Bom, chegou a continuação da história anterior... espero que vocês curtam!!!!
Conseguimos achar uma brechinha na nossa semana, uns instantes curtos para continuar nos deliciando na descoberta um do outro.
Planejamos tudo, para aproveitar ao máximo… pequenos detalhes foram surgindo das nossas mentes taradas…
Sexta-feira às 19h30 no lugar combinado, com vestido e sem calcinha… o carro ia conter nossa luxúria por um tempo.
— Oi — ele me cumprimentou, entrando no carro ansioso e devorando minha boca com um beijo.
— Oi — cumprimentei, sorrindo.
— Aonde vamos? Por aqui não vai dar, acho.
— Hoje mesmo passei por aqui de manhã e acho que tenho o lugar — respondi.
Liguei o carro e dirigi algumas quadras, onde a tensão subiu a níveis desumanos. Sabia que ele queria me tocar, queria confirmar que eu não estava usando nada debaixo do vestido, mas não queria me distrair. Depois de um tempo, encontramos uma quadra bem escura, sem movimento, onde só um muro alto nos observava.
— Vamos para o banco de trás? — ele perguntou.
— Vamos.
Começamos pelos nossos lábios, nos saboreando de forma selvagem.
— Ai, que vontade dos seus beijos eu estava.
A parte de cima do meu vestido já estava na altura da minha cintura e as mãos dele nos meus mamilos. Tirei os sapatos para ficar mais confortável e fiquei ajoelhada de lado no banco, com a boca dele na minha e minha mão acariciando aquela rola linda que eu tanto queria provar.
Sentia os dedos dele por baixo da pouca roupa que eu ainda tinha, acariciando minhas pernas e subindo por elas, até chegar naquele lugar tão molhado, tão quente, tão desejoso do contato dele. Ele percorreu minha buceta de baixo para cima, se encharcando em mim. Uma eletricidade, produto do prazer, invadiu meu corpo.
— Ufff, como está essa buceta, por favor.
— Viu? Toda molhada por sua causa.
— Quero que você goze na minha mão, putinha.
Ele me sentou de frente, colocou uma das minhas pernas em cima das… suas, me deixando completamente exposta e ao seu alcance. Sentia seus dedos percorrendo-me até se afundarem bem fundo em mim, fazendo-me gozar quase imediatamente.
- Que puta linda que você é! Adoro quando você goza pra mim! – Ele disse, saboreando os dedos e me dando para provar.
- Quero outro gozo, sabe?
- Eu sei, você quer me fazer gozar o tempo todo, filho da puta.
Num movimento só, fiquei de joelhos novamente… queria prová-lo, desejava tanto. Ela estava me esperando, inchada, molhada, lutando para se libertar da cueca… peguei-a entre minhas mãos e doce, mas determinadamente, comecei a lambê-la, a chupá-la… que delícia que estava.
- Ufffffff como eu gosto, que gostoso você chupa.
Ele começou a brincar novamente com os dedos…
- Por favor, como eu gosto dessa buceta – ele disse, começando a me comer sem piedade.
Não consegui me segurar, derramei-me na mão dele, ficando louca, já era hora… de sentir o pau dele dentro de mim.
Levantei o vestido e me acomodei em cima dele…
- Quantas vontades de te ter assim eu tinha – falei no ouvido dele, enquanto levava meus mamilos à sua boca.
Senti o pau dele no meu clitóris e, sem pensar, comecei a me mover, a senti-lo sem me penetrar, ele levou as mãos para trás, disposto a aproveitar o momento. A lubrificação, o calor, o atrito e o movimento desencadearam minha luxúria… meu corpo começou a vibrar tão intensamente que me surpreendeu. Envolvida em tremores, suor e prazer, me deixei levar num imenso orgasmo, ofegando na boca dele.
- Ai, por favor, que intenso foi isso.
- Morria de vontade de sentir você tremer assim, adoro como você goza, puta.
Nunca parei de me mover nele, sentia o pau dele escorregando, tentando entrar em mim, até que ele não aguentou mais, me pegou forte pelos quadris e me embestiu bem fundo. Sua boca estava em todo lugar, pegando minha língua, meu pescoço, meus mamilos… suas mãos nos meus quadris, na minha bunda, acompanhando o movimento. A sucessão de orgasmos – não consigo lembrar exatamente quantos – começou a surgindo entre tremores, gemidos, patrulhas que passavam e vidros embaçados.
