nem preciso dizer que o tesão e a agitação aumentaram mil vezes e nós dois começamos a nos mexer para encontrar um lugar para achar um casal anônimo, já que não queríamos envolver amigos na nossa cama; depois de muito procurar, encontramos um Bar – Pub na região central que parecia bem reservado e chique.
A Josefina, naquele dia, se preparou como nunca: foi ao salão, comprou lingerie das mais provocantes (além de ter uns peitos excelentes para encher o sutiã, e uma bunda firme que fica um luxo com qualquer fio dental) e fechou com chave de ouro depilando a zero a sua buceta linda, deixando os lábios rosados e carnudos prontos para qualquer boca que se dispusesse a chegar lá.
Já vestidos e no carro a caminho do bar, ela foi motivo de mais de um elogio safado por causa do decote generoso e, ao abaixar a minissaia, deixava ver as pernas até bem lá em cima, marcando a bunda perfeitamente.
Estabelecemos umas regras simples: se o ciúme aparecesse, a gente devia deixar passar ou quem não aguentasse ir embora; cuidar para não perder o controle; e, por último, deixar nosso primeiro orgasmo para o novo casal.
Entramos e escolhemos uma mesa num dos cantos pra poder ver o local todo com detalhe, que tinha umas mesas e uma pista central bem chamativa.
Depois de uns drinks, parece que nos sacaram na chegada por sermos novos e uma dupla se aproximou. Ele se chamava Carlos, não era baixinho mas também não era muito alto, e tinha um físico bem torneado. Ela se chamava Juliana, uma morena com uns olhos azuis brilhantes e uma boca bem vermelha e carnuda, uns peitos pequenos mas firmes e uma raba que dava pra adivinhar do mesmo jeito.
Depois de alguns instantes e uns poucos drinks leves (a gente queria ficar sóbrio pra ocasião), fomos dançar os quatro, cada um com seu par. Na pista já tinha umas pessoas e as luzes foram ficando mais fracas aos poucos.
Depois de uma música, a gente se olhou com a Josefina e, numa música lenta, trocamos de par, deixando as duas minas de frente uma pra outra, de costas pra nós.
A pegação começou ali mesmo e a gente achou que ia ficar só nisso, mas vimos que os outros casais estavam na mesma vibe e a gente foi se soltando aos poucos. Comecei a acariciar a barriga da Juliana, que rebolava e esfregava a bunda empinada no meu pau, o que me deixava a mil. Na frente, a Josefina também de costas, com as pernas levemente abertas, se deixava agarrar os peitos com força enquanto segurava o volume do Carlos, enfiando a mão entre as pernas dele e roçando devagar a buceta dele.
A situação foi esquentando cada vez mais e a Juliana, vendo isso, instintivamente se aproximou da José e beijou ela de leve, descendo com a ponta da língua até o começo dos peitos. Longe de ficar sem graça, a José se virou e beijou o Carlos com força, enquanto a Juliana fazia o mesmo comigo, me agarrando com força no pau que já tava explodindo de vontade de sair. Não terminei de pensar em ir pra outro lugar quando vi que uma mina a uns metros tava dando um boquete daqueles num cara enquanto outra mina segurava o pau dele. cabeça por trás. Naquele momento entendi que não tinha chance de ir embora e que tudo ia rolar ali mesmo. Juliana abaixou o zíper da minha calça e, puxando meu pau pra fora, começou a me masturbar, enquanto eu, por baixo do vestido dela, passava a mão na bunda dela e puxava a calcinha fio dental, procurando a boceta dela.
Quando levantei a vista, o que vi me deixou louco. Josefina não só tinha imitado a Juliana, como já estava com os peitos pra fora e dava pra ver a calcinha dela no chão. Carlos não parava de enfiar os dedos na boceta dela, enquanto subia a outra mão até o pescoço dela e disse:
— Vai, chupa essa pica com essa boquinha.
E ela, desesperada, abaixou e começou a mamar aquela pica grossa e curva, desde as bolas até a ponta da glande, sem deixar um centímetro sem saborear.
