Olá, pessoal!!
Depois de muito tempo, volto a postar um conto que é a continuação do primeiro, onde me reencontrei com uma amante de anos atrás...
Depois daquele reencontro em plena "natureza", logo vieram as conversas pelo messenger (era o que se usava na época...). Todas as conversas começavam falando das nossas coisas e terminavam em sessões pesadas de sexo virtual, onde ela, atendendo a todos os meus pedidos, me dava um show que faria o marca-passo de qualquer desavisado pular fora.
Eu sabia como deixá-la com tesão, o que dizer, e percebia como ela ficava excitada, porque com a câmera aberta, eu via a respiração dela ficar ofegante, os ombros subindo e descendo rápido, e a boca fazendo caretas que não dava pra disfarçar... Aí vinham os pedidos: "mostra seus peitos". Claro, primeiro ela se fazia de difícil (como toda "lady"), mas eu sabia que depois de algumas súplicas minhas, vinha aquele movimento erótico de tirar tudo, ficar pelada e me mostrar aqueles peitos lindos com mamilos escuros e durinhos, que entregavam o tesão que a morena que eu tanto lembrava estava sentindo...
Pra quem já jogou esse tipo de jogo sexual virtual, a parada é sempre mais ou menos a mesma: troca de frases de texto quentes, empurrando o outro pra ir mais longe... Assim, ficávamos os dois pelados, mostrando todos os nossos atributos, e provando um pro outro o quanto aquilo nos excitava... o que levava a umas siriricas e gozadas com tremedeira. Eu ficava louco quando ela ficava de quatro e começava a esfregar a buceta, e enfiava primeiro um dedo, depois dois, depois três... enquanto virava a cabeça pra olhar a tela e ver como eu ficava excitado e me tocava, pedindo mais coisas...
Foi assim que nosso segundo encontro não demorou a rolar...
Combinamos que seria na minha cidade, já que ela tinha carro e podia dar um perdido mais fácil.
Acertamos o horário, ela passou perto da minha casa pra me pegar, e fomos pra um motel ali perto. Foi a primeira vez. que entrei num motel sem dirigir... A decisão da minha morena era inabalável!! Ela parou na entrada, pediu um quarto, engatou a primeira, e lá fomos nós...
Eu tava mais que excitado!! Toda vez que a gente vive algo novo, fica excitado, e essa não era exceção!!!
Entramos no quarto pra dar vazão à nossa luxúria...
Obviamente... como todo traidor... tinha que cuidar das roupas...(principalmente as dela)
A única coisa que pedi foi que ela ficasse de lingerie, porque eu gosto de tirar ela mesma.
Então, de calcinha e sutiã, nos aproximamos da cama, trocando beijos onde as línguas pareciam competir pra ver qual entrava mais na boca do outro... Uma das minhas mãos ia percorrendo as costas dela e a bunda, enquanto a outra apertava a nuca dela pra transformar o beijo em algo inseparável.
Enquanto acariciava as costas dela, fui procurando o fecho do sutiã, que desabotoei com maestria usando uma mão só, enquanto ela abaixava os braços pra deixar cair aos pés... Quando libertei os peitos dela, me apossei dos mamilos com a boca e a língua, sentindo a respiração ofegante dela e os gemidos leves no meu ouvido. Enquanto isso, acariciava a buceta dela por cima do tecido da calcinha, enquanto ela se contorcia de pé, com toda a atenção que eu tava dando...
Puxei o elástico da calcinha fio dental dela pra começar a acariciar a buceta, que tava quente e muito molhada, enquanto continuava lambendo os peitos dela, e quando não fazia isso, beijava ela enquanto com a mão livre acariciava os mamilos, beliscava e levantava pra deixar eles mais e mais duros... Ela gemia e gemia, enquanto a mão dela já acariciava meu pau por cima da minha cueca.