Ele queria me pegar por trás, mas o espaço apertado não permitiu tal proeza, ainda assim ele conseguiu o que queria, movendo os bancos, me sentou de costas e com ele bem dentro de mim comecei a me mexer.
- Como você se move, por favor, não aguento mais, vou te dar todo meu leite, tudo nas suas tetas de putinha – disse enquanto me ajudava a sentar no banco novamente
- Vai me encher de porra, seu tarado?
- Tudo, olha como você me deixou – me disse se masturbando na minha frente – Você gosta de me ver assim, só pra você?
- Eu adoro – respondi olhando para ele com desejo
Ele se ajoelhou na minha frente, sem parar de se tocar, sem parar de me encarar… nada ao redor importava, e em um gemido interminável senti ele transbordar em cima de mim.
Ele me olhou satisfeito, me deu um beijo e com as mãos espalhou pelo meu corpo tudo que havia derramado.
- Você é um porco, hein!!! – eu disse
- E você adora – ele respondeu sorridente
Exaustos, encharcados de suor e sexo, tentando nos limpar e nos arrumar um pouco, começamos a viagem de volta à realidade.
Quando estava chegando em casa, recebo uma mensagem no celular…
"Que tesão que você tem, por favor" 😉
E ainda tem mais…
Primeira Parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/2440984/Encendiendo-la-llama.html

Alimentando o fogo
Nos dias seguintes, o desejo se tornou insuportável… precisávamos encontrar um momento para nos vermos e alimentar um pouco mais esse fogo. Conseguimos achar uma brechinha na nossa semana, uns instantes curtos para continuar nos deliciando na descoberta um do outro.
Planejamos tudo, para aproveitar ao máximo… pequenos detalhes foram surgindo das nossas mentes taradas…
Sexta-feira às 19h30 no lugar combinado, com vestido e sem calcinha… o carro ia conter nossa luxúria por um tempo.
— Oi — ele me cumprimentou, entrando no carro ansioso e devorando minha boca com um beijo.
— Oi — cumprimentei, sorrindo.
— Aonde vamos? Por aqui não vai dar, acho.
— Hoje mesmo passei por aqui de manhã e acho que tenho o lugar — respondi.
Liguei o carro e dirigi algumas quadras, onde a tensão subiu a níveis desumanos. Sabia que ele queria me tocar, queria confirmar que eu não estava usando nada debaixo do vestido, mas não queria me distrair. Depois de um tempo, encontramos uma quadra bem escura, sem movimento, onde só um muro alto nos observava.
— Vamos para o banco de trás? — ele perguntou.
— Vamos.
Começamos pelos nossos lábios, nos saboreando de forma selvagem.
— Ai, que vontade dos seus beijos eu estava.
A parte de cima do meu vestido já estava na altura da minha cintura e as mãos dele nos meus mamilos. Tirei os sapatos para ficar mais confortável e fiquei ajoelhada de lado no banco, com a boca dele na minha e minha mão acariciando aquela rola linda que eu tanto queria provar.
Sentia os dedos dele por baixo da pouca roupa que eu ainda tinha, acariciando minhas pernas e subindo por elas, até chegar naquele lugar tão molhado, tão quente, tão desejoso do contato dele. Ele percorreu minha buceta de baixo para cima, se encharcando em mim. Uma eletricidade, produto do prazer, invadiu meu corpo.
— Ufff, como está essa buceta, por favor.
— Viu? Toda molhada por sua causa.
— Quero que você goze na minha mão, putinha.
Ele me sentou de frente, colocou uma das minhas pernas em cima das… suas, me deixando completamente exposta e ao seu alcance. Sentia seus dedos percorrendo-me até se afundarem bem fundo em mim, fazendo-me gozar quase imediatamente.
- Que puta linda que você é! Adoro quando você goza pra mim! – Ele disse, saboreando os dedos e me dando para provar.
- Quero outro gozo, sabe?
- Eu sei, você quer me fazer gozar o tempo todo, filho da puta.
