Buceta pro pai e buceta pro filho II

Depois da sessão de sexo anal que eu e minha mãe tivemos no banheiro da loja do shopping, minha mãe agora em casa não quis mais olhar na minha cara, continuou fingindo uma forte dor de barriga e não saiu mais do quarto dela, e eu não ousava procurá-la por medo de desagradá-la e perder a chance de continuar aproveitando sua bunda linda.

Na manhã seguinte tudo parecia normal, ela estava preparando o café da manhã dos meus irmãos mais novos que iam pra escola, meu pai estava na sala de jantar lendo um jornal, e eu fui atrás dela pra dar um beijo de bom dia e a vi, com um roupão de dormir inteiro que chegava acima dos joelhos, da cor branca que deixava adivinhar que por baixo ela tinha uma calcinha preta, quando me aproximei e dei o beijo de bom dia, percebi que ela não estava usando sutiã.

Eu: Bom dia, mamãe.
Mãe: Bom dia, meu coração, como amanheceu?
Eu: Ah, eu bem, muito feliz por ter uma mãe tão linda como você.
Mãe: Ai, meu filho, obrigada, não me diga que tenho que dar o cu todos os dias pra você me tratar tão bem assim, hein? (Risos)
Eu: Como é que você pensa uma coisa dessas, mãe? É que eu a noto mais contente e gosto de vê-la assim, só isso.
Mãe: Então não tem nada a ver com o que aconteceu ontem?
Eu: Bom, é que você não falou comigo ontem e eu não sabia o que estava pensando, e agora aproveito pra dizer que o que aconteceu ontem foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, e não me arrependo de nada.
Mãe: Olha, meu filho, eu pensei bem e por mais que eu tente não entra na minha cabeça como pude deixar meu próprio filho me comer pelo cu, pense que pra mim é muito desconfortável, pelo seu pai, até por você mesmo, me espere um momento aqui.

Ela saiu pra levar o café da manhã pros meus irmãos e depois voltou pelo do meu pai, ao voltar continuamos conversando.

Mãe: Não vou negar que ontem eu senti algo que nunca imaginei sentir e menos ainda com você, mas que tipo de pessoa eu seria se não parar tudo isso? Diga-me.
Eu: Mas mãe, lembre-se que até mesmo você... passa pela minha cabeça recorrer a outro homem e eu não podia permitir isso.
Mãe: entre outras coisas, você não me contou como sabe tudo isso, pois não? Olha! Eu sei que prometi que a gente ia fazer de novo, me diga como você soube todas essas coisas e eu te dou um presentinho pra você se divertir, pois não.
Eu: é que eu quero estar com você, mãe, entende, pois não!
Nisso ela me deu as costas e levantou o roupão por trás, pegou a calcinha preta e tirou com uma mão enquanto com a outra segurava o roupão, pegou ela e jogou na minha cara,
Mãe: não gosta de ver isso?
Ela se inclinou pra frente e abriu as nádegas com as duas mãos, entre risadas soltei um uau, ela tinha as bolas chinesas enfiadas no cu e só ficava pra fora o cordão pra puxar, guardei a calcinha no bolso do meu shorts, me aproximei e tirei a primeira bola, pude ver mais uma vez como o ânus dela se dilatava, depois enfiei de volta junto com meu dedão, que delícia,
Mãe: devagar, filho, que depois não fecha mais, hahaha
Eu: tô com vontade, mamãe, o que a gente faz, não me deixa assim, olha que você tá me provocando.
Nisso ouvimos meu pai se levantar da sala e vir em nossa direção na cozinha, eu sentei no balcão e peguei uma torrada, ela fingiu que estava lavando louça e ele, ao chegar, não percebeu nada de estranho. Só me disse pra me aprontar porque ia me ajudar a abrir o negócio, porque não queria que minha mãe saísse de casa hoje. Eu olhei pra minha mãe e com um sorriso malandro disse pro meu pai que não tinha problema.
De fato, meu pai saiu pra levar meus irmãos pra escola e eu fui pro quarto dos meus pais procurar minha mãe, ela já estava tomando banho e lá de fora, na porta do banheiro, eu comentei como tinha descoberto o vício dela em sexo e brinquedos anais, falei das câmeras, das conversas com Laura, a vizinha, e ela entre risadas só dizia que não podia acreditar.
Quando ela saiu do banho de toalha, me olhou nos olhos e, sorrindo, disse:
Mãe: então você gostou, pois não? Não Ele tem uma namoradinha para comer o cu e quer se aproveitar da mamãe.
Ela tirou a toalha e, de costas para mim, subiu na beirada da cama, ficando de quatro, enterrando a cabeça entre os braços e me dizendo: — Vem, meu filho, aproveite sua mamãe antes que eu me arrependa. Meu coração quase saiu pela boca de tanta emoção; eu tinha outra vez a oportunidade de comer o cu da minha mãe, mas dessa vez numa cama, como se eu fosse seu marido, seu homem, ou nessa ocasião, seu amante. Ela insistiu: — Vem, meu filho, então, me deixe senti-lo dentro de mim outra vez. Me aproximei e tirei o shorts que estava usando, junto com a cueca. Olhei de perto seu ânus fechado e, num impulso, agarrei suas nádegas e enfiei minha língua até o fundo.