Quando enfiei um dos meus dedos na buceta dela, achei que ela ia arrancar minha pica!!! Porque ela apertou e puxou pra cima num surto de tesão sem limites. Comecei a brincar com a buceta e o clitóris dela, fazendo ela ficar tonta de prazer, ela já tinha tirado meu pau pra fora e começou a me masturbar devagar... Ela me acariciava a pica devagar, subindo e descendo, fazendo giros com a mão dela tão fina que parecia mão de menininha. Parei de beijar os peitos dela, subi até a boca dela, nossas línguas se enroscaram, passei toda minha saliva no rosto dela, cheguei até as orelhas dela, e enquanto mordia o lóbulo pedi: "chupa ela"
Ela sentou na cama, e com minha pica na altura dos olhos dela começou a beijar minha pica com muita delicadeza, mas muita paixão. Ia e vinha na minha pica, subia e descia, me lambia, beijava, chupava, mordia, desceu até minhas bolas e voltou a subir, de vez em quando me dava um olhar de baixo com minha pica na boca ou enquanto lambia minhas bolas. Ela sabia o que eu gostava, eu também sabia o que ela gostava, então enquanto ela fazia isso, eu brincava com os bicos dos peitos dela, às vezes até machucava, mas ela me olhava sorrindo e colocava minha pica de volta na boca pra continuar.
Não queria gozar....
Então empurrei ela de leve no colchão da cama, abri as pernas dela, e sem tirar a calcinha fio-dental, comecei a beijar as pernas dela enquanto subia até o centro da excitação dela... Quando cheguei na virilha dela, puxei a calcinha devagar e soprei de leve na buceta dela, ela tremeu e gemeu... e com uma das mãos empurrou minha cabeça pra boceta dela como se tivesse me dando ordem pra começar a lamber a gruta dela. Eu fiz como se minha vida dependesse disso!! Ela tem uma buceta linda... uns lábios grandes, que com a excitação incham e inflamam tanto que ficam pra fora das coxas dela.. o clitóris dela é a maior fraqueza, então enquanto lambia o clitóris dela, enfiava meus dedos na boceta dela, e quando lambia o interior da boceta dela, com meus dedos acariciava o clitóris e arrancava todo tipo de gemido, gemido abafado, gemido doce, gemido grave, gritos de prazer... Ficamos assim por um bom tempo, depois, me levantei na cama, e coloquei ela de jeito que a cabeça dela ficasse pendurada pra fora da cama, olhando pra cima, e eu me posicionei de forma que minha pica entrasse na boca dela. Ela me chupou. De novo, mas dessa vez eu participei mais, porque em alguns momentos era eu quem segurava a boca dela enquanto agarrava o rosto dela com as duas mãos. Depois, eu acariciava a buceta dela enquanto ela chupava meu pau, e por último, agarrei as pernas dela, puxei pra perto de mim e levantei ela de um jeito que a buceta dela ficasse na minha boca — eu tava de pé, e ela pendurada de cabeça pra baixo com meu pau na boca dela... A gente fez um 69 fora do comum por uns instantes até eu colocar ela de volta na cama. Quando nos separamos, ela disse: "Você é um selvagem!! Como você faz uma coisa dessas?? Me assustou!!" Eu perguntei: "Não gostou??" E ela: "Agora sim... mas no começo me assustou."
Abri as pernas dela, tirei a calcinha fio dental e me joguei nela, enfiando meu pau na buceta dela que, entre minha saliva e os fluidos dela, tava pronta pra eu penetrar sem problema nenhum...
Começamos uma dança fervorosa de movimentos onde os gemidos predominavam... Fazia tanto tempo que a gente não transava que eu não sabia se ela tava gostando de eu comer ela tão selvagemente, mas não conseguia fazer diferente; não tava no meu controle a razão... Por sorte, no meio do vai-e-vem, ela diz: "QUE GOSTOSO VOCÊ ME COME, FILHO DA PUTA" e aí... eu aumentei a aposta... e comecei a meter mais e mais forte... dobrando a frequência e a força das minhas penetradas, ela gritava, gemia, se contorcia e me gritava: "VAI!! ASSIM!! ASSIM!! VAI!! VAAAAAAAAAAI!!!!" e gozou tremendo tanto que tive que fazer muita força pra não deixar meu pau escapar da buceta dela.