Num movimento só, fiquei de joelhos novamente… queria prová-lo, desejava tanto. Ela estava me esperando, inchada, molhada, lutando para se libertar da cueca… peguei-a entre minhas mãos e doce, mas determinadamente, comecei a lambê-la, a chupá-la… que delícia que estava.
- Ufffffff como eu gosto, que gostoso você chupa.
Ele começou a brincar novamente com os dedos…
- Por favor, como eu gosto dessa buceta – ele disse, começando a me comer sem piedade.
Não consegui me segurar, derramei-me na mão dele, ficando louca, já era hora… de sentir o pau dele dentro de mim.
Levantei o vestido e me acomodei em cima dele…
- Quantas vontades de te ter assim eu tinha – falei no ouvido dele, enquanto levava meus mamilos à sua boca.
Senti o pau dele no meu clitóris e, sem pensar, comecei a me mover, a senti-lo sem me penetrar, ele levou as mãos para trás, disposto a aproveitar o momento. A lubrificação, o calor, o atrito e o movimento desencadearam minha luxúria… meu corpo começou a vibrar tão intensamente que me surpreendeu. Envolvida em tremores, suor e prazer, me deixei levar num imenso orgasmo, ofegando na boca dele.
- Ai, por favor, que intenso foi isso.
- Morria de vontade de sentir você tremer assim, adoro como você goza, puta.
Nunca parei de me mover nele, sentia o pau dele escorregando, tentando entrar em mim, até que ele não aguentou mais, me pegou forte pelos quadris e me embestiu bem fundo. Sua boca estava em todo lugar, pegando minha língua, meu pescoço, meus mamilos… suas mãos nos meus quadris, na minha bunda, acompanhando o movimento. A sucessão de orgasmos – não consigo lembrar exatamente quantos – começou a surgindo entre tremores, gemidos, patrulhas que passavam e vidros embaçados.
Ele queria me pegar por trás, mas o espaço apertado não permitiu tal proeza, ainda assim ele conseguiu o que queria, movendo os bancos, me sentou de costas e com ele bem dentro de mim comecei a me mexer.
- Como você se move, por favor, não aguento mais, vou te dar todo meu leite, tudo nas suas tetas de putinha – disse enquanto me ajudava a sentar no banco novamente
- Vai me encher de porra, seu tarado?
- Tudo, olha como você me deixou – me disse se masturbando na minha frente – Você gosta de me ver assim, só pra você?
- Eu adoro – respondi olhando para ele com desejo
Ele se ajoelhou na minha frente, sem parar de se tocar, sem parar de me encarar… nada ao redor importava, e em um gemido interminável senti ele transbordar em cima de mim.
Ele me olhou satisfeito, me deu um beijo e com as mãos espalhou pelo meu corpo tudo que havia derramado.
- Você é um porco, hein!!! – eu disse
- E você adora – ele respondeu sorridente
Exaustos, encharcados de suor e sexo, tentando nos limpar e nos arrumar um pouco, começamos a viagem de volta à realidade.
Quando estava chegando em casa, recebo uma mensagem no celular…
"Que tesão que você tem, por favor" 😉
E ainda tem mais…
Primeira Parte: http://www.poringa.net/posts/relatos/2440984/Encendiendo-la-llama.html
21 comentários - Alimentando o Fogo
ni hablar!!!
🔥 🔥 🔥 🔥 🔥 🔥
quiero mas mas y mas!!
Como decías en el texto "Ay por favor que intenso estuvo eso" ...
Gracias!
Y su pluma es magistral....
La sucesión de orgasmos – no logro recordar exactamente cuantos - empezó a surgir entre temblores, gemidos, patrullas que pasaban y vidrios empañados.
Volveré con merecidísimos puntos...
jajjajajajajajajajjjajaajaja
Imagino cada palabra como si lo estuviera viendo... cómo me gustaría espiar algo así!
Volveré!
Besos
Mimilau 💕
Gracias por los puntos hermosa!!!
Si ese auto hablara...
""...recorrió mi sexo de abajo arriba, empapándose en mí. Una electricidad, producto del placer, me invadió el cuerpo."
diossss qué belleza... Quiero mas!!
Impaciente por lo que sigue!!!
es un placer leerla, así que no tiene nada que agradecer 😊
🔥 🔥 🔥
Excelente Sac!
Simplemente excelente!!!
Me encanto!
Gracia spor compartir
saludos.