Mãe: — Ai, papai, o que você tá fazendo! O que é isso?
Comecei a lamber seu ânus, e ela não parava de mexer a bunda de um lado para o outro, resultado da sensação de prazer que estava sentindo.

Eu: — Você gosta do beijo negro, mamãe? Tô saboreando seu cu e gostei muito do sabor.
Mãe: — Ummm, sim, meu filho, já tinha ouvido falar disso antes, mas não imaginei que fosse tão gostoso. Adorei, me dá língua mais um pouquinho, ummm.
Continuei lambendo e relambendo seu ânus, percebendo como ele se dilatava para dar passagem à minha língua. Por fim, para deixá-la bem pronta, cuspi bem dentro e disse: — Já tá pronta, mãe.

Peguei meu pau e fui enfiando devagar, mas ela, na sua desesperada, levantou a bunda e empurrou para trás, enfiando tudo de uma só vez. — Ahh, assim, assim é melhor, meu filho, me dá rápido antes que seu pai chegue. E começamos uma frenética metida e tirada. Era incrível ver como meu pau desaparecia entre suas nádegas. Enfiava tudo, e ela, agitada, não parava de gemer. Peguei seu cabelo e a virei para mim, plantando um beijo em sua boca enquanto agarrava um de seus peitos e os sacudia em círculos.