Depois do orgasmo dela, eu disse: "Fica de quatro."
Ela: (com carinha de menina, quase fazendo biquinho) PRA QUÊ?? O QUE VOCÊ VAI FAZER COMIGO??
Eu: Vou continuar te comendo... vou meter mais um pouco na sua buceta.
Ela: TEM CERTEZA?? PORQUE VOCÊ FALA ASSIM E DEPOIS QUER METER NO MEU CUZINHO...
Eu: (com voz de CONFIA EM MIM...) pra nadaaaaaaa!! quero que você fique de quatro pra mudar de posição e te amar de outro jeito. manera...
ela: TÁ BOM... MAS NÃO VAI ME MENTIR???
eu: bom... se você não quiser... não precisa se preocupar, nem fazer nada... mas cê sabe que daqui você sai com a tiny ass aberta hahahaha
ela: VOCÊ É SEMPRE A MESMA COISA!! TEM UMA OBSESSÃO EM ABRIR MINHA RABA.....
e ela se virou e ficou de quatro
obviamente, só de ver a raba dela, a buceta escorrendo sucos, a conversa que a gente tinha tido... não tive escolha a não ser chupar tudo de novo... dessa vez parei na tiny ass dela que já tava bem molhada com a porra que tinha saído, mas aproveitei pra enfiar a língua lá dentro e um dedinho, enquanto ela dizia: "não... não... não... pelo amor... não..."
me levantei, e apontei meu pau pra buceta dela, ela tava aberta, cheia de líquidos, meu pau entrou como se fosse um túnel escorregadio, e comecei a bombar ela de novo, enquanto com uma das mãos comecei a acariciar o clitóris dela e ela pirou... começou de novo a pular na cama, enquanto eu tocava a buceta dela e metia. Esse foi o momento certo em que, sabendo que a tiny ass dela já tava bem dilatada e molhada, tirei meu pau da buceta e encostei na entrada da raba dela, enquanto acariciava com mais força o clitóris dela, agora enfiava um dedo na buceta dela, ela se levantou e ficou apoiada nos joelhos, então meu pau quase entrou sozinho na raba dela. Senti minha cabeça abrindo caminho entre as paredes do esfíncter dela, como o buraquinho apertava meu pau, enquanto centímetro por centímetro eu ganhava terreno lá dentro.
Quando a raba dela encostou no meu corpo, deixei meu pau o mais fundo possível, e não me mexi mais, esperei ela fazer o primeiro movimento... num gemido gostoso, ela se moveu pra frente, pra trás umas vezes, e eu coloquei minhas mãos na cintura dela, pra acompanhar os movimentos, que fui intercalando com os meus, até que todo o movimento ficou por minha conta
Comecei uma metida e tirada infernal, fazendo muita força pra que a cada entrada, ela gemesse Mais e mais... eu estava comendo a bunda dela como nunca tinha comido ninguém, e ela se contorcia de prazer, e pra mais prazer, continuei tocando a buceta dela, com isso as forças dela fraquejaram e ela caiu na cama sem se segurar. Subi em cima dela, nossas gotas de suor molhavam a cama, e o corpo dela pedia mais e mais... ela levantou a bunda pra eu penetrar, então peguei um travesseiro, coloquei debaixo dela, e fiquei com toda a raba dela à minha disposição, e falei: "agora vou te arrebentar!!!" e entrei fundo de uma só vez, ela gritou e se agarrou nos lençóis, tirei e meti de novo com a mesma força, ela continuava gemendo, repeti a mesma operação umas 5 ou 6 vezes, e o corpo dela tremia, então comecei a meter sem parar, mas até o fundo, meu pau fervia de tesão, eu via meu pau sumindo naquele buraquinho, e ela gritava: "ME COME!! VAI!! ME COME!! ME COME!! COMO EU GOSTO DE VOCÊ!!! TÔ AMANDO!!! ME COME..... AAAAAAAAAHHHHH"
Pra dar mais putaria, eu perguntava: "seu marido te come assim???"