Enquanto isso, Josefina, de quem eu já tinha tirado a calcinha fio dental e a regata, começou a descer em busca do meu pau. Mas eu me antecipei e, indo os dois pro chão, a gente se enfiou num 69 sem parar, tirando dela a pouca roupa que ainda tinha e eu ficando só de cueca, que mal segurava meu membro. A cena do nosso lado era impagável: outros dois casais estavam a poucos metros da gente, as duas minas estavam de quatro e, enquanto se beijavam e apalpavam os peitos, os caras metiam forte por trás. Pelo que vi, um deles soltou um gemido fortíssimo e gozou inteiro dentro da boceta dela. Aí essa mina abriu as pernas na frente da outra, que começou a limpar todo o esperma derramado lá dentro, enquanto davam um boquete daqueles no cara que tinha gozado pra deixar ele duro de novo.
Josefina, já quase completamente nua, ficou de quatro, chamando o Carlos, que já tinha preparado a boceta dela na base de muito linguado, pra meter. Ela soltou um gemido forte, mostrando que tava doida pra ter aquele troço dentro, e repetia sem parar, descontrolada:
— Isso, vai, me come assim, vai, me arrebenta toda, enfia mais forte, isso, aí sim, hmmm. enquanto mordia os lábios e brincava com a língua.
Enquanto isso, eu e Josefina já estávamos pelados no chão, ela montada em mim, cavalgando meu pau, deixando eu ver aqueles peitos duros e firmes pulando, enquanto dava pra ver como dentro da pussy dela entrava todo o meu membro, até que de repente os espasmos da pussy dela ficaram inevitáveis e, num orgasmo longo e prolongado, ela acabou molhando todo o meu pau até as bolas; depois de uns segundos, se recuperando, ela me olhou com a cara mais safada, se virou e disse:
— Quero que você meta na minha tiny ass, o Carlos não consegue e eu adoro.
— E por que ele não consegue? Não tem coragem? — perguntei.
— Não, mas o pau dele é muito torto e não consegue me dar o que eu mais gosto, e o seu pau me preenche toda.
Sem dizer mais nada, coloquei a cabeça no cu dela e fui entrando até o fundo, e comecei a bombar frenético, segurando ela pelos peitos, às vezes pelo cabelo comprido como se fossem as crinas de uma gostosa que eu montava, até finalmente agarrar pela cintura.
Josefina, na nossa frente, estava de lado enquanto o Carlos metia nela por trás, completamente perdida, repetindo que queria mais e mais forte. A cara do Carlos mostrava que ele não aguentava muito mais, mas continuava dando pau pra José. Um dos caras que estava do nosso lado e tinha acabado de gozar na pussy de uma das minas se aproximou da José, que ao ver o pau murcho e meio duro, cheio de porra e fluidos vaginais na frente dela, não hesitou em levar à boca, chupando com gosto e prazer, e parecendo que era exatamente o que ela precisava, porque começou a gemer forte e soltou um grito abafado por aquele membro, chegando a um orgasmo como nunca tinha visto, enquanto o Carlos se soltou por completo dentro dela, enchendo a pussy dela de porra que dava pra ver escorrendo.
Ao ver isso, não consegui me segurar mais, e Juliana, me olhando por cima do ombro... ombro me disse:
— Dá o teu gozo igual como o Carlos deu pra puta da tua mulher —, sendo o estopim pra eu começar a esguichar longos jatos de porra que o cu da Juliana engoliu por completo.
O outro rapaz que tinha se posicionado no lugar do Carlos era agora quem tava metendo na Josefina, fazendo ela soltar suspiros longos. Carlos se aproximou da Juliana, que, na base de muito chupão, tinha deixado meu pau pronto de novo pra fazer o mesmo com ele. Pra ser sincero, Juliana era uma expert no assunto e sabia percorrer cada centímetro de cada homem.
Na frente, Josefina tava sendo penetrada por um completo estranho, que segurava ela pelos peitos e a mantinha submissa às vontades dele. Enquanto isso, outro dos caras ali chegou e, sem mais delongas, enfiou o pau na boca da Josefina, que nessa altura já tinha virado a melhor atriz pornô que se podia imaginar. Esse último não durou muito e, sem dar muito aviso, se soltou inteiro na boca da minha esposa, que, depois de recolher cada gota daquela ferramenta, se deparou com mais um em busca do mesmo — e, como esse, tinha mais dois esperando por ela. Quando esse segundo gozou, o Damião (como descobrimos depois, o nome do primeiro que chegou na José) começou a gemer forte, esguichando jatos de porra no cu dela, que depois pude ver que tava dilatado como nunca e escorrendo líquidos.
Da nossa parte, o Carlos tava recebendo uma mamada foda da mulher dele, que, de quatro, se mexia freneticamente no meu pau. Aquela boceta parecia feita sob medida pro meu instrumento, e o calor e as contrações na hora dos orgasmos dela aceleravam tudo em mim, que fazia um esforço sobre-humano pra não gozar dentro dela.