Mãe: — Não temos perdão do céu, meu filho; vamos direto para o inferno (sem parar de mover a bunda para frente e para trás).
Eu: — Você não tem, né... mas eu agora estou no céu, (risas dos dois).
Me preparei para virá-la e dar nela na buceta, mas ela, percebendo minha intenção, não permitiu.
Mamãe: não, não senhor, havíamos combinado que você só me daria por trás, não se lembra?
Eu: mas mamãe, só um pouquinho, não seja assim.
Mamãe: já tinha dito, para você é o meu cu, deixe a xota para o seu pai.
Ela se levantou um pouco irritada e eu fiquei com o pau durão, por causa do meu impulso nem consegui gozar dentro do seu cu. Enquanto me vestia, devolvi a calcinha que ela tinha jogado e saí de lá fingindo estar chateado.
Quando meu pai chegou, eu estava pronto para acompanhá-lo a abrir o negócio. O dia passou assim, e à tarde eu estava na universidade. Ao sair da aula, me surpreendi ao ver o carro da família no estacionamento; raramente alguém vem me buscar, seja minha mãe ou meu pai, ainda mais porque não sabem meu horário. Me aproximei e era minha mãe.
Mamãe: E aí, filho, como foi?
Eu: Oi, mamãe, o que você faz por aqui? Achei que estivesse brava comigo.
Mamãe: Não seja bobinho, filho, como acha que vou ficar brava com o meu outro marido? (risos)
Meu pau ficou duro na hora, então entrei no carro. No caminho, ela me contou que tinha entrado em contato pelo PIN com Ximena, uma colega minha, e pediu para ela não me contar nada, para me dar uma surpresa. Ela deu a hora da saída e minha mãe decidiu vir me buscar desde o meio-dia, depois de ter acompanhado meu pai na loja. Ela disse que iríamos pegar meu pai e meus irmãos no shopping, fecharíamos o negócio e iríamos para casa.
Chegamos ao estacionamento subterrâneo do shopping, minha mãe estacionou o carro e eu já ia descer quando ela segurou minha mão.
— Quero te dar um presentinho para você ver como sua mamãe te ama.
Ela desabotoou o cinto de segurança, pegou o zíper da minha calça e tirou meu pau da cueca. Se ajeitou e, dizendo "espero que goste", começou a lamber meu pau. Que sensação gostosa da porra. mano, ele passava a língua pela minha cabeça, e ficava ainda mais gostoso quando ele enfiava meu pau na boca o máximo que dava,
Mãe: ele gosta, meu filho, tá vendo como sua mamãe te quer, até te dá uma chupadinha.
Eu: ai sim, mamãe, que língua gostosa a sua, tá me fazendo gozar, mãe.
Mãe: bom, meu filho, se você não teve problema em enfiar sua língua gostosa na minha bunda, eu não tenho problema em saborear sua porra.
Ele continuou lambendo e chupando até que eu não aguentei mais e gozei dentro da boca dele, que loucura, não desperdiçou nada, engoliu tudo com um sorriso no rosto,
Eu: uff, mamãe, obrigado, fazia tempo que não recebia uma chupada daquelas.
Mãe: pra você ver, meu filho, pra você ver.
Descemos do carro e quando ela ia trancar o carro, um senhor que saiu de trás do nosso carro se aproximou (o vigia).
Vigia: Boa noite, desculpem, senhores,
Mãe: Boa noite, sim, tudo bem, como vai?
Vigia: Não, é que eu vi vocês entrarem no estacionamento e, como não saíam, resolvi ver o que estava acontecendo,
Minha mãe ficou nervosa e eu também, esse filho da puta nos pegou.
Vigia: O problema é que eu sou novo, é meu segundo dia e, sinceramente, o que vocês estavam fazendo aí dentro acho que é proibido, né? (o carro não é insulfilm).
Mãe: Como assim, senhor, do que o senhor está falando?
Vigia: Ah, olha, senhora, não finja, eu vi que você estava chupando o pau do menino aqui presente,
Mãe: Mas como se atreve?
Vigia: Então vai negar? Vai negar que estava dando uma mamada ali na frente?
Eu: Olha, senhor, por favor, diga logo o que quer, quanto quer.
Vigia: Hahahaha esperto o garoto, hein? Uma mulherão daqueles e você tá comendo ela,
Pensei comigo: ainda bem que não foi ninguém conhecido.
Mãe: Sim, senhor, diga logo quanto quer.
Vigia: Hahaha calma, my wife, em vez de perder tempo com esse garoto, por que não me dá uma dessas também, hein?
Eu me dirigi até onde ele estava e vigilante, mas ele, ao perceber meu movimento, sacou um pãozão enorme, e eu parei, que burro! eu, não quis sacar o revólver que tinha do outro lado.
Vigilante: calma, chinês, calma, a única coisa que eu quero é que você compartilhe um pouco, nada mais, só quero uma chupada, fácil assim como ela te deu.
Nisso tocou o celular da minha mãe, ela atendeu, - sim, já tô chegando, não se desespera, - sim, já sei, não se preocupa, tô a caminho.
Minha mãe se aproxima de mim e diz que é meu pai, que já vai fechar a loja e vai sair pra nos esperar fora do estacionamento, - o que a gente faz, ela me diz, seu pai vai nos pegar com essa gonorreia aqui.
Minha mãe anda, abre a porta do carro e sobe.
Vigilante: e aí, minha esposa, então como é que vai ser, ou o quê?
Mãe: vem cá, senhor, sobe um momento.
E eu, putz, o que minha mãe vai fazer? Vejo o vigilante subir no banco do passageiro e fechar a porta, imaginei que minha mãe ia dar uma boa quantia de dinheiro pra ele, contornei o carro e fui até a porta do motorista, abri a porta e quase tive um troço.
A cena: minha mãe lá na frente, com a bunda empinada, chupando o vigilante. Ao perceber que eu tô vendo, ela faz sinal com a mão pra eu esperar.
Eu: mas o que você tá fazendo, como é que te dá na telha? (e eu com o pau pra estourar).