ela: NÃOOOO... NADA A VER!! SOU SUA!!! SÓ SUA!!!
eu: seu marido não te come?
ela: COME, MAS NÃO ASSIM GOSTOSO... VAI... ME COME!!!
eu: me conta... você dá a bunda pro seu marido??
ela: DOU, ÀS VEZES, MAS COM VOCÊ É MAIS GOSTOSO... METE TUDO!!! VAI!!!
eu: (enquanto fingia que tirava) então seu marido come sua bunda... e eu achando que só eu que comia.... (já tinha o pau todo pra fora)
ela: COM ELE EU TENHO RELAÇÕES, COM VOCÊ EU FAÇO AMOR... E TE DOU TUDO QUE NÃO DOU PRA ELE
eu: quer que eu te coma pela bunda??
ela: SIIIIIIIIIIIIIIIIII....
eu: abre
ela passou as mãos por trás das costas, segurou as bandas da bunda, e abriu, o buraco do cu dela tava vermelho e aberto pra caralho
eu: abre mais
ela fez um segundo esforço, o esfíncter dela abriu mais, e até a buceta dela abriu um pouquinho...
eu: agora o que você quer??
ela: me come...
eu: me come o quê??
ela: você já sabe...
eu: não sei... pede direito... vamos ver... como é que se pede você pede pra ele??
ela: não seja filho da puta... pra ele eu não peço nada...
eu: bom, pede pra mim... vamos ver... (apoiei meu pau no buraquinho dela)
ela: vai... me fode... fode minha bunda
antes que ela terminasse de falar "bunda", eu penetrei ela com um só empurrão, fazendo a cabeça dela bater na cabeceira da cama... a palavra "bunda" esticou o "a", ouvindo um CUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU (com o pau quase duro nas suas nádegas) e então... você sabe... olha como me deixam as coisas que você diz...
ela: (pegando no meu pau) nossa... já tá pronto pra mais um pouco?? mas pela bunda que você não deixou ela muito dolorida
eu: ok... vira que eu vou te comer a buceta...
ela se apoiou na parede do banheiro, apontei o pau pra buceta dela, e penetrei, sabia que não ia durar muito, então com uma mão tocava os peitos dela, e com a outra o clitóris... quando senti as pernas dela tremendo, ela gritava: "vou gozar... vou gozar... vou gozar..."
eu: "onde eu gozo???"
ela: na boca, amor...
eu: ok... te aviso... vai...
ela: vai que eu tô gozando... vai... me fode... me fode.... (enquanto empurrava a bunda contra mim)
eu: vai, gostosa... vai... me fode... me fode....
e ela explodiu... outro orgasmo que tomou o corpo dela, dessa vez, como tava de pé, quase caiu no chão... tive que segurar ela com meus braços... eu já sentia que meu gozo ia explodir e falei: "vai que eu vou gozar... chupa!! chupa!!"
ela se virou, se abaixou... e no primeiro toque da mão dela no meu pau não aguentei mais
o primeiro jato acertou o rosto dela, o resto foi parar na boca dela... enquanto se lambia e limpava meu pau, ela dizia: "meu amor.... meu amor.... meu amor...."
ESSA FOI A 2ª ENTREGA...
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO
ESPERO TODO TIPO DE "AÇÕES" QUE ME PERMITAM GANHAR PONTOS MAIS PRA FRENTE...
JÁ FALEI... TENHO FOTOS, VÍDEOS... DE UM POUCO DE TUDO COM ESSA GAROTA!!!
TUDO QUE CONTO É RE-AL!!!