A Josefina, nesse momento, tava com os outros dois rapazes, dando um oral de cinema, chupando com dedicação as cabeças de cada um, olhando nos olhos deles e acariciando os sacos, enquanto um terceiro tinha colocado ela de quatro e metia num ritmo frenético. sua buceta.
Juliana, acelero o ritmo da boca dela fazendo com que Carlos se esvazie completamente na cara dela e ao ver isso eu já não consegui me segurar, deixando uma longa gozada na buceta dela.
Enquanto ela se virou e deixava limpas nossas picas, dava pra ver como aqueles outros dois caras gozavam na boca, cabelo e cara de Josefina, que recolhia o que podia com a língua e por último o outro cara que tava bombando ela por trás tirou e começou a gozar nas costas e na bunda dela.
A cena final foi tirada dos sonhos mais molhados e dos contos mais perversos, o que em nós começou como uma simples troca terminou com minha mulher coberta e cheia de porra de outros caras que eu nem conhecia pelo nome enquanto eu terminei abraçado na mulher de outro cara, pra quem fiz tudo que me deu na telha.
Chegamos em casa totalmente cansados e no dia seguinte só de lembrar disso demos a foda mais gostosa das nossas vidas. Continuamos indo naquele lugar e muitas outras histórias rolaram, mas isso é parte de uma próxima história.
Se vocês curtiram esse relato, deixo aqui a segunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2459864/Josefina-Segunda-parte.htmlE o final da série.http://www.poringa.net/posts/relatos/2460571/Tercer-y-final-relato-de-Josefina.html
Também espero que vocês fiquem com tesão e se toquem, igual aconteceu comigo na hora de escrever.
Se é verdade ou fantasia, vocês decidem...
Sempre tínhamos pensado em fazer uma troca de casais, mas o que aconteceu naquela noite superou qualquer fantasia que pudéssemos ter. Com a Josefina, mais de uma vez nos pegamos nos masturbando pensando em outra pessoa, que geralmente não passava de alguma estrela pornô ou algum ator do momento, e a reação que sempre tivemos foi bem diferente de ciúmes, muito mais próxima do tesão.
Mas nunca tínhamos ultrapassado essa barreira da fantasia e da autossatisfação, mas o tempo passou e a fantasia foi parar na cama, descrevendo situações com outras pessoas que nos deixavam a mil.
Foi assim que, depois de muito conversar e descartar de vez a possibilidade de fazer um ménage, optamos por uma troca de casais, mas transando um ao lado do outro. Nem preciso dizer que o tesão e a agitação aumentaram mil vezes e nós dois começamos a nos mexer para encontrar um lugar para achar um casal anônimo, já que não queríamos envolver amigos na nossa cama; depois de muito procurar, encontramos um Bar – Pub na região central que parecia bem reservado e chique.
A Josefina, naquele dia, se preparou como nunca: foi ao salão, comprou lingerie das mais provocantes (além de ter uns peitos excelentes para encher o sutiã, e uma bunda firme que fica um luxo com qualquer fio dental) e fechou com chave de ouro depilando a zero a sua buceta linda, deixando os lábios rosados e carnudos prontos para qualquer boca que se dispusesse a chegar lá.
Já vestidos e no carro a caminho do bar, ela foi motivo de mais de um elogio safado por causa do decote generoso e, ao abaixar a minissaia, deixava ver as pernas até bem lá em cima, marcando a bunda perfeitamente.
Estabelecemos umas regras simples: se o ciúme aparecesse, a gente devia deixar passar ou quem não aguentasse ir embora; cuidar para não perder o controle; e, por último, deixar nosso primeiro orgasmo para o novo casal.
Entramos e escolhemos uma mesa num dos cantos pra poder ver o local todo com detalhe, que tinha umas mesas e uma pista central bem chamativa.
Depois de uns drinks, parece que nos sacaram na chegada por sermos novos e uma dupla se aproximou. Ele se chamava Carlos, não era baixinho mas também não era muito alto, e tinha um físico bem torneado. Ela se chamava Juliana, uma morena com uns olhos azuis brilhantes e uma boca bem vermelha e carnuda, uns peitos pequenos mas firmes e uma raba que dava pra adivinhar do mesmo jeito.