Minha mãe me surpreende mais ainda quando noto que ela tá desabotoando o jeans apertado que tava usando. Entendi o recado, puxei o jeans junto com a calcinha fio dental preta e desci até os joelhos dela. Ela não parava de chupar o pau do vigilante, que seguia sem imaginar que se tratava de uma mãe e seu filho. Ela soltou o pau do vigilante e me disse: - me dá sua língua, papi. As palavras dela foram uma ordem pra mim, enquanto eu ouvia a gargalhada do vigilante – a putinha gosta de chinês, que pena. Não prestei muita atenção e me dediquei a lamber o cu da minha mãe mais uma vez. - Assim, papi, assim, mete sua língua até o fundo. O vigilante, cheio de curiosidade, tentou observar onde eu tava enfiando a língua. pra minha mãe, notei que não conseguia ver nada, - não tá vendo que tô chupando o cu dele, falei, ele sorriu e pegou a cabeça dela, - assim que chupa, foxy, imagino que pra esse aqui você paga pra ele te comer,
Mãe: sim, pago e bastante, só ontem ele me arrebentou o cu e hoje de manhã ele me deu por trás de novo.
Não conseguia acreditar na atitude da minha mãe, nunca imaginei que ela pudesse ser assim. Eu enquanto isso continuava enfiando e tirando minha língua do cu dela e às vezes olhava como ela continuava chupando o segurança, que já tinha tirado uma teta dela da blusa e do sutiã, notei que um carro se aproximava então me afastei e fechei a porta do carro, e fiquei esperando ele se afastar, fazia uns cinco minutos da ligação do meu pai e nada do segurança vir, quando abri a porta do carro de novo observei como o segurança tinha dois dedos enfiados no cu da minha mãe, me deu tanta raiva, com tudo que tinha me custado, não hesitei e foquei minha atenção na buceta dela, comecei a dar linguadas ela reagiu na hora virando pra me olhar pensei que fosse ficar brava mas nada, ela piscou pra mim, e entendi que tinha gostado, continuei lambendo e notei que o segurança agora tinha três dedos dentro do cu dela, e ela estava ofegante quase gozando, eu não aguentei mais e tirei meu pau ali no meio do estacionamento e aproveitando a distração da minha mãe com o pau do segurança enfiei de uma vez só,
Mãe: ahh que delícia, papi, que gostoso, mas que coisa tão gostosa,
Segurança: não me diga que já enfiou hahaha.
Mãe: ahh sim, já enfiou e saiba que é a primeira vez que enfia pela frente sabe? Sempre peço pelo cu.
Eu enfiava e tirava com muita velocidade tentando gozar rápido, notei quando o segurança gozou dentro da boca da minha mãe, e ele relaxou só pra ver o espetáculo sem tirar os dedos do cu da minha mãe.
Mãe: me dá, papi, me dá assim, assim gostoso sim.
Eu: você gosta, mami, (vacilei, falei mami, Ela virou e me olhou, e eu sabia que tinha falado merda, mas o segurança tava na dele e não percebeu meu comentário.
Eu: vou gozar, vou gozar.
Mamãe: não tira, me enche de porra por dentro, me rega com tua porra, papi. Não era isso que você queria? Me comer na buceta, agora ela também é sua.
Foi o que fiz, gozei dentro da sua xota, e o segurança, vendo a ação terminar, agradeceu pelo momento e disse pra gente não se preocupar porque ele só tava cobrindo o turno de um colega, que o posto dele era em outro shopping. De qualquer forma, minha mãe, com o jeans abaixado e o thong na altura do joelho, tirou da carteira uma nota de 20.000 pesos, que era tudo que ela tinha, pra dar pra ele. O segurança sorriu e disse:
— Não, senhora, já falei que não quero dinheiro.
Ele se aproximou dela e deu um beijo, que ela retribuiu com a mesma intensidade. Depois ele foi embora. Enquanto arrumava a roupa, minha mãe me dizia:
Mamãe: Viu de que a gente se salvou? Por andar de tarados agitados.
Eu: Mas você não passou mal, né?
Mamãe: Por acaso tá com ciúmes?
Eu: Não gostei de te ver naquela com aquele cara.
Mamãe: Não vê que a gente se salvou? Além disso, ele percebeu que eu não tinha mais dinheiro pra oferecer. Também não vou negar que não me desagradou totalmente… ele tinha uma boa ferramenta, hahaha.
Eu: Não acho graça, até te chamou de puta e gostosa.
Mamãe: E você não me tem feito de gostosa? Primeiro me come num banheiro, depois me fode na bunda de novo na cama do seu pai, e agora me dá rola num estacionamento enquanto eu chupo o segurança. O que me diz disso, hein?
Eu: Tá bom, mamãe, na verdade a gente não se deu tão mal, né? Eu também curti muito. Vamos fazer de novo?
Ela pegou o celular e ligou pro número do meu pai, perguntando onde eles estavam. Disse pra eles darem a volta e que a gente já tava esperando dentro do estacionamento. Desligou o celular e me disse:
Mamãe: Fica esperto, filho, temos uns cinco minutos. E não pense que meu cu não tem nada pra ele, a… Olha só, meu filho, vai enfiar a mamãe de novo.
Ela me fez sentar no banco do carona de novo, com a calça e a cueca nos joelhos, igualzinho a ela, deu umas lambidas pra reviver meu pau e, sentando suavemente em cima de mim, enfiou tudo na minha bunda.
Mamãe: Ahh, gostoso, você é o homem que eu mereço, assim mesmo, papai, tá vendo como eu enfio tudo, tá vendo, gostoso?
Eu: Mamãe, agora jura que vai me deixar te satisfazer sempre.
Mamãe: Claro, meu amor, já sou toda sua, você sabe: CU É PRO FILHO, BUCETA É PRO FILHO E O RESTO É PRO SEU PAI.
Quando meu pai e meus irmãos chegaram, tudo já estava arrumado, o aromatizante tinha eliminado qualquer cheiro de sexo, eu estava esperando nos bancos de trás e minha mãe estava no banco do carona para meu pai dirigir.
Vou contar que minha história não termina aqui. No próximo relato, vou contar como convenci minha mãe a transarmos juntos com a vizinha Laura e o que aconteceu quando os planos deram errado porque o marido da vizinha pegou as duas no flagra.

2 comentários - Buceta pro pai e buceta pro filho II

nermad +1
exelente relato y pues esperare el siguiente