Depois de muito tempo, volto a postar um conto que é a continuação do primeiro, onde me reencontrei com uma amante de anos atrás...
Depois daquele reencontro em plena "natureza", logo vieram as conversas pelo messenger (era o que se usava na época...). Todas as conversas começavam falando das nossas coisas e terminavam em sessões pesadas de sexo virtual, onde ela, atendendo a todos os meus pedidos, me dava um show que faria o marca-passo de qualquer desavisado pular fora.
Eu sabia como deixá-la com tesão, o que dizer, e percebia como ela ficava excitada, porque com a câmera aberta, eu via a respiração dela ficar ofegante, os ombros subindo e descendo rápido, e a boca fazendo caretas que não dava pra disfarçar... Aí vinham os pedidos: "mostra seus peitos". Claro, primeiro ela se fazia de difícil (como toda "lady"), mas eu sabia que depois de algumas súplicas minhas, vinha aquele movimento erótico de tirar tudo, ficar pelada e me mostrar aqueles peitos lindos com mamilos escuros e durinhos, que entregavam o tesão que a morena que eu tanto lembrava estava sentindo...
Pra quem já jogou esse tipo de jogo sexual virtual, a parada é sempre mais ou menos a mesma: troca de frases de texto quentes, empurrando o outro pra ir mais longe... Assim, ficávamos os dois pelados, mostrando todos os nossos atributos, e provando um pro outro o quanto aquilo nos excitava... o que levava a umas siriricas e gozadas com tremedeira. Eu ficava louco quando ela ficava de quatro e começava a esfregar a buceta, e enfiava primeiro um dedo, depois dois, depois três... enquanto virava a cabeça pra olhar a tela e ver como eu ficava excitado e me tocava, pedindo mais coisas...
Foi assim que nosso segundo encontro não demorou a rolar...
Combinamos que seria na minha cidade, já que ela tinha carro e podia dar um perdido mais fácil.
Acertamos o horário, ela passou perto da minha casa pra me pegar, e fomos pra um motel ali perto. Foi a primeira vez. que entrei num motel sem dirigir... A decisão da minha morena era inabalável!! Ela parou na entrada, pediu um quarto, engatou a primeira, e lá fomos nós...
Eu tava mais que excitado!! Toda vez que a gente vive algo novo, fica excitado, e essa não era exceção!!!
Entramos no quarto pra dar vazão à nossa luxúria...
Obviamente... como todo traidor... tinha que cuidar das roupas...(principalmente as dela)
A única coisa que pedi foi que ela ficasse de lingerie, porque eu gosto de tirar ela mesma.
Então, de calcinha e sutiã, nos aproximamos da cama, trocando beijos onde as línguas pareciam competir pra ver qual entrava mais na boca do outro... Uma das minhas mãos ia percorrendo as costas dela e a bunda, enquanto a outra apertava a nuca dela pra transformar o beijo em algo inseparável.
Enquanto acariciava as costas dela, fui procurando o fecho do sutiã, que desabotoei com maestria usando uma mão só, enquanto ela abaixava os braços pra deixar cair aos pés... Quando libertei os peitos dela, me apossei dos mamilos com a boca e a língua, sentindo a respiração ofegante dela e os gemidos leves no meu ouvido. Enquanto isso, acariciava a buceta dela por cima do tecido da calcinha, enquanto ela se contorcia de pé, com toda a atenção que eu tava dando...
Puxei o elástico da calcinha fio dental dela pra começar a acariciar a buceta, que tava quente e muito molhada, enquanto continuava lambendo os peitos dela, e quando não fazia isso, beijava ela enquanto com a mão livre acariciava os mamilos, beliscava e levantava pra deixar eles mais e mais duros... Ela gemia e gemia, enquanto a mão dela já acariciava meu pau por cima da minha cueca.