Depois de alguns instantes e uns poucos drinks leves (a gente queria ficar sóbrio pra ocasião), fomos dançar os quatro, cada um com seu par. Na pista já tinha umas pessoas e as luzes foram ficando mais fracas aos poucos.
Depois de uma música, a gente se olhou com a Josefina e, numa música lenta, trocamos de par, deixando as duas minas de frente uma pra outra, de costas pra nós.
A pegação começou ali mesmo e a gente achou que ia ficar só nisso, mas vimos que os outros casais estavam na mesma vibe e a gente foi se soltando aos poucos. Comecei a acariciar a barriga da Juliana, que rebolava e esfregava a bunda empinada no meu pau, o que me deixava a mil. Na frente, a Josefina também de costas, com as pernas levemente abertas, se deixava agarrar os peitos com força enquanto segurava o volume do Carlos, enfiando a mão entre as pernas dele e roçando devagar a buceta dele.
A situação foi esquentando cada vez mais e a Juliana, vendo isso, instintivamente se aproximou da José e beijou ela de leve, descendo com a ponta da língua até o começo dos peitos. Longe de ficar sem graça, a José se virou e beijou o Carlos com força, enquanto a Juliana fazia o mesmo comigo, me agarrando com força no pau que já tava explodindo de vontade de sair. Não terminei de pensar em ir pra outro lugar quando vi que uma mina a uns metros tava dando um boquete daqueles num cara enquanto outra mina segurava o pau dele. cabeça por trás. Naquele momento entendi que não tinha chance de ir embora e que tudo ia rolar ali mesmo. Juliana abaixou o zíper da minha calça e, puxando meu pau pra fora, começou a me masturbar, enquanto eu, por baixo do vestido dela, passava a mão na bunda dela e puxava a calcinha fio dental, procurando a boceta dela.
Quando levantei a vista, o que vi me deixou louco. Josefina não só tinha imitado a Juliana, como já estava com os peitos pra fora e dava pra ver a calcinha dela no chão. Carlos não parava de enfiar os dedos na boceta dela, enquanto subia a outra mão até o pescoço dela e disse:
— Vai, chupa essa pica com essa boquinha.
E ela, desesperada, abaixou e começou a mamar aquela pica grossa e curva, desde as bolas até a ponta da glande, sem deixar um centímetro sem saborear.
Enquanto isso, Josefina, de quem eu já tinha tirado a calcinha fio dental e a regata, começou a descer em busca do meu pau. Mas eu me antecipei e, indo os dois pro chão, a gente se enfiou num 69 sem parar, tirando dela a pouca roupa que ainda tinha e eu ficando só de cueca, que mal segurava meu membro. A cena do nosso lado era impagável: outros dois casais estavam a poucos metros da gente, as duas minas estavam de quatro e, enquanto se beijavam e apalpavam os peitos, os caras metiam forte por trás. Pelo que vi, um deles soltou um gemido fortíssimo e gozou inteiro dentro da boceta dela. Aí essa mina abriu as pernas na frente da outra, que começou a limpar todo o esperma derramado lá dentro, enquanto davam um boquete daqueles no cara que tinha gozado pra deixar ele duro de novo.
Josefina, já quase completamente nua, ficou de quatro, chamando o Carlos, que já tinha preparado a boceta dela na base de muito linguado, pra meter. Ela soltou um gemido forte, mostrando que tava doida pra ter aquele troço dentro, e repetia sem parar, descontrolada:
— Isso, vai, me come assim, vai, me arrebenta toda, enfia mais forte, isso, aí sim, hmmm. enquanto mordia os lábios e brincava com a língua.
Enquanto isso, eu e Josefina já estávamos pelados no chão, ela montada em mim, cavalgando meu pau, deixando eu ver aqueles peitos duros e firmes pulando, enquanto dava pra ver como dentro da pussy dela entrava todo o meu membro, até que de repente os espasmos da pussy dela ficaram inevitáveis e, num orgasmo longo e prolongado, ela acabou molhando todo o meu pau até as bolas; depois de uns segundos, se recuperando, ela me olhou com a cara mais safada, se virou e disse:
— Quero que você meta na minha tiny ass, o Carlos não consegue e eu adoro.
— E por que ele não consegue? Não tem coragem? — perguntei.
— Não, mas o pau dele é muito torto e não consegue me dar o que eu mais gosto, e o seu pau me preenche toda.
Sem dizer mais nada, coloquei a cabeça no cu dela e fui entrando até o fundo, e comecei a bombar frenético, segurando ela pelos peitos, às vezes pelo cabelo comprido como se fossem as crinas de uma gostosa que eu montava, até finalmente agarrar pela cintura.