Quando enfiei um dos meus dedos na buceta dela, achei que ela ia arrancar minha pica!!! Porque ela apertou e puxou pra cima num surto de tesão sem limites. Comecei a brincar com a buceta e o clitóris dela, fazendo ela ficar tonta de prazer, ela já tinha tirado meu pau pra fora e começou a me masturbar devagar... Ela me acariciava a pica devagar, subindo e descendo, fazendo giros com a mão dela tão fina que parecia mão de menininha. Parei de beijar os peitos dela, subi até a boca dela, nossas línguas se enroscaram, passei toda minha saliva no rosto dela, cheguei até as orelhas dela, e enquanto mordia o lóbulo pedi: "chupa ela"
Ela sentou na cama, e com minha pica na altura dos olhos dela começou a beijar minha pica com muita delicadeza, mas muita paixão. Ia e vinha na minha pica, subia e descia, me lambia, beijava, chupava, mordia, desceu até minhas bolas e voltou a subir, de vez em quando me dava um olhar de baixo com minha pica na boca ou enquanto lambia minhas bolas. Ela sabia o que eu gostava, eu também sabia o que ela gostava, então enquanto ela fazia isso, eu brincava com os bicos dos peitos dela, às vezes até machucava, mas ela me olhava sorrindo e colocava minha pica de volta na boca pra continuar.
Não queria gozar....
Então empurrei ela de leve no colchão da cama, abri as pernas dela, e sem tirar a calcinha fio-dental, comecei a beijar as pernas dela enquanto subia até o centro da excitação dela... Quando cheguei na virilha dela, puxei a calcinha devagar e soprei de leve na buceta dela, ela tremeu e gemeu... e com uma das mãos empurrou minha cabeça pra boceta dela como se tivesse me dando ordem pra começar a lamber a gruta dela. Eu fiz como se minha vida dependesse disso!! Ela tem uma buceta linda... uns lábios grandes, que com a excitação incham e inflamam tanto que ficam pra fora das coxas dela.. o clitóris dela é a maior fraqueza, então enquanto lambia o clitóris dela, enfiava meus dedos na boceta dela, e quando lambia o interior da boceta dela, com meus dedos acariciava o clitóris e arrancava todo tipo de gemido, gemido abafado, gemido doce, gemido grave, gritos de prazer... Ficamos assim por um bom tempo, depois, me levantei na cama, e coloquei ela de jeito que a cabeça dela ficasse pendurada pra fora da cama, olhando pra cima, e eu me posicionei de forma que minha pica entrasse na boca dela. Ela me chupou. De novo, mas dessa vez eu participei mais, porque em alguns momentos era eu quem segurava a boca dela enquanto agarrava o rosto dela com as duas mãos. Depois, eu acariciava a buceta dela enquanto ela chupava meu pau, e por último, agarrei as pernas dela, puxei pra perto de mim e levantei ela de um jeito que a buceta dela ficasse na minha boca — eu tava de pé, e ela pendurada de cabeça pra baixo com meu pau na boca dela... A gente fez um 69 fora do comum por uns instantes até eu colocar ela de volta na cama. Quando nos separamos, ela disse: "Você é um selvagem!! Como você faz uma coisa dessas?? Me assustou!!" Eu perguntei: "Não gostou??" E ela: "Agora sim... mas no começo me assustou."
Abri as pernas dela, tirei a calcinha fio dental e me joguei nela, enfiando meu pau na buceta dela que, entre minha saliva e os fluidos dela, tava pronta pra eu penetrar sem problema nenhum...
Começamos uma dança fervorosa de movimentos onde os gemidos predominavam... Fazia tanto tempo que a gente não transava que eu não sabia se ela tava gostando de eu comer ela tão selvagemente, mas não conseguia fazer diferente; não tava no meu controle a razão... Por sorte, no meio do vai-e-vem, ela diz: "QUE GOSTOSO VOCÊ ME COME, FILHO DA PUTA" e aí... eu aumentei a aposta... e comecei a meter mais e mais forte... dobrando a frequência e a força das minhas penetradas, ela gritava, gemia, se contorcia e me gritava: "VAI!! ASSIM!! ASSIM!! VAI!! VAAAAAAAAAAI!!!!" e gozou tremendo tanto que tive que fazer muita força pra não deixar meu pau escapar da buceta dela.
Depois do orgasmo dela, eu disse: "Fica de quatro."
Ela: (com carinha de menina, quase fazendo biquinho) PRA QUÊ?? O QUE VOCÊ VAI FAZER COMIGO??
Eu: Vou continuar te comendo... vou meter mais um pouco na sua buceta.
Ela: TEM CERTEZA?? PORQUE VOCÊ FALA ASSIM E DEPOIS QUER METER NO MEU CUZINHO...
Eu: (com voz de CONFIA EM MIM...) pra nadaaaaaaa!! quero que você fique de quatro pra mudar de posição e te amar de outro jeito. manera...
ela: TÁ BOM... MAS NÃO VAI ME MENTIR???
eu: bom... se você não quiser... não precisa se preocupar, nem fazer nada... mas cê sabe que daqui você sai com a tiny ass aberta hahahaha
ela: VOCÊ É SEMPRE A MESMA COISA!! TEM UMA OBSESSÃO EM ABRIR MINHA RABA.....
e ela se virou e ficou de quatro
obviamente, só de ver a raba dela, a buceta escorrendo sucos, a conversa que a gente tinha tido... não tive escolha a não ser chupar tudo de novo... dessa vez parei na tiny ass dela que já tava bem molhada com a porra que tinha saído, mas aproveitei pra enfiar a língua lá dentro e um dedinho, enquanto ela dizia: "não... não... não... pelo amor... não..."
me levantei, e apontei meu pau pra buceta dela, ela tava aberta, cheia de líquidos, meu pau entrou como se fosse um túnel escorregadio, e comecei a bombar ela de novo, enquanto com uma das mãos comecei a acariciar o clitóris dela e ela pirou... começou de novo a pular na cama, enquanto eu tocava a buceta dela e metia. Esse foi o momento certo em que, sabendo que a tiny ass dela já tava bem dilatada e molhada, tirei meu pau da buceta e encostei na entrada da raba dela, enquanto acariciava com mais força o clitóris dela, agora enfiava um dedo na buceta dela, ela se levantou e ficou apoiada nos joelhos, então meu pau quase entrou sozinho na raba dela. Senti minha cabeça abrindo caminho entre as paredes do esfíncter dela, como o buraquinho apertava meu pau, enquanto centímetro por centímetro eu ganhava terreno lá dentro.
Quando a raba dela encostou no meu corpo, deixei meu pau o mais fundo possível, e não me mexi mais, esperei ela fazer o primeiro movimento... num gemido gostoso, ela se moveu pra frente, pra trás umas vezes, e eu coloquei minhas mãos na cintura dela, pra acompanhar os movimentos, que fui intercalando com os meus, até que todo o movimento ficou por minha conta
Comecei uma metida e tirada infernal, fazendo muita força pra que a cada entrada, ela gemesse Mais e mais... eu estava comendo a bunda dela como nunca tinha comido ninguém, e ela se contorcia de prazer, e pra mais prazer, continuei tocando a buceta dela, com isso as forças dela fraquejaram e ela caiu na cama sem se segurar. Subi em cima dela, nossas gotas de suor molhavam a cama, e o corpo dela pedia mais e mais... ela levantou a bunda pra eu penetrar, então peguei um travesseiro, coloquei debaixo dela, e fiquei com toda a raba dela à minha disposição, e falei: "agora vou te arrebentar!!!" e entrei fundo de uma só vez, ela gritou e se agarrou nos lençóis, tirei e meti de novo com a mesma força, ela continuava gemendo, repeti a mesma operação umas 5 ou 6 vezes, e o corpo dela tremia, então comecei a meter sem parar, mas até o fundo, meu pau fervia de tesão, eu via meu pau sumindo naquele buraquinho, e ela gritava: "ME COME!! VAI!! ME COME!! ME COME!! COMO EU GOSTO DE VOCÊ!!! TÔ AMANDO!!! ME COME..... AAAAAAAAAHHHHH"
Pra dar mais putaria, eu perguntava: "seu marido te come assim???"