Josefina, na nossa frente, estava de lado enquanto o Carlos metia nela por trás, completamente perdida, repetindo que queria mais e mais forte. A cara do Carlos mostrava que ele não aguentava muito mais, mas continuava dando pau pra José. Um dos caras que estava do nosso lado e tinha acabado de gozar na pussy de uma das minas se aproximou da José, que ao ver o pau murcho e meio duro, cheio de porra e fluidos vaginais na frente dela, não hesitou em levar à boca, chupando com gosto e prazer, e parecendo que era exatamente o que ela precisava, porque começou a gemer forte e soltou um grito abafado por aquele membro, chegando a um orgasmo como nunca tinha visto, enquanto o Carlos se soltou por completo dentro dela, enchendo a pussy dela de porra que dava pra ver escorrendo.
Ao ver isso, não consegui me segurar mais, e Juliana, me olhando por cima do ombro... ombro me disse:
— Dá o teu gozo igual como o Carlos deu pra puta da tua mulher —, sendo o estopim pra eu começar a esguichar longos jatos de porra que o cu da Juliana engoliu por completo.
O outro rapaz que tinha se posicionado no lugar do Carlos era agora quem tava metendo na Josefina, fazendo ela soltar suspiros longos. Carlos se aproximou da Juliana, que, na base de muito chupão, tinha deixado meu pau pronto de novo pra fazer o mesmo com ele. Pra ser sincero, Juliana era uma expert no assunto e sabia percorrer cada centímetro de cada homem.
Na frente, Josefina tava sendo penetrada por um completo estranho, que segurava ela pelos peitos e a mantinha submissa às vontades dele. Enquanto isso, outro dos caras ali chegou e, sem mais delongas, enfiou o pau na boca da Josefina, que nessa altura já tinha virado a melhor atriz pornô que se podia imaginar. Esse último não durou muito e, sem dar muito aviso, se soltou inteiro na boca da minha esposa, que, depois de recolher cada gota daquela ferramenta, se deparou com mais um em busca do mesmo — e, como esse, tinha mais dois esperando por ela. Quando esse segundo gozou, o Damião (como descobrimos depois, o nome do primeiro que chegou na José) começou a gemer forte, esguichando jatos de porra no cu dela, que depois pude ver que tava dilatado como nunca e escorrendo líquidos.
Da nossa parte, o Carlos tava recebendo uma mamada foda da mulher dele, que, de quatro, se mexia freneticamente no meu pau. Aquela boceta parecia feita sob medida pro meu instrumento, e o calor e as contrações na hora dos orgasmos dela aceleravam tudo em mim, que fazia um esforço sobre-humano pra não gozar dentro dela.
A Josefina, nesse momento, tava com os outros dois rapazes, dando um oral de cinema, chupando com dedicação as cabeças de cada um, olhando nos olhos deles e acariciando os sacos, enquanto um terceiro tinha colocado ela de quatro e metia num ritmo frenético. sua buceta.
Juliana, acelero o ritmo da boca dela fazendo com que Carlos se esvazie completamente na cara dela e ao ver isso eu já não consegui me segurar, deixando uma longa gozada na buceta dela.
Enquanto ela se virou e deixava limpas nossas picas, dava pra ver como aqueles outros dois caras gozavam na boca, cabelo e cara de Josefina, que recolhia o que podia com a língua e por último o outro cara que tava bombando ela por trás tirou e começou a gozar nas costas e na bunda dela.
A cena final foi tirada dos sonhos mais molhados e dos contos mais perversos, o que em nós começou como uma simples troca terminou com minha mulher coberta e cheia de porra de outros caras que eu nem conhecia pelo nome enquanto eu terminei abraçado na mulher de outro cara, pra quem fiz tudo que me deu na telha.
Chegamos em casa totalmente cansados e no dia seguinte só de lembrar disso demos a foda mais gostosa das nossas vidas. Continuamos indo naquele lugar e muitas outras histórias rolaram, mas isso é parte de uma próxima história.
Se vocês curtiram esse relato, deixo aqui a segunda parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/2459864/Josefina-Segunda-parte.htmlE o final da série.http://www.poringa.net/posts/relatos/2460571/Tercer-y-final-relato-de-Josefina.html
10 comentários - Primeiro Relato. Minha esposa Josefina
Excelente tu debut en los relatos !!!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!