ela: NÃOOOO... NADA A VER!! SOU SUA!!! SÓ SUA!!!
eu: seu marido não te come?
ela: COME, MAS NÃO ASSIM GOSTOSO... VAI... ME COME!!!
eu: me conta... você dá a bunda pro seu marido??
ela: DOU, ÀS VEZES, MAS COM VOCÊ É MAIS GOSTOSO... METE TUDO!!! VAI!!!
eu: (enquanto fingia que tirava) então seu marido come sua bunda... e eu achando que só eu que comia.... (já tinha o pau todo pra fora)
ela: COM ELE EU TENHO RELAÇÕES, COM VOCÊ EU FAÇO AMOR... E TE DOU TUDO QUE NÃO DOU PRA ELE
eu: quer que eu te coma pela bunda??
ela: SIIIIIIIIIIIIIIIIII....
eu: abre
ela passou as mãos por trás das costas, segurou as bandas da bunda, e abriu, o buraco do cu dela tava vermelho e aberto pra caralho
eu: abre mais
ela fez um segundo esforço, o esfíncter dela abriu mais, e até a buceta dela abriu um pouquinho...
eu: agora o que você quer??
ela: me come...
eu: me come o quê??
ela: você já sabe...
eu: não sei... pede direito... vamos ver... como é que se pede você pede pra ele??
ela: não seja filho da puta... pra ele eu não peço nada...
eu: bom, pede pra mim... vamos ver... (apoiei meu pau no buraquinho dela)
ela: vai... me fode... fode minha bunda
antes que ela terminasse de falar "bunda", eu penetrei ela com um só empurrão, fazendo a cabeça dela bater na cabeceira da cama... a palavra "bunda" esticou o "a", ouvindo um CUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU (com o pau quase duro nas suas nádegas) e então... você sabe... olha como me deixam as coisas que você diz...
ela: (pegando no meu pau) nossa... já tá pronto pra mais um pouco?? mas pela bunda que você não deixou ela muito dolorida
eu: ok... vira que eu vou te comer a buceta...
ela se apoiou na parede do banheiro, apontei o pau pra buceta dela, e penetrei, sabia que não ia durar muito, então com uma mão tocava os peitos dela, e com a outra o clitóris... quando senti as pernas dela tremendo, ela gritava: "vou gozar... vou gozar... vou gozar..."
eu: "onde eu gozo???"
ela: na boca, amor...
eu: ok... te aviso... vai...
ela: vai que eu tô gozando... vai... me fode... me fode.... (enquanto empurrava a bunda contra mim)
eu: vai, gostosa... vai... me fode... me fode....
e ela explodiu... outro orgasmo que tomou o corpo dela, dessa vez, como tava de pé, quase caiu no chão... tive que segurar ela com meus braços... eu já sentia que meu gozo ia explodir e falei: "vai que eu vou gozar... chupa!! chupa!!"
ela se virou, se abaixou... e no primeiro toque da mão dela no meu pau não aguentei mais
o primeiro jato acertou o rosto dela, o resto foi parar na boca dela... enquanto se lambia e limpava meu pau, ela dizia: "meu amor.... meu amor.... meu amor...."
ESSA FOI A 2ª ENTREGA...
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO
ESPERO TODO TIPO DE "AÇÕES" QUE ME PERMITAM GANHAR PONTOS MAIS PRA FRENTE...
JÁ FALEI... TENHO FOTOS, VÍDEOS... DE UM POUCO DE TUDO COM ESSA GAROTA!!!
TUDO QUE CONTO É RE-AL!!!
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